terça-feira, 30 de julho de 2013

TV NOVO TEMPO: A Igreja Adventista é a Igreja Verdadeira!

Não é de agora que o Adventismo está usando o marketing da boa vizinhança para adentrar nas igrejas protestantes e evangélicas. Eles agora entram nas casas dos crentes por meio da TV NOVO TEMPO.

Cuidado, eles destruirão a fé dos cristãos incautos e tentarão arrastar os protestantes para o seu arraial herético.

A TV NOVO TEMPO tem um programa intitulado Bíblia Fácil.  Em um site adventista, vi um vídeo desse programa, do simpático pastor adventista Arilton Cordeiro. O vídeo (AQUI) trata do ‘profetismo’ na Bíblia até os 31 minutos, onde ele começa a falar de Ellen White.

Ele afirma que a Sra White era uma profetisa e que passa no teste bíblico, visto que ela não escreveu nada antibíblico. Antecipou a ciência em mais de 40 anos em assuntos pontuais. Por isso a Igreja Adventista a tem como uma profetisa. Ele enfatiza que nenhuma doutrina da  IASD se baseia em Ellen White, os escritos delas não estão em pé de igualdade com a Bíblia, mas orienta para a Bíblia.

Diante disso, uma participante ali do programa pergunta:

“Então devemos concluir que a Igreja Adventista é a Igreja Verdadeira?”(39:45)

A resposta contundente do pastor Arilton é: “Sim. Se o Apocalipse indica, no cap. 12.17, que a Igreja Verdadeira observa toda a lei de Deus, inclusive o sábado, e tem um profeta moderno, e nós temos em nossa história, o ministério de Ellen G. White, nós acreditamos sinceramente nisso.”*

Observem aí, que não é apenas o sábado o selo da verdadeira igreja, o que já seria uma heresia, mas TAMBÉM é a presença de Ellen White. Uma pessoa pergunta ‘se existe além de Ellen White outros profetas na IASD’ (o que, se crescem mesmo na na continuidade dos dons, obviamente deveria ter !!!) a resposta dele é:

“Chamada por Deus, como profetisa, só Ellen G. White.” (40:40). [Segundo ele, Ellen White ficava até duas horas sem respirar (41:39)!!!]

Um erudito adventista acrescentaria a doutrina de 1844 como sinal de que a IASD é a Igreja Verdadeira: ““... os ensinamentos sobre 1844 provam, além de qualquer dúvida, que a Igreja Adventista do Sétimo Dia é a igreja remanescente da profecia bíblica.” (Clifford Goldstein.1844 – Uma Explicação Simples das Profecias de Daniel. )

Irmãos, leitores desse Blog. Fiquem atentos, das seitas conhecidas, a Adventista é a maior ameaça para as igrejas protestantes hoje no Brasil. Eles estão entrando nos lares, sorrateiramente, apresentando o que eles tem de verdade, o que copiaram do protestantismo ortodoxo e fiel, mas junto a isso, seus desvios heréticos. 

[*Ele procura reduzir a tensão disso, e o efeito negativo dessa afirmação, dizendo logo em seguida que Isso não significa que apenas os adventistas serão salvos, mas que a Igreja Verdadeira ajuda no processo de salvação. As pessoas não serão salvas se não obedecerem ao que Bíblia fala.’. Obviamente, se explorarmos essa suposta ‘ressalva’ sob a perspectiva do que ele acabou de dizer, podemos concluir várias coisas; 1) que então pessoas salvas não farão parte da Igreja de Deus, o que, biblicamente, não é possível. Só existe salvação na Igreja Verdadeira( Mt 16.18; Jo 17.9). 2) Ou podemos inferir que apesar de estarem afiliados ao Adventismo, as pessoas entenderão as verdades que a Igreja Verdadeira ensina, 3) talvez a ideia seja apenas aquela que é comum entre os adventistas, as pessoas serão julgadas em conformidade com a luz que receberam. E se forem sinceras e honestas, desde que não tenham entendido a mensagem adventista, serão salvas. ]


segunda-feira, 29 de julho de 2013

John Piper: Acautele-se da Lógica!


