sexta-feira, 15 de maio de 2015

Resposta aos adventistas: I Co 4.9 ensina a existência de extraterrestres?

"Porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos, e aos homens." 1Co 4:9


Segundo os seguidores de Ellen White, esse texto ensina que existe vidas em outros planetas. 

Obviamente, isso é um estupro hermenêutico, viola totalmente o contexto. Mas os adventistas precisam fazer isso por causa de Ellen White, ela viu isso, portanto a Bíblia tem que servir de pretexto. 

Como já postei a respeito do assunto, nessa postagem veremos apenas um exame desse texto feito pelo nosso querido irmão Clóvis Gonçalves, do Blog Cinco Solas. Perceba que a interpretação indicada por muitos adventistas como base para esse ensino exótico, não passa de uma violência total ao texto e seu contexto, imediato e bíblico:

"Uma análise da palavra κοσμω no Novo Testamento revela uma variedade de sentidos, sendo que o sentido específico deve ser dado pelo contexto. De acordo com o léxico grego de Strong, κοσμω pode significar “a terra”“o arranjo das estrelas”“os habitantes da terra”“os incrédulos”“as coisas terrenas”“os gentios em contraste com os judeus”“os crentes unicamente” e, inclusive, “o universo”. Porém, assumir simplesmente que em 1Co 4:9 mundo significa “universo” e que isso mostra “claramente que há vida em outros planetas” é de uma irresponsabilidade exegética enorme.

Voltando ao Léxico de Strong, o termo κοσμω (kosmos) “tem com freqüência um sentido desfavorável, que denota os habitantes do mundo, a humanidade em geral, como oposta a Deus”e este é o sentido com que o termo deve ser utilizado, na falta de elementos textuais que sugiram outro sentido. Mesmo porque, quando a Bíblia quer se referir especificamente ao universo, utiliza o termo αιωνας (plural de aion), como em Hebreus 1:2 “mas nestes últimos dias falou-nos por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e por meio de quem fez ouniverso e “pela fé entendemos que o universo foi formado pela palavra de Deus, de modo que o que se vê não foi feito do que é visível” (Hb 11:3).

Vejamos aonde a prática leandrina nos leva, se aplicada a outros textos das escrituras. Tomemos um verso bem conhecido. "Porque Deus tanto amou o mundo (kosmos) que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). Se mundo aqui significa universo, então decorre que Jesus foi enviado para salvar não apenas o homem, mas habitantes de outros planetas também. Noutro lugar diz “Se o mundo (kosmos) os odeia, tenham em mente que antes odiou a mim” (Jo 15:18). Se mundo significa universo, então os habitantes de outros planetas odeiam a Jesus, como pois Leandro diz que eles não conhecem o pecado?

Como dissemos, uma palavra que pode assumir mais de um sentido deve ter o sentido pretendido pelo autor determinado à luz do contexto. Vejamos pois como Paulo usa a palavra mundo nas 20 vezes que a utiliza na primeira carta aos Coríntios. Ele se refere à “sabedoria do mundo” (1:20, 2:6, 3:19), pela qual “o mundo não o conheceu” (1.21), pelo que Deus escolheu “as coisas fracas do mundo”“as coisas loucas do mundo” (1:27; cf. 7:31,33,34) e “as coisas insignificantes do mundo” (1:28) para reduzir a nada a sabedoria mundana. Ele faz referência ainda aos “poderosos deste mundo” (2:8), ao “espírito do mundo” (2:12), aos “padrões deste mundo” (3:18), aos “imorais deste mundo” (5:10), “ídolos do mundo” (8:4) e aos“idiomas no mundo” (14:10). Quanto ao “mundo” em si (3:22), Paulo diz que os crentes “hão de julgar o mundo” (1Co 6:2) e que são disciplinados para não serem “condenados com o mundo” (11:32). Nenhuma dessas referências sugere, nem de longe, que Paulo tinha em mente outros planetas, seus habitantes e suas coisas quando as escreveu.

