sexta-feira, 7 de março de 2014

Imortalidade da Alma e Ressurreição – como conciliar tais doutrinas?

Existe quem pensa que ensinar um estado intermediário é contraditório ao ensino da ressurreição. Além disso, argumentam eles, ‘se já existe após a morte, paraíso e tormento, por qual motivo haveria juízo final’?

Temos que começar nossa resposta mostrando que apesar da insatisfação de alguns, não existe tensão entre esses ensinos, de maneira alguma. No estado intermediário temos um prévia demonstração ao espírito/alma, do que ele receberá após a ressurreição juntamente com o corpo. Em nenhum caso é a retribuição plena do que foi estabelecido para ele, mediante sua fé ou não no Evangelho, segundo a graça de Deus (Lc 23.43; 16.19-31). É um estado de espera (Hb 12.23; Ap 6.9,10).

Em segundo lugar, devemos destacar que o estado intermediário não é apresentado como esperança escatológica na Bíblia. Tal como a morte não era do plano de Deus, em sua proposta no pacto de obras com Adão, o estado intermediário é um esquema temporário a isso que surgiu por causa da morte (Gn 3.19; Ec 12.7 [veja Mt 25.41]).

Em terceiro, destaco que é impossível uma alma sem corpo desfrutar do Novo Céu e da Nova Terra, sem ter seu corpo glorificado. Somos pessoas com alma/espírito e corpo. Um todo, e não apenas partes, é a imagem de Deus. De igual maneira, é impossível uma punição aos ímpios plena, sem deflagrar também contra o instrumento da alma – o corpo (Mt 10.28; I Co 6.13). Só não temos muitas evidências bíblicas de como serão os corpos do ímpios, mas Cristo prometeu que os ímpios ressuscitarão (Lc 11.29-32).

Portanto, a promessa escatológica só pode ser desfrutada após o retorno do Senhor, quando Ele glorificar os santos – dando-lhes um corpo glorificado- unindo a alma e o corpo (I Ts 4.16-18). Então, ele será capaz de desfrutar da presença de Deus de uma maneira que sua alma não podia. Afinal, agora ele está com um corpo semelhante ao que o Senhor Jesus tem! (I Jo 3.2).

Já que o céu é chamado de paraíso na Bíblia (Lc 23.43; II Co 12.4; Ap 2.7) é correto dizer que quando um cristão morre ele vai para o paraíso. Ou mesmo dizer “estar com Cristo”, é aceitável nos dizeres bíblicos (Fl 1.23). Os termos “descanso” ou “sonos dos justos” (I Ts 4.13), são linguagens figuradas que representam o descanso que nosso corpo recebe em relação aos trabalhos e sofrimentos no estado atual [nesse caso, até mesmo o ímpio], e a completa inconsciência de nossa alma para com as tribulações desse mundo (Ec 9.4-6,10).


Esse é o testemunho bíblico. 

98 comentários:

  1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    DESESPERO PUROOOOOOO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  2. Qual é o seu nome? Se e o do Sr Adventista, quando ler isso aqui... a última vez que pergunto.

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  3. Você não lê os comentários que eu ando postando no seu blog? não vou dizer devo o que eu já tinha dito !!!!

    Se quiser saber do meu nome, vá lá na postagem do Leonardo Gonçalves !!!!!!!!!


    http://mcapologetico.blogspot.com.br/2014/02/7-perguntas-aos-cantores-adventistas.html

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  4. Tem problema com seu nome, vc e o Sr Adventista? É algum complexo?

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  5. Agora trate da postagem e no fim coloque seu nome...

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  6. A morte é um sono inconsciente:

    Daniel 12:2;
    1 Coríntios 15:18;
    Efésios 5:14;
    Mateus 27:52;
    Tessalonicenses 4:13;
    Deuteronômio 31:16;
    João 11:11;
    1 Coríntios 15:20;
    1 Coríntios 15:51;
    1 Tessalonicenses 4:14;
    Tessalonicenses 4:15;
    Mateus 27:52;
    1 Coríntios 15:6;
    2 Pedro 3:4;
    Atos13:36;

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  7. Luciano, foi exatamente assim que eu respondi no meu estudo "Por que eu creio na imortalidade...."

    http://souteologico.blogspot.com.br/2012/01/porque-creio-na-imortalidade-da-alma.html

    1 - O desejo divino de salvar (ou condenar) a pessoa por completo. (se comprovando a dicotomia)

    2 - o fato de a ressurreição se referir especificamente ao corpo.

    3 - e a incompletude do ser (corpo sem alma/espírito=morte, alma/espírito sem corpo= ser incompleto)

    elucida bem (ñ completamente) o suposto paradoxo

    Abraços
    Orlando

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  8. Obrigado irmão Orlando pela contribuição.

    Os que criticam a imortalidade da alma são desinformadas, na maioria dos casos, da real visão teológica a respeito.

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  9. Ah sim SR ADVENTISTA que não quer dizer o nome (aliás, já estou pensando em excluir seus comentários se continuar ocultando sua identidade básica).

    A postagem considera TUDO que a Bíblia diz sobre a morte, o que vcs não fazem.

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    1. "já estou pensando em excluir seus comentários"

      Sim, amigo Luciano Sena, sei disto! Também estou ciente por quais motivos.

      Se me permite, deixarei meu blog para contato:

      http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/

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  10. isso mesmo luciano, ja deveria a dias excluir esse camarada que fica ocultando seu nome isso e falta de personalidade ok, todo o seguidores do mca ja enjoaram de ver vcs debatendo com uma pessoa que se quer falar seu nome nao merece nosso respeito mesmo se agora falar seu nome nao merece sua amizade ja cansou de apanhar neste blog com aulas de biblia e nao aprende, melhor ficar seguindo sua pitonisa e a famosa doutrina de 1844

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    1. Pitonisa hun! Não se precipite, um dia você e seus amigos, quem sabe, poderão saber o meu nome!

      Ficarei atrás deste pseudônimo! Até que eu conclua meu trabalho!

      Enquanto isto, mande um abraço para aqueles nossos amigos, e avise que ainda não foi desta vez.

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  11. A NATUREZA DO HOMEM SEGUNDO A BÍBLIA

    "DEUS fez o homem de dois elementos: 1.º, 'pó da terra' ou corpo, e 2.º, 'fôlego da vida' ou espírito, que juntos formaram uma 'alma vivente', como se vê claramente nesta passagem: 'E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito 'alma vivente' (Gên. 2:7). Aqui, como em outras passagens da Bíblia, a palavra 'alma' abrange o ser humano todo, tanto corpo como espírito."

    Estas palavras que se acham à página 95 do livro a que estamos respondendo levam nosso pleno endosso. Essa é a verdade, que o oponente reconhece. Diz a seguir que "a idéia que o povo em geral tem da palavra "alma" é da parte invisível do homem. Acrescentamos que essa idéia popular não veio da revelação divina mas sim dos povos pagãos da mais remota antigüidade, penetrou na igreja apostatada, infiltrou-se na teologia cristã e chegou até nós com foros de verdade bíblica.

    "A doutrina da imperecibilidade da alma não é bíblica mas pagã. Nasceu na Grécia e propagou-se na Igreja, através de Platão, do século V em diante, graças à influência de Agostinho. A doutrina de sua natureza simples, uma, indivisível etc., não se mantém diante das concepções psicológicas modernas e da teoria mais racional acerca da propagação do ser humana, corpo e alma." (1)

    Essa afirmação é do saudoso mestre e amigo Prof. Otoniel Mota, eminente pastor presbiteriano e leva também nossa pleno endosso.

    O homem não possui imortalidade inerente, própria, natural. Ele só adquirirá o toque da imortalidade, se for crente, por ocasião do arrebatamento, na primeira ressurreição, quando Cristo vier buscá-lo. Ler atentamente I Cor. 15:51-54; 1 Tess. 4:15-17; S. João 5:28 e 29. Diz a Bíblia que unicamente Deus possui a imortalidade. I Tim. 6:16; 1:17. Logo, o homem é mortal. Quando criado, tinha a imortalidade sob

    Continua........

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  12. condição, que não soube manter, pois o pecado sujeitou-o à marte. E isto se transmitiu a todo o gênero humano.

    O Dr. George Dana Boardman (1828-1903), Pastor da Primeira Igreja Batista de Filadélfia, instituidor da famosa "Boardman Foundation of Christian Ethics" na Universidade de Pensilvânia, escreveu no ano de 1880 um livro interessante intitulado Studies in the Creative Week, e nessa obra, abordando o assunto da imortalidade, afirma textualmente:

    "Do Gênesis ao Apocalipse, nem uma só passagem – quanto eu saiba – ensina a doutrina da imortalidade natural do homem. Por outro lado, o Livro Santo declara, com ênfase, que somente Deus tem a imortalidade (I Tim. 6:16); quer dizer: Deus exclusivamente possui a imortalidade inerente, em Sua própria essência e natureza imortal....

    "Se, puis, o homem é imortal, é porque a imortalidade lhe foi outorgada. Ele, então, é imortal, não porque fosse criado nessa condição, mas porque se tornou assim, sendo sua imortalidade derivada dAquele que tem, Ele só, a imortalidade. Com relação a este fato, tudo indica que a árvore da Vida no meio do jardim do Éden fora designada como símbolo e garantia. Que este é o significado da Árvore da Vida é evidente das palavras finais do registro da Queda: 'Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem é como um de Nós, sabendo o bem e o mal; ora, pois, para que não estenda a sua mão, e tome também da Árvore da Vida, e coma e viva eternamente, o Senhor Deus, pois, o lançou fora do Jardim do Éden... E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do Jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da Árvore da Vida.' (Gên. 3:22-24). Se o homem é inerentemente imortal, que necessidade havia da Árvore da Vida? Isto se nos afigura bem claro: a imortalidade era, por qualquer razão, simbolicamente condicionada ao comer da misteriosa Árvore, e a imortalidade se destinava ao homem integral – espírito, alma e corpo." –Studies in the Creative Week, págs. 215 e 216.

    Aí está outro depoimento que leva nosso endosso, com a ressalva de que o fato não foi apenas simbólico, mas real. O que o homem possui é o "fôlego da vida" ou "vida" (o que dá animação ao corpo), que lhe é retirado por Deus, quando expira. E o fôlego é reintegrado no ar, por Deus. Mas não é entidade consciente ou o homem real como querem os imortalistas.

    Pretendendo contrarrestar os claros ensinos da Palavra de Deus, o autor alinha alguns textos bíblicos, que vamos considerar sucintamente:

    1°. – "E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu." Ecles. 12:7. "Ao sair-lhe a alma ..." Gên. 351:18. "... a alma deste menino" "... a alma tornou a entrar nele" I Reis 17:21 e 22. Com isto pretende provar que o homem tem natureza dupla, corpo e alma. Mas na verdade o "espírito" ou "alma" não tem o sentido que a teologia popular lhe atribui, mas sim, "vida", "fôlego", "sopro", "respiração".

    Ao nascer o homem, recebe de Deus o "fôlego de vida" (Gên. 7:22), que ao morrer não poderá reter e retorna para Deus. "Se lhes cortas a respiração, morrem, e voltam ao seu pó" (Sal. 104:29). Sim, o fôlego da vida (e não uma entidade consciente) é recolhido por Deus quando o homem morre, para reintegrá-lo no ar. Na ressurreição, Deus soprará de novo o fôlego da vida nos mortos. "Se Deus... para Si recolhesse o Seu espírito e o seu sopro... o homem voltaria para o pó." Jó 34:15 e 16.

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  13. Espírito e sopro (ou fôlego) são uma coisa só, e aqui são citados para reforço. Se isto fosse uma entidade real e consciente, então se localizaria no nariz da homem o que é absurdo. Gên. 2:7, 7:22; Isa. 2:22. Mas toda a confusão desaparece se traduzirmos os termos em lide por "vida", "fôlego". O pó volta à terra, e o fôlego é recolhido por Deus "que o deu". Se, como quer o autor, "o espírito volta a Deus," então também veio de Deus, pois uma coisa só volta de onde veio. Aí já se terá que admitir a preexistência da alma consciente, isto é, todos nós já existíamos antes de nascermos aqui na Terra. Ora, isto seria o maior dos absurdos.

    Ainda mais, o texto diz, de maneira genérica, que todo o pó volta à terra, como o era, e logicamente toda a alma ou espírito (como quer o oponente) para Deus. Notemos bem: "para Deus". Então, sejam bons ou ímpios, vão fatalmente para Deus quando morrem, isto é, terão todos o mesmo destino, com a salvação garantida. Por onde se vê a falácia do argumento. Era este fôlego que Estêvão e Cristo não podendo reter, quando estavam prestes a expirar (e expirar significa soltar o fôlego, exalá-lo definitivamente), pediram ao Pai que o recebesse de volta. (Atos 7:59 e S. Luc. 23:46). Mas não era parte consciente, pois Cristo, dias depois, ressurreto, dissera: "Ainda não subi para Meu Pai."

    2°. – "Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo." S. Mat. 10:28. Quer provar, com este texto que há corpo e alma imortal. Mas se o texto prova alguma coisa é que a alma é perecível, pois diz "perecer... a alma e o corpo. Alma aqui tem o sentido de "vida," a "natureza espiritual do homem." Temos a promessa da vida eterna que os ímpios não nos podem tirar, ainda que nos matem, e neste sentido é que eles não nos podem matar a alma. Se somos crentes fiéis a Deus, ainda que nos matem, não pereceremos. "Espírito, alma e corpo" é uma forma redundante e enfática de definir a personalidade integral do homem.

    3.º – "... um espírito não tem carne nem ossos". S. Luc. 24:39. Os atemorizados discípulos, descrentes na ressurreição de Cristo, julgavam ver uma "aparição" e não uma pessoa física. Quando Jesus andava sobre o mar, também julgavam ver um "fantasma" ou "espírito" conforme a crença popular. E o conspícuo comentarista batista Broadus nos confirma:

    "Os discípulos criam em aparições, como também os judeus (excetuando-se os saduceus), e todas as nações parecem naturalmente inclinadas a essa crença. A opinião dos apóstolos, naquele tempo, não tem autoridade para nós, uma vez que eles ainda nutriam muitas noções errôneas, das quais só foram libertados pela subseqüente inspiração do Confortador que lhes fora prometido." (2)

    Também o notável Willinston Walker, em sua obra de história eclesiástica, falando da idéia da imortalidade natural, registra:

    "Os fariseus ensinavam a existência de espíritos tanto bons como maus ... opinião que recebeu grande impulso das idéias pérsicas. Acreditavam [os fariseus]... no galardão e suplício eterno, idéias que tiveram grande desenvolvimento nos dois séculos antes de Cristo... Os discípulos de Cristo saíram da camada religiosa imbuída destas idéias." (3)

    Aí está a gênese da idéia pagã imortalista que se infiltrou na teologia popular cristã. Segundo a Bíblia, Deus é espírito, os anjos são seres-espíritos, mas nunca o homem.


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  14. A palavra "espírito" (em hebraico neshamah ou ruach e em grego "pneuma") é empregada nas Escrituras com diversidade de sentidos, como "faculdades morais e intelectuais, índole, caráter, pensamento etc." (Alguns poucos exemplos: Sal. 51:10; Isa.19:14; Ezeq. 11:5; S. Luc.1:17; 1 Cor. 4:21; Filip. 1:27; II Tim.1:7; S. Tia. 3:16, e outros passos). Com o sentido de "ânimo e energia": Gên. 45:27; Juí. 15:19; Jó 17:1; Sal. 143:7. Com o sentido de "fôlego": Jó 14:10; Ecles. 12:7; Sal. 146:4; S. Luc. 8:55; S. Tia. 2:26; Apoc. 11:11, e outros passos. Com o sentido de "vida": Jó 12:10; 1 Cor. 5:5; Apoc. 13:15, além de outros lugares. Com o sentido de "poder divino": Gên. 1:2; Isa. 44:3; Isa. 61:1; 1 Cor. 6:19, e outros passos. Com o sentido de "anjo": II Crôn. 18:18-20; Atos 8:26 e 29; Heb. 1:13 e14.) No entanto em nenhum caso "espírito" significa "entidade abstrata e imortal, que sobrevive à matéria."

    A palavra "alma" (em hebraico nephesh, e em grego psyché), também tem largo emprego na Bíblia, ora significando "vida", "pessoa", "criatura". E aqui reconsideramos os textos apresentados pela oponente: Gên. 35:18: "Ao sair-lhe a alma (porque morreu) ..." Moffatt traduz assim: "E foi-se a vida dele (pois morreu)..." E I Reis 17:22, que trata da ressurreição do filho da viúva de Sarepta, Moffatt traduz: "... a vida do menino voltou, e ele reviveu". Jamais tem o sentido de "entidade consciente e imortal". Isto é puro paganismo que as denominações populares não fazem mais do que repetir, através de sua cediça e mofada teologia!

    4°. – "Ora, Deus não é Deus de mortos, porém de vivos; porque para Ele vivem todos." S. Luc. 20:38. Quer o oponente que isto prove a imortalidade do homem, e para isso foge da realidade dos fatos. Aos saduceus que negavam a ressurreição, Jesus diz: "E acerca da ressurreição dos mortos, não tendes lido o que Deus vos declarou...." S. Mat. 22:31, e conclui: "Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos." Cristo de modo algum Se referia à continuação da vida após a marte, mas à ressurreição, significando claramente ser a ressurreição a única parta pela qual os mortos poderão voltar à vida. Para que torcer o que está claro?

    Referências:

    (1) Otoniel Mota, Meu Credo Escatológico (opúsculo), ed. 1938, pág. 3.
    (2) Broadus, Comentário ao Evangelho de S. Mateus, vol. II, pág. 56.
    (3) W. Walker, História da Igreja Cristã, pág. 21.

    Edilberto Ribeiro !!!!

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    1. Sétimo Dia, as 10:44 citou George Boardman, que em sua apreciação do papel da árvore da vida faz uma interpretação calvinista, afirmando que era necessário o homem conhecer o bem e o mal.
      O Autor, longe está da interpretação novelesca de Ellen White, que segue por um viés arminiano onde Deus está sempre sendo surpreendido pelas peripécias do gênero humano.

      Na página 215 do livro de Boardman ele afirma: "Se eu conceber isto corretamente, ele foi chamada de Árvore da Vida, porque ela era o simbolo DA IMORTALIDADE CONCEDIDA. Observe precisamente a declaração aqui feita: a declaração NÃO É DE QUE O HOMEM NÃO É IMORTAL; a declaração é que o homem não é NATURALMENTE, INERENTEMENTE, CONSTITUCIONALMENTE, NA FEITURA ORIGINAL de seu ser, imortal."

      Na página 216: "Por outro lado, a Santa Escritura enfaticamente declara que somente DEUS POSSUI IMORTALIDADE (1Tm.6:16): isto é: DEUS SOMENTE É NATURALMENTE, INERENTEMENTE, EM Sua própria essência e natureza, imortal... Se, então, o homem É IMORTAL, é porque a imortalidade foi concedida a ele. ELE É IMORTAL, não porque ele foi criado assim, mas porque ele tornou-se assim, derivando sua IMORTALIDADE daquele quem somente tem a imortalidade." "Studies in the Creative Week. pp.215-216.

