segunda-feira, 25 de março de 2013

O argumento fracassado de Leandro Quadros contra o DOMINGO – Parte 3


O ‘Lutero contemporâneo’ (classificação dada por um leitor do seu site), o ‘Titã’ (classificação dada pelo o coadjuvante do programa na Mira da Verdade, Tito) o apologista adventista Leandro Quadros, continuou seu ataque contra o domingo escrevendo:

2) Justino Mártir (ano 150 d.C) quando alude a um costume que se implanta entre os cristãos de sua época a reunirem-se no 1o dia da semana, refere-se a esse dia com a expressão “dia do Sol” e não “dia do Senhor”.

Bem a citação de Justino, entre outras é: ““Reunimo-nos todos no dia do Sol , não só porque foi o primeiro dia em que Deus, transformando as trevas e a matéria, criou o mundo, mas também porque neste mesmo dia Jesus Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dos mortos.”

A injustiça de Leandro Quadros é tamanha, que ele na confiança de que seus leitores apaixonados não buscarão mais informações, não informa que o primeiro dia era chamado de ‘dia do sol’ por todos em Roma! Cada dia da semana era dedicado a um ídolo. Tanto que até mesmo o sábado era também chamado de dia de saturno! Veja: 

“Crucificaram-no na véspera do dia de Saturno; e no dia seguinte a este, ou seja, no dia do Sol, aparecendo aos seus apóstolos e discípulos, ensinou-lhes tudo o que também nós vos propusemos como digno de consideração” (Justino I – Apologia Cap. 66-67 : PG 6,427 - 431).”

Os meses também eram (e são) são chamados de Janeiro; ao deus jano, nós chamamos assim! Agosto, por causa do Imperador Augustus, Julho;... assim vai. Justino usou um termo conhecido, o nome popular do primeiro dia.

Mesma coisa pode ser dito do dia 25 de dezembro, dedicado ao deus sol. Mas visto que Ellen White deixou os adventistas comemorarem o Natal, então o argumento não vale, não é mesmo Leandro Quadros!?

“Como instituição religiosa, o Natal não tem fundamento na Bíblia, e sim no paganismo. Nem Jesus Cristo nem os apóstolos instituíram o Natal. Como costume, ele veio do paganismo, e foi introduzido na Igreja Católica por volta do século IV, baseando-se, portanto, na autoridade dessa igreja e não da Palavra de Deus”.(Revista Adventista, dezembro de 1984, p. 14)

“Sendo que o dia 25 de dezembro é observado em comemoração do nascimento de Cristo, e sendo que as crianças têm sido instruídas por preceito e exemplo que este foi indubitavelmente um dia de alegria e regozijo, será difícil passar por alto este período sem lhe dar alguma atenção. Ele pode ser utilizado para um bom propósito.” (O Lar Adventista Pág 478) [http://www.adventistas.ws/Natal8.htm]

Não estou defendendo o Natal como defendo o domingo, só mostro a incoerência dos argumentos de Leandro Quadros ao citar Justino.

Quadros continua sua investida contra o dia do Senhor, o domingo, escrevendo:

“3) O evangelho de João teria sido escrito mais ou menos na mesma década que o Apocalipse e, ao referir-se ao domingo, o apóstolo não o chama de “dia do Senhor”, mas meramente “primeiro dia”. Nenhum título de santidade é dado ao domingo (só na imaginação fértil dos que são contra o quarto mandamento da Lei de Deus)”

Para um jornalista, Leandro Quadro é um bom apologista! Simples meu amigo: Isso soaria como um anacronismo. Poderia também dizer isso da Santa Ceia do Senhor, que não aparece nos evangelhos, apesar de na época da escrita dos mesmos, o termo ter se firmado entre os cristãos.

·   O que acha Sr. Leandro Quadros, de procurar também a palavra 'sábado'. ou uma referência clara a ele, em Gênesis depois da queda, e no período patriarcal!? Pelo menos assim confirmaria que após a queda, os servos de Deus guardavam o sábado, antes do período mosaico!


