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sexta-feira, 3 de maio de 2019

A Trindade e a Marca da Besta segundo o profeta do Tabernáculo da Fé



O chamado profeta do século XX, profeta do pessoal do Tabernáculo da Fé, e admiradores particulares, escreveu algo bem bizarro sobre a doutrina da Trindade, (de tantas que escreveu) no livro sagrado dele, "As Sete Eras da Igreja". Veja:

“Com o sistema mundial de igrejas sujeito a ela, Roma estará controlando, e esta imagem (sistema de igrejas) será obediente à Roma, porque Roma controla o ouro do mundo. Desse modo, todas as pessoas têm que pertencer ao sistema mundial de igrejas ou ficar à mercê da situação porque não podem comprar nem vender sem a marca da besta na mão ou na cabeça. Esta marca na cabeça significa que terão que aceitar a doutrina do sistema mundial de igrejas a qual é o trinitarismo, etc., e a marca na mão que significa fazer a vontade da igreja mundial. Com esse grande poder esse sistemas eclesiásticos perseguirão a verdadeira noiva.” (p.341).

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

W. M. Branham e o inferno

"O tormento eterno" - Alguns cristãos, influenciados por uma perspectiva humanista e não pela plena consciência da intensidade do pecado contra o Santo e Eterno Deus, acabam sendo influenciados por essa disposição humanista, racionalista, e negam essa cristalina doutrina bíblica, ortodoxa e histórica no ceio do cristianismo, introduzida, 'claramente', por Jesus Cristo de maneira veemente nos Evangelhos, bem como pelo Espírito Santo nas cartas apostólicas. Os que a negam comentem um erro doutrinário muito evidente, não uma heresia condenatória, mas deve ser rejeitada com todas as forças.  

W. M. Branham, profeta do Tabernáculo da Fé e CIA, além de negar a santa doutrina da trindade, também negou que o inferno seja uma doutrina bíblica. O que acrescenta mais um erro em suas exposições doutrinárias.

“... nego que o incrédulo vá para um inferno eterno e queime lá eternamente. Em primeiro lugar, o inferno, ou lago de fogo... não é eterno. Como pode ser, se ele teve princípio? Em Mat 25.41, diz que “o fogo eterno” foi “preparado para o diabo e seus anjos”. Ora, se ele foi preparado, então não foi sem principio. Se ele teve princípio, então não pode ser eterno. Evidentemente você poderá tropeçar sobre a ideia  da palavra ‘eterno’. Mas esta palavra significa “séculos dos séculos”...” (Sete Eras da Igreja, p. 112,113).

O chamado ‘profeta do século XX’, rejeita a doutrina bíblica do inferno, mesmo tendo dificuldades diante de si mesmo.

A palavra eterno, significa sem princípio e sem fim. Esta é a denotação primordial de eterno, mas não é só isso! Eterno também pode ser dito daquilo que, embora criado, permanecerá desde então para sempre. Dizemos isso dos anjos criados, da natureza humana de Jesus, que foi criada (Em português temos, provavelmente, a mesma ideia da bíblia http://www.dicio.com.br/eterno/).

Ademais, não raro, a Bíblia apresenta qualificativos acrescentados à palavra eterno, quando ela aprece na Bíblia. Por exemplo:

“E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome.” Ap 14.11

Não existe razão segura, isto é - bíblica, para rejeitar a doutrina do inferno. A não se em nossos sentimentos, que na realidade ofuscam a glória de Deus. Um homem mata em uma fração de segundos, caso use uma arma, e talvez fique preso por 30 anos! (aqui no Brasil). Em outros lugares, até prisão perpétua por um crime cometido em pouco tempo. Veja o que a Bíblia diz:


E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes. Mt 13.50

E os filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes. Mt 8.12

E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes. Mt 13.42

Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes. Mt 25.3

Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, e Isaque, e Jacó, e todos os profetas no reino de Deus, e vós lançados fora. Lc 13.28

E separá-lo-á, e destinará a sua parte com os hipócritas; ali haverá pranto e ranger de dentes. Mt 24.51

Disse, então, o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o, e lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes.Mat 22.13

Pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento. Lc 16.28

Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado. Lc 16.25
Vemos, portanto, que o Senhor sabe livrar os piedosos da provação e manter em castigo os ímpios para o dia do juízo,2 Pedro 2.9

E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome. Ap 14.11

   o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre. Ap 20.10

O ensino do “tormento eterno”, por mais duro que pareça, 
é um ensino recorrente no NT, e deve ser tratado com a seguinte perspectiva: 

Essa punição é a equidade da ofensa que todos os pecadores lançam contra a Grandeza, Santidade e o Amor de Deus. Jesus não sofreu menos que isso pelos nossos pecados!



quinta-feira, 15 de agosto de 2013

W. Marrion Branham: ‘A doutrina da Trindade é um sinal da Besta!’

O profeta do século XX, profeta do pessoal do Tabernáculo da Fé, e admiradores particulares, escreveu algo bem bizarro, (de tantas que escreveu) no livro sagrado dele, As Sete Eras da Igreja. Veja:

“Com o sistema mundial de igrejas sujeito a ela, Roma estará controlando, e esta imagem (sistema de igrejas) será obediente à Roma, porque Roma controla o ouro do mundo. Desse modo, todas as pessoas têm que pertencer ao sistema mundial de igrejas ou ficar à mercê da situação porque não podem comprar nem vender sem a marca da besta na mão ou na cabeça. Esta marca na cabeça significa que terão que aceitar a doutrina do sistema mundial de igrejas a qual é o trinitarismo, etc., e a marca na mão que significa fazer a vontade da igreja mundial. Com esse grande poder esse sistemas eclesiásticos perseguirão a verdadeira noiva.” (p.341).

