sábado, 16 de março de 2013

O Teólogo Franklin Ferreira e a Expiação Adventista


O erudito, Franklin Ferreira, [em co-autoria com A. Myatt, (batistas e calvinistas)], escreveu uma excelente obra de Teologia Sistemática pela Editora Vida Nova. Ele em quase todos os assuntos mostra uma aplicação apologética do tema, e não raro ele busca interagir com as interpretações das seitas, incluindo as de nosso solo brasileiro, o espiritismo. F. Ferreira é uma das maiores autoridades calvinistas de nosso país, junto com Hermisten Maia e Augustus Nicodemus, entre outros.

Fiquei também muito feliz em ver ele se referindo especificamente aos Adventistas do Sétimo Dia em um assunto que por certo é um desvio sério da obra da expiação realizada por Cristo. Veja o que o erudito Fraklin Ferreira escreveu. Destaquei em negrito algumas partes:

“O ensino de Eilen G. White sobre o juízo investigativo é um sério desvio da doutrina bíblica da expiação. Este ensino merece uma resposta. É verdade que os adventistas têm muitas doutrinas em comum com os evangélicos. No entanto, este ensino de alguns deles representa um ataque sutil contra a suficiência da obra de Cristo na cruz, ao insinuar que, para realizar a expiação, é necessária outra obra suplementar. Além disso, a necessidade de investigar cada obra da pessoa, para verificar se houve arrependimento por aquele pecado específico, é algo muito parecido com a idéia da salvação através das boas obras. Nesse caso, o arrependimento seria uma obra que merece o perdão, e quaisquer pecados esquecidos teriam o potencial de minar a salvação da pessoa. A idéia se torna ainda pior ao afirmar que este é um juízo investigativo de cristãos, de pessoas que supostamente colocaram sua fé em Cristo. Parece que, para White, a fé em Cristo não é suficiente para alcançar a salvação. São necessárias obras de arrependimento, cada vez que um pecado é cometido, antes que Jesus possa expiar os pecados do crente.

A doutrina do juízo investigativo mina a eficácia da expiação, e isto é confirmado ao se examinar as implicações da doutrina do bode Azazel. Segundo esta idéia, a morte de Cristo não é suficiente para cancelar e levar embora os pecados do mundo. Mesmo com todo o seu sofrimento, a obra da redenção não é terminada, até que o diabo leve nossos pecados. A ira de Deus por nossos pecados evidentemente não é aplacada pelo sangue de Jesus. Eilen G. White disse que Satanás terá que pagar não apenas por seus próprios pecados, mas pelos nossos também, insinuando que a penalidade não foi paga de modo adequado por Cristo.

O erro a respeito desta estranha idéia de expiação vem de uma má interpretação da tipologia dos bodes, na cerimônia de sacrifício no templo. Alega-se que os dois bodes de Levítico 16 não podem ser tipos de Cristo, desde que somente um deles derrama seu sangue como expia¬ção de pecados. Aquele que não derrama seu sangue, então, não pode ser tipo de Cristo. Tam¬bém é alegado que o nome Azazel ('ãzã 'zêl) representa ou o nome de um demônio ou o lugar dos demônios, no deserto. Assim, a tipologia, segundo os que defendem o ensino de Eilen G. White, comprova que é Satanás quem leva os pecados, após o juízo investigativo.

Os eruditos do Antigo Testamento têm debatido o significado da palavra 'ãzã 'zêl, sem chegar a um consenso quanto ao seu real significado. Alguns têm sugerido que a palavra é o nome de uma divindade pagã ou de um demônio. Mas Mark F. Rooker notou que não existe nenhuma indicação nas Escrituras de que Satanás e seus demônios expiem pecados. Este último ponto é a chave para se entender a questão. A tipologia do Antigo Testamento é cumprida no Novo Testamento, mas há algum texto bíblico onde se pode encontrar Satanás levando os pecados do povo de Deus? Com certeza não em Apocalipse 20.2-3 nem no versículo 10. Estes textos não falam absolutamente nada sobre a imputação do pecado a Satanás, mas sim de seu eterno castigo por sua própria rebeldia contra Deus, como foi profetizado em Gênesis 3.15.

Uma outra interpretação, popular entre os rabinos, é que a palavra 'ãzã'zêl significa o lugar para onde os pecados eram levados, o deserto.128 Se o deserto fosse interpretado como o lugar dos demônios, então isto daria apoio à posição de White. Mas tal interpretação é, no mínimo, estranha. Nas Escrituras, o deserto também era o lugar onde morava João Batista e aonde Jesus freqüentemente ia para orar (Jo 3.1-4; Lc 5.16). O deserto, então, não pode ser um símbolo consistente do destino do diabo. O destino deste é o inferno. Mesmo admitindo esta interpretação como a mais provável, como Rooker faz, isto não ajuda a doutrina do juízo investigativo. A palavra apenas seria uma maneira para dizer para onde o bode ia.