“Ordena o que quiseres, e dá-me o que ordenares.”
2 Crônicas 30 nos diz como o rei Ezequias restaurou a Páscoa em Israel. Essa  celebração havia sido negligenciada, e Ezequias contristou-se por essa  desobediência. Por isso, enviou mensageiros que percorressem o país e chamassem o povo ao arrependimento e à obediência.
A mensagem do rei estava repleta de afirmações condicionais. Por exemplo: “Se vós vos converterdes ao SENHOR… vosso Deus… não desviará de vós o rosto” (v. 9). Estas afirmações condicionais mostram que Deus reage às nossas escolhas. Ou seja, se fizermos determinada escolha, Deus faz algo; se fizermos uma escolha diferente, Ele faz algo diferente. Por isso, Ezequias convocou o povo a voltar-se para o Senhor, a fim de que Ele se voltasse para o povo.
Esta reação de Deus às escolhas que fazemos levam algumas pessoas a precipitarem-se a uma conclusão “lógica” que não possui qualquer fundamento. Eles dizem: “Se Deus reage às nossas escolhas, então, o que escolhemos e o que Deus faz em resposta à nossa escolha dependem, em última instância, de nós mesmos”. Isto é o que eu chamo de “interpretação filosófica”, em vez de interpretação exegética. Em outras palavras, esta maneira de entender as afirmações condicionais da Bíblia resulta do raciocínio lógico do ser humano, e não da atenção cuidadosa aos caminhos singulares de Deus revelados no texto bíblico.
Quero ilustrar isso com base em 2 Crônicas 30. Estas são as exortações  que Ezequias enviou ao povo. Estão carregadas de condições:
• Versículo 6: “Filhos de Israel, voltai-vos ao SENHOR, Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, para que ele se volte para o restante que escapou do poder dos reis da Assíria”. Em outras palavras, se vocês se voltarem ao Senhor, Ele se voltará para vocês.
• Versículo 7: “Não sejais como vossos pais e como vossos irmãos, que prevaricaram contra o SENHOR, Deus de seus pais, pelo que os entregou à desolação, como estais vendo”. A ação de Deus em entregar os pais “à desolação” resultou de haverem eles sido infiéis ao Senhor.
• Versículo 8: “Não endureçais, agora, a vossa cerviz, como vossos pais; confiai-vos ao SENHOR, e vinde ao seu santuário que ele santificou para sempre, e servi ao SENHOR, vosso Deus, para que o ardor da sua ira se desvie de vós”. O ardor da ira de Deus se desviará de vocês, se servirem ao Senhor Deus.
• Versículo 9: “Porque, se vós vos converterdes ao SENHOR, vossos irmãos e vossos filhos acharão misericórdia perante os que os levaram cativos e tornarão a esta terra; porque o SENHOR, vosso Deus, é misericordioso e compassivo e não desviará de vós o rosto, se vos converterdes a ele”. Converter-se ao Senhor é uma condição que as pessoas têm de satisfazer, para que recebam a compaixão do Senhor em não virar as costas para elas.
Qual foi a resposta obtida pelos servos de Ezequias que levavam essas mensagens de esperança condicional? O versículo 10 nos mostra que algumas pessoas “riram-se e zombaram deles”. Mas outras “de Aser, de Manassés e de Zebulom se humilharam e foram a Jerusalém” (v. 11). O povo de Judá fez essa mesma escolha humilde (v. 12). O que fez a diferença na maneira como as pessoas reagiram? O versículo 12 nos dá a resposta incomum: “Também em Judá se fez sentir a mão de Deus, dando-lhes um só coração, para cumprirem o mandado do rei e dos príncipes, segundo a palavra do SENHOR”.
Não leia isso rapidamente. Pense sobre as implicações impressionantes. São importantíssimas. O que o versículo 12 ensina, à luz do contexto anterior, é que Deus havia ordenado: “Voltai-vos para mim, eu me voltarei para vós”. Algumas pessoas se voltaram. Por que motivo o fizeram? O versículo 12 apresenta a mais profunda razão: Deus lhes deu um coração disposto a fazer o que Ele ordenara. “Também em Judá se fez sentir a mão de Deus, dando-lhes um só coração, para cumprirem o mandado do rei e dos príncipes”.
Há alguma contradição em afirmar: “Se fizerem o que o rei ordenou, Deus removerá a sua ira de vocês” e, em seguida: “Deus lhes deu um coração disposto a fazer o que o rei ordenara”? É uma contradição afirmar uma condição que o povo tinha de satisfazer e, em seguida, dizer que Deus os capacitou a satisfazer a condição? Não, não é uma contradição. Somente um preconceito filosófico contrário ao ensino deste texto bíblico chamaria isso de contradição.
Isso esclarece dezenas de passagens bíblicas. De fato, esclarece toda a estrutura do pensamento bíblico. Quando lemos sentenças como: “Se vos voltardes ao SENHOR, Ele se voltará para vós”, não nos precipitemos à conclusão de que aquilo que escolhemos e aquilo que Deus faz em resposta à nossa escolha depende exclusivamente de nós. O versículo 12 ensina com bastante clareza: O que Deus ordena, Ele também pode dar. Isto é o correspondente bíblico mais próximo à famosa oração de Agostinho: “Ordena o que quiseres, e dá-me o que ordenares” (Confissões, X, xxix, 40).
A lição para nós é uma advertência e uma exortação. Acautele-se de interpretar a Bíblia com inferências lógicas, em vez de prestar atenção ao texto. Em vez disso, alegre-se, porque a graça de Deus está por trás de sua reação à graça dEle. Se a graça não nos despertar à graça, dormiremos durante o acontecimento. “Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente” (Romanos 11.36)."

domingo, 28 de julho de 2013

Debate com Adventista no Vejam Só: por favor, chamem o Pr Esequias Soares!

Um leitor adventista que constantemente comenta aqui no Blog, me informou sobre um debate no programa Vejam Só dia 22/08 sobre 'o estado na morte' (http://www.vejamso.com.br/index.php). Ele, ironicamente, disse-me para pedir para debater. 

Eu não tenho capacidade alguma, nem em oratória, nem em debate, muito menos com TV. Ficaria muito nervoso, obviamente, e perderia a linha de raciocínio facilmente, até mesmo poderia confundir os argumentos. Erraria em outras coisas também, quem já ficou nervoso em uma palestra ou sermão, sabe do que estou falando. 

Não sei qual Adventista será convidado. Eu gostaria muito de ver um dos "garotos/pastores propaganda" da TV Medusa, a Canção Nova Adventista, a TV NOVO TEMPO, debatendo com alguns nomes que parecem, não estarem surgindo ali em debates.

Um desses nomes, que eu gostaria de sugerir aqui publicamente, é o do respeitado Pastor assembeliano, Esequias Soares, da Igreja Assembleia de Deus de Jundiaí. Esse pastor tem uma larga experiência no assunto 'seitas'. Não seria apenas um teólogo sistemático defendendo o assunto imortalidade da alma, mas, além disso, sua larga experiência no pano de fundo: apologética religiosa.
Não sei se ele aceitaria.