Finalizo essa parte dizendo que Leandro Quadros faz perguntas que dá a impressão que são fortes objeções, mas não passam de celeuma doutrinária.

Mais uma vez, argumento fracassado!

21 comentários:

  1. Creio que o amigo está se debatendo, primeiro porque seus argumentos não revogam a verdade proferida pelo Prof. Leandro Quadros de que a referência em questão se dava ao "Dia do Sol" e não ao "Dia do Senhor". A cultura da época via o domingo como o "Dia do Sol" pagão e não como o "Dia do Senhor" que temos hoje.

    Quanto ao natal, creio que o amigo está saindo um pouco da linha, pois, creio eu, até mesmo a vossa religião comemora o dia de natal.

    Como adventistas sabemos que é uma data convencional.

    Também muitas coisas que temos hoje, a maioria é criação de pagãos, pouquíssimas foram as invenções feitas pelo povo de Deus, os israelitas. Portanto o amigo tem coisas pagãs do portão até o teto de sua casa.

    Portanto, alerto-lhe para que volte à linha, pois seus argumentos estão atacando também as vossas próprias crenças e a de todos os outros cristãos.

    E realmente NA BÍBLIA, e até mesmo no escrito referido pelo professor, não há tratamento especial algum ao primeiro dia da semana, nem como domingo, nem como dia do senhor, mas tão somente como o pagão Dia do Sol de culto ao Deus sol. Devido ao costume de se adorar astros, como Saturno, como o próprio amigo bem explicou.

    O que vi portanto foi o amigo esfaqueando o próprio peito, achando que estava a defender o domingo enquanto apenas fortaleceu ainda mais os argumentos do Prof. Leandro Quadros.

    Por que o amigo então não nos mostra um versículo na bíblia ordenando a troca do sábado pelo domingo, que aí fica tudo exclarecido!?

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    1. Os mandamentos são uma questão de fé. O amigo crê que princípios morais como não matar, não furtar, não ter outros Deus, adorar a Deus como criador, honrar pai e mãe e os demais mandamentos, só surgiram à partir da entrega das táboas a Moisés.

      Os adventistas crêem que tais princípios sempre existiram e que Deus nunca se agradou de tais coisas e portanto sempre as proibiu.

      A existência do sábado desde o princípio é tão certo quanto a necessidade natural de descanço pelo menos uma vez na semana para o homem. E o agrado e Deleite de Deus em ser adorado por suas criaturas.

      E Abraão guardava os preceitos, os estatudos e as leis de Deus, a própria bíblia afirma isto. O amigo conseguiria imaginar que leis seriam estas? Pessoalmente não consigo inventar um outro mandamento além daqueles 10.

      É mais razoavel crer que eram os mesmos dados a Israel do que crer que sejam outros bem diferentes que sequer possamos imaginar.

      Um exemplo de quer realmente eram as mesmas leis é o fato de Abraão entregar o dízimo, que também foi dado posteriormente a Israel, e a construção de altares e da casa de Deus através de colunas.

      Além da repreensão por Caim ter matado a Abel, também de Deus ter dado o exemplo do descanso no Sábado, já que não precisa descansar pois não se fadiga e poderia tão somente ter encerrado a criação com 6 dias.

      No 7º dia Deus criou o sábado e o abençoou e o santificou. Portanto é também uma criação de descanso não para Deus, mas para o homem, para que também O adorem.

      E a bíblia cita vários pecados contidos na lei dada a Moisés desde o Gênesis, mostra Deus condenando estes pecados, punindo e até quase acabando com toda a humanidade.

      Portanto é mais inteligente pensar que as leis de Deus existem desde o Gênesis. Se ho0uve punição é porque leis estavam sendo transgredidas.

      Noé pregava para que o povo se arrependesse, que leis será que ele usava para dizer que o povo estava em pecado e precisavam se arrepender?

      Arrepender de não tomar banho? De comer com as mãos sujas? De esquecer de lavar os pratos? Creio que não! Só podiam ser a transgressão dos mandamentos de Deus, os mesmos que foram entregues à Moisés.