Encontro essa ‘marca’ na Escritura, e ela não tem nada com a Besta. Veja o testemunho bíblico em favor da Trindade, depois julgue você mesmo essa ‘profecia’ de W. Branham. Disponibilizo uma lista de 50 textos no NT que vemos em foco a ação trinitária. Transcrevi especialmente  os nomes ou  termos, que foca as três Pessoas Divinas.

“Jesus... Espírito de Deus... Este é meu Filho.” – Mt 3.16,17

O Batismo Trinitário – Mt 28. 19

Espírito Santo ... Altíssimo... Filho de Deus” – Lc 1.35

“Jesus... Espírito Santo... Tu és meu Filho” – Lc 3.21,22

“Jesus... Espírito... Tu és meu Filho” – Mc 1.9-11

“Jesus... Espírito Santo... Senhor Deus” – Lc 4.1-12

“E Eu rogarei... ao Pai... Consolador” – Jo 14.16 (17-20 também)

“Consolador... do Pai... Vos ei de enviar” – Jo 15.26

“Consolador, O Espírito... Me glorificará... o Pai” – Jo 15. 7, 13,14, 15

“Jesus... Pai... Espírito Santo” – Jo 20.21,22

“Jesus... Espírito Santo... Reino de Deus” – At 1.1,2

“promessa do Pai... Espírito Santo... Senhor” – At 1.4,5,6

“Ressuscitou Jesus... de Deus, O Pai... Espírito Santo” – At 2.32,33

“nome de Jesus Cristo... dom do Espírito... Deus nosso Senhor” – At 2.38,39

“Deus... Príncipe e Salvador... Espírito Santo” – At 5. 31,32

“cheio do Espírito Santo... e Jesus... à direita de Deus” – At 7.55,56

“Deus... Jesus... Espírito Santo” – At 10. 38

“magnificar a Deus... o Espírito Santo...em nome de Jesus” – At 10. 46-48

“E Deus... o Espírito Santo... do Senhor Jesus” – At 15.8-11

“O Espírito Santo... Senhor Jesus... da graça de Deus” – At 20.23,24

“O Espírito Santo... igreja de Deus... seu próprio sangue” – At 20.28

“reino de Deus... fé em Jesus... falou o Espírito Santo” – At 28. 23, 25

“falou o Espírito Santo... reino de Deus... Senhor Jesus” – At 28.25,31

“[Filho] de Deus... Espírito de santificação... Jesus Cristo” – Rm 1.4

“o amor de Deus... pelo Espírito Santo... porque Cristo” – Rm 5.5,6

“lei do Espírito, em Cristo... Deus enviando” – Rm 8.2,3

“no Espírito... Espírito de Deus... Espírito de Cristo” – Rm 8.9

“o mesmo Espírito... herdeiros de Deus... co-herdeiros de Cristo” – Rm 8. 16,17

“em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus.” – 1 Co 6.11

“Espírito [Santo]... Senhor [Jesus]... Deus[Pai]” – 1 Co 12. 4,5,6

“Cristo... em um Espírito... Deus colocou” – 1 Co 12. 12,13,18

“em Cristo... Deus... do Espírito” – 2 Co 1. 21,22

A bênção trinitária – 2 Co 13.14

“diante de Deus... Cristo nos resgatou... promessa do Espírito” – Gl 3. 11, 13,14

“Deus enviou... o Espírito de seu Filho” – Gl 4.6

“Deus Pai... Jesus Cristo... com o Espírito Santo” – Ef 1. 2, 3, 13

“ao Pai em um mesmo Espírito... Jesus Cristo” – Ef 2. 18, 20

“seu Espírito... para que Cristo... plenitude de Deus” – Ef 3.16, 17, 19

“um Espírito... um só Senhor... um só Deus e Pai” – Ef 4. 4, 5, 6

“eleição é de Deus... no Espírito Santo... e do Senhor” 1 Ts 1. 4, 5, 6

“amados do Senhor... ter Deus... do Espírito” – 2 Ts 2. 13

“amor de Deus... renovação do Espírito Santo... Jesus Cristo” – Tt 3. 4, 5, 6

“pelo Senhor... também Deus... do Espírito Santo” – Hb 2. 3, 4

“do Espírito... da palavra de Deus... Filho de Deus” Hb 6. 4, 5, 6

“de Cristo... pelo Espírito... a Deus” – Hb 9. 14

“Jesus Cristo... destra de Deus... o Espírito Santo” – Hb 10. 10, 12, 15

“Deus Pai... Espírito Santo... Jesus Cristo” – 1 Pe 1. 2

“com Deus... Jesus Cristo... pelo Espírito” – 1 Jo 3. 21, 23, 24

“seu Espírito... o Pai enviou seu Filho” – 1 Jo 4. 13, 14


“no Espírito Santo... amor de Deus... Senhor Jesus Cristo” – Jd 20, 21

sexta-feira, 19 de julho de 2013

W.M. Branham – sonhou que daria uma surra nas igrejas trinitarianas

O pessoal do Tabernáculo da Fé, bem como eufóricos seguidores autônomos desse indivíduo, tem um grande orgulho: negar o batismo em nome da Trindade. 