Maçons: Baal ou ao SENHOR?

"Pode alguém, de forma coerente, ser Cristão e Maçon, ao mesmo tempo? Não é novidade para ninguém que muitas igrejas, de todas as denominações, a exemplo da Igreja Batista, Igreja Presbiteriana, Episcopal, Congregacional etc, estão abarrotadas de Maçons. São pastores, presbíteros e Diáconos que assumem sua "dupla identidade religiosa": são Protestantes Maçons ou Maçons Protestantes. 

Acreditam não haver incompatibilidade entre as duas práticas e as conciliam perfeitamente. Dizem, inclusive, ser a Maçonaria uma organização não religiosa e que, por isso mesmo, não haveria nenhum problema em ser Protestante (muitos deles líderes em suas igrejas) e Maçon, ao mesmo tempo.


[NOTA: A maçonaria não é um carrapicho apenas em igrejas protestantes, mas hoje igrejas pentecostais como Congregação Cristã, Assembleia de Deus, já começam a ter em seu meio, segundo notifica alguns, a presença de maçons. Até mesmo seitas como Adventista do Sétimo Dia, Testemunhas de Jeová, tem, ou tiveram a sua história 'manchada' com elementos maçons. No Mormonismo é muito mais evidente.]

Em 2006 a IPB emitiu um polêmico documento afirmando a incompatibilidade entre a fé cristã Reformada e a Maçonaria. Em 2007 foi criada uma comissão Especial para estudar o assunto e, finalmente, em 2010 a decisão foi reafirmada. [Nota: Mas uma coisa que eu aprendi na Igreja Presbiteriana é que as decisões do SC nem sempre são aceitas com rapidez e nem unanimante praticada. Exemplo como 'palmas'(fora do contexto de louvor), pentecostalismo, nome 'comunidades', etc. mostram que a coisa arrasta por muito mais tempo. Com a maçonaria não é, e não está sendo, diferente.]

Veja abaixo o resolução da Igreja Presbiteriana do Brasil na íntegra:

INSTRUÇÃO DO SUPREMO CONCÍLIO DA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL SOBRE MAÇONARIA E OUTRAS ORGANIZAÇÕES

A todas as Igrejas e concílios espalhados pela República Federativa do Brasil e jurisdicionadas a este Supremo Concílio, graça e paz!

I. Em sua reunião do Supremo Concílio do ano 2006, a Igreja Presbiteriana do Brasil decidiu afirmar a incompatibilidade entre algumas doutrinas maçônicas e a fé cristã. Na reunião de sua Comissão Executiva, realizada em 2007, foi criada Comissão Especial com o propósito de produzir um documento de instrução para a Igreja sobre esse assunto, assim como considerações normativas em relação à CI/IPB;

II. Não obstante vias comuns de aproximação da matéria, a comissão entendeu que, devido à necessidade de subordinação de suas considerações a princípios escriturísticos e confessionais da IPB, deveria proceder de forma direta, restringindo-se àquelas questões que lhe parecessem fulcrais;

III. Mediante consideração de milhares de páginas de documentos sobre esta questão e análise dos posicionamentos de outras denominações reformadas, conclui-se que há um aspecto primordial a ser considerado, que conecta aquilo que é central ao entendimento da identidade reformada da Igreja Presbiteriana do Brasil e à questão da incompatibilidade com algumas doutrinas maçônicas, sendo essa, especificamente, a questão do culto ao único e verdadeiro Deus, de acordo com as sagradas escrituras e os símbolos de fé da IPB;

IV. A Bíblia estabelece claramente que Deus criou o homem para sua glória e para cultuá-lo [Ex 20.4-6; Rm 11.36 e Jo 4.24]. Os Catecismos de Westminster declaram em suas primeiras respostas que o fim do homem é glorificar a de e gozá-lo para sempre [Catecismo Maior e Breve Catecismo de Westminster, pergunta 1ª]. A Constituição da Igreja, em seu artigo 2º [CI/IPB], começa sua descrição da finalidade da existência da Igreja Presbiteriana do Brasil como, "prestar culto a Deus, em espírito e em verdade". Ainda que não se considere a maçonaria ostensivamente como religião, o aspecto cúltico ocupa ali também lugar essencial: dentre os vinte e cinco landmarks, "considerados como as mais antigas leis que regem a maçonaria universal" e tidos como "eternos e imutáveis" [Grande Oriente de São Paulo – Edição Comemorativa do Cincoentenário], há, pelo menos, três que dizem respeito à obrigação cúltica [nº 11 – quanto à guarda do templo; nº 19 – crença no Grande Arquiteto do Universo, que deve ser reverenciado; nº 21 – presença obrigatória de um livro que contenha a verdade supostamente revelada pelo Grande Arquiteto do Universo]. Ainda a se considerar, a título ilustrativo, que o Regulamento Geral do Supremo Conselho do Grau 33 para a República Federativa do Brasil [SC/GOMG] estabelece que "O Rito Escocês Antigo e Aceito se compõe de trinta e três [33] graus que, em suas diversas séries desenvolvem sucessivamente as doutrinas e a filosofia da Maçonaria, constituindo-se, assim, em uma escola de ética, cujo programa é: cultuar a Deus e cultivar a Espiritualidade". Infere-se, portanto, que o aspecto cúltico é central para a Maçonaria.

V. O culto biblicamente prescrito requer a adoração individual e coletiva ao único e verdadeiro Deus Trino e por intermédio de seu Filho unigênito, Cristo Jesus [conforme a Confissão de Fé de Westminster, capítulo XXI, parágrafos 1 e 2], e as respostas às perguntas 108[1] e 109[2] do Catecismo Maior de Westminster.