Isto bastaria para considerarmos mundo em 1Co 4:9 como sendo os habitantes da terra e não supostos extraterrestres imaculados. Mas leiamos o texto mais uma vez e notemos como Paulo qualifica o mundo como sendo o palco onde os apóstolos são expostos como espetáculo “tanto diante de anjos como de homens” (1Co 4:9). Isto fica mais claro ainda quando lemos no verso 13, logo adiante, que Paulo considera os apóstolos “a escória da terra, o lixo do mundo” (1Co 4:13). Terra e mundo são colocados em paralelo, como sendo a mesma coisa. Portanto, inferir a partir desse versículo que existem aliens sem pecado em outros planetas é fantasiar sobre o que a Bíblia diz, ao invés de ficar apenas com o que ela diz.

Infelizmente, este é apenas um exemplo de como a Palavra de Deus sofre nas mãos do assim chamado professor Leandro Quadros que se enquadra bem na descrição dos que “querendo ser mestres da lei, quando não compreendem nem o que dizem nem as coisas acerca das quais fazem afirmações tão categóricas” (1Tm 1:7).

Soli Deo Gloria"


sexta-feira, 8 de maio de 2015

Aos senhores omissos da IPB - Rev. Marcos Amaral adora carnaval !!!

Devido a omissão de alguns chamados - 'reformados' - na última reunião do SC da IPB, diante de problemas internos na IPB, ficou claro que temos grandes doutores, palestrantes, mas poucos Confessionais na IPB. Nossos mais importantes doutores e palestrantes só brigarão por causas acadêmicas, ou que lhes pese o nome e fama... não pela IPB.

Não é possível continuar quieto... vimos a presbiteriana herética dos EUA cair no liberalismo e libertinagem, e ela foi criticada pelos pastores presbiterianos do Brasil. Ok, muito bom ler o que foi escrito... Mas e ficar em silêncio quando 'derruba-se muralhas', 'transforma água em vinho', 'convida Bispo de seita para pregar', 'plantam um estilo de clube que chamam de comunidades presbiterianas', sabemos de um pastor no RJ que já 'casou quatro (4) vezes', percebo que o caso Marcos Amaral, entre outros e os mencionados, é um sinal que a IPB está negligenciando uma das marcas da igreja verdadeira, que é a disciplina, consigo mesma - sem mencionar que o SC destinou verbas para a passeata para a ONU e Globo ver em Copacabana... O rev. Marcos Amaral já é um caso que mostra que a IPB - ou melhor, muitos de seus Conciliares, não estão dispostos em aplicar a disciplina eclesiástica, não mesmo.

Como se não bastasse o rev Amaral postou em seu blog algo simplesmente estarrecedor, do ponto de vista cristão. Sabemos que o carnaval faz parte da cultura brasileira, mas todos nós sabemos que não é uma festa para cristãos. Dispensa qualquer comentário para comprovar. Ainda mais nos lembrando do catecismo maior que diz:

"139. Quais são os pecados proibidos no sétimo mandamento? Resposta: Os pecados proibidos no sétimo mandamento, além da negligência dos deveres exigidos, são: adultério, fornicação, rapto, incesto, sodomia e todas as concupiscências desnaturais; todas as imaginações, pensamentos, propósitos e afetos impuros; todas as comunicações corruptas ou torpes, ou o ouvir as mesmas; os olhares lascivos, o comportamento impudente ou leviano; o vestuário imoderado; a proibição de casamentos lícitos e a permissão de casamentos ilícitos; o permitir, tolerar ou ter bordéis e a freqüentação deles; os votos embaraçadores de celibato; a demora indevida de casamento; o ter mais que uma mulher ou mais que um marido ao mesmo tempo; o divórcio ou o abandono injusto; a ociosidade, a glutonaria, a bebedice, a sociedade impura; cânticos, livros, gravuras, danças, espetáculos lascivos e todas as demais provocações à impureza, ou atos de impureza, quer em nós mesmos, quer nos outros. 
Lv 18:1-21;19:29;20:15,16; Jr 5:7; Pv 4:23,27;5:7,8; II Sm 13:14; II Rs 23:7; Ml 2:16; Ez 16:49; Gl 5:19; Ef 5:5,11; Mt 5:32;19:5,10-12;Mc 6:18,22; I Co 5:1,13;7:2,12,13; Rm 1:26,27;13:13,14;I Tm 4:3;5:14,15; I Pe 4:3; II Pe 2:17,18; Hb 13:4."


