sexta-feira, 20 de junho de 2014

Deus estabeleceu o Domingo Cristão no lugar do Sábado Judaico!




Visto em: http://bereianos.blogspot.com.br/2014/06/a-verdade-sobre-o-sabado-em-10-minutos.html

228 comentários:

  1. Sensacional. É uma pregação que leva à conversão. Bênção.

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    1. Olá IRMÃO Luciano Sena, a paz do Senhor!

      Quando cito fontes católicas, o irmão diz que ilegítimo tais citações, mas o engraçado que o vídeo em 100% é a doutrina CATÓLICA em pessoa!

      O IRMÃO vai negar claro e dizer que é a DOUTRINA da SUBSTITUIÇÃO!

      É como disse outras vezes, você nega e não assume, mas presta uma homenagem as ICAR!

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  2. Prezados dominguistas,

    Onde tem na Escritura as expressões "sábado judaico" e "domingo cristão"?
    Quando o sábado foi estabelecido não havia judeu, adventista, batista, hebreu ... só havia a humanidade representada em Adão e Eva, sendo que o SENHOR instituiu o sábado (Gen.: 2.1-3) neste contexto de humanidade generalizada. Portanto, o sábado não é judaico, mas para a humanidade como um todo.

    Quanto ao primeiro dia da semana, não há outra forma de se referir a tal dia a não ser como a Escritura já o descreve: primeiro dia. E onde estar a suposta santidade deste dia? Onde se diz na Bíblia que este tempo de 24h é sagrado? Cadê a prova bíblica (pelo menos uma) de que este dia tornou-se santo após a vinda, ministério, morte e ressurreição do SENHOR? Só na imaginação dos domincais!

    Aí ficam levantando hipóteses acerca das passagens que citam o primeiro dia da semana, para forçarem a barra e ensinar que o domingo teria se tornado o sábado cristão, dizendo algo como:
    1 - "O 'partir o pão' de Atos 20.7 seria evidência de eucaristia. Êpa! Esta [hipótese] torna o domingo o dia do Senhor!"
    2 - "Cristo ressuscitou no domingo conforme Mat.: 28.01-06, Marc.: 16.01-06, Luc.: 24.01-06, Jo.: 20.01-12! Oba! Cristo ressurgiu então no primeiro dia da semana, vamos analisar, isto pode nos fazer levantar a hipótese de que o domingo é o dia do Senhor na nova aliança!"
    3 - "O discípulo amado começou a receber as revelações apocalípticas no "dia do Senhor" (Apoc.: 01.10). Êpa! Como nós estamos hipotetizando que as passagens já mencionadas anteriormente referem-se ao domingo como dia santo, que tal dizermos que este dia de Apoc.: 01.10 seria hipoteticamente o domingo?"
    4 - "O Salmo 118.24 fala sobre o "dia que o SENHOR fez" e que devemos nos regozijarmos nele! Êpa! Este dia deve ser o domingo!"

    FRANCAMENTE! Construir uma doutrina sobre concepções hipotéticas não dar, né? Ah! Mas eles dizem que não fazem nenhum levantamento de argumentações hipotéticas!
    FAZEM SIM! É que o termo "hipótese" não pode ser citado abertamente para não darem mancada de forma explícita. (rs)

    E sem nenhum espaço para entendimentos hipotéticos, olhem o que a Escritura diz sobre o sábado:
    "...abençoou Deus o dia sétimo e o santificou..." Gên.: 2.3
    "...Amanhã é repouso, o santo sábado do SENHOR..." Êx.: 16.23
    "Lembra-te do dia de sábado, para o santificar... o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou." Êx.: 20.08, 11
    "...o SENHOR, teu Deus, te ordenou que guardasses o dia de sábado." Deut.: 05.15
    "...se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do SENHOR, digno de honra... então te deleitarás no SENHOR." Isa.: 58.13-14
    "[Cristo] entrou, num sábado, segundo o Seu costume e levantou-se para ler... o livro do profeta Isaías..." Luc.: 4.16-17
    As mulheres piedosas que seguiram a Jesus desde a Galileia "no sábado, descansaram, segundo o mandamento" Luc.: 23.54, 56
    "Paulo... trabalhava... a profissão... era fazer tendas. E todos os sábados discorria na sinagoga..." At.: 18.01, 03-04

    Ainda há mais passagens bíblicas, mas nossa! Quanta diferença a Bíblia faz do sábado, dia sagrado, para o domingo, apenas o primeiro dia da semana!

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    1. Quem tem a sua fé alicerçada sobre o quarto mandamento,ainda não entendeu o quê significa ter o SENHOR JESUS como único e suficiente salvador.Ainda está tentando se agarrar em uma tábua de salvação,

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    2. Isso é o que vc pensa, sr. Macleito, e tenho a satisfação em dizer que este seu "penso" é torto, equivocado e mentiroso.

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  3. Só para finalizar:

    A palavra "hipótese" fica nas entrelinhas de todo o conjunto de argumentos em favor do domingo.

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  4. MALDITO EVANGELISMO ADVENTISTA!

    Caros leitores deste ilustre Blog, principalmente aos adventistas, sei que o título deste texto é chocante, mas, por favor, não se escandalizem, pois a intenção é chamar a atenção mesmo.

    Ontem, no meu trabalho, aproveitei o descanso da refeição para evangelizar o meu colega de ofício. Como eu nunca houve uma oportunidade com aquela de evangelizá-lo, nem cheguei a dormir. Trabalho no período noturno.

    Após alguns minutos falando de Jesus, o papel da igreja e até mesmo sobre papel dos pais na criação dos filhos, o meu colega me contou: "Há alguns anos, trabalhou aqui conosco um cara super inteligente. Ele era da Igreja Adventista. Quando tínhamos oportunidade, ele falava da igreja dele para mim." Curioso com o conteúdo da conversa entre eles, eu indaguei: "Mas o que vocês conversavam?" Ele respondeu: "Olha, Robson, o cara era muito inteligente! Foi um dos melhores funcionários que já passou por aqui. Ele conversava sobre o conteúdo de um livro bem grosso, que ele fez questão de trazer no setor e ler para mim que, inclusive, acabou me presenteando com um exemplar. O nome do livro era O Grande Conflito."

    Expliquei que aquele livro, embora eu nunca tivesse lido, tratava-se de um dos livros base das doutrinas adventista, cuja autora é a profetisa-mor deles, a Sra. Ellen G. White. "É isso mesmo! Ellen White" - disse me colega. "Mas o que ele falava especificamente para você?" - tornei a perguntar, ao que ele me respondeu: "Ele dizia que não consumia carne; não trabalharia mais aos sábados, e que iria conversar com a chefia sobre essa questão (foi demitido por conta disso); não bebia refrigerantes, café; fez uma conta muito doida, dizendo que o resultado daquele cálculo seria uma possível data para o fim do mundo. Algo que não aconteceu. Perguntei ao meu colega: "Ele falou sobre um tal de 1844, Juízo Investigativo e etc.?" Surpreso, ele respondeu: "Isso também".

    Vejam caros leitores, os adventistas - não todos - procuram evangelizar seus ouvintes com todas essas doutrinas. Agora eu pergunto: Aonde Jesus entra nesse tipo de "evangelismo"? Aonde entra a condição do homem com pecador, destituído da glória de Deus, condenado a sofrer a ira do Senhor caso não haja arrependimento? A preocupação de abster-se de certos alimentos cujo lugar escuso é o destino para eles (Mateus 15.17) ultrapassou obra redentora do Senhor Jesus, dizendo coisas não edificantes (Mateus 15.18).

    Portanto, fico com as palavras do apóstolo Paulo:

    "Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. (Gálatas 1.8)

    Em Cristo,

    Robson Ribeiro

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    1. Olá irmão Robson Ribeiro, a paz do Senhor!

      Tudo o que vc falou é verdade com exceção de duas coisas:

      1) A O que você afirmou sobre " CALCULO MIRABOLANTE SOBRE O FIM DO MUNDO" é uma tremenda MENTIRA! Não sei se vc é Cristão, mas se for, não é de bom tom MENTIR descaradamente desta forma! Esta informação é uma grande MENTIRA!

      2) Sua afirmação de "PREGAMOS OUTRO EVANGELHO" idem! Outra grande mentira!

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  5. Prezado Robson Ribeiro,

    Tome mais cuidado com suas palavras, pois os assuntos pregados pelo irmão adventista são bíblicos e não malditos!
    Se vc não concorda, prove-me pela Escritura que os temas abordados pelo irmão adventista seriam demoníacos.
    E essas doutrinas, por estarem na Bíblia, devem ser mostradas às pessoas.

    Se a questão dietética, as profecias, o cumprimento profético na História, não fossem para ser pregados não estariam descritos na Palavra de Deus.
    Na verdade, todas essas doutrinas que o seu colega de trabalho citou conduzem o ser humano à Pessoa maravilhosa de Jesus!
    Por que não se deve comer o que é proibido? Porque o corpo pertence ao Senhor, e é por Ele que não comemos coisas imundas.
    Por que as profecias e seu cumprimento na História são importantes? Porque apontam para o breve retorno do SENHOR e nos mostra o quanto devemos nos preparar para a Sua gloriosa vinda, aceitando-O como único e suficiente Salvador.
    Qual a relevância do ministério dos profetas e profetisas? Ora, eles são os porta-vozes do Eterno, para que nos acheguemos ao Cordeiro de Deus!
    Portanto, o evangelismo do irmão adventista é bíblico, pois todas as doutrinas bíblicas apontam para o Senhor Jesus Cristo!

    Gálatas 1.8 se refere a doutrinas antibíblicas, o que não é o caso dos ensino pregados na mensagem do breve advento do SENHOR.

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  6. EU SÓ TENHO UMA PERGUNTA PARA OS ADVENTISTAS???QUANDO VOCÊS FORAM ESCRAVOS NO EGITO.? EU VEJO A GUARDA DO SABADO PELOS ADVENTISTAS,ASSIM COMO EU VEJO A HISTORIA DE UM PATRÃO QUE DÁ UMA ORDEM PRA UM FUNCIONARIO E OUTRO VAI LÁ E SE ENTROMETE NO ASSUNTO FAZENDO AQUILO QUE NAO FOI ORDENADO ELE FAZER.POIS O LIVRO DE DEUTERONOMIO CAP.5 VERSO15 DIZ ASSIM: PORQUE TE LEMBRARÁS QUE FOSTE SERVO NA TERRA DO EGITO E QUE O SENHOR,TEU DEUS,TE TIROU DALI COM MÃO PODEROSA E BRAÇO ESTENDIDO;PELO QUE O SENHOR,TEU DEUS,TE ORDENOU QUE GUARDASSES O DIA DE SÁBADO.:MAIS A VERDADE É QUE O DIA DE SABADO TÁ PARA OS ADVENTISTAS ASSIM COMO MARIA TÁ PARA OS CATÓLICOS,E O RESULTADO É O MESMO NÃO INTERESSA EM NADA,NÃO ACRECENTA NADA,É O CHAMADO OURO DE TOLO,CORRER ATRÁS DO VENTO,NÃO EDIFICA,NEM NOS TORNA MAIS ACEITAVEIS A DEUS.TANTO É QUE NA NOVA ALIANÇA NÃO HÁ NENHUMA RECOMENDAÇÃO A RESPEITO DA GUARDA DO SABADO.

