segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Adventismo acusa Metodismo de Heresia! ou de Ortodoxia? - Resposta de um pastor Metodista

Todos sabem do barulho que Leandro Quadros faz em relação aos escritos de seus oponentes: ‘Eles não usam obras primárias’... ‘Não investigam nas obras adventistas’.. Quando ele entrou em contato com o reverendo Ageu sobre o que eu disse na palestra do JMC, entre outras coisas, ele escreveu:

2º: Eles rejeitavam veementemente (mesmo sem ter a plena compreensão da doutrina) era a doutrina da Trindade como apresentada pelos credos cristãos da época, especialmente um credo Metodista de 1856, que dizia o seguinte: “[...] existe um único Deus vivo e verdadeiro, sempiterno, sem corpo ou partes [...]” (Citado em A Trindade…, p. 234). Eles não rejeitavam a importância da doutrina de Deus manifesto em Três Pessoas (mesmo crendo no Espírito como sendo o “poder de Deus” ), mas a doutrina Tradicional da Trindade que continha elementos não bíblicos supracitados e que são negados até hoje pelos adventistas e por qualquer outra denominação Protestante e Trinitariana.”

(Esse assunto, Trinitarianismo e Adventismo, e outras referências, tratamos AQUI.)

Um tempo antes, o Trinitarianismo dos Metodistas, serviu para outra coisa. Provar que Ellen White ‘era’ Trinitariana! Veja o que o Leandro postou anteriormente, me criticando:

"Além disso, se ele realmente estivesse preocupado em informar o seu publico, não teria sido tão seletivo a ponto de não informar que Ellen White era trinitariana e acreditava na Divindade de Cristo. E não poderia ser diferente, pois, ela veio do metodismo." http://novotempo.com/namiradaverdade/o-ministerio-de-ellen-white-a-operacao-do-erro-de-satanas/


Entrei em contato com alguns pastores Metodistas, indagando sobre acusação adventista, tendo o seguinte pano de fundo: O Metodismo algum dia adotou algum Credo a respeito da Trindade [em 1856, conforme apontado pelos autores adventistas], que foi rejeitado pela maioria das igrejas protestantes?

Recebi a resposta do reverendo Francisco Belvedere, Pastor Metodista, nos seguintes termos:

“Graça e Paz irmão Luciano!

Quanto à afirmação do apologista adventista citada em seu artigo, o que te digo é o seguinte:

1.      Desconheço qualquer credo metodista datado de 1856. O Metodismo histórico orienta-se primeiramente pelas Escrituras Sagradas, pelo Credo Apostólico, pelos 25 artigos de religião do Metodismo e pelos sermões e notas de John Wesley do Novo Testamento.

2.      Os 25 artigos de religião, são oriundo dos 39 artigos de religião da Igreja Anglicana. Curiosamente o antigo I, que trata da Trindade sofreu uma modificação. O artigo anglicano reza: “Há um único Deus,  vivo e verdadeiro, eterno, sem corpo, sem partes nem paixões... “  O Rev.John Wesley, ao redigir  a versão que seria utilizada pela Igreja Metodista Episcopal (EUA), ele suprimiu a expressão “nem paixões”, por entender que o amor de Deus pela humanidade poderia ser entendido como uma paixão. A redação do artigo ficou então assim: “Há um só Deus vivo e verdadeiro, eterno, sem corpo nem partes; de poder, sabedoria e bondade infinitos; criador e conservador de todas as coisas visíveis e invisíveis. Na unidade desta Divindade, há três pessoas da mesma substância, poder e eternidade - Pai, Filho e Espírito Santo.”

3.      Ele mesmo admite que o que eles rejeitavam: “Eles não rejeitavam a importância da doutrina de Deus manifesto em Três Pessoas (mesmo crendo no Espírito como sendo o “poder de Deus” ), mas a doutrina Tradicional da Trindade. Ou seja, o próprio apologista admite que o credo metodista  está de acordo com a doutrina trinitariana tradicional.

Finalmente, fica o desafio ao referido apologista, apontar em quais sentidos a doutrina tradicional da trindade, ou mesmo nosso artigo de religião, é anti-bíblico. 

No amor de Jesus


Reverendo Francisco Belvedere Neto, Pastor Metodista”


74 comentários:

  1. Mais uma vez o amigo parte para o apoio, em opiniões, ao invés de fontes primárias. E por que digo isto?

    Porque ao invés de verificar a fonte passada por Leandro Quadros "A Trindade…, p. 234", o amigo, foi buscar, novamente opiniões de outra pessoa.

    Academicamente, o amigo teria que procurar tal fonte e verificar se consta realmente aquilo que Leandro Quadros disse. Constando, não há porque dizer de que se trate de uma acusação (infundada pelo que se subentende à partir do post do amigo).

    Afinal, tal fonte e citação existe ou não existe? Esta é a pergunta que se deve fazer, e não se, uma determinada pessoa acredita que algo tenha existido ou não.

    Tocamos, então, novamente na mesma tecla em que o amigo tem sido tão criticado, por não manusear corretamente as fontes primárias e por muitas vezes, não utilizá-las, mas sim, substituí-las por opiniões, quer seja do próprio amigo ou de outrem.

    Será que o Reverendo Francisco Belvedere Neto, negaria que tal citação exista? Poderia ele garantir de que os adventistas daquela época, não tenham de fato rejeitado a doutrina da Trindade nos moldes de obras deste tipo?

    Estas são as perguntas corretas que o amigo deveria ter feito ao Reverendo de forma a evitar o acidente de uma desonestidade acadêmica. Porque o post do amigo dá a entender (salvo engano) de que tal escrito, citado pelo professor Landro Quadros, não procede e que, também, não haveria tal crença na época que poderia servir de justificativa para a descrenças de alguns do movimento adventista na Trindade, segundo o que se encontraria presente em obras como aquela citada.

    E encontrado, tal visão, acerca da Trindade, conforme nos foi relatado pelo prof. Leandro Quadros, seria indício de que havia uma heresia ou um ensinamento errado, acerca da Trindade, e que estaria contida em obra metodista naquela época?

    Creio que isto porém já não é ossada do professor Leandro Quadros, nem dos Adventistas do Sétimo Dia. Mas digo apenas que negar, não é resposta, é preciso que de fato se investigue tal obra na página citada para ver se a tal “acusação” (conforme definido pelo amigo) procede.

    E certamente encontrarão a citação, conforme o prof. Leandro Quadros nos informou, daí então, o problema que surgir é responsabilidade exclusiva do amigo, pois foi o amigo quem taxou isto de ‘heresia’, conforme definido no título de seu post e também no decorrer de suas explanações! Portanto o, ‘tratar-se de uma heresias’, é por vossa conta!

    Deixo então um alerta de que, imprecisão acadêmica, também traz as suas conseqüências.

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    1. Com base nisto, pessoalmente, não me atrevo a dizer de que se tratasse de uma heresia, o que posso dizer, em um primeiro momento, é de que se tratasse de uma visão equivocada (acerca da Trindade) e que alguns adventistas da época rejeitavam.

      Quanto à visão acerca da trindade, nos moldes apresentados pela fonte (A Trindade…, p. 234) , tratar-se de uma heresia, conforme definiu nosso amigo Luciano Sena, ou não não se tratar de uma heresia, creio que isto é mais de interesse do Reverendo responder, do que do prof. Leandro Quadros.

      De nossa parte, apenas rejeitamos tal visão, bem como as demais religiões protestantes, o resto, então, fica inteiramente por vossa conta, amigo Luciano Sena.

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    2. Então, nem heresia, nem ortodoxia, nem acusações!

      Apenas dizemos de que haviam visões equivocadas acerca da Trindade naquela época e que serviam de motivo para alguns rejeitarem a verdadeira doutrina da Trindade, seguida pelos Adventistas do Sétimo Dia e pelas demais religiões protestantes.

      Não convém, portanto, fazer intriga acerca deste assunto.

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Sr Adventista, acredito, um de seus piores comentários que já li.

    vc está é falando e dizendo, dizendo e falando, sem ter resposta alguma.

    Fonte primária!? A citação está lá?

    E depois Quadros diz: 'igreja protestante alguma aceita'... e está provado que isso é um blefe!

    Por favor Sr Adventista, 'paixão cega tem limites'...

    O que cabe a eles, e não ao sr, é uma das três alternativas:

    1. Provar o que disseram.
    2. Reconhecer que o bando pioneiro eram hereges
    conscientes.
    3. "Saírem do armário" e reconhecerem que negam a doutrina tradicional da trindade.

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    1. Sim concordo com o amigo, mas peço que substitua a palavra 'piores' por 'desagradáveis'. Deste modo, este deve sim ter sido um de meus comentários mais desagradáveis, pelo menos para o amigo.

      Mas o que eu tinha a dizer sobre este assunto, já disse. Então peço desculpas se em algum momento lhe ofendi, não era meu objetivo.

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  4. Bom dia irmãos,

    Esse assunto da Trindade está dando o que falar hein?! rs
    Sendo assim, gostaria de fazer uma pergunta à todos:

    O Pai e o Filho têm cada qual um nome: Jeová, o Pai e Jesus Cristo, o Filho. Portanto, constatamos que há um só Deus (Jeová) e um só mediador entre Deus e o homem, Jesus Cristo (o filho). Nas Escrituras Sagradas, não há, portanto, nenhum versículo que ensine a crer e a adorar uma terceira pessoa da trindade. E se supostamente existisse essa terceira pessoa como Espírito Santo, qual seria seu nome?!

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    1. Amado do Senhor Gabriel Sanchez.
      Bom observarmos pessoas sinceras como você e interessadas em entender a ajudar outros a serem esclarecidas sobre a verdade com relação Àquele que em breve voltará para separar o joio do trigo, Jesus Nosso único e Suficiente Salvador.
      Louvamos a Deus por mais que seja complicado para nós, mortais, limitados, compreendermos em toda sua plenitude ao Único Deus. Ele nos iluminará a compreendermos até onde nos foi revelado pelas Escrituras. Dt.29.29

      1- O Espirito Santo é Deus. At.5. 3-4
      2- O Espirito Santo é um ser pessoal, Ele cria e dá vida. Jó33.4; escolhe comissiona ministros Is.48.16; At.13.2; 20.28, etc.
      3- Ele faz parte da formula batismal divina Mt.28.19
      4- Vejamos a unidade e igualdade do Espirito Santo com o Pai. Mt.28.19 e 2Co.13.13

      Para não alongar o comentário e ficar desgastante para os que lerem, esta subtendido que Ele é Deus e só existe um Deus e se é um ser pessoal, logo é a 3a. Pessoa da Santíssima Trindade e a bíblia nos ensina a adorá-lo e crer nEle.
      Deus nos ilumine
      Em Cristo
      Wilton

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    2. Bom dia WILTON,

      Obrigado pela resposta. Entretanto, existem algumas complicações no seu raciocínio. Veja bem irmão:

      Se você estudar profundamente à respeito da formula batismal, perceberá que as passagens Mateus 28:19 e I João 5:7 foram adulteradas ao longo das traduções. No rodapé da Bíblia de Jerusalém, na passagem Mateus 28:19, tem uma obervação sobre essa inserção. Se você harmonizar essa passagens com os outros evangelhos, perceberá que eles não confirmam esse método batismal.
      Algumas observações sobre o método batismal:

      “Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.” Atos 2:38.

      “Jesus... lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras; e lhes disse: Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em Seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém.” Lucas 24:44-47.

      “ ...Então, os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas. ... Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos.” Atos 2: 41, 43.