Diante disso leia a postagem do referido pastor. As razões que ele apresenta são raciais, mas a apreciação por essa festa, tendo vista o que ela é e o que o Catecismo disse acima, não posso entender como isso não pode incomodar a consciência de qualquer cristão presbiteriano de verdade:


"Sim, eu adoro carnaval!

Minha devoção a essa efeméride não é exatamente pelas escolas de samba, um verdadeiro show de cultura, como a maior festa do mundo.

Sim, eu adoro carnaval, mas não exatamente pelas centenas de blocos de rua que, segundo as previsões, reunirão mais de cinco milhões de pessoas ao longo dos quatro dias de folia.

Adoro carnaval, mas não exatamente pelo farto feriado que permite um belíssimo descanso, viagem e muito tempo para arrumar as gavetas, pegar uma praia, ler ao menos boa parte do livro que está empoeirado sobre a cabeceira, e, é claro, ir ao shopping para finalmente ver o filme que estamos, há muito, enrolando para vê-lo.

Por que, então, adoro carnaval?

Porque finalmente é o único momento do ano que de verdade me sinto vivendo no Brasil, onde de fato vivo.

Acabo de ver um quadro novo sobre o carnaval no RJ/TV, em que durante cinco minutos vi pretos sorrindo, e não com armas furiosas atirando a ermo; vi mulatos cantando felizes borrifando poesia originárias da mãe África, e não com algemas nos punhos; apreciei o molejo dessa gente preta que só sabe acreditar no futuro e por isso empunha a esperança como sua honrosa bandeira, e não as tantas vassoura que insistem em ornamentar a profissão dessa gente preta desescolarizada.

Adoro carnaval, pois sei que durante algumas semanas os meus irmãos pretos somos vistos como um reduto de cultura, felicidade, alegria, criatividade, inteligência, e não como uma estatística de presos, assalariados, assaltantes, traficantes, moribundos, cracudos.

Adoro carnaval!"

Fonte: http://reverendomarcosamaral.blogspot.com.br/2015/01/goticulas-da-graca-eu-adoro-carnaval.html?m=1

Eu fico pensando... se fosse Thalles Roberto, Marcos Feliciano, Silas Malafaia, Edir Macedo, etc, que tivesse escrito isso, qual seria a reação dos meus 'doutores e pastores' presbiterianos? É... dois pesos, duas medidas, 

Que Deus nos socorra...

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Igreja Adventista da Nova Aliança - problema ou solução para o adventismo herético?

Igreja Adventista da Nova Aliança é uma ramificação da Igreja Adventista do Sétimo Dia e se diferencia da mesma por focar e dar maior importância ao novo testamento que igualar novo e velho testamentos. Destaca-se pela ênfase na substituição do ministério do Espírito Santo pelo anterior Ministério da Lei conforme II Corintios cap 3, e está relacionada com o ministerio "Voltemos ao Evangelho" divulgado pelo irmão Paul Washer.
Repete por assim dizer a mesma tensão relatada entre os capítulos 11 e 15 do livro de Atos quando Paulo e Barnabé tiveram que enfrentar cristãos judaizantes e focados na lei, que foram as mesmas propostas de 1888, na assembleia de Mineápolis, quando reuniram-se a liderança da recém fundada IASD para discutir problemas relacionados a mudanças necessárias que deveriam ocorrer na teologia adventista, que segundo os mesmos, estava afastada das propostas do novo testamento. Dois pastores, A T Jones e E J Waggoner,[1] protestaram contra a cultura teológica adventista focada na lei e propuseram trazer de volta ao cristocentrismo do novo testamento explanado sobretudo nas cartas paulinas, e que a IASD estava, segundo eles, de acordo com historiadores adventistas como George Knight, como grupo religioso, focada e centralizada na lei, profecias, sábado, exclusivismo religioso e algumas disputas doutrinarias em torno da alma mortal e assuntos de interpretação escatológica. Eles foram inicialmente apoiados até mesmo por EGWhite (uma das fundadoras do adventismo e a maior expressão da IASD até o dia de hoje), mas, mesmo assim, enfrentaram muitas perseguições internas e até mesmo a própria EGWhite foi praticamente expulsa dos EUA quando esta apoiava e acompanhava Jones e Waggoner em suas pregações aos adventistas reavivando-os na graça.
Considerado pelos teólogos como o capítulo áureo da nova aliança, a IANA (Igreja Adventista da Nova Aliança) considera II Corintios 3 como o capítulo da Bíblia que mais explica sua decisão de se afastar do adventismo antigo.
A fundação de ramificações, ministérios internos independentes e dissidências oriundas da Igreja Adventista do Sétimo Dia, refletem o ambiente interno complexo e repleto de diferenças de pensamento interno que acabam por exigir cada vez mais mudanças precedido pelo abandono da denominação e abertura de novas configurações denominacionais.
Madelynn Jones-Haldeman escreveu em 2001,
"É apenas dentro das últimas décadas que a Adventist Review editorialmente reconheceu que existe dentro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, pelo menos na América do Norte, membros, igrejas, faculdades, e conferências liberais. Dependendo do autor e da sua agenda, os liberais adventistas são comparados e/ou contrastados com os adventistas conservadores, adventistas históricos, adventistas crentes na Bíblia (ou em Ellen White),Os adventistas tradicionalistas,adventistas evangélicos, adventistas cultural, e adventistas ecumênico." [2]