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    1. Olá irmão Macleito Ribeiro, a paz do Senhor!

      Adão e EVA foram os primeiros "JUDEUS"?

      Eu achava que o SÁBADO tivesse sido instituído no ÉDEN e antes do pecado, mas segundo o irmão Macleito, parece que não! Deve ser mesmo só para os JUDEUS!?

      Será?

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  7. OUTRA COISA INTERESANTE,OS PASTORES ADVENTISTAS RECEBEM SALARIOS PRA PASTOREAR,E É EXATAMENTE NOS SABADOS QUE ELES MAIS TRABALHAM.NÃO É MEIO CONTRADITÓRIO ISSO.

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Olá irmão Macleito Ribeiro, a paz do Senhor!

      É mesmo irmão Macleito, eu nunca tinha parado pra refletir nisso!?

      Será que seria pelo mesmo motivo que os SACERDOTES?

      Pois os mesmos trabalhavam em dobro nos sacrifícios no tabernáculo aos SÁBADOS!

      Então Deus errou, pois O mesmo instituiu o trabalho dos SACERDOTES!

      MISERICÓRDIA!

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  8. Prezado Macleito Ribeiro,

    A mensagem de Deut.: 5.15, na parte que diz "porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito" diz respeito a ordem do SENHOR de que o sábado deveria servir de descanso físico e espiritual para os servos do povo dEle naquele contexto, e sempre que alguém da parte do SENHOR tiver servos ao seu serviço.
    Está escrito: "para que o teu servo e a tua serva descansem como tu [no sábado]" (verso 14) e esta liberdade de descanso semanal deveria ser dada aos servos dos observadores sabáticos apesar de, quando eram escravos no Egito, o povo de Deus não tivesse esta liberdade de descanso e de culto no sétimo dia.

    O povo do SENHOR não descansava dia nenhum durante a escravidão egípcia, e isto era uma horrível lembrança que eles tinham. O SENHOR então ordena que o Seu povo seja bondoso para com os servos que possuíam para que estes descansassem no sábado, juntamente com os seus "patrões". Apenas isto, meu prezado.

    Dizer que temos o sábado como os católicos têm Maria é de uma infantilidade absurda! Esta criancice é por falta de argumentos que comprovem a suposta santidade do domingo? Este tipo de desespero dar muito má impressão, meu prezado para o leitor atento, meu caro.

    A questão é que o Espírito Santo inspirou João a escrever:
    "...sabemos que O temos conhecido... se guardamos os Seus mandamentos. Aquele que diz: eu O conheço, e não guarda os Seus mandamentos é mentiroso, e com ele não estar a verdade." (1 Jo.: 02.03-04)
    Dentre os mandamentos, temos a observância do sábado, e os prezados dominguistas dizem que o domingo substitui o sábado no decálogo a partir da ressurreição de Cristo, pode?!
    Este entendimento dominical leva as pessoas a serem tidas por mentirosas diante do Eterno, e aos adventistas cabe ajudar as pessoas para que tenham o verdadeiro conhecimento das Sagradas Letras a fim de que obedeçam corretamente ao SENHOR, por amor a Ele que nos concede a Sua graça.

    A nova aliança não consiste em novos mandamentos, mas que tenhamos a Lei do SENHOR (conforme Êx.: 20: 3-17) em nossos corações, sendo que tais mandamentos são impressos em nosso ser pelo próprio Espírito Santo. Veja Heb.: 10.15-16:
    "E disto nos dá testemunho o Espírito Santo; porquanto, após ter dito: Esta é a aliança que farei com eles... diz o Senhor: Porei no seu coração as Minhas leis e sobre a sua mente as inscreverei,"
    Como a Lei do SENHOR não fala nada sobre o domingo, o sábado é um dos mandamentos que devem ser impresso no coração de todo aquele que crer no Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

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    1. Prezado,Josinaldo costa,a Biblia diz,em galatas5:14 que toda a lei se cumpre em um só preceito a saber:amarás o teu proximo como a ti mesmo.Rom.13:8diz que quem ama o proximo tem cumprido a lei.E em 1Joao3:23Ora o seu mandamento é este:que creiamos em o nome dw seu filho,Jesus Cristo,e nos amemos uns aos outros,segundo o mandamento que nos ordenou.Eu aconselho o irmão a ler com muito cuidado o livro de gálatas,o cap.4:9diz:mas agora que conheceis a DEUS ou,antes,sendo conhecidos por DEUS,como estais voltando,outra vez,aos rudimentos fracos e pobres,aos quais,de novo,quereis ainda escravizar-vos?guardando dias,e meses,e tempos,e anos.Receio de vós tenha eu trabahlado em vão para convosco."Esses mesmos versiculos podem ser usados a respeito dos adventistas.Graças te dou SENHOR pois me deste discernimento para não me prender na tradiçao de te louvar,em um dia especial da semana,mas em todos os dias,não posso ser mais santo no sábado do que sou na segunda,pois nao é o dia que me torna mais santo mas o sangue do teu filho amado JESUS,que me livrou da codenação e me deu descanço dos meus pecados para poder te louvar,agradecer,bendizer,glorificar,e adorar todos os dias da semana.Amem!

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    2. Olá, amigo Ribeiro

      Sua pergunta sobre Deu. 5:15 não faz sentido, porque os netos, bisnetos, tataranetos daqueles que saíram do Egito, NÃO SAÍRAM DO EGITO. No entanto, o sábado se aplicava a eles.

      A palavra "deuteronômio" significa "repetição da lei" e Moisés está apenas comentando o privilégio dos israelitas, que no Egito eram escravos, agora tinham a liberdade e podiam observar o sábado.

      Veja que o referencial do sábado, tanto em Êxo. 20:11 e 31:17 é a CRIAÇÃO, não a saída do Egito. E que o sábado não é só para os judeus vemos por Isa. 56:2-7. Jesus disse que "O sábado (não UM sábado) foi feito por causa do homem-'anthropós', que é o homem universal, não o mero homem judaico.

      Quanto a este videozinho, quero lhes dizer que tem deturpações do começo ao fim. Para começo de história, Ellen White NÃO DIZ que o domingo começou a ser observado a partir de Constantino. Ela diz claramente que a aceitação do domingo foi GRADUAL. Constantino apenas criou a primeira lei oficializando a observância desse dia, adotado desde meados do século 1o. por causa da atitude da liderança cristã espiritualmente fragilizada de Roma. Ao tempo da tremenda perseguição contra os judeus, do Imperador Adriano, em 135 AD, muitos cristãos ficaram com MEDO de serem confundidos com os judeus--pois tinham a Jesus, um judeus, como o seu grande líder, liam a Bíblia dos judeus, observavam o sábado e a Páscoa como os judeus (e no dia dos judeus).

      Então, passaram a adotar práticas que escondessem essa identidade, entre as quais mudaram primeiro a data da Páscoa, causando a chamada Controvérsia Quatrodecimana com a Igreja Oriental, depois, gradualmente (como diz Ellen White) foram trocando o sábado pelo domingo.

      Quem desejar, ofereço uma obra magistral de pesquisa grandemente elogiada tanto por eruditos católicos como protestantes, intitulada "Do Sábado Para o Domingo", do Dr. Samuele Bacchiocchi. O livro completo, em formato virtual, é oferecido GRATUITAMENTE para quem confirmar interesse em recebê-lo pelo e-mail ---> profazenilto@hotmail.com

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    3. Depois é que vi a fraca contra-argumentação do Ribeiro ao que um nosso irmão escreveu. Ele vem com aquele velho chavão dispensacionalista dianenhumista de que agora resta o "amor" como cumprimento dos mandamentos, e cita alguns textos descontextualizados para comprovar isso.

      Lamentavelmente, dada a lavagem cerebral do dispensacionalismo dianenhumista, a grande massa no evangelicalismo contemporâneo IGNORA que faz parte da mais legítima tradição cristã que os 4 primeiros mandamentos tratam de nossos deveres para com Deus, e os 6 últimos, idem quanto ao próximo. É como consta dos documentos oficiais de luteranos, batistas, presbiterianos e anglicanos. Antes da Reforma Protestante já católicos e ortodoxos diziam basicamente o mesmo.

      Quero que me respondam por que, sob o Novo Concerto, nossa expressão de amor a Deus sobre todas as coisas deve reduzir-se de 4 para 3 preceitos. Alguém tem resposta para isso?

      Em Mat. 22:36-40 Jesus disse que TODA A LEI depende desses dois preceitos básicos--amor a Deus e amor ao próximo. Os anti-sabatistas estariam cobertos de razão se Ele tivesse dito—TODA A LEI, MENOS O PRECEITO DO SÁBADO. Mas não foi o que disse. . . Então, o sábado é um MANDAMENTO DE AMOR para todos os efeitos.

      Pois é, no mandamento do sábado temos 4 expressões de amor-- a) de Deus para com o homem, concedendo-lhe esse tempo de descanso para benefício físico, mental, espiritual, familiar, social; b) amor de Deus para com os animais de carga ("nem o teu boi, nem o teu jumento" deviam ser postos a trabalhar no sábado); c) amor do homem para com Deus, respeitando-O como Criador de toda as coisas ao dedicar-lhe o "memorial da Criação", que é o sábado -- Êxo. 20:11; cf. Sal. 111:2-4; d) amor do homem para com o seu semelhante respeitando o seu direito do descanso físico, mental, e demais benefícios espirituais, sociais, familiares nesse dia ("nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva . .").

      Quero que me apontem qualquer outro mandamento do Decálogo que reúna tantas demonstrações de AMOR.

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  9. Prezado Macleito,

    Não é apenas o pastor adventista que trabalha para o SENHOR no sábado a fim de levar a mensagem de salvação para as pessoas, todos os membros também realizam esta atividade no sétimo dia.
    O dia de sábado não é contado para fins de pagamento de salário dos pastores adventistas, assim como os membros adventistas não recebem remuneração para fazerem o mesmo trabalho evangelístico dos pastores no sétimo dia da semana.

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  10. O Domingo é o Dia do Senhor, é o dia da Nova Aliança. A Ressurreição. Mas se os adventistas querem continuar com o sábado, sem problemas.

    O que fedeu nisso tudo, é que um mito demoníaco chamado 'espírito de profecia' estragou o processo. Tornou essa perspetiva do VT em sinal salvífico, mistico. Aliás, dizem que o sábado foi restaurado por causa de outra invenção deles - 1844...