      O que o Autor afirma é que o homem POSSUI uma imortalidade DERIVADA de Deus, o qual é "naturalmente, inerentemente imortal, ou seja, a fonte da imortalidade. Ele não está ensinando que o homem não possui uma alma imortal que alimenta sua existência da Eterna Fonte, mas que a mesma imortalidade de Deus ao homem será concedida. O próprio Senhor Jesus falou da vida eterna, a mesma vida de Deus que é COMPLETAMENTE diferente da imortalidade por criação. Então foi necessária a queda do homem para que tivesse a glória de possuir a PRÓPRIA VIDA DE DEUS por Jesus Cristo.

      Na sua intervenção as 10:40, cita o pastor Otoniel Mota que diz uma bobagem, típica dos pseudo intelectuais.
      Vejamos: "Basta estudarmos a história e veremos que a doutrina da imortalidade da alma não é bíblica, mas pagã, NASCEU NA GRÉCIA e propagou-se na Igreja ATRAVÉS DE PLATÃO, do século v em diante graças a influência de Agostinho." Otoniel Mota, Meu Credo escatológico, p.3."

      A doutrina da imortalidade da alma NÃO NASCEU NA GRÉCIA! Povos MUITO mais antigos já ensinavam a doutrina, tais como os indianos e chineses que possuem filosofias mais profundas do que a grega que inclusive bebeu da fonte delas.
      Os povos antigos viajavam muito. Aqueles povos do oriente mantinham comércio com povos do extremo oriente e as diversas culturasque sempre estavam ligadas a religião eram sempre apresentadas por um povo ao outro.

      Então, esta visão pequena e mediocre que muitas pessoas tem sobre o desenvolvimento do saber humano, É FALTA DE CONHECIMENTO DA HISTÓRIA.

      Ao Sétimo Dia posso se ele quiser sugerir uma boa literatura sobre o assunto.

      Essa conversinha de que a imortalidade da alma vem de platão, o sábado de Constantino, a idade Média como Era das Trevas, (nesta época a Igreja criou as universidades), é tudo papo de ignorante que não conhece história.
      Continua...

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    2. As 10:49, Sétimo Dia diz: "Espírito e sopro (ou fôlego), SÃO UMA COISA SÓ (ÊNFASE MINHA) e aqui são citados para reforço. Se isso fosse uma entidade real e consciente, ENTÃO SE LOCALIZARIA NO NARIZ DO HOMEM (ÊNFASE MINHA) o que é absurdo. Gn.2:7, 7:22, Is. 2:22.

      Fôlego nas narinas? O ar que respiramos "alimenta os pumões". Ele passa pelas narinas mas não se fixa nelas, assim como água não se localiza na boca, mas flui através dela ao bebermos.

      Depois afirma: "Era este fôlego que Estevão e Cristo não podendo reter, quando estavam prestes a expirar (e expirar significa soltar o fôlego, exalá-lo definitivamente), pediram ao Pai que o recebesse de volta. Mas não era parte consciente, pois Cristo, dias depois, ressurreto, dissera: "Ainda não subi para meu Pai."

      Se o fôlego é somente o ar em movimento ou seja OXIGÊNIO, o que é que Deus iria querer com ele.
      Por acaso está faltando ar no céu, ou lá precisa de atmosfera, os anjos tem pulmões e precisam de ar?

      Depois citou Willinston Walker onde ele afirma que a crença dos judeus sobre as penas depois da morte eram de origem persa, depois do exílio babilônico.
      Walker era congregacional e acreditava na imortalidade da alma. Ele, como vários teólogos de sua época e anteriores acreditavam que as almas dos justos após a morte ia DIRETO ao céu e não ao sheol, no lugar dos justos, por isso a declaração dele que você citou.

      Em uma obra dele sobre os credos e confissões congegacionais ele confirma sua crença na imortalidade da alma.

      As 10:51 Sétimo Dia se contradiz quando faz esta citação: "A palavra "espírito" (em hebraico, neshamah ou ruach e em grego "pneuma") é empregada nas escrituras com diversidades de sentidos, COOMO FACULDADES MORAIS E INTELECTUAIS, ÌNDOLE, CARÁTER, PENSAMENTO. Daí continua elencando o significados da palavra "espírito", tais como energia, ânimo, vida, anjo etc e conclui dizendo:
      NO entanto em nenhum caso "espírito" significa "ENTIDADE ABSTRATA E IMORTAL, QUE SOBREVIVE A MATÉRIA." ÊNFASE MINHA.

      Quero dizer ao Sétimo Dia que ele tem uma visão muito estreita e materialista da existência, resultando de sua crença.

      O pensamento em Deus foi a origem da matéria. A criação material origina-se na Mente Divina, e portanto esta preexiste a matéria e tem autoridade sobre ela.

      Se o espírito humano é a sede do intelecto do mesmo só o pode ser porque foi criado à imagem e semelhança de Deus.

      Pergunto: Quando Estevão orou ao Senhor pelo recebimento do seu espírito, este carregava em si as faculdades intelectuais e morais?

      Se não, onde foi parar o "pneuma", ou espírito, que carregava consigo as faculdades morais e intelectuais de Estevão?

      A palavra "carne" em grego é "sarxs". Espírito ou "pneuma" (pronuncia-se "numa") é algo etéreo, abstrato e nunca o corpo.

      Qual espírito ou pneuma que recebe testemunho do Espírito (pneuma) Santo (hagia), de que somos filhos de Deus? Lembre-se pneuma nunca é "sarxs" (carne) nem o grego "soma" ou corpo.

      Em Hebreus 12:9, Deus Pai é chamado de Pai dos Espíritos (pneuma). Como é que Deus vai ser Pai dos "fôlegos de vida?"

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    3. Percebi em suas respostas que ficou muita coisa no ar, ou vai querer que eu enumere as perguntas pra vc não responder de novo ?

      Você disse que o autor deste artigo que postei não sabe nada de história :::

      A afirmação dele é esta :::

      "Estas palavras que se acham à página 95 do livro a que estamos respondendo levam nosso pleno endosso. Essa é a verdade, que o oponente reconhece. Diz a seguir que "a idéia que o povo em geral tem da palavra "alma" é da parte invisível do homem. Acrescentamos que essa idéia popular não veio da revelação divina mas sim dos povos pagãos da mais remota antigüidade, penetrou na igreja apostatada, infiltrou-se na teologia cristã e chegou até nós com foros de verdade bíblica"

      E essa afirmação que vc mencionou é do pastor Presbiteriano Prof. Otoniel Mota..

      Diz o seguinte ::

      "A doutrina da imperecibilidade da alma não é bíblica mas pagã. Nasceu na Grécia e propagou-se na Igreja, através de Platão, do século V em diante, graças à influência de Agostinho. A doutrina de sua natureza simples, uma, indivisível etc., não se mantém diante das concepções psicológicas modernas e da teoria mais racional acerca da propagação do ser humana, corpo e alma." (1)

      "Essa afirmação é do saudoso mestre e amigo Prof. Otoniel Mota, eminente pastor presbiteriano e leva também nossa pleno endosso".

      Percebeu ????

      Também o notável Willinston Walker, em sua obra de história eclesiástica, falando da idéia da imortalidade natural, registra:

      "Os fariseus ensinavam a existência de espíritos tanto bons como maus ... opinião que recebeu grande impulso das idéias pérsicas. Acreditavam [os fariseus]... no galardão e suplício eterno, idéias que tiveram grande desenvolvimento nos dois séculos antes de Cristo... Os discípulos de Cristo saíram da camada religiosa imbuída destas idéias."

      Aí está a gênese da idéia pagã imortalista que se infiltrou na teologia popular cristã. Segundo a Bíblia, Deus é espírito, os anjos são seres-espíritos, mas nunca o homem.

      Possa ser que ele foi imortalista mas, pensa diferente de você !!!

      Parece que Ignorou os significados da palavra "espírito"

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    4. Sétimo Dia, em primeiro lugar quero fazer uma observação.

      Você está repetindo certas perguntas. Parece que você ou não leu, ou se leu não compreendeu o que lhe expliquei.

      Em segundo lugar, devo fazer uma outra observação. O mundo espiritual é muito maior do que a nossa pequena compreensão. O mundo espiritual nem sempre deve ser abordado com esta lógica materialista que domina a sociedade ocidental em que nós vivemos.

      Vou responder as suas perguntas, enumerando-as, mas não vou transcreve-las. Então, se você não se lembrar das perguntas que fez, diriga-se à elas.

      Vou ser claro e objetivo.

      1- A necromante estava praticando algo condenável pela lei dada aos Israelenses. É óbvio que estava presa, muito provavelmente sem o saber, sob o poder das trevas.

      2- Deus reprovou Saul por intermédio de quem?

      De Samuel à quem você esta chamando de Satanás. A necromante também foi surpreendida!

      Não houve sessão espírita NENHUMA, pois Deus acabou com a festa antes do Rei se enlamear mais no pecado.

      3- Paulo não morreu. O fato dele, provavelmente ter sido arrebatado para fora do corpo, não implica em sua morte, já que o fenômeno teria sido ocasionado por Deus. Em 2Co.12:1-4, o Apóstolo Paulo afirma que não sabe se ele foi em corpo ao terceiro céu, ou "fora do corpo", do grego "ektós", significando, "pára fora", "lado externo." Se a expressão "para fora do corpo" trata-se de uma visão, para aqueles que acreditam que somos só este corpo, a expressão usada pelo Apóstolo não teria sentido algum, porque a visão teria sido processada dentro do cérebro dele.

      4- Cl.4:5. Esta também já respondi.
      Paulo estava presente em espírito, através da onipresênça do Espírito Santo, como diz em 2Co.13:14, no final da benção Apostólica: "...e a comunhão do Espírito Santo seja com todos."
      O Espírito Santo enseja comunhão entre todos os filhos de Deus, seja onde estiverem.

      5- Subindo da terra, seria descer do céu. Não. O caminho ao céu, foi aberto por Jesus Cristo. Antes dele ninguém subiu ao céu. Já lhe mostrei a diferença entre Sheol (mundo invisível), e Qeber (sepultura individual).
      Os santos do Antigo Testamento íam ao Sheol. Após a ressurreição do Senhor, eles foram retirados de lá e ascenderam aos céus. Efésios 4:8-10; Rm.10:6-7.

      Samuel apresentou-se como estava a última vez que em vida se comunicou com Saul. Era para identificar-se. Veja que o conteúdo da conversa de Samuel não tem NADA de diabólico; ao contrário, Samuel está repetindo o que já havia dito a Saul, acrescentando uma profecia que se cumpriu.

      7- Os espíritos são imortais no sentido de que sua imortalidade É DERIVADA da imortalidade de Deus, podendo ser destruídos se assim desejar o Altíssimo. Já, Deus, é o ÚNICO que possui a imortalidade no sentido mais puro do termo, porque Ele é a fonte da existência.

      8- Para os hebreus, o espírito não era algo "informe", mas sim a cópia do seu possuidor quando vivia sobre a terra.

      9- Ele não obtém esse corpo. As Escrituras afirmam que o homem é corpo, alma, e espírito. 1Ts.5:23. O homem em sua totalidade é composto destas três partes. Essa é a sua natureza.

      10- Saul, ao contrário do que muitos pensam, não se perdeu. No Capítulo 1 de 2Samuel, um amalequita trás a noticía da morte se Saul.

      No verso 10, ele querendo "aparecer" para Davi, mentiu que tinha matado Saul, achando que iria agradar, mas não sabia a enrrascada em que estava se metendo.

      No versículo 14 de 2Samuel Davi o repreende dizendo: "Como não temeste tu estender a mão para matares ao ungido do Senhor?"

      Saul pagou pela sua apostasia, mas por fim obteve a salvação; estaria com Samuel no sheol.

      11- Como?! Se o Escritor IDENTIFICA a personagem como sendo Samuel. 1Sm.28:12,20.
      Aquilo não era uma linguagem de "aparência."

      Me prove dentro das Escrituras onde que alguém usa o nome de um personagem para identificar outro

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    5. A necromante viu a Samuel sob a permissão de Deus para demonstrar a excelência e superioridade sem limites dos ungidos do Senhor sobre o poder das trevas. A mulher operava por um dom chamado clariaudiência, fenômeno psíquico estudado na parapsicologia.

      Saul ouviu a voz do profeta. Samuel não falou através dos lábios da mulher. Quem afirmar isso está torcendo o significado do relato, que não dá margem a este tipo de interpretação.

      A adivinhadora da qual o Apóstolo Paulo expulsou um espírito de adivinhação, adivinhava "de verdade", e dava muito lucro aos seus exploradores. A necromante atuava sob um fenômeno de natureza psíquica e "realmente" viu a Samuel, mas não ouviu seu comunicado a Saul.

      Em 1Crônicas 10:13-14 diz: "Assim morreu Saul por causa da transgressão que cometeu contra o Senhor, por causa da palavra do Senhor, a qual não havia guardado; e também porque buscou a adivinhadora para a consultar. E não buscou ao Senhor que por isso o matou, e transferiu o reino a Davi, filho de Jessé.

      Este texto DEMONSTRA que era Samuel que trouxe juízo da parte de Deus sobre Saul.

      O texto afirma que Saul morreu PELA PALAVRA DO SENHOR, a qual não havia guardado, ou seja, a MESMA palavra do Senhor que Saul não havia guardado foi a que trouxe a sua condenação.

      Em Amós 3:7 diz: Certamente o Senhor Deus NÃO FARÁ COISA ALGUMA, sem ter REVELADO o seu segredo aos seus servos, OS PROFETAS.

      O juízo sobre Saul veio pela palavra de um profeta, Samuel.

      Em 1Crônicas diz que Saul morreu POR CAUSA DA PALAVRA DO SENHOR.

      No verso 14 diz que DEUS O MATOU. Será que Deus estava confirmando as palavras de Satanás?

      Vamos ler, 1Samuel 28:18-19: "Como tu não deste ouvidos a VOZ DO SENHOR, e não executaste o fervor de sua ira contra Amaleque, por isso o Senhor te fez isto hoje.

      E O SENHOR ENTREGARÁ também a Israel contigo na mão dos Filisteus, a amanhã tu e teus filhos estareis comigo; e o arraial de Israel o Senhor entregará na mão dos filisteus."

      Em 1Crõnicas 10:14 diz que O SENHOR MATOU a Samuel. Porque? Porque aquilo ali não foi um suicidio "comum", mas provocado por Deus, a fim de impedir que seu "ungido" caísse nas mãos daqueles ímpios e retira-se o seu servo desobediente.

      Aí estão as respostas às suas 13 perguntas que você "não achou."

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  15. Logo em seguida quando forem respondidos estes meus comentários acima,

    Falarei destes assuntos :

    "FALSOS PILARES DO IMORTALISMO "

    --"A Resposta ao Malfeitor na cruz"

    --"A História do Rico e Lázaro"

    Edilberto Ribeiro !!!!!!

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  16. continua ocultando sua identidade basica, irmao luciano ele nao esta te respeitando sua palavra ai fica complicado viu.......

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  17. Odair Vieira, Você leu os meus comentários que postei ? Se leu, não parece que leu, ni dois deles coloquei o meu nome !!!

    Leia e tente Refutar !!!!! Uma dica !!


    Esse nome pessoal bem encima do seu, de quem é ? Este, Edilberto Ribeiro ???

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  18. Edilberto, vc encheu minha spaciências, com zombaria e tudo, para procurar um debate com seus "garotos Noto Tempo". Eu desconfiei de algo... insatisfação... seria vc o mesmo que foi lá no Leandro dizer isso aqui:

    "
    Edilberto Ribeiro em 29 de novembro de 2013 12:50
    Cadê a resposta as alegações de Luciano Sena ? faz algum tempo que ele fez algumas críticas ao Adventismo e a Leandro Quadros e as respostas não sai !!!!!!"

    Recebeu a resposta:

    "Maiara Costa - Equipe em 3 de dezembro de 2013 15:54
    Olá Edilberto!
    Muito obrigado por seu contato com o programa Na Mira da Verdade.
    O Leandro já enviou uma refutação às acusações do Luciano Sena e também ao reverendo da faculdade onde o mesmo fez a palestra, contudo, ele ainda não reconhece que está equivocado quanto as coisas que disse sobre o adventismo, sendo assim, precisamos nós darmos continuidade ao nosso trabalho.
    Que Deus te abençoe grandiosamente.
    Um forte abraço.
    Equipe do Na Mira"
    http://novotempo.com/namiradaverdade/o-sentimento-antiadventismo-e-a-imprecisao-academica/

    Agora vai lá dizer o que vc ficou dizendo aqui ((menino))!!!

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    1. Os posts que você posta sobre o adventismo do sétimo dia, não os são para ser respondido ???

      Eu não posso ir la no Na Mira Da Verdade pedi a alguém renomado para lhe dar tal resposta ???

      Alcançará mais pessoas !!!!!!!

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  19. Vou dar uma chance para o Sr Adventista se identificar... o Sétimo Dia foi mais corajoso. Vou excluir mesmo, ele sabe que quando prometo eu cumpro... foi assim com um outro individuo.

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    1. Luciano Sena, estou sob a autoridade de Deus! Se ELE quiser que eu permaneça comentando neste blog ele fará, senão, ainda assim, honrarei SEU Santo nome.

      Talvez seja o querido amigo quem haverá de receber uma nova chance:

      http://novamenteadventistas.blogspot.com/2012/09/resposta-sabado-incoerencias-gritantes.html?showComment=1348748557938#c8130032938176735603

      À quem o amigo tem dando ouvidos amigo Luciano?

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    2. A questão é que o prezado L. Sena (e cia. limitada) não sabe responder aos argumentos do Sr. Adventista e do Sétimo Dia, ficando com esta infantil ameaça de excluir seus comentários. Jogo sujo, hein sr. Sena?!

      Mas, é assim mesmo... o sr. Sena é o dono do blog...

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  20. A Resposta ao Malfeitor na cruz

    Como não podia deixar de ser, lá vem a surrada citação de S. Luc. 23:43: "Em verdade te digo que boje estarás comigo no Paraíso." A nota tônica da escatologia bíblica no que tange ao galardão dos justos é que ele ocorre unicamente par ocasião da volta de Jesus. S. Mateus 16:27; 25:31-34; II Tim. 4:8; 1 S. Ped. 5:4; Apoc. 22:12; 1Tess. 4:17, além de inúmeras outras passagens.

    O passo em lide, segundo cremos baseadas em razões que a seguir apresentaremos, deve estar incorretamente pontuado, além de conter sem razão a partícula "que". Matos Soares, Basílio Pereira e outros traduzem: "Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso." Se a pontuação fosse removida para depois da palavra hoje, teríamos: "Em verdade te digo hoje: estarás comigo no Paraíso." Os manuscritas do Novo Testamento, escritos em grego e em caracteres unciais não tinham pontuação.

    Diz-nos o batista J. Angus em sua conhecida obra História, Doutrina e Interpretação da Bíblia, Vol. I, pág. 39, que somente no século VIII é que foram introduzidos nos MSS alguns sinais de pontuação, e que no século IX introduziram-se o ponto de interrogação e a vírgula. Que a colocação da pontuação altera substancialmente o sentido do texto é evidente. Há um exemplo, muito citado, da imperatriz da Rússia que alterou uma ordem de exílio assim redigida: "Perdão impossível, enviar para a Sibéria". Com cuidado removeu a vírgula colocando-a noutro lugar, e ficou assim: "Perdão, impossível enviar para a Sibéria." E o prisioneiro foi salvo.

