terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Qual a diferença entre o Pr Silas Malafaia e o Rev Marcos Amaral?

Coragem e firmeza do lado do Evangelho! Apesar de discordar da posição do Pastor Silas Malafaia em relação a ‘Teoria’ da Prosperidade, eu fiquei envergonhado de assistir a entrevista dele no programa ‘De frente com Gabi’.

Envergonhado!!!

Puxa vida, é duro eu dizer isso, mas tive vergonha de pensar que o Reverendo Marcos Amaral, ‘pastor presbiteriano’, não foi nem um pouquinho firme tal como foi o Pastor Silas. Este defendeu princípios cristãos de maneira destemida.

  • Interessante é que a Gabi fez uma pergunta semelhante ao que o Reverendo Marcos Amaral teve no programa na Globo. A questão de uma criança ser adotada por um casal homossexual.

Para piorar, Gabi colocou a criança adotada em uma situação muito triste... ainda sim, o Pastor Silas Malafaia foi fiel aos princípios cristãos.

Lamento... ao mesmo tempo, preciso ser honesto.

Ainda não entendo uma coisa. Leio que o calvinismo foi uma força monumental para a formação política e social por onde passou. Que até mesmo o tal do capitalismo tem seu eixo por aí... algo do tipo que alguns negam, por ser uma leitura de um crítico. De qualquer forma, até mesmo a economia recebeu alguma influência. Genebra e a educação chamaram atenção do mundo. A vida simples de Calvino lhe conferiu elogios até mesmo de inimigos... houve erros sérios também, ridículos até... mas muita coisa boa revolucionou o mundo.

Hoje, quem mais tem influenciado, é a voz de um pastor pentecostal, Silas Malafaia (dispensacionalista? ops, não é a escatologia da fuga?!). Quando um calvinista vai a uma TV em um programa não cristão, opinar sobre assuntos de moral, dá até vergonha, e sofre rejeição até mesmo de sua denominação...

‘Cadê o meu calvinismo nas entranhas públicas?’


‘Cadê o meu calvinismo na educação?’


‘Cadê, pelo menos, as vozes dos calvinistas?’


‘Será que calvinismo é apenas para criticar arminianos?’


‘Faremos isso sempre no refúgio de blogs e sites, como que o mundo estivesse aqui?’


Graças a Deus a universidade presbiteriana tem começado a ser uma ‘arena’ de debates. Mas o alcance ainda não é suficiente, aliás, desconhecido ainda...

Daí, quem sabe, o calvinismo brasileiro entre mais no debate da opinião pública, e possa ser visto em toda sua força, como dizem que era... e esse espaço deve ser encontrado por causa do Evangelho e evangelização, não por causa de algum seguimento político!
Se isto não acontecer, que Deus continue sustentando o Pr Silas nessa empreitada. E um recado aqui aos irmãos, que lerem essa postagem: Orem por esse pastor. Se não for ajudá-lo, não atrapalhem. Veja o que ele tem feito na luta contra a iniquidade desse país.

Ele se enveredou na Teologia da Prosperidade, é lamentável. Mas de igual modo nós, calvinistas, presbiterianos, reformados, etc. nos enveredamos pela introspecção crítica.


Falei... cadê o calvinismo onde mais precisamos vê-lo?

 
Pastor Silas Malafaia, que Deus te dê graça e força para continuar assim! Quem sabe um dia o ‘meu’ pastor Presbiteriano, Marcos Amaral tenha essa coragem...(I Reis 18.17,18).

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Leandro Quadros, a Doutrina da Trindade e os Pioneiros Adventistas


Recentemente, o apologista adventista Leandro Quadros disse em seu programa que ‘a doutrina da trindade é muito clara na Bíblia e que rejeitar essa doutrina pode ser perigoso para a salvação do individuo, pois João 17.3 afirma que conhecer a Deus vai determinar nosso destino eterno.’ (AQUI)


Apesar de apresentar textos e argumentos tradicionais conhecidíssimos em defesa da Trindade, ele se esqueceu (ali no programa é claro!) de que não estava falando apenas contra os hereges da atualidade. O passado Adventista colocou-o em um beco sem saída.