VI. Ainda que louvável o anseio de responder à revelação geral de Deus em reconhecimento, culto e veneração, conforme o primeiro capítulo da epistola de Paulo aos Romanos, a Maçonaria, em sua intenção cúltica, conflita com as ordenanças religiosas que Deus instituiu em sua Palavra [a revelação especial], quando aquela dirige a adoração a um deus como concebido por cada professante individualmente, dentre os mais diversos credos religiosos. Não se pode afirmar, portanto, que nos atos de intenção cúltica ou veneração maçônica ao Grande Arquiteto do Universo o deus de um seja o deus de todos. Já as Escrituras restringem o culto no 1º e 2º mandamentos ao Deus bíblico do Antigo Testamento e Novo Testamento, o Deus de Abraão, de Isaque, de Jacó, de nosso Senhor Jesus Cristo e seus apóstolos [Ex 20.1-6[3]; At 3.13; 7.32]. Outrossim, a oração no culto maçônico é dirigida a um deus sem a necessária mediação do Senhor Jesus, contrariando também o que se encontra em I Tm 2.5, no capítulo XXI., II., da CFW, e na resposta à pergunta 108 do CMW.

VII. Conforme já mencionado, a Maçonaria reconhece a necessidade da revelação especial quando determina para suas lojas e templos a adoção de um livro sagrado, de acordo com a crença de cada um, considerando-o como 'aquilo que se supõe conter a verdade revelada pelo Grande Arquiteto do Universo" [Landmark nº 21]. As próprias Escrituras, entretanto, determinam que o cristão tenha como única regra de fé e prática a Bíblia Sagrada, tanto para meditação individual quanto coletiva [Sl 19.1-4; Is 8.20; Mt 4.4, 7, 10; Lc 1.3-4; Rm 1.19-20, 32; 2.1; 2.14-15; 15.4; I Co 1.21; 2.13-14; I Tm 3.15; Hb 1.1-2; II Pe 1.19; também CFW, cap. I., 2º parágrafo].

VIII. Postas essas premissas, que evidenciam a incompatibilidade sobrefalada, constitui falta, tipificada no caput do art. 4º[4] do Código de Disciplina da IPB, a efetiva participação em atos cúlticos que não sejam dirigidos ao Deus único e verdadeiro, por intermédio de Jesus Cristo, seu unigênito Filho, e que não adotem a bíblia sagrada como livro exclusivo de revelação de Deus. Observa-se que a falta tipificada é de foro externo, conforme preceitua o art. 1º[5] do CD/IPB, portanto sujeita à vigilância e observação da Igreja.

IX. A correção desta falta opera-se nos termos do referido diploma legal, cabendo a cada concílio, no exercício de sua jurisdição, tratar de cada caso.

X. Nada obstante, em consonância com a Palavra de Deus, com seus Símbolos de Fé e suas resoluções, o Supremo Concílio RESOLVE:

a. Manifestar o reconhecimento de que na história da IPB e ainda hoje tem havido e existem muitos irmãos crentes fiéis e operosos que muito contribuíram para a IPB, os quais, não sentindo haver a incompatibilidade sobrefalada, mantiveram relação ativa com a Igreja e com a Maçonaria. Tal reconhecimento coaduna com o espírito do ensino bíblico quanto ao tratam de honra dos irmãos, conforme exposto no Catecismo Maior [perguntas 144[6] e 145[7], quanto ao nono mandamento], não obstante o presente entendimento quanto à obediência ao segundo mandamento.

b. Determinar que qualquer ação, de qualquer das cortes da Igreja que tratem da matéria, só seja efetivada mediante espírito de brandura, e que os conselhos ou presbitérios procedam com zelo e cautela, exortando e admoestando, conforme o ensino de II Tm 2.24-26.

c. Instruir todos os concílios a ele jurisdicionados que, considerando o que preceitua o art. 6º[8] do CD/IPB, - o qual especifica que as faltas são de ação ou omissão, isto é, a prática de atos pecaminosos ou a abstenção de deveres cristãos -, incorre em falta o membro da Igreja e ministro que estiver participando ativamente em atos cúlticos em desacordo com o primeiro e segundo mandamentos em qualquer organização que os promova.
Sala das sessões, Curitiba, PR, 12 de julho de 2010.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Considerando que a participação na maçonaria constitui em falta de quebra do 1º e 2º mandamentos [idolatria] é dever dos cristãos individualmente e concílios instruir os membros das Igrejas que porventura ainda participem ou que desejem participar da confraria maçônica a, por amor a Cristo e à Igreja, deixarem a maçonaria ou evitarem adentrar nela.

Considerando ainda que é uma falta de foro externo e, portanto, sujeita à vigilância da Igreja, é dever cristão dos membros comunicar aos conselhos de suas respectivas Igrejas a presença de membros professos nas reuniões maçônicas [consideradas reuniões cúlticas idólatras], solicitando a estes a tomada de providências em caso de renitência.

É dever, também, dos presbitérios, verificarem se os conselhos estão colocando em prática a resolução do Supremo Concílio, velando pelo bem estar da Igreja em sua obediência às Escrituras. Lembremos que a disciplina, visando à correção do faltoso e o bem estar da Igreja é uma das marcas da verdadeira Igreja de Cristo.
Lembremos que os pecados podem ser de omissão ou de comissão, isto é, peca-se quando se deixa de atender a deveres cristãos ou quando se incorre em prática condenada à luz das Escrituras.