Crenças e práticas

Os adventistas da nova aliança discordam de algumas crenças e tendencias tradicionais e culturais da denominação e se identificam com os cinco solas da reforma protestante e movimento "Voltemos ao Evangelho" de Paul Washer
Os adventistas da nova aliança acreditam que os diferentes tipos de adventistas (históricos, liberais, conservadores) devem ser evangelizados e trazidos de volta a pregação paulina, como estando ainda em uma mentalidade judaizante centrando suas vidas no "dever ser", conhecimento racional doutrinário, centralizados nos dez mandamentos e em regras de um bom viver, exclusivismo religioso, exaltando temas como o sábado como foco acima do que os evangelhos e as cartas paulinas deram. Para tanto, propõe as seguintes mudanças do cenario religioso anterior:
Estabelecer a ordem no culto conforme 1 Corintios 14 onde há possibilidade de até 3 pregadores em cada culto
Estabelecer que sermões sejam mais inspirados que explicados, onde o pregador, de preferencia, prepare mais seu coração e sua alma para que Deus fale através do mesmo;
Orientar membros a distinguirem quando estão e quando não estão com a inspiração da palavra profética (lembrando que todos podem profetizar fazendo alusão a I Corintios 14:31), diferenciando neste ponto da cultura anterior que considerava apenas E G White como profeta
Dar liberdade para que pessoas assentadas falem ao culto e que "os outros julguem"
Ter variabilidade de participações conforme se instrui: "Musicas, poesias e salmos, revelação, ciência, doutrina, profecia, etc... ressaltando que, ao contrario do que se pratica na IASD, deve ser incentivada a revelação e manifestação de Deus na hora do culto, dando a liberdade de pessoas assentadas a exporem algo que acreditam ter vindo de Deus, possibilitando assim abençoar mais os frequentadores dos cultos.
Estabelecer padrões básicos de horários, porém não fixá-los de forma rígida, de forma a submeter a nossos padrões a vontade do Espírito Santo que poderá se manifestar de forma a exigir maior ou menor tempo, deixar Cristo pelo seu Espírito dirigir sua Igreja onde homens atuem apenas como participantes e colaboradores da sua liderança;
Pregar sobre saúde preventiva como quarto enfoque de ajuda cristã, primeiro assuntos da alma, depois assuntos da mente e por último assuntos do corpo, destacando a cura sobrenatural acima das curas naturais e fisiológicas que devem ser ensinadas na cataegoria de "dom da palavra da ciência" (I Corintios 12).

