sábado, 19 de abril de 2014

Como adquirir o Livro: A Conspiração Adventista?

Pela graça e para a glória de Deus, disponibilizo o livro A Conspiração Adventista, de produção independente, com o apoio fabuloso do Pr. Jefferson Pereira e Wesley Nazeazeno. Prefaciado pelo Reverendo Ageu Magalhães, trata de cinco questões principais do conjunto doutrinário da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que considero um sério desvio do cristianismo ortodoxo. Em 178 páginas fiz cerca de 300 'citações', da pena autores de várias linhas teológicas, principalmente da refinada erudição adventista.

*No envio do arquivo revisado, houve um engano. E acabamos enviando para a gráfica um texto não revisado, sendo que com isso há vários erros ortográficos, de impressão e de gramática.  Conto com a compreensão dos leitores por esse equívoco. 

Como adquirir?

O preço do livro é de 25,00 R$ (Valor com o frete incluído).

Depósito:

Banco - Caixa Econômica Federal
Ag - 0280
Op. 013
Conta Poupança - 102.493-6
Nome: Maura C. S. Sena Pereira

Envie a imagem do comprovante de depósito no endereço de e-mail: blogapologetico@gmail.com, contendo seu nome e endereço completo.

Deus te abençoe e te fortaleça em Cristo.

95 comentários:

  1. Irmão Luciano, parabéns pelo lançamento de seu livro!

    O leitor cristão, certamente encontrará nas páginas de "A Conspiração Adventista", conteúdo esclarecedor que servirá como um sinal de perigo contra as investidas da seita.

    Faltava um livro assim, no meio cristão, com bastante informação, inclusive para adventistas que em sua maioria nem se apercebem das traquinagens de seus líderes e "garotos propaganda da Novo Tempo." (risos)!

    Que Deus o abençõe ricamente. Amém!

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    1. Amém Irmão Paulo... agradeço muito o que o irmão tem feito aqui no blog pela causa da verdade,

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  2. Olá irmão Luciano, a paz do Senhor!

    Já que serve para adventista, me manda um de brinde?

    Um forte abraço e fique com Deus!

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  3. Olá irmão Luciano Sena, a paz do Senhor!

    Assista ao vídeo e depois comente se possível.

    http://www.youtube.com/watch?v=4urkH3Hktm0

    Um forte abraço e fique com Deus!

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    1. Olá irmão Luciano Sena, a paz do Senhor!

      E se eu quiser comprar pode?

      Um forte abraço e fique com Deus!

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    2. Foi apresentado alguma restrição? Portanto, compre quem quiser. Agora quem não quiser, é só ler o blog, afinal, a CPB não me deu os livros que comprei dela...

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    3. Bom dia irmão Luciano Sena, a paz do Senhor!

      Obrigado por ter respondido, mas não precisa ficar nervoso, foi apenas uma pergunta.

      Fique na paz!

      Um forte abraço de seu irmão em Cristo Jesus!

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    4. Quem está nervoso? Só fui agi da mesma forma que vc, por favor ligue para editora da sua igreja e solicite algum livro, Questões sobre Doutrina por exemplo, já que é para ajudar os 'protestantes a terem uma visão correta do adventistmo'...

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    5. Calma irmão Luciano, só fiz uma pergunta!

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  4. Não é necessário se tornar Adventista para guardar o Sábado. Os Batistas do 7º Dia guardam o Sábado desde 1617.

    É uma pena que um pastor Batista que aceitou o Sábado como dia do Senhor tenha engolido toda uma série de falsos ensinos do Adventismo.

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    1. Sim Fablulo, um "Batistaca" que nem sequer conheceu esse fato...

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  5. Olá irmão Fablulo, a paz do Senhor!

    O irmão está corretíssimo! Não precisa ser adventista para guardar o SÁBADO!
    Concordo em gênero, número e grau com o irmão! Você está 100% correto.
    Mas você sabe que existem pessoas que acham que o SÁBADO é invenção humana e dos adventista, vê se tem cabimento.

    Exatamente irmão Fablulo, o SÁBADO é uma instituição DIVINA, ou seja, Deus o instituiu!

    E o irmão acertou novamente citando a fundação da igreja BATISTA do 7 Dia em 1617, ou seja, os IASD nem sonhavam em existir quando eles HONRAVAM a INSTITUIÇÃO DIVINA.

    Mais uma prova que a guarda do SÁBADO não é invenção HUMANA, mas instituição DIVINA.

    Esclarecimento:

    A igreja Batista do 7dia é muito pequena se comparada a outra!

    Qual?

    A igreja Batista que guarda o DOMINGO! Esta é uma GIGANTE se comparada a outra!

    Ou seja, a Gigante, honra o dia criado (mudado) pelo homem (domingo). A qual ele fazia parte!

    A anã, honra ao dia instituído por Deus (sábado).

    Acho que o irmão não assistiu ao vídeo e não entendeu o que ele representa.

    O irmão só se equivocou no final de seu comentário, pois o pastor não aceitou o adventismo. Ele entendeu que é a instituição DIVINA (sábado) que deve ser aceita e não a tradição de homens (domingo).

    Assistam em espírito de oração. E não julguem antes.

    Um forte abraço e fique com Deus!

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    1. Irmão Alexandre:
      Você diz:
      "E o irmão acertou novamente citando a fundação da igreja BATISTA do 7 Dia em 1617, ou seja, os IASD nem sonhavam em existir quando eles HONRAVAM a INSTITUIÇÃO DIVINA."

      Querido; você percebe agora porque muitos chamam vocês de sabatólatras e adoradores do sábado?

      Honrar a instituição divina?

      Honra e gloria somente a Deus (Apoc 19:10)

      Adora a Deus meu querido!

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    2. Irmão da MENTIRA...

      Honrar UMA instituição DIVINA, é ser FEIL a DEUS!

      Assim, com você é FIEL aos outros NOVE MANDAMENTOS pelo mesmo motivo que HONRAMOS os DEZ!

      Você entendeu?????

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  6. Este comentário foi removido pelo autor.

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  7. PARTE1
    “Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns… Mas chegastes ao monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, e aos muitos milhares de anjos; A universal assembléia e Igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados”. (Hebreus 10.25;12.22-23)

    O monte Sião era o monte do templo em Jerusalém. O que este texto demonstra é que o sistema de religião do Antigo Pacto – centralizado no sacerdócio levítico, no templo, nos sacrifícios e nas demais cerimônias da Lei – era uma sombra daquilo que se cumpriria na Igreja do Novo Pacto. Tais coisas foram ab-rogadas quanto a administração externa, mas não quanto a substância e verdade delas. É por isso que o texto diz que “chegastes ao monte Sião”. Não trata-se do monte literal em que ficava o templo, mas da substância e verdade significada por este monte. “A universal assembléia e Igreja” é o cumprimento escatológico do sistema religioso do Antigo Pacto. Quando nos achegamos a Igreja estamos fazendo substancialmente o mesmo que os antigos faziam quando se achegavam ao templo. Quando nos reunimos no culto público da Igreja de Deus estamos espiritualmente entrando do templo celestial, por meio do sacerdócio de Cristo, do seu sacrifício expiatório. A carta aos Colossenses tem algo importante a dizer sobre isso:

    “… e tendes a vossa plenitude n’Ele, que é a cabeça de todo principado e potestade, no qual também fostes circuncidados com a circuncisão não feita por mãos no despojar do corpo da carne, a saber, a circuncisão de Cristo; tendo sido sepultados com ele no batismo, no qual também fostes ressuscitados pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos; e a vós, quando estáveis mortos nos vossos delitos e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-nos todos os delitos; e havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, removeu-o do meio de nós, cravando-o na cruz; e, tendo despojado os principados e potestades, os exibiu publicamente e deles triunfou na mesma cruz. Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo”. (Colossenses 2.10-17)

    Alguns argumentam que o sábado de Colossenses 2 não se refere ao sétimo dia, mas se refere a outras festas solenes que também eram chamadas de sábado. Primeiro, não há qualquer pista no próprio texto de que ele esteja fazendo uma distinção de sábados, como se tivesse falando de um e não de outro. Ele diz simplesmente sábados. Segundo, podemos entender com clareza que ele está se referindo ao sétimo dia de cada semana quando comparamos a estrutura do que ele diz aqui com a estrutura de diversos textos no Antigo Testamento.

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  8. PARTE2
    “Ora, resolveu Salomão edificar uma casa ao nome do Senhor, como também uma casa real para si. Designou, pois, Salomão setenta mil homens para servirem de carregadores, e oitenta mil para cortarem pedras na montanha, e três mil e seiscentos inspetores sobre eles. E Salomão mandou dizer a Hurão, rei de Tiro: Como fizeste com Davi, meu pai, mandando-lhe cedros para edificar uma casa em que morasse, assim também fazem comigo. Eis que vou edificar uma casa ao nome do Senhor meu Deus e lha consagrar para queimar perante ele incenso aromático, para apresentar continuamente, o pão da preposição, e para oferecer os holocaustos da manhã e da tarde, nos sábados, nas luas novas e nas festas fixas do Senhor nosso Deus”. (II Crônicas 2.1-4)

    Este texto registra a iniciativa do rei Salomão de construir o templo. Aqui ele menciona algumas coisas que deveriam acontecer neste templo: “oferecer os holocaustos da manhã e da tarde, nos sábados, nas luas novas e nas festas fixas do Senhor nosso Deus”. Devemos notar que Salomão cita aqui as mesmas coisas que Paulo citou as Colossenses, mas em ordem invertida: “Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo”. (Cl 2.10-17) Salomão estava se referindo a uma obrigação da Lei. Quando buscamos na Lei a que obrigação Salomão se refere, fica absolutamente claro que Salomão estava se referindo ao sétimo dia.

    Sábado

    “Disse mais o Senhor a Moisés: Ordena aos filhos de Israel, e dize-lhes… No dia de sábado oferecerás dois cordeiros de um ano, sem defeito, e dois décimos de efa de flor de farinha, misturada com azeite, em oferta de cereais, com a sua oferta de libação; é o holocausto de todos os sábados, além do holocausto contínuo e a sua oferta de libação”. (Nm 28.9-10)

    Lua Nova

    “Nos princípios dos vossos meses oferecereis em holocausto ao Senhor: dois novilhos, um carneiro e sete cordeiros de um ano, sem defeito; e três décimos de efa de flor de farinha, misturada com azeite, em oferta de cereais, para cada novilho; e dois décimos de efa de flor de farinha, misturada com azeite, em oferta de cereais, para o carneiro; e um décimo de efa de flor de farinha, misturada com azeite, em oferta de cereais, para cada cordeiro; é holocausto de cheiro suave, oferta queimada ao Senhor. As ofertas de libação do mesmo serão a metade de um him de vinho para um novilho, e a terça parte de um him para um carneiro, e a quarta parte de um him para um cordeiro; este é o holocausto de cada mês, por todos os meses do ano. Também oferecerás ao Senhor um bode como oferta pelo pecado; oferecer-se-á esse além do holocausto contínuo, com a sua oferta de libação”. (Nm 28.11-15)

    Páscoa

    “No primeiro mês, aos catorze dias do mês, é a páscoa do Senhor. E aos quinze dias do mesmo mês haverá festa; por sete dias se comerão pães ázimos. No primeiro dia haverá santa convocação; nenhum trabalho servil fareis; mas oferecereis oferta queimada em holocausto ao Senhor: dois novilhos, um carneiro e sete cordeiros de um ano, todos eles sem defeito; e a sua oferta de cereais, de flor de farinha misturada com azeite; oferecereis três décimos de efa para cada novilho, dois décimos para o carneiro, e um décimo para cada um dos sete cordeiros; e em oferta pelo pecado oferecereis um bode, para fazer expiação por vos. Essas coisas oferecereis, além do holocausto da manhã, o qual é o holocausto contínuo. Assim, cada dia oferecereis, por sete dias, o alimento da oferta queimada em cheiro suave ao Senhor; oferecer-se-á além do holocausto contínuo com a sua oferta de libação; e no sétimo dia tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis”. (Nm 28.16-25)

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  9. PARTE3
    A Festa das Semanas (ou Pentecostes)

    “Semelhantemente tereis santa convocação no dia das primícias, quando fizerdes ao Senhor oferta nova de cereais na vossa festa de semanas; nenhum trabalho servil fareis. Então oferecereis um holocausto em cheiro suave ao Senhor: dois novilhos, um carneiro e sete cordeiros de um ano; e a sua oferta de cereais, de flor de farinha misturada com azeite, três décimos de efa para cada novilho, dois décimos para o carneiro, e um décimo para cada um dos sete cordeiros; e um bode para fazer expiação por vós. Além do holocausto contínuo e a sua oferta de cereais, os oferecereis, com as suas ofertas de libação; eles serão sem defeito”. (Nm 28.26-31)

    A Festa das Trombetas

    “No sétimo mês, no primeiro dia do mês, tereis uma santa convocação; nenhum trabalho servil fareis; será para vós dia de sonido de trombetas. Oferecereis um holocausto em cheiro suave ao Senhor: um novilho, um carneiro e sete cordeiros de um ano, todos sem defeito; e a sua oferta de cereais, de flor de farinha misturada com azeite, três décimos de efa para o novilho, dois décimos para o carneiro, e um décimo para cada um dos sete cordeiros; e um bode para oferta pelo pecado, para fazer expiação por vós; além do holocausto do mês e a sua oferta de cereais, e do holocausto contínuo e a sua oferta de cereais, com as suas ofertas de libação, segundo a ordenança, em cheiro suave, oferta queimada ao Senhor”. (Nm 29.1-6)

    O Dia da Expiação

    “Também no dia dez deste sétimo mês tereis santa convocação, e afligireis as vossas almas; nenhum trabalho fareis; mas oferecereis um holocausto, em cheiro suave ao Senhor: um novilho, um carneiro e sete cordeiros de um ano, todos eles sem defeito; e a sua oferta de cereais, de flor de farinha misturada com azeite, três décimos de efa para o novilho, dois décimos para o carneiro, e um décimo para cada um dos sete cordeiros; e um bode para oferta pelo pecado, além da oferta pelo pecado, com a qual se faz expiação, e do holocausto contínuo com a sua oferta de cereais e as suas ofertas de libação”. (Nm 29.7-11)

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  10. PARTE4
    A Festa dos Tabernáculos

    “Semelhantemente, aos quinze dias deste sétimo mês tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis; mas por sete dias celebrareis festa ao Senhor. Oferecereis um holocausto em oferta queimada, de cheiro suave ao Senhor: treze novilhos, dois carneiros e catorze cordeiros de um ano, todos eles sem defeito; e a sua oferta de cereais, de flor de farinha misturada com azeite, três décimos de efa para cada um dos treze novilhos, dois décimos para cada um dos dois carneiros, e um décimo para cada um dos catorze cordeiros; e um bode para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo com a sua oferta de cereais e a sua oferta de libação. No segundo dia, doze novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito; e a sua oferta de cereais, e as suas ofertas de libação para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo a ordenança; e um bode para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo com a sua oferta de cereais e as suas ofertas de libação: No terceiro dia, onze novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito; e a sua oferta de cereais, e as suas ofertas de libação para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo a ordenança; e um bode para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo com a sua oferta de cereais e a sua oferta de libação. No quarto dia, dez novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito; e a sua oferta de cereais, e as suas ofertas de libação para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo a ordenança; e um bode para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo com a sua oferta de cereais e a sua oferta de libação. No quinto dia, nove novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito; e a sua oferta de cereais, e as suas ofertas de libação para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo a ordenança; e um bode para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo com a sua oferta de cereais e a sua oferta de libação. No sexto dia, oito novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito; e a sua oferta de cereais, e as suas ofertas de libação para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo a ordenança; e um bode para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo com a sua oferta de cereais e a sua oferta de libação. No sétimo dia, sete novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito; e a sua oferta de cereais, e as suas ofertas de libação para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo a ordenança; e um bode para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo com a sua oferta de cereais e a sua oferta de libação. No oitavo dia tereis assembleia solene; nenhum trabalho servil fareis; mas oferecereis um holocausto em oferta queimada de cheiro suave ao Senhor: um novilho, um carneiro, sete cordeiros de um ano, sem defeito; e a sua oferta de cereais, e as suas ofertas de libação para o novilho, para o carneiro e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo a ordenança; e um bode para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo com a sua oferta de cereais e a sua oferta de libação. Oferecereis essas coisas ao Senhor nas vossas festas fixas, além dos vossos votos, e das vossas ofertas voluntárias, tanto para os vossos holocaustos, como para as vossas ofertas de cereais, as vossas ofertas de libações e os vossos sacrifícios de ofertas pacíficas”. (Nm 29.12-39)

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  11. PARTE5
    Era a isso que Salomão se referia quando mencionou a necessidade de “oferecer os holocaustos da manhã e da tarde, nos sábados, nas luas novas e nas festas fixas do Senhor nosso Deus”. (II Crônicas 2.4) Claramente os sábados eram o sétimo dia de cada semana, as luas novas acontecia mensalmente e as festas fixas eram demais celebrações. Em I Crônicas vemos também as três coisas juntas:

    “Eis porque, segundo as ultimas palavras de Davi, foram contados os levitas da idade de vinte anos para cima. Porque o seu cargo seria o de assistirem aos filhos de Arão no serviço da casa do Senhor, nos átrios, e nas câmaras, e na purificação de todas as coisas sagradas, e em qualquer trabalho para o serviço da casa de Deus, cuidando dos pães da proposição, e da flor de farinha para a oferta de cereais, quer seja de bolos ázimos, quer seja do que se assa na panela, quer seja do que é misturado com azeite, e de toda sorte de medidas e pesos; e de estarem cada manhã em pé para render graças e louvor ao Senhor, e semelhantemente à tarde. e oferecerem continuamente perante o Senhor todos os holocaustos, nos sábados, nas luas novas e nas festas fixas, segundo o número ordenado”. (I Crônicas 23.27-31)

    Em Neemias também:

    “para os pães da proposição, para a contínua oferta de cereais, para o contínuo holocausto dos sábados e das luas novas, para as festas fixas, para as coisas sagradas, para as ofertas pelo pecado a fim de fazer expiação por Israel, e para toda a obra da casa do nosso Deus”. (Neemias 10.33)

    Em Ezequiel também:

    “Tocará ao príncipe dar os holocaustos, as ofertas de cereais e as libações, nas festas, nas luas novas e nos sábados, em todas as festas fixas da casa de Israel. Ele proverá a oferta pelo pecado, a oferta de cereais, o holocausto e as ofertas pacíficas, para fazer expiação pela casa de Israel”. (Ez 45.17)

    Isaías também:

    “Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação. As luas novas, os sábados, e a convocação de assembleias … não posso suportar a iniquidade e o ajuntamento solene! As vossas luas novas, e as vossas festas fixas, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer”.(Is 1.13-14)

    Em Oséias também:

    “Também farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, e os seus sábados, e todas as suas assembleias solenes”. (Oséias 2.11)

    Sendo assim, fica perfeitamente claro ao que Paulo estava se referindo quando Paulo citou as três coisas juntas. Está claro que quando ele falou nos sábados, ele estava se referindo ao sétimo dia da semana. Está claro que Paulo reconhecia que a necessidade de guardar o dia de sábado era uma sombra que havia se cumprido em Cristo. O que Paulo tinha em mente quando mencionou estas coisas era essencialmente que Hebreus 13. O sistema de religião do Antigo Pacto era uma sombra daquilo que se cumpriria na Igreja do Novo Pacto. O que Paulo estava dizendo era que os cristãos não poderiam ser criticados por não cumprir tais coisas quanto a administração externa, pois eles já tinham tais coisas na Igreja de Deus. Quando nos achegamos a Igreja estamos fazendo substancialmente o mesmo que os antigos faziam quando se achegavam ao templo. Os “dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados” são “sombras das coisas vindouras” e nós já temos a substância e verdade significada por estas sombras quando chegamos “ao monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, e aos muitos milhares de anjos; A universal assembléia e Igreja dos primogênitos”. (Hebreus 12.22-23)

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  13. Olá irmão Sanlopes, a paz do Senhor!

    Perfeito seu comentário! Concordo 100% com ele! Parabéns!

    O sábado CERIMONIAL é todo isso! E eles apontavam para o futuro, para o MESSIAS. O "tipo" apontando para o "antítipo". Excelente seu texto!

    Só faltou o irmão mencionar o sábado semanal, ou da lei moral que aponta para o passado, para o poder criativo de Deus, nos lembrando de quem nos criou.

    E a questão da ADORAÇÃO ao CRIADOR é tão importante que em APOCALIPSE 14:7 diz:

    "Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu JUÍZO. E ADORAI aquele que FEZ o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas." (Apocalipse 14 : 7)

    Veja a intima relação com o quarto MANDAMENTO (sábado semanall) em Êx 20:11.:

    "Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há".

    Parabéns por conhecer a diferença entre ambos!

    Um forte abraço e fique com Deus!

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  14. parabéns pelo lançamento do livro, o irmão tem sido alvo das nossas orações, pelo grande trabalho que tem feito na seara do nosso Senhor.

    já vou adquirir o livro.

    e glorias ao nosso Deus pela sua vida.

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  15. Alexandre:
    ok meu irmão, tinha me equivocado então...

    Fui da IASD por cerca de 9 anos, e agora estou em momento de transição para tornar-me Batista do 7º Dia (por isso uso nickname por enquanto na internet, e não meu nome real).

    Os Batistas do 7º Dia realmente são uma denominação pequena (talvez uns 50-60 mil no mundo), mas meu comentário era mais para esclarecer sobre a existência deles mesmo (uma vez que muitos, mesmo Batistas os desconhecem).

    Depois de muito tempo estudando a respeito, simplesmente não há como eu aceitar o 'espírito de profecia' de Ellen White, um juízo de investigação desde 1844, a aniquilação dos ímpios depois do juízo, Jesus = arcanjo Miguel, igrejas protestantes como filhas da Babilônia, e outras doutrinas peculiares da Igreja Adventista, que estão bem distantes da ortodoxia evangélica.

    Estudei bastante a questão do Sábado x Domingo também, e não creio tenha havido alguma mudança de santidade do 7º para o 1º dia na Nova Aliança. Mas respeito a todos os meus irmãos que pensam de forma diversa nesse assunto (como o Luciano, aqui do blog), e os considero verdadeiramente irmãos em Cristo. Apenas uma rejeição consciente da inspiração e inerrância da Bíblia, a negação da Trindade e um falso ensino quanto ao evangelho (os pontos que o Luciano sempre coloca aqui no blog) me impediria de considerar os demais como verdadeiros cristãos.

    Os Batistas do 7 dia mantém saudáveis relações com as demais igrejas, sendo parte de inúmeras afiliações cristãs, batistas (como a Aliança Batista Mundial) e interdenominacionais.

    Grande abraço a todos!

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    1. Prezado irmão Fabulo, fico feliz em ler o que o irmão escreveu. Eu por exemplo já falei da IBSD para alguns adventista, mesmo aqui no blog. Já que eles tem essa convicção que o sábado no sétimo dia, em seus moldes veterotestamentário, é um requisito válido para o Cristão, é só irem para essa igreja... assim - Ellen White, 1844, etc., não estragaria o bolo... mas um deles me disseram que não é só o sábado.

      Tenho uma perspectiva de substituição, não exaustiva, mas creio que o Dia do Senhor é o Domingo. Mas se eu achar que estão perdidos os que pensam errado, caio no mesmo erro legalista dos seguidores de Ellen White.

      Irmão, fique a vontade em questionar e opinar, defender e divulgar seus pensamentos. Esse blog é dos fieis, e os considero-os assim.

      Que Deus abençoe sua decisão e te fortaleça em Cristo. Evangelize os perdidos, gaste-se pela Cruz...

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    2. Boa tarde irmão Fablulo, a paz do Senhor!

      Seu comentário foi ótimo!

      Não importa se o irmão mudou de DENOMINAÇÃO, pois sabemos que não é placa de igreja quem nos SALVA não é mesmo?

      Mas apenas Jesus Cristo!

      Parabéns por continuar com Cristo e estar congregando com os irmãos IBSD!

      Que Deus continue a te abençoar ricamente e sua família também!

      Um forte abraço e fique com Deus!

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    3. Olá irmão Luciano Sena, a paz do Senhor!

      Irmão Luciano, não existe tal SUBSTITUIÇÃO!

      Mas você tem o LIVRE ARBÍTRIO para seguir o que quiser!

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  16. Este comentário foi removido pelo autor.

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  17. Gálatas 4
    1 Ora, digo que por todo o tempo em que o herdeiro é menino, em nada difere de um servo, ainda que seja senhor de tudo;
    2 mas está debaixo de tutores e curadores até o tempo determinado pelo pai.
    3 Assim também nós, quando éramos meninos, estávamos reduzidos à servidão debaixo dos rudimentos do mundo;
    4 mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei,
    5 para resgatar os que estavam debaixo de lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.
    6 E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai.
    7 Portanto já não és mais servo, mas filho; e se és filho, és também herdeiro por Deus.
    8 Outrora, quando não conhecíeis a Deus, servíeis aos que por natureza não são deuses;
    9 agora, porém, que já conheceis a Deus, ou, melhor, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir?
    10 Guardais dias, e meses, e tempos, e anos.
    11 Temo a vosso respeito não haja eu trabalhado em vão entre vós.

    Guardar dias, meses, tempos ou anos, seja eles quais forem, é voltar a servidão debaixo dos rudimentos do mundo (v.3), mas com Cristo Jesus não estamos mais debaixo do jugo da lei, e não precisamos mais voltar outra vez aos rudimentos fracos e pobres (v.9), entre os quais estão a guarda de dias, meses, tempos ou anos (v.10). Cristo nos fez livres desta obrigação, de modo que agora nós não somos mais servos, mas herdeiros de Deus (v.7), e Paulo diz que se os gálatas guardam algum dia, o seu trabalho havia sido em vão (v.11)!

    O Sábado foi ABOLIDO, e não transferido para o domingo! Também na epístola de Paulo aos Romanos, ele escreve:

    “Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor o não faz.” (Romanos 14:5,6)

    Paulo afirma que não faz diferença se alguém guarda um dia e se outro guarda outro pois tudo isso é coisa indiferente. Ninguém é proibido de guardar algum dia, embora Paulo deixe claro que isso seja totalmente desnecessário a luz da Nova Aliança (Gl.4:10,11; Cl.2:16; Rm.14:5,6), mas ninguém também é obrigado, de maneira nenhuma, a observar qualquer dia que seja. “Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente”!

    Devemos nos apresentar ao Senhor como “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o culto racional” (Rm.12:1), e não a observância obrigatória de algum dia em que não podemos realizar trabalho algum.

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  18. COLOCENSSES 2:16 – O FIM DO SÁBADO

    “Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16,17)

    Para fugir à evidência de Cl.2:16-17, onde Paulo se refere ao Sábado semanal como integrante das coisas passageiras da Lei que terminaram com a morte de Cristo na cruz, os sabatistas costumam argumentar que a palavra “Sábado” não se refere ao sábado semanal, mas aos anuais ou cerimoniais de Lv.23. O que não é verdade, pois os sábados anuais ou cerimoniais já estão incluídos na expressão “dias de festa”. Esta indicação mostra positivamente que a palavra SABBATON, como é usada em Cl.2:16, não pode se referir aos sábados festivos, anuais ou cerimoniais.

    Comparando com Oséias 2:11:

    “E farei cessar todo seu gozo, as suas festas [cada ano], as suas luas novas [cada mês], e os seus sábados [cada semana], e todas as suas festividades”

    Agora, retornemos a Colossenses 2:14-17: “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo. Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa [cada ano], ou da lua nova [cada mês], ou dos sábados [cada semana], que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo.”

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    1. Existe diferença entre a Lei Moral e a Lei Cerimonial?

      O erudito bíblico JOHN D. DAVIS, autor PRESBITERIANO de um dos mais famosos dicionários bíblicos que já alcançou várias edições, assegura:

      “Os DEZ MANDAMENTOS, sendo a lei fundamental e sumária de TODA MORAL, PERMANECEM FIRMES; baseiam-se na IMTTÁVEL natureza de Deus e nas relações permanentes do homem sobre a terra. A respeito do quarto mandamento, disse Jesus: ‘O sábado foi feito para o homem’; segue-se, pois, que a lei permanece em toda sua força enquanto o homem existir sobre a terra.

      “A LEI CERIMONIAL a que se refere a Carta aos Hebreus 8:7, como o primeiro pacto, ela a declara como antiquada e prestes a perecer, v.13 comparar com os caps. 8 a 10. O apóstolo não julgou necessário obrigar a ela os gentios, atos 15:23–28. TINHA FUNÇÃO TRANSITÓRIA, apontando para cristo, nosso sumo pontífice por meio de seu sacerdócio, de seus sacrifícios, de suas cerimônias e de seus símbolos. Chegado que foi o antítipo, cessaram de uma vez os tipos, sem contudo perder de vista a importância que eles tem em todas as idades futuras.”

      Em “O Novo Dicionário da Bíblia”, p. 356–357. Grifos acrescentados.

      Vejamos qual a posição oficial presbiteriana encontrada na já citada “Confissão de Fé de Westminster”:

      “III. Além dessa lei (os Dez Mandamentos), geralmente chamada LEI MORAL, foi Deus servido dar ao seu povo de Israel, considerado uma igreja sob a sua tutela, LEIAS CERIMONIAIS que contêm diversas ordenanças típicas. Essas leis, que em parte se referem ao culto e prefiguram Cristo, as suas graças, os seus atos, os seus sofrimentos e os seus benefícios, e em parte representam várias instruções de deveres morais, estão todas ab-rogadas sob o Novo Testamento.

      Hb.10:1; Gl.4:1–3; Cl.2:17; Êx.12:14; I Co.5:7; II Co.6:17; Cl.2:14,16–17; Ef.2:15–16.
      “IV. A esse mesmo povo, considerado como um corpo político, Deus deu leis civis que terminaram com aquela nacionalidade, e que agora não obrigam além do que exige a sua equidade geral.

      Êx.21:1–36,22:1–29; Gn.49:10; Mt.5:38–39.”

      — Op. cit. cap. XIX.


      O Dr. ALBERT BARNES, respeitado comentarista PRESBITERIANO, em seu comentário sobre Mateus 5:18 e 19, declara:

      “As lEIS dos JUDEUS ESTAVAM GERALMENTE DIVIDIDAS em MORAIS, CERIMONIAIS e JUDICIAIS. As LEIS MORAIS são aquelas que emanam da natureza das coisas, que não podem, por conseguinte, ser mudadas — tais como o dever de amar a Deus e Suas criaturas. Estas NÃO PODEM SER ABOLIDAS, pois jamais poderá ser correto odiar a Deus ou aos nossos semelhantes. DESSA NATUREZA SÃO os DEZ MANDAMENTOS; e estes, nosso Salvador NÃO ABOLIU nem suprimiu.

      “As LEIS CERIMONIAIS são as determinadas para atender a certos estados da sociedade, ou regulamentar ritos religiosos e cerimônias do povo. ESTAS PODERÃO SER MUDADAS quando mudarem as circunstâncias, e não obstante, a LEI MORAL PERMANECE IMUTÁVEL.


      Em “Notes, Explanatory and Practical on the Gospel” (1860), vol. 1, p. 65–66.

      E eis a excelente exposição do ministro PRESBITERIANO MAURO FERNANDO MEISTER:
      “Quanto à aplicação da Lei, devemos exercitar a seguinte compreensão:

      “(a) A LEI CIVIL tinha a finalidade de regular a sociedade civil do estado teocrático de Israel. Como tal, não é aplicável normativamente em nossa sociedade. …

      “(b) A LEI RELIGIOSA (Cerimonial) tinha a finalidade de imprimir nos homens a santidade de Deus e apontar para o Messias, Cristo, fora do qual não há esperança. Como tal, foi cumprida com sua vinda. …

      “(c) A LEI MORAL tem a finalidade de deixar bem claro ao homem os seus deveres, revelando suas carências e auxiliando-o a discernir entre o bem e o mal. Como tal, é aplicável em TODAS as ÉPOCAS e OCASIÕES. …

      Além de mestres de outras confissões, admitem que existam pelo menos duas leis, dentre outras, das quais fala a Escritura Sagrada:
      —> LEI MORAL — sumariada nos Dez Mandamentos, e
      —> LEI CERIMONIAL — representada pelos sacrifícios e ordenanças rituais para Israel.

      Essa confissão de Fé pode ser encontrada no seguinte web site:

      http://www.luz.eti.br/do_confissaodewestminster1647.html (acessado a 07/09/2007).

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  19. Olá irmão Sanlopes, a paz do Senhor!

    Irmão Sanlopes, você é um homem de Deus! Que Deus continue sempre com você e sua família os abençoando e protegendo!

    Mais uma vez seu comentário foi fantástico!

    Eu só não entendo que o irmão só faça comentários do "SÁBADO CERIMONIAL" e nunca cita o "SÁBADO SEMANAL".

    Um forte abraço e fique com Deus!

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  20. Olá irmão Sanlopes, a paz do Senhor!

    A que tipo de lei o apóstolo Paulo se refere em Colossenses 2:16?

    O ministro e comentarista PRESBITERIANO Dr. ALBERT BARNES, assim comenta Colossenses 2:16 e 17:

    “A palavra ‘SÁBADO’ no Antigo Testamento, é aplicada não somente ao SÉTIMO DIA, mas a todos os outros dias de repouso sagrado que eram observados pelos hebreus, e particularmente ao começo e encerramento de suas GRANDES FESTIVIDADES. Há, certamente, referência a esses dias nesse lugar, visto que a palavra é usada no PLURAL e o apóstolo não se refere particularmente ao assim chamado SÁBADO, propriamente.

    “Não há nenhuma evidência nessa passagem de que Paulo ensinasse que não havia mais obrigação de observar qualquer tempo sagrado, pois não há a mais leve razão para crer que ele quisesse ensinar que UM dos DEZ MANDAENTOS havia CESSADO de ser OBRIGATÓRIO à HUMANIDADE.