Em um sonho WMB relata algo bem curioso. Um ‘prelúdio’ de uma suposta vitória que teria contra o batismo trinitário. (Tratei do tema – Batismo em Nome de Jesus- AQUI). Depois de relatar o sonho, farei algumas observações abaixo.

“Vi um homem que eu supunha que fosse meu pai. Ele era um homenzarrão corpulento. Também vi uma mulher que presumia-se ser minha mãe, mas não parecia com ela, assim como o homem não parecia com meu pai. Este homem era muito malvado para com sua esposa. Ele tinha um grande porrete com três quinas... Ele tomava esse porrete e batia nela com ele, e a derrubava ao chão. Em quanto ficava ali chorando, ele andava ao derredor com seu peito estufado e em sua face havia um olhar tão arrogante e jactancioso que ele parecia ter grande orgulho e satisfação em surrar a coitada e pequena mulher. Toda vez que ela tentava se levantar ela lhe batia. Eu não gostava do que ele estva fazendo, porém quando considerei Pará-lo, eu pensei:” Eu não posso atracar-me com esse homem – ele é grande demais. Além disso presume-se que ele seja meu pai.” Mas lá dentro eu sabia que ele não era meu pai, e sabia que ninguém tinha o direito de tratar assim uma mulher. Eu fui até lá e o agarrei pelo colarinho e o virei e disse: “Você não tem nenhum direito de bater nela”. E quando eu disse isso meus músculos cresceram e eu parecia um gigante. O homem os viu então ficou com medo de mim. Eu disse: “Se bater nela novamente tratará comigo.” Ele hesitou em bater nela novamente, e então o sonho me deixou... reconheci a presença de Deus e Dele veio a interpretação... A mulher representa a igreja do mundo hoje. Eu nasci exatamente nessa confusão – a confusão em que ela se encontra. Ela é um tipo de mãe (a mãe das meretrizes). Se marido representa as denominações que a governam. O cepo de três quinas é o falso batismo trino de uma trindade. Cada vez que ela começava a se levantar (isso significa que as congregações principiavam a aceitar a verdade) ele a derrubava ao chão novamente com aquela falsa doutrina. Ele era tão grande que tive medo dele a principio, põem quando fui contra ele descobri que eu tinha grandes e poderosos músculos. Eram MÚCULOS DE FÉ. O resultado do sonho foi: “uma vez que Deus esteja comigo, e possa me dar tal força, então deixe-me defendê-la contra o poder denominacional do mundo e fazê-lo parar de bater nela... as pessoas tem sido cegadas por um dogma não escriturístico de uma trindade, e esse dogma é tão universalmente aceito que tentar ver uma “Única Pessoa de Deus” é quase impossível. Se as pessoas não podem ver a VERDADE da Divindade, mas a combatem; elas jamais podem ver o restante da verdade porque a REVELAÇÃO É JESUS CRISTO EM SUA IGREJA E SUAS OBRAS NO MEIO DA IGREJA DURANTE AS SETE ERAS. Você compreendeu isso? Agora estou seguro que você entendeu” (As Sete Eras, p. 276,277).

WMB, o ‘Valdemiro’ do Tabernáculo da Fé, recebeu ajuda de igrejas trinitarianas para suas campanhas de milagres. Mas parece que com o tempo sua oposição ao ensino, e batismo trinitariano, aumentou. O sonho é uma evidencia parcial disso. Morreu na meia idade, decorrente de um acidente automobilístico.

Notamos que nada mudou em relação ao batismo em nome da trindade (Mt 28.19) praticado nas igrejas ou mesmo a indisposição das igrejas em relação aos seguidores do batismo em nome de Jesus.

O problema não é, e nunca foi, o batismo em Nome de Jesus Cristo (At 19.5; etc), mas sim a teologia dos que batizam assim.

No inicio do século XX igrejas pentecostais adotaram nos EUA o batismo usando as duas formulas unidas. Aqui no Brasil quem faz isso é a Congregação Cristã no Brasil, que é trinitariana. As seitas Tabernáculo da Fé, Voz da Verdade, Igreja Cristã Bíblica*, batizam em nome de Jesus, mas são antitrinitarianas.


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

William Marrion Branham - seria o Elias?


O Tabernáculo da Fé, com a sua ilusória e frenética crença em William Marriom Branham, acredita que esse é a manifestação do Elias profético, antes da volta de Cristo.