Como sabemos, a maioria dos Pioneiros Adventistas eram o que as Testemunhas de Jeová são hoje, ou tinham outras visões a respeito da divindade (Blog Cinco Solas). Até mesmo Leandro Quadro escreveu que ‘a maioria dos escritores adventistas pioneiros eram anti-trinitarianos’! Existe um esforço muito grande para provar que Ellen White era trinitariana. Porém, o marido dela não era, e até mesmo seu filho disse que estavam ‘usando os escritos de sua mãe de uma maneira que não correspondia com aquilo que Ellen White cria’.


Por isso, foi bem cínico da parte do Leandro Quadros, quando eu disse que essa era uma evidência que Ellen White comungava (Fé!!!) e convívia com antitrinitarianos, ele me acusar de 'preconceituoso e que eu fazia acepção de pessoas e que isso não era cristã’!


“Uai”... mas, agora quem é que disse que quem  não crê na Trindade pode até se perder eternamente!?!


O ensino da verdade no início da ‘Igreja Remanescente’ tinha orientações que condenavam as pessoas, conforme observamos no vídeo do Leandro ao responder se textos bíblicos foram adulterados. Talvez Quadros tenha pensado apenas em Ricardo Nicrota, que a bem da verdade só voltou a ser um adventista pioneiro!


De qualquer forma, o assunto é tão claro e simples, conforme defendeu Leandro Quadros, mas não foi percebido pelos "restauradores da verdade". Parece que quando o tempo que era para se descobrir a verdade chegou, após 1844, levou primeiro os adventistas ao lamaçal herege, para depois de décadas de entraves internos, cismas, e etc. voltar ao que o Cristianismo sempre pregou e ensinou.


Nosso irmão Clóvis, do Blog Cinco Solas, postou um comentário ontem no site na Mira da Verdade apresentando algumas perguntas ao que Leandro Quadros tentou responder sobre esse passado negro do adventismo. Vamos ver quanto tempo passará, e o que o Leandro responderá.

Veja o comentário:


"Caro Prof. Leandro,
Como fui citado no seu artigo, pela menção ao Cinco Solas, permita-me algumas considerações, que espero as publique, se não por dever cristão, pelo menos por honestidade intelectual. Permita-me dirigir-me chamando-o de você, o que é normal entre amigos.

1. Você diz que sou "por demais tendencioso", haja vista eu ter escrito que "se alguém dissesse 'todos os pioneiros' [são anti-trinitarianos] não erraria muito". O que eu escrevi está errado? Diga-me você mesmo. Aliás, já disse, quando escreveu "o fato de a maioria dos principais escritores serem antitrinitarianos naquela época não indica que aquele era o posicionamento da igreja...". Qual a diferença entre "a maioria" e "quase todos"?

2. Com relação ao uso fontes secundárias e uso tendencioso de fontes primárias. Se algum dos seus leitores se der ao trabalho de ler meus três artigos sobre o arianismo dos pioneiros, verá que todas as citações que fiz foi de autores adventistas. Vou um pouco além, usem o sistema de busca do Cinco Solas e me mostrem qualquer afirmação que fiz sobre o adventismo que tenha se baseado em escritos de seus críticos e não em fontes adventistas. Apontem-me e terei o máximo prazer em publicar com destaque uma errata.

3. E se você faz tanta questão do uso de fontes primárias, porque ainda não me deu as referências para eu localizar onde o Dr. G. C. Berkower desafiou "a igreja Presbiteriana a abandonar o Calvinismo"? Você escreveu "leia o livro "Divine Election" do Dr. G. C. Berkouwer - umas das maiores autoridades teológicas que já existiram nesse mundo. Ele foi presbiteriano e em tal livro desafiou (e o fez várias vezes em sala de aula) a igreja Presbiteriana a abandonar o Calvinismo". Pois bem, desde que escreveu isso tenho lhe perguntado sobre a página em que ele fez tal desafio. Insisto porque pode ser que eu tenha sido enganado e o exemplar que eu tenho em casa veio com páginas faltando.