Assim, solicitamos a todos os concílios e Igrejas que providenciem que esta carta pastoral seja tornada de conhecimento de toda a Igreja, para, eventualmente, orientar os irmãos a evitarem os erros e os pecados, mormente o citado nesta pastoral: a quebra do primeiro e segundo mandamentos mediante a participação na fraternidade maçônica e correlatas.

No amor de Cristo, que une todos aqueles que foram nascidos de novo"

Fonte: 
http://filosofiacalvinista.blogspot.com.br/2010/08/sou-cristao-e-macon-e-dai.html


sábado, 27 de julho de 2013

Estudo em slides para Igrejas Presbiterianas sobre a seita Adventista

Quero disponibilizar uma exposição bíblica e teológica (em PowerPoint) para reuniões de estudos bíblicos, em grupos, EBD, etc. onde apresento evidências que o Adventismo do Sétimo Dia, a igreja de Ellen White, é uma seita. Um desvio do cristianismo ortodoxo, histórico e protestante.


O estudo foi feito tendo a Fé Reformada como pressuposto. Por isso, ser especial para Igrejas Presbiterianas. No entanto, qualquer igreja cristã pode fazer uso de tais estudos, desde que tal igreja tenha sua fé firmada nos cinco solas do protestantismo. (Na verdade, se tiver problemas com os cinco solas, nem Igreja é, e sim uma seita.)

A maioria dos estudos sobre o adventismo são produzidos por autores dispensacionalistas. Esse é caso de nossos irmãos do ICP, CACP, etc. Ao tratar do assunto Lei e Sábado, todo cristão Reformado terá uma abordagem diferente da apresentada por tais instituições, ou linha teológica. Mesmo que os tais confirmem que o Domingo é o Dia do Senhor, o dispensacionalismo não tem um compromisso com a substituição do sábado pelo Domingo, visto que não crê na permanência da Lei. O ponto nevrálgico desse assunto (o sábado) de todos cristãos ortodoxos para com o Adventismo de Ellen White é que este olha para o sábado como sinal, selo da salvação escatológico. E esse sentimento de salvação sabática, permeia a mente dos adventistas. Todos os que creem na salvação pela graça, não podem compartilhar isso (Ef 2.8,9).

Especificamente, dos slides 38 a 41, trato do assunto Domingo na concepção Reformada e Presbiteriana (Puritana). O que talvez não terá uma semelhança com igrejas evangélicas da atualidade. Dos slides 42 ao 48 apresento provas que o Domingo substituiu o sábado.

Os que leem constantemente tais assuntos aqui no blog, não terão nada de novo. Mas a apresentação visual, a organização dos temas, facilitará a ministração de tal estudo ao grupo cristão que será contemplado. Se tais estudos pelo menos prevenir seus irmãos da sedução do erro, estaremos cumprindo a nossa missão (Jd 3,4).

Deixe seu e-mail em um comentário aqui no blog, ou envie uma solicitação desse estudo para:

blogapologetico@gmail.com

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Por quanto tempo devemos manter um discipulado?


O discipulado é um acompanhamento paternal/maternal, de nível espiritual, e tal acompanhamento é enquanto uma pessoa é verdadeiramente dependente. Em casos especiais, uma limitação mental ou física, exigirá dos pais cuidados para toda vida. Não é impossível isso acontecer na vida espiritual de crentes que deveriam ser maduros (Hb 5.12). Imagine que dentro de um ano a dois, uma pessoa 'deveria' atingir a independência cristã. Por independência indico cinco aspectos:

A) Ir ao culto sem precisar ser convidado ou conduzido. 
B) Ter o hábito de ler a Bíblia. 
C) Demonstrar evidência que faz uso da oração. 
D) Mudanças em sua vida com relação ao pecado. 
E) O novo discípulo já transmite a mensagem de Cristo a outros?

Algumas passagens bíblicas podem indicar mais esse objetivo:

Ø  Para a letra A veja Sl 84.1-4. O novo discípulo tem esse prazer? O que preciso fazer para aguçar esse interesse nele?
Ø  Para a letra B veja Sl 119.105; Mt 4.4 – Quanto o novo discípulo procura conhecer a Bíblia? Como ele procura orientação nela? O que faço para cooperar nisso?
Ø  Para a letra C veja Dn 6.10 – Qual é a constância de oração na vida do discípulo? Ele já demonstra evidências de buscar ao Senhor antes de tomar decisões? Como ajudá-lo a ver que um ‘crente anda melhor de joelhos’?
Ø  Para a letra D veja Jo 8.11; Rm 6.6 – Quais a mudanças que já observo em seu comportamento? Que pecados já abandonou? Como ele está ‘consciente de sua morte com Cristo’? Como posso ajudá-lo a desenvolver uma vida santa?
Ø  Para a letra E veja 1 Pe 2.9,10 - Ele precisa saber que um dos objetivos de ser salvo é para servir como um arauto do Senhor Jesus neste mundo.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Caminhada Presbiteriana: quando não somos mais conhecidos por denunciar o pecado

O Rev. Marcos Amaral levou a IPB a ajudá-lo a cumprir o seu chamado da ONU.  Isso é fato, é só investigar e ver sua própria entrevista ao site do Sínodo de Guanabara.

No site oficial do evento "Caminhada Presbiteriana" diz: Em 2013 é esperado um número maior de participantes, para mostrar a importância da igreja como defensora da cidadania e sua responsabilidade na construção de um mundo melhor. Assim como no ano anterior, o evento pode contar com o apoio da Rede Globo.” 