      I João 5:7 e 8 aparece assim no original:

      7. oti treis eisin oi martirountes

      8. to pneuma kai to udwr kai to`` aima kai`` oi`` treis eis en eisin

      “Hoti treis eisin hoi martirountes”, “to pneuma kái to hidor kaito haima, kai hoi treis eis heneisin”.

      Sua tradução literal seria:

      “Porque três são os que testificam: o espírito, a água e o sangue e os três para um são”.

      Algumas traduções da Bíblia trazem um acréscimo a este texto, que tem sido denominado – "as três testemunhas celestiais", por aparecer da seguinte maneira: "no céu: o Pai, a Palavra e Espírito Santo; e estes três são um. E três são os que testificam na terra”. - Porém, isso não consta no original grego.

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    3. E querido, quanto as características pessoais do Espírito Santo, é preciso observar o seguinte:

      O Espírito Santo não fala de si mesmo (João 16:13). E por quem fala, então? Pela boca de Jeová, que criou o seu filho Jesus (João 3:4) e pela boca do Filho, que criou o mundo (Gênesis 1:4; Jó 26:13; Salmos 33:4-9; Hebreus 1:1-2). É pelo Espírito que sai de sua boca que se renova o mundo (Salmos 104:30; João 20:22; Tito 3:5-6; Apocalipse 21:5). Era Deus quem estava em Cristo, ensinando através dele (João 6:45, 8:29, 14:10,26; Atos 1:1-2, 10:38).

      Jesus subiu ao Pai e rogou que enviasse o Espírito Santo, que continua operando na Igreja (Marcos 16:19-20; Lucas 24:49; Atos 1:8, 2:33-36) e falando pela boca de Cristo, dos Anjos e dos homens enviados (Mateus 10:18-20; Atos 4:8-9).

      Na conversão do eunuco, foi o anjo enviado por Cristo quem falou a Felipe (Atos 8:26-29) Na conversão de Paulo, foi Jesus quem apareceu a ele (Atos 9:3-50); depois, enviou Ananias que impôs as mãos sobre Paulo e este recebeu o Espírito Santo (Atos 9:11-17). Paulo disse que o Espírito de Cristo falou por ele (II Coríntios 13:3; Gálatas 4:6-7).

      Foi por isso que disse Jesus: “quando vós entregarem, não vos preocupeis com o que haveis de dizer, não sois vós que fala, mas o Espírito de Vosso Pai que fala em vós” (Mateus 10:19-20; Lucas 12:11-12). Portanto, o Espírito Santo nos ensina falando pela boca dos seus servos (II Samuel 23:2) e, por Cristo, dando mandamentos.
      Foi O Espírito Santo quem falou nos profetas da Igreja de Antioquia e em Efésios e constituiu as autoridades? Não! Aqui foi Cristo quem falou e os guiava (Atos 13:2-3,16:6-8, 20:27-29). O Espírito Santo estava em Cristo, reconciliando com Deus o mundo (II Coríntios 5:18-19). Negar esta verdade é negar o Espírito Santo de Deus e de Cristo (Romanos 8:9-14)

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    4. Estimado Gabriel Sanshez.
      Com relação a formula batismal em Nome da Trindade e em nome do Senhor Jesus, passo a comentar:
      A menção do batismo em nome de Jesus (Atos 2.38; 8.16; 10.48 e 19.5) encontra-se em passagens que não tratam da fórmula batismal, e, sim, de atos ou eventos feitos em nome de Jesus, pois tudo o que é feito em nossas vidas é em nome de Jesus. Veja o que diz o apóstolo Paulo em Colossenses 3.17: “E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai”. O cristão quando se reúne, se reúne em nome de Jesus; Quando louva a Deus com cânticos, louva em nome de Jesus; Quando apresentamos uma criança, apresentamos em nome de Jesus;… e quando realizamos um batismo, realizamos em nome de Jesus, mas de acordo com a fórmula dada por Cristo: “Em nome do Pai, Filho e Espírito Santo” (Mt 28.19). Os textos do livro de Atos só nos mostram essa realidade e não uma fórmula batismal, veja: Atos 2.38 – “Em nome de Jesus Cristo”; Atos 8.16 – “em nome do Senhor Jesus”. Se essas passagens revelassem a fórmula batismal, seriam iguais, pois qualquer fórmula é padronizada. O que a Palavra está dizendo é que as pessoas eram batizadas na autoridade do nome do Senhor Jesus, mesmo porque não é possível que Pedro, pouco tempo depois da ordem de Jesus, em Mateus 28:19, agisse de modo tão diferente, alterando a fórmula batismal.

      OBS: O Texto que mencionei foi: Mt.28.19 e 2 Co.13.13

      Cremos na Inerrância das Escrituras e sabemos que ela não se contradiz, nós e que por falta de conhecimento não compreendemos e para nós alguns fatos se tornam "misteriosos". Esta bem claro nas Escrituras que o Espirito Santo é um Ser Pessoal e é Deus, segue mais alguns texto para meditares em oração. Deus te iluminará:

      Jó.33.4; Is.48.16; At.13.2; 20.28; At.8.29; 10.19-20; At.16.6-7; 1 Co.2.13; At.1.16; ! Pe.1. 11-12; 1 Pe.1.21; Gn. 6.3; Jo16.8; At.9. 31; Rm.8.26; Jo.14.26;1Co. 12.3; Jo.16.13; Rm.15.16; 1 Co.6.11; Jo.15.26; Jo.16.14; Rm.15.13; Rm.11.33-34; 1 Co.2.10-11; 1 Co.12.11; Jo14.17; Is. 63.10; Ef. 4 30; At. 7. 51; At.5.9

      Os textos acima revela-nos sobre a Personalidade do Espirito Santo.

      Deus nos ilumine.
      Em Cristo
      Wilton

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    5. Irmão Wilton,

      Vamos ver se eu entendi. Você concorda comigo que, todas as vezes que o contexto de um batismo ocorre nos evangelhos, ele está relacionado somente ao nome de Jesus?! Ok, você está certo!
      Cristo NUNCA disse que devemos batizar em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Mt 28.19 foi ADULTERADO. Não é isso que os manuscritos mais antigos da bíblia dizem!

      Vamos fazer um cálculo aqui: 36 versos dizem que as pessoas devem ser batizadas em nome de Jesus e apenas 1 (UM), repito 1 (UM) verso diz que o batismo é em nome de uma trindade. - Você não acha isso suspeito?!

      As passagens que você mencionou contém muitas expressões "Espírito de Deus", sempre relacionadas a ações ou atuações do poder de Deus. É através do Espírito Santo que ensina e revela verdades. Na verdade, quando temos o Espírito Santo em nosso coração, o Pai e o Filho moram nele; todas as coisas são ensinadas e reveladas por Eles ATRAVÉS DO Espírito (João 6:44-45, 14:23; Atos 16:7; I Coríntios 2:10-13; Gálatas 4:6; Apocalipse 3:20-21).

      A ordem do batismo trinitário é isolada e não tem o testemunho da autoridade do Pai (Jeová). Jesus disse: “Se eu dou testemunho de mim mesmo o meu testemunho não é verdadeiro, mas o Pai que dá testemunho de mim para que o meu testemunho seja verdadeiro” (João 5:31-32, 8:14).

      Lanço aqui um paradigma, ou uma questão interessante. Raciocine comigo: Se o Espírito Santo é uma das três pessoas “distintas” da Trindade, então Jesus não poderia ser Filho de Deus, uma vez que quem engravidou Maria foi o Espírito Santo e não Deus o Pai. Portanto, seguindo essa linha de raciocínio, Ele seria filho do Espírito Santo?!

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    6. Estimado Gabriel Sanchez.
      Esta Escrito: "...o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito ; porque a letra mata , mas o espírito vivifica. " 2 Co.3.6
      A compreensão das Escrituras, bem como as coisas relacionadas a Deus, só podem ser compreendidas na égide do Espirito Santo. Nossa mente e compreensão humana não permitirá entrarmos nesta dimensão. Precisamos nos humilhar e quebrantar reconhecendo que sem Ele nada podemos fazer ou compreender.
      O Texto de Mt. 28.19 é fiel ao original e suficiente para deixar claro que a ordem do Senhor Jesus é para que o batismo cristão fosse realizado em UM SÓ NOME : O de DEUS.
      O texto sagrado diz: " Ide, portanto, fazei discípulos de todas as Nações, batizando-os EM NOME do Pai, e do Filho e do Espirito Santo ;..."( A formula é uma forte declaração do trinitarianismo ) .
      A palavra NOME é usasda, para representar poder e autoridade de alguma pessoa, nunca de uma força impessoal, que não pode possuir poder nem autoridade. O Senhor Jesus deixa bem claro este fato para o nosso entendimento.
      Os textos citados pelo amado do Senhor, ratifica a ordem de Cristo, que ordenou àquela forma de batismo cristão.

      O Amor de Deus é tão imensurável que muitos de nós ainda não o compreendemos. Este é o motivo de tanta falta de compreensão para o entendimento da Trindade, Jesus Filho do Homem e o Espirito Santo... a morte de Jesus no Calvário em nosso lugar, Sua ressurreição, etc.... Cada dia que passa e observamos as incompreensões de muitos nas postagens nas diversas páginas deste blog. Ef. 3.17-19. Enquanto não acontecer na prática esta experiência em cada pessoa ficaremos com grande dificuldade para " cair a ficha " da verdade de Deus.

      Deus nos ajude e esclareça com Sua Santa Luz.

      A Paz de Cristo nos guarde

      Wilton

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    7. Estimado Gabriel Sanchez.
      Você teria uma resposta ou um comentário para fazer do tema desta página ou o irmão não é adventista. Professas outra denominação?
      Paz seja contigo
      Wilton

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    8. Minha intenção não era fugir do "problema apresentado", desculpem se pareceu isso! - A questão é que todos estão dando tanta importância para essa questão da Trindade, que gostaria de saber o quanto vocês entendem sobre o assunto, e como vocês defendem esse dogma.

      Comecei lançando um "desafio" perguntando: O Pai e o Filho têm cada qual um nome: Jeová, o Pai e Jesus Cristo, o Filho. Portanto, constatamos que há um só Deus (Jeová) e um só mediador entre Deus e o homem, Jesus Cristo (o filho). Nas Escrituras Sagradas, não há, portanto, nenhum versículo que ensine a crer e a adorar uma terceira pessoa da trindade. E se supostamente existisse essa terceira pessoa como Espírito Santo, qual seria seu nome?!

      E mais recentemente coloquei outra questão: Se o Espírito Santo é uma das três pessoas “distintas” da Trindade, então Jesus não poderia ser Filho de Deus, uma vez que quem engravidou Maria foi o Espírito Santo e não Deus o Pai. Portanto, seguindo essa linha de raciocínio, Ele seria filho do Espírito Santo?!

      Isso para que possamos refletir e para eu saber se vocês realmente acreditam nesse dogma.

      :)

      Quanto ao assunto do post, eu digo: O adventismo não pensa de acordo com a doutrina trinitariana tradicional.

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    9. Estimado Gabriel Sanchez, obrigado por sua resposta.

      Para ficar bem esclarecido e para que possamos avaliar nossa visão sobre o assunto, o amado do Senhor poderia especificar os pontos divergentes objetivamente relacionando-os?

      Obrigado por tua compreensão.
      Em Cristo
      Wilton

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  5. Quem disse que o GRANDE EU SOU tem nome????