    A única coisa no Adventismo que deve ser levado a sério e receber respeito é o assunto sábado... as demais crenças 'distintivas' pode jogar no lixo... melhor, queime, pois tem muita gente digna reaproveitando coisas do lixo.

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    1. Olá IRMÃO Luciano Sena, a paz do Senhor!

      Perdoe-me IRMÃO Luciano Sena, mas o TEMA de seu Post não seria do SÁBADO e DOMINGO?

      O IRMÃO sempre frisa de que os participantes falem sobre o TEMA postado, mas o IRMÃO mudou de assunto! Fiquei em dívida agora!

      Esta sua recomendação é séria ou não? Ou é só uma estratégia para fugir do TEMA (assunto )Pois o IRMÃO mencionou 1844!

      IRMÃO Luciano, após ler suas palavras:

      "as demais crenças 'distintivas' pode jogar no lixo... melhor, queime, pois tem muita gente digna reaproveitando coisas do lixo".

      Se a INQUISIÇÃO fosse iniciada novamente hoje, o IRMÃO nos levaria para a fogueira?

      Suas palavras são muito rancorosas e preconceituosas!

      Um forte abraço e fique com Deus!

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    2. .
      ** A RESSURREIÇÃO NO PRIMEIRO DIA DA SEMANA TEM IMPLICAÇÕES NA MUDANÇA DO SÁBADO PARA O DOMINGO? **

      Os evangelhos falam apenas que Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana e apareceu aos discípulos que nem sabiam do evento. Estavam “reunidos, com medo dos judeus” (João 20:19) naquele dia, e não celebrando o dia da Ressurreição. Em João 20:26 a cláusula “passados oito dias” poderia muito bem significar um período de exatos oito dias, o que daria uma segunda-feira como o próximo dia do encontro de Cristo com os discípulos. Não obstante, mesmo que tal dia fosse outro domingo, isso nada prova em favor da guarda de tal dia pois nada indica ser esta a razão de o dia ser mencionado, sobretudo quando nenhuma menção se faz de alguma reunião comemorativa da Ressurreição em ligação com tal dia.

      O encontro entre Cristo e Seus apóstolos noutra ocasião ocorreu em dia não identificado, quando estavam pescando (João 21:4-7). Assim, não há nenhuma ênfase especial quanto aos dias em que Cristo aparecia, nem padrão de que tais aparecimentos ocorressem sempre no domingo por tal dia ter sido memorializado ou posto à parte como dia santificado.

      É bastante significativo que Lucas, 30 anos depois, relata que as mulheres que preparavam especiarias para o corpo de Cristo “no sábado descansaram, SEGUNDO O MANDAMENTO” (Luc. 23:56). Nada é dito de ser “o velho mandamento”, “o sábado da lei ultrapassada” ou coisa que o valha. Assim, para Lucas, três décadas depois da Ressurreição, o sábado do sétimo dia era o dia a ser observado “segundo o mandamento”, não o dia ao qual simplesmente chama “primeiro dia da semana”.

      Também é significativo que em Apo. 1:10, João se refere ao “dia do Senhor”, que alguns dizem tratar-se do domingo. Todavia, ao escrever o seu evangelho, na mesma época, refere-se ao dia da Ressurreição como simplesmente “primeiro dia da semana”, sem qualquer designação especial (ver textos citados acima).

      Tampouco o critério para estabelecer os princípios da lei divina quanto ao dia de observância é alguma “série de acontecimentos” em determinado dia. Não há a mínima indicação de que tais acontecimentos fizeram com que a lei de Deus fosse por isso alterada por um claro “assim diz o Senhor”.

      O único dia que nas Escrituras tem a designação especial de “Dia do Senhor” é o sábado do sétimo dia: Êxo. 20:11; Isa. 58:13; Eze. 20:12, 20. No Novo Testamento, o dia de que Jesus declarou-Se ser o “Senhor” é o sábado, não o domingo: Mat. 12:8 cf. Luc. 4:16.
      .
      **ATOS 20:7 – EMBARAÇO PARA OS DEFENSORES DO DOMINGO **

      Em Atos 20:7 é relatado que Paulo teve uma reunião de despedida “no primeiro dia da semana” que, porém, era o que consideramos “sábado à noite”. O dia dos judeus se inicia no pôr do sol. Por sinal, a tradução bíblica A Bíblia na Linguagem de Hoje, da Sociedade Bíblica do Brasil, refere-se ao episódio como tendo ocorrido num “sábado à noite”. A edição equivalente em inglês, New English Bible, o confirma chamando aquele dia “Saturday evening” [sábado à noitinha], o que também é afirmado em nota de rodapé no Contemporary English Version, da American Bible Society [Sociedade Bíblica Americana].

      No contexto percebe-se que o “partir do pão” era apenas uma refeição regular (Atos 2:46) e não o rito da Santa Ceia (referência também indicada na mesma nota de rodapé acima mencionada da CEV). Ademais, Paulo passou a manhã de domingo seguinte viajando, em lugar de ficar para a “escola dominical” ou equivalente. Isso mostra que Paulo não tinha qualquer escrúpulo pela suposta observância de um "dia do Senhor" dominical.

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    3. [Conclusão]

      Contudo, o que não é mencionado aqui em Atos 20:7 é a linguagem específica em grego que os cristãos empregavam para a Santa Ceia: 'Kuriakon Deipnon' (ver 1 Coríntios 11:20). Nem ocorre qualquer menção a “vinho” que é requerido na celebração da Santa Ceia. Assim, não pode ser dito que os discípulos haviam se reunido para celebrar a Santa Ceia naquele domingo à noite quando Paulo falou até meia-noite. Também sabemos que era noite porque Atos 20:8 refere-se às “muitas luzes” no salão.

      Sem falar de como Atos foi escrito quase 30 anos DEPOIS da Ressurreição, e o dia de domingo não recebe nenhum título especial. É meramente o [i]mía twn sabbaton[/i], ou seja--o primeiro a contar do sábado, o que aumenta ainda mais o embaraço dos que pretendem defender a esdrúxula tese de que os cristãos primitivos adotaram o domingo em lugar do sábado.

      ** 1 CORÍNTIOS 16:2—AS COLETAS A SEREM FEITAS EM CASA, NÃO NA IGREJA **

      Em 1 Cor. 16:2 há referência a uma instrução de Paulo de que os cristãos reunissem recursos para ajudar os pobres de Jerusalém, no primeiro dia da semana. Pelo original grego isso seria feito “em casa” (‘par eauto’), não na igreja. Também é significativo que isso foi escrito pelo ano 55 a 57 AD. Não se dá ao dia nenhum título especial de “dia do Senhor”, sendo chamado meramente de “primeiro dia da semana”.

      Quanto às questões históricas relativas à observância do domingo, é verdade que há documentos dos Pais da Igreja que falam da adoção do domingo em lugar do sábado pelos cristãos. Eusébio, por exemplo, contemporâneo, amigo e apologista do Imperador Romano Constantino, declarou: “Todas as coisas que era dever fazer no sábado, estas nós as transferimos para o dia do Senhor”-"Commentary on the Psalms". Como, entretanto, não há registro bíblico de tal fato, sendo esta a tese da “tradição” católica, é de se lamentar que os evangélicos não se apercebam do engano e não atentem às palavras de Paulo profetizando o desvio dos ensinos bíblicos logo cedo pela igreja devido a alguns de seus líderes que corromperiam a fé original.

      Disse ele em Atos 20:29, 30: “Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando cousas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles”. Vê-se que a apostasia da religião cristã começou bem cedo. Mais tarde Paulo indica que “o mistério da iniqüidade já opera” (2 Tess. 2:7).

      João, por seu turno, se queixa que os cristãos de Éfeso haviam abandonado o “primeiro amor” e a “prática das primeiras obras” (Apo. 2:4, 5). Aos crentes de Esmirna ele menciona os que são “da sinagoga de Satanás” atuando em seu meio (vs. 9), para Pérgamo menciona “os que sustentam a doutrina de Balaão” (vs. 14), e a Tiatira condena o tolerarem que uma “Jezabel . . . falsa profetisa” seduzisse a muitos com doutrinas pervertidas (vs. 20), e assim por diante.

      Todavia, sempre houve os que preservaram a verdade a despeito de toda essa corrupção da fé original. Uma reportagem da revista secular "National Geographic Magazine", citando palavras de Edward Gibbon em sua clássica obra "O Declínio e Queda do Império Romano", expõe que “os etíopes dormiram quase mil anos, alheios ao mundo pelo qual foram esquecidos”. Daí, prossegue a reportagem historiando que “Duzentos anos se passaram para o cristianismo tomar pé em Aksum, mas hoje mais da metade de todos os etíopes são cristãos, cerca de 30 milhões de pessoas. Sua fé, por ter sobrevivido aqui por mil anos, é uma singular fusão de ensinos do Velho e Novo Testamento. Grande devoção é revelada pela Virgem Maria, por exemplo, contudo, até hoje os costumes dos ortodoxos etíopes fazem eco à lei judaica, requerendo que as igrejas circuncidem suas crianças do sexo masculino no oitavo dia, descansem no sábado, e se abstenham de carne de porco”. Artigo: “Keepers of the Faith-The Living Legacy of Aksum”, por Candice S. Millard, Op. Cit., julho de 2001, pp. 115 e 122

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    4. Este é o dia que o SENHOR fez;regozigemo-nos e alegremo-nos nele.salmo118:24 Seja ele qual dia da semana for,pois JESUS disse:E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século.

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    5. Olá irmão Macleito Ribeiro, a paz do Senhor!

      "Há muito tempo vários defensores da observância do primeiro dia da semana têm forçado o Salmo 118:22-24 a dizer o que ele não quer.

      Afirmam tais estudiosos que o “DIA em que o SENHOR AGIU” é uma referência ao dia da RESSURREIÇÃO de Jesus (domingo) e que, portanto, o salmista estaria profetizando a mudança do dia de guarda.

      Entretanto, é impossível imaginar que Davi estivesse fazendo uma profecia sobre algo contrário ao que Jesus mesmo disse em Mateus 5:17-19. O Salvador garantiu que Ele não veio para mudar a Lei, tornando assim o plano de salvação algo incoerente (por que pagar a dívida por nossa desobediência a uma Lei que pode ser mudada?)

      Ele veio para cumprir a Lei (que nesse texto se refere aos escritos de Moisés) no sentido de dar a ela o seu verdadeiro significado e mostrar a amplitude espiritual dela. Esse é o significado do termo grego para “CUMPRIR” (pleroo).

      Além disso, é de estranhar que Davi, um observador do SÁBADO, que até compôs o que conhecemos como Salmos SABÁTICOS (do número 92 a 100), tenha profetizado a mudança do dia de guarda.

      Mais estranho ainda é ele não ter feito pelo menos um Salmo (ou hino) para “COMEMORAR” a santidade do DOMINGO! Não estou fazendo uso do chamado “argumento do silêncio”, mas, refletindo no comportamento do salmista diante do dia de guarda.