Práticas Financeiras e Administrativas

Defender ajuda aos necessitados como prioridade máxima, ensinar que os dízimos e ofertas devem pertencer aos necessitados tanto sacerdotes necessitados e que não possam trabalhar em outros ramos, como viúvas, órfãos e extrangeiros viajantes conforme determinava a Bíblia nos rudimentos básicos e elementares da velha aliança e que sob a nova aliança se exige ainda mais amor prático como se revela em Cristo ao recomendar um jovem rico dar tudo que possuía aos pobres, na igreja primitiva que "não havia necessitados entre eles" (Atos 4) e nas práticas do apostolo Paulo que alem de trabalhar para não ser pesado a ninguem, ainda reconlhia ofertas nas igrejas mais ricas destinando os recursos aos mais pobres. "Quando acabares de separar todos os dízimos da tua colheita no ano terceiro, que é o ano dos dízimos, então os darás ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comam dentro das tuas portas, e se fartem; Deuteronômio 26:12. Deut. 27: 19 Maldito aquele que perverter o direito do estrangeiro, do órfão e da viúva. E todo o povo dirá: Amém. Malaquias 3:5 5 E chegar-me-ei a vós para juízo; e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros, contra os adúlteros, contra os que juram falsamente, contra os que defraudam o trabalhador em seu salário, a viúva, e o órfão, e que pervertem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos exércitos.Deut. 14: 29 Então virá o levita (pois nem parte nem herança tem contigo), o peregrino, o órfão, e a viúva, que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda obra que as tuas mãos fizerem.
Não permitir luxo nas construções , ostentação e poder desmensurado de pessoas , poder centralizad em homens e hierárquico, para que possa refletir a simplicidade de Cristo e sua ordem de que o mairo deve ser servo e não senhor dos menores
Propor que beneficios e salários a obreiros e pastores sejam de no máximo 3 salarios mínimos (no Brasil). Com raras e justificadas exceções, o sistema deve ser simples, humilde e prático permitindo que muitos trabalhem como o apóstolo Paulo caso consigam administrar ministerio e evangelismo, fazendo varrer todo pastor que está servindo a Deus por interesse financeiro e conforto pessoal.
Estabelecer o sistema bíblico descentralizado congregacionalista onde se cumpra "onde o Senhor tiver lhe abençoado" onde apenas uma parcela é destinada a um escritorio central destinado a missões especificas
Estabelecer critérios espirituais de decisões mais que racionais
Criar sistema que impeça ao máximo parentes de ser beneficiados pelo sistema no lugar de pessoas realmente competentes para exercer determinadas funções
Pessoas com seus devidos dons administrem, pastor para o evangelho, administradores para administração, comerciantes para o comercio, todos submissos as marcas do evangelho: simplicidade, sacrificio e abnegação
Ron Corson identifica quatro áreas comuns de crença progressiva:
  • , uma visão diferente do juízo investigativo ou uma negação de sua base bíblica; destacam que a doutrina contraría a declaração de Jesus de que quem nele cresse "não entra em Juizo" João 5:24 pois é a justiça de Cristo e não a nossa que já foi julgada e aceita e que portanto "nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus" Romanos 8:1. E que o juizo de Deus ocorrerá apenas para aqueles que confiam em suas obras como forma de se recomendar a Deus que os avaliará e julgará. Adventistas da Nova Aliança defendem que "Juizo sem a cruz é covardia", pois não existe nem sombra de justiça em nenhum homem na terra e que todos são pecadores e destituidos da gloria de Deus. Acreditam que a santificação inclui constante consciencia de nossos pecados e total dependencia da graça divina para sermos aceitos por Deus.Juízo investigativo

  • Remanescente Adventistas da Nova Aliança são frontalmente contra o exclusivismo religioso por este ser uma réplica tanto judaica quanto católica condenada por Jesus que estabeleceu criterios espirituais a melher samaritana "nem neste monte e nem em Jerusalem" João 4, e Paulo sobretudo em Efesios 2, ressaltar que o muro de separação religioso, segregando judeus e gentios, que foi eregido em regras e mandamentos, foi abolido pela graça de Deus que encerrou a todos no pecado, oferecendo Deus sua justiça a todos sem discriminações legais. De forma que judeus seguidores da lei e gentios não seguidores, foram feitos "um só corpo" "dos dois povos fez um" pela sua justiça. A inclusão de outros cristãos como povo remanescente passa a ser uma marca da pregação evangelica; Efesios 2 e João 4 revelam que Jesus derrubou muros de separação religiosa que se consistia em seguidores da lei separados de gentios não seguidores, estabelecendo sua graça no lugar da exigencia da lei e a comunhão espiritual no lugar da tentativa humana de obediencia.