    “Se ele tivesse escrito a palavra ‘o SÁBADO’, no SINGULAR, então, certamente estaria claro que ele quisesse ensinar que aquele MANDAMENTO (o quarto) CESSOU de ser OBRIGATÓRIO, e que o sábado não mais devia ser observado. MAS o uso do termo no PLURAL, e a sua conexão, mostram que o apóstolo tinha em VISTA o grande número de DIAS que eram observados pelos hebreus como FESTIVAIS, como uma parte de sua lei CERIMONIAL e típica, e NÃO a LEI MORAL, ou os DEZ MANDAMENTOS.

    “Nenhuma parte da LEI MORAL — nenhum dos Dez Mandamentos — poderia ser referida como ‘SOMBRA das COISAS FUTURAS’. Estes mandamentos são, pela NATUREZA da LEI MORAL de OBRIGAÇÃO PERPÉTUA e UNIVERSAL.”

    Em “Notes on the New Testament”, tit. 7, p. 267. Grifos acrescentados.

    Mais uma questão devidamente esclarecida. E muito bem esclarecida, pelo ilustre Dr. ALBERT BARNES, comentarista de reconhecido valor no meio PRESBITERIANO. E a posição oficial da Igreja Presbiteriana é que Colossenses 2:16 não está falando do sábado do quarto mandamento. Está falando da LEI CERIMONIAL, e não da LEI MORAL!

    Essa confissão de Fé pode ser encontrada no seguinte web site:

    http://www.luz.eti.br/do_confissaodewestminster1647.html (acessado a 07/09/2007).

    Um forte abraço e fique com Deus!

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  21. 4 RAZÕES PORQUE A PALAVRA "SÁBADOS" DE COLOSSENSES 2.16 SE REFERE AO 7º DIA DA SEMANA
    E NÃO AOS "DIAS DE FESTA" DE LEVITÍCO 23
    Pr. Natanael Rinaldi
    Em polêmicas mantidas com os supostos guardadores do sábado (SGS) e citamos o texto de Colossenses 2.14-17 como prova bíblica da abolição do sábado semanal, somos contestados sob a alegação de que a palavra 'sábados de versículo 16 se refere aos por eles chamados "dias de festa" ou "sábados cerimoniais ou anuais". Entretanto, se eles aceitassem que a palavra sábados do texto em tela se aplica corretamente ao sábado semanal, não haveria prova bíblica de sustentar a guarda do sábado no Novo Testamento.


    Teriam de concordar conosco que o sábado semanal foI abolido na cruz (Jo 19.30). E eles sabem disso. Então, quando em polêmicas levantadas por eles querendo sustentar a obrigatoriedade da guarda do sábado, explicam que a palavra sábados de Cl 2.16 se aplica aos por eles intitulados sábados cerimoniais ou anuais de Levítico 23. É a resposta óbvia que dão quando alguém aponta Colossenses 2.14-17 como prova bíblica da abolição do sábado semanal. Dizem: "Então você não sabe que existem dois sábados nas Escrituras? O sábado semanal, que é de caráter moral, e o sábado cerimonial ou anual? Este - sim - foi abolido na cruz, mas o sábado semanal continua obrigatório".

    NOSSA RESPOSTA À EXPLICAÇÃO DE CL 2.14-17:

    Damos quatro razões para explicar que a defesa feita pelos supostos guardadores do sábado (SGS) com relação à sua guarda é sem base bíblica:

    PRIMEIRA RAZÃO: A expressão de Colossenses 2.16 "dias de festa' se relaciona com os feriados anuais ou sábados cerimoniais denominados dias de festa": "São estas as festas fixas do Senhor, que proclamareis para santas convocações, para oferecer ao SENHOR... (Lv 23.37)." Logo, os sábados cerimoniais ou anuais, já estão incluídos nessa frase, restando à palavra sábados o sentido diferente de sábados semanais, "Além dos sábados do SENHOR"...(Lv 23.38). Eram sete as festas anuais judaicas mencionadas em Levítico 23: 1.Festa dos Asmos - v. 6 2.Festa da Páscoa - v. 5 3.Festa de Pentecostes - v. 15, 16 4.Festa das Trombetas - v. 24 5.Festa da Expiação - v. 27, 28 6.Festa dos Tabernáculos (primeiro dia da festa)- v. 34 7.Festa dos Tabernáculos (último dia da festa) - v. 36

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    1. Como o texto que você usou é do nosso irmão Pr Natanael Rinald, não vou nem responder.

      Desculpe-me, pra mim ele não tem credibilidade, não como pessoa, mas como Teólogo. Muito confuso.

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  22. SEGUNDA RAZÃO: A fórmula 'dias de festa, luas novas e sábados' é a fórmula consagrada para indicar os dias sagrados anuais, mensais e semanais ou inversamente, semanais, mensais e anuais. Exemplos bíblicos da fórmula: Exemplo n. 1: "Em Números 28 encontramos os holocaustos para os dias de sábados (semanais), para as luas novas (mensais) e dias de festa (anuais) nos seguintes versículos": "... no dia de sábado dois cordeiros de um ano, sem mancha... Holocausto é do sábado em cada semana..." (v. 9,10) "E as suas libações serão a metade dum him de vinho para um bezerro... este é o holocausto da lua nova de cada mês, segundo os meses do ano." (v. 14) "Porém no mês primeiro, aos catorze dias do mês, é a páscoa do Senhor; E aos quinze dias do mesmo mês haverá festa; sete dias se comerão pães asmos." (v. 16,17) Exemplo n. 2: 1 Cr 23.31: "E para cada oferecimento dos holocaustos do Senhor, nos sábados (cada semana), nas luas novas (cada mês) e nas solenidades (cada ano) por conta, segundo o seu costume, continuamente (o parêntese é nosso)". Exemplo n. 3: 2 Cr 2.4: "Eis que estou para edificar uma casa ao nome do Senhor meu Deus, para lhe consagrar, para queimar perante ele incenso aromático, e para o pão contínuo da proposição, e para os holocaustos da manhã e da tarde (cada dia), nos sábados (cada semana) e nas luas novas (cada mês) e nas festividades do Senhor nosso Deus... (cada ano)." (o parêntese é nosso) Exemplo n. 4: 2 Cr 8.13: "E isto segundo o dever de cada dia, oferecendo segundo o preceito de Moisés, nos sábados (cada semana) e nas luas novas (cada mês), e nas solenidades (cada ano), três vezes no ano"... (o parêntese é nosso)

    Exemplo n. 5: 2 Cr 31.3: "Também estabeleceu a parte da fazenda do rei para os holocaustos, para os holocaustos da manhã e da tarde, e para os holocaustos dos sábados (cada semana), e das luas novas (cada mês), e das solenidades (cada ano), como está escrito na lei do Senhor." (o parêntese é nosso) Exemplo n. 6 Ez 45.17: "E estarão a cargo do príncipe os holocaustos, e as ofertas de manjares, e as libações, nas festas (cada ano), e nas luas novas (cada mês), e nos sábados (cada semana), em todas as solenidades da casa de Israel." (o parêntese é nosso) ] Exemplo n. 7: Cl 2.16: "Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, (cada ano) ou da lua nova,(cada mês) ou dos sábados," (cada semana).

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  23. TERCEIRA RAZÃO: Dizem os SGS que: "Os termos sábado, sábados e dia de Sábado ocorrem sessenta vezes no Novo testamento, e em cada caso exceto um, refere-se ao sétimo dia". Em Col. 2.16 e 17 faz-se referência aos sábados anuais relacionados com as três festas anuais observadas por Israel antes do primeiro advento de Cristo. (ESTUDOS BÍBLICOS p. 378 - CASA, edição de 1984). Perguntamos: Em qual caso fazem exceção? Justamente o de Colossenses 2.16. Então os termos "sábado, sábados e dia de sábado" aparecem 60 vezes e sempre se referem ao sétimo dia com exceção de um - o de Colossenses 2.16. Se dermos à palavra 'sábados' o sentido de sábado semanal teremos em apoio da nossa interpretação 59 referências bíblicas, reconhecidas pelos próprios SPS como sábados semanais. Se os SGS derem o sentido de sábado anual ou cerimonial à palavra 'sábados' de Colossenses 2.16 só terão em apoio de sua interpretação uma única referência. Logo, a nossa interpretação é a correta.

    E por quê? Porque é regra de hermenêutica que a Bíblia com a própria Bíblia se interpreta. Se duas pessoas se candidatam a um cargo eletivo e um deles alcançar 59 votos e outro só um, quem é o vencedor? É óbvio o que teve mais votos. Assim os dias sagrados anuais são conhecidos pela expressão 'dias de festa'; os dias sagrados mensais, indicados pela expressão 'lua nova'; os dias sagrados semanais pela palavra 'sábados'. Se conservamos o verdadeiro sentido de 'dias de festa' para os chamados sábados anuais, teremos dentro da palavra 'sábados', mencionada em seguida, o sentido de sábado semanal. Logo, todo ciclo de dias sagrados do judaísmo: anuais, mensais e semanais, são indicados pela expressão 'dias de festa, lua nova e sábados' e terminaram na cruz e não devem ser motivo de críticas como fazem os SPS e muito menos que seja necessária a sua guarda do para salvação.

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  24. QUARTA RAZÃO: Alegam ainda os SGS que no texto de Colossenses 2.16 a palavra "sábados" aparece no plural e que essa palavra no "Velho Testamento, é aplicada não somente ao sétimo dia, mas a todos os outros dias de repouso sagrado que eram observados pelos hebreus, e particularmente ao começo e encerramento de suas grandes festividades." E concluem dizendo, "Se houvesse usado a palavra no singular, 'o sábado', teria ficado claro, naturalmente, que ele pretendia ensinar que esse mandamento havia deixado de ser obrigatório, e que o sábado não mais devia ser observado." (Do Sábado Para o Domingo, p. 32, Carlyle B. Haynes, edição 1996, CASA) Como dissemos na TERCEIRA RAZÃO os próprios SGS declaram que "os termos "sábado, sábados e dia de sábado" aparecem 60 vezes e sempre se referem ao sétimo dia com exceção de um - o de Cl 2.16."

    Mas, pode-se observar ainda que no Novo Testamento aparece a palavra sábados no plural referindo-se aos sábados semanais nas seguintes passagens (MT 12:5) "Ou não tendes lido na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado, e ficam sem culpa?" (MT 12:12) "Pois, quanto mais vale um homem do que uma ovelha? É, por conseqüência, lícito fazer bem nos sábados." (LC 4:31) "E desceu a Cafarnaum, cidade da Galiléia, e os ensinava nos sábados." (LC 6:2) "E alguns dos fariseus lhes disseram: Por que fazeis o que não é lícito fazer nos sábados?" (LC 6:9)

    "Então Jesus lhes disse: Uma coisa vos hei de perguntar: É lícito nos sábados fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar?" (JO 5:9) "Logo aquele homem ficou são; e tomou o seu leito, e andava. E aquele dia era sábado." (JO 5:16) "E por esta causa os judeus perseguiram a Jesus, e procuravam matá-lo, porque fazia estas coisas no sábado." (JO 5:18) "Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus." (AT 13:27) "Por não terem conhecido a este, os que habitavam em Jerusalém, e os seus príncipes, condenaram-no, cumprindo assim as vozes dos profetas que se lêem todos os sábados." (AT 17:2) "E Paulo, como tinha por costume, foi ter com eles; e por três sábados disputou com eles sobre as Escrituras,"

    Se, nas passagens relacionadas, a palavra sábado é encontrada no plural "sábados" e significa o sábado semanal, por que só em Colossenses 2.16 a palavra "sábados" haveria de ser interpretada como o tal sábado cerimonial das solenidades anuais? (AT 18:4) "E todos os sábados disputava na sinagoga, e convencia a judeus e gregos." (CL 2:16) "Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados," OPINIÃO DE SAMUELLE BACCHIOCHI SOBRE CL 2.16-17 (Para os que não o conhecem, SAMUELLE BACCHIOCHI, falecido recentemente, famoso escritor e líder da IASD escreveu um livro com o título em inglês "FROM SABBATH TO SUNDAY", p. 358-360), em português "DO SÁBADO PARA O DOMINGO", páginas 358-360).

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    1. Esse livro é FANTÁSTICO, o irmão fez uma excelente aquisição!

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  25. Afirma ele sobre a palavra "sábados" de Colossenses 2.16: "O sábado em Colossenses 2.16: O tempo sagrado prescrito por falsos mestres refere-se como sendo 'um sábado festival' ou a lua nova ou um sábado. - 'eortes e neomnia o sabbaton.' (2.16). O consenso unânime de comentaristas é que estas três expressões representam uma lógica e progressiva seqüência (anual, mensal e semanal). Este ponto de vista é válido pela ocorrência desses termos...

    Um outro significativo argumento contra os sábados cerimoniais ou anuais é o fato de que estes já estão incluídos nas palavras 'dias de festa...'Esta indicação positivamente mostra que a palavra SABBATON como é usada em Cl 2.16 não pode se referir aos sábados festivais, anuais ou cerimoniais. Determinar o sentido de uma palavra, baseando-se exclusivamente em conceitos teológicos em prejuízo de evidências línguísticas e contextuais, é estar contra as regras de hermenêuticas bíblicas.

    Ademais, a interpretação que o Comentário Adventista dá à palavra 'sábados' de Cl 2.16 é difícil de ser sustentada, desde que temos visto que o sábado pode legitimamente ser tido como 'sombra' ou símbolos preparatórios de bênçãos da salvação presente e futura."

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    1. Olá irmão Fernando Costa, a paz do Senhor!

      Acho que o irmão não leu ou não percebeu?

      O comentário é de autoria do Teólogo Presbiteriano Dr. ALBERT BARNES, que assim comenta Colossenses 2:16 e 17.

      Apenas citei entendeu?

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  26. Olá irmão Sanlopes, a paz do Senhor!

    E o sábado do quarto mandamento da Lei Moral, qual a sua origem?

    O Dr. ARCHIBALD A. HODGE, membro da “JUNTA Presbiteriana de PUBLICAÇÕES” e antigo professor do seminário PRESBITERIANO de PRINCETON, nos EUA, escreveu um folheto no qual apresenta uma defesa da perpetuidade do princípio SABÁTICO como dia santificado por Deus. Dele extraímos o seguinte:

    “Deus instituiu o SÁBADO na CRIAÇÃO do MUNDO, separando para este fim o sétimo dia, e ordenou sua observância como OBRIGAÇÃO UNIVERSAL, MORAL e PERPÉTUA à RAÇA.”

    Folheto nº 175, p. 3–4.

    Conforme o Dr. HODGE, o SÁBADO teve sua origem na criação, antes, portanto, da queda do homem. Antes de ter havido necessidade de uma LEI CERIMONIAL, um sistema de sacrifícios e rituais típicos.
    Diz também o prof. de teologia PRESBITERIANO JOHN D. DAVIS, reforçando aquilo que já foi assegurado:

    “SÁBADO, Descanso. Dia de descanso instituído por Deus, para ser OBSERVADO por TODOS os HOMENS. Tendo completado a obra da criação em seis dias, cessou de trabalhar no dia sétimo. ‘E abençoou o dia sétimo e o santificou; porque nele mesmo cessara de toda a sua obra que Deus criou para fazer’, Gên. 2:1–3.”

    Op. cit., art. “Sábado”, p. 519. Grifos acrescentados.

    “Pelo motivo dado para que se observe o dia de sábado nos Dez Mandamentos, aprendemos que o exemplo do descanso sabático havia sido dado pelo próprio Deus por OCASIÃO da CRIAÇÃO. O sábado, portanto, é UMA ORDENANÇA da CRIAÇÃO (Êx 20:8–11). (…) o PADRÃO é ASSIM DEIXADO PARA O HOMEM SEGUIR. (…) A linguagem usada é propositalmente forte a fim de que o homem possa aprender a necessidade de considerar o SÁBADO como um dia em que ele mesmo precisa de descansar de suas labutas diárias. (…) Deus, e não o homem, é que deve determinar de que modo o SÁBADO precisa ser OBSERVADO.”

    Idem, p. 1421–1422. Grifos acrescentados.

    A origem do SÁBADO, não é a doação da lei dos Dez Mandamentos no MONTE SINAI. Conforme os líderes PRESBITERIANOS estudiosos da Bíblia, foi na SEMANA DA CRIAÇÃO. Seis dias de trabalho, e o sétimo dia foi SANTIFICADO para o descanso das coisas seculares e culto religioso, que é a POSIÇÃO OFICIAL da IGREJA Presbiteriana.


    Essa confissão de Fé pode ser encontrada no seguinte web site:

    http://www.luz.eti.br/do_confissaodewestminster1647.html (acessado a 07/09/2007).

    Um forte abraço e fique com Deus!

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  27. Olá irmão Sanlopes, a paz do Senhor!

    Há razões para santificarmos o sábado?