Nas manifestações de junho, a população não quis a presença da Rede Globo. Mas parece que o Rev. Marcos Amaral mostra que tal apoio é algo positivo para a Caminhada Presbiteriana.

Obviamente, ele de maneira inteligente coloca a bandeira de algo extremamente louvável, o que tem afugentado os opositores de seu chamado ‘ONUlítico’. Qualquer um que hoje criticá-lo estará criticando, em tese, o que ela fará por meio da Caminhada: Doar sangue. Uma cartada de mestre!

O trabalho social da igreja é bíblico, necessário e humano. Veja o trabalho da Missão Vida - http://mvida.org.br/. Diga-se de passagem, realiza um trabalho digno de ser apoiado por todos na IPB... mas, não dá IBOPE.

Não devemos locomover a igreja a ser conhecida assim. O que parece ser o objetivo de Amaral. Por certo, além de todos os males com associação da figura de tal reverendo com a imagem da IPB, e com a possível divulgação da Rede Globo, começamos a correr o risco de ser conhecidos como igreja humanitária, assistencialista, bem típica da teologia liberal.

Amaral e a ‘homoafetividade’:

Sabemos da sua confusa defesa dos direitos dos gays. Em uma mensagem, [aos 10 minutos e 56 segundos] ele conta algo surpreendente, pelo menos para mim, presbiteriano: ‘...Uma certa moça me disse pelo facebook... da vez que eu fui em um programa recente, não tão recente, mas enfim, e ela assistiu o programa, ela me disse: ‘Reverendo, que bom foi ouvir o senhor falar sobre isso para as pessoas’ (era sobre homossexualidade, eu não sei se ela é homossexual,mas ela falava) ‘eu me senti acolhida pelo que o senhor falou, me senti respeitada pelo que o senhor falou’. O reino de Deus está entre vocês, ele não virá mais com a força julgadora e aniquiladora dos profetas. O reino de Deus... os judeus sonham com o reino de Deus só para matar as pessoas inimigas de Israel’

Infelizmente, a moça não se sentiu advertida a “não pecar mais”(Jo 8.11). Não foi a possibilidade de perdão que deu conforto a ela. Não foi o jugo de Jesus - arrependimento e negar a si mesma e seguir a Cristo, que lhe dignificou.

Amaral e o pluralismo religioso:

A CAMINHADA PRESBITERIANA é em Copacabana, onde Amaral também participa da Caminhada pela intolerância religiosa da CCIR. Pura coincidência ou interesses de vínculos nos objetivos? Até o nome é semelhante... “Caminhada”!

Quero ver se a Caminha Presbiteriana em Copacabana tenha o tema: “Contra o Aborto”, “Contra o casamento gay”...

Em entrevista recente, para um veículo de informação da Globo, (é claro!!!) o reverendo Amaral reclamou que está sendo alvo de injúrias na internet, onde associam sua imagem com umbandistas. Na verdade, ele mesmo que fez questão de ser visto assim. Afinal esse é o ‘chamado da ONU’= CCIR (Entrevista: http://oglobo.globo.com/bairros/nao-intolerancia-religiosa-8688627 .

  • As informações de alguns cantos do Brasil dizem que o SC terá que responder alguns Presbitérios definitivamente sobre esse pastor presbiteriano. A resposta do SC é necessária e ‘urgente’.  O erro, não Constitucional, mas obvio, de ceder 100.000,00 R$ para essa exibição de Amaral, custarão rios de celeumas para provar que tal pastor não está representando corretamente o presbiterianismo. Se não está, o que eles faz na Caminhada?


terça-feira, 23 de julho de 2013

CG para as Testemunhas de Jeová: ‘Questione todas as religiões, menos a nossa!’

A Liderança TJ - O Corpo Governante [CG]- escreve muito sobre religião falsa e religião verdadeira. Em seus livros de ensinos para a aderência ao movimento religioso, sempre dizem para as pessoas:

“Uma vez que não queremos que a nossa adoração seja em vão, é importante que cada um de nós examine a sua religião. (...) Precisamos examinar não só o que nós mesmos cremos, mas também o que é ensinado pela organização religiosa com que talvez nos associemos. [...] Se amarmos a verdade, não precisamos temer tal exame." Verdade que Conduz à Vida Eterna, p. 13.

Mas esse nobre incentivo tem dois pesos e duas medidas. Para as testemunhas de Jeová os conselhos são diferentes. Os termos ‘organização’, ‘escravo fiel’, são sinônimos da religião e da liderança das Testemunhas de Jeová:
“Como se manifestam tais idéias independentes? Um modo comum é questionar o conselho provido pela organização visível de Deus...”  A Sentinela de 15/07/83, p. 22.
           
"Nós resolvemos obedecer todas as instruções recebidas da Torre de Vigia, sabendo que tal procede dos altos poderes, Jeová Deus e Jesus Cristo. Nós resolvemos ser completamente obedientes à Sociedade como parte  visível da Grande Teocracia."
A Sentinela de 1/2/1940, p. 47  (*em inglês)  
"Se temos amor a Jeová e pela organização de seu povo, não seremos desconfiados, mas, como diz a Bíblia, 'acreditaremos em todas as coisas', todas as coisas que a Torre de Vigia  publicar..." Qualificados para ser Ministros, 1955,  p. 156  (*em inglês)
É comum você ouvi de uma Testemunha de Jeová que elas estudam muito. O que é verdade. Mas eles estudam apenas os ensinos da Liderança TJ, com espírito de submissão. Quando porém, confrontam a religião alheia, eles dizem que as pessoas devem investigar se a religião é verdadeira ou falsa. Essa investigação tem que ter por base publicações da Liderança TJ.
Recentemente apresentei algumas informações para algumas Testemunhas de Jeová em seu trabalho de ‘fazer horas’(eles dizem trabalho de campo, serviço de pregação). Visto que não podiam acreditar e ao mesmo tempo não tinham condições de questionar, recomendaram que eu entrasse em contato com um  TJ ‘muito experiente’. Frustração para essas Testemunhas, pois quando entrei em contato ele negou continuar a conversa e marcar um futuro encontro.
Convide a Testemunha de Jeová investigar a sua própria religião, já que elas afirmam ser a única religião verdadeira. O ônus recai sobre elas. Esse é o nosso trabalho (II Co 10.4,5).
(*citações de extraídas de http://testemunha.orgfree.com/doutrinas.htm#Ler)