Eles exibem essa foto, para garantir que houve manifestação divina, acompanhada por uma voz, confirmando aos seguidores, que tal pregador é o Elias que viria antes da volta de Cristo.


Preciso lembrar que, este pregador herege, que realizou muitas curas, tal como Valdemiro Santiago, teve um diferencial, até agora não contestado (pelo que eu saiba): Uma vida simples, sem exploração financeira em suas conferências.


O texto de Malaquias 4 é o ‘texto prova’, para tal perspectiva. E creio que observações livres e contextualizadas nos textos que se aplicam ao assunto não deixariam duvidas em torno de tal tema, para que imaginações gratuitas recheassem o catálogo doutrinário de tais religiões.


1. O TEXTO DE MALAQUIAS


“Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR.” Malaquias 4:5

Sobre a identidade desse Elias, temos a informação clara no NT:

"Os discípulos lhe perguntaram: "Então, por que os mestres da lei dizem que é necessário que Elias venha primeiro? " Jesus respondeu: "De fato, Elias vem e restaurará todas as coisas. Mas eu lhes digo: Elias já veio, e eles não o reconheceram, mas fizeram com ele tudo o que quiseram. Da mesma forma o Filho do homem será maltratado por eles". Então os discípulos entenderam que era de João Batista que ele tinha falado.” Mateus 17:10-13


O grande dia predito em Ml 4 é o evento catastrófico da destruição de Jerusalém pelos Romanos no ano 70. João Batista é o Elias, segundo a interpretação de Jesus. Muitos creem que existe um cumprimento posterior desta passagem, dizem que a destruição de 70 AD é uma demonstração limitada de um cumprimento maior e pleno no futuro (tenho dúvidas disso, mas não a ponto de negar essa possibilidade).


2. QUEM É O ELIAS ‘HOJE’?


Sobre O Elias, o que pode existir é uma semelhança no ministério da Igreja (i Timóteo 3.15; I Pe 2.9,10) que serve como uma agência profética, por restaurar, denunciar e anunciar a verdade de Deus, tal como Elias e João Batista fizeram; antes da vinda do Senhor. Podemos também incluir Apocalipse 11.


Nesse sentido, ‘analógico’, a Igreja é o Elias!


Nenhuma outra interpretação de Ml 4 foi indicada por Jesus, além da que ele deixou bem claro quem é o Elias: João Batista. Pedro, no sermão de Pentecostes, não especificou nada a respeito, embora tenha feito menção do grande dia (Atos 2.14-36). Paulo não o fez, quando falou dos últimos dias (II Tessalonicensses 2.1-12). João em suas cartas, embora tenha dito sobre os últimos dias e a vinda de anticristos, não disse nada de Um Elias (I João 2.18-29). E em Apocalipse, o nome de Elias não parece, mas tudo indica que seja ele uma das duas Testemunhas (obviamente seria demais esperar também Um Moisés!).

Elias sendo William Marrion Branham não passa, como em quase todas as outras interpretações desta seita, de uma interpretação sem apoio bíblico.

sábado, 22 de setembro de 2012

O misticismo e idolatria de ‘alguns’ seguidores de W. M. Branham

Os seguidores de WMB são extremados na defesa desse senhor. A cegueira espiritual é escravizante. 

Alguns se esforçaram a debater com o Lucio sobre alguns temas, em várias postagens do MCA, porém eles recuaram. Obvio que perderam, mas nós não vencemos. Gostaríamos muito que tais abandonassem essa ‘branhamlatria’, mas não aconteceu, e rejeitaram seguir o Único e Suficiente Profeta da Igreja. Toda a carta de Hebreus, especialmente seus capítulos de 1 a 10, tratam dessa suficiência dos ofícios de Cristo.


Para que você tenha noção da tamanha idolatria do grupo em torno desse homem, veja o que disse um seguidor fiel dele:



“William Branham é o profeta para a noiva de Cristo, não para a Igreja. Assemelha-se em ministério e mesmo em relação com o Prometido, Jesus Cristo, com o profeta João Batista. William Branham foi além, manifestou o ministério do Filho do Homem que é Cristo. Jesus é o Filho do Homem, William Branham foi quem o manifestou. Apocalipse 10:7 Estou até mesmo com pena de você, sim estou, pensei nisto esta tarde, você não pode te-lo como Profeta, não ha nada em vossa mercê que o represente, não há representação, eu estou representado nele, neste Grande Profeta de Deus - e você está muito enganado quando diz que ele errou quando William Branham Predisse sobre o anos de 1977 - ele atingiu em cheio....você é que não pode ve-lo assim como não pode ver as obras que somente ele sendo profeta fez, como discernir os pensamentos ocultos nos corações das pessoas, ressuscitar cinco mortos e outras milhares e milhares obras que somente ele pode realizar - Este não era Ele, era Cristo, o Senhor em Seus profeta como prometido em Lucas 17.28 AO 30 - EM Ez. 2.5, em Mal. 4.5.6 - em Apc 10.7 e Apc 19. você é simplesmente um infeliz - porque não tem um Profeta que o chame de amigo! ele, William Marriom Branham, me chama de amigo!"