    Ainda o prof. JOHN D. DAVIS, com sua autoridade:

    “A doutrina ensina claramente que este dia foi ordenado por Deus, para repouso do corpo, e bem-estar do homem; que o deviam observar, imitando o exemplo que Deus dá, e por causa das bênçãos por Ele conferidas.”

    Idem, p. 520.

    Agora, extraído do “Breve Catecismo”, editada pela “Casa Editora Presbiteriana”:

    “O quarto mandamento exige que consagremos a Deus os TEMPOS DETERMINDADOS em Sua Palavra, particularmente UM DIA INTEIRO em CADA SETE, para ser um DIA de SANTO DESCANSO a Ele dedicado. (…) PROÍBE a OMISSÃO ou a NEGLIGÊNCIA no cumprimento dos deveres exigidos, e a PROFANAÇÃO DESTE DIA por meio de ociosidade, ou por fazer aquilo que é em si mesmo pecaminoso, ou por desnecessários pensamentos, palavras ou obras acerca de nossos negócios e recreações temporais. (…) Deus nos concede de fazermos uso dos seis dias da semana para os nossos interesses temporais:

    o RECLAMAR ELE para SI a PRIPRIEDADE ESPECIAL do DIA SÉTIMO, o Seu próprio exemplo, e a bênção que Ele conferiu ao dia de descanso.”

    Em “Breve Catecismo de Doutrina Cristã”, P. 17–18. Grifos acrescentados.

    Indiscutivelmente, todas essas autoridades e documentos religiosos da Igreja Presbiteriana não concordam com a visão DISPENSASSIONALISTA que nega a validade e vigência do Decálogo como norma cristã, e prega o fim total do quarto mandamento, como sendo “CERIMONIAL”.
    Mesmo que o sábado seja interpretado por esses documentos e autores como referindo-se ao primeiro dia, o “SÁBADO CRISTÃO” [DOMINGO] como é chamado, o que importa é que admitem oficialmente a validade e vigência do mandamento e as origens endêmicas do princípio SABÁTICO. A questão sobre ter o DOMINGO ter tomado o lugar do SÉTIMO DIA já é outra HISTÓRIA.


    Um forte abraço e fique com Deus!

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  28. Paz do Senhor!

    Obrigado pelo encorajamento, irmão Luciano. Que Deus continue abençoando ricamente seu trabalho aqui no blog, que venho acompanhando há um certo tempo já.

    Li bastante artigos e estudos sobre a questão (li por exemplo todos os estudos sobre Lei e Dia do Senhor no site Monergismo), bem como já conversei com amigos que também subscrevem uma teologia não-dispensacionalista da Aliança, mas guardam o Domingo (principalmente presbiterianos, hehe). Discordamos cordialmente, mas sem dúvida isso não é uma questão que creio coloque a salvação de alguém em risco.

    Acredito que o ponto principal de discordância dos BSD com os demais cristãos (e principalmente dos demais Batistas tradicionais) seja a questão de qual dia cultuar ao Senhor, mas isso jamais foi um impedimento histórico para eles manterem boas relações e projetos com outras denominações cristãs.

    Recomendo aos irmãos o seguinte artigo:

    http://www.abpnews.com/archives/item/6526-baptist-comes-first-for-seventh-day-baptists#.U1gfD1VdVE4

    O título é " 'Batista' vem primeiro para os Batistas do 7º Dia". (o trocadilho do título fica melhor no inglês, já que se diz 'Seventh Day Baptist').

    Ao Alexandre e sua família também desejo toda a paz e todas as bênçãos, de coração. Grato pela sua cordialidade.

    Grande abraço!

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    1. Obrigado irmão Fablulo, Deus nos abençoe a todos, amém!

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    2. Desde o início deste blog tenho destacado isso... o problema do adventismo não é a guarda do sábado, é o que fizeram com essa guarda e com outras crenças - Ellen White e 1844.

      Até mesmo a imortalidade da alma não tenho colocado na mesa como ponto crucial, no livro!

      Não posso simplesmente fechar os olhos para a vasta realidade sabática no VT, e colocar isso ali no canto. Por isso, respeito mesmo quando as convicções estão pautadas assim.

      Mas quando colocam o mito Ellen White e 1844, aí me nojo. Hoje não tenho duvidas de que isso é uma influência demoníaca.

      Por irmão Fablulo, louvo a Deus pela tua vida e libertação desse esgoto. Louvo a Deus que hoje o irmão guarda o sábado livre das interpolações heréticas dessa seita... espero um dia, quem sabe, te conhecer.

      Abraços e Deus te fortaleça em Cristo...

      Se quiser me enviar como foi sua libertação desses erros e como agora guarda o sábado com gratidão e nada de misticismo escatológico, eu posto - mesmo discordando dessa necessidade, mas posto aqui no MCA.

      blogapologetico@gmail.com

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    3. Boa tarde Luciano!

      Assim que eu tiver um tempinho sobrando (no fim de semana talvez), envio-lhe um e-mail.

      Agradeço novamente pelo apoio e interesse.

      Que Deus também te fortaleça e continue guiando em seu trabalho apologético.

      Abraços!

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  29. Olá irmão Sanlopes, a paz do Senhor!

    Por quanto tempo deve durar o mandamento do sábado?

    Novamente, diz o teólogo erudito Prof. JOHN D. DAVIS:

    “A RESPEITO do QUARTO MANDAMENTO, disse Jesus:

    ‘O SÁBADO foi feito para o homem’; segue-se, pois, que a lei PERMANECE em TODA sua FORÇA ENQUANTO o HOMEM EXISTIR sobre a terra.”

    Op. cit., p. 356. Grifos acrescentados.

    “O SÁBADO foi instituído para benefício do gênero humano; as SUAS OBRIGAÇÕES DURAM ENQUANTO O HOMEM VIVER e enquanto subsistirem as suas necessidades.”

    Idem, p. 520. Grifos acrescentados.

    Também afirma o Dr. THOMAS CHALMERS, pregador PRESBITERIANO de grande prestígio:

    “Para a PERMANÊNCIA do SÁBADO, portanto, podemos invocar o seu lugar no Decálogo, onde ele permanece abrigado entre os preceitos morais de UMA RETIDÃO IMUTÁVEL e ETERNA.”

    Em “Sermons”, vol. 1, p. 51–52.

    São do autor PRESBITERIANO T. C. BLAKE a seguinte afirmação, na obra “Theology Condensed”, de onde extraímos estas palavras abalizadas:

    “O SÁBADO é PARTE dos … DEZ MANDAMENTOS. Só isto já define a questão da PERPETUIDADE de SUA INSTITUIÇÃO. Até… que possa ser mostrado que toda a LEI MORAL foi rejeitada, o SÁBADO PERMANECERÁ. (…) O ENSINO de CRISTO CONFIRMA a PERPETUIDADE do SÁBADO”.

    P. 474–475. Grifos acrescentados.


    Um forte abraço e fique com Deus!

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  30. Olá irmão Fernando Costa, a paz do Senhor!

    Contra o que Jesus Se levantou com relação ao sábado?

    Existem presbiterianos leigos, e sinceros, que acreditam que Jesus não GUARDOU os DEZ MANDAMENTOS e que ELE COMBATEU o SÁBADO.

    O que diz a Bíblia?

    Até onde vai o conhecimento deles?

    Caso Jesus tivesse PROFANADO o SÁBADO, ou qualquer outra lei, Ele não poderia ser “um cordeiro sem defeito nem mancha” (1Pe. 1:19), nem poderia ser o Messias que tem a função de “engrandecer a lei e torná-la gloriosa” (Is. 42.21).

    Então, quem afirma que Cristo violou o sábado, está negando que Ele era o Messias, tornando-O um mero pecador e mentiroso, pois Ele mesmo disse ter observado os mandamentos (Jo. 15:10).

    E o que dizem os líderes presbiterianos sobre esse assunto?

    Num livreto, intitulado “ABC Doutrinário do Candidato à Publica Profissão de Fé”, de autoria do insigne HEBRAÍSTA GUILHERME KERR, encontramos o seguinte:

    “Jesus CONDENOU a TRADIÇÃO que os JUDEUS ACRESCENTARAM à LEI de DEUS”.

    P. 19. Grifos acrescentados.

    Mais outra vez o Prof. JOHN D. DAVIS (PRESBITERIANO) responde:

    “No tempo de Cristo, os fariseus aplicavam a lei do descanso aos atos mais triviais da vida, proibindo muitas obras de necessidade e misericórdia. ACUSARAM a Jesus por fazer CURAS em dia de SÁBADO, ao mesmo tempo em que achavam lícito RETIRAR o BOI, o animal, ou a ovelha que tivesse caído dentro de um poço. Também julgavam necessário levar os animais a BEBER, como em qualquer outro dia da semana, Mat. 12:9–13; Luc. 13:10–17. E não eram somente as curas feitas em dia de Sábado que eles CONDENAVAM. Quando os discípulos de Jesus passavam pelas searas e COLHIAM espigas, e machucando-as nas mãos as comiam, porque tinham fome, os fariseus os CENSURARAM, como se fosse essencialmente o mesmo trabalho de fazer colheitas e moer o trigo. A isto nosso Senhor deu uma notável resposta”.

    Op. cit. p. 520.

    O escritor PRESBITERIANO LUDUGERO BRAGA, no “Manual dos Catecúmenos”, escreveu o seguinte:

    “Cristo era israelita e veio para cumprir a lei. Portanto, ELE TINHA, como BOM ISRAELITA, de GUARDAR o SÉTIMO DIA. Ele GUARDOU-O, porém, no ESPÍRITO da LEI e NÃO da LETRA, pelo que os fariseus O acusaram de não observar o sábado (João 9:16). (…) Jesus disse que Ele é Senhor até do sábado (Mat. 12:8). Isto Ele disse por CAUSA do LITERALISMO e FANATISMO FARISAICOS. (…) Jesus declarou que ‘o sábado foi feito por causa do homem e não o homem por causa do sábado’(Mar. 2:27), isto é, o dia de descanso é para beneficiar o homem. Em Mat. 12:1–8, encontramos os fariseus censurando a Cristo e Seus discípulos, porque NÃO GUARDAVAM o SÁBADO à MODA FARISÁICA.”
    P. 163–165. Grifos acrescentados.

    Então, podemos afirmar com toda convicção: Jesus não Se levantou contra os Mandamentos, nem contra o sábado. O que Jesus fez foi não Se ajustar às formas e aos acréscimos que os escribas e fariseus fizeram à Lei de Deus. Jesus guardava o sábado conforme a ESSÊNCIA do quarto mandamento, e não à moda farisaica cheia de tradições! O que fica mais do que claro que Jesus queria confrontar os escribas e fariseus na MANEIRA deles verem o mandamento do sábado, e não no próprio mandamento em si, para reformar a observância sabática ao verdadeiro sentido do mandamento.


    Um forte abraço e fique com Deus!

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  31. Olá irmão Fernando Costa, a paz do Senhor!

    O sábado pode ser reinterpretado segundo a vontade de cada um?

    Os PRESBITERIANOS acham que eles mesmos são os que devem escolher o dia para o descanso e culto, reinterpretando o mandamento do sábado e aplicando-o ao domingo, chamando-o de “o SÁBADO CRISTÃO”.

    O fato é que esta questão está obedecendo à conveniência das pessoas e não o que diz o claro “assim diz o SENHOR”. Será que deve ser assim mesmo? Biblicamente, “o sétimo dia é o sábado do SENHOR” (Ex.20:10).

    Qual a posição oficial presbiteriana expressa em “Westminster Confession of Faith ” (Confissão de Fé de Westminster)?

    Vemos claramente a vigência do princípio SABÁTICO, mas infelizmente está sendo aplicado ao primeiro dia:

    “VII. Como é lei da natureza que, em geral, UMA DEVIDA PROPORÇÃO do TEMPO SEJA DESTINADA ao CULTO de DEUS, assim também em sua palavra, por UM PRECEITO POSITIVO, MORAL e PERPÉTUO, preceito que OBRIGA a TODOS os HOMENS em TODOS os SÉCULOS, Deus particularmente DESIGINOU UM DIA em SETE para SER UM SÁBADO (descanso) SANTIFICADO por ELE; desde o princípio do mundo, até a ressurreição de Cristo, esse dia foi o último da semana; e DESDE a RESSUREIÇÃO de CRISTO foi MUDADO para o PRIMEIRO DIA da SEAMANA, dia que na Escritura é chamado Domingo, ou dia do Senhor, e que HÁ de CONTINUAR até ao FIM do MUNDO como o SÁBADO CRISTÃO.
    Êx.20:8–11; Gn.2:3; I Co.16:1–2; At.20:7; Ap.1:10; Mt.5:17–18.

    “VIII. ESTE SÁBADO é SANTIFICADO ao SENHOR quando os homens, tendo devidamente preparado os seus corações e de antemão ordenado os seus negócios ordinários, não só guardam, DURANTE TODO O DIA, UM SANTO DESCANSO das suas próprias obras, palavras e pensamentos a respeito dos seus empregos seculares e das suas recreações, mas também ocupam todo o tempo em exercícios públicos e particulares de culto e nos deveres de necessidade e misericórdia.
    Êx.16:23–26,29–30, e 31:15–17; Isa.58:13; Ne.13:15–19,21–22; Is.58:13; Mt.12:1–13.”

    Op. cit., cap. XXI, “Do Culto Religioso e do Domingo”. Grifos acrescentados.

    Posição oficial que é confirmada no “Catecismo Maior”:

    “Pergunta 116.

    Que se exige no quarto mandamento?

    “R: No quarto mandamento exige-se que todos os homens santifiquem ou guardem santos para Deus todos os tempos estabelecidos, que Deus designou em sua Palavra, expressamente um dia inteiro em cada sete; que era o sétimo desde o princípio do mundo até à ressurreição de Cristo, e o primeiro dia da semana desde então, e há de assim continuar até ao fim do mundo; o qual é o sábado cristão, e que no Novo Testamento se chama Dia do Senhor.

    Ref.: Is 56.2,4,6,7; Gn 2.3; I Co 16.2; Jo 20.19–27; Ap 1.10.”

    O engraçado é que em Êxodo 20:10 não diz UM em SETE, mas afirma que o SÁBADO é o SÉTIMO DIA e não o PRIMEIRO como AFIRMAM.

    E o SÁBADO não o será ate O FIM do MUNDO, mas até na NOVA TERRA (Is 66:22 e 23).


    Um forte abraço e fique com Deus!

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  32. Olá irmão Fernando Costa, a paz do Senhor!

    A Bíblia ensina a observância do domingo no lugar do sábado?

    Em seu livro “THE TEN COMMANDMENTS”, diz o PRESBITERIANO Dr. R. W. DALE:

    “Está claro que, EMBORA GUARDEMOS o DOMINGO rigorosa ou devotamente, NÃO ESTAMOS ABSERVANDO o SÁBADO. (…) O sábado foi INSTITUÍDO por uma ORDEM específica e DIVINA. Não podemos apoiar-nos em nenhuma ordem dessa natureza relacionada com a obrigação de GUARDAR o DOMINGO. (…) NÃO HÁ, no NOVO TESTAMENTO, UMA ÚNICA SENTANÇA indicando que estamos sujeitos a qualquer penalidade por violação à SUPOSTA SANTIDADE do DOMINGO. No repouso DOMINICAL, NÃO entra a LEI DIVINA.”

    P. 127–129. Grifos acrescentados.

    Na obra “THEOLOGY EXPLAINDE and DEFENDED”, do PRESBITERIANO TIMOTHY DWIGHT, lemos:

    “O SÁBADO cristão (DOMINGO) NÃO se ENCONTRA nas ESCRITURAS, e não era chamado ‘o SÁBADO’ pela IGREJA PRIMITIVA.”

    Ed. de 1818, vol. 4, nº 107, p. 49. Grifos acrescentados.

    O Dr. WILLIAM D. KILLEN, teólogo PRESBITERIANO de RENOME, afirma:
    “No intervalo entre os dias dos apóstolos e a (SUPOSTA) conversão de Constantino, a comunidade cristã mudou de aspecto… Ritos e cerimônias, das quais nem Paulo nem Pedro jamais ouviram, entraram sub-repticiamente em uso e depois RECLAMARAM o direito de serem consideradas instituições DIVINAS. Funções para as quais os primitivos discípulos não podiam encontrar nenhum lugar, e títulos que para eles teriam sido completamente ininteligíveis, começaram a reclamar atenção a ser chamados apostólicos.”

    D. D., “THE ANCIENT CHURCH”, Prefácio da ed. original, p. 16.

    O Dr. N. SUMMERBELL, autor PRESBITERIANO, faz esta declaração em sua obra “HISTORY of THE CHRISTIANS”:

    “Ela (a Igreja Católica) SUBVERTEU o QUARTO MANDAMENTO, DISPENSANDO o SÁBADO da palavra de Deus e SUBSTITUINDO-O pelo DOMINGO, como DIA SANTIFICADO.”

    P. 418. Grifos acrescentados.

    Acima, comentários de teólogos PRESBITERIANOS!

    Abaixo, comentários de teólogos CATÓLICOS!

    E, o Rev. HENRY TURBERVILLE (1) endossa as declarações do Rev. STEPHEN KEENAN respondendo:

    PERGUNTA: Como podeis provar que a igreja tem poder para ordenar festas e dias santos?