Outros intérpretes entendem que 'ãzã 'zêl é composta de duas palavras que significam "bode" e "remover". A palavra, assim, seria "o bode que remove", que é uma descrição da função dele. No entanto, é melhor concordar com Schultz e Rooker, de que o significado exato é incerto, mas o simbolismo não é. O bode representa o fato de que na expiação, os pecados são verdadeiramente removidos pela obra de Cristo. Isto pode ser visto nitidamente, à luz dos vários textos bíblicos, que mostram que é Deus, e não Satanás, quem leva embora os pecados do mundo. O salmista nos revela que é o Senhor quem afasta todos os nossos pecados de nós mesmos, tanto "quanto dista o Oriente do Ocidente" (SI 103.12). Deus disse: "Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro" (Is 43.25; cf Ez 33.16 e Hb 8.12). Os pecados não vão literalmente para um lugar. Não existe distância entre "o Oriente e o Ocidente", esta imagem apenas simboliza um afastamento absoluto. Assim, quando o bode leva os pecados ao deserto, isto simboliza o fato de que Deus os esqueceu completamente. O fato de que Jesus é a pessoa que faz isto não está em dúvida, segundo as palavras de João Batista. Ele entendeu que Jesus é "o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (Jo 1.29). Schultz está certo, ao notar que João estava vinculando o bode Azazel com Jesus.129 Por isso, Paulo nos ensina que nossos pecados são imputados a Cristo (2Co 5.21). Satanás não entra nesse quadro. Assim, toda a tipologia de Levítico 6 é cumprida em Jesus.

Se é Cristo quem leva os pecados, por que, então, eram necessários dois bodes? Esta é uma boa pergunta pois, superficialmente, a idéia de dois bodes diferentes dá a entender que eles simbolizam duas pessoas diferentes. No entanto, uma vez que entendemos o que a tipologia simboliza, a necessidade de dois bodes se torna óbvia. Foi preciso representar simbolicamente duas funções da expiação: o derramamento de sangue e a remoção do pecado. Para demonstrar a realidade de que os pecados são removidos tanto "quanto dista o Oriente do Ocidente" foi necessário um bode vivo, que poderia sair para o deserto com todos os pecados imputados a ele. Este era um tipo de Cristo, que "tira o pecado do mundo". Um bode morto não pode fazer isto. Por outro lado, era também preciso matar o bode, para simbolizar a morte de Cristo, pois "sem derramamento de sangue não há remissão" dos pecados (Hb 9.22). Desde que o bode, que é o tipo do derramamento de sangue na expiação de Cristo, seria morto, um outro bode, vivo, foi necessário, para representar a remoção do pecado na tipologia. Assim, ambos os bodes, então, são necessários para completar a tipologia que simboliza a obra de Cristo.

Devemos concluir nossa avaliação notando que essa doutrina também fere o ensino bíblico de justificação forense, recebida pela fé somente. Voltando ao que foi considerado anteriormente sobre o "juízo investigativo", a justificação depende, neste caso, do exame das obras do cristão. Este ensino também nega a afirmação de Jesus em João 10.27, de que eleja conhecia quem eram suas ovelhas. De fato, segundo o "juízo investigativo", seria impossível para o cristão ter segurança de sua salvação durante sua vida, já que a salvação não seria determinada até o término de tal juízo. Se isso fosse verdade, seriam falsas as palavras de João 5.13: "Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus". Enfim, a doutrina de Eilen G. White modifica totalmente a doutrina da expiação, de tal forma que seu ensino não é consistente com o evangelho da graça. Devemos rejeitar este ensino, que não tem fundamento nem na Bíblia nem na história da doutrina cristã."

Teologia Sistemática: Vida Nova

Tratei desse assunto AQUI.

15 comentários:

  1. O arrependimento é um dom de Deus, portanto há um equívoco em:

    " Nesse caso, o arrependimento seria uma obra que merece o perdão"

    Assim diz o SENHOR:

    "Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade." (Filipenses 2:13)

    O teólogo de forma insistente, afirma que o arrependimento seria uma obra, mas não existe base para isto.

    Até por que o próprio batismo exige o arrependimento! Não há como se negar a necessidade do batismo, nem do arrependimento.