Sem comentários...

sexta-feira, 6 de julho de 2012

O "outro" Jesus de W. M. Branham


Nessa postagem tratarei de algumas observações de um livreto que explica a cristologia do senhor William M. Branham. O chamado ‘Profeta do século de nossa era’.

O autor do livro, Jim Jeffords, [disponivel no site do Diógenes Dornelles (AQUI)]. Já no início deixa claro sua devoção ao WMB: “A autoridade para todo o nosso ensino são as palavras de um profeta vindicado para o nosso dia, o nosso irmão William Marrion Branham. De fato, nós não possuímos nenhum ensino próprio; nós apenas tentamos ecoar aquilo que já tem sido falado pelo profeta. Nós o amamos pela vida que ele viveu, sua maravilhosa humildade e assim por diante; porém nós seguimos a sua mensagem porque ele falou com a autoridade de um profeta vindicado.”(Compreendendo a Divindade, p. 14 [grifo são meus]).

O que W. M. Branham de fato ensinou a respeito da divindade?

O autor do livro mostra que WMB tinha uma visão própria a respeito da divindade. As palavras de Branham: “Agora, aqui você chega a Deus exatamente, E ENTRE a unicidade e a trindade você terá a coisa exatamente certa agora [...] A unicidade corre para o Nome de Jesus. A trindade corre para o Pai, Filho, Espírito Santo, exatamente como eles fizeram no Concílio de Nicéia; a mesma coisa. Ambos estavam errados. Mas agora, NO MEIO DO CAMINHO, nas Escrituras se estabelece a verdade.” (Compreendendo a Divindade, p. 5). Note que WMB descobriu ‘a roda’, mesmo que em matéria de Divindade a Igreja tenha debatido há séculos! Tanto que do autor afirmar mais adiante “Nenhum dos pastores ou mestres, naquele tempo, sabiam o suficiente para distinguir a diferença doutrinal."

O autor também escreveu: “o irmão Branham literalmente destruiu a doutrina trinitária, ele bateu nela tão duramente. Aqueles que saíram dela e para seguir a sua Mensagem, agora tinham que possuir uma nova forma de referência com respeito à Divindade. Eles sabiam que ele pregava a doutrina de um Deus, que era manifestado em três ofícios (Pai, Filho e Espírito Santo), porém ele também pregava contra e acusava a doutrina unicista.” (p.7[grifo meu]). Acredito que nesse livro encontraremos o poderio apologético de WMB, a ponto de “destruir a doutrina trinitária”! No fim apresento uma lista de 50 textos bíblicos que ensinam a Trindade.


Vejamos o que ele ensina a respeito de Cristo:

1) “Ele [WMB] sempre enfatizou que Pai, Filho e Espírito Santo não eram três pessoas ou personalidades, mas os três atributos (às vezes ele dizia “as três dispensações”) de um Deus verdadeiro”(p.9). Aqui vemos uma novidade ‘terminológica’, segundo o erudito em WMB; Pai, Filho e Espírito Santo não era, no entendimento do ‘profeta’, pessoas mas atributos de Deus. Isso nada mais é do que monarquianismo modal, especialmente do bispo Sabélio.

2) WMB: “A PRIMEIRA PESSOA a ser apresentada É Deus: Deus. “No princípio era Deus”, em Gênesis. E DEPOIS A PRÓXIMA é apresentada. É o Espírito Santo ou o Logos, que saiu de Deus. TODAVIA ERA TUDO DE DEUS QUE SAIU PARA UMA PESSOA” (p.10). Aqui temos obviamente uma contradição da citação acima. Claramente ele diz que a segunda pessoa, e aparentemente é O Espírito Santo, que ele chama de Logos, que é outro problema quando lemos Jo 1.1,14,18. Ele parece insinuar que ouve uma extensão de Deus, totalmente, para a pessoa do Logos. Mas o especialista em WMB diz sobre essas palavras do ‘profeta’: “O Filho não é uma extensão de Deus, mas uma PESSOA, um SER separado. O Filho tem a mesma natureza como o Seu Pai. Ele é da mesma substância de Seu Pai. Espécie semelhante gera espécie semelhante. Essa é uma parte das leis universais de Deus da natureza. Então como o Seu Pai é uma Pessoa, o Filho é uma Pessoa, com a mesma natureza e qualidades."

3) “Façamos o homem à Nossa imagem”. “Nossa”, é claro, nós percebemos que Ele está falando para Alguém; ELE ESTAVA FALANDO COM OUTRO SER.” Essa linguagem quando, dita por um trinitário tem conotações diferentes. Devemos, porém, destacar que também não é uma linguagem de um modalista. Com isso, começamos a notar que o modalismo de WMB não é aplicável em todas as suas exposições. Percebemos que a teologia de WMB não está muito confusa. Por isso o autor de Compreendendo a Divindade diz: “Mas você pergunta: “o irmão Branham não disse que Deus e Jesus eram o mesmo?”. Muitas vezes ele disse ou ao menos “parece” que ele disse e no livro em que nós abordamos este assunto. Isso não é o que ele disse ou nem mesmo sua linguagem é que está em questão. Ele está correto, mas é o seu próprio pensamento ou percepção do que ele diz, que nos deixa em apuros”(p.12[grifo meu]).