      Questão de lógica!

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    2. A postagem interagiu com os argumentos falazes de Leandro Quadros sobre o que ele disse de Justino.

      Fica claro que para Justino o 'primeiro dia' era especial, dado uma conclusão dele (o primeiro dia da criação) e um respaldo neotestamentário: a ressurreição do Senhor.

      Não disse nada sobre mandamentos morais em Gn. Só pedi o mesmo que Leandro pediu...

      Está aí.

      Aqui NESTE Blog você em liberdade de questionar, e seus comentários serão lidos pelos que lerem a postagem. Servirá de contra ponto do que foi postado.

      Pode ser que alguns comentários eu não responderei....

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    3. Contraponhamos então este assunto com a história, e vejamos o que retiramos dela:

      http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2013/03/evidencias-historia-do-papado-2013-tv.html

      Deixo uma pergunta:

      Se Jesus tivesse ressuscitado na segunda-feira, o dia de domingo seria hoje na segunda? Ou se a ressurreição houvesse sido na sexta, o dia de domingo seria na sexta?

      A história mostra que não! Ninguém levou em consideração o dia da morte de Jesus para a criação do domingo, a escolha do domingo se deu por outros fatores alheios à Bíblia, interesses políticos dentro e fora da igreja.

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. A realidade é que as bases para guardar o domingo são fracas,mas ocorre o mesmo problema com o sábado,fato!,não há referências no concilio em Atos sobre o sábado ou qualquer dia!

    Tanto a seita Adventista como os cristãos históricos, estão sob a tutela do Calendário Gregoriano,fato

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    1. Ocorre o mesmo problema com o sábado somente quando não se aceita que os princípios morais Deus não se revogam com as mudanças da sociedade.

      Se o amigo executou aquela tarefa que lhe pedi, perceberá que em cerca 90% dos livros da bíblia cita-se o sábado, inclusive nos Atos dos apóstolos.

      Atos 13:44, Atos 13:14, Atos 13:42, Atos 1:12, Atos 16:13, Atos 15:21, Atos 13:27

      Todos estes acima se referindo a cultos, leitura da palavra, reuniões e pregações. Ou seja, o sábado comum como sempre praticavam. Até iam nas sinagogas como Jesus fazia:

      Lucas 13:10

      Portanto homem, atenda à voz da razão, em toda a bíblia há ordens e exemplos da guarda do sábado e nenhuma quanto ao domingo. O amigo não quer enxergar mas os versículos de atos que lhe passei são claros e não deixam margens para dúvidas. O sábado continuou sendo guardado normalmente, mesmo após a morte de Jesus.

      A mundança se deu depois dos relatos bíblicos, nos séculos seguintes. Quando vamos à história encontramos os eventos dos quais derivaram a origem da guarda do domingo entre os cristãos.

      Como o amigo disse as bases para guardar o domingo são fracas, mas forte é a lei de Deus. Tanto que o papado preciou mudar a lei e o calendário a fim de abrigar o domingo e a adoração de imagens, substituindo a lei da bíblia pela lei do catecismo.

      Sábado é o dia que Deus guardou, Jesus guardou, os apóstolos guardaram e que a igreja também guardou, até o surgimento do Papado que corrompeu a igreja e nos trouxe os resultados da santa inquisição.

      Temos que escolher ente seguir a lei de Êxodo, ou a lei do catecismo, não dá para apenas rejeitarmos a adoração de imagens e continuarmos a guardar o domingo do catecismo.

      Na mesma época em que os cristãos passaram a aceitar o domingo, também passaram a aceitar as imagens, que para os pagãos tinham nomes mitológicos e para os cristãos tinham nome de santos.

      Foi uma fusão entre costumes e dias cristãos e pagãos. Surgiu doutrinas como a do purgatório dentro da igreja e pagamento de indulgências, perdão dos pecados de mortos e a colocação de um homem com atributos de intercessor entre o homem e Deus.