Agora, sobre o arianismo dos pioneiros adventistas, aceito debater o assunto com você, utilizando apenas de fontes primárias e de autores adventistas. Desde que você assuma o compromisso de publicar, na íntegra, todos os meus comentários. Tenho condições suficientes de provar, a partir de escritos dos pioneiros adventistas, que "se alguém dissesse 'todos' os pioneiros adventistas eram anti-trinitarianos não erraria muito". Você tem condições de provar o contrário?

Em Cristo"

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Determine a sua derrota: a pedagogia de Jesus para derrotar-nos!



Com certeza já leu algo parecido com isso: ‘X passos para ser um vitorioso’. Estamos sempre procurando êxito em nossas atividades. Não raro, quando olhamos um anúncio de que uma sequencia de atitudes, nos dará vitória para o nosso empreendimento, mordemos a isca.


Tais sentimentos estimula algo muito perigoso em nós. A promoção do ego. Nesse momento que o que mais importa na vida cristã é abandonado, derrotar o ‘EU’. Um grande impedimento para a Glória de DEUS em minha vida, é a glorificação do EU! Por isso o caminho da vitória é derrotar a si mesmo. Jesus tem uma pedagogia  para derrotar-nos! Veja os passos, ou atitudes, temos que tomar, segundo Cristo, para a derrota do eu e como o meu Eu responderia ao Senhor Jesus:


1º) Jesus disse ‘negue a si mesmo’(Lc 9.23): Senhor, o mundo diz que eu sou o mais importante!

2º) Jesus disse ‘seja feita a vontade de Deus’(Mt 6.10): E a minha vontade Senhor?

3º) Jesus disse ‘não se preocupe com as ansiedades da vida’(6.31): Como não Senhor?!?

4º) Jesus disse ‘não ajunte tesouros na terra’(Mt 6.19): O Senhor deve estar brincando...

5º)  Jesus disse ‘amem os vossos inimigos’(Mt 5.44): Senhor, eu não sou o culpado da briga!

6º)  Jesus disse ‘pegue a sua cruz e siga-me’(Mc 8.34): Estou me livrando dos problemas.

7º) Jesus disse ‘vão pelo mundo pregar o evangelho’(At 1.8): Puxa vida, e o turismo!?

8º) Jesus disse ‘socorra os pobres com os seus recursos’(Mc 10.21[Gl 2.10]): É responsabilidade do Governo!

9º) Jesus disse ‘amai-vos como eu vos amei’(Jo 15.12): Por favor, Senhor, eu amo do MEU jeito.

10º) Jesus disse ‘ensinem o que eu vos ensinei’(Mt 28.20): Mas Senhor, algumas coisas são muito duras para os dias de hoje!


A Teologia da Prosperidade invadiu a mentalidade evangélica brasileira e cada vez mais notamos uma geração de crentes distantes do Evangelho da Cruz. A cruz de Cristo é o Evangelho. Não existe cristianismo sem a cruz, sem negar a si mesmo.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Importante doutrina das Testemunhas de Jeová sofre mudanças!




Existem algumas crenças das Testemunhas de Jeová que são peculiares. E uma das suas principais doutrinas é o conceito de quem é o “Escravo Fiel e Discreto” dito por Jesus em Mateus 24.45, conforme é vertido na Tradução do Novo Mundo. 


Para as Testemunhas de Jeová descobrir o canal de comunicação de Jeová durante a presença de Cristo, desde 1914, é imprescindível para ser salvo. Pois sem o Escravo Fiel ninguém pode conhecer a Bíblia. 


Para você entender, o Escravo Fiel é para as Testemunhas o que o Papa é para os Católicos.