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    1. Bem Fernando, a Bíblia identifica o nome de Deus em várias passagens!
      יהוה - YHWH, por exemplo, refere-se ao nome do Deus de Israel em forma escrita já transliterada e depois, latinizada. Desse tetragrama derivam muitos nomes do Deus EU SOU, o Deus de Israel, como Javé e Jeová. A Bíblia também identifica o Deus Filho pelo nome - Yeshua - Jesus Cristo - Emanuel. - A pergunta é: O Espírito Santo tem um nome próprio identificável na Bíblia?!

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    2. Existem, até hoje, controvérsias quanto à correta pronúncia de יהוה , havendo algumas alternativas como Javé, Iavé etc., todas elas gramaticalmente possíveis. Todavia, a forma correta - qualquer que seja ela - não pode ser aquela eleita pela Sociedade Torre de Vigia, já que, como vimos, tal termo provém de um erro grosseiro de leitura, o qual tornou-se tradicional. Segundo alguns peritos em línguas mortas, há evidências fortes em favor da forma Iahweh - amplamente utilizada, por exemplo, na Bíblia de Jerusalém (1973).


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    3. o nome ´´Jeova´´ e uma invenção moderna
      um de onde original diz YHVH הְיֶה. Um híbrido baseado nas quatro letras do alef beit, uma transliteração em alemão, J-H-VH.
      Com as vogais individualmente transliteradas do hebraico de Adonay´´.(e-o-a).
      בראשׂית ברא אלהים את השׂמים ואת הארץ

      Leia mais em: http://www.torahweb.net/t146-quem -disse-que-o-nome-deus-e-jeova#ixzz2iSRutrNp
      Fonte: TORAH WEB - site judaico messiânico

      portanto existindo evidencias de erros quanto ao nome jeova, e temerario dizer que o nome de DEUS é jeova.

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    4. Ok Fernando, você tem razão. Entendi o seu ponto. Porém, essa não é a questão. A questão é que, mesmo com essas controvérsias sobre as traduções dos nomes, a Bíblia discrimina NOMES PRÓPRIOS para o Deus Pai e para o Deus Filho. A Bíblia os DIFERENCIA como 2 Pessoas distintas, mesmo sendo Eles unidos em natureza, propósito e objetivo. A Bíblia Os chama por nomes identificáveis. Portanto, eu ainda questiono: O Espírito Santo tem um nome próprio identificável na Bíblia?!

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    5. Quem diz que o Espirito Santo é uma pessoa são as Escrituras Sagradas.

      os versículos abaixo, são consagradas pela Ortodoxia cristã.

      Porque na mesma hora vos ensinará o Espírito Santo o que vos convenha falar. (Lucas 12 : 12)

      Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. (João 14 : 26)

      Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? (Atos 5 : 3)

      Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais. (Atos 7 : 51)

      E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. (Atos 13 : 2)

      Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias: (Atos 15 : 28)

      E, passando pela Frígia e pela província da Galácia, foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia. (Atos 16 : 6)

      Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz, (Hebreus 3 : 7)

      Dando nisto a entender o Espírito Santo que ainda o caminho do santuário não estava descoberto enquanto se conservava em pé o primeiro tabernáculo, (Hebreus 9 : 8)

      E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. (Romanos 8 : 26)

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    6. Ok irmão Fernando Costa, lindos versos! :D

      Mas para entendermos o significado dos mesmos, é necessário entendermos o que é o Espírito Santo.

      Partindo da etimologia, sabemos que a expressão “Espírito”, ou “Espírito de Deus”, ou ainda “Espírito Santo” se encontra na grande maioria dos livros da Bíblia. No Antigo Testamento a palavra hebraica empregada de forma uniforme para “Espírito” se referindo ao Espírito de Deus é רוּח, rūaḥ significando “sopro,” “vento” ou “brisa.” A forma verbal da palavra é רוּח, rūaḥ, ou ריח, rı̄aḥ usado apenas no Hiphil e significando “respirar”, “soprar”. Um verbo semelhante é רוח, rāwaḥ, significando “respirar”. A palavra que sempre é usada no Novo Testamento para “Espírito” é o substantivo grego neutro πνεῦμα, pneúma, com ou sem o artigo e para o Espírito Santo, πνεῦμα ἅγιον, pneúma hágion, ou τὸ πνεῦμα τὸ ἅγιον, tó pneúma tó hágioň. No Novo Testamento, nós encontramos as expressões, πνευματι θεου (“O Espírito de Deus”), πνευμα κυριου (“Espírito do Senhor”), πνευμα του πατρος (“Espírito do Pai”), πνευματος ιησου χριστου (“Espírito de Jesus Cristo”). A palavra grega para “Espírito” no grego vem do verbo πνέω, (pnéō), “respirar”, “soprar”. O correspondente em Latim é spiritus, de onde derivamos o nosso português “espírito”.

      OK!

      Partindo dessa premissa, podemos compreender que a Palavra de Deus não atribui um nome próprio a expressão "Espírito Santo", como uma pessoa.

      O fato do "Espírito Santo" parecer ter uma personalidade própria, não é uma evidência de que ele é uma pessoa por ele mesmo! Pois O Espírito não fala de si só! Se o Espírito Santo fosse Deus mesmo, falaria por si mesmo, não precisando dizer o que ouvira de Jesus, como lemos em São João 16, 13 e 14, pois Deus já sabe tudo, desde todas as eternidades.

      Também não é incomum atribuir "personalidade" a palavras ou expressões que não são pessoas. Por exemplo: Provérbios 1:
      20 "A sabedoria clama em alta voz nas ruas,
      ergue a voz nas praças públicas,
      21 nas esquinas das ruas barulhentas
      ela clama,"

      O Espírito Santo não geme por si só, mas em nós que somos sua casa (Romanos 8:22-27; Ezequiel 36:26-27; Miquéias 3:8; I Coríntios 6:19; Efésios 2:21-22). O Espírito de Jeová e de Cristo é único (João 10:30; I Coríntios 12:13; Efésios 4:4-6).

      É através do Espírito Santo que ensina e revela verdades. Na verdade, quando temos o Espírito Santo em nosso coração, o Pai e o Filho moram nele; todas as coisas são ensinadas e reveladas por Eles ATRAVÉS DO Espírito (João 6:44-45, 14:23; Atos 16:7; I Coríntios 2:10-13; Gálatas 4:6; Apocalipse 3:20-21).

      O Espírito Santo é o Poder de Deus que nEle reside e que, por Cristo, opera todas as coisas (Romanos 2:20; Efésios 1:17-20; Jó 26:13; Salmos 104:29-31; 139:7; João 14:10-12, 20:22; Atos 2:2-4).

      O Espírito Santo é sim como a água que bebemos e nos sacia (Isaías 44:2-4, João 4:10-14, 7:38-39; I Coríntios 12:13); é como o fogo que nos aquece (Isaías 33:13-14); é como o vento que nos agita (Mateus 3:11; João 20:22; Atos 2:2-4); é como o dedo de Deus que opera todas as coisas por Cristo, tanto na criação como na Redenção (Gênesis 1:2; Êxodo 8:19; Jó 26:12-13; Lucas 11:20 ); é como sombra de Deus embaixo da qual descansamos (Salmos 91:1, 112:4-5, Lucas 1:35).
      Acerca da última comparação, interessante é pensar que quando estamos sob a sombra, não estamos NA ÁRVORE, pois a sombra não é á arvore, mas apenas sua projeção.

      De qualquer forma, é impossível, portanto, negar que a sombra não procede da árvore; da mesma maneira, é impossível negar que o Espírito Santo não é a sombra, o poder que procede de Deus ( Lucas 1:35; João 16:26).

      Outra comparação ilustrativa sobre a relação de Deus e do Espírito Santo: Deus é como o sol que nos alumia (Salmos 84:11) e o Espírito Santo como a luz do dia. Negar que a luz do dia não procede do sol é também ilógico.

      :)

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    7. quanto as suas divagações, o Senhor Jesus Cristo, foi chamando de Verbo, e nos provérbios ele é a própria sabedoria.

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    8. Exatamente.

      Entretanto, mesmo Cristo tendo sido chamado de Verbo e de Sabedoria, Ele possuí um nome próprio.

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    9. exatamente, na sua encarnação entre nos, não na eternidade com o PAI e o ESPIRITO SANTO.

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    10. O PAI tem um nome!!

      "Pai" todo homem pode ser. Até um cachorro é pai!

      Ser batizado em nome de uma trindade de um pai sem nome, um filho sem nome e um espírito santo sem nome, é tirar a primazia de Jeová e Jesus Cristo.

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    11. DEUS, está muito além de um nome que possamos designa-lo.

      e quanto ao nome (jeová) existe restrições.


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    12. Sim está!
      Entretanto, em Seu nome temos poder! O nome de Deus e o nome de Cristo são dignos de honra e glória. Não é um "Pai" ou um "Filho" sem nomes que a Bíblia nos orienta a invocar, mas ao contrário. Tudo nós devemos pedir e fazer em nome de Jesus. Se o nome de Jeová e Jesus não fossem importantes, como nós identificaríamos o nosso Deus?!

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  6. Infelizmente, mais uma vez, os adventistas não trataram do tema. Fogem do problema apresentado.

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    1. Minha intenção não era fugir do "problema apresentado", desculpem se pareceu isso! - A questão é que todos estão dando tanta importância para essa questão da Trindade, que gostaria de saber o quanto vocês entendem sobre o assunto, e como vocês defendem esse dogma.

      Comecei lançando um "desafio" perguntando: O Pai e o Filho têm cada qual um nome: Jeová, o Pai e Jesus Cristo, o Filho. Portanto, constatamos que há um só Deus (Jeová) e um só mediador entre Deus e o homem, Jesus Cristo (o filho). Nas Escrituras Sagradas, não há, portanto, nenhum versículo que ensine a crer e a adorar uma terceira pessoa da trindade. E se supostamente existisse essa terceira pessoa como Espírito Santo, qual seria seu nome?!

      E mais recentemente coloquei outra questão: Se o Espírito Santo é uma das três pessoas “distintas” da Trindade, então Jesus não poderia ser Filho de Deus, uma vez que quem engravidou Maria foi o Espírito Santo e não Deus o Pai. Portanto, seguindo essa linha de raciocínio, Ele seria filho do Espírito Santo?!

      Isso para que possamos refletir e para eu saber se vocês realmente acreditam nesse dogma.

      :)

      Quanto ao assunto do post, eu digo: O adventismo não pensa de acordo com a doutrina trinitariana tradicional.

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  7. "Cristo NUNCA disse que devemos batizar em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Mt 28.19 foi ADULTERADO. Não é isso que os manuscritos mais antigos da bíblia dizem!"

    Não é incomum escutar a noção que a frase tripartite em Mateus 28:19 é suspeita com base na crítica textual, mas quando alguém consulta os próprios dados, tais clamores são totalmente infundados. Todo manuscrito bíblico Grego existente que contém este verso de Mateus possui a frase tripartite. Alguém poderia esperar que se, de fato, o original de Mateus (quer alguém presuma um original grego ou hebraico, ou ambos) não inclua a frase tripartite, que pelo menos alguma testemunha antiga deste original poderia ter sobrevivido. Mas nenhuma simples testemunha, antiga ou nova, dá evidência que 28:19 algum dia existiu sem a frase tripartite. Quando nós olhamos para as versões a mesma situação é obtida. A Peshitta Siríaca (em todas as suas testemunhas existentes), a Vulgata, a Cóptica, as versões Eslovacas - todas possuem a frase tripartite. A conclusão de Plummer é então garantida:
    É incrível que uma interpolação deste caráter pode ter sido feita no texto de Mateus sem deixar um traço de sua inautenticidade em um simples manuscrito ou versão. A evidência de sua genuinidade é esmagadora.