segunda-feira, 22 de julho de 2013

TV NOVO TEMPO: Pastor Batista ‘converte-se’ ao Adventismo

A TV NOVO TEMPO, a Canção Nova Adventista, a ‘TV Medusa’, cada vez mais acessível em nosso território brasileiro, revela-se que está fazendo seu trabalho, intencionado pela profetisa adventista, Ellen White. Alcançando os crentes das denominações protestantes.

No vídeo abaixo, indicado em um comentário aqui no blog, mostra o relato de um homem, e esposa, que era pastor Batista que aceitou a ‘verdade adventista’ e agora está na Igreja Remanescente (existem outros relatos semelhantes).

Percebemos assim que na medida em que o marketing de bons vizinhos é exibido pelos garotos/pastores propaganda da TV NOVO TEMPO, chamando-nos hipocritamente de “irmãos”, eles continuam os exclusivistas de sempre.

Você pastor de igreja protestante, se desejar um estudo em slides para apresentar aos membros de sua igreja, a vacinar os crentes contra essa sorrateira seita que está disposta a esvaziar igrejas inteiras com a mensagem de Ellen White, me envie um e-mail: blogapologetico@gmail.com

E sobre o vídeo, só posso lamentar a fraqueza teológica do pastor. Coitado desinformado, deixou a bela e fiel tradição batista por ‘causa’ do sábado. (Engraçado, foi um Batista do Sétimo Dia que convenceu Ellen White a guardar o sábado...) Duas coisas poderiam se feitas por ele:

Primeiro, procurar ajuda de experientes teólogos, pastores e apologistas nesta área. Segundo, se estivesse finalmente convencido mesmo da guarda do sábado como estilo de vida litúrgico, tendo o VT como perspectiva, poderia ir para a IGREJA BATISTA DO SÉTIMO DIA (veja o site AQUI). Pelo menos assim, não teria que levar junto no pacote, por causa do sábado; a profetisa Ellen White, 1844 como ano da entrada de Cristo no santuário, Satanás sendo punido no fim pelos pecados, tratar o domingo como sinal da besta escatológico, negar a inerrância bíblica, etc.

Prezado ex-pastor Batista, a Bíblia te advertiu:

1Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;2Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;3Proibindo o casamento, e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças; 4Porque toda a criatura de Deus é boa, e não há nada que rejeitar, sendo recebido com ações de graças. 5Porque pela palavra de Deus e pela oração é santificada. 6Propondo estas coisas aos irmãos, serás bom ministro de Jesus Cristo, criado com as palavras da fé e da boa doutrina que tens seguido. 7Mas rejeita as fábulas profanas e de velhas, e exercita-te a ti mesmo em piedade... (I Tm 4.1-7).

Perceba que aos 3 minutos e 24 segundos a esposa do pastor afirma que enquanto Batistas, "Faltava algo mais para a nossa salvação".  

Veja também o batismo de ambos. ‘Santa ironia’, um Pastor Batista sendo Batizado por imersão!!! Agora é capaz de eu até ver galinha bebendo refrigerante com canudinho!!! O apresentador do programa Bíblia Fácil, diz sobre o envolvimento desse caso como sendo a obra de 'evangelização'.




domingo, 21 de julho de 2013

Neuza Itioka e a volta de Jesus em 2017

"Neuza Itioka, nascida em 13 de abril de 1942, é uma apóstola brasileira. Fundadora e presidente do Ministério Ágape Reconciliação. Neuza foi consagrada ao ministério apostólico em Agosto de 2002.

Neuza é Bacharel em Teologia (Faculdade Metodista Livre), formada em Pedagogia pela USP e doutora em Missiologia pelo Seminário Teológico Fuller. Desde 1988 vem atuando na área de Libertação, Cura Interior e Batalha Espiritual."
Ela fez a seguinte 'previsão':

"De acordo com alguns estudiosos e profetas e incluindo o rabino Ben Samuel que profetizou, que provavelmente, em 2017 ou 18, o Messias Jesus estaria inaugurando o seu reinado do milênio. Sim, de acordo com os acontecimentos, a figueira que representa Israel floresceu em 1947 e o Senhor disse que, a geração que assistiu o florescimento não passaria, até que todas estas coisas acontecessem. Uma geração dura 70 anos. De 1947 mais 70 anos corresponde a 2017. ( Lc. 21; 29-33) Aparentemente, o Messias está para voltar, logo e logo. Você e eu poderemos estar no meio desta igreja que sobe ou fica." (Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/apostola-brasileira-afirma-que-jesus-voltara-entre-2017-e-2018-apos-iluminates-e-onu-se-unirem-pelo-anti-cristo.html )

"Quanto ao dia e à hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão somente o Pai."