      Mesmo que o domingo, porventura, tenha surgido de uma tradição da própria igreja em homenagem à morte de cristo, seria uma atitude extra-bíblica, ocorrida após o fechamanto das histórias bíblicas, Portanto a menos que usemos os pais da igreja como outra regra de fé emparelhada com a bíblia, não temos razões para aceitar quelquer mudança que tenha ocorrida no período pós apostólico.

      Até porque as profecisas bíblicas já previam a apostasia da igreja e o surgimento do Papado. Portanto, na dúvida, devemos ficar com a bíblia e somente a bíblia.

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    2. "Mas confesso-te isto que, conforme aquele caminho que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo TUDO quanto está escrito na LEI e nos profetas" (Atos 24:14)

      Isto está em Atos!

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  4. Ei Heuring Felix Motta,

    Você estar me Devendo uma Resposta do Post 1 O "argumento Fracassado De Leandro Quadros.

    Talvez vc não tenha visto.... Dê uma olhadinha lá e me dê uma resposta.

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  5. "Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente."

    Romanos 14:5

    Essa passagem de Paulo se relaciona a esse tema em debate? Não parece que Paulo mostrava indiferença a essa questão?

    A Bíblia de Estudo Genebra, comenta:

    "Provavelmente, uma referência ao minucioso calendário dos dias santos. É improvável que Paulo tivesse em mente aqui a observância do sábado. Estivesse esse dia em vista, seria mais natural para ele dizer: 'Um considera o sábado mais sagrado do que os demais dias.'"

    De antemão, agradeço-lhes a intenção em ajudar. Obrigado.

    P.S. Luciano, parabéns pelo blog.


    "A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós."


    Jairo Lima

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    1. Jairo Lima, agradeço a visita e comentário.

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    2. Luciano,

      Se vc quiser eu lhe provo que vc crer ni um Juízo Investigativo, quer que eu prove ?

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  6. Obviamente, pelo jeito que manipulam os textos bíblicos ( o que adventista sabe fazer muito bem!{veja aquela herética dizia que a parábola 'eis aí vem o noivo', foi feita para 1844... risos, muitos risos!), é bem provável que me prove algo.

    Não duvido nada de vcs.

    Mas fica aqui o pedido: prove que creio neste tal juízo incluindo 1844.

    Se quiser deixar para outra semana agradecerei. Pois provarei que uma parte desta doutrina está destruída TAMBÉM no quesito 'tempo'...


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    1. Eu não falei Da Doutrina Adventista, eu estou querendo lhe dizer que eu provo que vcs6 precisam de um Juízo Investigativo para Apoiar uma Doutrina de vcs6, que vc defende com muito Fanatismo...

      E o desafio que lhe fiz estar muito claro, eu disse:" ni um Juízo Investigativo" e não o Juízo Investigativo, a Doutrina Adventista.

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    2. Mas Sétimo dia, se eu creio em 'um juízo investigativo', como vc diz que eu creio, para quê me provar que eu creio?

      Se eu creio, e se todos os cristãos históricos creram, é provável que eu esteja certo.

      Agora vai o meu desafio: me prove que a doutrina remanufaturada de Áquila, Miller, Edson e Ellen White, é uma doutrina sadia, histórica e ortodoxa?

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    3. Gostaria de ver o amigo demonstrando que seja uma doutrina remanufaturada de Áquila, Miller, Edson e Ellen White.

      E o Sétimo Dia está certo, a imensa maioria das religiões cristãs, crêem em um juízo pré advento, pois a lógica exige que nó mínimo, haja uma designação de quem foi salvo e quem se perdeu.

      Em apocalipse, por exemplo, diz-se que haverão 144 mil (muitos, como as estrelas do cúe) selados, não cabe a nós fazer julgamento de quem irá se salvar, nem quem irá se perder, mas Cristo teria que fazer um pré julgamento daqueles antes mesmo de suas mortes, a fim de dizer: - Estes aqui estão salvos!

      Hora se Jesus julga aqueles, por que não há de julgar os que morreram?

      A bíblia não fala de um julgamento sendo executado NA vinda de Jesus. Até porque para ressuscitar os MORTOS em Cristo, haveria de se julgar antes quem seriam este MORTOS em Cristo.