    RESPOSTA: Pelo próprio fato de mudar o sábado para o domingo, com que os protestantes concordam; e dessa forma eles ingenuamente se contradizem, ao guardarem estritamente o domingo e transgredirem outros dias de festa maiores e determinados pela mesma igreja.

    (1) Cf. DOYLE, W. J. (1851). An Abridgment of the Christian Doctrine, Dublin: Published by James Duffy, chap. VIII, p. 56; (esta obra foi originalmente escrita pelo Rev. Henry Turberville em 1645, Douay - France, e revisada pelo Rev. James Doyle).

    O arcebispo JAMES GIBBONS confirma, também, que a igreja de Roma é a autora da observância DOMINICAL adotada pelo cristianismo:

    "Todavia podeis ler a Bíblia de Gênesis ao Apocalipse, e não encontrareis uma única linha autorizando a santificação do domingo. As Escrituras ordenam a observância religiosa do sábado, dia que nós nunca santificamos." "A igreja Católica, a mais de mil anos antes da existência de um único protestante, em virtude de sua divina missão, mudou o dia de
    sábado para o domingo. (...) O descanso cristão neste dia é, por consequência, o reconhecimento da igreja Católica como esposa do Espírito Santo, sem uma palavra divergente do mundo protestante."(2).

    (2) Cf. James Gibbons, Catholic Mirror, (Sept, 23, 1893), Press: Baltimore, Maryland, p. 29-31.


    Um forte abraço e fique com Deus!

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  33. As citações de autores protestantes para favorecer a doutrina adventista é completamente improcedente e sem valor algum.

    A visão que os protestantes tem do decálogo e sua relação com ele, é muito diferente do que é ensinado nas igrejas adventistas.

    Ellen White afirma que o decálogo dado ao povo de Israel, era a "exata" cópia da lei eterna de Deus que estava no santíssimo celestial.

    Isto é ABSURDO! Leiam o decálogo, o seu CONTEÚDO, e vejam se ele pode ser a lei eterna de Deus.

    White afirma que o decálogo "exatamente", "literalmente", é a lei eterna de Deus e observado pelos anjos.

    Aplique um dos mandamentos do decálogo aos anjos.

    Ao assunto. Os adventistas, tem o decálogo como sendo parte da Nova Aliança e o padrão pelo qual os homens serão julgados, inclusive os crentes. Se no processo do juízo investigativo, for encontrado um pecado não confessado, o cara tá lascado."

    Os protestantes ensinam que o decálogo foi dado ao povo de Israel, sob a Velha Aliança, como um convênio de obras, ou seja, "quem cumprir estas coisas do livro da lei, (que continha todos os mandamentos do decálogo), por elas viverá."

    Os adventistas, estão debaixo do convênio de obras, porque creem que serão julgados pela lei.

    Este ensinamento é REFUTADO na epístola de Paulo aos Gálatas.

    Os cristãos, para começar não podem entrar em julgamento, porque os pecados deles foram julgados na pessoa do Senhor Jesus, no Calvário. Isto era simbolizado pela serpente de bronze, no deserto, tipificando nossos pecados julgados em Cristo, em seu sofrimento.

    Paulo ensina em Rm.7:1-6, que o crente está MORTO para a lei, não podendo ser julgado por ela.

    A lei exige a perfeição em seu cumprimento. Tiago, em sua epístola ao falar da lei TODA, a (Torah), afirma que aquele que tropeçar em um só ponto da lei, é julgado culpado de transgredir todos os seus mandamentos (613).

    Ellen White ensina a heresia de que os crentes, antes da vinda do Senhor Jesus, deverão viver "sem pecado", e sem intercessor, diante de um Deus Santo. Se isto não é o próprio Diabo inspirando isto, eu não sei o que é. Absurdo! Uma completa inversão do Evangelho da Graça.

    Os protestantes ensinam que os crentes não estão debaixo da lei como um convênio de obras, para ser por ela justificados ou condenados. Os adventistas, com seu "Juízo Investigativo", colocam o crente debaixo do convênio de obras da Velha Aliança.

    Eles tentam fazer um "meio de campo" com o Evangelho da Graça, mas acabam se traíndo na doutrina do juízo investigativo.

    No convênio da Graça, o decálogo é visto pelos protestantes como uma regra "útil" de conduta. Serve também para refrear a conduta dos não regenerados.

    Os cristãos estão completamente livres da lei, como um convênio de obras. Cristo, como nosso representante e fiador, suportou a maldição da lei, em toda a sua amargura, até as suas últimas consequências, em seus sofrimentos até a morte, colocando-nos completamente livres do poder condenatório da lei (nada de juízo investigativo).

    Prossegue...

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    1. Olá irmão Paulo Cadi, a paz do Senhor!

      Desde quando existem os Dez Mandamentos, a Lei de Deus?

      Ainda na confissão de fé PRESBITERIANA, nós encontramos a seguinte declaração:

      “I. Deus deu a Adão uma lei como um pacto de obras. Por este pacto Deus o obrigou, bem como toda sua POSTERIDADE, a uma obediência pessoal, inteira, EXATA e PERPÉTUA; prometeu-lhe a vida sob a condição dele cumprir com a lei e o ameaçou com a morte no caso dele violá-la; e dotou-o com o poder e capacidade de guardá-la.
      Gn.1:26; Gn.2:17; Ef.4:24; Rm.2:14–15; Rm.10:5; Rm.5:12,19.

      “II. Essa lei, depois da queda do homem, continuou a ser uma PERFEITA REGRA de JUSTIÇA. Como tal, foi por Deus entregue no monte Sinai em DES MANDAMENDTOS escrita em duas tábuas; os primeiros quatro mandamentos ensinam os nossos deveres para com Deus e os outros seis os nossos deveres para com o próximo.
      Tg.1:25; Tg.2:8,10; Dt.5:32; Dt.10:4; Mt.22:37–40.” — Op. cit., cap. XIX. Grifos acrescentados.

      Da mesma confissão de fé, podemos extrair o seguinte no capítulo IV:

      “Depois de haver feito as outras criaturas, Deus criou o homem, macho e fêmea, com almas racionais e imortais… TENDO a LEI de DEUS ESCRITA em SEUS CORAÇÕES, e o poder de cumpri-la, mas com a possibilidade de transgredi-la, sendo deixados à liberdade da sua própria vontade, que era mutável. Além dessa escrita em seus corações, receberam o preceito de não comerem da árvore da ciência do bem e do mal”.

      Aí está a posição oficial da Igreja Presbiteriana. Pelo que lemos dos testemunhos presbiterianos, não há nenhuma dúvida entre seus teólogos e mentores de que os Dez Mandamentos foram dados a Adão, ANTES DA QUEDA. Portanto, a resposta a esta pergunta deve ser: DESDE A CRIAÇÃO DO MUNDO! ATÉ AQUI DECLARAÇÃO PRESBITERIANA!


      A lei sob ataque no Céu

      Lúcifer quando COBIÇOU o trono de Deus, ele transgrediu o PRINCÍPIO do DÉCIMO MANDAMENTO (e Lúcifer era um anjo), e tal atitude levou-o posteriormente a violar os demais preceitos da lei.( Isaías 14:12-14; Ezequiel 28:12-17 cf. João 8:44; Apocalipse 12:7-12). E aquilo que ele não conseguiu no Céu, esforça-se a todo custo para obter na Terra:

      Adoração e domínio absolutos.

      "Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em MUDAR os tempos e a lei. (...)" (Daniel 7:25 RA).

      Para isso ele utiliza o mesmo artifício, tornar a lei desprezível; e entende perfeitamente que para atingir este objetivo não há necessidade de proporcionar a transgressão de cada um dos Dez Mandamentos:

      "Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça EM UM SÓ PONTO, se torna culpado de todos. Porquanto, Aquele que disse: 'Não adulterarás', também ordenou: 'Não matarás'. Ora, se não adulteras, porém matas, vens a ser TRANSGRESSOR da lei. Falai de tal maneira e de tal maneira procedei como aqueles que hão de ser julgados pela lei da liberdade." (Tiago 2:10-12 RA cf. I João 2:1-4).

      As Escrituras não favorecem ideologias contrárias à lei de Deus, agir contra ela é auxiliar Satanás em seus propósitos. E eis os "MOTIVOS" que o conduz a combatê-la:

      Deus é amor (I Jo 4:8), a base da lei é o amor (Rm 13:8-10;Mt 22:37-40).

      Deus é santo, justo e bom (Sl 99:5; Mc 10:18; Sl 7:11), Sua lei é santa, justa e boa (Rm 7:12).

      Deus é eterno (I Tm 1:17), Sua lei é eterna (Lc 16:17 cf. Is 24:5-6).

      Deus é imutável (Tg 1:17 cf. Ml 3:6), Sua lei é imutável (Mt 5:17-19).

      Deus é a verdade (Jo 14:6; Sl 31:5), Sua lei é a verdade (Sl 119:142).

      Alinhadas acima características INERENTES a Deus e atribuídas também a Sua LEI, visto que: os seus mandamentos descrevem o próprio CARÁTER do LEGISLADOR e revelam o zelo dEle por Suas criaturas. A lei é a base do governo de Deus e, por seu intermédio, haverá o devido julgamento da humanidade(F). Não é de admirar o colossal esforço de Satanás para ocultá-la da mente do homem.

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  34. Tivesse Cristo suportado a maldição da lei, e ainda deixasse seu povo sob seu comando COMO UM CONVÊNIO, isto somente os teria colocado na mesma situação incerta em que se encontrava Adão, e toda a transgressão teria novamente os involvido debaixo da maldição da lei.

    Cristo, no entanto, não somente suportou a aplicação da penalidade da lei, mas também rendeu perfeita obediência a seus preceitos, e assim obteve para seu povo libertação do domínio da lei, bem como de seu poder condenatório, o que não acontece em se tratando de "juízo investigativo."

    A doutrina da liberdade do crente da lei, como um pacto, não tem tendência a licenciosidade; para isso já foi estabelecido, que estão sob a obrigação da lei como uma regra de vida; e adiante afirma que a lei é de uso múltiplo para eles, assim como para os outros: "A lei é boa", diz o apóstolo Paulo, "se alguém dela usa legitimamente" (1 Tim i 8.). ; isto é, se ele usá-la idonêamente de acordo com o estado em que se encontra, como um crente ou um incrédulo. A lei serve a propósitos diversos e importantes, tanto para o não regenerado e regenerado.

    Que os adventistas mostrem onde na Nova Aliança o decálogo é citado na íntegra, como está em Êx.20?

    Como o decálogo não pode sofrer alterações?

    Compare o mandamento sábatico em Êx.20:11 com Dt.5:15.

    Os adventistas tem a lei como um pacto de obras, pois serão julgados por ela. Se como ensina Paulo em Rm.7 nós morremos com Cristo para a lei, e portanto para seu poder de condenar, como pé que Cristo estará julgando o seu povo por uma lei para a qual eles estão mortos, e já, aqui na terra, assentados com Cristo nos lugares celestiais, como ensina Paulo na epístola aos Efésios?

    Porque o Apóstolo apela para a consciência do Cristão, ao tratar sobre dias de guarda para o cristão, em Rm14, e não dá um mandamento sábatico direto como fazem os adventistas?

    Porque não existe no Novo Testamento, (que começou no Calvário), um mandamento explícito para os gentios observarem o sábado? Se ele é o sinal entre Deus e seu povo, na Nova Aliança, porque o Novo Testamento é completamente silencioso com relação a observância do sábado pelos gentios vindo do paganismo?

    Demos uma prévia da diferença doutrinaria entre os protestantes e os adventistas com respeito ao decálogo.

    O protestante vê o decálogo como norma útil de conduta, mas não está sob o poder condenatório do mesmo, ou seja, nada de convênio de obras.

    O adventista vê o decálogo como norma de conduta, exatamente, literalmente como está em Êx.20 e que está sob o poder condenatório do decálogo, ou seja, está debaixo do convênio de obras; não saiu da Velha Aliança, mas fez um MIX das duas Alianças e bateu tudo junto no liquidificador.

    Por isso que se contradizem com frequência, ora pendendo para a lei, ora para a Graça.

    Prossegue depois...

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    1. Olá irmão Paulo Cadi, a paz do Senhor!

      Que dia você guarda mesmo?

      O que a ICAR instituiu?

      Um forte abraço e fique com Deus!

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    2. As fontes primárias mais antigas sobre a observância do domingo, em tributo a ressurreição do Senhor vem desde o ano 110 d.C.

      A Igreja Católica Romana não tem nada a ver com isto. Constantino apenas oficializou o dia e ponto.

      Isto é história, e facilmente provado.

      Agora lhe pergunto: Você cre na doutrina da santíssima trindade? Onde é que ela foi "elaborada" teológicamente?

      Não veio dos concílios de Nicéia, calcêdonia etc, como dogma teológico?

      Então porque você acredita na doutrina da trindade, já que os fundadores do adventismo não criam nesta doutrina, mas chamavam a trindade de paganismo vindo de Babilônia?

      Se o sábado é o sinal entre o Senhor Jesus e sua Igreja, porque não existe um mandamento claro, positivo, explícito, nas cartas apostólicas, para um mandamento tão essencial e importante, que está, como disse White, envolto em um auréola de glória, sendo que existem centenas de citações de mandamentos morais no Novo Testamento?

      Os adventistas não observam o sábado como está na Torah.

      A obsevância adventista do sábado é completamente estranha as Escrituras, suas injunções.

      E Tiago disse que "aquele que tropeçar em um ponto da lei, se faz culpado de TODOS." Tg.2:10-12.

      Lhe aconselho que você busque a perfeição o mais rápido possível e, uma vida SEM NENHUM PECADO, senão seu nome passa no juízo investigativo e você tá lascado.

      Ellen White afirmou que os que viverem para ver o retorno do Senhor Jesus deverão viver sem pecado e sem intercessor diante de Deus.

      Onde é que está este ensinamento na Bíblia.

      Se houver, prove.

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    3. Olá irmão Paulo Cadi, a paz do Senhor!

      Deixar as Escrituras Sagradas para escorar-se nos chamados "PAIS da IGREJA" (PATRÍSTICA) é, sem dúvida, instruir-se nas cisternas rotas da confusão, da incerteza e da incoerência (Jeremias 2:13; Jeremias 17:5). Embora alguns desses homens tenham sido piedosos, os seus escritos não foram guiados pelo Espírito Santo. Ao contrário da Bíblia (II Timóteo 3:16-17), os ensinos dos "PAIS da IGREJA" são FALÍVEIS, repletos de ERROS insanáveis e, ainda hoje, promovem inúmeras heresias. Ademais, a literatura PATRÍSTICA possui diversas obras que não indicam os seus respectivos autores, apresentam citações desconhecidas e, foram interpoladas ao longo dos séculos.

      Indiferentes por estes fatos, muitos cristãos utilizam o cambaleante acervo PATRÍSTICO para defender doutrinas que não possuem amparo ESCRITURÍSTICO, tais como:

      BATISMO de ASPERSÃO, JEJUNS CERIMONIAIS, ORAÇÕES pelos MORTOS, PURGATÓRIO, IMORTALIDADE da ALMA e GUARDA DOMINICAL.

      Sendo esta última, a doutrina mais polêmica e, por haver um maior interesse em defendê-la através das citações de:

      Barnabé,
      Clemente de Alexandria,
      Didaquê,
      Inácio,
      Justino,
      Tertuliano,
      Orígenes de Alexandria e Bardesanes.

      Analisemos os relatos históricos e os escritos destes "PAIS da IGREJA” para conhecermos quem foram, em que acreditavam e, o que ensinaram sobre a observância do DOMINGO.

      Um forte abraço e fique com Deus!

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    4. BARNABÉ

      Este personagem é fictício, não há registro histórico sobre ele. "Se existe algum axioma no estudo da Epístola de Barnabé, é que, ao contrário da maioria das testemunhas antigas, o seu autor NÃO FOI Barnabé, o companheiro de São Paulo. Na verdade já em 1840, HELEFE, contra a sua convicção anterior, escreveu:

      'Eu não acredito que possamos ver o Barnabé apostólico nesse homem".(1)


      A EPÍSTOLA de BARNABÉ não apresenta o nome de quem a escreveu, a data e o local de sua origem; há apenas a informação de que o seu autor era um professor, mas não consta o que lecionava. Alguns supõem que ela tenha sido escrita em 130 d.C.(2) e que Clemente de Alexandria seja o responsável pela criação de seu título. Outros "PAIS da IGREJA" como EUSÉBIO, JERÔNIMO e AGOSTINHO negam a autoridade da referida epístola e lhe atribuem características APÓCRIFAS. E há vários motivos para tal negação, pois ela ensina que:

      "'Não comerás a hiena' [...] porque este animal muda de sexo todos os anos, tornando-se ora MACHO , ora FÊMEA. EIe [Deus] odiou também a 'DONINHA' [...]. De fato, este animal concebe pela BOCA. [...] 'Comei de todo animal que tem o casco fendido e que rumina' [...]. O que significa o 'CASCO FENDIDO'? É que o justo caminha neste mundo e espera o mundo santo."(3).