    Alinhemos, sucintamente, algumas evidências a favor de nossa tese:

    1. Boas traduções rezam que o ladrão pedia a Jesus que se lembrasse dele "quando vieres no Teu reino." Assim, por exemplo o fazem Matos Soares, a Trinitariana, a Versão Italiana de G. Deodatti, a francesa de L. Sègond, a inglesa de King James e outras. "Quando vieres no Teu reino" e não "quando entrares." "Quando vier... então Se assentará no trono..." S. Mat. 25:31. Para essa ocasião pedia o ladrão um lugar no reino, e não para aquele dia em que agonizava ao lado de Jesus.

    2. Certamente o ladrão não podia estar com Jesus no Paraíso naquele dia, a menos que Jesus lá estivesse também. E Jesus foi para lá naquele dia? Não. Como sei?
    a) porque três dias depois, já ressurreto, disse à Madalena: "Não Me detenhas, porque ainda NÃO SUBI para Meu Pai." S. João 20:17. Estivera dormindo no túmulo, e não subira ao Pai. Ressurgira, e ainda não subira ao Pai. E nem de leve se pode inferir que uma "alma" consciente subira, pois a Escritura não sugere tal disparate.

    b) porque uma análise cuidadosa da cena do Calvário revela que o ladrão não morreu naquele mesmo dia, pois S. João 19:31-33 nos diz: "Os judeus, pois, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a Preparação (pois era grande o dia de Sábado), rogaram a Pilatos que lhes quebrassem as pernas, e que fossem tirados. Foram, pois, os soldados e, na verdade, quebraram as pernas do primeiro, e ao outro que com ele fora crucificado; mas, vindo a Jesus, e vendo-O já morto, não Lhe quebraram as pernas."

    Por que "quebrar as pemas" dos justiçados? Porque o crucificado não morria no mesmo dia. Cristo foi caso excepcional e sabemos que não morreu dos ferimentos ou da hemorragia, mas de quebrantamento do coração. Morreu de dor moral por suportar os pecados do mundo. Mas os outros, não, e as crônicas descrevem o condenado esvaindo-se lentamente durante dias.

    Diz, por exemplo o comentário de J. B. Howell:

    "O crucificado permanecia pendurado na cruz até que, exausto pela dor, pelo enfraquecimento, pela fome e a sede, sobreviesse a morte. Duravam os padecimentos geralmente três dias, e às vezes, sete." (1)




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  21. É óbvio que os homens de maior robustez física duravam até sete dias na cruz. No caso em tela, os judeus, não permitiram que se conservasse um criminoso na cruz no dia de sábado, pois consideravam um desrespeito à santidade do dia de repouso.

    "De acordo com n costume, quebravam as pernas dos criminosos depois de os haverem removido da cruz, deixando-os estendidos no chão, até que o sábado passasse. Depois do sábado haver passado, sem dúvida esses dois corpos foram outra vez amarrados na cruz, e lá ficaram diversos dias, até morrerem ..."

    Se era necessário quebrar as pernas aos dois malfeitores, antes do pôr-do-sol, é porque não haviam, morrido ainda. Na pior das hipóteses viveram ainda, pelo menos, um dia a mais que o Mestre. Como podia, um deles, estar no mesmo dia junto de Jesus?

    3. Há traduções bem autorizadas que vertem o texto de S. Luc. 23:43 de forma a harmonizá-lo com o teor da Bíblia a respeito do galardão no reino, quando Jesus voltar. E vamos citá-las:

    a) Tradução Trinitariana, em português, editada em 1883, pela "Trinitarian Bible Society" de Londres. Diz: "Na verdade te digo hoje, que serás comigo no Paraíso."

    b) Emphasized New Testament, de Joseph Bryand Rotherham, impresso em Londres, em 1903, assim reza:

    "Jesus! Lembra-te de mim na ocasião em que vieres no Teu reino. E Ele disse-lhe: Na verdade, digo-te neste dia: Comigo estarás no Paraíso."

    c) The New Testament, de George M. Lamsa, de acordo com a Texto Oriental, traduzido de fontes originais aramaicas, diz:
    "Jesus lhe disse: Na verdade te digo boje, estarás comigo no Paraíso."

    d) A chamada Concordant Version, em inglês, assim traduz:
    "E Jesus lhe disse: 'Na verdade a ti estou dizendo hoje, comigo estarás no Paraíso."

    e) Um manuscrito importante. Trata-se de famoso manuscrito curetoniano da Versão Siríaca, existente no Museu Britânico. Assim reza o MS:

    "Jesus lhe disse: Na verdade te digo hoje, que comigo estarás no Jardim do Éden."

    Diante destes fatos, porque dizer que "os sabatistas torcem o sentido?" Que é interpretação "fútil e capciosa?"

    E há mais ainda: o comentário da Oxford Companion Bible, que diz:
    " 'Hoje' concorda com 'te digo' para dar ênfase à solenidade da ocasião; não concorda com "estarás'."

    E no Apêndice n°. 173, o famoso Oxford Companion Bible, esclarece:

    "A interpretação deste versículo depende inteiramente da pontuação, a qual se baseia toda na autoridade humana, pois os manuscritos gregos não tinham pontuação alguma até o nono século, e mesmo nessa época somente um ponto no meio das linhas, separando cada palavra... A oração do malfeitor referia-se também àquela vinda e àquele Reino, e não a alguma coisa que acontecesse no dia em que aquelas palavras foram ditas."

    E conclui o mesmo comentário, no final do mesmo Apêndice:

    "E Jesus lhe disse: 'Na verdade te digo hoje' ou neste dia quando, prestes a morrerem, este homem manifestou tão grande fé no Reino vindouro do Messias, no qual só será Rei quando ocorrer a ressurreição – agora, sob tão solenes circunstâncias, te digo: serás comigo no Paraíso."

    E a expressão "hoje" ligada ao verbo não é redundante, mas enfática. É encontradiça na Bíblia. Leiam-se, por exemplo, Deut. 20:18; Zac. 9:12; Atos 20:26, e outros passos.

    A conclusão fatal é que S. Luc. 23:43 é um falso pilar em que se ergue a teoria da imortalidade inata no homem e seu imediato galardão post mortem . . .

    Edilberto Ribeiro !!!!

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  22. A manhã falarei sobre:

    A História do Rico e Lázaro....

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    1. Sétimo Dia, você está fazendo download do livro "Subtilezas do Êrro" de Arnaldo Cristianini, da Casa Publicadora Brasileira.

      Depois afirma: "Amanhã falarei sobre: A História do Rico e Lázaro...."

      Você NÃO ESTA COMENTANDO MAS REPETINDO O QUE o Sr. Arnaldo B. Cristianini escreveu em seu livro numa "tentativa" de refutar o livro de Canright "Adventism Renounced."

      Você não consegue ler uma publicação e conferir nas Escrituras com reflexão e ponderação a fim de chegar à termos com um assunto?

      O Arnaldo Cristianini, como todo o bom sabatista tinha a mesma "mania" dos testemunhas de jeová e outras seitas como os unitaristas, de fazerem citações longas de autores protestantes para corroborar suas heresias.

      Isto NÃO É HONESTO. Porque os tais autores protestantes que foram citados "endossando" a doutrina adventista não se tornaram adventistas do sétimo dia?

      Você citou o pastor Otoniel Mota. Ora,se você ler a Confissão de Westminster onde estão as considerações sobre a natureza do homem, segundo as Escrituras, verá que ele estava indo contra a fé Reformada, pelo menos neste ponto.

      A declaração dele, é pessoal, e não representa a Fé que ele professava crer.

      Você quer as respostas não para as "suas" indagações, mas para as objeções do Autor do livro que você está copiando.

      Você continua afirmando que eu não respondi as 13 questões suas? Estão lá, na postagem "Aos hebreus", no dia 01/03/2014.

      Quanto a resposta de Jesus ao ladrão (Lc.23:43). As escrituras da época não tinham pontuação. A ênfase de Jesus teria sido sobre a palavra "hoje", dando entender que o ladrão teria o cumprimento da promessa somente na vinda do Senhor?

      No versículo anterior, o 42, muitas traduções em vez de dizerem: "...lembra-te de mim quando "entrares" no teu reino, trazem "...lembra-te de mim quando "vieres" no teu reino."

      Segundo os que optam pelas traduções onde diz "vieres", o ladrão "não esperava" estar com Cristo naquele mesmo dia de acordo com os oponentes. Pelo contrário, isto dá mais magnanidade a resposta de Jesus, pois ele diz ao ladrão: "Em verdade te digo, HOJE estarás comigo no paraíso."

      Se você ler nos Evangelhos notará que sempre Jesus diz: Amén, amém (grego) ou "Em verdade, em verdade", e LOGO APÓS se pronunciava a respeito do que iria dizer.

      "Em verdade, em verdade", quer dizer "Absolutamente", sem sombra de dúvida, sem vacilação etc.

      1Pe.3:18-19, o Senhor Jesus ao expirar foi ao "sheol" e pregou, anunciou, sua vitória aos espíritos em prisão os quais foram desobedientes a Noé, porque Deus estava no homem. Em 1Pe.4:6 o Apóstolo afirma que o Evangelho foi pregado aos mortos para que embora mortos na carne (julgados segundo os homens), vivessem para Deus "em espírito."

      O ladrão teve a promessa de se reunir aos santos do Antigo Testamento que estavam no sheol e aguardavam a ressurreição. Mt.27:51-53; Rm.10:6-7; Ef.4:8-10.

      As penas dos dois ladrões foram quebradas pra acelerar a morte por sufocação. A própria Escritura contradiz a afirmação de Cristianini de que os dois ladrões teriam sobrevivido àquele dia.

      A Escritura é enfática: "Os judeus portanto, porque era o Dia da Preparação, para que os "corpos" não permanecessem na cruz no dia de sábado (pois aquele sábado era um Grande Dia), pediram a Pilatos que suas pernas fossem quebradas e retirados os "corpos."
      continua...

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    2. Era sexta-feira e estava se aproximando o sábado que naquele ano coincidia com o Dia da Páscoa, sendo chamado de "Grande Sábado."

      Os judeus queriam tirar os ois ladrões, MORTOS da cruz, e não vivos e deixados no chão à morte maculando o Dia da Páscoa dentro do "arraial", conforme a lei. Eles queriam que depois que eles morressem (ANTES do pôr do sol), fossem retirados da cruz e levados embora para serem incinerados.

      Jesus já havia morrido, não de "quebrantamento de coração" como afirma Cristianini mas por que "VOLUNTÁRIAMENTE ENTREGOU SUA VIDA."

      O que é a VIDA de Jesus?
      Sua NATUREZA DIVINA, não um simples sopro, que não teria condição de ressucitar os santos do Antigo Testamento.

      Entre sua morte e ressurreição, O Senhor Jesus estava vivo em "Espírito; o seu corpo santíssimo que levou nossos pecados como um cordeiro imolado.

      Mas sua natureza divina (Fp.2:6), ou seja, o que ele era ANTES de se fazer carne (Jo.1:1; 1:14), NÃO MORREU. (1Pe.3:18-19).

      Ele não havia "subido ao Pai" exatamente porque o paraíso não se encontrava no céu.

      Por isso, quando o Apóstolo Paulo é levado ao paraíso, este já se encontra no terceiro céu (designação do Apóstolo).

      O ladrão esteve no sheol após sua morte e ressucitou com os santos do Antigo Testamento, já que o lugar dos salvos foi esvaziado. Ef.4:8-10.



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    3. Luke 23:43 ASV
      American Standard Version
      And he said unto him, Verily I say unto thee, To-day shalt thou be with me in Paradise.
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      Luke 23:43 BBE
      Bible in Basic English
      And he said to him, Truly I say to you, Today you will be with me in Paradise.
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      Luke 23:43 CEB
      Common English Bible
      Jesus replied, "I assure you that today you will be with me in paradise."
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      Luke 23:43 CJB
      Complete Jewish Bible
      Yeshua said to him, "Yes! I promise that you will be with me today in Gan-`Eden."
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      Luke 23:43 RHE
      Douay-Rheims
      And Jesus said to him: Amen I say to thee: This day thou shalt be with me in paradise.
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      Luke 23:43 ESV
      English Standard Version
      And he said to him, "Truly, I say to you, today you will be with me in Paradise."
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      Luke 23:43 GW
      GOD'S WORD Translation
      Jesus said to him, "I can guarantee this truth: Today you will be with me in paradise."
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      Luke 23:43 GNT
      Good News Translation
      Jesus said to him, "I promise you that today you will be in Paradise with me."
      Read Luke 23 GNT | Read Luke 23:43 GNT in parallel
      Luke 23:43 HNV
      Hebrew Names Version
      Yeshua said to him, "Assuredly I tell you, today you will be with me in Paradise."
      Read Luke 23 HNV | Read Luke 23:43 HNV in parallel
      Luke 23:43 CSB
      Holman Christian Standard
      And He said to him, "I assure you: Today you will be with Me in paradise."
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      Luke 23:43 KJV
      King James Version
      And Jesus said unto him, Verily I say unto thee, To day shalt thou be with me in paradise.
      Read Luke 23 KJV | Read Luke 23:43 KJV in parallel | Interlinear view
      Luke 23:43 LEB
      Lexham English Bible
      And he said to him, "Truly I say to you, today you will be with me in paradise."
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      Luke 23:43 NAS
      New American Standard
      And He said to him, "Truly I say to you, today you shall be with Me in Paradise."
      Read Luke 23 NAS | Read Luke 23:43 NAS in parallel | Interlinear view
      Luke 23:43 NCV
      New Century Version
      Jesus said to him, "I tell you the truth, today you will be with me in paradise."
      Read Luke 23 NCV | Read Luke 23:43 NCV in parallel
      Luke 23:43 NIRV
      New International Reader's Version
      Jesus answered him, "What I'm about to tell you is true. Today you will be with me in paradise."
      Read Luke 23 NIRV | Read Luke 23:43 NIRV in parallel
      Luke 23:43 NIV
      New International Version
      Jesus answered him, "I tell you the truth, today you will be with me in paradise."
      Read Luke 23 NIV | Read Luke 23:43 NIV in parallel
      Luke 23:43 NKJV
      New King James Version
      And Jesus said to him, "Assuredly, I say to you, today you will be with Me in Paradise."
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      Luke 23:43 NLT
      New Living Translation
      And Jesus replied, "I assure you, today you will be with me in paradise."
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      Luke 23:43 NRS
      New Revised Standard
      He replied, "Truly I tell you, today you will be with me in Paradise."
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      Luke 23:43 RSV
      Revised Standard Version
      And he said to him, "Truly, I say to you, today you will be with me in Paradise."
      Read Luke 23 RSV | Read Luke 23:43 RSV in parallel
      Luke 23:43 DBY
      The Darby Translation
      And Jesus said to him, Verily I say to thee, To-day shalt thou be with me in paradise.
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      Luke 23:43 MSG
      The Message
      He said, "Don't worry, I will. Today you will join me in paradise."
      Read Luke 23 MSG | Read Luke 23:43 MSG in parallel
      Luke 23:43 WBT






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    4. Só para conferir! A grande maioria das traduções situa
      a vírgula ANTES da palavra hoje, conferindo ao texto uma leitura natural, fluídica e sem aquela característica antinatural, forçada e truncada quando o texto é lido com a vírgula posta DEPOIS da palavra hoje; no caso acima, a palavra TODAY (hoje).

      O Senhor Jesus foi além do que o malfeitor arrependido esperava!

      Mesmo em traduções onde a vírgula é situada DEPOIS da palavra HOJE (today), não há como afirmar quando se realizaria a promessa ao ladrão, a não ser partindo para a exegese do texto, o qual é dispensada quando se aceita a clara e positiva afirmação do Senhor: "Em verdade, em verdade te digo: Hoje estarás comigo no paraíso." Lc.23:43.

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    5. Cadi,

      Eu não sou Adventista ??? Que Literaturas eu devo usar ?? Das Assembleias de Deus ??

      Quem é que estar comentando aqui neste Blog, sou eu ou Arnaldo Cristianini ?

      Por isso eu posso dizer : "Amanhã falarei sobre: A História do Rico e Lázaro...."

      Eu relatei que estes meus comentários tem um autor !!!!

      As 13 perguntas foram escritas por mim mesmo, não fiz Dawloud.

      Matérias aqui em casa tenho de sobra !!!!!

      Você diz :"No caso de Lázaro, ele é que pensou que tinha orgãos materiais. A providência divina para castigá-lo por sua impiedade para com o mendigo fê-lo sentir em espírito tudo aquilo que o mendigo sofreu na carne, por isso sua afirmação absurda de que possuía uma língua e orgãos materiais que poderiam receber água para saciar a sêde".

      Jesus não diz que o Rico pensava ter Língua ou Dedos, ele afirma que o mesmo tem esses membros !!!!!

      Até hoje eu procuro estas suas respostas e não as encontro !!!! Pode cola-las as 13 resposta aqui mesmo ???

      Olhei todos os seus comentários ao todo foram 40, se quiser pode conferir-los,

      http://mcapologetico.blogspot.com.br/2014/02/como-aos-hebreus-destroi-doutrina.html

      Os mais recentes é do de 28/02/2014, não existe nenhum do dia 01/032014 !!!!!!!!

      Você diz : "Você continua afirmando que eu não respondi as 13 questões suas? Estão lá, na postagem "Aos hebreus", no dia 01/03/2014.

      Cadê ???

      Você sabe quem é o pai da Mentira, e quem mente se torna filho dele !!!!

      Edilberto Ribeiro ....

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    6. De acordo com o costume, quebravam as pernas dos criminosos depois de os haverem removido da cruz, deixando-os estendidos no chão, até que o sábado passasse. Depois do sábado haver passado, sem dúvida esses dois corpos foram outra vez amarrados na cruz, e lá ficaram diversos dias, até morrerem ..."

      Se era necessário quebrar as pernas aos dois malfeitores, antes do pôr-do-sol, é porque não haviam, morrido ainda. Na pior das hipóteses viveram ainda, pelo menos, um dia a mais que o Mestre. Como podia, um deles, estar no mesmo dia junto de Jesus?

      3. Há traduções bem autorizadas que vertem o texto de S. Luc. 23:43 de forma a harmonizá-lo com o teor da Bíblia a respeito do galardão no reino, quando Jesus voltar. E vamos citá-las:

      a) Tradução Trinitariana, em português, editada em 1883, pela "Trinitarian Bible Society" de Londres. Diz: "Na verdade te digo hoje, que serás comigo no Paraíso."

      b) Emphasized New Testament, de Joseph Bryand Rotherham, impresso em Londres, em 1903, assim reza:

      "Jesus! Lembra-te de mim na ocasião em que vieres no Teu reino. E Ele disse-lhe: Na verdade, digo-te neste dia: Comigo estarás no Paraíso."

      c) The New Testament, de George M. Lamsa, de acordo com a Texto Oriental, traduzido de fontes originais aramaicas, diz:
      "Jesus lhe disse: Na verdade te digo boje, estarás comigo no Paraíso."

      d) A chamada Concordant Version, em inglês, assim traduz:
      "E Jesus lhe disse: 'Na verdade a ti estou dizendo hoje, comigo estarás no Paraíso."

      e) Um manuscrito importante. Trata-se de famoso manuscrito curetoniano da Versão Siríaca, existente no Museu Britânico. Assim reza o MS:

      "Jesus lhe disse: Na verdade te digo hoje, que comigo estarás no Jardim do Éden."