A interpretação a respeito de quem é o tal Escravo Fiel passou por um 'amadurecimento', mas a virada que deram no fim do ano passado mudou o que por quase um século era uma grande verdade para as Testemunhas de Jeová:


1. Segundo as Testemunhas de Jeová, na época liderança de C. T. Russel, entre os anos de 1879 a 1916, ele dizia que era a Igreja o tal Escravo. Porém, questiona-se se era isso mesmo na prática. Ele aceitava ser classificado por outros Estudantes da Bíblia (nome antigo das Testemunhas de Jeová) como o Escravo Fiel.


2. Quando  J. F Ruterford assumiu o poder ele fez questão de ressaltar a posição de um Escravo coletivo, mas ele era o porta voz! Seu reinado durou de 1917 até 1942.


3.  Depois de 1942 até 1977 a ideia de um Escravo composto do restante ungido passa a tomar mais força, porém Nathan Knorr e Frederick Franz não arredaram o pé do domínio. O Corpo Governante teve que brigar muito com os dois chefões para assumir mais o papel, de pelo menos, porta voz do Escravo Fiel e Discreto.


4.  Depois de 1977, segundo Raymond Franz*, a coisa começou tomar um rumo melhor e o Corpo Governante passou a ser um corpo GOVERNANTE mesmo. Agora o conceito que desde 1919 Jesus escolheu as Testemunhas de Jeová, usando o Escravo Fiel – que em tese seria todos os membros do restante dos 144 mil, ficou mais nítido. Porém, a carta ficou bem marcada. Jesus tinha um Escravo Fiel, mas esse Escravo tinha um porta voz; O Corpo Governante.


5. Agora, a interpretação afunilou-se claramente com aquilo que acontecia na prática. O Corpo Governante disse claramente que ele é o Escravo Fiel (e “DISCRETO”!?) predito por Jesus, que alimentaria o povo de Deus no tempo do fim!


Assista a esse vídeo AQUI e veja os Papas das Testemunhas de Jeová pregando sobre essa “NOVA LUZ”... 

  *No livro Crise de Consciência, de autoria dele, publicado no Brasil pela Editora Hagnus.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O caso Rev. Marcos Amaral: um prognóstico do futuro da IPB

Quando a polêmica participação do Reverendo Marcos Amaral, em um certo program de TV (na verdade o Rev. Amaral anda colecionando polêmicas em outros campos em suas manifestações públicas), inflamou os presbiterianos, algumas coisas se revelaram. Fazendo uma análise bem limitada do ocorrido, eu gostaria de predizer o futuro da IPB.



Antes de você ler, gostaria de dizer que; a situação revelou possíveis questionamentos. Não que o Reverendo Marcos Amaral tivesse, de alguma maneira, fomentado propositalmente, mas sua patética manifestação em favor do evangelho possibilitou a fertilidade de tais questionamentos.


Primeiro positivamente posso avaliar:


1. A IPB ainda tem forças suficientes para manter a pureza Reformada para as próximas décadas. Quando vários pastores, presbíteros e presbiterianos, manifestaram-se contra a fraqueza do Rev. Marcos Amaral ao nem sequer manifestar a VERDADE INEGOCIÁVEL DO EVANGELHO, ficou claro que temos ainda um tutano significativo. O que aconteceu e está acontecendo em igrejas presbiterianas em vários países, por enquanto, não passa de uma inócua nuvem distante. Vários desses que se manifestaram são bem novos, e outros antigos, ainda terão pelo que parece, um bom tempo de influência na IPB. Graças a Deus!!!


2. A manifestação do reverendo Roberto Brasileiro sobre o caso. Todos os que o conhecem, sabem que o Reverendo Roberto não é de aparecer muito, nem pouco. Não se importa com os holofotes. Ao se manifestar, embora não revelou nada de diferente do que sabíamos, ele mostrou que o incomodo chegou a um patamar preocupante. O Reverendo Roberto, além de demonstrar firmeza do lado do evangelho, demonstrou respeito para com os Concílios. Além disso, não acusou o referido irmão de nada, nem criou qualquer contenda especifica.


Apesar de antes das manifestações de ambos, eles se encontraram, conforme vemos na foto tirada no dia 10 de outubro (AQUI). 

Será que falaram sobre o assunto?