      NÃO É SÓ ISSO

      Outras razões que nos levam a ter certeza de que o Salmo 118 não fala da observância do DOMINGO.

      Elas foram extraídas do livro Respostas a Objeções, de Francis Nichol (Casa Publicadora Brasileira, 2004), p.p. 159-162:

      1) Em nenhum lugar a Bíblia diz que Cristo tornou-se a “PRINCIPAL PEDRA ANGULAR” pelo ato de RESSUSCITAR dos mortos;

      2) O contexto de Cl 1:18 indica que, se algum ato está sendo focalizado, é a morte de Cristo, que ocorreu no sexto dia da semana (Nota: para serem mais coerentes com o próprio argumento em torno do Salmo 118, os observadores do DOMINGO deveriam OBSERVAR a SEXTA-FEIRA);

      3) É evidente que a declaração de Paulo em Efésios 1:22, a respeito da supremacia de Cristo sobre a igreja, não justifica a conclusão de que a aquisição de Sua supremacia ocorreu no DOMINGO da RESSURREIÇÃO;

      4) O grande plano da salvação depende de uma série de importantes eventos (não somente a ressurreição): a crucifixão e o segundo advento;

      5) Um exame dos versos que precedem e seguem a passagem (Sl 118:22-24) revela que o salmista aqui está preocupado com o assunto amplo da salvação (e não com a observância do DOMINGO).

      Assim diz o verso 21: “Render-te-ei graças porque me acudiste e foste a minha salvação”.

      Diz o verso 25: “Oh! Salva-nos, Senhor, nós te pedimos; oh! Senhor, concede-nos prosperidade!”.

      Compare o comentário de Pedro no Novo Testamento: “Este Jesus é a pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular. E não há salvação em nenhum outro” (At 4:11, 12).

      6) De acordo com o apóstolo Paulo (2Co 6:2), o “DIA da SALVAÇÃO”, do qual os profetas tinham escrito, era o “AGORA” (decidir-se pela salvação HOJE), quando ele estava escrevendo à igreja de Corinto, muitos anos depois da ressurreição.

      7) O paralelo do Salmo 118:22-24 é com João 8:56.

      Veja: “Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele”

      “Abraão, vosso pai, alegrou-se por ver o Meu dia, viu-o e regozijou-se.

      O paralelismo é perfeito. Aqui vemos que Abraão, com olhar profético, antecipou o próprio tempo em que Cristo estaria diante dos homens para lhes oferecer a salvação e “REGOZIJOU-SE”.

      Evidentemente, o “DIA da SALVAÇÃO”, segundo esse texto paralelo, começou antes da RESSURREIÇÃO.

      A conclusão natural é que o Salmista está falando do DIA da SALVAÇÃO que seria anunciado claramente pelo advento de nosso Senhor como o Salvador da humanidade.

      E para encerrar, FRANCIS NICHOL continua:

      “A Bíblia revela que Abraão ‘REGOZIJOU-SE’ e ‘ALEGROU-SE’ em relação ao ‘DIA’ do qual falou o salmista. Há algum defensor do DOMINGO tão corajoso a ponto de afirmar que Abraão GUARDOU o DOMINGO?”"

      Abraços

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  11. Prezado Luciano,

    Na Bíblia, o dia do SENHOR na nova aliança é o sábado, vejam:
    "E disto nos dá testemunho o Espírito Santo; porquanto, após ter dito: Esta é a aliança que farei com eles... diz o Senhor: Porei no seu coração as Minhas leis e sobre a sua mente as inscreverei," (Heb.: 10.15-16)
    Ainda que as "leis" se refiram à Lei do SENHOR numa perspectiva bem ampla, ou seja, a torah (o pentateuco), lá teremos o sábado como um dos mandamentos, e não o domingo.

    O apóstolo Paulo, após sucessivas viagens, chegando à Filipos, reuniu os irmãos e disse: "No sábado, saímos da cidade para junto do rio, onde nos pareceu haver um lugar de oração... falamos às mulheres que para ali tinham concorrido... Certa mulher, ...Lídia... abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia." (At.: 16.13-14)
    Paulo "todos os sábados, discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos." (At.: 18.04)
    O sábado é claramente relacionado à oração e ao culto nas congregações, portanto, continuou sendo o "dia do SENHOR" (Isa.: 58.13) na nova aliança.

    Cuidado com as palavras, sr. Sena, pois o "espírito de profecia" é o "testemunho de Jesus" (Apoc.: 19.10) e não uma doutrina demoníaca!
    O sábado não é salvífico nem possui nenhum teor místico, como vc pensa que os adventistas teriam o sétimo dia. O shabbat é um mandamento moral da Lei do SENHOR, pois se refere a um dia que separamos para exclusiva adoração ao Eterno.
    1.844 constitui no fim das 2.300 tardes e manhãs de Dan.: 8.14, 9.23-27 e Heb.: 9.23-24. É só analisar a História que se relaciona ao tema, a partir de 457 a.C. Este ano (1.844) é significativo para a humanidade, numa perspectiva profética, indicando que o SENHOR muito brevemente voltará.

    Calma, Luciano, o que se deve se colocar no lixo são dourinas antibíblicas como a suposta santidade do domingo (não há um texto sequer que apoie isto), a imortalidade da alma e outros ensinos que são crenças populares, como bem diz o dr. Bacchiocchi: predestinação agostiniano-calvinista, mariolatria, estado intermediário-purgatório, mundo paralelo de tormento eterno (suposto inferno) ao mesmo tempo em que os salvos desfrutam da plena felicidade no SENHOR, na era vindoura.

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    1. Olá, irmão Josinaldo

      A intolerância parece que está no DNA do presbiterianismo. Sinceramente, tenho participado de outros ambientes de debates teológicos há anos, e depois dos católicos-romanos (mesmo assim com exceções significativas) os que encontro empregando o tipo de linguagem mais virulenta e preconceituosa contra nós são os discípulos de Calvino. Este deixou na história, além de seus magníficos tratados de defesa da justiça só pela fé, também o registro de intolerância e falta de entendimento de separação dos poderes de Estado e Igreja, sendo notória e fatal vítima desse seu destemperamento radical o notável cientista Miguel de Serveto, morto por simplesmente ousar discordar dele ideologicamente. É um fato tremendamente embaraçoso na história do Protestantismo, juntamento com o destemperamento de Martinho Lutero em suas obras contra os judeus, que vi expostas há menos de um mês no Museu do Holocausto, em Jerusalém. Os judeus apontam a Lutero como um dos maiores semeadores do anti-semitismo, o que deu no que deu séculos depois--a sanha anti-judaica do nazismo hitlerista.

      Participei de um Fórum Presbiteriano anos atrás (atualmente desativado) e nunca vi tantas expressões desse tipo juntas, e partindo de pastores, homens que deviam ter conduta mais equilibrada pela alta responsabilidade e exemplo que exercem, mas que vinham com meros deboches e linguagem da maior vileza em contestação a minhas participações, coisa indigna de cristãos realmente equilibrados.

      Mas já que foi dito acima que o domingo seria o "dia do Senhor" da Nova Aliança, pois tenho uma pergunta tira-teima sobre isso que até hoje não encontrei nenhum defensor, seja do domingo ou seja do dianenhumismo, que se dispusesse a responder de modo objetivo, específico, claro, conciso, ao ponto. Ei-la:

      **PERGUNTA TIRA-TEIMA SOBRE O TEMA DO SÁBADO NO NOVO CONCERTO**

      Tendo em conta que a passagem mais importante da Bíblia a tratar da transferência do velho para o novo pacto é Heb. 8:6-10 (ver também 10:16), onde é dito nessa passagem que ao escrever o que é tratado como Minhas leis [de Deus], nos corações e mentes dos que aceitam os termos do Novo Pacto [Novo Testamento], como é a promessa dos referidos textos, nesse processo Deus:

      a) deixa de fora o mandamento do sábado;

      b) mantém o preceito do sábado, mas trocando a santidade do 7o. para o 1o. dia da semana;

      c) estabelece que este suposto novo “dia do Senhor” dominical é como um “domingão do crentão”, para ser observado de modo mais 'light', nele podendo-se comprar, vender, ver o esporte no estádio ou na TV;

      OU

      d) deixa o princípio do dia de repouso como algo vago, voluntário e variável, que se ajusta aos interesses ou conveniências do crente (ou do seu empregador)?

      E MAIS:

      e) deixa de fora as regras de alimentos impuros;

      f) deixa de fora a regra de sustentação do ministério mediante dízimos?

      *Textos básicos*: Heb. 8:6-10, 10:16; 2ª. Cor. 3:6-8; cf. Jer. 31:31-33 e Eze. 36:26, 27, Isa. 66:16-18; 1 Cor. 9:13, 14.

      É a velha equação que prossegue indemonstrada:

      NOVO CONCERTO = NOVA LEI

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  12. Olá irmão Luciano Sena, a paz do Senhor!

    A expressão "DIA do SENHOR" presente nos versos acima provém do grego "KURIAKOS HEMERA". A palavra "KURIAKOS", significa: "que pertence ao Senhor"; "concernente ao Senhor"; "relacionado ao Senhor". E a palavra "HEMERA", significa: "DIA". Em todo o Novo Testamento, "KURIAKOS HEMERA" é usado apenas em Apocalipse 1:10.

    Entretanto, algumas traduções bíblicas trocam inconsequentemente a expressão "DIA do SENHOR" pela palavra "DOMINGO" e promovem o falso ensino de que o "PRIMEIRO DIA DA SEMANA" foi mencionado por JOÃO ao redigir o LIVRO de APOCALIPSE. A palavra "DOMINGO" nunca foi utilizada por qualquer autor da Bíblia, ela é completamente desconhecida nas Escrituras Sagradas. Então, qual seria o objetivo de traduzir "KURIAKOS HEMERA"" como equivalente a "DOMINGO"?

    A origem da palavra "DOMINGO"

    Os dias da semana são definidos de acordo com a cronologia de GÊNESIS CAPÍTULO 1, e possuem a seguinte ordem: PRIMEIRO DIA, SEGUNDO DIA, TERCEIRO DIA, QUARTO DIA, QUINTO DIA, SEXTO DIA e SÉTIMO DIA. O último dia da semana (SÉTIMO DIA) Deus o chama de "SABBATH" (SÁBADO), os demais dias semanais não recebem por parte dEle qualquer designação peculiar e são conhecidos ao longo das Escrituras apenas pela ordem cronológica originada na criação.