    Então quem se converte está comprando salvação pelas obras ao se arrepender?

    Portanto, com todo o respeito, o teólogo em questão escorregou ao afirmar com convição que o arrependimento equivale a uma obra, não aceitando-a como um dom.

    Tão absurdo é esta teoria, que então não poderíamos nos arrepender de nossos pecados, e perdir perdão, porque então estaríamos barganhando com Deus, dando nosso arrependimento em troca do perdão.

    Em uma face mais obscura, a teoria apresentada afirmaria que o ser humano não precisaria sentir arrependimento e que Deus o perdoaria incondicionalmente, não se importanto se o indivíduo se agrada em continuar persistindo em um pecado, refazendo este pecado constantemente.

    Enfim o teólogo, não ponderou de forma lógica, o que estaria sacrificando biblicamente ao afirmar que o arrependimento se constitui em uma obra.

    A bíblia diz que o arrependimento é uma OBRA DO ESPÍRITO SANTO!

    Portanto a firmação do referido teólogo não tem base bíblica nem cabimento, sendo facilmente refutada pelas próprias Escrituras.

    ResponderExcluir
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  3. Olá Sr Adventista...
    "Além disso, a necessidade de investigar cada obra da pessoa, para verificar se houve arrependimento por aquele pecado específico, é algo muito parecido com a idéia da salvação através das boas obras."

    "muito parecido" não significa que é!Mas visto que existe a semelhança na teoria, segundo ele, pode existir confusão na devoção do adventista...?

    >>"Além disso"<<, pelo que fica evidente, é a obra do juizo investigativo iniciada em 1844 que é o que está em foco como fonte do problema.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Justamente por isto o Teólogo erra, pois tomou um desvio da doutrina que se propôs a analizar.

      Segundo a doutrina do Juízo Investigação, a primeira fase do juízo onde os justos são avaliados, não tem como fim, investigar se a pessoa será salva ou não!

      Fosse assim, seria contraditório, pois a primeira fase se dá somente sobre aqueles que JÁ estão salvo! Compreendeu? O teólogo não se atentou a este imenso detalhe.

      Mas do que se trata este juízo?

      Ora a própria doutrina explica! Esta fase, serve para mostrar às criaturas do céu como Deus lida com o pecado, ou seja, é uma prestação de conta, onde Jesus mostra de forma transparente, que aqueles realmente foram salvos.

      Entãos as criaturas olham o registro e dizem: - É, realmente este aí aceitou a Jesus como seu Senhor e Salvador.

      Resumindo:

      É um julgamento dos SALVOS, onde os quais já estão SALVOS!

      Um juiz humano precisaria pegar cada caso e analizar antes de dar a sentença. Porém com Jesus é diferente, porque este já conhece a sentença, pois conhece cada um daqueles que andou ao SEU lado.

      (humor) É como se Jesus chegasse em uma imensa biblioteca com o nome de todas as pessoas e dissesse:

      - Este eu conheço! Este também! Ah este também!
      - Aquele ali me deu trabalho mas é meu também!
      - E aquele ali foi no finalzinho!
      - Opa este NÃO!
      - Ah Luciano Sena, meu também!
      - Enoque!? Este já está inclusive no céu! Moisés também e é claro não podemos nos esquecer de Elias!

      Bem! Enchi meus carrinhos, vou lá apresentar os salvos para meu Pai e os outros!

      Excluir
    2. Esse Luciano tem problema com a Verdade...
      Vai se converter Luciano!

      Excluir
    3. São Ridículos e patéticos os argumentos dos meus antigos irmãos adventistas... quem deveria estudar são voces adventistas arrogantes...prepotentes... ignorantes... corruptos e mentirosos...que se consideram os donos da verdade... conheço voces muito bem ... desonestidade é uma das principais características de sua teologia.

      Excluir
  4. "não existe nenhuma indicação nas Escrituras de que Satanás e seus demônios expiem pecados."

    Sério? O interessante é que a IASD e a própria ELlen White falam a mesma coisa. O Franklin escreveu um trecho de seu livro como se estivesse refutando a IASD sem nem ao menos fazer uma citação de um documento oficial da igreja, ou da White. Incompetência dele. E isso de um teólogo que até considero, já vi uma aula do Franklin, ele se mostra um bom teólogo. Mas nesse trecho aí, foi horrível.

    ResponderExcluir
  5. Graça e Paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo, nosso querido Salvador, a quem aguardamos com muita alegria.
    Gostaria de compartilhar com todos os amados do Senhor sobre um dos temas , que é tratado em uma das seções deste blog. Porém como o assunto encontra-se comentado na palestra desta seção. Abaixo passamos a comentar, com todo respeito aqueles que ainda não entendem da forma que entendemos.