      Diante destes fatos, porque dizer que "os sabatistas torcem o sentido?" Que é interpretação "fútil e capciosa?"

      E há mais ainda: o comentário da Oxford Companion Bible, que diz:
      " 'Hoje' concorda com 'te digo' para dar ênfase à solenidade da ocasião; não concorda com "estarás'."

      E no Apêndice n°. 173, o famoso Oxford Companion Bible, esclarece:

      "A interpretação deste versículo depende inteiramente da pontuação, a qual se baseia toda na autoridade humana, pois os manuscritos gregos não tinham pontuação alguma até o nono século, e mesmo nessa época somente um ponto no meio das linhas, separando cada palavra... A oração do malfeitor referia-se também àquela vinda e àquele Reino, e não a alguma coisa que acontecesse no dia em que aquelas palavras foram ditas."

      E conclui o mesmo comentário, no final do mesmo Apêndice:

      "E Jesus lhe disse: 'Na verdade te digo hoje' ou neste dia quando, prestes a morrerem, este homem manifestou tão grande fé no Reino vindouro do Messias, no qual só será Rei quando ocorrer a ressurreição – agora, sob tão solenes circunstâncias, te digo: serás comigo no Paraíso."

      E a expressão "hoje" ligada ao verbo não é redundante, mas enfática. É encontradiça na Bíblia. Leiam-se, por exemplo, Deut. 20:18; Zac. 9:12; Atos 20:26, e outros passos.

      A conclusão fatal é que S. Luc. 23:43 é um falso pilar em que se ergue a teoria da imortalidade inata no homem e seu imediato galardão post mortem . . .

      Edilberto Ribeiro !!!!

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    7. Mostre-me pelo o menos um MORTALISTA QUE CONCORDE COM VOCÊ E ESSAS TRADUÇÕES QUE COLOCA O LADRÃO NO CÉU NA SEXTA FEIRA ???

      Sendo que Cristo nem no Céu subiu na sexta Feira !!! kkkki

      Agora seguindo esse raciocínio, posso lhe mostrar de MONTES, ESTA AÍ ::

      Diz, por exemplo o comentário de J. B. Howell:

      "O crucificado permanecia pendurado na cruz até que, exausto pela dor, pelo enfraquecimento, pela fome e a sede, sobreviesse a morte. Duravam os padecimentos geralmente três dias, e às vezes, sete." (1)

      Diz-nos o batista J. Angus em sua conhecida obra História, Doutrina e Interpretação da Bíblia, Vol. I, pág. 39, que somente no século VIII é que foram introduzidos nos MSS alguns sinais de pontuação, e que no século IX introduziram-se o ponto de interrogação e a vírgula. Que a colocação da pontuação altera substancialmente o sentido do texto é evidente. Há um exemplo, muito citado, da imperatriz da Rússia que alterou uma ordem de exílio assim redigida: "Perdão impossível, enviar para a Sibéria". Com cuidado removeu a vírgula colocando-a noutro lugar, e ficou assim: "Perdão, impossível enviar para a Sibéria." E o prisioneiro foi salvo.

      Alinhemos, sucintamente, algumas evidências a favor de nossa tese:

      1. Boas traduções rezam que o ladrão pedia a Jesus que se lembrasse dele "quando vieres no Teu reino." Assim, por exemplo o fazem Matos Soares, a Trinitariana, a Versão Italiana de G. Deodatti, a francesa de L. Sègond, a inglesa de King James e outras. "Quando vieres no Teu reino" e não "quando entrares." "Quando vier... então Se assentará no trono..." S. Mat. 25:31. Para essa ocasião pedia o ladrão um lugar no reino, e não para aquele dia em que agonizava ao lado de Jesus.

      2. Certamente o ladrão não podia estar com Jesus no Paraíso naquele dia, a menos que Jesus lá estivesse também. E Jesus foi para lá naquele dia? Não. Como sei?
      a) porque três dias depois, já ressurreto, disse à Madalena: "Não Me detenhas, porque ainda NÃO SUBI para Meu Pai." S. João 20:17. Estivera dormindo no túmulo, e não subira ao Pai. Ressurgira, e ainda não subira ao Pai. E nem de leve se pode inferir que uma "alma" consciente subira, pois a Escritura não sugere tal disparate.

      b) porque uma análise cuidadosa da cena do Calvário revela que o ladrão não morreu naquele mesmo dia, pois S. João 19:31-33 nos diz: "Os judeus, pois, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a Preparação (pois era grande o dia de Sábado), rogaram a Pilatos que lhes quebrassem as pernas, e que fossem tirados. Foram, pois, os soldados e, na verdade, quebraram as pernas do primeiro, e ao outro que com ele fora crucificado; mas, vindo a Jesus, e vendo-O já morto, não Lhe quebraram as pernas."

      Por que "quebrar as pemas" dos justiçados? Porque o crucificado não morria no mesmo dia. Cristo foi caso excepcional e sabemos que não morreu dos ferimentos ou da hemorragia, mas de quebrantamento do coração. Morreu de dor moral por suportar os pecados do mundo. Mas os outros, não, e as crônicas descrevem o condenado esvaindo-se lentamente durante dias.

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    8. Todos essas traduções que você citou,foram TODAS traduzidas por Imortalistas Influenciados por essa doutrina pagã !!!!!

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    9. Primeiro você se justifica exclamando: "Eu não sou Adventista??? Que literaturas eu devo usar?? Das Assembléias de Deus?

      E por acaso você não está usando literatura evangélica ao fazer citações de autores protestantes?
      Por acaso os protestantes fazem citações da literatura adventista com o fim de promover a sua (protestante) doutrina, como inversamente fazem os adventistas?

      Depois você disse: "Jesus não disse que o rico pensava ter língua ou dedos, ele afirma que o mesmo tem esses membros!!!!!

      Leia Lucas 16:24 e veja quem estava alucinadamente afirmando que possuía uma língua.
      O Senhor Jesus estava demonstrando a linguagem desenfreada de um perdido, arrogânte e avarento que vendo sua situação invertida para muito pior do que a do mendigo quando sofria "debaixo do sol", não mudada a sua natureza pecaminosa, tem ainda tanto apego as coisas materiais que se ilude pensando ter orgãos materiais e que Lázaro poderia molhar seu dedo na água que não existia.
      Enfim, tudo se passava dentro de sua consciência não regenerada.

      As respostas as suas 13 perguntas estão aí em cima, nesta mesma postagem, 09/03/2014 as 14:10 e 14:21.

      Em sua intervenção nesta postagem as 11: 37 você citou:

      3. Há traduções bem autorizadas que vertem o texto de S. Luc. 23:43 de forma a harmonizá-lo com o teor da Bíblia a respeito do galardão no reino, quando Jesus voltar. E vamos citá-las:

      a) Tradução Trinitariana, em português, editada em 1883, pela "Trinitarian Bible Society" de Londres. Diz: "Na verdade te digo hoje, que serás comigo no Paraíso."

      b) Emphasized New Testament, de Joseph Bryand Rotherham, impresso em Londres, em 1903, assim reza:

      "Jesus! Lembra-te de mim na ocasião em que vieres no Teu reino. E Ele disse-lhe: Na verdade, digo-te neste dia: Comigo estarás no Paraíso."

      c) The New Testament, de George M. Lamsa, de acordo com a Texto Oriental, traduzido de fontes originais aramaicas, diz:
      "Jesus lhe disse: Na verdade te digo boje, estarás comigo no Paraíso."

      d) A chamada Concordant Version, em inglês, assim traduz:
      "E Jesus lhe disse: 'Na verdade a ti estou dizendo hoje, comigo estarás no Paraíso."

      e) Um manuscrito importante. Trata-se de famoso manuscrito curetoniano da Versão Siríaca, existente no Museu Britânico. Assim reza o MS:

      "Jesus lhe disse: Na verdade te digo hoje, que comigo estarás no Jardim do Éden."

      Não entendi o que você quer ao citar estas traduções, já que são de "imortalistas", e a pontuação da vírgula para eles pouco importa para localizar onde estaria o mendigo depois de sua morte.

      George Lamsa? Você citou a tradução dele, que é um plágio da versão King James. Este sujeito era um herético. Procure saber sobre ele e principalmente suas crenças.

      Você disse: "E a expressão "hoje" ligada ao verbo não é redundante, mas enfática. É encontrada na Bíblia. Leiam-se por exemplo: Deut.20:18; Zac.9:12; At.20:26 e outros passos.

      Você está chegando à uma conclusão "fatal" mesmo!
      Está recorrendo a alguns textos, MENOS aqueles em que as palavras saem da boca do próprio Jesus, sua maneira peculiar de se expressar! continua...

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    10. Para tentar demonstrar que a vírgula em Lucas 23:42, vem DEPOIS da palavra "hoje", você citou alguns textos, tais como Dt.20:18, Zc.9:12, At.20:26.

      Só esqueceu de citar as palavras do Protagonista que trouxe a mensagem de salvação ao "bom ladrão."

      Vamos lá em alguns exemplos:

      Mt.5:18 "Em verdade eu vos DIGO, até que o céu e a terra passem..."
      Mt.5:20 "Pois eu digo vos DIGO, que a não ser que a vossa justiça..."
      Mt.5:22: "Mas eu vos DIGO, que qualquer que se irar..."
      Mt.5:26: "Em verdade eu te DIGO, tu não sairás dali..."
      Mt.16:28: "Na verdade eu vos DIGO, alguns dos que se encontram aqui..."
      Jo.8:51: "Na verdade, na verdade, eu vos DIGO, se alguém guardar minha palavra..."
      Lc.10:12: "Mas eu vos DIGO, que naquele dia haverá...
      Lc.12:4: "E eu vos DIGO, meus amigos, não temais aqueles..."
      Lc.12:22: "...Portanto eu vos DIGO, não vos preocupeis..."

      Os exemplos poderiam ser multiplicados.

      Leiamos Lucas 23:43:
      "E Jesus lhe disse: "Em verdade eu te DIGO, hoje estarás comigo no paraíso.

      Vamos a fonte e não procurarmos versículos que NADA tem a ver com o assunto.

      Sétimo Dia, leia o que você disse:

      "Mostre-me pelo o menos um MORTALISTA QUE CONCORDE COM VOCÊ E ESSAS TRADUÇÕES QUE COLOCA O LADRÃO NO CÉU NA SEXTA FEIRA ???

      Sendo que Cristo nem no Céu subiu na sexta Feira !!! kkkki

      Onde eu afirmei que o ladrão estaria no "céu", com Cristo, na sexta-feira? Você leu os meus comentários?

      O resto do que você falou eu já sei de cor e salteado.
      Como os crucificados (e a crucificação era uma prática ROMANA e não judaica), poderiam ficar pendurados durante vários dias e agonizando até a morte (uma morte horrível), os mestres judeus pediram as autoridades romanas que apressasse a morte dos condenados Antes de chegar ao pôr do sol, já que aquele era o Dia da Páscoa e ao mesmo tempo o dia de sábado, e os criminosos crucificados ou vivos e morimbundos iriam profanar o Dia da Páscoa.

      Leiamos Dt.21:22-23:

      "Se um homem culpado de um crime que merece a morte for morto e pendurado num madeiro ,NÃO DEIXEM O CORPO NO MADEIRO DURANTE A NOITE. ENTERREM-NO NAQUELE MESMO DIA, PORQUE QUALQUER QUE FOR PENDURADO NUM MADEIRO (VIVO OU MORTO) ESTÁ DEBAIXO DA MALDIÇÃO. NÃO CONTAMINEM A TERRA QUE O SENHOR, O SEU DEUS, LHES DÁ POR HERANÇA."

      Foi ISTO que está aí em cima que as autoridade judaicas foram solicítar aos autoridades romanas.

      Segundo a lei de Moisés o criminoso não poderia permanecer vivo no dia seguinte.

      Os criminosos poderiam ficar vivos por vários dias MAS NÃO SOB A LEI DE MOISÉS.

      Paulo escrevendo sobre o sacrifício do Senhor Jesus diz que a lei reza: "Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro." Gl.3:13.

      Os criminosos foram executados no MESMO DIA segundo a lei de Moisés prescrevia e não segundo a lei romana.

      Em João 19:32 "como não queriam que os "corpos" permanecessem na cruz durante o sábado, os judeus pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas dos crucificados e retirar os "corpos".

      Eles pediram para apressar a morte dos condenados o que poderia ser feito (pasmem!), à base de porretadas.

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  23. Sr Adventista, a razão é diferente Estou pedindo para vc se identificar, não para parar de comentar.

    Seu "Guru Na Mira" faz o que exclui comentários por incomodar sua imagem, eu não.

    Lamento, mas peço, por favor, se não se identificar, não comente mais aqui. Se não seu comentário será excluído.

    Aviso dado.

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  24. Ediberto, seus comentários foram longos, irei lê-los e responderei se necessário.

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  25. "Sr" eu avisei, se identifique... eu não sou Leandro Quadros que exclui comentários por discordarem dele.

    O Sétimo Dia-Ediberto, se identificou.

    Faça o mesmo, e tenha a liberdade de cumprir sua missão denominacional.

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  26. Irmão Paulo, não deixou nem um 'cabelinho de rã' para eu comentar...kkk

    O que tenho a dizer na verdade está postado. Seus comentários são superiores ao que postei.

    Deus te abençoe e continue te usando.

    Espero que Adventistas, Testemunhas de Jeová - e outros, se beneficiem desse assunto, dessa verdade bíblica.

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  27. E a respeito dessa postagem:
    http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2014/03/comentario-apagado-do-blog-mca.html

    Espanta-me que o "Sr" nunca disse nada do Leandro.

    Reafirmo e não comentarei mais a respeito - se o "Sr" não se identificar, pode fazer o barulho que quiser, seus comentários serão excluídos.

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  28. Já que o Luciano diz que os comentários de Cadi são suficientes, então, ele deve pensar da mesma forma que o Cadi em relação a suposta aparição de "SAMUEL", CRER você Sena que ali aparição não é o Diabo ??

    Você diz : "O que tenho a dizer na verdade está postado. Seus comentários são superiores ao que postei.
    Deus te abençoe e continue te usando."

    Quando ele (Cadi) diz que o Diabo não teve participação na quela seção Espirita, ele esta sendo usado por quem, Deus ou Diabo ? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  29. Ediberto, eue creio que nem Deus nem o diabo... foi uma farsa.

    Ué, vai achar que o irmão Paulo é para mim o que Ellen White é pata vc...

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  30. e complicado esse texto de 1 sm 28;12 pois o texto e claro principalçmente nos originais ´´ vendo pois a mulher a SAMUEL

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  31. De fato irmão Odair, as três hipóteses são plausíveis. Até mesmo a que seria o próprio Samuel tem sido defendida por vários cristãos.

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  32. http://mcapologetico.blogspot.com.br/2012/12/era-o-espirito-de-samuel-primeira.html

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  33. Estimados irmãos
    Agradecemos ao Senhor e ao Luciano por podermos expor o que esta em nossos corações neste blog, sem nenhum preconceito e liberdade para chegarmos a um denominador comum, quando isto é possível. Nossa visão a respeito do assunto do profeta Samuel é o seguinte:
    Cremos que os mortos não podem retornar 2 Sm.12.23 porque existe um enorme abismo fixado por Deus Lc.16.24-26, e demônios não são capazes de usurpar a autoridade de Deus sobre a vida e a morte Jó 1. 10-12 .
    A Palavra de Deus deixa bem claro que o verdadeiro profeta seria medido pela veracidade . Não há motivos para crer que o suposto " Samuel " fosse o profeta e que teria retornado dentre os mortos, visto que sua profecia não se cumpriu quando:
    1. Disse Saul que ele e seus filhos estariam com Samuel ( mortos ) . Nem todos os filhos de Saul morreram no combate.
    2. Disse que seriam entregues nas mãos dos filisteus. Saul não foi apanhado vivo pelos filisteus, mais suicidou-se.
    Desta forma , percebe-se pela profecia do suposto " Samuel " que ele não pôde falar a verdade, sendo, portanto, um demônio, e não o espirito do profeta.
    Além do mais, a Bíblia não diz que Saul viu o " profeta ", e sim que a feiticeira o viu. Satanás , e não o profeta, falou através da feiticeira.
    As profecias de Samuel eram precisas e nenhuma das suas Palavras caiam por terra. 1 Sm. 3.19. Este fato ocorria quando o amado profeta Samuel estava vivo entre nós em seu corpo sujeito as nossas paixões, porém era usado pelo Senhor sob a égide do Santo Espirito, como admitirmos que ele agora, após sua partida para o " Seio de Abraão " em sua alma/espírito imortal de onde aguarda sua ressurreição, estando na " Dimensão do Espírito " abriria seus santos lábios para " jogar por terra" sua credencial de profeta fiel do Senhor, entregando mensagens que não se cumpriram???
    Como já comentado. Os mortos não se comunicam com os vivos. Lc. 16.19-31; Hb.9.27; Mt.25.41-46.

    Deus nos ilumine

    Em Cristo
    Wilton

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    Respostas
    1. Wilton,

      Inteligente seu raciocínio mesmo crendo na Imortalidade, sobre este relato você mostrou que esta seção Espirita não tem como se harmoniza com a Doutrina que o Paulo Cadi Professa crer, você mostrou os pontos ou os furos que A Doutrina da Imortalidade da alma tem se for usa-la para provar tal Doutrina .......

      O Paulo Cadi quer por quer insistir que aquela manifestação era o profeta Samuel, ele ignorou estas ordens do Senhor,,,,


      1 Samuel 28: 6,15

      " E perguntou Saul ao SENHOR, porém o SENHOR não lhe respondeu, nem por sonhos, nem por Urim, nem por PROFETAS".

      "Samuel disse a Saul: Por que me inquietaste, fazendo-me subir? Então, disse Saul: Mui angustiado estou, porque os filisteus guerreiam contra mim, e Deus se desviou de mim e já não me responde, nem pelo ministério dos PROFETAS, nem por sonhos; por isso, te chamei para que me reveles o que devo fazer".

      Seria Samuel desobediente ao Senhor ????

      Fica pra pensar .....................

      Edilberto Ribeiro .....

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  34. Estimado irmão Wilton, explanação ponderada.

    Deus te fortaleça.

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  35. Luciano,

    Agora você quer comparar o Irmão Paulo Cadi com Ellen Golden White ?

    Em pessoas, são pecadores como nós mas, em obras, nós ficamos devendo muito a ela... Vou nem falar o que ela fez e ainda faz mesmo depois de morta morta !!!!!

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  36. LUciano,

    "Edilberto, eue creio que nem Deus nem o diabo... foi uma farsa".

    Nem DEUS NEM o diabo ? Uma Farsa ?

    Dá pra dar mais detalhes ???