  • Ellen White Adventistas da Nova Aliança defendem que deve ser colocado entre aspas todos os autores não citados pelos livros do escritorio de redação de E G White, conforme explica Walter Rea. uma visão menos rígida da inspiração de Ellen White, reconhecendo sua falibilidade. Outros negam seu dom profético; na Igreja Adventista Nova Aliança se propõe uma tabela com pontos positivos e negativos. Reiterando que o livro "Caminho a Cristo" demonstra ter outro estilo literário e teológico (teologia neotestamentaria) e que a reinvindicação de autoria por parte de Eugenia Fannie Bolton, compositora do hino 294 e assistente de E G White, faz todo sentido. Os adventistas da Nova Aliança filtram os escritos de E G White por aspectos positivos e negativos que devem ser filtrados a luz do evangelho e das cartas paulinas da seguinte forma:

Pontos positivosPontos Negativos
Livros abençoados, promotores de muitas verdades e usados por Deus para a conversão de muitas almasTrazem aspectos judaizantes, exclusivistas, sectaristas, mosaicos, focam por demais a lei, o sábado, alimentação como uma especie de religião da saúde, interpretação de apocalipse e Daniel segundo problemas do seculo XIX (A imposição do domingo como forma de banir ateus dos EUA gerou interpretação, não referenciada nos evangelhos, do apocalipse e como o domingo sendo a marca da besta)
Excelente seleção de diversos autores da época feitos e copilados por EGWhite e suas dezenas de assistentesOs autores não foram citados projetando EGWhite de forma a gerar sobre ela muita admiração, excesso de autoridade e liderança, e por fim gerou uma idolatria sem limites capaz de se criar milhares de museus em memoria dela no fundo de Igrejas e universidades
Excelente contribuição para a saúde pública contribuindo para prevenção de DCNT - Doenças crônicas não transmissíveisFazer da saúde religião, esquecendo que o reino de Deus não é "comida e bebida" e que a contaminação está mais nos pensamentos e em nossas palavras do que no "que entra pela boca do homem", como ensinou Jesus.
Bom relacionamento com o mundo natural , leis naturais, racionalismo cristão, ciência, lógica, criacionismo, Design Inteligente
Deficiente relacionamento com o mundo espiritual e sobrenatural, curas sobrenaturais, expulsões de demonios (que são marcas nos evangelhos)
Tentativa de igualar velha e nova aliança baseado que existe um mesmo Deus no velho e novo testamento, ênfase no continuísmo destacando mais aspectos que continuaram na transição entre VT e o NTDesconhecimento sistemático das grandes diferenças entre velho e novo testamento, dos princípios que regem a velha aliança (judaismo) dos principios que regem a nova aliança (cristianismo) e do alto grau de descontinuidade entre os testamentos
O povo se organiza em termos de opiniões em torno dos livros considerados tão sagrados quanto a Bíblia , possuindo grande autoridade de interpretação da mesmaForma-se um grupo separado dos demais cristãos por não comungarem as mesma fonte de interpretação e opiniões em diversos temas e visões bíblicas
Organização da fé em torno do que se crê, definindo assim uma identidade adventista um pouco homogenea de perspectiva religiosaPalavra final, dogmática e absoluta em diversos temas infinitos que necessitam mais profunda compreensão e revisões
Excelentes livros de meditação e edificação espiritualDevido seus comentarios serem muito valorizados e muitas vezes únicos, negligencia-se a leitura de outros autores mais esclarecidos em diversos pontos bíblicos, mais esclarecidos em materias do novo testamento e ocorre uma restrição na compreensão bíblica as interpretações dadas nos escritos de EGW
A declaração de ser único povo, remanescente fiel , povo que não pertence a babilonia que seria a confusão religiosa. Isso pode aumentar a auto-estima e estimular um evangelismo do tipo trazer pessoas para a única Igreja verdadeira. ocorre disputa de ideias e doutrinas e o convencer os outros da Igreja certa e das doutrinas corretas.O exclusivismo em desobediencia a mentalidade de Cristo que defende um aprisco espiritual , gera a arrogancia, a militancia doutrinaria, o espírito combativo e apologético, a segregação e juizos contra os que não pertencem ao adventismo, julgando como faziam os fariseus, que milagres de outras Igrejas são na maioria das vezes obra do diabo, incorrendo constantemente no perigo de blasfemia contra o Espírito Santo que é atribuir ao diabo obras de Deus.