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    1. Vamos analisar algumas evidências de um antigo estudo que tenho comigo, de uma pesquisa que realizei sobre o assunto:

      “De acordo com o editor do Christadelphian Monastshefte, Eusébio, entre seus muitos outros escritos, compilou uma coleção de textos corrompidos das Santas escrituras, e ‘a mais séria de todas as falsificações denunciadas por ele é sem dúvida a tradicional passagem de Mateus 28:19.’...

      De acordo com Conybeare:

      ‘Eusébio cita este texto (Mat. 28:19) vez traz vez em obras escritas entre os anos 300 e 336, nominadamente em seus longos comentários sobre Salmos, Isaías, sua Demonstratio Evangélica, sua Theophany... em sua famosa história da Igreja... Eu tenho, após uma pesquisa moderada nestas obras de Eusébio, encontrado dezoito citações de Mateus 28:19, e sempre da seguinte forma:

      ‘Ide e fazei discípulos de todas as nações em meu nome, ensinando-os a observar todas as coisas, tudo o que Eu vos ordenei’

      ... E Eusébio não se contentou meramente em citar o verso nesta forma, mas ele mais de uma vez comenta sobre ele em uma forma tal que parece quere mostrar quanto ele fixou-se pelas palavras ‘em meu nome’. Assim, em sua Demonstratio Evangélica, ele escreve como segue (col. 240, p. 136):

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    2. ‘Mas ele não os ordenou ‘fazer discípulos de todas as nações’ simplesmente e sem qualificação, mas com a adição essencial ‘em meu nome’. Pois tão grande era a virtude vinculada a este apelo que o Apóstolo diz, ‘Deus lhe deu um nome acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho no céu, e na terra, e sob a terra’. Estava certo, portanto, que ele deveria enfatizar a virtude do poder residente em seu nome, mas escondido de muitos, e por isso diz aos seus Apóstolos, ‘Ide, e fazei discípulos de todas as nações em meu nome’.” (grifos nossos) (Fonte: A Closer Look at Matthew 28:19, A Study In Textual Criticism, Edited By Mark Kennicott, 2000, págs. 13, 14)

      O texto acima mostra que Eusébio, em seus escritos, citava textos da versão do evangelho de Mateus que tinha à sua disposição, e os transcrevia como: “batizando-os em Meu nome”, em nome de Jesus. Segundo a fonte acima, Eusébio de Cesaréia denunciou a adulteração do texto de Mateus 28:19. Segundo ele, o texto original não mandava batizar no nome de três pessoas. Quem foi Eusébio de Cesaréia? Que crédito podemos dar às suas afirmações sobre Mateus 28:19? Vejamos o que diz uma publicação de 1902 sobre ele:

      “F. C. Conybeare, no Hibbert Journal, Outubro, 1902

      ‘Dos autores dos testemunhais escritos do texto do Novo Testamento segundo se encontravam nos Manuscritos Gregos de 300-340 D.C., nenhum é tão importante quanto Eusébio de Cesaréia, pois ele viveu na maior Biblioteca Cristã daquela época, aquela que Origen e Pamphilius, nominadamente, coletaram. Não é exagero dizer que a partir desta simples coleção de manuscritos em Cesaréia deriva a maior parte da literatura ante-Nicênica remanescente. Nesta Biblioteca, Eusébio deve ter manuseado habitualmente códigos dos evangelhos duzentos anos mais antigos que o mais antigo dos grandes manuscritos que temos agora em nossas bibliotecas’.”. (grifos nossos) (Fonte: A Closer Look at Matthew 28:19, A Study In Textual Criticism, Edited By Mark Kennicott, 2000, pág. 13).

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    3. “No seu ‘Textual Criticism of the New Testament’ Conybeare escreve:

      ‘É claro, portanto, que dos manuscritos os quais Eusébio herdou do seu predecessor, Pamphilius, em Cesárea, na Palestina, alguns ao final preservaram a passagem original, nos quais não havia nenhuma menção do batismo em nome do Pai, Filho e Espírito Santo. Foi conjecturado por Dr. Davidson, Dr. Martineau, pelo Decano de Westminster, e pelo Prof. Harnack (para mencionar alguns nomes dentre muitos) que o texto recebido aqui não poderia conter as próprias palavras de Jesus; isso muito antes de ninguém, exceto Dr. Burgon, que manteve a descoberta para si, ter notificado a forma do texto apresentada por Eusébio’.” (grifos nossos) (Fonte: A Closer Look at Matthew 28:19, A Study In Textual Criticism, Edited By Mark Kennicott, 2000, pág. 15).

      Segundo a fonte acima, Eusébio é o que estava em melhores condições de acessar os originais dos manuscritos do novo testamento, pois tinha a disposição manuscritos dos evangelhos datados quase da época dos próprios apóstolos, uma época na qual a igreja inda preservava sua pureza. E ele citava freqüentemente que a ordem contida em Mateus 28:19 era: “batizando-os em Meu nome”. Achamos conveniente também colocar mais algumas referências sobre ele, a fim de mostrar quanta credibilidade pode-se atribuir à sua obra:

      “Mosheim, em uma nota editorial de rodapé

      ‘Eusebius Pamphili, Bispo de Cesaréia na Palestina, um homem de vasto conhecimento e erudição, e que adquiriu fama imortal por seus trabalhos em história eclesiástica, e em outros ramos do conhecimento teológico. ... até cerca de 40 anos de idade ele viveu em grande intimidade com o mártir Pamphilius, um homem instruído e devoto de Cesaréia, e fundador de uma extensa biblioteca ali, da qual Eusébio derivou seu vasto conhecimento’.

      Dr. Wescott, em ‘General Survey’, pag. 108

      ‘Eusebio, a cujo zelo nós devemos a maior parte da história conhecida do Novo Testamento’.

      Peake Bible Commentary, pág. 596

      ‘O mais importante escritor no primeiro quarto do quarto século foi Eusébio de Cesaréira... Eusébio era um homem de pouca originalidade ou juízo independente. Mas ele era grandemente versado na literatura Grega Cristã do segundo e terceiro séculos, parte da qual está irreparavelmente perdida, e as gerações subseqüentes têm um grande débito para com sua honesta, e algumas vezes não pouco prejudicada, erudição’...

      Mosheim, novamente, em uma nota editorial

      ‘Eusébio era um historiador imparcial, e teve acesso aos melhores auxílios para compor uma correta história, segundo sua época permitia’.” (Fonte: A Closer Look at Matthew 28:19, A Study In Textual Criticism, Edited By Mark Kennicott, 2000, págs. 12 e 13).

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    4. O trabalho de Eusébio nos mostra que, segundo os textos originais, a ordem de Jesus foi para que batizassem em Seu nome. Escritos deste mesmo autor, posteriores ao concílio de Nicéia, no qual foi tratada a crença em uma trindade, apresentam o texto segundo as versões modernas atuais (batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo). Assim, fica evidente a influência do concílio de Nicéia na mudança intencional de Mateus 28:19, do texto original, para o que temos nas Bíblias de hoje. Não há um relato sequer na Bíblia de um batismo realizado em nome de Pai, Filho e Espírito Santo, conforme apresentado nas traduções modernas de Mateus 28:19. Todos são feitos em nome de Jesus Cristo. Vemos, portanto, que o texto de Mat. 28:19, da forma com lemos nas Bíblias modernas, não se harmoniza com o todo das Escrituras. Algumas pessoas, para defender a validade do texto de Mat. 28:19 da forma como se apresenta nas Bíblias modernas, dizem que tudo era feito em nome de Jesus naquela época porque então o nome de Jesus era o objeto de discussão entre os judeus e os apóstolos. Todavia, quando analisamos o texto de Atos 19, este argumento cai por terra:

      “Paulo, ... chegou a Éfeso e, achando ali alguns discípulos, disse-lhes: Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes? E eles disseram-lhe: Nós nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo. Perguntou-lhes, então: Em que sois batizados, então? E eles disseram: No batismo de João. Mas Paulo disse: Certamente João batizou com o batismo do arrependimento, dizendo ao povo que cresse no que após ele havia de vir, isto é, em Jesus Cristo. E os que ouviram foram batizados em nome do Senhor Jesus. E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam línguas e profetizavam.” Atos 19:1-6. (Bíblia Versão Almeida Revista e Atualizada)

      A passagem acima relata o caso de alguns crentes em Éfeso que haviam recebido o batismo de João, o batista. Eles disseram a Paulo: “nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo”. É evidente, portanto, que não foram batizados em nome do Pai, Filho e Espírito Santo como é ordenado em Mat. 28:19. Se tivessem sido batizados em nome dos três, certamente teriam ouvido falar da existência do Espírito Santo. A passagem ainda relata que foi após estes crentes terem sido “batizados em nome do Senhor Jesus” que “veio sobre eles o Espírito Santo” e falavam em línguas e profetizavam. Vemos que o próprio céu reconhecia o batismo em nome de Jesus. Fica claro que os discípulos não batizavam na época em nome de Jesus por ser este o nome em disputa com os judeus, mas sim o faziam em obediência à ordem de Cristo.

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    5. Os crentes Efésios haviam sido batizados em um batismo diferente (neste caso, o batismo de João), mas foi apenas após serem batizados em nome de Jesus que receberam o Espírito Santo. O céu não enviaria o Espírito Santo mediante o realizar-se um batismo diferente daquele que fora ordenado por Jesus. Vemos, portanto, que Jesus havia ordenado batizar em Seu nome, e o texto de Mat. 28:19, da forma como aparece nas Bíblias modernas, contém um erro de tradução, uma vez que não se harmoniza com diversas passagens das Escrituras contidas no livro de Atos. De fato, por pesquisar as Escrituras, vemos que Eusébio de Cesaréia não somente estava certo ao denunciar que o texto de Mat. 28:19 foi adulterado, como também na quanto a qual é o original desta passagem, que é harmônico com o todo das Escrituras:

      “Portanto, ide e fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em Meu nome ...” Mateus 28:19.

      Perceba que não é necessário conhecer o idioma original, nem ter estudado teologia para perceber que o texto de Mat. 28:19 segundo as versões modernas está mal traduzido. Um estudo cuidadoso, com oração, comparando passagem com passagem, dos textos da Bíblia que temos em nosso próprio idioma nos leva à verdade, como a própria Escritura afirma:

      “Porque é preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali.” Isaías 28:10.

      Veja que não é necessário demonstrar pela arqueologia que a versão de Eusébio de Cesaréia apresentada acima é mais fidedigna do que as versões que apresentam o batismo em nome do Pai, Filho e Espírito Santo; a própria verdade apresentada nas passagens relacionadas com o tema mostra que, das duas versões, a de Eusébio (batizando-os em Meu nome) é a única que pode estar correta, pois não contradiz o testemunho das Escrituras. O mesmo se dá com o todo apresentado neste livro com relação ao único Deus, o Pai. Deus prometeu mostrar Suas verdades aos pequeninos que estudam com oração. E cada vez que uma verdade questionada, descrida e desprezada pela grande maioria dos teólogos e líderes religiosos é descoberta pelos humildes seguidores de Cristo, cumprem-se as Palavras do Mestre:

      “exclamou Jesus: Graças Te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos.” Mateus 11:25.

      Portanto, não nos preocupemos se nossos pastores, líderes de igreja, doutores em teologia e outros estudiosos e pregadores famosos da Bíblia não aceitam o testemunho das Escrituras. Não permitamos que a influência de nenhum destes homens, nem a de todos em conjunto, nos retire a pérola da verdade bíblica do coração, descoberta após estudo fervoroso com jejum e oração. Seja a Palavra de Deus nosso único guia de fé e prática, e não os ensinos dos homens. Que a Escritura se cumpra a nosso respeito:

      “Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por Deus.” João 6:45.