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Cornelius Van Til: A Lei da não contradição NÃO se aplica em Deus

“O catolicismo romano [acho que muitos protestantes também] pressupõe que Deus e o homem possuem exatamente o mesmo tipo de relação com alei da não contradição. Pressupõe que a fim de pensarem e conhecerem verdadeiramente, tanto o homem quanto a Deus devem ter seu pensamento conformado a esta lei, como uma abstração da natureza de ambos.

As consequências desse tal raciocínio são novamente fatais, tanto para a teologia sistemática quanto para a apologética. Para a teologia sistemática significa que a verdade não consiste, em última instância, na correspondência com a natureza internamente completa de Deus e com o conhecimento ele tem de si mesmo e de toda a realidade criada. Daí, as ações do homem no campo da verdade se dão em última instância, não em relação a Deus, mas em relação a uma abstração que está acima de Deus, a Verdade em si. Para a apologética isso significa que o princípio básico da concepção não cristã de verdade não pode ser desafiado. De acordo com essa pressuposição mais básica, o ponto final de referência de toda predicação é o homem, e não Deus. A ideia de verdade no abstrato está em harmonia com essa suposição. De fato, a ideia de Verdade no abstrato está baseada nessa suposição.”


Fonte: Apologética Cristã, p. 30

W.M. Branham – sonhou que daria uma surra nas igrejas trinitarianas

O pessoal do Tabernáculo da Fé, bem como eufóricos seguidores autônomos desse indivíduo, tem um grande orgulho: negar o batismo em nome da Trindade

Em um sonho WMB relata algo bem curioso. Um ‘prelúdio’ de uma suposta vitória que teria contra o batismo trinitário. (Tratei do tema – Batismo em Nome de Jesus- AQUI). Depois de relatar o sonho, farei algumas observações abaixo.

“Vi um homem que eu supunha que fosse meu pai. Ele era um homenzarrão corpulento. Também vi uma mulher que presumia-se ser minha mãe, mas não parecia com ela, assim como o homem não parecia com meu pai. Este homem era muito malvado para com sua esposa. Ele tinha um grande porrete com três quinas... Ele tomava esse porrete e batia nela com ele, e a derrubava ao chão. Em quanto ficava ali chorando, ele andava ao derredor com seu peito estufado e em sua face havia um olhar tão arrogante e jactancioso que ele parecia ter grande orgulho e satisfação em surrar a coitada e pequena mulher. Toda vez que ela tentava se levantar ela lhe batia. Eu não gostava do que ele estva fazendo, porém quando considerei Pará-lo, eu pensei:” Eu não posso atracar-me com esse homem – ele é grande demais. Além disso presume-se que ele seja meu pai.” Mas lá dentro eu sabia que ele não era meu pai, e sabia que ninguém tinha o direito de tratar assim uma mulher. Eu fui até lá e o agarrei pelo colarinho e o virei e disse: “Você não tem nenhum direito de bater nela”. E quando eu disse isso meus músculos cresceram e eu parecia um gigante. O homem os viu então ficou com medo de mim. Eu disse: “Se bater nela novamente tratará comigo.” Ele hesitou em bater nela novamente, e então o sonho me deixou... reconheci a presença de Deus e Dele veio a interpretação... A mulher representa a igreja do mundo hoje. Eu nasci exatamente nessa confusão – a confusão em que ela se encontra. Ela é um tipo de mãe (a mãe das meretrizes). Se marido representa as denominações que a governam. O cepo de três quinas é o falso batismo trino de uma trindade. Cada vez que ela começava a se levantar (isso significa que as congregações principiavam a aceitar a verdade) ele a derrubava ao chão novamente com aquela falsa doutrina. Ele era tão grande que tive medo dele a principio, põem quando fui contra ele descobri que eu tinha grandes e poderosos músculos. Eram MÚCULOS DE FÉ. O resultado do sonho foi: “uma vez que Deus esteja comigo, e possa me dar tal força, então deixe-me defendê-la contra o poder denominacional do mundo e fazê-lo parar de bater nela... as pessoas tem sido cegadas por um dogma não escriturístico de uma trindade, e esse dogma é tão universalmente aceito que tentar ver uma “Única Pessoa de Deus” é quase impossível. Se as pessoas não podem ver a VERDADE da Divindade, mas a combatem; elas jamais podem ver o restante da verdade porque a REVELAÇÃO É JESUS CRISTO EM SUA IGREJA E SUAS OBRAS NO MEIO DA IGREJA DURANTE AS SETE ERAS. Você compreendeu isso? Agora estou seguro que você entendeu” (As Sete Eras, p. 276,277).

WMB, o ‘Valdemiro’ do Tabernáculo da Fé, recebeu ajuda de igrejas trinitarianas para suas campanhas de milagres. Mas parece que com o tempo sua oposição ao ensino, e batismo trinitariano, aumentou. O sonho é uma evidencia parcial disso. Morreu na meia idade, decorrente de um acidente automobilístico.

Notamos que nada mudou em relação ao batismo em nome da trindade (Mt 28.19) praticado nas igrejas ou mesmo a indisposição das igrejas em relação aos seguidores do batismo em nome de Jesus.

O problema não é, e nunca foi, o batismo em Nome de Jesus Cristo (At 19.5; etc), mas sim a teologia dos que batizam assim.

No inicio do século XX igrejas pentecostais adotaram nos EUA o batismo usando as duas formulas unidas. Aqui no Brasil quem faz isso é a Congregação Cristã no Brasil, que é trinitariana. As seitas Tabernáculo da Fé, Voz da Verdade, Igreja Cristã Bíblica*, batizam em nome de Jesus, mas são antitrinitarianas.