    Contudo, com o surgimento da idolatria, o homem passou a atribuir NOMES de ASTROS e de seus ÍDOLOS aos dias da semana. Foi no Império Romano que a astrologia introduziu o uso popular da SEPTIMANA ("sete manhãs", em latim), convenção de origem BABILÔNICA. Inicialmente, os nomes dos deuses orientais foram SUBSTITUÍDOS por equivalentes LATINOS. O DIA do SOL, DIES SOLIS (domingo); LUA (segunda); MARTE (terça); MERCÚRIO (quarta); JÚPITER (quinta) e VÊNUS (sexta) e o SATURNI DIES, dia de SATURNO (sábado) A igreja de Roma com o intuito de combater a nomenclatura semanal PAGÃ utilizou o LATIM LITÚRGICO ou ECLESIÁSTICO para nomeá-los. Então, os dias da semana passaram a ser conhecidos também como: "PRIMA FERIA", "SECUNDA FERIA", "TERTIA FERIA", "QUARTA FERIA", "QUINTA FERIA", "SEXTA FERIA" e, "SABBATUM" (todos nomes LATINS). Posteriormente essa igreja, sem autorização da Bíblia, intitulou "PRIMA FERIA" (que refere-se ao primeiro dia da semana) como sendo "DIES DOMINICUS", que em LATIM significa "DIA do SENHOR". Lembrando que os textos bíblicos foram escritos em HEBRAICO, ARAMÁICO e GREGO, não consta absolutamente nada em LATIM.

    Consequentemente, as diversas línguas originadas do LATIM e, influenciadas pelo LATIM ECLESIÁSTICO, tiveram a expressão "DIES DOMINICUS" como referência ao "PRIMEIRO DIA DA SEMANA". E isso ocorreu com a língua portuguesa que, além de ter sido persuadida por essa artimanha, possui a palavra "DOMINGO" (primeiro dia da semana) derivada de "DOMINICUS". Assim, a igreja de Roma disseminou também por este meio o falso ensino de que o DOMINGO seria o "DIA do SENHOR".

    CONTINUA ...

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    1. O "DIA do SENHOR" na BÍBLIA

      No V.T a expressão "DIA do SENHOR" é escrita de duas formas:

      "YHOVAH YOWM" e "ADONAY YOWM”

      Enquanto no N.T ela é representada por:

      "KURIOS HEMERA", exceto em Apocalipse 1:10 onde se tem "KURIAKOS HEMERA".

      Ao todo, a expressão "DIA do SENHOR" surgi 27 vezes, e está distribuída em 25 versos, destes, 23 apresentam-na como sendo o:

      "DIA do AJUSTE de CONTAS com DEUS",
      "DIA do JUÍZO FINAL",
      "DIA do JULGAMENTO" e
      "DIA do RETORNO de JESUS".

      E esses 23 versos são:

      Is 2:12; Is 13:6; Is 13:9; Jr 46:10; Ez 13:5; Ez 30:3; Joel 1:15; Joel 2:1; Joel 2:11; Joel 2:31; Joel 3:14; Amós 5:18; Amós 5:20; Ob 1:15; So 1:7; So 1:14; Za 14:1; Ml 4:5; At 2:20; I Co 5:5; I Te 5:2; II Te 2:2; II Pe 3:10.

      E os DOIS VERSOS que não tratam a expressão "DIA do SENHOR" como sendo o "DIA da VOLTA de JESUS", ou, "DIA do JUÍZO de DEUS" são:

      1. ISAÍAS 58:13-14 RA.
      2. APOCALIPSE 1:10 RA

      Portanto, o dia mencionado em Apocalipse 1:10 é esclarecido em Isaías 58:13, onde Deus pessoalmente diz que o Seu santo SÁBADO, instituído no SÉTIMO DIA da semana, é o "DIA do SENHOR". E eis os motivos para tal designação:

      "DESCANSOU, ABENÇOOU e SANTIFICOU" (Gênesis 2:2-3NVI).

      "Mas o SÉTIMO DIA é o SÁBADO [...] Pois DESCANSOU, ABENÇOOU e SANTIFICOU" (Êxodo 20:10-11 NVI).

      Alguns interpretam o "DIA do SENHOR" de Apocalipse 1:10 como sendo o "DIA do JUÍZO FINAL", após comparar o seu trecho: "uma voz forte, como de trombeta", com o trecho de I Tessalonicenses 4:16 que diz: "voz do Arcanjo acompanhada pelo som de trombeta". Porém, uma análise cuidadosa revela que Apocalipse 1:10 descreve uma VOZ de intensidade SEMELHANTE ao SOM de uma trombeta (cf. Isaías 58:1), e não uma voz seguida ao som desse instrumento (como narrado em I Tessalonicenses 4:16). A voz mencionada em Apocalipse 1:10 era de Jesus vinda do santuário celestial, que na ocasião transmitia eventos proféticos a João, e isso difere do cenário de Sua segunda vinda relatado em I Tessalonicenses 4:16-17. O texto de Apocalipse 4:1 também auxilia nesta questão ao mencionar o ASPECTO da voz de Jesus:

      "Depois dessas coisas olhei, e diante de mim estava uma porta aberta no céu. A voz que eu tinha ouvido NO PRINCÍPIO, falando comigo COMO TROMBETA, disse: 'Suba para cá, e lhe mostrarei o que deve acontecer depois dessas coisas'. Imediatamente me vi tomado pelo Espírito, e diante de mim estava um trono no céu e nele estava assentado Alguém." (NVI).

      Mas, independentemente desta análise paralela, é fato comprovado que Apocalipse 1:10 não refere-se ao "PRIMEIRO DIA DA SEMANA". A afirmativa de que, o "DIA do SENHOR" no verso em pauta aluda ao "DOMINGO", está fundamentada na presunção.

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  13. Olá IRMÃO Luciano Sena, a paz do Senhor!

    O DOMINGO É O SÍMBOLO DIVINAMENTE DETERMINADO PARA CELEBRAÇÃO DA RESSURREIÇÃO?

    Estudando as escrituras em busca de evidências que indicassem ter sido o primeiro dia da semana(2) estabelecido como o dia de adoração após a redenção, me deparei com algumas intrigantes ilações.

    JESUS APARECEU AOS SEUS DISCÍPULOS REUNIDOS NO PRIMEIRO DIA DA SEMANA

    "Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa ONDE ESTAVAM OA DISCÍPULOS COM MEDO DOS JUDEUS, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!" (João 20:19)

    Os discípulos estavam reunidos no primeiro dia da semana, mas observamos que o objetivo não era religioso, visto que eles estavam assim reunidos “POR MEDO DOS JUDESU”.

    Veja que eles também não sabiam que Jesus havia
    ressuscitado, e existem duas passagens bíblicas paralelas que provam isso.

    A primeira delas está em Marcos 16:11-14, e lemos o seguinte:

    “Estes, ouvindo que ele (Jesus) vivia e que fora visto por ela, não acreditaram. Depois disto, manifestou-se em outra forma a dois deles que estavam de caminho para o campo. E, indo, eles o anunciaram aos demais, mas também a estes dois eles não deram crédito. Finalmente, apareceu Jesus aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, porque não deram crédito aos que o tinham visto já ressuscitado."

    E a segunda passagem a provar que os discípulos não tinham conhecimento da ressurreição, tanto que ficaram “SURPRESOS e ATEMORIZADOS, pois acreditavam estarem VENDO um ESPÍRITO”, podemos encontrar em Lucas 24:36-46.

    Não foi a toa que Jesus lhes indagou:

    “Por que estais perturbados? E por que sobem DÚVIDAS ao vosso coração?”

    Deste modo, foi preciso que Jesus "lhes abrisse o entendimento para compreenderem as Escrituras", as quais revelavam que Ele RESSURREIÇÃO no terceiro dia, para só então seus seguidores poderem passar a crer; em outras palavras, os discípulos NÃO criam na RESSURREIÇÃO de nosso Senhor quando decidiram se reunir à tarde no DOMINGO. Se reuniram por estarem com MEDO de que, assim como mataram o seu Senhor, os judeus viessem a PERSEGUÍ-LOS e MATÁ-LOS também.

    Digo isso porque algumas pessoas dizem que eles estavam reunidos porque SABIAM que Jesus já tinha RESSUSCITADO e estariam, pela suposta ciência deste fato, comemorando assim a RESSURREIÇÃO. Mas vimos acima que, no dia de DOMINGO, eles nem haviam entendido ainda que Jesus havia RESSUSCITADO. E, pelo que pude compreender das Escrituras, para comemorar a Sua ressurreição, Jesus previamente já houvera estabelecido o batismo por imersão; podemos ler isso em Romanos 6, nos versículos 3 em diante.

    Deste modo, é possível compreender qual fora a forma divinamente instituída para a comemoração da RESSURREIÇÃO do Filho de Deus, verbis:

    “porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição” (Romanos 6:3-5).

    As escrituras são claras ao afirmarem que o rito estabelecido por Deus para a memória e CELEBRAÇÃO da RESSURREIÇÃO reside na instituição do BATISMO por IMERSÃO; uma vez que entramos nas águas batismais nós estamos sendo sepultados juntos com Jesus. O velho eu egoísta ali morre. E quando nós nos levantamos das águas batismais, estamos então, simbolicamente, ressuscitando para uma nova vida em Cristo Jesus.

    (2) “O Domingo. À primeira vista, SANDAY [Sun = dia Day = sol], o nome inglês do domingo, não parece ter significado cristão. De fato, a palavra inglesa é de origem pagã, uma lembrança do culto ao sol no mundo antigo. Entre os romanos, esse era o DIES SOLIS, o dia consagrado ao deus-sol”.

    Um forte abraço e fique com Deus!

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  14. Olá IRMÃO Luciano Sena, a paz do Senhor!

    O DIA QUE O APÓSTOLO PAULO ELEGERA PARA O DESCANSO

    Na cidade de Corinto, Paulo trabalhou um ano e meio fazendo tendas. O fato de que se dedicasse a uma atividade não religiosa durante um tempo tão prolongado nos ajuda a descobrir o dia em que ele repousava e que, desta maneira,
    ele reservava para as atividades religiosas. Atos 18:3, 4 nos dão essa resposta:

    “E, posto que eram do mesmo ofício, passou a morar com eles e ali TRABALHAVA, pois a PROFISSÃO deles era fazer TENDAS. E TODOS OS SÁBADOS DISCORRIA NA SINAGOGA, persuadindo tanto judeus como gregos.” (Atos 18:3-4).

    E caso voltemos a nossa página um pouquinho só, para atos 16:13, você irá encontrar nas viagens de Paulo algo muito interessante, que faz bem prestarmos atenção:

    "No sábado, saímos da cidade para junto do rio, onde nos pareceu haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido." (Atos 16:13).

    E isso é muito curioso, vez que os cristãos, mesmo muito
    tempo depois de Jesus Cristo ter ressuscitado, estavam guardando o sábado, e o mais interessante é que essas pessoas cristãs não faziam parte do povo judeu, o
    que é facilmente identificado em razão de ali nos ser dito o nome deles:

    "Certa mulher, chamada Lídia, da cidade de Tiatira, vendedora de púrpura, temente a Deus, nos escutava; o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia." (Atos 16:14).