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  8. A autenticidade de um determinado texto, deve ser feito com base nas evidências de manuscritos existentes, e não com base em pressuposições teológicas ou tendências de alguém em oposição á determinada doutrina.

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    1. Fernando,

      Porém, existem manuscritos existentes que não possuem essa forma trinitariana. O Evangelho de Mateus em Hebraico de George Howard é um exemplo que não contem a fórmula batismal em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo.

      Em todo o caso, o irmão compreende o que é crítica textual?

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  9. Nós devemos ter cuidado para não sermos persuadidos por enganosa pseudo-erudição freqüentemente encontrada em nossos dias.
    É freqüentemente afirmado que as palavras no nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo não são as ipsissima verba [exatas palavras] de Jesus, mas tanto as palavras do evangelista colocadas em Sua boca, ou uma adição litúrgica posterior. É argumentado que nos lábios de Jesus elas são um anacronismo; que a Igreja antiga não as usou de fato como uma fórmula batismal até o segundo século; e que Eusébio de Cesaréia ao citar esta passagem freqüentemente omite ou varia estas palavras. De outra forma, as palavras são encontradas em todos manuscritos existentes; e é difícil ver por que o evangelista as teria inserido se na época que ele estava escrevendo elas não formavam nenhuma parte da liturgia da Igreja. É também difícil de supor que, se Eusébio tivesse realmente conhecido um manuscrito que omitisse estas palavras, algum traço da influência destes manuscritos não teria sobrevivido na tradição textual.

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    1. Blz!

      Porém, existem sim traços de influência destes manuscritos na tradição textual. Existe o exemplo que eu citei do Evangelho de Mateus em Hebraico de George Howard, e ainda o testemunho de muitos pesquisadores e teólogos ao longo da história. Eu creio que isso seja uma influência, não é mesmo?

      Algo que não devemos esquecer é que o problema da crítica textual não é a falta de manuscritos, mas o excesso. Diante de tantos manuscritos diferentes, como a crítica textual decide qual é a melhor versão?

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    2. George Howard é um hebraista americano, conhecido por suas teorias sobre as origens do idioma hebraico para o Novo Testamento - incluindo o possível uso do Tetragrama no Novo Testamento, e as possíveis origens hebraicas de Mateus. Ele era ex-professor de Religião e hebraico na Universidade da Geórgia .
      Hebraico Evangelho de Mateus (1995, 1998) argumenta que uma das traduções rabínicas de Mateus encontrado intercaladas em hebraico do século 14, o trabalho A Touchstone de Ibn Shaprut pode preservar um hebraico original perdido para o grego do Evangelho de Mateus .

      Embora estudiosos como William Horbury (1999), geralmente rejeitam a tese de Howard e considerar o texto de Ibn Shaprut ser uma tradução da versão em latim medieval em hebraico

      As hipóteses de hebraico e aramaico primazia postular que o Evangelho de Mateus foi escrito originalmente em hebraico ou aramaico. Estudiosos que apoiam estas hipóteses, por vezes, recorrer a estes três manuscritos hebraicos medievais. No entanto, a grande maioria dos estudiosos acreditam que Mateus foi escrito originalmente em grego.

      George Howard (hebraista) , Professor de Religião e hebraico na Universidade da Geórgia argumentou (1995) que algumas ou todas essas três versões medievais em hebraico pode ter descido (sem tradução intervenção) a partir de antigos manuscritos em hebraico de Mateus, o que pode ter sido usadas pelos primeiros cristãos na 1 ª ou 2 ª século, mas foram quase extintos pelo tempo de Jerônimo, no final do século 4. No entanto, as citações sobreviventes do Evangelho judaico-cristãs (ou seja, Evangelho dos Nazarenos , Evangelho dos Ebionitas e Evangelho dos Hebreus ) preservados nos escritos deJerônimo , Epifânio e outros, levam estudiosos críticos a concluir que os próprios Evangelhos ou eram gregos ou foram traduzidos do grego Mateus. Na verdade, a maioria dos estudiosos consideram que os manuscritos medievais hebreus eram descendentes (em tradução), a partir de manuscritos gregos ou latinos medievais, e que, portanto, é extremamente improvável que qualquer uma das leituras únicas encontradas nestes medieval manuscritos hebraicos pode ser antiga.

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  10. Qual mss de Mt 28.19 não tem a formula batismal trinitariana?

    Usar Eusébio, que não foi >>uniforme em suas citações<<, ou de George, e desconsiderar o Didaqué, bem como o "peso e a quantia" de MSS em favor da fórmula trinitária, é basear-se em especulações vazias, especialmente para os que tem tendencias antitrinitarianas.

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    1. Então Luciano,

      Nesse caso, é importante pensar o seguinte:

      1 - A sugestão de existência de uma trindade não se coaduna com a crença do público alvo do livro (os judeus).
      2 - O contexto (verso 18) diz que a autoridade foi dada a Cristo o que sugeriria, naturalmente, uma ação posterior em nome de quem tem e delega a autoridade, no caso, em nome de Cristo Jesus apenas.
      3 - Os batismos realizados posteriormente pelos discípulos foram em nome de Jesus apenas.
      4 - Todas as orientações de Cristo e as ações dos discípulos (orações, milagres, expulsão de demônios, advertências, reuniões e pregações,…) foram em nome de Jesus e não em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
      5 - Há evidências tangíveis de que a fórmula batismal trinitariana não conste do original, mas tenha sido adicionada posteriormente.

      Luciano, veja bem: a bíblia precisa concordar com ela mesma em determinado assunto. Precisa ter evidência na bíblia de pelo menos 2 "testemunhos" da mesma afirmação, para que o assunto se torne uma doutrina. Não se deve pegar um verso isolado e transformá-lo em uma regra de fé.

      Sendo assim, eu afirmo: são 36 versos que afirmam que as pessoas eram batizadas em nome de Jesus somente - VERSUS - 1 (UM) verso que menciona uma trindade. Diante de tantas inconsistências e incompatibilidades com o restante dos escritos sagrados, Mateus 28:19 tem sua autenticidade questionada.

      E se você fizer uma sincera pesquisa, percebe que há algo errado.

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    2. Não existe >>evidência alguma<<... então, seus argumentos não podem ser provados.

      Pode ter certeza (não sei se adventista é crente, por isso duvido), se existisse alguma manipulação desse texto, Deus preservaria MSS para mostrar a verdade.

      Sua fé, parece, é só para Ellen White...

      Lamento...

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    3. De forma alguma Luciano, minha fé está conectada com a Bíblia.

      Mas eu, assim como você, procuro examinar e estudar. Não quero aqui apenas expor um ponto de vista como se eu estivesse 100% certo. Também estou disposto a aprender.

      Na minha pesquisa sobre o assunto, também tive acesso a fontes do Evangelho Hebraico de Mateus da versão de Shem Tob (http://rosetta.reltech.org/TC/vol04/Howard1999.html) que omite a frase, embora DuTillet, Munster e Quin-Quarbus a incluam. Examinei ainda que o verso em questão também não sobreviveu nos manuscritos em CPA, sigla que identifica a literatura produzida em Christian Palestinian Aramaic (aramaico cristão palestino).

      Uma informação que me pareceu muito curiosa, foi a de que nos manuscritos dos evangelhos siríaco-aramaicos mais antigos (Old Syriac Aramaic), que poderiam conter a frase tida como trinitariana, a página correspondente foi simplesmente arrancada!

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    4. Em todo o caso, teologicamente, ficam as questões:

      • Por que deveríamos fazer algo em nome da trindade se o verso anterior (18) diz que a autoridade foi concedida a Cristo. (Lembremos de que fazer algo em nome de alguém indica representação, procuração para representar o direito ou autoridade de outrem.)

      • Por que os discípulos batizaram em nome de Jesus e não em nome de uma Trindade? (ver Atos 2:38; 8:16; 10:48; 19:5; Ver também Rom 6:3; I Cor. 1:13; Gál. 3:27)

      • Por que a Salvação é em nome de Jesus e não em nome da Trindade? (Atos 4:12; João 20:31; I Cor. 6:11)

      • Por que as Advertências, Admoestações e Repreensões foram em Nome de Jesus e não em nome da Trindade? (I Cor. 1:10; 5:4; II Tess. 3:6)

      • Por que as orações deveriam ser feitas em Nome de Jesus e não em nome da Trindade? (João 14:13 e 14; João 15:16; João 16:24, 26 e 27; Tiago 5:14)

      • Por que milagres foram feitos em nome de Jesus e não em nome da Trindade? (Mat. 7:22; Mar. 9:38-40; Mar. 16:15-18; Luc. 10:17; Atos 3:6; 4:7-12; 4:30; 16:18)

      • Por que até atos de caridade foram feitos em Nome de Jesus e não em nome da Trindade? (Mat 18:5; Mar. 9:37 e 41; Luc. 9:48)

      • Por que reuniões espirituais (e pregações) foram realizadas em Nome de Jesus e não em nome da Trindade? (Mat. 18:20; Luc. 24:46 e 47; Atos 4:18; 9:27 e 29; Efés. 5:20; Tiago 5:10)

      • Por que até mesmo o espírito (pneuma) de Deus seria enviado em Nome de Jesus e não em nome de uma Trindade? (João 14:26)

      • Por que existe um único verso na Bíblia indicando que algo deve ser feito em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo enquanto há dezenas de versos dizendo que tudo deve ser feito "em nome de Jesus"?

      • Por que temos a tendência de dar mais ênfase a um verso solitário (uma exceção - ponto fora da curva) do que um conceito reafirmado em dezenas de versos escritos por vários autores?

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    5. Gabriel, vc prova que a doutrina da trindade, não é considerada com temor pelos adventistas.

      Os que são adventistas, dissimulados, não discutem com vc para defender a doutrina que estão dizendo aqui que defendem!

      Por último, seus argumentos jeovistas, são velhos e refutados.

      Veja por exemplo sua insistência no nome do Espírito Santo. Argumento anacrônico, como que se no período bíblico existisse "títulos". Veja Isaias 9.6 como "títulos" são chamados de nome!!!

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    6. Luciano,

      Eu não represento aqui o pensamento adventista em relação a Trindade.

      Bem, que os argumentos são "velhos" eu até concordo, mas refutados, isso já deixa a desejar um pouco.

      Não quero parecer aqui o dono da razão, pois sei que posso estar errado. Mas, estou estudando esse assunto profundamente e a cada dia, e percebo que existe algo "errado" ou algo "faltando" para contextualizar o Espírito Santo como uma pessoa.

      O fato de eu questionar o nome do Espírito Santo, é porque em comparação à Yaweh e Jesus, ele não tem um nome próprio para identificação, como uma pessoa. Ele está relacionado a termos genéricos com significados específicos, como "ruach" e "pneuma". - Termos relacionados a ações de Deus.

      Por mais que em Isaías 9:6 apareçam muitos títulos/nomes em relação à Jesus, o nome próprio do Filho aparece ao longo da Bíblia O identificando como uma Pessoa. Isso já não acontece em relação ao Espírito Santo.

      E o fato de eu questionar tanto Mateus 28:19, é porque ele NÃO está em harmonia com os outros evangelhos. - Nós sabemos que os evangelhos possuem suas diferentes "óticas" sobre a mesma história. Mesmo assim, em todos os assuntos doutrinários, eles se confirmam. Já em relação ao batismo, 36 versos discordam de 1!

      Estou apenas tentando entender todo esse assunto e toda essa importância.