      Além destas bizarras declarações, ela expõe outras insanas ideias, tais como:

      Os judeus são incapazes de entender o Velho Testamento; as orientações alimentares de Levítico capítulo 11 são simbólicas e partiram de Moisés, não de Deus, e que Davi acreditava também nessa simbologia; Abraão conhecia o alfabeto grego séculos antes que tal alfabeto existisse; e, apresenta uma delirante relação entre circuncisão e a cruz.(4). Lembrando que a relação de animal “IMUNDO e LIMPO” também não veio com Moisés, mas antes do DILÚVIO (Gn 7:2)!


      (1). PAGET, J. C. (1994). The Epistle of Barnabas: outlook and background, vol. 64, Tübingen: Morh Siebeck, chap. I, p. 3.
      (2)."Barnabas, Letter of". (2010). Encyclopædia Britannica. Chicago: Encyclopædia Britannica.
      (3). Epistle of Barnabas, chap. X.
      (4). Epistle of Barnabas, chap. IX, XI.

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    5. O IMAGINÁRIO BARNABÉ, movido pela ressurreição de Jesus, criou ainda o "OITAVO dia SEMANAL"! E esta estapafúrdia ideia tornou-se referência para os defensores da observância dominical, que utilizam o seguinte trecho de sua epístola: "[...] observamos o OITAVO DIAS com regozijo, o dia também em que Jesus levantou-Se dentre os mortos". Através desta declaração, alega-se veementemente que a igreja primitiva tinha o DOMINGO como dia de descanso; argumento desmentido pelo próprio capítulo de onde o trecho em pauta foi retirado:

      "[...] O SÁBADO é mencionado no princípio da criação. [...] Portanto, meus filhos, em seis dias, ou seja, em SEIS MIL ANOS, todas as coisas se findarão. 'E Ele repousou no SÉTIMO DIA'. Isso significa que quando o Seu Filho vier [...] então Ele verdadeiramente descansará no SÉTIMO DIA. Ademais, Ele declara: “Santificá-lo-eis com mãos santas e um puro coração”. Se, portanto, qualquer um puder agora santificar o dia que Deus santificou, EXCETO QUE SEJA puro de coração em todas as coisas, serás iludido. [...] Então seremos capazes de SANTIFICÁ-LO, tendo primeiro santificado a nós próprios. [...]

      Portanto, TAMBÉM observamos o OITAVO DIA com regozijo, o dia também em que Jesus levantou-Se dentre os mortos. E quando Se manifestou, subiu aos céus."(5).

      O texto acima, de onde os observadores do domingo retiram e isolam o trecho anteriormente mencionado, não declara que os primeiros cristãos observavam o DOMINGO por orientação de Jesus ou de Seus apóstolos, mas, reconhece a santificação do sábado e orienta àquele que "puder agora santificar o dia que Deus santificou" que seja de "puro coração". Diz ainda que a santidade do sábado não permiti que o homem observe este dia como Deus requer, porém, isso será possível quando Cristo retornar. Quanto à esta última afirmativa, além de contraditória, ela caracteriza Deus de injusto ao exigir obediência a um mandamento "IMPOSSÍVEL" de ser seguido pelo homem (cf. Deuteronômio 30:11-14, Neemias 9:13-14). Então, diante das coisas que foram expostas, pergunta-se:

      É esse o "BARNABÉ" citado orgulhosamente como referência doutrinária?

      (5).. Epistle of Barnabas, chap. XV.

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    6. CLEMENTE de ALEXANDRIA

      Presume-se que tenha nascido em 150 d.C. e seja filho de pais gregos; a circunstância de sua conversão ao cristianismo também é desconhecida.(6)

      CLEMENTE de ALEXANDRIA, assim como "BARNABÉ", afirmou que Levítico 11 são SIMBÓLICAS. Ele acreditava que eram distinção entre entre igreja, judeus e ateus.(7) O seu envolvimento com os ensinos pagãos o direcionou ainda a seguinte conclusão:

      "Se, então, o Senhor [Jesus] DESCEU ao HADES foi com uma única finalidade, pregar o evangelho".(8).

      PHILIP SCHAFF e JOHANN JAKOB HERZOG destacam que suas obras são difíceis de serem traduzidas devido as inúmeras alterações e abundantes anotações feitas por terceiros. SCHAFF ressalta ainda que as "CITAÇÕES de Clemente relativas à Escritura são feitas a partir da versão SEPTUAGINTA, frequentemente inexatas, às vezes a partir de um texto diferente do que possuímos, muitas vezes com adaptações verbais, e não raramente textos diferentes são misturados".(9).

      CLEMENTE acreditava que PLATÃO era PROFETA, que a SEPTUAGINTA e a SIBILA eram escritos inspirados pelo Espírito Santo,(10) e, atribuía ao profeta JEREMIAS a autoria do livro APÓCRIFO de BARUQUE.(11). "Entre os Pais da Igreja os apócrifos eram de uso comum desde os primeiros momentos. [...] Clemente de Alexandria cita ECLESIÁSTICO, muitas vezes com a fórmula 'ESCRITURA', 'SAGRADA ESCRITURA', 'DIZERES de SABEDORIA', e não com tanta frequência, mas com as mesmas fórmulas, SABEDORIA de SALOMÃO, BARUQUE e TOBIAS. Abundantes exemplos da mesma prática provém de HIPÓLITO, CIPRIANO e OUTROS".(12).

      Mas, centralizando na questão do DOMINGO, muitos afirmam que CLEMENTE refere-se a observância dominical na seguinte citação:

      "Ele [o homem], em cumprimento do PRECEITO, de acordo com o evangelho, GUARDA o DIA do SENHOR, quando abandona uma má disposição, e assume aquela dos gnósticos, glorificando a ressurreição do Senhor em si mesmo."(13).

      Nesta declaração, Clemente não diz que o SÁBADO foi SUBSTITUÍDO pelo DOMINGO com a ressurreição de Cristo, também não diz que a igreja cristã o tinha como dia de descanso. E mesmo que estivesse insinuando tal afronta ao quarto mandamento do Decálogo, restou-lhe revelar:

      em que parte dos Evangelhos é ensinado essa mudança; o PRECEITO que orienta observar o DOMINGO e, qual o verso bíblico que classifica o "PRIMEIRO DIA da SEMANA" (domingo) como sendo o "DIA do SENHOR"(E). Deste modo, resta aos seus seguidores atuais apresentarem tais referências bíblicas.

      Na citação em pauta, ele refere-se ao "FESTIVAL da RESSURREIÇÃO" que era celebrado no "PRIMEIRO DIA DA SEMANA", porém, não era (em sua época) dia de descanso, visto que após essa festividade os participantes retornavam às suas ocupações seculares. E esta atitude com o transcorrer do tempo incentivou a observância oficial do DOMINGO.

      ALBERT PITTMANN declarou:

      "Primitivamente reuniam-se no DOMINGO de manhã não porque o DOMINGO era um dia de feriado, mas sim um dia de trabalho normal como os demais. [...] Cantavam um hino a Cristo, ligavam-se por um voto de companheirismo, partilhavam uma merenda religiosa e, em seguida, RETORNAVAM ao seu trabalho, para os labores da semana."(14).

      6. "Clement of Alexandria, Saint". (1918). The Encyclopedia Americana Corporation, vol. VII, New York: J. B. Lyon Company, p. 87a;
      7. The Stromata, book VII, chap. XVIII.
      8. Idem , book VI, chap. VI, § 5.
      9. SCHAFF, P. (2004). Ante-Nicene Fathers, vol. II, Grand Rapids, MI: 10. Exhortation to the Heathen, chap. II, § 24; idem, chap IV, § 6; idem, chap. VI, § 5-6; idem, chap. VIII, § 1; The Instructor, book III, chap. III, § 1.
      11. The Instructor, book I, chap. X, § 3.
      12. "Apocrypha". (1951). The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge, vol. I, Grand Rapids, MI: Baker Book House, p. 478.
      13. The Stromata, book VII, chap XII, § 20.
      14. The Watchman Examiner, Journal Baptist, (Oct. 25, 1956), New York, N.Y.

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  35. Olá irmão Paulo CAdi ,a paz do Senhor!

    Claro que não!?

    Considere as três razões retro para a observância do sábado e como elas estão relacionadas.

    PRIMEIRA: guardamos o sábado em reconhecimento do fato de que Deus criou o mundo em seis dias e descansou no sétimo.

    SEGUNDA: observamos o sábado porque Deus é Aquele que nos redimiu e nos salvou em Cristo.

    TERCEIRA: guardamos o sábado porque Ele é o único que nos santifica, o que ocorre apenas pelo poder criador de Deus (Sl 51:10; 2Co 5:17).(1)


    O DOMINGO COMO PROCLAMADOR DO DIREITO DIVINO À CRIAÇÃO?

    Alguns irmãos afirmam que só por ocasião da Sua ressurreição é que Jesus teria feito o universo entender que Ele seria, por direito, o Senhor de tudo que existe. Mas essa é uma afirmação que terei – data maxima venia – de discordar.

    Isso porque, independentemente da queda da humanidade, Jesus, como sendo Criador de todo o Universo, continuaria tendo o “Direito” a todas as coisas por Ele criadas. E o dia que fora “sinalizado” por JEOVÁ como sendo o memorial do Seu ato criativo e, consequentemente, patenteando perante todo o Universo Seus direitos “Autorais” quanto a este mundo, fora justamente o sétimo dia e não o primeiro.

    Além disso, para que possamos melhor compreender as implicações espirituais da Sua ressurreição, é preciso antes também entender o que ocorreu na Cruz do Calvário. Ali Jesus pagou o preço da dívida que nos condenava à morte.

    Pelos Seus méritos venceu por nós uma batalha que jamais poderíamos pelejar por nossas próprias forças. Sob este aspecto, ao consumar a Sua obra redentiva na Cruz, Ele não só continuou a ter o mesmo Direito (inerente à Criação) de ser o nosso Deus, como também, pelos Seus méritos (repito), passou a ser o nosso Deus por MERECIMENTO. Somos duplamente Dele, primeiro pela Criação, e, depois, pela Redenção. Ilustro este pensamento com a seguinte história, in verbis:

    “Um garoto havia feito um pequeno barco, todo pintado e preparado com muita beleza. Certa vez, alguém roubou seu barco, e ele estava angustiado. Um dia, ao passar por uma casa de penhores, ele viu seu barco. Com alegria, correu ao dono da casa, e disse: ‘Esse é o meu pequeno barco!’ ‘Não’, disse o homem, ‘ele é meu, porque eu o comprei’. ‘Sim’, disse o garoto, ‘mas ele é meu, porque eu o fiz.’ ‘Bem’, disse o penhorista, ‘se você me pagar dois dólares, pode levá-lo’. Era muito dinheiro para um menino que não tinha um centavo. Em todo caso, ele resolveu comprá-lo. Assim, ele cortou grama, fez todo tipo de trabalhos pequenos, e logo obteve o dinheiro.

    “Ele correu até a loja e disse: ‘Eu quero o meu barco.’ Ele entregou o dinheiro e recebeu seu barco. Ele pegou o barco em seus braços, o apertou, o beijou e disse: ‘Amo você, querido barquinho. Você é meu! Você é meu duas vezes.

    Eu fiz você, e agora eu comprei você.’

    “Assim acontece conosco. Em certo sentido, somos duas vezes do Senhor. Ele nos criou, e entramos na casa de penhores do diabo. Então, Jesus veio ao mundo e nos comprou a um terrível custo. Não foi prata nem ouro, mas Seu precioso sangue. Somos do Senhor pela criação e pela redenção” (William Moses Tidwell, Pointed Illustrations [Ilustrações Selecionadas], Kansas City, Missouri: Beacon Hill Press, 1951, p. 97). Beacon Hill Press, 1951, p. 97)

    (1). Cf. GIBSON, L. James. Origens. 1. ed. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2013. p 135.

    Um forte abraço e fique com Deus!

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  36. O DOMINGO É O SÍMBOLO DIVINAMENTE DETERMINADO PARA CELEBRAÇÃO DA RESSURREIÇÃO?

    Perscrutando as escrituras em busca de evidências que indicassem ter sido o primeiro dia da SEMANA estabelecido como o dia de adoração após a redenção, me deparei com algumas intrigantes ilações.

    "Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa "onde estavam os discípulos com medo dos judeus", veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!" (João 20:19)

    Os discípulos estavam reunidos no primeiro dia da semana, mas observamos que o objetivo não era religioso, visto que eles estavam assim reunidos “por medo dos judeus”. Veja que eles também não sabiam que Jesus havia ressuscitado, e existem duas passagens bíblicas paralelas que provam isso. A primeira delas está em Marcos 16:11-14, e lemos o seguinte:

    “Estes, ouvindo que ele (Jesus) vivia e que fora visto por ela, não acreditaram. Depois disto, manifestou-se em outra forma a dois deles que estavam de caminho para o campo. E, indo, eles o anunciaram aos demais, mas também a estes dois eles não deram crédito. Finalmente, apareceu Jesus aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, porque não deram crédito aos que o tinham visto já ressuscitado."

    E a segunda passagem a provar que os discípulos não tinham conhecimento da ressurreição, tanto que ficaram “surpresos e atemorizados, pois acreditavam estarem vendo um espírito”, podemos encontrar em Lucas 24:36-46.
    Não foi a toa que Jesus lhes indagou:

    “Por que estais perturbados? E por que sobem dúvidas ao vosso coração?”

    Deste modo, foi preciso que Jesus "lhes abrisse o entendimento para compreenderem as Escrituras", as quais revelavam que Ele ressuscitaria no terceiro dia, para só então seus seguidores poderem passar a crer; em outras palavras, os discípulos não criam na ressurreição de nosso Senhor quando decidiram se reunir à tarde no domingo. Se reuniram por estarem com medo de que, assim como mataram o seu Senhor, os judeus viessem a persegui-los e mata-los também.

    Digo isso porque algumas pessoas dizem que eles estavam reunidos porque sabiam que Jesus já tinha ressuscitado e estariam, pela suposta ciência deste fato, comemorando assim a ressurreição. Mas vimos acima que, no dia de domingo, eles nem haviam entendido ainda que Jesus havia ressuscitado.

    E, pelo que pude compreender das Escrituras, para comemorar a Sua ressurreição, Jesus previamente já houvera estabelecido o batismo por imersão; podemos ler isso em Romanos 6, nos versículos 3 em diante. Deste modo, é possível compreender qual fora a forma divinamente instituída para a comemoração da ressurreição do Filho de Deus, verbis:

    “porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição” (Romanos 6:3-5).

    As escrituras são claras ao afirmarem que o rito estabelecido por Deus para a memória e celebração da ressurreição reside na instituição do batismo por imersão; uma vez que entramos nas águas batismais nós estamos sendo sepultados juntos com Jesus. O velho eu egoísta ali morre. E quando nós nos levantamos das águas batismais, estamos então, simbolicamente, ressuscitando para uma nova vida em Cristo Jesus.

    O engraçado é que o irmão afirma que nós (IASD) estamos só em relação à Daniel 8:14 em quanto a maioria pensam como sua interpretação, mas quando cito sua própria doutrina oficial não tem validade "improcedente e sem valor algum" a " citação protestante".

    Quando as outras denominações (protestantes) corroboram o que você acredita SERVE, mas quando a mesma que lhe SERVIU nos favorece não SERVE.

    Vemos aqui DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS!

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  37. Alexandre, que NT vc usa mesmo? A que a ICAR instituiu?

    Dois pesos, duas medidas... para uma a >>pretensão romana<< é usada, para outra não?

    Fazer o que...

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    1. E...que calendário utiliza???

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    2. Olá irmão Luciano Sena , a paz do Senhor!

      E foi a ICAR que instituiu o NT?

      E qual o problema com a citação CATÓLICA?
      Por acaso ela é falsa?

      Como teólogo (Sena) que acredito que você seja! É só verificar a fonte!

      Ela [ICAR] não produziu a mudança, mas à RATIFICOU [MUDANÇA]! SEGUE:

      No seu livro o Dr. Bacchiocchi demonstra como, dada a influência do antisemitismo, sobretudo sob o imperador romano Adriano pelo ano 135 AD, os cristãos foram adotando o “VENERABILI DIES SOLIS” do paganismo romano para substituir o sábado. Não queriam ser confundidos com os judeus e por isso foram trocando o dia gradualmente, sendo esta a verdadeira origem da observância do domingo.

      Na sequência do DECRETO inicial de Constantino (decreto político) , IMPERADORES e PAPAS (decreto religioso) em sucessivos séculos acrescentaram outras leis ao fortalecimento da observância do DOMINGO, verbis:

      "Aquilo que começou, entretanto, como ordenança PAGÃ, terminou como
      regulamentação CRISTÃ; e uma longa série de DECRETOS IMPERIAIS, durante o quarto, quinto e sexto séculos, impôs com crescente rigor a abstinência do trabalho no DOMINFO."