      Portanto a imensa maioria das religiões Cristãs crêem em um juízo investigativo, apenas não incorporaram isto como doutrina de ensinamento.

      Os que não acreditam em um juízo investigativo, são geralmente aqueles que crêem na falsa doutrina do "Uma vez salvo, para sempre salvo".

      O amigo sabe que haverão aqueles julgados para a condenação, portanto também sabe que haverão aqueles julgados para a salvação.

      O adventismo apenas tratou de um assunto delicado que muitas religiões têm medo de abordar pelo motivo de temerem que as pessoas fiquem preocupadas em não se salvarem mesmo estando dentro de uma igreja.

      Isto é quase como uma conivência para a teoria do "Uma vez salvo, para sempre salvo".

      Portanto a doutrina do juízo invetigativo é bíblica e importante. As pessoas têm o direito de saber que ter uma religião e dizer que aceita a Cristo, não lhes garante necessáriamente a salvação. Através da doutrina do juízo investigativo, percebemos que não devemos apenas aceitar a Jesus, mas também PERMANECER fiéis à ELE até o fim.

      Portanto deveriam pregar, também, a outra parte da verdade, a de que devemos permanecer na graça. A graça salva, mas NÃO queira sair debaixo dela para ver o que acontece.

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  7. A verdade é que a verdade dói e incomoda. "Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito:Este povo honra-me com os lábios,Mas o seu coração está longe de mim; Em vão, porém, me honram,Ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens; como o lavar dos jarros e dos copos; e fazeis muitas outras coisas semelhantes a estas.
    E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição.
    Porque Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e quem maldisser, ou o pai ou a mãe, certamente morrerá.
    Vós, porém, dizeis: Se um homem disser ao pai ou à mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor;
    Nada mais lhe deixais fazer por seu pai ou por sua mãe,
    Invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazeis semelhantes a estas. Palavras de Jesus - Marcos 7:6-13
    Se naquela época houvesse uma discussão sobre sábado ou domingo, Jesus diria: "bem invalidais os mandamentos de Deus, pois Moisés disse lembra-te do dia de sábado e vos dispensais as pessoas de fazer isso para seguir a tradição dos homens.

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  8. O SÁBADO FOI FEITO PARA O HOMEM, E NÃO O HOMEM PARA O SÁBADO!
    Sendo assim, essa discussão é inútil...cada um fique na sua e procurem serem justos e pelo menos "homens bons" segundo a moral cristã.
    Sou Batista, porem observo o sábado, seguindo os mandamentos e louvo à Deus no Domingo por ter-nos vindo Jesus, o Cristo, para nossa salvação.
    O resto é só conversa sem objetivo missionario.
    Que Deus abençoe à todos

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  9. Mas, quando não conhecíeis a Deus, servíeis aos que por natureza não são deuses.
    Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir?
    Guardais dias, e meses, e tempos, e anos.
    Receio de vós, que não haja trabalhado em vão para convosco.
    Gálatas 4:8-11

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  10. Esse texto está querendo dizer que:

    1.º - Na seqüência do pensamento de Paulo está se mostrando a inutilidade daquelas cerimônias introduzidas pelos judaizantes em sua ausência. Diz que é maldito (Gálatas 3:10) todo aquele que praticar aquelas obras, depois que se tornaram obsoletas. Por outro lado, na Lei Moral, não existem cerimônias. Pelo contrário Ela enobrece o homem, moralizando-o, daí não conter maldição.

    2.º - Menciona Paulo que a Lei Cerimonial foi escrita em um livro (Gálatas 3:10), ao passo que a Lei Moral foi escrita em blocos de pedra (Êxodo 31:18).

    3.º - Diz Paulo que a Lei Cerimonial tinha um propósito: mostrar a obra redentora de Cristo. E isso não pode ser requerido da Lei Moral. Nos Dez Mandamentos não há ordem para circuncidar, nem matar animais, ou outro ritual qualquer, os quais simbolizavam e apontavam a obra de expiação de Jesus.