      :)

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    7. Gabriel, eu vou lhe fazer uma pergunta: Você crê na divindade de de Cristo? Está pergunta é só para começar. Responda com um SIM OU NÃO.

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    8. 'Paulo Cadi e Gabriel Sanchez.

      Gostaria de deixar registrado nosso entendimento quanto a fórmula, método, o qual o Senhor Jesus deixou como base, fundamento do batismo cristão.
      Os textos que se relacionam ao batismo revela apenas que o mesmo deve ser feito, executado sob a autoridade do NOME DE JESUS.
      Biblicamente a formula batismal correta é em Nome do Pai, e do Filho, e do Espirito Santo Mt.28.18-19
      Pedro jamais agiria de forma tão diferente alterando a fórmula batismal indo de confronto a ordem de Jesus 10 ( dez ) dias antes,quando Ele declarou como seria Ministrada. ( Em Nome do Pai, e do Filho, e do Espirito Santo)
      Quando a bíblia diz que alguns foram batizados " em nome do Senhor Jesus Cristo " (At.2. 38; 8.16; 19.5) NÃO QUER DIZER que os Apostolos literalmente RECITARAM A FRASE, antes porém, que as pessoas foram batizadas em OBEDIÊNCIA À ORDEM DE JESUS
      A orientação de Jesus quanto ao batismo foi registrada por Mateus: " Ide, fazei discípulos de todas as Nações, batizando-os NO NOME do Pai, e do Filho, e do Espirito Santo.
      Não esqueçamos da advertência para não acrescentarmos ou retirarmos nada da Palavra de Deus. Ap.22.18-19 ; Pv.30. 5-6
      Um ponto importante a observarmos é que a palavra NOME é empregada em Mt. 28.19 com a mesma referência aos TRÊS e que inclusive o vocábulo " NOME " na linguagem grega é ONOMA, empregado cerca de 228 vezes no Novo Testamento e excetuando 4 ( quatro ) referências a LOCALIDADE Mc14.32; Lc.1.26; 24.13; At.28.7. cf tb Ap.3.12, sempre alude a pessoas. Assim o artifício de muitos usarem a expressão "NOME" como expressão idiomática moderna " em nome da lei " é um verdadeiro anacronismo, pois a expressão " ...em NOME do Pai, e do Filho, e do Espirito Santo" é simplesmente dezenas de séculos mais antiga do que aquela.
      concluímos então que o Espirito Santo é uma Pessoa em unidade Perfeita, com o Pai e o Filho.2 Co.13.13 . E aproveito a oportunidade e despeço-me com esta Palavra: A graça do Senhor Jesus Cristo, e o Amor de Deus, e a Comunhão do Espirito Santo sejam com todos vós."
      Wilton

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    9. Estimado Gabriel Sanchez.
      Creio que as informações que seguem te ajudarão a entender o Espirito Santo como um ser pessoal. As dúvidas juntos com Paulo Cadi , Luciano Sena e outros conseguiremos , em Nome do Senhor Jesus, recebermos Sua luz para nos esclarecer perfeitamente sobre este tão maravilhoso ensino das Escrituras.

      A personalidade do Espírito Santo

      As expressões "Espírito de Deus" e "Espírito Santo" não sugerem personalidade com a clareza que o termo "Filho" sugere. Além disso, a pessoa do Espírito Santo não apareceu de forma claramente discernível entre os homens, como aconteceu com a pessoa do Filho de Deus. Como resultado, a personalidade do Espírito Santo muitas vezes foi posta em questão e, portanto, merece atenção especial. A personalidade do Espírito foi negada na Igreja Primitiva pelos monarquistas e pneumatomaquianos. Nesta negação eles foram seguidos pelos socianos dos dias Reforma. Mais recentemente, Schleiermacher, Ritschl, os unitários, os modernistas dos dias atuais e todos os sabelianos modernos rejeitam a personalidade do Espírito Santo. Muitas vezes se diz hoje em dia que as passagens que parecem implicar a personalidade do Espírito Santo simplesmente contêm personificações. Mas as personificações certamente são raras nos escritos em prosa do Novo Testamento, e podem ser reconhecidas com facilidade. Ademais, essa explicação evidentemente destrói o sentido de algumas dessas passagens como, por exemplo, Jo 14.26; 16.7-11; Rm 8.26.

      Aprova bíblica da personalidade do Espírito Santo é mais que suficiente:

      (1) Designativos próprios de personalidade Lhe são dados. Embora pneuma seja neutro, o pronome masculino ekeinos é utilizado com referência ao Espírito Santo em Jo 16.14; e em Ef 1.14 algumas das melhores autoridades têm o pronome relativo masculino hos. Além disso, é-lhe aplicado o nome Parakletos, Jo 14.26; 15.26; 16.7, termo que não pode ser traduzido por "conforto", "consolação", nem pode ser considerado como nome de alguma influência abstrata. Um fato que indica que se trata de uma pessoa é que o Espírito Santo, como Consolador, é colocado em justa-posição com Cristo como Consolador que estava para partir, a quem o mesmo termo é aplicado em 1 Jo 2.1. É verdade que este termo é seguido pelos neutros ho e auto em Jo 14.16-18, mas isto se deve ao fato de que intervém o vocábulo pneuma.

      (2) São-lhe atribuídas características de pessoa, como inteligência, Jo 14.26; 15.26; Rm 8.16, vontade, At 16.7; 1 Co 12.11, e sentimentos, Is 63.10; Ef 4.30. Demais, Ele realiza atos próprios de personalidade. Sonda, fala, testifica, ordena, revela, luta, cria, faz intercessão, vivifica os mortos, etc., Gn1.2; 6.3; Lc 12.12; Jo 14.26; 15.26; At 8.29; 13.2; Rm 8.11; 1 Co 2.10,11. O realizador destas coisas não pode ser um simples poder ou influência, mas tem que ser uma pessoa.

      (3) É apresentado como mantendo tais relações com outras pessoas, que implicam Sua própria personalidade. Ele é colocado em justaposição com os apóstolos em At 15.38, com Cristo em Jo 16.14, e com o Pai e o Filho em Mt 28.19; 2 Co 13.13; 1 Pe 1.1,2; Jd 20,21. Uma boa exegese exige que nestas passagens o Espírito Santo seja considerado uma pessoa.

      (4) Também há passagens em que se distingue entre o Espírito e o Seu poder, Lc 1.35; 4.14; At 10.38; Rm 15.13; 1 Co 2.4. Tais passagens seriam tautológicas, sem sentido, e até absurdas, se fossem interpretadas com base no princípio de que o Espírito é pura e simplesmente um poder impessoal. Pode-se ver isto substituindo o nome "Espírito Santo" pela palavra "poder" ou "influência".
      No Amor de Cristo
      Teu conservo
      Wilton

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    10. WILTON VILLOTE RODRIGUES,

      Muito interessante a sua lógica. Gostei bastante. Confesso que fiz muita pesquisa após as suas colocações. Entretanto, ao mesmo tempo que obtive respostas para algumas questões, algumas outras permanecem assim como novas surgiram.

      Veja bem:

      Disse Jesus, “se me amais, guardareis meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece, vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós.” (João 14:15-17)

      Jesus disse bem claramente que ele enviaria outro Consolador para confortar Seus seguidores depois de Sua partida. Ok!

      Vamos dar uma olhada em um verso diferente em se que usa a palavra outro. “E o Espírito do Senhor se apossará de ti, e profetizarás com eles e tu serás mudado em outro homem. ... Sucedeu, pois, que, virando-se ele para despedir-se de Samuel, Deus lhe mudou o coração; e todos esses sinais se deram naquele mesmo dia.” (I Samuel 10:6,9) - Saul tornou-se outro homem, fisicamente ele era ainda a mesma pessoa. Sua experiência o fez outro homem.

      Jesus não terminou a conversa com o verso dezessete. No próximo verso ele explica bem claramente: “Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros”(João 14:18) Jesus disse que Ele voltaria para Seus discípulos como um outro Consolador. Esta é a forma mais apropriada que a Bíblia claramente conta-nos como outro Consolador. A palavra Grega "parakletoV" (parakletos), traduzida “Consolador” é usada 5 vezes na Bíblia. Quatro vezes a palavra é traduzida por “Consolador” e a outra vez traduz-se por “Advogado”. Daí vêm uma questão Wilton: bíblia nos mostra claramente aqui QUEM é o Consolador. - “Filhinhos meus, estas cousas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos um advogado (parakletos = Consolador) junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (I João 2:1) - Deus tem claramente revelado que Jesus Cristo é nosso Consolador!

      Sendo assim, eu posso crer que o Espírito Santo pode ter uma "personalidade", pois Ele provém do SENHOR e Ele também é o Senhor!

      Se assim não for, como explicar essas passagens:

      “ Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí está a liberdade, aí há liberdade. (II Corínthios 3:17) - O Senhor é esse Espírito, quem ainda é o Senhor?

      “Todavia, para nós há um só Deus, o Pai de quem são todas as cousas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as cousas, e nós também, por ele.” (I Corínthios 8:6)


      Entende o raciocínio? Estou usando a lógica aqui!

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    11. Referente a outros pontos que você mencionou, é necessário entender o conceito bíblico de "Espírito" - Eu tirei algumas conclusões:

      Analise comigo:

      “E Jesus, percebendo [percebeu] logo por seu espírito que eles assim arrazoavam, disse-lhes: Por que arrazoais sobre estas cousas em vosso coração?” - (Marcos 2:8) - Jesus percebeu (Grego: epiginwskw – epiginosko “verbo Conhecer, que é também Entender”) em Seu Espírito. O Espírito de Jesus é onde ele sabia e entendia as coisas. O Espírito de Jesus é a mente de Jesus.

      “ E o Espírito (Hebraico: ruwach, como sabemos) do Senhor caiu sobre mim e disse-me: Fala: Assim diz o SENHOR: Assim tendes dito, ó casa de Israel; porque, quanto às cousas que vos surgem à mente (ruwach), eu as conheço.(Ezequiel 11:5) Neste verso ruwach está traduzido num lugar por “espírito” e em outro como “mente”.

      Você pode ver claramente que o espírito de um indivíduo é a mente ou pensamento desse indivíduo. (veja também Isaías 40:13, Romanos 11:34)

      “com a ajuda de quem proferes tais palavras ? E de quem é o espírito que fala em ti?” (Jó 26:4). Quando nós proferimos palavras, estamos revelando cujo o espírito que temos. Nós temos também o espírito do mundo ou o espírito de Deus, que é o Espírito Santo. “E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção” (Efésios 4:30)

      Algumas pessoas sustentam que “o Espírito Santo” e o “Espírito de Deus” são duas coisas diferentes. Como você pode ver no verso anterior, não é este o caso. A Bíblia fala do “Espírito Santo de Deus”. Deus o Pai tem um Espírito. “visto que não sois vós que falais, mas o Espírito de Vosso Pai é quem fala em vós” - (Mateus 10:20). - Jesus Cristo tem um Espírito. - “Porque estou certo de que isto mesmo, pela vossa súplica e pela provisão do Espírito de Jesus Cristo, me redundará em libertação,” (Filipenses 1:19).

      Pense comigo: O Espírito Santo tem um Espírito? Alguns dizem que sim, enquanto outros dizem que não. Que dizem as escrituras? - “O Espírito de Deus” (Efésios 4:30). A Bíblia em nenhuma parte menciona o “Espírito do Espírito Santo”. Por quê disto? Poderia ser que o Espírito é o Espírito de Deus Pai e Seu único Filho gerado? A Bíblia afirma claramente, o Pai tem um Espírito e Seu Filho tem um Espírito, há ainda “um Espírito”. Evidentemente o Pai e Seu Filho compartilham o mesmo Espírito enquanto são dois indivíduos separados. Eis a verdade por que eles pensam iguais; Eles tem um Espírito em comum. Entende?!