  • A Igreja Adventista da Nova Aliança, baseada sobretudo no novo testamento, compartilha do mesmo pensamento de Calvino que diz: “Quando ouvimos que o sábado foi ab-rogado pela vinda de Cristo, devemos distinguir o que pertence ao governo perpétuo da vida humana e o que pertence propriamente às figuras antigas. O uso destas foi abolida quando a verdade foi cumprida. Descanso espiritual é a mortificação da carne ao ponto de que os filhos de Deus não devem viver para si mesmos ou permitir livremente as ações de suas inclinações. Assim, na medida que o sábado era uma figura desse descanso espiritual, eu digo que isso foi somente por um tempo. Mas, na medida em que foi ordenado aos homens, desde o início, de que eles deveriam se engajar no culto a Deus, é legítimo que o sábado cristão deva continuar até o fim do mundo. O sábado é uma ordenação da criação que é perpétua” mantendo assim a ênfase sobre o Sábado como memória da criação que incentiva a adoração ao Criador, mas negam que seja o selo de Deus, pois o novo testamento estabelece sinais e selos superiores como o selo da presença do Espírito Santo, " E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão. Marcos 16:17-18, "saberão que são meus discipulos se tiverem amor uns pelos outros". Quanto ao domingo se tornar a marca da besta, adventistas da nova aliança rejeitam esta interpretação escatologica pois percebem que ela rejeita os maiores valores e importancias dos evangelhos e das palavras de Cristo, alem de que foi formada circunstancialemente quando protestantes americanos do séc XIX tentaram impor o domingo como forma de incomodar ateus, gerando esta interretação escatologica estranha aos evangelhos, criando assim "um outro ebvagelho" a ser pregado.Sábado
Também podem ser citados os seguintes pontos:
  • . Os adventistas Progressistas apreciam os pioneiros da igreja, em particular o conceito de "verdade presente", ao invés de crenças rígidas. Eles acreditam que a igreja não deve ser limitada pelo ensino dos fundadores. A verdade presente refere-se a uma busca permanente da verdade e a uma atitude de humildade admitindo que a teologia adventista não é perfeita.Verdade Presente

  • . Os adventistas da Nova Aliança se declaram criacionistas na terra jovem ou da vida recente na terra antiga, julgando que as camadas do foram formados rapidamente e representam movimentos catastróficos relacionados a astroblemas, diluvio global, erosões, transportes e deposições em larga escala. Acreditam que o universo já existia desde os dias da eternidade, como seres vivos angelicais e denominados como filhos de Deus jubilosos assistindo a criação da terra e da vida na terra (Jó 38). O livro "Evolução um Livro Texto Crítico", publicado pela , defende um criacionismo baseado na , que é um novo táxon proposto por Marsh (1986) e testado em milhares de espécies, que defende um limite evolutivo através de testes de cruzamentos artificiais que revelam que muitas espécies e gêneros semelhantes geram inicio de embrião, enquanto outras não (por exemplo, homem e gorila e homem e chipanzé não geram inicio de embrião), mostrando que a capacidade de coordenação cromossômica ocorre em muitos casos revelando especiação e possibilidade de ancestralidade comum com limites testáveis em cruzamentos artificiais que gerassem diretamente ou indiretamente(especies em anel) inicio de embrião. Isso explicaria que toda a biodiversidade atual (que não caberia na arca) descendeu de tipos básicos criados e a diferenciação entre muitos fosseis e animais atuais . Outro estudo revela que as populações ancestrais teriam que ter maior capacidade de descender variáveis, com hipervariabilidade ancestral, e as pequenas populações ancestrais teriam que forçosamente terem menor número de mutações deleterias, caso contrario não conseguiriam suportar o período inicial de consaguinidade devido as cada vez menores populações ancestrais. defendendo assim uma degeneração genetica cumulativa atuante na emoções, estatura, tamanho do cérebro e polivalencia para variabilidade genetica.Criacionismo da Terra Jovemcambriano ao pleistocenoSociedade Criacionista Brasileirabiologia dos tipos básicos(Sodré ,JC Sanford)perda de inteligencia,