    Meu IRMÃO, que Deus seja louvado, porque a bíblia é clara a
    este respeito.

    E se o apóstolo Paulo realmente entendesse que o sábado, o sétimo dia, não devesse mais ser observado, então porque ele não aproveitaria esta oportunidade e daria o exemplo aos irmãos gentios recém-convertidos acima citados, de modo a não deixar mais dúvidas quanto a sua suposta mudança para o DOMINGO? No entanto, o que vemos é justamente o oposto.

    Um forte abraço e fique com Deus!

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  15. Olá IRMÃO Luciano Sena, a paz do Senhor!

    O PRIMEIRO DIA DA SEMANA NO NOVO TESTAMENTO

    Passo agora a uma breve análise de todas as passagens do NT que se referem diretamente ao primeiro dia da semana. O objetivo é a localização dos trechos autorizadores da mudança do sábado para o domingo(3).

    São ao todo oito passagens que encontrei.

    1) “No findar do sábado, ao entrar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro” (Mt 28:1).

    O verso apenas diz que elas foram ao sepulcro no primeiro dia da semana, após o sábado, pois elas haviam descansado no sábado em obediência ao mandamento (cf. Lc 23:54-56).

    Este texto foi escrito no ano 62 d.C., 31 anos depois da ressurreição de Jesus. Deste modo, a partir deste verso ainda nada é possível inferir sobre a santificação do primeiro dia da semana, para fins de guarda, posteriormente à ressurreição de Cristo.

    2) “E, muito cedo, no primeiro dia da semana, ao despontar do sol, foram ao túmulo” (Mc 16:2).

    Outro verso que apenas faz o relato de que as mulheres foram ao sepulcro no primeiro dia da semana, e apresenta que só foram neste horário porque o sábado já havia passado (cf. Mc 16:1).

    Nada fala sobre a santidade do domingo, e ainda confirma que elas guardavam o sábado do Senhor.

    3) “Havendo ele ressuscitado de manhã cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual expelira sete demônios” (Mc 16:9).

    Apenas mais um relato sobre o momento histórico no qual Jesus ressuscitou. Mais uma vez, nada é apresentado sobre uma suposta santidade do domingo como dia da ressurreição de Cristo.

    Registre-se também o fato deste texto também ter sido escrito 31 anos após a ressurreição de Jesus. Além de não nos permitir deduzir nada sobre a guarda do domingo, é possível também notar que Jesus teve todo o cuidado de não violar o sábado nem na sua morte. Da mesma forma como repousara após a conclusão do ato de criação em Gênesis, igualmente repousara após a conclusão da obra da Redenção em Cristo Jesus. Seus trabalhos de criação e redenção foram realizados honrando o Sábado.

    4) “Mas, no primeiro dia da semana, alta madrugada, foram elas ao túmulo, levando os aromas que haviam preparado” (Lc 24:1).

    Como o último verso do cap. 23 deixa claro que aquelas mulheres guardavam o sábado, foi só passar o
    pôr-do-sol e elas foram ao sepulcro realizar o trabalho que havia sido deixado por fazer, para não se transgredir as horas santas do sábado do Senhor (cf. Lc 23:54-56).

    Assim, até aqui ainda não consegui visualizar algo que ateste para a santidade do domingo.

    (3) Na Bíblia o primeiro dia da semana nunca é chamado de domingo. Nem é chamado de dia santo, nem nela expressamente existem indicações no sentido dele ter sido separado como um dia de adoração.

    Um forte abraço e fique com Deus!

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  16. Alexandre, infelizmente, como já disse, vc cola longos textos - não será justo perder meu tempo com isso...
    parece que os adventistas tem essa mania. Ser prolixo só causa admiração em quem acaba de escrever...
    O dia que escrever pouco, darei as devidas respostas, SE eu achar que devo...

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  17. Olá IRMÃO Luciano Sena, a paz do Senhor!

    Escrevendo muito ou pouco o IRMÃO continuará a não responder por que se TESE ou TEORIA é furada, simples assim!

    É insustentável!

    A sua teoria da SUBSTITUIÇÃO é no mínimo tendenciosa e sem base bíblica!

    Afirmar que os "PRIMEIROS DIAS DA SEMANA" envolvem algum tipo de CELEBRAÇÃO e forçar muito o que os textos não dizem!

    A RESSURREIÇÃO como confirmador do DOMINGO, ledo engano!

    Agora Apocalipse 1:10 como DIA do SENHOR, é ridículo tal afirmação!

    Infelizmente o IRMÃO não tem como base o N.T, mas toda a mirabolante doutrina da ICAR e PATRÍSTICA!

    Um forte abraço e fique com Deus!

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  18. Este comentário foi removido pelo autor.

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  19. Tão animador é, ver dois fiéis escudeiros da escritora White lutarem brava e braviamente por uma ideia, mesmo que saibamos que esta jamais será aceita unanimemente; e um dos motivos é que seus proclamadores se ufanam de que essa seria a verdade mais verdadeira e ao se olhar para o passado de seus preletores, em conjunto com doutrinas distintivas duvidosas e/ou difamatórias, tornam-se alvo da desconfiança dos assistentes mais bem informados. Digo animador no sentido de observar que ainda existem pessoas devotadas a um ideal que, mesmo em sendo pacífico, por assim não o tomem mas por ele lutem e o defendam cegamente, produzindo, assim, o efeito animador necessário à continuidade dessa fé. Sendo apenas ponto de controvérsia hermenêutica, não muda o cenário cristão pois o sentido e o objetivo único de todos os homens do bem é a cristandade unificada, pacífica e, principalmente, pacificadora. O que passa disto é conveniência denominacional, ainda que os escudeiros não pensem assim. Têem o shabbat como cavalo de batalha e "conditio sine que non" para a obra do bem, da paz e, mais ainda, da salvação; erguem essa bandeira e a protegem com garra e determinação, a despeito de toda evidência contrária apresentada. Tomam por ataques pessoais as observações contrárias, tal a força de sua convicção. Espanta-nos o poder da doutrina na mente humana. Porem nos parece, tambem, que não se trata somente de doutrina espiritual, mas de doutrina que habilita no homem o poder carnal do orgulho, do exclusivismo e da pretenção à sabedoria. Este conjunto de sentimentos produz no prosélito a falsa sensação da plenitude com o divino, sendo esta, porém, atitude carnal, puramente humana!
    Mesmo que controverso nos pareça, o resultado de tanta devoção é louvável e significativo já que dessa obra resultam, também, ações proativas de humanidade e benevolência, verdadeira vocação do divino.
    Discutir posições e, muito mais, a hermenêutica é "inócuo" e improdutivo, pois tal qual o clube de futebol ou esporte pelo qual torcemos nos parece o melhor, mais poderoso e nada nos faz trocá-lo, mesmo que não vença a todos os jogos e mesmo que o sustentemos a duras penas, assim é nossa denominação, a melhor, a mais correta, a verdadeira e original.
    Porém, o espetáculo da fé e da sabedoria cristãs se dá não com dissertações, estudos profundos, palavras fortes, emocionalidades de músicos ou eloquencia de grandes oradores e sim com atos, atitudes e exemplos de bondade, generosidade e compaixão e disso não há quem queira discordar!

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    1. Quer dizer que o Sábado criado por Deus (Gênesis 2: 1-3) foi idéia de Ellen White?

      Então, os mais de QUATRO MIL anos que o povo de Deus guardou esse dia em obediência a Ele foi por causa de uma idéia de uma mulher que viveu no século XVIII?

      Deixa-me ver se entendi:
      Então Deus, o Todo Poderoso e que não muda (Malaquias 3:6), (Lucas 21:33), fez um mandamento (baseado na ideia de Ellen White) dizendo que era para se guardar o Sábado e depois de mais de QUATRO MIL anos Ele simplesmente vê que esse mandamento estava errado e que ninguém conseguia observá-lo por “N” situações, então resolve mudar esse mandamento para o Domingo já que todos os homens, Suas criaturas, estavam reclamando que não conseguiam guardar mais o Sábado e que isso era coisa de Judeu e o Domingo era o melhor para o Cristianismo, é isso mesmo?

      Como já dizia um velho bordão de Deus: “meu povo perece por falta de conhecimento [...]" (Oséias 4:6)

      Fiquem com Deus!

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  20. Amigos, como já disse acima e repito, o vídeo introdutório a esta discussão traz distorçõos do começo ao fim, a começar da falsa informação de que a Sra. White declarou que a guarda do domingo começou a partir de Constantino, em 321 AD.

    Totalmente falso. Ela confirma o que historiadores adventistas sempre acentuaram--o domingo foi adotado GRADUALMENTE. Isso é ampla e documentadamente discutido pelo magnífico livro do Dr. Samuele Bacchiocchi, "Do Sábado Para o Domingo", escrito a partir de sua tese doutoral ao estudar na principal instituição católica--a Pontifícia Universidade Gregoriana, de Roma.

    O livro de Bacchiocchi foi altamente elogiado por eruditos tanto católicos quanto protestantes, e ponho-o à disposição de qualquer interessado que queira se inteirar dos verdadeiros fatos.

    A discussão dos argumentos bíblicos sobre o domingo já a postamos na resposta a uma alegação de Macleito Ribeiro, e poderão ver nosso post de 24 de junho, horário de 18:56.

    O livro de Bacchiocchi em formato virtual pode ser obtido GRATUITAMENTE bastando confirmar interesse pelo e-mail --> profazenilto@hotmail.com

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  21. Azenilto, vc concorda com tudo que Bacchiocchi escreveu?

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Olá irmão Luciano Sena, a paz do Senhor!

      O IRMÃO discorda de tudo o que a ICAR afirma?

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  22. Não, eu não concordo com tudo quanto Bacchiocchi escreve. Mas a documentação que ele apresenta quanto às verdadeiras origens do falso sábado dominical são irrefutáveis.

    Veja os muitos eruditos que a ele se referiram:

    ** Testemunhos de eruditos católicos sobre os livros do Dr. Bacchiocchi a respeito da questão sábado/domingo **:

    “Pode dar-se o caso de que uma das formas mais poderosas de antijudaísmo na igreja hoje seja a própria estrutura de sua liturgia. Daí ‘Do Sábado Para o Domingo’ deve ser bem acolhido como uma nova e bem fundamentada pesquisa para levantar discussão nesta área vital. É um campo de estudo que merece nossa atenção. E não se poderia encontrar um melhor ponto de início para tal exploração do que o último volume do Dr. Bacchiocchi. Eu grandemente o recomendo”.

    John T. Pawlikowski, OSM, Ph. D.,
    Chefe do Dpto. de Estudos Religiosos
    União Teológica Católica, Chicago


    “Em ‘Do Sábado Para o Domingo’ o Dr. Bacchiocchi tenta assegurar a gênese histórica da observância do domingo mediante uma investigação exaustiva de fatores judaicos, pagãos e do cristianismo primitivo que para isso contribuíram. As suas descobertas são significativas e merecem a cuidadosa consideração de todos”.