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  37. Luciano,

    A História do Rico e Lázaro

    À pág. 103 do desmoralizado libelo, o oponente menciona a parábola do rico e Lázaro, como prova do galardão imediato após a morte. Mas em pura perda, como vamos demonstrar cabalmente.

    Embora alguns estudantes superficiais da Bíblia se atrevam a dizer que a narrativa não é parábola, mas um fato real contado por Jesus, a esmagadora maioria dos mais conspícuos teólogos crêem que é parábola. Hastings, Rand, Smith, Davis, Angus, entre os que me ocorrem no momento. Fosse real, não conteria enredo eivado de idéias pagãs, conceitos talmúdicos e metáforas judaicas.

    Eram idéias populares nos dias de Jesus, mas não eram conceitos bíblicos. Nos escritos de Flávio Josefo, por exemplo, encontramos referência a "Seio de Abraão," e "Hades" como lugar de tormento, aliás de acordo com idéias persas e egípcias. Jesus, como recurso didático, servia-Se de idéias populares, embora errôneas, para chegar a conclusões corretas.

    Diz o erudito Manson:

    "A narrativa por certo não foi engendrada por Jesus para a circunstância que a motivou. Isto porque há casos análogas e paralelos na literatura rabínica, e o Prof. Gressman os identifica como de origem egípcia, representados principalmente pelo conto SI-USIRE, o qual relata, com o realismo de quem conhece os segredos do além, como um mendigo de Mênfis, queimado sem honras, foi visto vestido de linho real no reino de Osíris, enquanto um homem rico que recebera suntuoso sepultamento na terra fora conduzido ao Hades." (2)

    O abalizado Plummer, com sua incontestável autoridade, afirma:

    "Não há, na parábola, o propósito de dar informações acerca do mundo invisível. Nela é mantida a idéia geral de que a glória e a miséria depois da morte são determinadas pela conduta do homem antes da morte; mas os pormenores da história são extraídos das crenças judaicas relacionadas com a situação de almas no Sheol, e devem ser entendidas de conformidade com essas crenças. As condições dos corpos dos personagens são atribuídas a almas a fim de nos permitir compreender o enredo da narrativa." (3)

    Acresce o douto Shailer Mathews:

    "Não há evidência clara de que os judeus nos dias de Jesus cressem num estado intermediário, e é inseguro ver nesta expressão [seio de Abraão] uma referência a tal crença.'" (4)

    Smith, em seu conhecido dicionário bíblico, conclui:

    "É impossível firmar a prova de uma importante doutrina teológica numa passagem que reconhecidamente é abundante em metáforas judaicas." (5)

    Edershein, em seu livro Life and Times of Jesus the Messiah, afirma categoricamente que a doutrina da vida além da morte não pode ser extraída desta parábola.

    Diz um outro autor evangélico:

    "Coisas omitidas da narrativa: o sangue que faz remissão, a graça que perdoa os arrependidos e a fé que descansa numa obra expiatória." (6)

    Se, de fato, Cristo quisesse ensinar a situação exata das "almas" no além, mesmo na hipótese de haver Céu e Inferno consoante a mofada teologia popular, teria Ele o cuidado de ser exato no enredo, no ambiente e nos pormenores da história.

    Por exemplo, o Céu não seria apresentado como lugar onde não se nota a presença de Deus, a Pai nem de Jesus; não seria lugar encostado ao inferno, que permitisse conversação entre seus habitantes; que permitisse verem-se e penalizarem-se (imaginem uma piedosa mãe, no lado de cá, vendo seu filho querido mas não salvo, convulsionando-se eternamente em dores lancinantes nas chamas, no lado de lá!); Lázaro salvou-se antievangelicamente sem Jesus, pelo mérito da pobreza.

    Se o rico pediu a intercessão do Abraão da parábola, justificaria a doutrina esdrúxula da "intercessão dos santos." Abraão deveria ter um seio descomunal para abrigar todos os remidos, e ele próprio como remido para onde iria? Será ele o monitor do Céu? Os justos que morreram antes dele (Abel, e Enoque, por exemplo) em que "seio" estariam?

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  38. Por isso o estudioso Charles L. Lewis, (evangélico) pondera:

    "Não se admite, como pretendem muitos, que o seio de Abraão seja uma expressão figurativa da mais elevada felicidade celestial, pois o próprio Abraão em pessoa aparece na cena. Se, pois, ele próprio se acha presente numa cena literal, é incorreto usar seu seio, ao mesmo tempo, em sentido figurativo. Se seu seio é figurado, então o próprio Abraão também o é, e também a narrativa inteira." (7)

    O Talmude (Kiddushin 72b) refere ao "regaço de Abraão", e Josefo ao "seio de Abraão." No mesmo Talmude se diz que "Abraão está assentado ao lado das portas do Sheol, e não permitirá que nenhum israelita lá entre."

    Consoante a literatura judaica, o hades compunha-se de duas câmaras, uma para os justos e outra para os ímpios (Midrash, sobre Rute 1:1). Também o livro Sabedoria de Salomão 3:1 alude à "câmara" dos justos. Que o Hades tem uma câmara onde os ímpios são atormentados se tem notícia pelo livro de Enoque 22:9-13 e ainda no Talmude (Erubin 19a). Também que os habitantes de ambas as câmaras mantêm diálogo se tem notícia através do Midrash, sobre Ecles. 7:14. Que as justos, como recompensa, entram para o "regaço de Abraão" se lê no Talmude (Kiddushin 72b). Por onde se vê a origem não bíblica, mas apócrifa dessa esdrúxula escatologia.

    Embora errôneas essas idéias, eram populares nos dias do Cristo.

    "Jesus serve-Se da concepção e crença comuns de Seu povo, a respeito de um estado intermediário entre a morte e a ressurreição final, para, num diálogo sublime e simbólico mantido no mundo invisível entre Abraão e o rico..." (8)
    Outra pena autorizada escreve: "Nesta parábola Cristo Se acercava do povo no próprio terreno deles. A doutrina de um estado consciente de existência entre a morte e a ressurreição era mantida por muitos dos que ouviam as palavras de Cristo. O Salvador lhes conhecia as idéias e compôs Sua parábola de modo a inculcar verdades importantes em lugar dessas opiniões preconcebidas." (9) (Grifos nossos)

    Portanto, o diálogo mantido pelo rico e Abraão é alegórico, e o importante é descobrir o que Cristo quis realmente dizer, pois, em se tratando de alegorias, símiles ou parábolas, é preciso atinar com a idéia central, o escopo principal, e não deixar-se prender pelos pormenores, que são acessórios para completar a cena.

    O douto Joseph Angus (batista) em sua conhecida obra, num capítulo sobre interpretação nos dá este judicioso conselho acerca das parábolas:

    "Converter delicados pormenores em grandes verdades escriturísticas é obscurecer o grande desígnio do todo, e assim, trazemos um significado para a parábola em vez de extrair dela o significado. Isso é um hábito que nos pode levar aos enganos mais sérios." (10)

    Bem, vamos direto à parábola. Se eram almas que deixaram o corpo e estavam no "seio de Abraão" e no Hades (almas do rico e de Lázaro) então seriam aberrantes, pois estas almas têm "olhos (verso 23), têm "seio" (verão 23), têm "dedos" (verso 24), têm "língua" (verão 24). Se têm olhos e língua, devem ter cabeça; se têm dedos, logicamente devem ter mãos e necessariamente braços. Se uma delas sentia sede e reclamava água para refrescar a língua, concluímos que tinha organismo. Falavam, o que significa que tinham cordas vocais, laringe etc., e se ouviam, deviam ter órgãos auditivos. Se tinham cabeça, tronco e membros, ou seja, partes corpóreas, materiais, então não eram almas. Não podiam ser corpos glorificados, pois ainda não haviam ressuscitado Os corpos achavam-se debaixo da terra, pois diz a narrativa: ... o mendigo morreu... e morreu também o rico e FOI SEPULTADO." (Verso 22). E no versa 31 a ressurreição é apresentada coma acontecimento futuro.


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  39. Mas, creem os imortalistas, se houve diálogo é porque estavam conscientes. Sendo alegoria, não se impõe essa conclusão. Temos, na mesma Bíblia, a parábola de Jotão, relatada em Juízes 9:8-15, das árvores que "foram uma vez a ungir um rei para si".

    As árvores falavam, mas o ensino que de lá se tira não é o de que as árvores são conscientes! Outra alegoria semelhante nos é relatada em Isaías 14:9-11, onde os falecidos reis de todas as nações, que estão no Sheol, se levantam dos tronos e conversam, dizendo: "Tu também como nós estás fraco? És semelhante a nós?" Ora, isso é alegórico, e não constitui ensino direta sobre um estado consciente após a morte. Por que o seria na parábola de Jesus?

    Qual seria, então o ensino de Jesus na parábola do rico e Lázaro? Dissemos ensino, e não doutrina, pois, como diz acertadamente um comentador de peso:

    "É regra aceita em teologia que as doutrinas não devem ser baseadas sobre parábolas." (11)

    A narrativa é endereçada "aos judeus, que eram avarentos" (v. 14) e vem depois da parábola do mordomo infiel, que fizera provisão para sua garantia futura. Os fariseus consideravam a riqueza um favor do Céu, e a pobreza um desfavor divino. Cristo quis desfazer esse conceito errôneo, e contou a parábola. Os fariseus inflavam de excessivo orgulho nacional, e julgavam-se salvos pela indisputável fórmula "filhos de Abraão." O Mestre quis ensinar que o procedimento humano aqui na Terra reflete-se na vida por vir, e que não há uma segunda oportunidade de salvação.

    "Na parábola do rico e Lázaro, Cristo mostra que nesta vida os homens decidem seu destino eterno. Durante o tempo da graça de Deus, esta é oferecida a toda a humanidade. Mas, se os homens desperdiçam as oportunidades na satisfação própria, afastam-se da vida eterna. " (12)

    O grande ensino é de ordem moral e espiritual, e não doutrinário e escatológico. Não houve o objetivo de ensinar a falsa idéia da imortalidade natural. As cenas acidentais são meros pormenores para completar o quadro, mas destituídos de ensinamento em si mesmos. A única referência de cunho escatológico está na conclusão da parábola, no versículo 31, e diz respeito à RESSURREIÇÃO que é apontada como único meio de um morto voltar à vida.

    Concluindo, diremos que o Abraão da parábola ao afirmar que os cinco irmãos do rico têm "Moisés e os profetas" e que se não cressem neles não creriam em coisa alguma ainda que algum dos mortos ressuscite, deixou patente:

    a) que eram remetidos aos ensinos das Escrituras, sobre o estado do homem na morte (e elas dizem que o homem dorme na sepultura até a ressurreição);

    b) que os mortos estavam inconscientes na sepultura, porque somente da sepultura pode alguém ressuscitar. Não haviam, pois recebido ainda o galardão; não se achavam no Céu, nem no inferno. Estavam aguardando o juízo vindouro. Então teriam o galardão e o castigo.

    E assim se desmantela mais um falso pilar do imortalismo!

    Referências:

    E. Howell, Comentário a S. Mateus, pág. 500
    William Manson, The Gospel of Luke, The Moffatt New Testament Commentary (Harper and Brothers), pág, 190
    Rev. Alfred Plummer, Critical and Exegetical Commentary on the Gospel According St. Luke – New York – Scribners – 1920, pág. 393.
    Sailer Mathews, art. Seio de Abraão, Dictionary of the Bible, James Hastings, pág. 6.
    Dr. William Smith, Dictionary of the Bible, vol. 2, pág. 1038.
    S. E. Mc Nair. Guia do Pregador, vol. 1, pág. 36.
    Charles B. Ives, The Bible Doctrine of the Soul, 1877, págs. 54 e 55.
    Sátilas Amaral Camargo, Ensinos de Jesus Através de Suas Parábolas, pág. 165.
    Ellen G White, Parábolas de Jesus, pág. 263.
    Joseph Angus, História, Doutrina e Interpretação da Bíblia, pág. 181.
    F. D. Nichol, Answers to Objections, nota ao pé, pág. 567.
    Ellen G White, Parábolas de Jesus, pág. 260.

    Edilberto Ribeiro...

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    1. Alguns ao lerem está palavra abaixo pensam que
      ela que ela afirma que Saul estava "supondo" estar vendo Samuel.

      yada`- Está é a palavra que encontra-se em 1Sm28:14, onde diz: ..."e Saul "percebendo" que era Samuel.
      Está palavra, transliterada como "yada" não siginifica "supor", mas: "saber, perceber, discernir, discriminar, reconhecer, confessar, admitir etc."

      A palavra grega para supor, encontramos por exemplo em Jo.20:15, onde Maria de Magdala, "supunha" (dokeo, "pensar, supor, parecer, julgar, considerar, etc), ser o jardineiro.

      Há dezenas de passagens onde se encontra esta palavra com estes significados.

      Uma das palavras gregas que corresponde ao termo hebraico, "yada" encontrado em 1Sm.28:14, é "ginosko", que possui os mesmos significados de "yada" alistados acima.

      Esta palavra "ginosko" (está transliterada) que possui o mesmo sentido de "yada" em hebraico é a palavra que encontramos em Mt.17:13, onde Jesus falando sobre a vinda do Elias, "eles entenderam (ginosko) que lhes falara de João, o batista.

      Toda a narrativa da aparição de Samuel, o profeta é chamado pelo nome, e as escrituras inspiradas não trocam os nomes dos personagens em nenhum lugar do Gênesis ao Apocalipse. O Autor termina o relato afirmando que "Saul temeu e desmaiou por causa das palavras de Samuel.

      As palavras de Samuel se cumpriram.

      No próprio livro 1 de Samuel no capítulo 16 é relatado o envio de um espírito mau para atormentar Saul.
      Se a aparição não fosse a de Samuel, por certo o escritor iria chamar a personagem pelo nome, já que não teria nenhum sentido usar o nome do santo profeta para descrever um espírito imundo, o que seria uma blasfêmia!

      As escrituras "sempre dão nome aos bois", sendo que não há nenhuma necessidade de ler o nome do profeta e pensar tratar-se de outro senão ele mesmo.

      Satanás ou os espíritos imundos sempre são chamados pelo nome quando a escritura trata com eles.

      A necromante viu a Samuel, mas não ouviu a mensagem que o profeta deu a Saul, repetindo o que já havia dito antes de sua morte.
      A mensagem é santa, de juízo, profética e não existe nada em seu conteúdo para duvidar de sua fidedigna procedência.
      יָדַע yada`- Está é a palavra que encontra-se em 1Sm28:14, onde diz: ..."e Saulo "percebendo" que era Samuel, e não com o significado de "supondo.

      Uma das provas da vida após a morte no Antigo Testamento, está na própria proibição da necromancia.

      Se existe uma placa avisando que está havendo obra à frente, que dizer exatamente isto, e não que está passando uma boiada pelo meio da pista.

      Em Isaías 8:19 diz: "E quando vos disserem, vão aos que tem espíritos familiares, e as feiticeiras que murmuram: não buscaría o povo ao seu Deus? à favor dos vivos consultar-se-ão aos mortos?" Is.8:19.

      Vamos ler o final da narrativa de acordo com a crença dos que acreditam ser Satanás:

      1Sm28:20: "Então Saul caiu estendido ao solo, sobre a terra, e muito temeu por causa das palavras de "Satanás."

      Porque o próprio Autor não terminou seu relato desta maneira?
      Por acaso ele estava pensando em exegese, hermêneutica, teologia sistemática etc?

      Porque Deus iria permitir que o escritor mentisse afirmando que era um personagem quando na verdade era outro?

      Onde está na Bíblia um relato sequer quando o nome de alguém é citado para designar outro? continua...

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    2. Eram idéias populares nos dias de Jesus, mas não eram conceitos bíblicos. Nos escritos de Flávio Josefo, por exemplo, encontramos referência a "Seio de Abraão," e "Hades" como lugar de tormento, aliás de acordo com idéias persas e egípcias. Jesus, como recurso didático, servia-Se de idéias populares, embora errôneas, para chegar a conclusões corretas.

      Onde é que está nos 4 evangelhos que Jesus se utilizava de idéias errôneas? ONDE?

      "O abalizado Plummer, com sua incontestável autoridade, afirma: "
      Alfred Plummer era ministro anglicano e não adventista ou testemunha de Jeová.
      Muitos teólogos que criam ser uma parábola a narrativa do "Rico e de Lázaro", pensavam que os mortos iam ao céus desde o Antigo Testamento.
      Não sei porque os adventistas gostam de citar "imortalistas" protestantes. O que ganham com isso?

      Imagine agora se eu vou começar a citar Ellen White e os "teólogos(?!)" adventistas para "endossarem" minhas Fé protestante!

      "Acresce o douto Shailer Mathews:"

      O queeeeeeê?

      O Arnaldo Cristianini chama o "Shailer Matthews" de "douto?"

      Shailer Matthews - Era "unitariano". Os unitárianos, ( não confundir com os unitárianos bíblicos), não possuem "credo", e incluem pessoas com uma ampla variedade de crenças pessoas, incluíndo "ateus, agnósticos, deístas, panteístas, politeístas, bem como outros sistemas de crenças." Wiki."
      Ele (Shailer Matthews), está sepultado num cemitério unitarista.

      "Dr. William Smith, Dictionary of the Bible, vol. 2, pág. 1038.
      S. E. Mc Nair. Guia do Pregador, vol. 1, pág. 36."

      Os dois acima são "imortalistas."

      Parem de citar autores imortalistas. Mesmo aqueles que consideram ser uma parábola, a narrativa do "Rico e de Lázaro" não negam que "de fundo", a mensagem de vida após a morte é verdadeira.

      Posso citar nomes como Clark, Barnes, Cofman, Calvino (acreditava ser real, mas com elementos simbólicos), John Gill etc.
      Nenhum "imortalista" mesmo ensinando que é parábola e não uma descrição da vida após a morte, (no Antigo Testamento) nega que esta verdade faz parte da "parábola."

      "Coisas omitidas da narrativa: o sangue que faz remissão, a graça que perdoa os arrependidos e a fé que descansa numa obra expiatória." (6)

      Claro que não poderia haver, já que Jesus nasceu e viveu debaixo da lei de Moisés. Rm.15:8; Gl.4:4.
      Jesus estava tratando com seu povo, debaixo da dispensação da lei; como é que na narrativa iria constar o que foi adquirido só APÓS o Calvário.
      Eram os santos do Antigo Testamento, ainda debaixo do sangue de animais.

      "Se, de fato, Cristo quisesse ensinar a situação exata das "almas" no além, mesmo na hipótese de haver Céu e Inferno consoante a mofada teologia popular, teria Ele o cuidado de ser exato no enredo, no ambiente e nos pormenores da história."

      Aí na declaração acima, segundo Arnaldo Cristianini "Cristo não foi exato no que disse! Olha só! a que ponto chegamos; o homem julgando o Filho de Deus!

      Por isso o estudioso Charles L. Lewis, (evangélico) pondera:

      "Não se admite, como pretendem muitos, que o seio de Abraão seja uma expressão figurativa da mais elevada felicidade celestial, pois o próprio Abraão em pessoa aparece na cena. Se, pois, ele próprio se acha presente numa cena literal, é incorreto usar seu seio, ao mesmo tempo, em sentido figurativo. Se seu seio é figurado, então o próprio Abraão também o é, e também a narrativa inteira." (7)

      Continua o festival de bobagens do "Subtilezas do Êrro."