  • . Ressalta-se que somente Jesus é o verbo de Deus e a palavra de Deus e está mais bem expresso nos evangelhos e nas inspirações bíblicas que contém a palavra de Deus. Que a Bíblia sozinha e sem a inspiração do Espírito Santo iluminando não pode revelar a vontade divina em sua plenitude. Desta forma , adventistas da nova aliança acreditam numa forma mais moderada de inspiração da Bíblia, contudo a consideram como a maior referencia da verdade por ela conter Jesus que a ratificou, reformou e aprofundou seus ensinamentos, mudando certas leis, estabelecendo graus de importancia e escala de valores nos escritos antigos, bem como abrindo chaves para a correta interpretação das inspirações nela contidas. Acreditam tambem na revelação da natureza, mesmo corrompida, como dando pistas sobre Deus, sobre ciencia, sobre seu carater e sua vontade, bem como da atuação espiritual de Deus em centenas ou milhares de autores inspirados extra-bíblicos antigos e contemporâneos, desde que analisados seus frutos e sua concordancia com outros autores bíblicos sobretudo do superior novo testamento, e acima de tudo estarem afinados com o unico caminho, verdade e vida, que é a pessoa e ensinos de Jesus Cristo.Bíblia

  • Estrutura da Igreja. Os adventistas da nova aliança propõe mudanças significativas na antiga IASD a quem sentem a responsabilidade de evangelizar, e acreditam que a atual estrutura organizacional da Igreja está significativamente fora dos padrões estabelecidos por Jesus (simplicidade, sacrificio e abnegação) e tem uma hierarquia com muitos níveis de liderança e, possivelmente, muito controle hierárquico que depõe frontalmente com a recomendação de Cristo de que o maior deve ser o menor e que no cristianismo não se deveria seguir hierarquia empresarial. (Muitos adventistas, como George Knight, defendem uma mudança nessa área.). Tal sistema de hierarquias faz com que haja na Igreja o dominio do "homem pelo homem" , replicando e copiando assim, a imagem do papado e do clero na idade média, os quais impunham pelo poder suas doutrinas e formas de pensar, excluindo, excomungando e perseguindo os que pensam de forma distinta. O poder deve ser descentralizado dos homens e centralizado em Deus por criteriosa comunicação com o Espírito Santo à luz das escrituras sagradas, sbretudo, quanto as recomendações de Jesus que deve ser o cabeça da sua Igreja, e não homens ou mulheres (EGWhite).

  • . Os adventistas da nova aliança crêem em uma discussão aberta com uma imprensa livre (esta opinião é também partilhada por muitos adventistas mais convencionais, como o ex-editores do James Coffin [13] e Manners Bruce. Coffin também estava na pessoal da ). Sendo da opinião que muitos erros, ufanismos, exclusivismo, perfeccionismo e partidarismos devem ser corrigidos com a abertura e não monopolio da comunicação, que deve haver permissões para auto-criticas, como fator fundamental para crescimento e aprimoramento teológico e comportamental.Relato dos acontecimentosAustralian RecordAdventist Review

  • . Os adventistas da nova aliança defendem uma variedade de estilos de música e de adoração na igreja, incluindo a música cristã contemporânea, desde que promovam santificação, adoração e paz, acreditando que mesmo estilos populares podem ser usados por Deus e usados como uma linguagem musical que alcança determinados grupos. Buscando os objetivos de Deus ao usar a pregação musical e não um elitismo clássico-sacro segregador de adoradores, por mais que têem em mente a construção de um gosto cada vez mais santo por musicas e interpretações cada vez mais elevadas defendidas nas mensagens do revolucionario Dr. Daniel Spencer , o qual distingue tipos de musicas como profanas e sacras.Música

  • . É ensinado a filtrar ao máximo assuntos, filmes e produções que não edifiquem, principalmente para com crianças que não possuem o senso crítico de um adulto . A revista , por exemplo, revê regularmente filmes. William G. Johnsson partilhou a sua preocupação pelo fato de "a grande maioria da nossa juventude, e um número crescente de membros mais velhos, incluindo pastores, rejeitam o padrão da igreja de não ir ao cinema. Para mim, este é um assunto sério. Muitos adventistas fazem menos exames na escolha de um filme do que os cristãos evangélicos. Eu temo que grande número do nosso povo está sendo seduzido pela mídia onipresente. Ao invés da Bíblia, filmes, televisão e música estão moldando seus valores e suas atitudes . Eles estão ficando conformados com este mundo, ao invés de viver como nova criatura em Cristo transformado pela Sua graça".MídiaSpectrum

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