    Thomas A. Krosnicky, S. V. D. DSLit.,
    Diretor Executivo da Comissão S/Liturgia dos Bispos Católicos


    “A advertência foi lançada, o domingo está em dificuldade. . . . A fim de obter uma perspectiva muito necessária sobre esta questão, uma leitura prática e que vale a pena de ‘Do Sábado Para o Domingo’ é muito necessária”.

    Thomas G. Simmons, Diretor de “Catholic Divine Worship”
    Análise Crítica, “Modern Liturgy Magazine”


    ““Divine Rest for Human Restlessness” [Repouso Divino Para a Inquietude Humana-outro dos livros do Dr. Bacchiocchi sobre o sábado] convida todo leitor a uma análise penetrante e sugestiva da tradição e significado da observância sabática”.

    Rev. Cardinal Joseph L. Bernardin
    Arcebispo de Chicago

    **Testemunhos de eruditos evangélicos sobre os livros do Dr Bacchiocchi a respeito da questão sábado/domingo**:

    “‘Do Sábado Para o Domingo’ é uma peça de pesquisa integral e exaustiva que todo investigador no futuro levará em consideração”.

    Bruce M. Metzger, Professor de Novo Testamento
    Seminário Teológico de Princenton

    “‘Do Sábado Para o Domingo’ é notável realização ecumênica. Após ler esta sólida peça de pesquisa qualquer pessoa razoável deve questionar a aceitação fácil e acrítica do domingo como o Dia do Senhor”.

    Marcus Ward,
    “The Expository Times”, Inglaterra


    “‘Do Sábado Para o Domingo’ remonta ao cristianismo primitivo de modo bastante sério e demonstra como e por que os cristãos mudaram o seu dia de adoração ‘Do Sábado Para o Domingo’ . . . . As pessoas que se consideram muito distanciadas desses assuntos descobrirão algo aqui ou ali neste livro que as conduzirão a um novo entendimento da adoração”.

    Martin E. Marty, Ph. D., Prof. História Eclesiástica, Divinity School, de Chicago
    Análise Crítica, “The Christian Century”

    “A destacada erudição de ‘Do Sábado Para o Domingo’ é, logicamente, evidente de imediato. Eu admiro a clareza de pensamento e a maestria na utilização de material relevante. Revela verdadeiramente uma metodologia científica. O livro estimulará um reexame de tradições há muito estabelecidas. Representa uma contribuição muito criativa para o cristão que em toda parte tem necessidade dos valores espirituais inerentes ao sábado. Todos somos devedores ao Dr. Bacchiocchi por sua verdadeiramente importante e, creio, oportuna obra”.

    Norman Vincent Peale
    Autor do best seller, “O Poder do Pensamento Positivo”


    “‘Do Sábado Para o Domingo’ é um tratado bem pesquisado e bem escrito que combina erudição, devoção e um espírito irênico. . . . As implicações são chocantes, não só quanto à questão sábado/domingo em si, mas também dada a questão mais ampla das relações entre os Velho e Novo Testamentos”.

    Don A. Carson, Ph. D.
    Editor do simpósio “From Sabbath to the Lord’s Day”

    [Conclui no próximo quadro]

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  23. [Conclusão do quadro anterior]

    “Independentemente da orientação eclesiástica de qualquer pessoa, esta encontrará em ‘Do Sábado Para o Domingo’ do Dr. Bacchiocchi uma obra muito impressionante e de auxílio, de erudição de primeira ordem. Ele pôs o mundo inteiro a seu débito. . .”

    Vernon C. Grounds, President,
    Seminário Teológico Batista Conservador de Denver, Col. EUA.


    **Análises críticas de “Repouso Divino Para a Inquietude Humana”-outro dos livros do Dr. Bacchiocchi sobre o sábado**:

    ““Divine Rest for Human Restlessness” é um tratamento definitivo do mandamento mais negligenciado da cristandade”.

    Análise Crítica, “Christianity Today”

    “Uma leitura detida de “Divine Rest for Human Restlessness” pode mudar sua vida para melhor.”

    Robert T. Fauth, President
    Seminário Teológico Eden


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  24. Olá IRMÃO Luciano Sena, a paz do Senhor!

    5) “No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu que a pedra estava revolvida” (João 20:1).

    Apenas a repetição das passagens anteriores. Não é possível questionar biblicamente que Jesus ressuscitou no domingo (louvado seja o SENHOR por isso!), mas dizer que, tão somente por este motivo, este dia estaria agora no lugar do
    sábado, seria acrescentar palavras não passíveis de serem depreendidas tão só com o emprego dessas passagens.

    Até aqui ainda estou esperando para ver onde estaria a tal “AUTORIZAÇÃO” para mudar o sábado para o domingo.
    [Abro aqui um parêntesis]. Veja nas Escrituras quão solenemente o sétimo dia vinha sendo anunciado por Deus como o único dia de guarda ao longo de toda a trajetória do povo de Deus especialmente até a vinda do Messias. E não
    foram somente os Israelitas a guarda-lo, visto que o sábado e sua santidade foram instituídas lá no éden, muito antes não só da queda do homem, como, com mais forte razão ainda, antes de Abraão e Moisés. E se algo tão solene e enfatizado
    assim pelo Rei de todo o Universo devesse ser mudado, seria esperado ao menos uma clara e expressa declaração do mesmo Eterno Deus no sentido de alterar o Seu repouso semanal do sétimo para o primeiro dia do ciclo semanal. [fecho o parêntesis]

    6) “Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, pôsse no meio e disse-lhes: Paz seja convosco” (João 20:19).

    O texto é muito claro em afirmar o motivo pelo qual eles estavam reunidos: o MEDO dos JUDEUS.

    Não tinha nada que ver com um culto ou missa dominical. O v. 26 diz que oito dias depois Jesus Se apresentou novamente para os discípulos. Jesus encontra-os ainda escondidos dos judeus, com as portas trancadas, e aproveita para apresentar-Se a Tomé, que estava ainda duvidando de Sua ressurreição.

    Nada ainda encontramos sobre a autoridade de mudar o SÁBADO para o DOMINGO. E olha que este seria um
    bom momento para Jesus aproveitar e ensinar para os discípulos que o DOMINGO agora deveria ser o dia de guarda.

    Mas o estranho é por que Ele não procedera desta forma. Se, no velho testamento, o Senhor escrevera Ele mesmo os dez
    mandamentos em tábuas de pedra, com o Seu próprio dedo, e em meio a claras manifestações de Seu poder e Sua Glória, porque agora não faria nem sequer uma simples declaração como, p. ex., “lembra-te do PRIMEIRO DIA da SEMANA para o
    SANTIFICAR, porque no PRIMEIRO DIA da SEMANA o SENHOR RESSUSCITOU”?

    Mas nada.

    Nada pudemos encontrar até agora que indique a expressa mudança do quarto mandamento.

    Um forte abraço e fique com Deus!

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  25. Olá IRMÃO Luciano Sena, a paz do Senhor!

    7) “No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo, que devia seguir viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite” (At 20:7).

    O motivo pelo qual os discípulos estavam reunidos neste primeiro dia da semana é revelado no próprio texto bíblico: Paulo estava para viajar no dia seguinte.

    Registre-se que, como é cediço, nos tempos de Cristo, tanto romanos quanto judeus observavam o começo e término dos dias mediante o pôr do sol do período de 24 horas imediatamente antecedente (início do dia) até o pôr do sol
    seguinte (final do dia). Em outras palavras, os dias eram contados de um pôr do sol até o outro. Assim, p.ex., o pôr do sol de quinta-feira, já seria (consoante essa forma bíblica de contagem do tempo) o começo da sexta-feira! Dia este que só terminaria no pôr do sol da própria sexta-feira (que para nós atualmente, e de forma diversa daqueles tempos, só iniciaria e terminaria após a meia-noite).

    Tendo isso em mente, ao ser descrito em atos 20:7 que o apóstolo Paulo estaria “REUNIDO no PRIMEIRO DIA da SEMANA” a fim de partir o pão, podemos facilmente inferir que não se tratava de uma reunião que se iniciara no primeiro dia, mas sim no sétimo dia, indo até depois do pôr do sol, e, consequentemente, tendo seu prosseguimento num DOMINGO, o qual começara justamente no pôr do sol deste
    mesmo SÁBADO. O fato de que estaria tão escuro que fora preciso o ambiente ser iluminado por “MUITAS LÂMPADAS no CENÁCULO onde ESTAVAM REUNIDOS” somente atesta para esta realidade, pois se a reunião ali descrita tivesse se estendido após o pôr do sol de um DOMINGO (e indo até a meia-noite) como dizem alguns, não mais poderia ter sido no PRIMEIRO DIA da SEMANA a reunião no cenáculo tal como descrita em atos 20:7, mas sim, e em completa contradição lógica, no segundo dia da semana, a SEGUNDA-FEIRA.

    Mas como sabemos que tal reunião se deu “ESTANDO” já no PRIMEIRO DIA da SEMANA, o qual se iniciou a partir do pôr do sol de SÁBADO, e findou a meia-noite, temos a certeza de que o dia em que Paulo decidiu seguir viagem não poderia logicamente ter sido na SEGUNDA, pois para que assim fosse, o apóstolo teria de esperar até o pôr do sol de DOMINGO, quando então se iniciaria o SEGUNDO DAI da SEMANA, para só então poder prosseguir viagem. E sabemos quão perigoso era viajar após o crepúsculo naqueles tempos. Daí porque é fácil então deduzir que a viagem se deu quando ainda havia claridade solar no DOMINGO, o dia seguinte ali mencionado.

    Ante o exposto, a interpretação desse “PRIMEIRO DIA” dependeria da maneira como pensamos que Lucas contava o dia: como os judeus (a partir do pôr do sol) ou como a nossa sociedade atual (a partir da meia-noite).

    Reforça este entendimento a tradução do texto grego conferida pela Bíblia na NTLH, na qual se optou pela expressão “SÁBADO à NOITE” ao invés de “PRIMEIRO DIA da SEMANA”: “No SÁBADO à NOITE nós nos reunimos com os irmãos para partir o pão”.

    Pois conforme vimos, Paulo falou nessa reunião e continuou falando até a MEIA NOITE, pois ia viajar no dia seguinte. No texto grego, porém, não existe nenhuma expressão que possa ser traduzida por “PRIMEIRO DIA da SEMANA”. No Novo Testamento Interlinear, que traduz, rigorosamente, palavra por palavra, do grego para o nosso idioma, o versículo encontra-se traduzido da seguinte maneira:


    “Em, porém, o um dos SÁBADOS, tendo conduzido juntos nós quebrar pão, o Paulo discursava-lhe, estando para ir-se de no sobre a manhã, estendeu ao lado e a palavra até meia noite”.