4) “Ele não pode ser um “Filho eterno”[...] Agora, eu não creio em filiação eterna. É até mesmo radical mencionar tal coisa, “filiação eterna”. Como... que Ele teve uma filiação eterna ...?... de que maneira, se é mesmo filiação eterna, como que Ele poderia ser um Filho? Ele teve que ter um princípio.(p.10)”. Existe uma posição teológica chamada Encarnacionista. Segundo essa visão (em sua versão ‘ortodoxa’) o Verbo, sendo Deus Eterno, se tornou Filho apenas na encarnação. O famoso apologista Walter Martin defende essa posição. O que, porém, é dito por WMB, não deve ser confundido com tal visão. Jim Jeffords diz: “Bem, o irmão Branham ensinava que todos os filhos tem um princípio, incluindo o Filho de Deus [...] Pode ter sido há 10 milhões ou 100 milhões de anos atrás, porém Ele teve um princípio. Deus, por outro lado, é o único Eterno. Deus nunca teve um princípio nem pode Ele ter um fim” (p. 13[grifo meu]). Isso não é nada mais do que o antigo Arianismo. Se Jim Jeffords está certo no que explicou sobre o ensino de WMB, quando este diz que o ‘Filho teve princípio’, não podemos ver WMB em pior situação.

5) Segundo Jim Jeffords, a posição de WMB diz que “Deus (o Pai) deixou Jesus (o Filho) no Getsêmani”. E as palavras de WMB são: “No jardim do Getsêmani, a unção O deixou... O Espírito O deixou, no jardim do Getsêmani.(p. 11)”. Todos os cristãos sabem que Deus Pai abandonou Jesus na Cruz em um sentido processual e providencial. Não houve um abandono da Divindade da Pessoa do Filho. O Pai executou o Filho(Is 53.10), esse foi o abandono. Pelas palavras de WMB e a interpretação do autor de Comprendendo a Divindade, aparentemente, ele ensina que Cristo deixou de ser divino no Getsêmani.

RESUMO: Que meus amigos do Tabernáculo da Fé me desculpem, mas as minhas observações são: A) WMB apenas repete algumas das antigas heresias. B) WMB mistura várias delas, fundindo-as. C) WMB não oscilava [?] em sua posição. D) WMB não conseguia explicar direito algumas coisas, nem as que a negava nem as defendia. E) WMB tinha ‘rabo preso’ com os que patrocinavam suas campanhas.

O motivo de tudo isso? Ele é um falso profeta. Seus seguidores insistem que seus sinais se cumpriram. Então, leiamos Dt 13.1-3:
  • “Quando profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti, e te der um sinal ou prodígio, E suceder o tal sinal ou prodígio, de que te houver falado, dizendo: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los; Não ouvirás as palavras daquele profeta ou sonhador de sonhos; porquanto o SENHOR vosso Deus vos prova, para saber se amais o SENHOR vosso Deus com todo o vosso coração, e com toda a vossa alma.”
A ÚNICA POSIÇÃO SEGURA: Se WMB não negasse a verdade Bíblica, não teria se confundido tanto. Apenas os que aceitam os Credos Históricos, podem ler a Bíblia sem confusão (Jo1.1,18,18;5.18;10.30;14.28;20.28;At 20.28;Rm 9.5; Fl 2.5,6; Tt 2.23; Hb 1, etc).

O Credo de Calcedônia diz: "Fiéis aos santos pais, todos nós, perfeitamente unânimes, ensinamos que se deve confessar um só e mesmo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, perfeito quanto à divindade, perfeito quanto à humanidade, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, constando de alma racional e de corpo; consubstancial, segundo a divindade, e consubstancial a nós, segundo a humanidade; em todas as coisas semelhante a nós, excetuando o pecado, gerado segundo a divindade antes dos séculos pelo Pai e, segundo a humanidade, por nós e para nossa salvação, gerado da virgem Maria, mãe de Deus; Um só e mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, que se deve confessar, em duas naturezas, inconfundíveis e imutáveis, inseparáveis e indivisíveis; a distinção da naturezas de modo algum é anulada pela união, mas, pelo contrário, as propriedades de cada natureza permanecem intactas, concorrendo para formar uma só pessoa e subsistência; não dividido ou separado em duas pessoas. Mas um só e mesmo Filho Unigênito, Deus Verbo, Jesus Cristo Senhor; conforme os profetas outrora a seu respeito testemunharam, e o mesmo Jesus Cristo nos ensinou e o credo dos pais nos transmitiu."

segunda-feira, 19 de março de 2012

Pentecostalismo unicista

Dentro da unidade do único Deus existem três pessoas distintas:

o Pai, o Filho e o Espírito Santo; e estes três compartilham da mesma natureza

e atributos; então, com efeito, estes três são o único Deus.