      Olhem o que aí em cima falou o "estudioso". Se o seio de Abraão é figurado, então o Abraão da "parábola também é."

      Pergunto: Em João 1:18 diz: "Ninguém nunca viu a Deus, o Filho Unigênito que está NO SEIO DO PAI, é que o revelou."

      Deus tem "seio?" Já que ele não pode ter "seio" então Deus é figurado também.


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    3. "Temos, na mesma Bíblia, a parábola de Jotão, relatada em Juízes 9:8-15, das árvores que "foram uma vez a ungir um rei para si".

      As árvores falavam, mas o ensino que de lá se tira não é o de que as árvores são conscientes!"

      O que está aí em cima não tem nada a ver com a história do "Rico e Lázaro." Árvores não falam, MAS PESSOAS FALAM. Compreendevu?

      Aí vem outra bobagem do tal livro sabatista.

      "É regra aceita em teologia que as doutrinas não devem ser baseadas sobre parábolas." (11)

      De onde o Arnaldo Cristianini tirou isto?

      Todas as parábolas de Jesus tem ensinamentos tremendos, mas ele as explicava sómente aos discípulos. O fruto delas irrompeu vibrante no Dia de Pentecostes e produziu o Novo Testamento.

      Por favor! Chega de tanta porcaria pela boca!

      Já estou na segunda chicará de café! Ops! É pecado!

      "A única referência de cunho escatológico está na conclusão da parábola, no versículo 31, e diz respeito à RESSURREIÇÃO que é apontada como único meio de um morto voltar à vida. "

      O texto não está ensinando isto. No versículo 31 ao término da história, Jesus está dizendo "que mesmo se eles virem um morto ressucitar, como ele fez várias vezes, estão tão endurecidos que não acreditarão nele."

      Pergunto ao Sétimo Dia: Para onde foi o Rico da
      "parábola?"
      Se ele estava inconsciente porque pediu que avisassem seus irmãos para não irem para aquele lugar de tormento?
      Porque Jesus iria se utilizar da mentira deixando nas escrituras um relato que deixou milhões de pessoas crendo na vida após a morte?
      Onde que em sua parábolas Jesus menciona nomes próprios, importantes tais como Abraaão e Moisés?
      Quais os elementos materiais encontrados sobre a terra que está parábola possui?

      Já falei uma vez e vou repetir. Na Bíblia, o espírito é a cópia do corpo da pessoa, e não uma fumacinha.
      Não havia nada material ali, mas a sombra do mundo dos viventes. Assim era o Sheol.

      Se os mortos estão inconscientes porque o Evangelho foi pregado ( no sentido de anunciar, kerigma)) para eles?

      1Pe.4:6: "Por esta causa foi o Evangelho também PREGADO AOS MORTOS, para que eles fossem julgados na carne (sarx), segundo os homens, mas vivessem segundo Deus "em espírito" (pneuma).

      Agora vão dizer. Não! Isto aí não são os mortos e nem espíritos. O evangelho foi pregado aos mortos quando estavam vivos!
      Pergunto. Se é assim, porque o texto continua, "e segundo Deus vivessem "em espírito."

      Se os mortos não existem mais, (que é o termo certo, não inconscientes que até uma pessoa viva pode estar), como podem estar "vivendo em espírito?"

      A narrativa do "Rico e Lázaro" se não for como está descrita seria uma fábula, portanto falsa. Ela não tem as características de uma parábola porque o seu conteúdo é TRANSCENDENTAL.

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    4. Matthew 1:25; Matthew 6:3; Matthew 7:23; Matthew 9:30; Matthew 10:26; Matthew 12:7; Matthew 12:15; Matthew 12:33; Matthew 13:11; Matthew 16:3; Matthew 16:8; Matthew 21:45; Matthew 22:18; Matthew 24:32-33; Matthew 24:39; Matthew 24:43; Matthew 24:50; Matthew 25:24; Matthew 26:10 (King James Version).

      Tomei como exemplo o livro de Mateus onde estão as ocorrências da palavra "ginosko" que tem o mesmo sentido do hebraico "yada" em 1Samuel 28:14, onde diz que "Saul percebendo que era Samuel." Tanto a palavra "yada" como "ginosko" significam conhecimento exato dos fatos e não ema "suposição."

      Citei de memória Mateus 17:13 afirmando que a palavra "ginosko" se encontrava lá, mas não está.

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    5. Quanta falácia seguidor de Luciano Sena, mas infelizmente não provou nada, como sempre.

      A parábola do rico e Lázaro é apenas uma parábola e não devo entendê-la como literal!! Não force a barra Paulo Cadi... Tome mais café e relaxe um pouco... se é que se pode relaxar com tanta cafeína no corpo rsrsr

      Vc parece ter mto estudo mas pra que serve se não consegue entender uma simples parábola, é tão difícil assim??

      Ore e peça a Deus sabedoria e Ele abrirá sua mente e seu olhos..

      Fique com Deus.

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    6. Só entenderemos a parábola se esse entendimento coincidir com o de Ellen White... essa é a sua norma interpretativa...

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    7. SENA,

      Esses Imortalistas Sinceros (uma coisa que Você e o Paulo Cadi não são !) passaram chamar de Parábola ou entender como Parábola, foi por causa de Ellen White ????

      Estes mais abaixo são Imortalistas, mas como eles são verdadeiros Cristãos, mesmo crendo no galardão pois morte, quando comentam a Parábola diz eles que de maneira nenhuma podemos se utilizar da mesma para provar que aquilo foi real !!!!!!!! OU LITERAL.....

      Paulo Cadi é só Falacia e mais Falacia, o cara que crer que podemo ser salvos depois que morremos, temos que tirar o Chapéu para ele !!!!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Ele diz:

      "Pe.4:6: "Por esta causa foi o Evangelho também PREGADO AOS MORTOS, para que eles fossem julgados na carne (sarx), segundo os homens, mas vivessem segundo Deus "em espírito" (pneuma).

      Agora vão dizer. Não! Isto aí não são os mortos e nem espíritos. O evangelho foi pregado aos mortos quando estavam vivos!
      Pergunto. Se é assim, porque o texto continua, "e segundo Deus vivessem "em espírito."


      Hastings, Rand, Smith, Davis, Angus, o erudito Manson, O abalizado Plummer, com sua incontestável autoridade, Shailer Mathews, Charles L. Lewis..

      Foi Ellen que os ensinou que a Parábola é uma Parábola, Sena ???

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    8. Então, eles só são sinceros por que o comentário deles coincidem com a posição de Ellen White...

      Percebeu? Ela é a medida.....

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    9. Sena,

      Você nunca vai ver Um Mortalista ser a favor da Imortalidade da Alma, com esses textos que citou la na sua postagem, agora,ao contrario, citamos muitos do passado e do Presente que são Imortalistas mas que, certas passagens como a da Parábola do Rico e Lazaro, eles discordam da maioria da Igrejas Protestantes da atualidade que vê essa Parábola sendo vista como Literal. !!!!!

      Isso Caí por terra em afirmar que essa História de Inconsciência pois porte é História de Adventistas e seguidos pela as Testemunhas de Jeová !!!

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    10. Ribeiro, os textos que apresentei são provas da imortalidade da alma.

      Mas enquanto Ellen White não 'disser', tais textos - aí vcs mostram quem pensa assim tb- tais textos não terão validade para sua cabeça...

      O ponto é - Ellen White! Sempre...

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  40. É interessante observarmos que o texto de 1 Samuel 28, nos sugere algo interessante, com relação ao crença de Saul e demais que tinham um envolvimento com o Deus de Israel e conheciam as verdades, quanto ao mundo após à morte. Saul tinha consciência de que o corpo descia a supultura ( Queber ) mais a alma/espírito encontrava-se no mundo dos mortos ( Sheol ). E tanto acreditavam nesta realidade que o levou a invocar a Samuel. Ele cria e tinha certeza que havia no interior do ser humano criado a imagem e semelhança de Deus um ser interior, consciente após a morte do corpo físico. Como é ensinado pelo Senhor Jesus, Paulo, etc. Porém é claro nas Escrituras que é abominação aos olhos de Deus invocar tal " homem interior ", que aguarda no Paraíso a ressurreição do corpo, quando da volta do Senhor; isto se tratando dos salvos em Cristo Jesus, já os que não O receberam aguardo também sua ressurreição, porém no Sheol/Hades, no local onde esta o Rico e seus companheiros, que rejeitam O Grande Amor de Deus. ( Lc.16.23 )
    Este texto Sagrado é sim mais um ponto, mais uma base para crermos na imortalidade da alma, e nos adverte a não tentarmos contato com os que aguardam sua ressurreição, pois Satanás o enganador se aproveitará, para se manifestar, se Deus permitir, e lançar mais um de seus enganos.
    Voltamos a lembrar, para não sermos mal entendidos, Deus não permite contato dos mortos com os vivos em hipótese nenhuma. ( Lc.16.19-31; Hb.9.27; Mt.25.41-46 )
    Em Cristo
    Wilton

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  41. Josinaldo, jogo sujo é o que seu guru faz lá na mira... por qual motivo vc não o questiona?
    Eu só perguntei o nome do individuo, só isso!

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    1. Sr. Sena,

      O jogo sujo a que me referi são as suas ameaças baratas de excluir os comentários do Sr. Adventista e/ou do Sétimo Dia pelo fato de eles não terem falado seus nomes "reais" aqui no blog.
      Se eles comentam pacificamente por aqui, por que razão iria deletar suas participações?

      Quanto ao Leandro Quadros, aprendo muito sobre os assuntos bíblicos com ele, mas não o tenho na forma como vc o qualifica. Se algum dia ele falar contra a mensagem bíblica irei rejeitá-lo.
      Em relação ao blog Na Mira da Verdade, não tenho nenhuma queixa contra o administrador do blog, por isso não fico questionando-o.

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    2. Josinaldo, eu tenho direito como moderador do blog requerer isso...

      O Sétimo Dia disse o nome, e ele está batendo para todos os lados.

      Jogo sujo?

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  42. Este comentário foi removido pelo autor.

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  43. Olá, amigos. Bom sábado a todos! Estou observando o debate de vocês e, tirando os excessos, que aliás são naturais, estou achando bem legal. Sou adventistas do sétimo dia e se me permitem uma contribuição, gostaria de perguntar o seguinte: 1) se a alma não é imortal, como pretendem os amigos que defendem tal posicionamento, estaria Deus mentindo ao dizer: "certamente morrerás"? 2) Há um ponto que para mim fica sem sentido quando se diz que o espírito que volta a Deus é uma entidade consciente. Explico: o fato do espírito voltar para Deus consciente significa, pela lógica mais elementar, que ele já teria de ser consciente antes vir também. Há alguma explicação para isso? Outra coisa, os espíritos dos homens são os mesmos dos animais, será que no Céu tem um altar para os espíritos dos animais ficarem embaixo também? Ficaria grato se alguém respondesse honestamente essas dúvidas.

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    1. Olá Everton...

      Em primeiro lugar, vc deve submeter seus questionamentos aos testemunho da Escritura. Temos capacidade mental de produzir questionamentos a respeito de qualquer assunto. Os ateus que o diga...

      Portanto, mais importante é se a Bíblia ensina tal questionamento. Ela questiona a imortalidade da alma? Não! Antes ela também usa essa realidade para descrever o estado dos mortos, como pode ser visto nos textos citados na postagem da Escritura.

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  44. Sena,

    O "Espirito" de Moisés no Monte

    À PÁGINA 104, mencionando a cena da transfiguração de Jesus, afirma que era "o espírito" de Moisés que lá aparecera e não seu corpo glorificado, como sustentamos.
    A Bíblia não diz que era o espírito de Moisés que lá estava. Isto é uma conclusão gratuita. Dizem os evangelhos que Moisés e Elias lá apareceram ao lado do Mestre, em pessoa, glorificados como o seremos algum dia se permanecermos fiéis até ao fim. Dizer que o texto alude a espírito é ir "além do que está escrito". Consideremos o seguinte:

    1. Cristo lá se achava corporalmente, porém transfigurado num ser resplandecente sem perder, contudo, Suas características pessoais.

    2. Elias – que não provara a morte – também ali se achava corporalmente.

    Ou teria ele deixado o corpo inanimado ou tombado em algum canto do Céu, enquanto o espírito descera ao monte da transfiguração? Elias fora arrebatado vivo, e ao ingressar no Céu, sem dúvida, seu corpo fora transformado, fora glorificado, pois "a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus", "nem a corrupção herdar a incorrupção." Mas, lemos em S. Lucas 9:31 que Moisés e Elias "apareceram com glória." Jesus também, pois toda a cena era uma antecipação da glória futura do reino.

    3. Se os dois personagens acima citados lá se achavam com corpos glorificados, porque só Moisés lá estaria em espírito? Seria uma "alma" visível, conversando com pessoas corporalmente presentes? Diz S. Marcos que ambos (Moisés e Elias) falavam com Jesus. Logo, não eram espíritos. Tão real era a cena ali no monte que Pedro propôs construir três tendas. "Uma para Ti [para Cristo], outra para Moisés, e outra para Elias.

    " S. Mar. 17:4. É inadmissível construir tenda para um espírito. Não se tratava de visão, sonho ou alucinação de Pedro, porque, quase quarenta anos depois, bem lúcido ainda, referia-se ao fato: "nós vimos a Sua glória" (II S. Ped. 1:16-18). Vira a Pessoa de Jesus, a pessoa de Elias e a pessoa de Moisés.

    O fato de os dois personagens desaparecerem depois não prova que eram espíritos, pois o corpo glorificado também tem esta propriedade. Jesus, ressurreto, penetrou num cômodo completamente trancado. S. João 20:19.

    4. Que Moisés ressuscitara é fato que aceitamos, inclusive por outras evidências bíblicas. Lemos que, de fato, Moisés fora sepultado na terra de Moabe, no entanto, ninguém soube o local de sua sepultura. Deut. 34:6. Havia nisso um desígnio da parte de Deus. Todos os que morrem, são contados como prisioneiros de Satanás, no sentido de estarem na sepultura, retidos, inativos, vencidos. Lemos, porém, em Heb. 2:14, que Jesus, "pela Sua morte aniquilou o que tinha o império da morte, isto é, o diabo." Pois bem, cremos que Moisés escapou da prisão da morte.

    a) Em Judas 9, lemos que houve disputa entre Miguel, o arcanjo e o diabo acerca DO CORPO de Moisés. A disputa não era sobre a sepultura, mas sobre o corpo do servo de Deus. Satanás reclamava Moisés como seu cativo, porém Miguel (que cremos ser Cristo, Dan. 10:21; 12:1; S. João 5:28; Dan. 12:2; 1 Tess. 4:16) também o reclamava para si. Não seria admissível que houvesse uma disputa sobre a corpo de Moisés, a não ser que se tratasse da ressurreição desse corpo. A ambição maior do inimigo é manter mortos PARA SEMPRE todas os que são filhos de Deus, e dormem nos seus túmulos.

    b) Lendo-se as ressurreições ocorridas na Bíblia, antes da de Cristo, costuma-se citar a do filho da viúva de Sarepta (I Reis 17) como a mais antiga. Temos, contado, em Romanos 4:14, essa espantosa revelação: "No entanto, a morte reinou desde Adão ATÉ MOISÉS ..." Notemos o verbo reinar, que quer dizer, dominar, prevalecer.

    Edilberto Ribeiro

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  45. Ora, depois de Moisés os homens continuaram morrendo, mas o texto acima nos diz que a morte teve domínio indiscutível sobre os mortais ATÉ MOISÉS. Em outras palavras, até Moisés ninguém se levantou do túmulo para provar que é possível reviver. Nisso o diabo viu seu império abalado. Vemos nisso evidência clara à ressurreição de Moisés.

    c) Muitos comentadores não adventistas também admitem a ressurreição de Moisés. Olshausen entende que a narrativa da transfiguração é literal, e no seu comentário sobre o passo, afirma:

    "Porque se admitimos a realidade da ressurreição do corpo e sua glorificação – verdades que indubitavelmente fazem parte da doutrina cristã – toda a ocorrência no monte não apresenta grandes dificuldades. A aparição de Moisés e Elias, que é tida por muitos como ponto assaz incompreensível, é facilmente concebida como possível, se aceitarmos a sua glorificação corporal."

    O notável comentarista Adão Clarke assim considera o texto de S. Mateus 17:3:

    "Elias veio do Céu no mesmo corpo com que deixou a Terra, pois fora trasladado, e não viu a morte. (II Reis 2:11). E o corpo de Moisés fora provavelmente ressuscitado, como sinal ou penhor da ressurreição; e como Cristo está para vir a julgar os vivos e as mortos – porque nem todos morreremos, mas todos seremos transformados (I Coríntios 15:51) – Ele certamente deu plena representação deste fato na pessoa de Moisés, que morrera e então fora trazido à vida (ou aparecera naquele momento como aparecerá ressurreto no dia final), e na pessoa de Elias, que nunca provou a morte. Ambos os corpos (Moisés e Elias) apresentavam a mesma aparência, para mostrar que os corpos dos santos glorificados são os mesmos, quer a pessoa seja arrebatada (viva) ou ressuscitada (estando morta)."

    d) Os judeus criam na ressurreição de Moisés. Havia entre eles um livro apócrifo intitulado "Assunção de Moisés." Crê-se geralmente que Judas 9 é nada menos que ama citação desse livro.

    e) A maior prova, porém é o fato de Moisés aparecer glorificado no monte.
    Cita ainda o Sr. Pitrowski I Cor. 15:20 para concluir que Cristo foi o primeiro a ser ressuscitado. Leiam-se, contudo, estas passagens: I Reis 17:17-22; II Reis 4:32-36; S. Mat. 27:52 e 53; S. Luc. 7:14; S. João 11:43 e 44; Heb. 11:35, além de outras. Mas ressurreição para a glória, a primeira foi a de Moisés.

    Cristo, feito "as primícias dos que dormem," não significa que fosse a primeiro da ressurreição, pois em outro texto semelhante a Tradução Brasileira reza: "seria Ele o primeiro que, pela ressurreição dos mortos, havia de anunciar a luz ao povo e aos gentios." Atos 26:23.

    E Boomfield, em seu comentário pondera:

    "As palavras do texto podem ser traduzidas 'depois da ressurreição dos mortos' ou 'pela ressurreição,' sendo mais exata esta última."

    Wakfield traduziu assim o passo:

    "Cristo sofreria a morte, e seria o primeiro a proclamar a salvação a seu povo e aos gentios pela ressurreição dos mortos."

    "Primícias" não está em relação com prioridade, mas como símbolo. Relaciona-se com o molho movido que o sacerdote erguia na festa dos asmos, na dedicação dos primeiras frutos da colheita. Cristo era o Antítipo dos molhos, do mesmo modo como é chamado Cordeiro por ser Antítipo dos cordeiros do sacrifício, no ritual do santuário. Houve muitos cordeiros sacrificados antes dEle.

    Como Antítipo, Cristo é as primícias dos que dormem. Leia-se S. Tia. 1:18 e ver-se-á que também somos primícias. Em Apoc. 14:4 se lê que os 144.000 são primícias também.