    Gostaria de que fosse analisado e lido com toda diligência o comentário que segue.
    Fontes bem atualizada mostram que o termo que deu origem ao nome próprio " AZAZEL ", que ocorre no texto massorético ( texto utilizado pelos judeus modernos, que data da idade Média ) é UM ERRO DE FUSÃO de duas palavras, provada por antigas traduções que datam antes de Cristo, como a Septuaginta ( LXX ), dando origem a uma interpretação exotérica judaica.
    É impressionante como a maioria dos comentaristas bíblicos desconhecem este fato: " O Texto Massorético indica um nome próprio, que, a parte dessa menção, é inteiramente desconhecido [ nas Escrituras ] , Azazel, que os rabinos da Idade Média explicavam ser de um demônio peludo do deserto. Então Arão lançaria sortes por um demônio. Ora não se faz inclusão do culto ou adoração de demônios em parte alguma da TORA e não pode existir a mínima possibilidade de que tal culto surja em Lv 16 e nos versos seguintes deste capítulo. A óbvia solução deste enígma encontra-se na separação das duas partes da palavra " AZAZEL "de modo que fique ez azel, isto é, " O BODE DA PARTIDA ou DA DEMISSÃO.
    A LXX entendeu o versículo e o nome AZAZEL dessa forma , isto é inquestionável. Daí concluímos que foram INDEVIDAMENTE FUNDIDAS NUMA SÓ NO HEBRAICO.
    Ao separarmos as duas palavras, passamos a ter um texto que faz sentido perfeito no contexto, SEM FAZER CONCESSÃO A DEMÔNIOS, CUJO EXEMPLO NÃO EXISTE NAS SANTAS ESCRITURAS. A verdadeira tradução a ser empregada, em vez de " ... para AZAZEL " ( ASV, RSV ); é " BODE EMISSÁRIO "

    ResponderExcluir
  6. Dando continuidade ao comentário acima, gostaria colocar outro detalhe importantíssimo.
    O registro dos documentos do Antigo Testamento era escrito só com consoantes; os pontos representativos das vogais só passaram a ser colocados no texto a partir de 800 D.C. [ Texto Massorético ] ... A TRADIÇÃO SEGUNDO A QUAL O BODE EMISSÁRIO ERA O NOME DE UM DEMÔNIO DO DESERTO, ORIGINAR-SE-IA, MUITO TEMPO DEPOIS e estaria totalmente EM DESACORDO COM OS PRINCÍPIOS DA REDENÇÃO ENSINADOS NA TORA.
    Concluímos que esse cabrito ( bode )não representava Satanás.Eles não são mencionados desempenhando funções expiatórias em prol da humanidade, que é a implicação dessa interpretação Lv. 17.7.
    O amado e inspirado evangelista João deixa registrado 1 Jo.3.5, uma alusão ao bode emissário.
    Esse fato é claramente visto nas palavras ' leva embora ' ( ARA, ' tira ' )
    Dirijo-me aos remanescentes, que compõe a verdadeira Igreja do Senhor Jesus, aqui na terra, para que atentemos com toda atenção as Palavras do Senhor registradas pelo escritor inspirado em Hb. 2.1
    Deus abençõe a todos com a iluminação do Santo Espirito. Amém !!!

    ResponderExcluir
  7. Reporto-me a todos os amados do Senhor, que não aceitam dividir a Glória do Senhor Jesus com ninguém. Com certeza você que esta lendo o que escrevo neste momento, é um dos tais.
    Observe que, de acordo com a Santa Palavra do Pai das Luzes, cada um de nós daremos conta de nossos atos a Ele; cada um responderá por si. Quando olhamos para o Éden observamos que Adão foi responsabilizado pelo seu pecado, Eva pelo seu e Satanás pelo seu. Cada um recebeu a punição que o Justo Juiz decretou com toda Justiça que lhe é peculiar. No Juízo Final meus queridos e sinceros irmãos e irmãs, Deus vai responsabilizar a todas as criaturas, como fêz no Éden, por SEUS PRÓPRIOS PECADOS COMETIDOS. Satanás será punido pelo dele, e o homem que rejeitou a Jesus como SALVADOR PESSOAL, também será punido por isto. CADA UM DARA CONTA DE SI MESMO A DEUS.
    PELA FÉ E ILUMINAÇÃO DO ESPIRITO SANTO É QUE PODEMOS COMPREENDER QUE O SENHOR JESUS PAGOU O PREÇO DE NOSSO PECADO SOZINHO. FAZENDO COMPLETA EXPIAÇÃO. REALIZANDO O TRABALHO DOS DOIS CARNEIROS ( BODES ).
    PRIMEIRO - OFERTA SACRIFICIAL PELO PECADO ( Ap. 12.11 )
    SEGUNDO- AFASTAMENTO DO PECADO ( Sl.103.12;Mq. 7.19; Is.53.4,12; Mt.8. 17 ) e muitos outros...
    Com todo respeito e amor em Cristo Jesus, te peço, não divida esta
    Glória de reconhecer que somente o Senhor Jesus levou e afastou de você e de mim os nossos pecados.
    EFÉSIOS 3. 17-21. No Amor de Cristo.