Há muitos cristãos evangélicos que consideram o movimento Pentecostal Unicista (também conhecido como “Só Jesus”) como um movimento cristão evangélico. A realidade é que este movimento está muito longe de ser considerado como cristão; está mais para uma seita. Uma das definições teológicas de seita é: Qualquer grupo que se desvia das doutrinas fundamentais do cristianismo, como a Trindade, a divindade de Jesus Cristo e a salvação pela graça, através somente da fé em Jesus Cristo.


Os mais conhecidos grupos que compõem o movimento Pentecostal Unicista são:


• Igreja Apostólica da Fé em Cristo Jesus


• Igreja Pentecostal Unida


• Igreja Pentecostal da Fé Apostólica


• Outros grupos independentes que também crêem na unicidade de Deus (como por exemplo, a Igreja Voz da Verdade, Igreja Pentecostal Unida do Brasil, Tabernáculo da Fé, Igreja de Deus do Sétimo Dia)


Os Pentecostais Unicistas negam uma doutrina fundamental do cristianismo: a doutrina da Trindade.


Este artigo foi escrito exclusivamente para alertar ao corpo de Cristo acerca deste movimento sectário e demonstrar à luz das Escrituras como os Unicistas estão equivocados sobre a verdadeira natureza de Deus. Seguimos a orientação de Judas 3, que nos exorta a lutar ardentemente pela fé que uma vez por todas foi dada aos santos.



O ARGUMENTO UNICISTA


A doutrina Unicista está baseada no entendimento de duas verdades bíblicas. Estas bases bíblicas são usadas como fundamentos para sua visão de Deus e Jesus Cristo. A primeira verdade bíblica é que há somente um Deus e que Jesus é Deus. Destas duas verdades, os Unicistas deduzem que Jesus Cristo é Deus no sentido de ser a única pessoa da Divindade – Jesus tem que ser o Pai, o Filho e o Espírito Santo, rechaçando a doutrina da Trindade.



O ARGUMENTO TRINITÁRIO



A Igreja, através dos séculos, sempre ensinou que dentro da unidade da essência do único Deus existem três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; e estes três compartilham da mesma natureza e atributos; então, com efeito, estes três são o único Deus.



A teologia unicista ensina que Jesus Cristo é o Pai encarnado, e que o Espírito Santo também é Jesus Cristo. Estes ensinamentos são o pilar da teologia unicista. Vejamos se esta noção está em harmonia com as Escrituras.



É JESUS O PAI?



Versículos que os Unicistas usam para provar que Jesus é o Pai:



Isaías 9:6 — o “Pai Eterno”



Este versículo não ensina que Jesus é o Pai. O título “Pai eterno” refere-se ao fato de que Jesus é o Pai da eternidade; em outras palavras, Jesus sempre existiu (João 1:1); Ele não foi criado, não teve princípio (João 17:5).



O termo “Pai” não era o título que se costumava usar para dirigir-se a Deus no Antigo Testamento. Assim, este versículo não ensina que Jesus é o “Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo” (1ª Pedro 1:3); em outras palavras, Jesus não é seu próprio Pai.



João 10:30 — “Eu e o Pai somos um”



Se Jesus houvesse querido dizer que ele é o Pai, haveria dito: “Eu e o Pai sou um” ou “Eu sou o Pai”, que seria a expressão gramatical correta. Jesus não pode ser acusado de ter sido um mal comunicador.



“Somos” (gr. esmen), a primeira pessoa do plural. Jesus e o Pai são um em natureza e em essência, porque Jesus é Deus, como o Pai, mas não é o Pai.



João 14:8, 9 — “Disse Filipe: “Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Jesus respondeu: “Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê ao Pai. Como você pode dizer: ‘Mostra-nos o Pai’?”



Jesus não disse a Filipe que era o Pai.



Jesus veio como representante do Pai; veio demonstrar-nos o caminho ao Pai (v. 6). Em João 5:43, Jesus disse: “Eu vim em nome de meu Pai [na autoridade do Pai, com as credenciais do Pai], e vós não me recebeis; se outro viesse em seu próprio nome [em sua própria autoridade, com suas próprias credenciais; como o anticristo], a esse receberíeis”.



Quantas vezes temos orado: “Pai, ajuda-me para que as pessoas te vejam em mim”. Acaso isso quer dizer que quando as pessoas virem você, estarão vendo literalmente ao Pai? Certamente que não, nem tampouco você estaria realmente pensando nisso, mas sim, estaria pedindo que Deus o ajude a representá-lo corretamente diante das pessoas para que possam ver a Deus através de sua vida. Por isso Jesus disse a Filipe: “O que me viu, viu ao Pai”, porque ver a Jesus, quem representou ao Pai foi como se estivesse vendo ao Pai. Mas Jesus não estava dizendo que ele era o Pai.



QUE DIZ A BÍBLIA ACERCA DE JESUS E O PAI?



Jesus é referido como “Filho” mais de 200 vezes no Novo Testamento e nunca é chamado de “Pai”.



Jesus referiu-se ao Pai mais de 200 vezes como alguém distinto dele.



Em mais de 50 versículos podemos observar o Pai e a Jesus, o Filho, lado a lado.