    E assim se desmantela mais uma ficção imortalista.

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    1. O Festival de bobagens continua! O Sétimo Dia continua fazendo download do livro "Subtilezas do Êrro", de Arnaldo Cristianini, sem o menor interesse em averiguar por si mesmo o que dizem as Escrituras.

      Vamos ver algumas citações que não resistem a um exame cuidadoso da palavra:

      "Elias fora arrebatado vivo, e ao ingressar no Céu, sem dúvida, seu corpo fora transformado, fora glorificado, pois "a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus", "nem a corrupção herdar a incorrupção."

      ELIAS NÃO PODERIA IR AO CÉU EM UM CORPO GLORIFICADO. Porque? Porque o ingresso ao céu em um corpo glorificado VEIO ATRAVÉS DO CÁLVARIO.
      A morte vicária e ressurreição de Cristo foi o que produziu, trouxe à luz, gerou o corpo glorificado em que os crentes irão habitar.
      Antes da cruz e do túmulo vazio, NÃO HAVIA ESTA POSSIBILIDADE.
      Quando se colocam as promessas que se concretizaram devido ao derramamento do sangue da nova aliança se cumprindo debaixo da antiga aliança TORNA-SE O CÁLVARIO SEM EFEITO.

      Mais ou menos 10 anos após o "arrebatamento de Elias", em 2Cr.21:12 o rei Jeorão recebe uma carta do profeta Elias. Não diz que foi achada por alguém e levada ao rei; é pura especulação afirmar isto. Elias foi arrebatado ao céu, mas a Escritura não diz que ele foi ao Céus de Deus, estando ele ainda debaixo do sangue de animais.
      Existem três céus: o céu onde vôam os pássaros, o céu onde estão as galáxias, e o Céus de Deus. Então vamos pensar um pouquinho e não tirarmos conclusões precipitadas.

      Outra descuidada citação:

      "Tão real era a cena ali no monte que Pedro propôs construir três tendas. "Uma para Ti [para Cristo], outra para Moisés, e outra para Elias.

      As Escrituras afirmam que Pedro, atônito, "não sabia o que dizia." Lc.9:33

      "4. Que Moisés ressuscitara é fato que aceitamos, inclusive por outras evidências bíblicas. Lemos que, de fato, Moisés fora sepultado na terra de Moabe, no entanto, ninguém soube o local de sua sepultura. Deut. 34:6. Havia nisso um desígnio da parte de Deus. Todos os que morrem, são contados como prisioneiros de Satanás, no sentido de estarem na sepultura, retidos, inativos, vencidos. Lemos, porém, em Heb. 2:14, que Jesus, "pela Sua morte aniquilou o que tinha o império da morte, isto é, o diabo." Pois bem, cremos que Moisés escapou da prisão da morte."

      Aí em cima o oponente se contradiz, pois cita a Bíblia que com todas as letras afirma que a ressurreição PARA A VIDA ETERNA VEIO PELA RESSURREIÇÃO DE JESUS, E NÃO ANTES, o que tornaria DESNECESSÁRIO O CALVÁRIO.

      JUDAS 9 NÃO FALA NADA DA RESSURREIÇÃO DE MOISÉS. Se Moisés tivesse ressucitado para a vida eterna em um corpo glorificado e imortal, as Escrituras teriam dado testemunho de um acontecimento tão importante ocorrido com um profeta de tamanha grandeza.

      Mas as Escrituras não afirmam NADA sobre a ressurreição de Moisés. Os judeus tinham vindo do Egito, onde ficaram escravos por 40o anos; lá havia a arte do mumificação de corpos. Satanás queria revelar o local da sepultura de Moisés a fim de levar o povo a idolatria, como já havia feito antes com o bezerro de ouro, e agora, no caso de Moisés, ia ser MUITO PIOR.

      Outra citação do oponente:
      "b) Lendo-se as ressurreições ocorridas na Bíblia, antes da de Cristo, costuma-se citar a do filho da viúva de Sarepta (I Reis 17) como a mais antiga. Temos, contado, em Romanos 4:14, essa espantosa revelação: "No entanto, a morte reinou desde Adão ATÉ MOISÉS ..." Notemos o verbo reinar, que quer dizer, dominar, prevalecer."

      O texto de Rm.5:14 NÃO ESTÁ FALANDO DE RESSURREIÇÃO, E MUITO MENOS A DE MOISÉS.
      Paulo está afirmando no verso 13 do referido capítulo 5 de Rm. que que até a "era da lei", ou seja, ANTES de sua promulgação, o pecado já estava no mundo, mesmo sem a existência da lei dada no Sinai, que declara o pecado. Então ele arremata dizendo que a morte em decorrência do pecado existiu de Adão até Moisés, ou seja, até a chegada da lei que formalmente denuncia o
      pecado. Possegue...

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    2. Antes uma correção: No comentário anterior eu acentuei errado a palavra Calvário, escrevendo, 'Cálvario."

      Continuando!

      Outra citação absurda e inculta. Vejamos:

      "Ora, depois de Moisés os homens continuaram morrendo, mas o texto acima nos diz que a morte teve domínio indiscutível sobre os mortais ATÉ MOISÉS. Em outras palavras, até Moisés ninguém se levantou do túmulo para provar que é possível reviver. Nisso o diabo viu seu império abalado. Vemos nisso evidência clara à ressurreição de Moisés."

      O oponente diz que o diabo viu "seu império abalado pela ressurreição de Moisés para a vida eterna."

      Que tolice! O diabo só viu seu império abalado quando se cerificou da ressurreição do Senhor Jesus. Se Moisés tivesse sido ressucitado por Deus, para a vida eterna, em um corpo glorificado, o próprio Deus estaria ANULANDO o seu plano de redenção, porque a benção da vida eterna, ou como as Escrituras afirmam, "o Dom da vida eterna", veio somente depois do Calvário e do túmulo vazio. Querer estabelecer a ressurreição de Moisés para a vida eterna, além de não ter apoio nas Escrituras de tão importante evento, é TORNAR A CRUZ DE CRISTO NULA, e paganizar o cristianismo não tendo necessidade da cruz de Cristo para trazer a vida eterna.

      Outra citação do oponente:

      "Cristo, feito "as primícias dos que dormem," não significa que fosse a primeiro da ressurreição, pois em outro texto semelhante a Tradução Brasileira reza: "seria Ele o primeiro que, pela ressurreição dos mortos, havia de anunciar a luz ao povo e aos gentios." Atos 26:23.

      E Boomfield, em seu comentário pondera:

      "As palavras do texto podem ser traduzidas 'depois da ressurreição dos mortos' ou 'pela ressurreição,' sendo mais exata esta última."

      Os sujeitos são tão ímpios que vão "fuçar" buscando citações de comentáristas protestantes que não são unânimes e nem dogmáticos nestes assuntos para defender suas heresias.

      As Escrituras afirmam que Cristo FOI O PRIMEIRO A RESSUCITAR PARA A VIDA ETERNA.

      "Pois como em Adão TODOS MORREM , assim EM CRISTO TODOS SERÃO VIVIFICADOS." 1Co.15:22

      "Pois desde que por um homem veio a morte, POR UM HOMEM VEIO TAMBÉM A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS." 1Co.15:21.

      "Mas agora Cristo foi ressucitado dos mortos, E TORNADO AS PRIMICÍAS DAQUELES QUE DORMEM. " 1Co.15:20.

      Outra bobagem do oponente:

      "Primícias" não está em relação com prioridade, mas como símbolo. Relaciona-se com o molho movido que o sacerdote erguia na festa dos asmos, na dedicação dos primeiras frutos da colheita. Cristo era o Antítipo dos molhos, do mesmo modo como é chamado Cordeiro por ser Antítipo dos cordeiros do sacrifício, no ritual do santuário. Houve muitos cordeiros sacrificados antes dEle.

      Como Antítipo, Cristo é as primícias dos que dormem. Leia-se S. Tia. 1:18 e ver-se-á que também somos primícias. Em Apoc. 14:4 se lê que os 144.000 são primícias também."

      Da citação acima eu pinçei esta:
      "Primícias" não está em relação com prioridade, mas como símbolo."

      O oponente diz que Cristo como as primícias não tem a prioridade de ser o "primeiro da ressurreição dos mortos para a vida eterna."

      Leiamos Colossenses 1:18:

      "E ele é o cabeça do Corpo, a Igreja: Quem é o princípio, O PRIMOGÊNITO DENTRE OS MORTOS; para que EM TODAS AS COISAS ELE TENHA A PREEMINÊNCIA."

      O oponente, talvez sem o saber, está cooperando com heresias que vem para diminuir a GLÓRIA do Calvário e o dom da vida eterna que vem somente pela cruz de nosso Senhor Jesus Cristo!

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  46. Quero que vc Paulo me mostre Bíblia, toda essa sua falácia quero que mostre ponto por ponto na Bíblia.......

    Vamos estou esperando.

    O Livro tenho ele aqui em casa...

    Deus me guarde das seus heresias, buscar matérias que você estudo, é a mesma coisa que Estar Bebendo Veneno de Cobra !!!!

    "E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que UM CARRO DE FOGO,COM CAVALOS DE FOGOS, os separou um do outro; e Elias SUBIU AO CÉU NUM REDEMOINHO."

    "O que vendo Eliseu, clamou: Meu pai, meu pai, carros de Israel, e seus cavaleiros! E NUNCA MAIS O VIU; e, pegando as suas vestes, rasgou-as em duas partes."

    "Também levantou a capa de Elias, que DELE CAÍRA; e, voltando-se, parou à margem do Jordão."

    Você ó DOIDO, IGNORA as Escrituras .........

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    1. VENENO DE COBRA É O QUE DESTILA AQUELA CASCAVEL DE SUA FALSA PROFETISA.

      lHE CITEI OS TEXTOS DIRETO DA PALAVRA, E VOCÊ COMO É INCRÉDULO, NEGA O QUE AS ESCRITURAS AFIRMAM.

      Nenhum texto declara a ressurreição de Moisés para a vida eterna, em um corpo glorificado ANTES DE
      CRISTO.

      Já expliquei isto em meus comentários aí em cima. Mas creio que você tem dificuldade de entender o que lê.

      Se Moisés tivesse sido ressucitado ou Elias tivesse ido aos Céus de YHWH, um evento tãi importante certamente estaria registrado nas Escrituras, assim como o Dilúvio, A passagem pelo Mar Vermelho, A Torre de Babel, David e Golias, as atuações miraculosas de Deus em favor de Israel etc.

      Mas não existe REGISTRO NENHUM DA RESURREIÇÃO DE MOISÉS.

      Você é que não tem Escritura para demonstrar sua crença. Você é que tem de provar suas afirmações.

      Eu já demonstrei as minhas COM AS RESPECTIVAS ESCRITURAS.

      Leia Rm.3:32: "Porque TODOS PECARAM e estão DESTITUÍDOS da Glória de Deus, 24 Sendo justificados por sua Graça ATRAVÉS DA REDENÇÃO QUE ESTÁ EM CRISTO JESUS.'

      TODOS, SEM EXCEÇÃO tiveram de esperar pelo Calvário a fim de ter acesso ao Céus e a Deus.

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  47. Você não provou NADA! Não conhece as Escrituras, e apenas sabe repetir o que afirma sua liderança sabatista.

    Elias com certeza subiu aos céus, mas não atravessou o espaço e foi parar diante do trono de Deus com seus pecados, pois precisava d o Messias, como todos os outros para ser redimido de seus pecados; ele estava debaixo do sangue de animais, então como iria ao céu com seus pecados?

    Elias subiu aos céu atmosférico e foi ocultado por Deus, posto a descansar na presença de Deus, mas aqui na terra. 2Cr.21:12 diz que o Rei Jeorão recebeu uma carta do profeta Elias.

    O conteúdo da carta é descrito em parte e nitídamente se vê Elias fazendo referência ao passado, ou seja, carta era atual e não uma profecia que Elias teria deixado escrito.

    Os profetas que pertenciam a "escola de profetas", foram advertidos por Eliseu de que não adiantava procurar em nenhum monte em redor. Mas nenhum deles acreditava que Elias teria ido a presença de YHWH.

    Ellen White, aí sim , desconsiderando as Escrituras, até mesmo por ignorância diz que Deus ressucitou a Moisés "ANTES DE QUE SEU CORPO VISSE CORRUPÇÃO."

    Isto é uma blasfêmia contra a palavra que declara que SOMENTE JESUS CRISTO NÃO VIU CORRUPÇÃO, SEU CORPO, PORQUE ELE NÃO TINHA PECADO.

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  48. O livro de Arnaldo Cristianini deixa tudo claro como o Sol ao meio Dia, ACEITA QUEM QUISER E FOR SINCERO, UMA COISA QUE NÃO VEJO NESTE BLOG UMA PALAVRA CHAMADA SINCERIDADE !!!!!!

    Se vc diz que eu só repito o que eu aprendi com os sabatistas, o que me dizer de vc Cadi ? Com essas suas loucuras de espiritismos, salvação depois que morremos, Consciência pois morte, quando a Bíblia deixa bem claro que é ao contrario Eclesiastes 9:5,6 e 10, e assim prossegue com suas LOUCURAS !!!!!!!!!!

    As Almas Debaixo do Altar

    Na mesma pág. 104, o oponente se refere às almas dos mártires debaixo do altar no Céu (Apoc. 6:9-11). E diz que são espíritos sem corpo. Antes de refutarmos, será bom repetir que c livro de Apocalipse é eminentemente simbólico, e o próprio opositor, à pág. 20 declara:

    "Ora, é fácil confundir e enganar alguém com interpretações plausíveis que se dêem a estes símbolos." E é precisamente isto que ele faz, na argumentação das "almas debaixo do altar" considerando coma um lato real aquilo que é simbólico. Ora, esta passagem não pode ser tomada em sentido literal. Além disso, é preciso considerar:

    a) Se é verdade que as almas dos justas, ao morrerem eles, vão diretas para a glória, não ficariam acotoveladas debaixo do altar dos sacrifícios, sofrendo aflitas, clamando em altos bradas por vingança contra os inimigos Nem isto é do espírito cristão, que manda "amar os inimigos, e orar por eles."

    b) Afirmar que o altar estava no Céu é temerário, pois o único altar que lá existe, é a altar do incenso, e não o do sacrifício, e o dato de dizerem que queriam vingança "dos que habitam sobre a Terra" não indica que estivessem no Céu.

    Mesmo porque, segundo a melhor exegese, estas "almas" eram as pessoas vítimas da matança do cavaleiro chamado Morte, descrito no quarto selo. Queremos dizer que as "almas" que aparecem sob o quinto selo foram mortas sob o selo precedente, dezenas ou mesmo centenas de anos antes, portanto os seus perseguidores já estavam mortos, e ainda de conformidade com a teologia popular deveriam já estar no inferno, portanto já sofrendo a punição, sendo inócuo, pois, o clamor por vingança.
    Com referência ao altar, Diz Adão Clarke:

    "Foi-lhe apresentada uma visão simbólica, na qual ele viu um altar; e debaixo dele as almas dos que foram mortos por causa da Palavra de Deus – martirizados pela sua fidelidade ao cristianismo – são representadas coma sendo recentemente mortas, vítimas da idolatria e da superstição. O altar acha-se na Terra e não no Céu."

    Portanto o clamor por vingança era simbólico. Diz-se que o sangue de Abel clamava a Deus. Gên. 4:9 e 10. O salário dos trabalhadores, retido por fraude, clamava, e seu clamor chegou aos ouvidos de Deus. S. Tia. 5:4. Houve, na visão, a mesma personificação atribuída ao rico e Lázaro. Nada mais.

    Diz Alberto Barnes, em seu comentário sobre o passo:

    "Não devemos supor que isto ocorreu literalmente, e que João viu de fato as almas dos mártires debaixo do altar, porque toda a representação é simbólica; tampouco devemos supor que os ofendidos e maltratados estejam de fato no Céu clamando por vingança contra aqueles que os maltrataram... Pode-se, contudo bem concluir que haverá uma lembrança dos sofrimento dos perseguidos tão real como se ali fosse feito semelhante clamor, e que os opressores têm tanto a temer da vingança divina como se aqueles a quem injuriaram clamassem no Céu ao Deus que ouve as orações e exerce vingança."

    As visões dos selos referem-se a eventos históricos, passados na Terra. Essas "almas" (pessoas) por certo não estavam vivas quando João as viu sob o quinto selo, pois somente depois da ressurreição estariam vivas e fruiriam o milênio. Ler Apoc. 20:4.
    Se fossem "espírito" como quer o oponente, como se concebe espíritos imponderáveis, fluídicos e abstratos vestindo roupagens brancas?

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  49. Conclusão !

    Não, tratava-se de uma visão. Tudo era simbólico. Como a reputação das mártires tivesse sido enegrecida, então se mostrou sua inocência pelo símbolo de vestiduras brancas. A passagem de modo algum se destina a ensinar a doutrina da consciência na morte. Nem a pessoa na glória pede vingança.

    Assim vai por terra mais um castelo de cartas...

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  50. Sétimo Dia disse: "Se vc diz que eu só repito o que eu aprendi com os sabatistas, o que me dizer de vc Cadi ? Com essas suas loucuras de espiritismos, salvação depois que morremos, Consciência pois morte, quando a Bíblia deixa bem claro que é ao contrario Eclesiastes 9:5,6 e 10, e assim prossegue com suas LOUCURAS !!!!!!!!!!"

    Resposta: Eu não afirmei que existe salvação depois da morte; você é que não entendeu o que expliquei.

    Em 1Pe.3:18-20 afirma positivamente no final do versículo 18 que Cristo "morreu na carne (isto foi na cruz), mas foi vivificado "pelo Espírito." No versículo 19 continua declarando, "pelo qual (o Espírito) foi e pregou aos espíritos em prisão que foram desobedientes no tempo de Noé."

    Está pregação foi aos PERDIDOS NO SHEOL; não foi para a salvação. Não vou me aprofundar agora nisto.

    Em 1Pe.4:6 declara que o evangelho foi "pregado aos mortos para que eles fossem vivificados em espírito."

    Esta pregação foi AOS SALVOS NO SHEOL a fim de vivificar os seus espíritos para a vida eterna ou novo nascimento sem o qual ninguém entrará no reino de Deus. Os salvos que viveram debaixo da antiga aliança e que estavam debaixo do sacrifício de animais, agora são "transladados" para debaixo do sangue do cordeiro de Deus, seu Messias.

    Os dois textos, tanto o de 1Pe.3:18-20 e 1Pe.4:6 vem numa sequência e tratam do MESMO ASSUNTO.

    Em 1Pe.3:18 (final) e 19 afirmam que Cristo morreu e foi pregar aos espíritos em prisão. Está é a sequência natural do texto e querer mudar o seu ritmo é deliberadamente torcer a Escritura.

    O texto de forma nenhuma está dizendo que Cristo pregou aos "espíritos em prisão" através de Noé, porque durante o tempo de sua pregação enquanto a misericórdia estava sendo oferecida NENHUM ESPÍRITO ESTAVA EM PRISÃO E AS PESSOAS ESTAVAM EM SEUS CORPOS.