    ResponderExcluir
  8. Somando ao comentário por nós mencionado acima, acresentamos um texto que vai nos ajudar a abalizarmos nossa fé de que o BODE EMISSÁRIO É O SENHOR JESUS.
    João Batista quando VIU a Jesus vindo para ele, em sua direção, foi-lhe revelado pelo Espirito Santo, sobre Jesus: "...Eis O CORDEIRO de Deus, que TIRA ( afasta, leva ) o pecado do mundo! " Jo 1.29 .
    O Pai das Luzes , ilumine a todos.
    Paz a todos, Amém!!!

    ResponderExcluir
  9. Pelo que entendo o irmão, que se identifica como: Adventismo Acadêmico entende que o bode emissário não é um demônio como alguns entendem. A seguir transcrevo sua declaração:

    "...não existe nenhuma indicação nas Escrituras de que Satanás e seus demônios expiem pecados."

    Declaração esta que se harmôniza com nossa colocação acima, ok ?

    Nos laços do Calvário, Wilton

    ResponderExcluir
  10. Caro " Adventismo Acadêmico
    Desde o momento em que a IASD crê que o bode emissário é Satanás, é prova de que a mesma aceita-o como expiador , pois este bode fazia parte da expiação. Veja as Escrituras Sagradas. Lv.16.5 . " Da congregação dos filhos de Israel TOMARÁ DOIS BODES, para A OFERTA PELO PECADO, ... " ; " Mas O BODE SOBRE QUE CAIR SORTE PARA BODE EMISSÁRIO SERÁ REPRESENTDO VIVO PERANRE O SENHOR , para fazer expiação POR MEIO DELE e enviá-lo ao deserto como bode emissário. " Lv.16.10.
    Se não desistir da interpretação de que o bode emissário é SATANÁS, estarás afirmando que Ele é co-redentor com Jesus.
    A interpretação exegética e hermenêutica do texto é que Jesus é representado pelos dois bodes que faz a expiação. Um que morre e o outro que leva para o deserto do esquecimento os pecados de Seu povo.
    Deus te ilumine
    Em Cristo
    Wilton

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. "A interpretação exegética e hermenêutica do texto é que Jesus é representado pelos dois bodes que faz a expiação. Um que morre e o outro que leva para o deserto do esquecimento os pecados de Seu povo."

      Qual regra da hermenêutica o irmão utilizou para chegar a esta conclusão? Poderia trazer aqui este estudo hermenêutico?

      Excluir
  11. A palavra de Deus por si só já se auto interpreta. Um texto traz luz a outro texto e como todos podemos verificar sem rodeios e confusão, a postagem e nossos comentários a luz das Santas Escrituras, já esclarece a questão. Os bodes deveriam ser perfeitos e esta perfeição era exatamente no sentido de representarem pessoas perfeitas, sem defeito e é claro e evidente que satanás não tem e nunca teve este perfil , pois ele é imperfeito e desta forma não precisaria de dois bodes perfeitos, já que um deles, segundo a crença equivocada e fora de contexto representaria Satanás.
    Se lembrarmos o momento em que foi feito a votação para saber quem substituiria Judas foram fornecidos dois nomes e de pessoas que tinham toda credencial para assumir a posição de Apóstolo e através da "sorte "seria então determinado quem O Senhor escolheria para assumir aquela posição. Obviamente cada qual assumiu a posição e ficou na atividade que Deus determinou em Sua Soberania. Os dois bodes também perfeitos estavam preparados para o serviço do Senhor. Um morreu e outro levaria o pecado do povo de Deus. Jesus morreu por Seu povo e levou o pecado de Seu povo para o deserto do esquecimento. E este foi nosso querido e Eterno Salvador, que consumou no Calvário nossa Eterna Salvação. Jo.19.30
    Em Cristo
    Wilton

    ResponderExcluir