Negativamente, pude perceber que:


1. Muita gente IPB não tem compromisso com a mensagem do Evangelho sobre o Arrependimento. No site da IPB e no blog do Reverendo Marcos, vários destacaram um estranho uso da Graça. O autor inspirado Judas nos avisou sobre essa deturpação da Graça de Deus (Jd 3,4). Um discurso evasivo e ‘condicionalista’ revestiram os argumentos dos que defenderam aquela participação fútil do Reverendo Marcos naquele programa imoral.


2. A atitude do Reverendo Marcos Amaral. O Rev. Marcos, postou uma justificativa no seu blog. Disse que sabia que geraria desconforto entre seus irmãos. Depois quando cerca de 35 comentários subiam o número de visitas do blog, ele simplesmente ‘excluiu’ tais comentários. Até agora ele não pediu desculpas para os que da Comunidade Presbiteriana se incomodou com isso.


Ele se preocupou em não incomodar a Globo e a mídia, mas não se preocupou de incomodar os seus irmãos na fé...


CONCLUSÃO


No site do Sínodo de Guanabara (Link:AQUI), o reverendo Marcos Amaral fala de sua missão como baluarte de Tolerância Religiosa, como membro de uma Igreja Reformada:


“Nesse momento a ONU conclui que 2/3 dos conflitos no mundo, têm em sua base a intolerância religiosa. O que ganharia a IPB? Seria reconhecida como única igreja brasileira, e verdadeiramente protestante, capaz de transparecer alinhamento ético com tema de tal relevância, e isso não é pouca coisa.”


Espero que tome cuidado com isso. Ser cristão é amar até mesmo os inimigos, segundo Cristo:
Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus...” (Mt 5.44).


Não precisamos de postulados políticos para defender isso. Jesus sempre amou o pecador e fez de tudo para restaurá-lo na comunhão com Deus, contudo, sem baixar seu nível de Filho de Deus.


Acredito que Deus espera o mesmo de nós, sem precisarmos estender as mãos para os ditames mundanos de ‘tolerância’. Deus é o maior exemplo para nós nesse assunto. Afinal, ele está tolerando o mundo até agora! E até mesmo em Sua Igreja, ele tolera ministros dúbios em sua fidelidade doutrinária. E esse mesmo Deus espera o arrependimento dos tais.

Como presbiteriano manifesto o acima. 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Leandro Quadros responde: “Existe idolatria em torno de Ellen White?”


Esses dias, ‘passei’ pelo programa do Leandro Quadros, com o coadjuvante Tito. Ele estava respondendo a pergunta que é o tema da postagem. Resolvi parar um pouco e ver qual resposta o apologista Leandro Quadros daria tal questionamento.

Sua resposta girou em torno de algumas premissas: 1) A definição que ele deu sobre idolatria 2) a sua observação pessoal e 3) confundindo dom profético com a exclusividade da Ellen White.

Certa vez eu conversei um senhor adventista de longas datas, e quando ele percebeu que toquei em um assunto traumático a respeito de Ellen White, ele com um fervor incomparável me disse: “Anjos guiavam as mãos da Irmã White!”

Porém, Leandro Quadros disse que ‘nunca viu na Igreja Adventista ninguém orando diante de uma foto ou imagem de Ellen White’. Quadros, como sempre, não analisa as criticas nas suas formas exatas. Ele até disse que ‘existem mitos a respeito dos Adventistas, e que tem livros por aí que é mito do começo ao fim’ (estaria falando do livro de Natanael Rinald?).

Minha resposta ao que Leandro Quadros disse é como se segue:

1. A Bíblia não diz que a idolatria é praticada apenas nos termos que Quadros apresentou. Segundo a Escritura, alguns fazem até mesmo do ventre o próprio deus (Fl 3.19). A avareza, o amor ao dinheiro, segundo as Escrituras, é uma idolatria (Cl 3.5).

O conceito que os Adventistas possuem a respeito de Ellen White pode ser uma idolatria no seguinte quesito: Até que ponto o Adventista crê que sem Ellen White ele não teria conhecido a verdade salvadora?