    4.º - Ninguém será maldito por guardar a Lei Moral; pelo contrário, ela ajuda o homem a tornar-se elevado, nobre e a ter bons princípios. A Lei do Senhor (Dez Mandamentos) é perfeita (Salmo 19:7).

    5.º - A Lei Moral não tem “rudimentos”, e sim “Mandamentos” (Salmo 119:34 a 36). Em Romanos 7:12: “Por conseguinte, a Lei é santa; e o Mandamento santo, e justo, e bom.”

    Fica por conseguinte, claríssimo que a “lei” de “rudimentos fracos e pobres” jamais pode ser a Lei Moral, que é enaltecida por Paulo, e que mesmo a fé não pode anular (Romanos 3:31). “Pelo contrário, a Bíblia diz que os Dez Mandamentos e o testemunho de Jesus são requisitos, características, para distinguir os filhos de Deus, nos momentos finais deste mundo. (Apocalipse 12:17 e Apocalipse 14:12).”

    6.º - Portanto a Lei Cerimonial é que se enquadra no texto, pois ela, sim tem “rudimentos”, e estes são comprovadamente, “fracos e pobres”, foram e são impotentes para justificar. Cumpriram sua missão e pronto. Acabou. E note o paradoxo, foram anulados pela fé em Cristo.

    7.º - A Lei Moral não exige a guarda de “dias” e sim de “um” dia, ordenado por Deus – o Sábado – memorial eterno do Seu poder Criador.

    8.º - Na lei Cerimonial havia sim “dias”, “meses” e “anos”. Eram sete festas anuais, consideradas feriados altamente solenes, são elas:

    1.ª - Páscoa.

    2.ª - Festa dos Pães Asmos.

    3.ª - Festa das Primícias (Pentecostes).

    4.ª - Memória da Jubilação (Festa das Trombetas).

    5.ª - Dia da Expiação.

    6.ª - 1.º Dia da Festa dos Tabernáculos.

    7.ª - Último Dia da Festa dos Tabernáculos.

    Estas festas se davam no decorrer do ano judaico. Eram datas fixas em dias móveis. Por exemplo, data fixa quer dizer: um dia de determinado mês. Dia móvel indica que esse dia podia cair em uma segunda, quarta, quinta, sábado, etc. (Assim como o nosso sete de setembro, que é feriado nacional, não cai continuamente no mesmo dia da semana, porém é uma data fixa – sete de setembro). Eram “dias” guardados com tanta solenidade pelos judeus que se assemelhavam ao sábado do sétimo dia da semana, porque, naqueles “dias” em que caíam tais festas, toda a nação parava. [Veja também em Guiados Para Vencer I: Comparando a Lei Moral e a Lei Cerimonial].

    Os afazeres cotidianos e seculares findavam, semelhante ao que faziam durante o Sábado do Senhor. Aliás esses “dias” eram também chamados de sábados (Isaías 1:13 e 14; Oseías 2:11). A páscoa ocorrida na semana em que Cristo foi crucificado, coincidiu cair no dia de Sábado do Sétimo dia da semana; por isso foi “grande aquele Sábado” (João 19:31). Era o sábado cerimonial, dentro do Sábado Moral dos Dez Mandamentos.

    Assim que, os gálatas guardavam “dias” (eram esses feriados), “meses” (porque eram meses fixos), e “anos” (durante todos os anos, até a morte de Jesus – Hebreus 10:1). Exatamente como enfatizou Paulo aos gálatas, que retornavam ao judaísmo, empurrados pelos professores judaizantes.

    Portanto nada mais claro e lógico que a “lei” insistentemente abordada por Paulo aos gálatas não é outra senão a Lei Cerimonial. É o que diz a Bíblia. Resta de sua parte a decisão para aceitar. (extraído do blog: Sétimo Dia)

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  11. Tendo a Bíblia como regra de fé, somente 2 textos que encerram com qualquer discussão:

    1 - Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.
    Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
    Êxodo 20:10,11

    2 - Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido.
    Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus.
    Mateus 5:18,19

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