      O Pai ungiu seu Filho com Seu próprio filho. Então, eles tem o mesmo Espírito. “Amaste a justiça odiaste a iniquidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria como a nenhum dos teus companheiros” - (Hebreus 11:9).

      “Porque o enviado de Deus fala as palavras dele, porque Deus não dá o Espírito por medida” (João 3:34). - Como está claramente mostrado, o Pai e o Filho compartilham um Espírito. Que tipo de Espírito eles compartilham? Com certeza é um Espírito Santo. A Bíblia menciona diversos e diferentes tipos de Espírito. Lemos sobre “espírito de sujeira”, “espírito do mal”, “espírito imundo”, “espírito de mudez”, “espírito excelente”, “espírito de humildade”, “espírito ferido”, “espírito abatido”, “espírito de arrogância”, “espírito de fidelidade”, “espírito bom”. Todos estes espíritos são distinguíveis pelos adjetivos que os descrevem.

      Sabemos que o Pai tem um Espírito, e pode ser que o Espírito seja nada mais ou nada menos o Santo (Espírito Santo). A palavra “Santo” é um adjetivo em todo caso, se no inglês ou em grego.

      Espírito Santo” não é um nome, mas uma descrição do Espírito de Deus. Sabemos que Deus, o Pai, tem um nome próprio, que é “YHWH”, também conhecido como “Yahweh” ou “Jeová”, e Seu único Filho gerado tem um nome próprio, que é “Yahshua”, ou “Jesus”. Todavia eu pergunto, qual é o nome do Espírito Santo? Sim, é por isso que ainda insisto nessa pergunta!

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    12. Irmão Wilton, muito bom o seu comentário. Fiz uma pergunta ao Gabriel Sanchez mas creio que você já deu a resposta. Todos os grupos unitarianos, ao longo da história, são heréticos porque negam a divindade de Cristo e querem pôr em dúvida Mt. 28:19 que não é a base para a teologia da trindade mas sim os textos de ordem relacional do Pai com o Filho e o Espírito Santo como aquele verso de 2 Co. 13:14 onde as três pessoas estão equiparadas na atividade redentora do corpo de Cristo. O evangelho de João é o que revela a divindade de Cristo, por isso João é por excelência o Doutor em Divindade da Igreja. Também autoridades na questão de Mt. 28:19-20 afirmam que Eusébio citou os textos referentes a chamada grande comissão de uma forma livre afim de sustentar o seu ponto de vista, não podendo portanto ser tomado como referência nesta questão que envolve muito mais coisas. Os que se utilizam de todos os argumentos para desmontar o texto de Mateus, o fazem simplesmente para negar a divindade de Cristo rebaixando-o apenas em um homem santo, operador de milagres como ocorre na índia e não o logos que pré-existia com o Pai, sendo o seu reflexo como Paulo revela em Filipenses 2. Um abraço!

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    13. Minha questão não é quanto a divindade de Jesus Cristo, mas quanto o Espírito Santo ser uma "terceira pessoa de uma trindade".
      Mt. 28:19-20 é uma passagem suspeita. Se I João 5:7,8 foi uma inserção na Bíblia para apoiar a ideia de uma trindade, nada impede que essa passagem de Mateus possa servir para o mesmo propósito, já que ela entra em desacordo com os outros evangelhos. É como a "balança matemática" que já mencionei: são 36 versos "em nome de Jesus" contra 1 "em nome de uma trindade". - Logo, suspeito!

      Atos 19:1-7 diz:

      "No desenrolar dos eventos, enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo passava pelas regiões interiores e desceu a Éfeso, e achou alguns discípulos; e ele lhes disse: “Recebestes espírito santo, quando vos tornastes crentes?” Disseram-lhe: “Ora, nunca ouvimos [falar] que há espírito santo.” E ele disse: “Então, em que fostes batizados?” Disseram: “No batismo de João.” Paulo disse: “João batizava com o batismo [em símbolo] de arrependimento, dizendo ao povo que cressem naquele que vinha após ele, isto é, em Jesus.” Ouvindo isso, foram batizados no nome do Senhor Jesus. E, quando Paulo pôs as suas mãos sobre eles, veio sobre eles o espírito santo e começaram a falar em línguas e a profetizar. Ao todo havia cerca de doze homens."


      Sem dizer que é tudo meio ilógico. Jesus até mesmo soprou sobre eles ordenando que recebessem espírito santo, ou seja, estavam recebendo autoridade especial para serem eles mesmos, os apóstolos, os transmissores do espírito que estava em Jesus.
      Cinquenta dias depois deste episódio eles receberam espírito santo e se tornaram os transmissores do espírito santo a todas as pessoas. - João 20:22 Atos 8:14-21

      Será que Jesus estava soprando Deus naqueles discípulos? Se o espírito santo era Deus, então não somente Jesus soprou Deus nos discípulos como os próprios apóstolos transmitiam Deus para as pessoas.

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    14. Por enquanto, cheguei a uma conclusão:

      O Espírito Santo não somente é de Deus mas é Deus, O Pai, pois o Pai é simples e não composto, de modo que aquilo que Deus expressa, tal como amor, sabedoria, poder e espírito santo, não são apenas posses do Ser de Deus, mas ele em sua totalidade, e assim, ao fornecer espírito santo, ele fornece de si mesmo aos seus servos, assim como a vida que existe em si mesmo, ele passou a todos os seres vivos que possuem vida, sendo esta vida, originada do Pai.

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    15. E como vc fala dessa sua posição na IASD que pertence? Vc é aceito? Será aconselhado, disciplinado, ou o quê? É normal essa posição entre vcs?

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    16. Na realidade eu não fico falando sobre esse assunto na Igreja, pois eu ainda estou estudando a respeito. E isso também não afeta a minha fé. A IASD sabe que tenho tais pensamentos, mas a Igreja entende que o seu papel é pregar o evangelho e o amor de Jesus para as pessoas, não é esse tipo de questão que causa problemas entre os irmãos.

      :)

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    17. Temos nossas doutrinas oficiais bem firmadas, mas cada um é livre, para chegar às suas próprias conclusões. O que é pedido é para que se respeite a fé dos demais irmãos e principalmente as crenças tidas como oficiais (as 28 crenças fundamentais).

      Gosto do adventismo, também, por ter esta liberdade. Desta forma, amigo Luciano Sena, o amigo jamais poderia fazer das opiniões de membros, fonte de refutação, porque não indicam, necessariamente, a opinião oficial da igreja.

      E qualquer acadêmico jamais aceitaria tal coisa!

      No final das contas, qualquer questionamento deve ser feito diretamente às nossas doutrinas fundamentais.

      E se o amigo ainda quiser tentar provar que o adventismo seja uma seita herética, terá que fazê-lo do modo comum, questionando nossas doutrinas oficiais, segundo as quais a Igreja Adventista é tida como uma genuína Igreja Cristã, pelas demais denominações cristãs.

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  12. Olá Luciano, não ia comentar nada sobre assunto, srsr afinal já deu pano pra manga. Mas, lendo o artigo do Pr Belvedere, como gosto muito de história eclesiástica quero apenas fazer uma correção, a de que na realidade o referido "credo" existiu sim... talvez não publicado como artigo de declaração de oficial de fé pelo metodismo, mas como uma edição de livro de doutrina. A edição oficial de 1856 é disponibilizada no link: http://www.worldcat.org/title/doctrines-and-discipline-of-the-methodist-episcopal-church/oclc/219626626
    O que não há indícios históricos é a suposta "rejeição por parte das igrejas protestantes". É óbvio que esta rejeição se dava apenas por parte dos adventistas, (ainda não organizados como igreja - a IASD oficial surge em 1863) especialmente daqueles oriundos da Conexão Cristã (Tiago White, Joseph Bates, J. N. Andrews), denominação ariana (extinta ainda no século XIX).
    Quanto ao desafio em si, creio que me manifestei no artigo anterior. Acredito que historicamente "nós adventistas", tivemos sério problema com a ortodoxia sim (e atualmente os grupos dissidentes da denominação ainda tem problema). Não adianta fugir disso... (Mais detalhes em meus comentários na matéria anterior sobre a trindade).

    Grande abraço

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    1. Encontrei eisso na época do 'pano para manga', mas não se tratava de um credo.

      Além disso, a parte é citação do credo metodista. Não fez diferença.

      Seria mais ou menos usar uma Confissão de Fé Westiminster >>comentada<< (no meu caso).

      Mas focando no problema, a citação do livro adventista sobre a Trindade é do Credo Metodista.

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  13. Ao amigo Luciano Sena Deixo:

    Tentar provar que o adventismo do sétimo dia, seja uma seita, através dos escritos de Ellen White ou opiniões de membros tanto atuais quanto da antiguidade, equivaleria a tentar provar que a IPB fosse igualmente uma seita através dos escritos de Calvino, bem como de alguns membros dados à maçonaria.

    Portanto a metodologia que o amigo tem utilizado neste blog, bem como naquela palestra feita pelo amigo, é repudiado por qualquer estudioso acadêmico. Tratam-se portanto de especulações, que em segundo plano ferem não apenas o caráter da IASD, mas de outras religiões cristãs.

    Hoje, existem um grande número de pessoas que apontam várias doutrinas calvinistas como heréticas e até diabólicas, bem como muitos que crêem a maçonaria ser herética e diabólica.

    Pessoalmente, como muitos adventistas (de praxe), não procuramos julgar as religiões pelo que elas eram, nem pelos altos e baixos de membros.

    Nos focamos naquilo que pregam e principalmente em suas doutrinas oficiais. Este é o modo academicamente correto de tratar as religiões.

    Portanto o amigo tem agido errado e sinceramente espero que se corrija neste erro. Ninguém melhor do que o amigo, serve como base de exemplo, uma vez que já foi um Testemunha de Jeová, aos quais tanto critica na atualidade.

    Se fôssemos julgar o amigo pelo passado, segundo as suas palavras, seria péssimo para o amigo, pois o amigo deixou bem claro em suas observações de que, o passado de uma pessoa compromete a sua sinceridade no futuro, bem como a sinceridade de uma religião à qual pertença esta pessoa.

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  15. Sr Adventista, as provas são os leitores que tem que averiguar:

    Já provamos biblicamente que:

    1. O adventismo nasceu de uma falsa profecia e com forte influencia antitrinitariana - neste ponto 'não era um movimento de restauração da verdade, mas de deturpação dela.

    2. A doutrina de "1844" é uma doutrina sem apoio bíblico e exegético.

    3. Não existirá um sábado como marca escatológica de salvação.

    4. Ellen White foi uma profetisa mística que não passa no teste bíblico.

    5. O espírito de profecia não é manifesto apenas no ministério apenas de uma pessoa.

    6. Reforma de saúde é uma invenção sem base bíblica.

    7. A Bíblia só é a Palavra de Deus se for inerrante.

    A minha questão não é o que vc pensa, ou o que os bons moços da TV Novo Tempo tentar maquiar, mas em fatos que não são negados.

    TODAS essas questões acima estão na maré contrária do protestantismo fiel.

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    1. TODAS essas questões acima estão na maré contrária do protestantismo babilônico!

      A IASD não é "maria-vai-com-as-outras". Todas as doutrinas Adventistas estão baseadas na Bíblia. Enquanto o protestantismo atual está a ser enganado por espíritos de demônio. Puro espiritismo.

      Fique na paz!