    Sétimo Dia citando o livro "Subtilezas do Êrro: "a) Se é verdade que as almas dos justas, ao morrerem eles, vão diretas para a glória, não ficariam acotoveladas debaixo do altar dos sacrifícios, sofrendo aflitas, clamando em altos bradas por vingança contra os inimigos Nem isto é do espírito cristão, que manda "amar os inimigos, e orar por eles."

    Resposta: Quando o Senhor Jesus chamou os fariseus de "filhos do diabo", João, o Batista chamou-os de raça de víboras, Paulo chamou aquele falso profeta que pretendia afastar o proconsul da verdade de "filho do diabo", Pedro em sua primeira epístola no capítulo 2 baixa o porrete nos ímpios que deliberadamente transformam a verdade em injustiça etc. etc. etc. ONDE ESTÁ O ESPÍRITO CRISTÃO AÍ?

    Os mártires estão clamando não "segundo a carne", mas segundo o "Espírito Santo." Porque? Porque está se aproximando a hora do juízo de Deus. Concomitantemente na terra estarão clamando os justos vivos clamando: "E Deus não VINGARÁ os seus próprios eleitos que clamam a ele dia e noite...eu vos digo que irá VINGÁ-LOS rapidamente... Lucas 18:7-8.

    O "Subtilezas do Êrro" continua DESONESTAMENTE citando autores protestantes; vejamos:
    Com referência ao altar, Diz Adão Clarke:

    "Foi-lhe apresentada uma visão simbólica, na qual ele viu um altar; e debaixo dele as almas dos que foram mortos por causa da Palavra de Deus – martirizados pela sua fidelidade ao cristianismo – são representadas coma sendo recentemente mortas, vítimas da idolatria e da superstição. O altar acha-se na Terra e não no Céu."

    Portanto o clamor por vingança era simbólico. Diz-se que o sangue de Abel clamava a Deus. Gên. 4:9 e 10. O salário dos trabalhadores, retido por fraude, clamava, e seu clamor chegou aos ouvidos de Deus. S. Tia. 5:4. Houve, na visão, a mesma personificação atribuída ao rico e Lázaro. Nada mais."

    Interpretação COMPLETAMENTE EQUÍVOCADA.

    As almas debaixo do altar em Apocalipse 6:9-11 estão debaixo do ALTAR DE INCENSO NO CÉU. É o único altar que o Apocalipse menciona.



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  51. Se o altar debaixo onde estavam as almas estivesse na terra, teria de ser o "altar de holocausto", através do qual se fazia a expiação. O Único sacrifício, martírio que o altar de holocausto recebeu foi o do Senhor Jesus, já que o "altar de holocausto" representava a CRUZ.

    Assim como o sangue de animais escorria para a base do altar de holocausto, o sangue de Cristo escorria para a base da cruz.

    As almas de Ap.6:9-11 estão debaixo do "altar de incenso" porque estavam recebendo INTERCESSÃO.

    Não é o "sangue" delas que clamava, como no caso de Abel, mas ELAS CLAMAVAM DO CÉU por causa de seu sangue que foi derramado na (planeta) terra.

    Apocalipse 18:20 declara sobre a queda de Babilônia:

    "Regozije-se sobre ela, tu ó céus, e vós SANTOS APÓSTOLOS E PROFETAS; pois Deus tem vos VINGADO dela."

    Sétimo Dia, não está na hora de você olhar mais para as Escrituras, com oração e reconhecer que o adventismo não passa de uma seita?

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  52. Pra quer serve a Pregação ? Se vou pregar, por quer existe chances de alguém ser salvo !!!!

    Que tipo de pregação Cristo Pregou ??? Quero Bíblia e não falácia !!!!!

    Está pregação foi aos PERDIDOS NO SHEOL; não foi para a salvação. Não vou me aprofundar agora nisto.

    Em 1Pe.4:6 declara que o evangelho foi "pregado aos mortos para que eles fossem vivificados em espírito."

    Esta pregação foi AOS SALVOS NO SHEOL a fim de vivificar os seus espíritos para a vida eterna ou novo nascimento sem o qual ninguém entrará no reino de Deus. Os salvos que viveram debaixo da antiga aliança e que estavam debaixo do sacrifício de animais, agora são "transladados" para debaixo do sangue do cordeiro de Deus, seu Messias.

    Contradição :: OS PERDIDOS VÃO PRO MESMO LUGAR QUE OS SALVOS ?? SHEOL ......

    Por que você disse que Cristo no Sheol pregou tanto para os espíritos desencarnados dos PERDIDOS e para os espíritos desencarnados dos Salvos .....

    Alguém me ajude a tentar pelo o mesmo entender o que esse Homem (Cadi) quer dizer ...... Peço ajuda ao Luciano, se não é que ele pensa da mesma forma que o Paulo Cadi pensa, é fazer o que ele é seu Discípulo de (Luciano)......

    Expressões de Paulo

    II Cor. 5:1-8. O oponente fez uma confusão propositada visando a obscurecer a pensamento paulino. Diremos sucintamente que a expressão "nossa casa terrestre deste tabernáculo" refere-se ao corpo. Diz que aqui gememos no corpo, por isso aspirava ser revestido da habitação celestial (corpo glorificado).

    Queria que o mortal se revestisse da imortalidade (verso 4). Quando se dará isso? Ele mesmo nos diz que isso só ocorre na ressurreição, nunca antes. LER I COR. 15:51-54. Ler, reler e reter.

    Assim se harmoniza o pensamento límpido de Paulo como que ele próprio escreveu, sem distorções grosseiras. "Enquanto no corpo, ausente do Senhor."

    Depois da ressurreição, presente com o Senhor, pois estaremos fora deste corpo, revestido do corpo imortal e glorificado. O texto invocado não diz quando se operará esta mudança, mas em I Cor. 15 nos é dito claramente. Na ressurreição. Por que fugir da verdade bíblica, apenas par um capricho?

    Filip. 1:23. Também Paulo fala de seu desejo de estar com Cristo o que é melhor, e de fato o é. Este partir, significa, de fato, o fim da jornada. Mas, a inconsciência da morte, que para nós se conta por séculos ou milênios, é um ápice de tempo para os que dormem na tumba.

    II Cor. 12:2-4. A experiência do arrebatamento de S. Paulo. Quer o opositor que a expressão "ausente do corpo" signifique que um "espírito" dele se evadiu. Na verdade, nos escritos paulinos a expressão "fora do corpo" requer outra interpretação.

    Em I Cor. 5:3 ele emprega expressão eqüivalente, para dizer que, embora ausente de Corinto desejava lá estar em espírito para resolver um casa de disciplina na igreja.

    Será que Paulo praticava o chamado "desdobramento em campo astral" dos esoteristas? Porque, na verdade em II Cor. 12:2 o original diz ektos toy somatos, que bem traduzido é "longe do corpo," e em I Cor. 5:3, está apon to somati, "ausente do corpo" que a tradução Revista e Atualizada de Almeida verte acertadamente por "ausente em pessoa".

    O mesmo pensamento ocorre em Col. 2:5: "embora ausente quanto ao corpo, em espírito estou convosco".

    Nem de leve insinuou Paulo que se referia ao "corpo" e ao "espirito" no sentido de alma imponderável, etérea, esgazeada, uma fumacinha que se evade do corpo... E nesse texto a expressão ainda é mais forte no original, pois em vez de corpo, Paulo emprega sarki (sarkos) que é carne. Seria "longe da carne".

    Em II Cor. 12, Paulo teve um arrebatamento de sentidos como outros registrados em Atos 10:10; 11:5; Apoc. 1:10. Nada além disso. O mais é intriga da oposição religiosa.

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  53. Quanto ao "partir" de Paulo, como já se disse, indicava Sua morte, apenas isso. Mas não esperava, com a marte, receber imediatamente o galardão. Citemos apenas um texto para provar isso. "O tempo da minha partida é chegado ... a coroa da justiça me está guardada, a qual o senhor me dará NAQUELE DIA." II Tim. 4:6 e 8. Que dia, perguntaríamos. O próprio Paulo nos diz claramente: "a todos quantos amam a SUA VINDA." (verso 8, última parte). Prefiro crer em Paulo a crer em qualquer doutrinador humano.

    Quanto a expressão dormir, largamente empregada na Bíblia, significa o estado de inconsciência dos mortos até o dia da ressurreição, quando os justas receberão a imortalidade. "Lázaro dorme, mas vou acordá-lo do seu sono" – disse Jesus (S. João 11:11). Pouco depois, "Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu" (verso14). O sono é a inconsciência da morte. Nada mais. Prefiro crer em Cristo a crer nos imortalistas e pagãos.

    No final do cap. VIII, o autor demonstra sua completa ignorância da doutrina adventista sobre a vida futura. Tacha-a de "crasso materialismo," "que o homem morre como animal", que só "os ateus e os devassos" concordam que tudo "acaba na morte", e podem viver sem receio na maior devassidão. Deus é testemunha dessa acusação sem fundamento! Cremos que, por ocasião da volta gloriosa do Senhor, os justos serão arrebatados para fruírem a vida eternas no reino de Cristo. Terão a imortalidade, o gozo, a bem-aventurança eterna.

    Brilharão para sempre. Não morre ninguém "como animal" – isto é invenção do nosso descaridoso e grosseiro oponente.

    Quanto aos ímpios, ressurgirão depois do milênio, sendo finalmente punidos, com fogo e enxofre, numa pena proporcional à culpa de cada um. Porque a justiça requer que a punição seja proporcional ao crime.

    O homem será julgado e punido "segundo as suas obras;" "segundo o fruto de suas ações"; "segundo o fruto das suas obras"; "segundo as suas obras"; "segundo a sua obra". S. Mat. 16:27; Jer. 17:10; 32:19; Rom. 2:6; Apoc. 22:12.

    Repetimos: a destruição dos ímpios não é coisa momentânea, não é instantânea e terá duração proporcional à culpa de cada um. Alguns por mais tempo; outros por menos tempo; e outros ainda quase nada. Mas finalmente terão que ser destruídos, pois assim o exige a economia do Céu. A esperança dos adventistas centraliza-se em Cristo e na ressurreição. Mas o oponente ignora isso, e diz que ensinamos que, com a morte "tudo se acaba." Por que diz isso? Por que tão grosseira mentirá? Por quê?

    Edilberto !!!

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  54. Sétimo Dia disse: "Contradição :: OS PERDIDOS VÃO PRO MESMO LUGAR QUE OS SALVOS ?? SHEOL ......

    Por que você disse que Cristo no Sheol pregou tanto para os espíritos desencarnados dos PERDIDOS e para os espíritos desencarnados dos Salvos ....."

    Resposta: Eu não disse que houve salvação para os mortos, mas sim que Cristo levou o Evangelho aos santos do Antigo Testamento que já estavam salvos e esperavam seu Messias, ainda debaixo do sangue de animais.

    Só um acréscimo, Sétimo Dia: Eu não sou discípulo de ninguém, a não ser dAquele que morreu e ressucitou por mim. Entendeu?

    Continuando, Sétimo Dia com seu livrinho do Arnaldo Cristianini; Ah! uma coisa! As páginas de seu livrinho estão terminando, he!he!he!, Quero ver como que você vai se virar depois!

    Mas continuando, Sétimo Dia com seu livrinho peremptóriamente declarou: "Assim se harmoniza o pensamento límpido de Paulo como que ele próprio escreveu, sem distorções grosseiras. "Enquanto no corpo, ausente do Senhor."

    Depois da ressurreição, presente com o Senhor, pois estaremos fora deste corpo, revestido do corpo imortal e glorificado. O texto invocado não diz quando se operará esta mudança, mas em I Cor. 15 nos é dito claramente. Na ressurreição. Por que fugir da verdade bíblica, apenas par um capricho"

    Resposta: Em 1Co.5:6 diz que, "Portanto temos sempre confiança, e sabendo que enquanto ESTAMOS NO CORPO, ESTAMOS AUSENTES DO SENHOR." No verso 7 diz: "Porque vivemos por fé e não pelo que vemos." Verso 8 diz: "Temos, pois, confiança e preferimos estar AUSENTES (do grego, "ekdemeo", "emigrar, partir") do corpo e habitar com o Senhor."

    Segundo o "Vine´s Expository Dictionary" a palavra "ekdemeo" significa literalmente "estar longe das pessoas."
    Esta palavra "ekdemeo" tem a mesma raiz "ek", da palavra "ektos" que Paulo usa nesta mesma carta aos Coríntios no capítulo 12:3, onde ele afirma que não sabia se tinha sido arrebatado ao terceiro céu, no corpo ou "fora", (ek)tós, com o mesmo prefixo "ek" da palavra "ekdemeo", significando "lado externo, para fora."

    Sétimo Dia disse munido de seu manual: "Filip. 1:23. Também Paulo fala de seu desejo de estar com Cristo o que é melhor, e de fato o é. Este partir, significa, de fato, o fim da jornada. Mas, a inconsciência da morte, que para nós se conta por séculos ou milênios, é um ápice de tempo para os que dormem na tumba."

    Resposta: Em Filipenses 1:23, Paulo usa a palavra grega "analuo" para "partir" e estar com Cristo." Esta palavra tem o significado de, "desatar, partir, romper, regressar etc."
    Ele prefere "partir " e estar com Cristo mais do que ficar na carne pregando o Evangelho e ajudando os irmãos.

    Se ele ao morrer fosse ficar em uma tumba, que vantagem seria. Se ele estivesse falando da ressurreição dos justos, ele não personalizaria a declaração que fez, mas incluíria toda a Igreja. Mas no verso 24 ele confirma: "Contudo, por causa de vocês, é mais necessário que eu permaneça no corpo."

    Ele nada fala de ressurreição, pois no verso 23 ele diz que está pressionado (ele está, não os outros); tendo o desejo de ser "desatado" do grego "analuo." Mas por causa de vocês permanecerei mais um tempo. Continua...

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  55. Qual a vantagem não só para Paulo, mas para a Igreja que já tinha sofrido tantas baixas, se ele fosse morrer e ficar somente apodrecendo em uma tumba?

    Porque seria lucro, como está em Fp.1:23, Paulo partir para a inconsciência e deixar toda uma Igreja sem um dos seus principais baluartes, que afirmou que para ele "o viver é Cristo?"

    Não tem apoio bíblico a doutrina do sono da alma e também contrdiz frontalmente as declarações do Apóstolo.

    Pedro falando, em 2Pe.13-14: "Considero importante, enquanto estiver no tabernáculo deste corpo, despertar a memória de vocês, porque sei que em breve DEIXAREI ESTE TABERNÁCULO, como o nosso Senhor Jesus Cristo já me revelou."

    Se Pedro era somente o corpo, como poderia deixá-lo?

    Neste texto de 2Pe.1:14, a palavra "deixar" o corpo é "apothesis" que significa "desrevestir-se."

    Esta palavra "aposthesis" também é encontrada em 1Pe.3:21 onde diz: "...e isto é representado pelo batismo que agora também salva vocês, não o "despojamento" (remoção) da sujeira do corpo..."

    Se Pedro fosse somente o corpo, como ele poderia ser DESPOJADO, REMOVIDO de seu corpo?

    Esta declaração de Pedro a Igreja, encontrada neste texto de 1Pe.1:13-14, É A MESMA AFIRMAÇÃO que Paulo fez em 2Corintíos 5:6-8.

    Esta é a doutrina ORIGINAL do Cristianismo e não destas seitas todas capengas e com o rabo mais preso do que o do tatu, que apareceram no século 19 cheias de doutrinas estranhas de demônios.

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  56. Ei, psiu esqueceu ??

    Quanto ao "partir" de Paulo, como já se disse, indicava Sua morte, apenas isso. Mas não esperava, com a morte, receber imediatamente o galardão. Citemos apenas um texto para provar isso. "O tempo da minha partida é chegado ... a coroa da justiça me está guardada, a qual o senhor me dará NAQUELE DIA." II Tim. 4:6 e 8. Que dia, perguntaríamos. O próprio Paulo nos diz claramente: "a todos quantos amam a SUA VINDA." (verso 8, última parte). Prefiro crer em Paulo a crer em qualquer doutrinador humano.

    Foram REFUTADAS OS TEXTOS QUE O Luciano Usou pra fazer estar postagem !!!!

    E este Cadi se achando o Tal, com essas Pregações para "espíritos" desencarnados, espiritismos, sono da alma, enfim, SÓ BABOSEIRAS, VEM DIZER QUE REFUTOU O LIVRO SUBTILEZAS DO ERRO, UMA QUE NINGUÉM FEZ, ATÉ HOJE !!!!

    Vou lhe uma dica pra você ganhar dinheiro juntamente com o Luciano...

    O Luciano encontrou patrocínio pra Lançar o Livro dele, peça ajuda ao teu Tutor Luciano, quem sabe ele consegue um Patrocínio pra você lançar o teu Livro, "A Resposta ao Subtilezas do Erro"...

    Será um feito Histórico !!!!!!

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  57. Em primeiro lugar: Sou discípulo e seguidor somente de Jesus Cristo. Os outros são todos irmãos em Cristo.

    Não pretendo "ser o tal" como você disse, até mesmo porque os que se acham os tais, excluem pessoas de outras denominações cristãs, chamando-as de Babilônia e prostitutas, como fazem os sabatistas, testemunhas, mórmons e outros.

    Em 2Tm.4:6-8 Paulo não estava se referindo a salvação, a qual ele já possuía, mas ao "galardão", o que será dado aos crentes na segunda vinda do Senhor.

    Neste mesmo texto de 2Tm. que você citou, o Apóstolo declara que o tempo de sua "partida" (grego "analuo", ser desatado, como uma embarcação, o mesmo termo que ele usou em Fp.1:23 quando revelou o seu anseio de "partir" e estar com Cristo."

    Em 2Pedro 1:13-14, o Apóstolo fala em "deixar seu tabernáculo." Declaração explícita da vida após a dissolução do corpo físico.

    Compete a você, com oração e meditação sobre estes textos, conferir por si mesmo a verdade que eles revelam.

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  58. O SENHOR JESUS É A VERDADE !!!
    Ele deixou bem claro para todos que querem conhecer a verdade sobre este assunto: Imortalidade da alma, no texto de Lucas 16.22-28. A alma humana existe e forma consciente após a morte.
    Em todos os ensinos do Senhor Jesus Ele dava exemplos de situações da VIDA REAL. Por exemplo: Tesouro enterrado no campo, um homem trabalhando em uma vinha, uma mulher varrendo a sua casa, um pastor cuidando de suas ovelhas, um filho voltando para o seu lar. Jesus nunca ilustrou um ensino de EXEMPLOS FALSOS.
    Sendo este o caso, devemos obrigatoriamente concluir que Lucas 16 O Senhor Jesus esta dando um ensinamento baseado em uma situação da VIDA REAL, envolvendo a existência consciente após a morte. Certamente o verso esta em perfeita harmonia com outros versos das Escrituras, que ensinam a respeito da existência consciente da vida futura ( Lc.23.46; At.7.59; 2 Co.5.6-8; Fl.1.21-23; 1 Te.4.13-17; Ap.6.9-10 ) Jesus nunca se referiu a esta história real como se fosse uma " Parábola ", e, de modo diferente de Parabolas, que nunca utilizam nomes reais de pessoas, nesse episódio Jesus utilizou o nome real (Lázaro ) de uma pessoa.
    Deus nos ilumine
    Em Cristo
    Wilton

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