Graças a Deus hoje existe muitos adventistas incoerentes, que não crê na imposição doutrinária da IASD com a sua Crença Fundamental número 18. Isso acontece graças ao intenso trabalho de apologistas protestantes, e outros críticos, em expor Ellen White de uma maneira não propagada pela IASD.

2. Não existiu após Ellen White NENHUMA OUTRA MANIFESTAÇÃO PROFÉTICA entre esse grupo. Dizem, que a que tentou foi logo rechaçada. Assim, o que Leandro Quadros disse a respeito da necessidade de um dom profético na igreja é um discurso vazio e sem correspondência prática na Igreja Adventista. Ellen White tem uma cadeira vitalícia. Acho, que nem mesmo na Igreja Católica um Papa se torna tão ‘insubstituível’!!!

3. ‘As fontes primárias’... sempre as fontes primárias! Leandro Quadros recorrentemente diz que as pessoas precisam consultar as obras dos próprios adventistas para saberem a exatidão dos assuntos. Como se todos os que criticam o são desonestos com os adventistas. Achar que um teólogo adventista não é afetado por sua visão de defender a Igreja Remanescente, é um mito. Me parece que quando Leandro Quadro recorre a essa falácia, das fontes primárias serem cândidas, ele está promovendo um ostracismo religioso, pois as informações verificadas seriam apenas as que estão dentro do grupo. Algo um pouco semelhante, acontece com seitas semelhantes, como Mórmons e Testemunhas de Jeová.

CONCLUSÃO

Se existe idolatria em torno da Nossa Senhora Adventista de Todos os Sonhos, eu não tenho certeza. Pode existir, mas o que é certo é que Ellen White possui cadeira cativa mística na alma de todo adventista fiel. Isso não é um mito...

Mito é o que o Leandro Quadros tenta produzir em sua maneira de fazer apologética.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Presbiterianos maçons: orgulho e riqueza

Quando ouço a respeito de algum presbiteriano que deixou a IPB por causa da resolução do Supremo Concílio a respeito da incompatibilidade da fé cristã com a Maçonaria, chego sempre a uma conclusão: Essas pessoas são orgulhosas e presas ao poder e ao dinheiro, coisas que não raro a filiação maçônica concede...


  • Seria de mais a comunidade cristã pedir isso: Que você deixe a maçonaria? Acredito que quando um maçon deixa a congregação presbiteriana por esse motivo, ele se assemelha ao Jovem Rico: "Mas ele, pesaroso desta palavra, retirou-se triste; porque possuía muitas propriedades." Marcos 10:22

1. No afã de defender a postura, alguns dizem que a IPB hoje segue argumentos 'neo-pentecostais' para diabolizar a Maçonaria. A estupidez é tão grande que nem se dão conta que a Igreja Presbiteriana 'rachou' em 1903 quando nem os pentecostais existiam no Brasil, muito menos os NEOs, por causa dessa entidade esotérica e filosófica.


2. Outros dizem que 'inconstitucional'. Eles só não dizem o que é bíblico, isto é, temos que ser submissos aos nossos pastores: "Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil." Hebreus 13:17.


3. Esse assunto deve ser analisado sob a mesma perspectiva do cigarro e bebida. Não importa muito o que se argumente em defesa disso (apesar que as defesas nem sempre são claras!). A visão esmagadora da Igreja Presbiteriana Brasileira pesa na decisão, e nada mais justo que seguir o espírito comum vindo de crentes salvos em Cristo.


4. Por último, e bem sério, os chamados "Pastores Maçons", poderiam ter seus Ministérios cassados, pois no caso desses o mau exemplo de rebeldia se torna uma desgraça para as ovelhas de Cristo. Antes mesmo de lembrar que o Supremo Concílio, com seus delegados, é o pastor desses pastores. O texto de Hb 13.17 aplica-se a ambos. Talvez a decisão pesaria mais no bolso desses... não é mesmo?


Obviamente que o amor e a constante advertência deve nortear o que é pastoralmente recomendado em tais casos.