      H. Webster, Rest Days, pág. 270.

      Que estes passos foram dados tanto pela IGREJA como pelo ESTADO para
      tornar decisivo que o DOMINGO substituísse o SÁBADO, foi escrito por um notável advogado de Baltimore, Maryland - James T. Ringgold, textualmente:

      "Em 386, durante o tempo de Graciano, Valentiniano e Teodósio, foi
      decretado que todos os LITÍGIOS e negócios CESSACEM [no domingo]...

      Entre as doutrinas estabelecidas em uma carta do PAPA INOCÊNCIO I, escrita no último ano de seu pontificado (416), encontra-se aquela segundo a qual o DOMINGO deveria ser observado como DIA de JEJUM...

      Em 425, no tempo de Teodósio, o mais moço, foi imposta a ABSTINÊNCIA de espetáculos TEATRAIS e de CIRCO [no domingo]...

      Em 538, no CONCÍLIO de ORLEANS... foi ordenado que todas as coisas anteriormente PERMITIDAS no DOMINGO continuassem em
      VIGOR; mas que se abstivessem do TRABALHO com ARADO, ou em vinhas, sega, ceifa, debulha, cultivo, cercagem a fim de que as pessoas pudessem FREQUENTAR a IGREJA convenientemente...

      Por volta de 590 o PAPA GREGÓRIO, em carta dirigida ao povo romano, qualificou como PROFETAS do ANTICRISTO aqueles que ENSINASSEM que o trabalho não devesse ser feito no SÉTIMO DIA (sábado)."

      The Law of Sunday, págs. 265-267. Grifos acrescentados.

      A citação acima indica que ainda havia na igreja, mesmo em 590 d.C., aqueles que, não só observavam o SÁBADO BÍBLICO, como ENSINAVAM sua OBSERVÂNCIA.

      O fato de você (Sena) não aceitar (enxergar) é outra questão, não torna a citação VERDADEIRA ou FALSA. Verifique as referências caso duvide!

      Mas seu irmão PRESBITERIANO ENXERGOU!

      Veja:

      O Dr. N. SUMMERBELL, autor PRESBITERIANO, faz esta declaração em sua obra “HISTORY of THE CHRISTIANS”:

      “Ela (a Igreja Católica) SUBVERTEU o QUARTO MANDAMENTO, DISPENSANDO o SÁBADO da palavra de Deus e SUBSTITUINDO-O pelo DOMINGO, como DIA SANTIFICADO.”

      E a citação CATÓLICO confirma o comentário de seu irmão PRESBITERIANO o Dr. N. SUMMERBELL!

      Veja:

      O arcebispo JAMES GIBBONS confirma, também, que a igreja de Roma é a autora da observância DOMINICAL adotada pelo cristianismo:

      "Todavia podeis ler a Bíblia de Gênesis ao Apocalipse, e não encontrareis uma única linha autorizando a santificação do domingo. As Escrituras ordenam a observância religiosa do sábado, dia que nós nunca santificamos." "A igreja Católica, a mais de mil anos antes da existência de um único protestante, em virtude de sua divina missão, mudou o dia de sábado para o domingo. (...) O descanso cristão neste dia é, por consequência, o reconhecimento da igreja Católica como esposa do Espírito Santo, sem uma palavra divergente do mundo protestante."(2).

      (2) Cf. James Gibbons, Catholic Mirror, (Sept, 23, 1893), Press: Baltimore, Maryland, p. 29-31.

      Agora só falta você (Sena) considerar seu irmão PRESBITERIANO o Dr. N. SUMMERBELL como um HEREGE ou CEGO! Acredito que você não o fará!

      Um forte abraço ao irmão em Cristo, fique com Deus!

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  38. Quem é esta que está em seu colo Fernando Costa na foto?

    Se for sua filha ou neta parabéns, ela é linda!!

    Tenho três filhos mas nenhuma menina, gostaria de ter uma... Quem sabe um dia.

    Que Deus abençoe sua família!

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    1. minha netinha...linda de mais, olhinhos azuis..kkk

      que Deus abençoe vc e sua familia tb...quem sabe o Nosso Maravilho e bondoso Deus, atenda ao seu desejo.

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    2. Olá irmão Fernando Costa, a paz do Senhor!

      E existe algum problema com o calendário GREGORIANO?

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  39. Sempre vi sua foto no blog mas sempre no tamanho pequeno, então não dava para ver detalhes e nunca tinha parado para ver melhor sua foto. Hj minha internet estava mto lenta e ao abrir o blog estava todo embaralhada as postagens e com as fotos bastante grandes, aí parei para ver sua foto e vi sua netinha, ela é mto linda e realmente tem os olhos azuis, parabéns mais uma vez pela sua netinha linda!

    Mto obrigado Fernando Costa que Deus nos Abençoe!

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  40. Olá irmão Fernando Costa, a paz do Senhor!

    REFORMAS DO CALENDÁRIO

    Houve, de fato, mudanças no calendário. Nenhuma delas, porém, mexeu com a ordem dos dias da semana.

    O calendário romano mais antigo, que se crê fora dado por Rômulo, na qual propôs um ano de 305 dias em 10 meses, a partir de março. Numa, sucessor de Rômulo, acrescentou dois meses, elevando o ano civil para 365 dias. Quando Júlio César subiu ao poder supremo de Roma, notando que o calendário vigente era deficiente, chamou o famoso astrólogo Alexandrino Sosígenes para estudar a questão.

    Este determinou que se abandonasse o calendário dos meses lunares, e se adotasse o egípcio. Essa reforma foi feita em 45 a.C. e a semana que vinha no calendário egípcio era paralela à do calendário judaico, e foi mantida.

    Assim a ordem SETENÁRIA dos dias da semana NÃO se ALTEROU. Isso foi antes do nascimento de Cristo. Nos tempos de Jesus e dos apóstolos, a semana na Palestina coincidia com a semana dos romanos quanto a ordem dos dias. Também a denominação dos dias era a designação ordinal, pois os nomes aos dias da semana se devem a Constantino, o mesmo que, por decreto, legalizou a observância do primeiro dia. Voltando a Júlio César, o calendário ficou alterado, sem afetar a ordem dos dias semanais. É a reforma chamada juliana.

    A outra reforma que alterou a contagem, mas não a semana, é a denominada gregoriana, feita por ordem do Papa Gregório XIII.

    Os países latinos:

    Espanha, Portugal e Itália aceitaram-na em 1582. A reforma se fez no dia 4 de outubro daquele ano. O dia 4 de outubro pulou para 15 (havendo portanto uma subtração de 10 dias). Mas o dia 4 foi quinta-feira, e o dia 15 logo a seguir foi a
    sexta-feira, permanecendo inalterado o ciclo semanal. Nos países de fala inglesa a mudança gregoriana só foi aceita em 1752, em setembro daquele ano. Assim o dia 2 foi seguido pelo dia 14. Mas o dia 2 de setembro caiu, numa quinta-feira. De novo não se alterou a semana.

    TESTEMUNHO DOS ASTRÔNOMOS

    Não creio haver pessoas mais bem informadas a respeito do assunto do que os astrônomos. Recorramos, pois, a eles. Eis o que depõem:

    "Tivemos a oportunidade de investigar os resultados dos trabalhos de especialistas em cronologia, e jamais se soube de um sequer que tivesse a menor dúvida acerca da continuidade do ciclo semanal desde muito tempo antes da era cristã. Nenhuma das reformas havidas em nosso calendário, em séculos passados, afetou de algum modo o ciclo da semana."

    Dr. A. James Robertson, Diretor do Observatório Naval de Washington, respondendo a carta de consulta, em 1932. (Fotocópia publicada à pág. 560 de Answers to Objections, de F. D. Nichol.)

    Para encerrar, segue uma transcrição de debates havidos em torno da reforma do calendário, no Congresso de Washington, sessão de 21/01/1929, entre os congrecistas Sol Bloom, Cyrenus Cole e W. S. Eichelberger, então Diretor do Observatório Naval dos E.U.A:

    "Mr. Bloom: Não é um fato que, nas mudanças produzidas no calendário, as datas foram mudadas, porém nunca os dias? V. Exa. sabe de algum tempo na História em que algum calendário, a partir do princípio do remoto calendário egípcio, em que o dia da semana se tenha trocado?

    Mr. Eichelberger: Não, não sei absolutamente.

    Mr. Bloom: Mas as datas foram mudadas?

    Mr. Eichelberger: Sim, não há dúvida.

    Mr. Bloom: V. Exa. pode mudar qualquer data do calendário a seu critério, como o fez o Papa Gregório, desprezando 10 dias em 1582, e o britânicos 11 dias em seu calendário, instituindo-se assim o calendário sob o qual vivemos. As datas foram trocadas, mas não foi alterado sequer um dia da
    semana...

    Mr. Eichelberger: Tanto quando eu saiba, isto é exato.

    Mr. Cole: Há fundamento na crença de que o sábado, ou outros dias da semana se têm sucedido em ininterrupta continuidade desde tempos remotos?

    Mr. Eichelberger: Tanto quanto eu sabia, isto é verídico."

    Congressional Report, pág. 68.

    Existe algum problema com o calendário GREGORIANO?

    O dia de sábado (ou qualquer outro dia) jamais se perdeu na meada dos milênios!

    Um forte abraço e fique com Deus!

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    Respostas
    1. Alexandre, de onde vc está colando isso? Fonte?

      Não tenho tempo de ficar lendo tudo isso... quando puder, escreva menos...

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    2. Desculpe-me, posso passar as REFERÊNCIAS novamente, mas TODOS os comentários já estão com as referências!

      abraços e feliz sábado!

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  41. Olá irmão Luciano Sena, a paz do Senhor!

    Não copio do mesmo lugar que o irmão Paulo Cadi e Fernando Costa copia copiam, todos nós usamos o mesmo recurso!

    ctrl+c=v

    Isto não é a questão do nosso DIÁLOGO!

    Que o irmão não LÊ é evidente! Só não sei se seria tempo!?

    Se tiver alguma dúvida quanto as referências, pode me perguntar que lhe passo com o maior prazer!

    Um forte abraço e fique com Deus!

    E feliz sábado!

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  42. As minhas objeções do dia 23/04/2014, as 21:05, 21:40, 23:54, não foram respondidas.

    Quem acusa, é que tem de provar o que diz (ônus da prova).

    O Cristianismo sempre deu atenção especial ao primeiro dia da semana, porque o maior evento da história ocorreu neste dia.

    Ora, se um simples mortal festeja o seu aniversário, quanto mais os filhos de Deus irão celebrar a vitória do seu Senhor, sobre as hostes infernais!

    Só que os adventistas além de não terem um ÚNICO texto, no Novo Testamento para demonstrar que o sábado semanal continua sendo o sinal entre Deus e seu povo, (o Novo Testamento afirma que é o Espírito Santo, Et.1:13; 4:30), não conseguem demonstrar pela história QUEM efetuou a famigerada mudança da observância do sábado pelos Cristãos, para o domingo "pagão."

    A única menção da observância do sábado foi feita por Eusébio, no ano 300 d.C. por uma seita chamada de "Ebionitas", quem Eusébio diz, também adoravam no primeiro dia. Os Ebionitas foram uma seita judaizante, que obrigavam a prática da circuncisão, REJEITAVAM OS ESCRITOS DO APÓSTOLO PAULO, negavam o nascimento virginal de Cristo e sua divindade.

    No livro de Atos não há menção NENHUMA da Igreja de Cristo observando o sábado, mas fala-se de uma reunião no primeiro dia da semana para "partir o pão."

    Na Bíblia NÃO EXISTEM COINCIDÊNCIAS. Tudo que está ali relatado tem um propósito.

    Não existe no Novo Testamento NENHUMA citação do decálogo conforme está em Êx.20.

    Pelo contrário, em 2Co.3:7, Paulo afirma que o "ministério que trouxe a morte, foi GRAVADO COM LETRAS EM PEDRAS.

    Os adventistas afirmam que "o livro da lei foi abolido, mas o decálogo não. Só que eles não se flagraram que o decálogo está DENTRO DO LIVRO DA LEI, quando eles vão lá para Êxodo 20 a fim de demonstrar que o decálogo estava FORA do livro da lei.

    Ellen White afirmou que o decálogo, conforme seu CONTEÚDO (preste atenção), CONFORME SEU CONTEÚDO em Êxodo 20. é a lei eterna de Deus.

    Abra a sua Bíblia, leia o decálogo, (prestando atenção em seu CONTEÚDO), e depois imagine o decálogo sendo a lei "eterna" de Deus, existindo com ele desde a eternidade, e ainda observado pelos anjos. Vou repetir de novo e de novo: APLIQUE UM DOS MANDAMENTOS DO DECÁLOGO AOS ANJOS.

    Os adventistas não possuem nenhuma FONTE PRIMÁRIA, (a primeira, o Novo Testamento), que demonstre que os cristãos gentios observaram o sábado. mas ao contrário, os cristãos gentios tem em suas cartas, Rm.14; Gl.4:8-10; Cl.2:16.

    Por isto todo o judaizante vai ter problemas com as epístolas de Paulo.

    Os adventistas afirmam que a observância obrigatória do domingo, será a marca da besta. Ora, o domingo já é observado, no mundo ocidental, há séculos, em tributo a ressurreição de Cristo, tanto é que o Dia das Primicías caia no PRIMEIRO DIA da semana.

    Não há necessidade de se obrigar a guardar um dia em que toda a sociedade está de acordo.

    Se as grandes empresas, conglomerados multinacionais pararem não um dia, mas por algumas horas, vai dar uma quebradeira geral e um prejuízo incálculavel para a economia mundial.

    Está ocorrendo o oposto. A tendência de o comércio abrir TODOS OS DIAS já é um fato consumado.

    A própria ciência econômica desmantela a doutrina da observância do domingo como sendo o sinal da besta.

    Como é que alguém não vai poder comprar ou vender se NÃO OBSERVAR O DOMINGO, se é exatamente a produção maciça em escala mundial, a todo o vapor, inclusive nos domingos, produzindo bens e serviços, é que proporciona o comprar e vender?

    O mandamento mais importante da lei NÃO É O SÁBADO, mas a CIRCUNCISÃO, porque sem ela a observância da lei como um todo, É NULA, inclusive a observância do sábado.

    Depois posso demonstrar como o sábado deve ser observado DE ACORDO CO A LEI, e provar com as escrituras que os adventistas são TRANSGRESSORES DO MANDAMENTO DO SÁBADO.






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    1. E foi a ICAR que instituiu o NT?

      E qual o problema com a citação CATÓLICA?
      Por acaso ela é falsa?

      Como teólogo (Sena) que acredito que você seja! É só verificar a fonte!

      Ela [ICAR] não produziu a mudança, mas à RATIFICOU [MUDANÇA]! SEGUE:

      No seu livro o Dr. Bacchiocchi demonstra como, dada a influência do antisemitismo, sobretudo sob o imperador romano Adriano pelo ano 135 AD, os cristãos foram adotando o “VENERABILI DIES SOLIS” do paganismo romano para substituir o sábado. Não queriam ser confundidos com os judeus e por isso foram trocando o dia gradualmente, sendo esta a verdadeira origem da observância do domingo.

      Na sequência do DECRETO inicial de Constantino (decreto político) , IMPERADORES e PAPAS (decreto religioso) em sucessivos séculos acrescentaram outras leis ao fortalecimento da observância do DOMINGO, verbis:

      "Aquilo que começou, entretanto, como ordenança PAGÃ, terminou como
      regulamentação CRISTÃ; e uma longa série de DECRETOS IMPERIAIS, durante o quarto, quinto e sexto séculos, impôs com crescente rigor a abstinência do trabalho no DOMINFO."

      H. Webster, Rest Days, pág. 270.

      Que estes passos foram dados tanto pela IGREJA como pelo ESTADO para
      tornar decisivo que o DOMINGO substituísse o SÁBADO, foi escrito por um notável advogado de Baltimore, Maryland - James T. Ringgold, textualmente:

      "Em 386, durante o tempo de Graciano, Valentiniano e Teodósio, foi
      decretado que todos os LITÍGIOS e negócios CESSACEM [no domingo]...

      Entre as doutrinas estabelecidas em uma carta do PAPA INOCÊNCIO I, escrita no último ano de seu pontificado (416), encontra-se aquela segundo a qual o DOMINGO deveria ser observado como DIA de JEJUM...

      Em 425, no tempo de Teodósio, o mais moço, foi imposta a ABSTINÊNCIA de espetáculos TEATRAIS e de CIRCO [no domingo]...

      Em 538, no CONCÍLIO de ORLEANS... foi ordenado que todas as coisas anteriormente PERMITIDAS no DOMINGO continuassem em
      VIGOR; mas que se abstivessem do TRABALHO com ARADO, ou em vinhas, sega, ceifa, debulha, cultivo, cercagem a fim de que as pessoas pudessem FREQUENTAR a IGREJA convenientemente...

      Por volta de 590 o PAPA GREGÓRIO, em carta dirigida ao povo romano, qualificou como PROFETAS do ANTICRISTO aqueles que ENSINASSEM que o trabalho não devesse ser feito no SÉTIMO DIA (sábado)."