No Novo Testamento repetidamente encontramos expressões como estas:



Romanos 15:5–6 — “O Deus que concede perseverança e ânimo lhes dê um espírito de unidade, segundo Cristo Jesus, para que com um só coração e uma só boca vocês glorifiquem ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo”.



2ª Coríntios 1:3 — “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação...”



Filipenses 2:10–11 — “...Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai”.





1ª João 1:3b — “Nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo”.





1ª João 2:1 — “Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo”.





2ª João 3 — Graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, o Filho do Pai, estarão conosco em verdade e amor”.





No Evangelho de João, Jesus se diz ter sido enviado pelo Pai, mas nunca se referiu a si mesmo como o Pai que enviou ao Filho.





O Pai enviou a alguém separado dele, chamado Filho.





1ª João 4:9–10,14 — “Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação por nossos pecados. (...) E vimos e testemunhamos que o Pai enviou seu Filho para ser o Salvador do mundo”.





É JESUS O ESPÍRITO SANTO?





Versículos que os Unicistas usam para provar que Jesus é o Espírito Santo:





2ª Coríntios 3:17 — “Ora, o Senhor é o Espírito e, onde está o Espírito do Senhor, ali há liberdade”.





O texto não diz que “Jesus é o Espírito”. Se a passagem dissesse isto, talvez os Unicistas tivessem um ponto forte, mas como não diz isto, eles assumem que a palavra “Senhor” se refere a Jesus Cristo.





O “Espírito” aqui é chamado de Senhor no sentido de identificá-lo com Iavé (Jeová) ou Deus, e não com Jesus, já que o versículo 16 diz: “Mas quando alguém se converte ao Senhor, o véu é retirado”. Trata-se de uma referência a Êxodo 34:34: “Porém, vindo Moisés perante o Senhor [Iavé] para falar-lhe, removia o véu até sair; e, saindo, dizia aos filhos de Israel tudo o que lhe tinha sido ordenado”.





O contexto sempre é que determina a quem se está referindo quando a palavra “Senhor” é usada. No versículo 17 a palavra “Senhor” está referindo-se a Iavé e não a Jesus, já que o versículo 16 e todo o contexto assim demonstra.





Se os Unicistas estivessem sempre corretos ao interpretar “Senhor” como “Jesus”, como ficaria Filipenses 2:11? O texto diz: “E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai”. Seguindo a linha de raciocínio dos Unicistas, teríamos de concluir erroneamente que: “E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Jesus...”. Isto não é o que este versículo está dizendo, mas o que está ensinando é que: “E toda língua confesse que Jesus Cristo é Deus. Porém, não Deus, o Pai, porque no mesmo versículo diz que isso será feito ”para a glória de Deus Pai”.





Romanos 8:9 — “Entretanto, vocês não estão sob o domínio da carne, mas do Espírito, se de fato o Espírito de Deus habita em vocês. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo”.





Este versículo não mostra que Jesus é o Espírito Santo. A única coisa que está dizendo é que se alguém não tem o Espírito que produz fé em Cristo e demonstra o caráter de Cristo, ou seja, “o Espírito de Cristo”, ele não é parte do corpo daquele que morreu por nossos pecados. Ele é todavia controlado pela “natureza pecaminosa”.





O versículo 11 faz distinção bem clara entre o Pai que levantou a Jesus dos mortos, o Espírito pelo qual Jesus foi levantado e Jesus, quem foi levantado. Não se pode ignorar a distinção de pessoas apresentada neste versículo.





QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE JESUS E O ESPÍRITO SANTO?





Mateus 12:31–32 — O texto fala da blasfêmia contra o Espírito Santo. A conclusão lógica que é extraída deste texto é que se a blasfêmia contra o Espírito Santo não vai ser perdoada, mas a blasfêmia contra o Filho vai ser perdoada, então o Filho não é o Espírito Santo.





João 14:16 — O Espírito Santo é o “outro Consolador”.





João 15:26 — Jesus enviou o Espírito Santo.





João 16:13 — O Espírito Santo demonstra humildade e busca glorificar a Jesus.





Depois de termos visto que Jesus não é o Pai nem tampouco o Espírito Santo, podemos nos dar conta de que os Unicistas têm um conceito equivocado da verdadeira natureza de Deus.





Se Jesus não é o Pai, mas é Deus, e o Pai não é Jesus e é Deus, e o Espírito Santo não é Jesus e é Deus e a Bíblia diz que somente há um Deus, então isto significa que dentro da unidade do único Deus existem três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; e estas três compartilham a mesma natureza e atributos; então, com efeito, estas três pessoas são o único Deus.





Uma coisa é dizer “Eu não entendo a doutrina da Trindade” e outra coisa é dizer que “a doutrina da Trindade é falsa”, “pagã”, “diabólica”, “antibíblica”. A Bíblia faz uma advertência muito forte para esta classe de pessoas quando nos diz: “...Este é o anticristo: aquele que nega o Pai e o Filho. Todo o que nega o Filho também não tem o Pai; quem confessa publicamente o Filho tem também o Pai” (1ª João 2:22b–23).



AQUI uma refutação direta ao ensino de WMB sobre esse tema.