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    2. E o amgio Luciano Sena continua proferindo inverdades.

      Porque a doutrina do santuário celestial é aceita em inúmeras religiões! Não é portanto uma doutrina anti-biblica, ou uma falsa profecia.

      E a Bíblia possui sim apoio à doutrina do Santuário e não são poucas.

      Quanto ao sábado como marca escatológica, existirá sim! Quando existir a marcada besta! Mas não o sábado em si, mas a obediência aos 10 mandamentos, que estará comprometida justamente na questão do 4º mandamento que conflitará com o domingo, como verdadeiro dia de guarda.

      E tanto Ellen White passa no teste bíblico, que hoje é lida por pessoas das mais diversas denominações incluindo Padres, Pastores e teólogos, sendo a autora cristã mais traduzida de toda a história. E permanece meu desafio de mostrar uma obra de algum teólogo que mostre a porcentagem de acertos e a porcentagem de erros de Ellen White, em suas obras.

      E nunca dissemos que o Espírito de Profecia é algo exclusivo de Ellen White, mas apenas de que reconhecemos tão somente ela, oficialmente como uma verdadeira profeta.

      E a Bíblia é a perfeita palavra de Deus, escrita no imperfeito sotaque humano (fazendo uso das palavras do prof. Leandro Quadros).

      Doutrinariamente a Bíblia é perfeita! Mas quanto à limitada visão de mundo de alguns profetas, bem como suas próprias limitações humanas, devemos admitir de que a bíblia contenha certas peculiaridades, como o fato de um profeta ter crido de que o sol tivesse parado ao meio dia (esta era sua visão de mundo). Hoje bem sabemos que é a terra que gira em torno do sol e que não é o sol que se movimenta.

      Doutrinariamente a bíblia é perfeita, e não há erros, o mesmo não podemos dizer dos profetas que, excetuando-se Jesus, onde estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência, jamais poderiamos exigir que os demais profetas tivesse esta mesma qualidade de conhecimento e de perfeição.

      E se o amigo for julgar o adventismo por herético por causa desta visão, terá que considerar também a maioria das religiões, que de igual modo também compartilham desta visão acerca da infabilidade Bíblica.

      Esta intransigência quanto a este assunto se dá por parte de algumas pessoas mais ortodoxas.

      Além do que, nada disto serve de base para se revogar a legitimidade da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

      Estes pontos, levantados pelo amigo, tratam-se portanto de pura especulação!

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  16. "Tentar provar que o adventismo do sétimo dia, seja uma seita, através dos escritos de Ellen White ou opiniões de membros tanto atuais quanto da antiguidade, equivaleria a tentar provar que a IPB fosse igualmente uma seita através dos escritos de Calvino, bem como de alguns membros dados à maçonaria."

    Quais foram os ensinos de Calvino à igreja provenientes de "revelações" ???

    Quais foram os ensinos doutrinários que a maçonaria acrescentou a IPB ???

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  17. Estimado Luciano Sena.
    Concordo com o Sr. Adventista que : "...qualquer questionamento deve ser feito diretamente as nossas doutrinas fundamentais. "
    Creio que seria interessante que fosse postada as 28 ( Vinte e oito ) doutrinas fundamentais e comentássemos uma a uma esclarecendo possíveis dúvidas.
    Fica a sugestão.
    Em Cristo
    Wilton

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  18. Estimado Gabriel Sanchez.
    Paz te seja multiplicada.
    Enquanto aguardamos a respostado irmão Luciano quanto os comentários das 28 doutrinas fundamentais do Adventismo, gostaria de postar para sua análise e estudo com oração é égide do Espirito Santo, estudo sobre a DIVINDADE DO ESPIRITO SANTO, creio que muitos dos teus questionamentos serão equacionados pela Palavra de Deus, bem como aqueles que porventura precisem de esclarecimentos sobre este importantíssimo TEMA.
    O Espírito Santo é uma Pessoa (Divina).

    A)- O Espírito Santo tem todos os componentes essenciais de uma personalidade: intelecto(Rm 8:26,27; I Co 2:10,11,16; etc.), sensibilidade (Rm 8:26,27; Ef 4:30; Rm 15:30; Is 63:10; etc.) e vontade (Hb 2:4; I Co 12:11; Rm 8:27; etc). Assim não se trata de personalização!!!

    A palavra hebraica “ruach” pode ser traduzida por “espírito, fôlego, vento” dependendo do contexto, mas nunca por “força ativa” como faz a TNM em Gn 1:2.

    B)- Associações pessoais
    Mateus 28:19; Apocalipse 1:4,5 e II Coríntios 13:13.
    C)- Atos pessoais:
    • Revela, motiva, capacita (II Pe 1:21)
    • Sonda a mente de Deus(I Co 2:10)
    Conhece a mente de Deus (1 Co 2:11)
    • Fala (não somente mediante homens, mas também a homens diretamente) (Ap 22:17; At 13:2; 11:12; Ap 2:7; II Cr 18:24; At 8:29)
    2Cr 18:23,24 Por onde saiu o Espírito do SENHOR para falar a ti? Disse Micaías: Eis que o verás naquele mesmo dia, quando entrares de câmara em câmara, para te esconderes

    At 11:1212 Então, o Espírito me disse que eu fosse com eles, sem hesitar. Foram comigo também estes seis irmãos; e entramos na casa daquele homem.

    At 8:29 Então, disse o Espírito a Filipe: Aproxima-te desse carro e acompanha-o


    • Testifica (Jo 15:26; Rm 8:16)
    • Impede (At 16;6,7)
    • Convence (Jo 16:8-11)
    • Glorifica a Cristo (Jo 16:14)
    • Regenera ( Jo 3:5; Tt 3;5)
    • Julga (At 15:28)
    • Advoga (Jo 14:16)
    • Convida (Ap 22:17)
    • Contende (Gn 6:3)
    • Ensina (Jo 14:26)Ne 9:20)
    • Guia (Jo 16:13)

    D)-Pronomes pessoais:
    Ele, Aquele, etc. João 16:8,13,14 (ekeinos).

    E)- Tratamento pessoal, Ele pode ser:
    • Submetido a teste (At 5:9)
    • Entristecido (Is 63:9,10; Ef 4:30)
    • Blasfemado (Mt 12:31,32)
    • Resistido (At 7:51)
    • Insultado ( Hb 10:29)
    • Podemos mentir à Ele ( At 5:3)

    Segue postagem abaixo.

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  19. Continuação da postagem acima, sobre a DIVINDADE DO ESPIRITO SANTO.
    O Espírito Santo é Divino.
    O Espírito Santo é o “outro Consolador-Ajudador” (Jo 14:16) outro (allos) significa outro da mesma natureza ou do mesmo tipo.
    Se o Espírito Santo fosse uma força o termo usado seria heteron. Sabendo que Jesus é Deus, o outro Consolador (parákleto = advogado), teria que ser uma outra Pessoa Divina (do mesmo tipo).
    Por isso o Espírito Santo é chamado de Deus em Atos 5:3,4 e de Senhor em II Co 3:16-18, pois Senhor no grego (kyrios) eqüivale ao hebraico Yahweh.
    Este trecho fala do ministério do Espírito (II Co 3:6,8) e fala que o Espírito é o Senhor, assim como o Pai e o Filho (Mt 4:7; Fl 2:11), ou seja o Soberano do Universo, que nos transforma segundo Sua imagem; e identifica o Espírito Santo como sendo o Senhor com quem Moisés falava e refletia glória (II Co 3:7,13), pois o versículo 17 diz; “O Senhor é o Espírito”.

    A)-Títulos Divinos:
    Deus (At 5:3,4);
    Senhor (II Co 3:16-18);
    16 Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado.
    17 Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.
    18 E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.
    obs: a TNM diz: "Jeová é o Espírito"
    Yahweh (At 7:51 com II Rs 17:14; Jz 15:14 com 16:20; Ex 17:7 com Hb 3:7,9; At 28:25,26 com Is 6:8,9). Ou seja, o nome pessoal do Espirito Santo é yahweh.


    14 Chegando ele a Leí, os filisteus lhe saíram ao encontro, jubilando; porém o Espírito do SENHOR de tal maneira se apossou dele, que as cordas que tinha nos braços se tornaram como fios de linho queimados, e as suas amarraduras se desfizeram das suas mãos
    Jz 16:20 E disse ela: Os filisteus vêm sobre ti, Sansão! Tendo ele despertado do seu sono, disse consigo mesmo: Sairei ainda esta vez como dantes e me livrarei; porque ele não sabia ainda que já o SENHOR se tinha retirado dele.
    Is 6:8 Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim.
    9 ¶ Então, disse ele: Vai e dize a este povo: Ouvi, ouvi e não entendais; vede, vede, mas não percebais.

    At 29:25 E, havendo discordância entre eles, despediram-se, dizendo Paulo estas palavras: Bem falou o Espírito Santo a vossos pais, por intermédio do profeta Isaías, quando disse:
    26 Vai a este povo e dize-lhe: De ouvido, ouvireis e não entendereis; vendo, vereis e não percebereis.

    Ex 17:7 E chamou o nome daquele lugar Massá e Meribá, por causa da contenda dos filhos de Israel e porque tentaram ao SENHOR, dizendo: Está o SENHOR no meio de nós ou não?
    7 ¶ Assim, pois, como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a sua voz,
    8 não endureçais o vosso coração como foi na provocação, no dia da tentação no deserto,
    9 onde os vossos pais me tentaram, pondo-me à prova, e viram as minhas obras por quarenta anos.


    2 Rs 17:14 Porém não deram ouvidos; antes, se tornaram obstinados, de dura cerviz como seus pais, que não creram no SENHOR, seu Deus.
    51 ¶ Homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e de ouvidos, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim como fizeram vossos pais, também vós o fazeis.

    B)- Relacionamento com as outras Pessoas da Trindade:
    Fórmula batismal (Mt 28:19); bênção apostólica (II Co 13:13); distribuição dos dons (I Co 12); criação (Gn 1:1,26); confusão das línguas (Gn 11:7); saudação de Apocalipse (Ap 1:4,5).
    C)- Atributos Divinos:
    Onisciência (I Co 2;10,11; Rm 8:26,27);
    1 Co 2:10 Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus.
    11 Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus
    Onipresença (SL139:7;I Co 3:16; Jo 14:17);

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  20. Continuidade a postagem acima sobre a DIVINDADE DO ESPIRITO SANTO.
    Onipotência (Lc 1:35; At 1:8; Rm 15:13,19);
    Eterno (Hb 9:14);
    Criador (Jó 33:4*; Gn 1:1,26; Sl 104:30);
    Santo (Is 63:10; Sl 51:11; Rm 15:16);
    Bom (Sl 143;10; Ne 9;20);
    A verdade (Jo 14:17; 15:26);
    Dá vida eterna (Gl 6:8);
    Guia (Sl 143:10; Is 63;14; Rm 8:14; Gl 5:18);
    Santificador (Rm 15:16; I Pe 1:2);
    Autor do novo nascimento (Jo 3:5,6; Tt 3:5);
    Distribuidor dos dons (I Co 12:7-11);
    Salvador (Tt 3:4,5; Jo 3:8) e
    Mestre (Jo 14:26).* A palavra espírito ou Espírito no hebraico é ruach e pode significar também vento, sopro, compare Jó 33:4 com Salmo 33:6 e João 20:22. O grego antigo não tinha letras maiúsculas, portanto a tradução Espírito ou espírito depende do contexto, se for referente ao Espírito Santo traduz-se com iniciais maiúsculas. Devido a isto há pequenas variações nas diversas versões.
    Em Cristo
    Wilton

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