      The Law of Sunday, págs. 265-267. Grifos acrescentados.

      A citação acima indica que ainda havia na igreja, mesmo em 590 d.C., aqueles que, não só observavam o SÁBADO BÍBLICO, como ENSINAVAM sua OBSERVÂNCIA.

      O fato de você (Cadi) não aceitar (enxergar) é outra questão, não torna a citação VERDADEIRA ou FALSA. Verifique as referências caso duvide!

      Mas seu irmão PRESBITERIANO ENXERGOU!

      Veja:

      O Dr. N. SUMMERBELL, autor PRESBITERIANO, faz esta declaração em sua obra “HISTORY of THE CHRISTIANS”:

      “Ela (a Igreja Católica) SUBVERTEU o QUARTO MANDAMENTO, DISPENSANDO o SÁBADO da palavra de Deus e SUBSTITUINDO-O pelo DOMINGO, como DIA SANTIFICADO.”

      E a citação CATÓLICO confirma o comentário de seu irmão PRESBITERIANO o Dr. N. SUMMERBELL!

      Veja:

      O arcebispo JAMES GIBBONS confirma, também, que a igreja de Roma é a autora da observância DOMINICAL adotada pelo cristianismo:

      "Todavia podeis ler a Bíblia de Gênesis ao Apocalipse, e não encontrareis uma única linha autorizando a santificação do domingo. As Escrituras ordenam a observância religiosa do sábado, dia que nós nunca santificamos." "A igreja Católica, a mais de mil anos antes da existência de um único protestante, em virtude de sua divina missão, mudou o dia de sábado para o domingo. (...) O descanso cristão neste dia é, por consequência, o reconhecimento da igreja Católica como esposa do Espírito Santo, sem uma palavra divergente do mundo protestante."(2).

      (2) Cf. James Gibbons, Catholic Mirror, (Sept, 23, 1893), Press: Baltimore, Maryland, p. 29-31.

      Agora só falta você (Cadi) considerar seu irmão PRESBITERIANO o Dr. N. SUMMERBELL como um HEREGE ou CEGO! Acredito que você não o fará!

      Um forte abraço ao irmão em Cristo, fique com Deus!

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  43. Olá irmão Paulo Cadi, a paz do Senhor!

    O sábado não tem comprovação no novo testamento?

    E o domingo tem aonde?

    Um forte abraço e fique com Deus!

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  44. AS minhas objeções de 25/04/2014, as 21:18, não foram respondidas, além dos comentários de 23/04/2014, as 21:05 e 23:54.

    Alexandre, a fonte primária mais importante da Igreja, é o Novo Testamento, que compreende o livro de Atos, as cartas apostólicas, epístolas universais e Apocalipse. Os chamados 4 evangelhos, não são o Novo Testamento, que começou no Calvário, com o sangue da Nova Aliança, já que Cristo nasceu e viveu debaixo da lei.

    O livro de Atos, é importante fonte primária, com seu conteúdo confirmado pela história e arqueologia.

    Em NENHUMA parte do livro de Atos nós encontramos sequer uma insinuação ou referência da observância do sábado pelos cristãos gentios. A única referência que o livro de Atos apresenta, pelo próprio Lucas, testemunha ocular dos acontecimentos, está em Atos 20:7, onde há o relato dos cristãos se reunindo, (não por acaso), mas com a finalidade de "partir o pão" no primeiro dia da semana, exatamente o dia em que o Senhor ressucitou, sendo ele mesmo o protótipo da "nova criação" que virá, (novos céus e nova terra).

    Como eu disse em meu comentário anterior; nas Escrituras, nada acontece por capricho ou por acaso.

    Os judeus, nunca "implicaram" com os gentios porque eles não observavam o sábado, mas sim porque eles não eram circuncidados. Por isto que nas epístolas eles são chamados de "os da circuncisão", e não os do "sábado."

    Para os judeus, o mandamento mais importante era o da circuncisão, pois foi por ela que em tipo os israelenses se identificavam como o povo de Deus, começando com Abraão.

    Então, se os gentios não fossem circuncidados, sua observância da lei seria nula, pois eles estariam fora do pacto. Sendo assim, não interessava o minímo para os judeus, qual o dia que os cristãos observavam.

    Quanto ao Dr. Bacchiocchi, ele mesmo afirmou que discordava de Ellen White, quanto a origem, o tempo da mudança do sábado para o domingo, desclassificando os escritos dela como "inspirados."

    Só que o citado Bacchiocchi, para sustentar seu ponto de vista tem de supor uma apostasia bem adiantada lá pelo ano 135 d.C. para diminuir a importância das FONTES PRIMÁRIAS que atestam a observância do domingo pelos cristãos ANTES do ano 135 d.C.

    Para continuar sustentando seu ponto de vista, nesta altura dos acontecimentos, Bacchiocchi teve de "inventar" uma grande apostasia lá pelo ano 135 d.C. usando métodos de indução à base de exegese.

    Note! O Apóstolo João faleceu lá pelo ano 100 d.C.

    Histórica e exegéticamente não tem como o sujeito produzir uma grande apostasia 35 anos após a partida do santo Apóstolo!

    E o pior é que a "grande apostasia" para Bacchiocchi, se deve a mudança de dia, porque ele parte do ponto de vista adventista. Só por isto.

    As escrituras em nenhum momento afirmam que a mudança de dia será o estopim para a apostasia começar.

    Então todo o estudo de Bacciocchi parte de premissas adventistas, sendo de valor ZERO. Prossegue......

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  45. Temos que citar de fontes primárias e não ficar citando somente de enciclopédias, porque num assunto como este deve haver fontes primárias, sendo a principal, a Biblia.

    Os adventistas NÃO TEM FONTES PRIMÁRIAS que atestem que aos cristãos vindo do paganismo foi exigido a observância do sábado.

    90 A.D. Didaqué: "Assembléia cristã sobre o DIA DO SENHOR:.. 1. Mas cada dia do Senhor deveis reunir-vos, e partir o pão, e dar ação de graças depois de ter confessado vossas transgressões, para que seu sacrifício seja puro 2. Mas que ninguém que .. está em desacordo com o seu companheiro se reúnam com vocês, até que eles se reconciliem, a fim de que seu sacrifício não seja profanado 3. Porque isto é o que foi dito da parte do Senhor: Em todo lugar e hora me oferecer um sacrifício puro, pois Eu sou um grande Rei, diz o Senhor, e o meu nome é maravilhoso entre as nações ". (Didaqué: O Ensino dos Doze Apóstolos, Capítulo XIV)
    100 d.C. Barnabé "Mantemos o oitavo dia [domingo] com alegria, o dia também em que Jesus ressuscitou dentre os mortos" (A Epístola de Barnabé, 100 d.C. 15:6-8).
    100 d.C. Barnabé: Além disso Deus diz aos judeus: "As vossas luas novas e sábados não posso suportar." Você vê como ele diz: "Os presentes sábados não são aceitáveis ​​para mim, mas o sábado que eu fiz em que, quando eu descansei [céu: Hb 4] de todas as coisas, farei o início do oitavo dia que é o início de outro mundo ". Por isso nós, cristãos, mantemos o oitavo dia de alegria, em que também Jesus ressuscitou dos mortos e quando ele apareceu subiu aos céus. (15:08 f, A Epístola de Barnabé,100 A.D. Padres Ante-Nicéia, vol.1, pág.147)

    150 A.D. EPÍSTOLA DOS APÓSTOLOS -. Eu [Cristo] tenho surgido no oitavo dia, que é o dia do Senhor. (18)
    150 A.D. Justino: "Ele, então, fala desses gentios, ou seja, nós, que em todos os lugares oferecemos sacrifícios a ele, ou seja, o pão da Eucaristia, e também o cálice da Eucaristia, afirmando que nós glorificamos Seu nome, e que vocês profanaram [ele]. O mandamento da circuncisão, mais uma vez, obrigando [eles] sempre a circuncidar os filhos no oitavo dia, foi um tipo da verdadeira circuncisão, pela qual somos circuncidados do engano e da iniqüidade por meio daquele que ressuscitou dentre os mortos no primeiro dia depois do sábado, [nomeadamente através] de nosso Senhor Jesus Cristo. Para o primeiro dia depois do sábado, ficando o primeiro de todos os dias, é chamado, no entanto, o oitavo, de acordo com o número de todos os dias da ciclo, e [ainda] continua a ser o primeiro. ". (Justin, Diálogo 41:4)
    150 AD Justino: ... aqueles que têm perseguido e perseguem Cristo, se eles não se arrependerem, não hão de herdar nada no Monte Santo. Mas os gentios, que acreditaram nele, e se arrependeram dos pecados que cometeram, eles receberão a herança junto com os patriarcas e os profetas, e os poucos homens que são descendentes de Jacó, mesmo apesar de não manter o sábado, nem serem circuncidados, nem observem as festas. Seguramente eles receberão a santa herança de Deus. (Diálogo com o judeu Trifon, 150-165 A.D. Padres Ante-Nicéia, vol. 1, página 207

    150 AD Justino: Mas se nós não admitimos isso, estaremos sujeitos a cair em uma tola opinião, como se não fosse o mesmo Deus que existia nos tempos de Enoque e todo o resto, que não foram circuncidados segundo a carne, nem observaram os sábados, nem quaisquer outros ritos, sendo que Moisés ordenou tais observâncias ... Porque, se não havia necessidade da circuncisão antes de Abraão, ou da observância dos sábados, das festas e sacrifícios, antes de Moisés, não há mais necessidade existe delas agora, depois disso, de acordo com a vontade de Deus, Jesus Cristo, o Filho de Deus nasceu sem pecado, de uma virgem nascida à partir da estirpe de Abraão. (Diálogo com o judeu Trifon, 150-165 A.D. Padres Ante-Nicéia, vol. 1, página 206)

    Prossegue.....

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    1. Olá irmão Paulo Cadi, a paz do Senhor!

      Se o próprio Papa GREGÓRIO como defensor do DOMINGO e antiSÁBADO chamou os OBSERVADORES do SÁBADO de PROFETAS do ANTICRISTO por que GUARDAVAM e ENSINAVAM a observância do SÁBADO.

      Você quer maior prova do que essa que o SÁBADO era GUARDADO?

      "Por volta de 590 o PAPA GREGÓRIO, em carta dirigida ao povo romano, qualificou como PROFETAS do ANTICRISTO aqueles que ENSINASSEM que o trabalho não devesse ser feito no SÉTIMO DIA (sábado)."

      The Law of Sunday, págs. 265-267. Grifos acrescentados.

      Isso é história e fato!

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  46. Uma pitada a mais, depois continuo.

    Todas estas citações que você fez, inclusive do afamado James Gibbons, tem de ser entendidas do ponto de vista da teologia e tradição Católica Apostólica Romana.

    Os historiadores católicos ao afirmarem que a Igreja "mudou" a observância do dia de sábado para o primeiro dia (domingo), parte do ponto que ela É A IGREJA DOS APÓSTOLOS em sucessão discipular ininterrupta, desde Pedro.

    Eles afirmam que não existe uma declaração formal nas escrituras para a mudança, já que os acontecimentos pós ressurreição, falam por si.

    Quando um teólogo católico refere-se a Igreja Católica, ele não está pensando como os adventistas, mas entende "históricamente" que a única Igreja, a de Cristo, é a própria Igreja Católica.

    Quando James Gibbons afirmou que foi a Igreja que mudou a observância do dia para o domingo, ele nada mais está fazendo do que apelar para a autoridade eclesiástica, no caso, os santos Apóstolos. Ele não parte da afirmação de que houve uma apostasia, o que para a teologia católica mais conservadora se dará no fim dos tempos, inclusive com o ataque do anticristo contra a Igreja Católica.

    Então, quando se faz citações de fontes católicas tem de se conhecer um pouco da teologia romana, a fim de compreender tais declarações, segundo a teologia católica.

    Prossegue.....

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  47. Quando se estuda a história do cristianismo, duas coisas não se podem negar pelo que se sabe através de documentos é:

    . Os cristãos se reuniam no domingo já desde o início do cristianismo, não estou defendendo nada, nem sábado nem domingo estou apenas relatando os fatos.

    . E o segundo ponto é que Maria sempre foi venerada desde início do cristianismo. Querendo ou não, acreditando ou não isso não muda os fatos, isso é histórico, basta estudar.

    Não falei aqui sobre minhas crenças e sim sobre história, não confundam as coisas.

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    1. Irmão Felipe, onde está a comprovação de que os CRISTÃOS como você mesmo disse:

      "Os cristãos se reuniam no domingo já desde o início do cristianismo, não estou defendendo nada, nem sábado nem domingo estou apenas relatando os fatos".

      e;

      "E o segundo ponto é que Maria sempre foi venerada desde início do cristianismo. Querendo ou não, acreditando ou não isso não muda os fatos, isso é histórico, basta estudar".

      Onde encontramos esses RELATOS que você afirmou?

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  48. Irmão Paulo, vemos aí que o uso deles sobre as pretensões romanas é dissimulada, enganosa e falaciosa.

    Por isso, tento, mas não insisto, eles tem uma ICAR = a IASD... eles tem uma Papisa= Ellen White... eles tem uma data que nasceu a Igreja Remanescente = 1844... irmão, tenho perdido a vontade de dialogar com esses decorebas...

    Continuarei usando o blog para expor o que eles são (como entidade herética) mas conversar 'individualmente', só se eu ir ver os mundos que Ellen White viu...

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    1. Olá irmão Luciano Sena, a paz do Senhor!

      As pretensões Romanas são históricas, documentadas e verídicas queira o irmão aceitar ou não!

      Tanto que o irmão NÃO pode confirmar a guarda do DOMINGO com um único versículo do GÊNESIS ao APOCALIPSE!

      Só falta os irmãos defenderem o DOMINGO como os ICAR, com a "PATRÍSTICA" o que não cabe.

      Um forte abraço e fique com Deus!

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    2. Este comentário foi removido pelo autor.

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    3. As pessoas foram influenciadas por Agostinho de Hipona e nem se deram conta disso.

      Dizer que seu cristianismo não foi influenciado pela filosofia grega é tolice.

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  49. Irmão Luciano, o uso da manipulação dos fatos históricos pelos Adventistas e Testemunhas de Jeová, é impressionante!

    A história grandiosa do Cristianismo, fala por si mesma, farta de fontes, tratados, obras monumentais, dando testemunho verdadeiro do que tem acontecido.

    O mal uso que os adventistas fazem dos fatos históricos, é para justificar a existência da denominação deles como cumprimento das profecias, o que de passagem é uma aberração, porque a Igreja já foi fundada há 2000 anos.

    A compreensão protestante a respeito da existência das denominações cristãs é completamente diferente das seitas, permitindo a história da Igreja se declarar, e os acontecimentos da história fluírem naturalmente, sem precisar recorrer a manipulações deliberadas, planejadas.

    Quando os adventistas inventam de forçar a barra, logo as engrenagens (interpretações), deles começam a trincar!

    Como a apologética faz parte do evangelismo, desde os primórdios do Cristianismo, nós, cristãos temos uma batalha espiritual a travar contra as hostes infernais que inventam as seitas!

    O Apóstolo Paulo afirma várias vezes, que as seitas são uma produção de Satanás.

    Ele cria várias situações para o surgimento das seitas, e depois as abandona para inventar outras, e as primeiras ficam aí para atrapalhar a pregaçáo de Evangelho e desencaminhar as almas.

    Mas nós estamos, pelo Espírito, na mesma obra, juntamente com todos os Cristãos ao redor do mundo, esperando pacientemente pela vinda do Senhor!

    Que Deus continue abençoando o irmão!

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  50. Olá irmão Paulo Cadi, a paz do Senhor!

    Qual pregação do Evangelho?

    Só os vejo fazendo Apologia!

    Um forte abraço e fique com Deus!

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  51. Olá querido, li o artigo.
    Talvez o vídeo desse irmão poderá colaborar com vosso pensamento.
    Não estás sozinho contra os adventistas. Evangélicos, Católicos e Espiritualistas formarão um só corpo em volta do suposto "Dia do Senhor", o domingo: https://www.youtube.com/watch?v=U-ktxQcPimU&list=PLCKmjqVaKBza0t89kMUaOi-fq8SvaviZk
    Abraços!
    Maranata!
    Viva com Esperança! ;)

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    1. Olá irmão SABADO MARANATA, a paz do Senhor!

      Irmão, assisti todo o vídeo!

      O irmão disse que "Talvez o vídeo desse irmão poderá colaborar com vosso pensamento", e concordo com você, me ajudou e muito!

      Só confirmou o que eu já sabia!

      Não sei se o irmão Paulo Leitão é TEÓLOGO, mas se for, MISERICÓRDIA. Ele DETURPA vários versículos de seu real significado.

      Você tem razão sobre a união das igrejas, isso se chama ECUMENISMO!

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  52. Luciano Sena, além deste livro você outro que fale sobre a Congregação Cristã do Brasil, Testemunhas de Jeová, Mormons, Igrejas pentecostais e neo pentecostais?????

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  53. Queria um livro, enviei um e-mail para o endereço apontado, mas o e-mail voltou. Como faço?

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