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    1. Seguindo essa tradução, é mais uma vez corroborada a conclusão de que o culto em Trôade começou durante o SÁBADO, isto é, antes do pôr-do-sol, e não no DOMINGO à NOITE, e prolongou-se até a MEIA-NOITE.

      Ademais, outro fato grave que a tradução do Novo Testamento Interlinear deixa claro é que as versões RA e RC traduziram erroneamente o versículo.

      Obviamente, esses problemas de tradução não são puramente produtos da ignorância ou descuido, pois os que fazem parte das equipes de tradução – que são na maior parte contra a OBSERVÂNCIA do SÁBADO, como dia de ADORAÇÃO e DESCANSO – são algumas das maiores autoridades quando o
      assunto a ser tratado se refira ao DOMÍNIO da LÍNGUA GREGA.

      Tendo isso em mente, uma tradução correta do texto grego poderia ser:

      No SÁBADO, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo, que devia seguir viagem no dia imediato, exortava-os.

      E esse dia escolhido por Paulo para prosseguir a sua viagem, ainda num DOMINGO, só reforça mais o respeito que o apóstolo tinha para com a instituição divina do SÉTIMO DIA, vez que esperara não só o SÁBADO passar, como também a
      primeira parte escura (a “tarde” ou “noite”) do dia de DOMINGO também passar, para só na parte clara (a “manhã”) do primeiro dia da semana iniciar então a sua viagem.

      É mesmo estranho para nós hoje esta contagem dos dias, com o dia começando à noite (tarde) e terminando após cessar a parte clara do dia (a manhã) com o crepúsculo. Para entender melhor cito uma breve passagem, verbis:

      Quando Deus criou o mundo, o fez em seis dias, descansando no sétimo. Gênesis capítulo 1 e 2:1-3. É interessante observar que após cada dia, o escritor bíblico registra:

      "houve tarde e manhã, o primeiro dia" (verso 5);
      "houve tarde e manhã, o segundo dia" (verso 8);
      "houve tarde e manhã, o terceiro dia" (verso 13);
      "houve tarde e manhã, o quarto dia" (verso 19);
      "houve tarde e manhã, o quinto dia" (verso 23);
      "houve tarde e manhã, o sexto dia" (verso 31).

      Você percebeu? ...

      TARDE e MANHÃ. Primeiro TARDE (a parte escura do dia), depois MANHÃ (a parte clara).

      Assim começou o mundo e assim eram contados os dias.

      O Dicionário da Bíblia, de John D. Davis, esclarece que "Dia era o intervalo de tempo, compreendendo o período entre dois nascimentos sucessivos do sol. O dia na Bíblia era de uma tarde até a outra. De um pôr do sol a outro (Lev. 23:32; Êxodo 12:18). Este modo de medir o tempo baseava-se no costume de calcular os meses pelo aparecimento da lua nova. A designação exata do dia civil compreendia a tarde e a manhã, ou noite e dia (Daniel 8:14; II Cor. 11:25). Posto que a tarde servia de entrada para um novo dia, também fazia parte do dia natural, que restritamente falando, o completava. A tarde que dava início ao dia quinze de Nisã é designada pela expressão "desde o dia quatorze do primeiro mês à tarde, comereis pães asmos, até a tarde do dia vinte" Êxodo 12:18; compare com II Crônicas 35:1 e Levítico 23:32. Os dias da semana não tinham nome; eram designados por números, com exceção do sétimo dia que tinha o nome de sábado."

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  26. Olá IRMÃO Luciano Sena, a paz do Senhor!

    8) “No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for” (1Co 16:2).

    Este é o ÚLTIMO dos oito únicos versos do Novo Testamento que fala sobre o primeiro dia da semana. Já vimos que as sete passagens anteriores nada falam sobre a autorização para os cristãos mudarem o SÁBADO para o DOMINGO.

    Resta agora analisar esta última passagem. Paulo está falando sobre uma ajuda que seria enviada para os irmãos da Judéia (v. 1; cf. At 11:28-30).

    Os irmãos não são orientados a se reunirem no PRIMEIRO DIA da SEMANA para adorarem ao Senhor. O apóstolo dá uma orientação para separarem sua contribuição “em CASA”, muito provavelmente junto com as provisões semanais da própria família. Quando Paulo visitasse a cidade, as ofertas já deveriam estar todas prontas. O fato de os discípulos se reunirem em um dia específico, além do sétimo semanal, não faz de tal dia um SUBSTITUTO do SÁBADO do 4o mandamento, pois eles se reuniam diariamente (cf. At 5:42). O que torna um dia “SANTO” é a determinação de Deus, e isto acontece na Bíblia SOMENTE para o SÁBADO (cf. Gên. 2:1-3; Êx 16:1-10: 20:8-11).

    Analisamos TODAS as passagens do Novo Testamento que tratam do SÁBADO, e vimos que TODOS os discípulos e seguidores de Jesus guardaram este dia normalmente, pois fazia parte do seu dia-a-dia. Não há nenhuma cogitação entre os discípulos sobre a mudança do SÁBADO para outro dia qualquer.

    Um forte abraço e fique com Deus!

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  27. Olá IRMÃO Luciano Sena, a paz do Senhor!

    HÁ RAZÕES PARA AINDA SANTIFICARMOS O SÁBADO?

    Por se tratar de questão sobremodo polêmica, convido o testemunho do FREI LEOPOLDO PIRES MARTINS, OFM, para responder, Ipsis Litteris:

    “Este Preceito do Decálogo regula o culto externo, que devemos a Deus. (…) Ora, como esse dever não pode ser facilmente cumprido, enquanto nos deixamos absorver por negócios e interesses humanos, foi marcado um tempo fixo, para que se possam comodamente satisfazer as obrigações do culto externo. (…) “O quanto aproveita aos fiéis respeitar este Preceito, transparece do fato de que sua exata observância induz, mais facilmente, os fiéis a guardarem os outros Preceitos do Decálogo.”

    Em “Catecismo Romano”, p. 434–435.

    Existem católicos, protestantes e evangélicos leigos, mesmo SINCEROS, que acreditam que Jesus não guardou os Dez Mandamentos e que ele combateu o SÁBADO.

    O que diz a Bíblia?

    Até onde vai o conhecimento deles?

    Caso Jesus tivesse profanado o SÁBADO, ou qualquer outra lei, Ele não poderia ser “UM CORDEIRO SEM DEFEITO NEM MANCHA” (1Pe.1:19), nem poderia ser o Messias que tem a função de “ENGRADECER A LEI e torná-la GLORIOSA” (Is.42.21).

    Então, quem afirma que Cristo violou o SÁBADO, está
    negando que Ele era o Messias, tornando-O um mero PECADOR e MENTIROSO, pois Ele mesmo disse ter OBSERVADO os MANDAMENTOS (Jo.15:10).

    O FREI LEOPOLDO responde, com muita propriedade, que o mandamento do SÁBADO rege o culto, e que os fiéis tornam-se mais fiéis a Deus, quando praticam esse mandamento específico.

    “O SÁBADO era um dia SAGRADO, que seria profanado pelo trabalho (Eze. 22:18). Conforme Êxodo 20:8-11 e 31:17 (mais um passo adiante) a santidade do SÁBADO era uma santidade objetiva, devido à bênção de Deus, que no 7o dia
    ‘DESCONSOU’ da Sua obra, a criação, pensamento esse que foi largamente elaborado em Gên. 1:1-2:4a”.

    Em “Dicionário Enciclopédico da Bíblia”, coluna 1340.

    Outra contribuição bastante proveitosa de JOHN MCKENZIE:

    “O SÁBADO é profanado pelo exercício do comércio, e Neemias fechava os portões de Jerusalém no SÁBADO para impedir o comércio (Nee. 13:15-22). Carregar cargas viola o SÁBADO (Jer. 17:21–27…) .”

    Em “Dicionário Bíblico”, p. 810.

    Indiscutivelmente, todas essas autoridades e documentos religiosos católicos não concordam com a visão herética semi-antinomista/dispensacionalista que nega a validade e vigência do Decálogo (lei moral) como norma cristã, e prega o fim total do quarto mandamento, considerando-o erroneamente como uma lei "CERIMONIAL".

    Um forte abraço e fique com Deus!

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  28. É isso aí, irmão Alexandre

    Esse pessoal não tem a mínima base para defender o falso sábado dominical.

    É interessante que um tal Gunnar Vingren Lima Ferreira, que é calvinista, como o Luciano Sena, preparou uma série em 6 segmentos em que defende ardorosamente a guarda do domingo. O bom do seu material é que ele tambem detona com o dispensacionalismo, não hesitando em chamar essa "escola interpretativa" de herética.

    Mas ao final de sua série, publicada num blog calvinista chamado "Eleitos de Deus" (já desativado) ele diz, citando outra autoridade de sua Igreja, que não há realmente meios de provar biblicamente o batismo infantil, assim como também não há como provar pela Biblia que o domingo tomou o lugar do sábado pelos cristãos primitivos.

    Pois é isso mesmo--não há como provar NEM UMA COISA,NEM OUTRA. . .

    E tenho apresentado 3 desafios aos amigos evangélicos dominguistas (raríssimos, pois a maioria aderiu mesmo ao mais confortável "dianenhumismo"):

    a) Provar BIBLICAMENTE que o domingo tomou o lugar do sábado por determinação divina;

    b) Provar BIBLICAMENTE que esse novo dia do Senhor dominical é para ser observado de modo ‘light’, como um “domingão do crentão”, nele podendo-se comprar, vender, ver o esporte no estádio ou na TV;

    c) Provar BIBLICAMENTE que o dia para o cristão deve ser considerado de meia-noite a meia-noite, e não mais de uma tarde a outra tarde.

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    1. Oi irmão Azenilto, a paz do Senhor!

      É verdade!

      O livro "Do Sábado para o Domingo" você o tem em PDF ou outro tipo de arquivo?

      Vou lhe mandar um e-mail!

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  29. Olá IRMÃO Luciano Sena, a paz do Senhor!

    O SÁBADO NÃO FOI ABOLIDO COMO ALGUNS APREGOAM?

    1) “Alguns dizem (erroneamente, frise-se) que o SÁBADO foi abolido. E para isso fazem uma distorcida aplicação de Efésios 2:15:

    “Quando Cristo morreu só a lei de ordenanças (expressão sinônima de lei cerimonial) fora abolida (ela consistia em ordenanças, a exemplo da páscoa, circuncisão, sacrifícios de animais, etc), contudo, a Lei de Deus, contida no decálogo (os Dez Mandamentos) não poderia ter sido abolida. Nesse sentido também se manifesta A. HOPKINS STRONG (eminente teólogo Batista), em seu conhecido tratado Systematic Theology, vol. 2, pág. 408, diz: ‘Nem tudo na lei mosaica está abolido na cruz. Cristo não encravou em Sua cruz nenhum mandamento do Decálogo”.

    Os judeus tinham assim duas espécies de leis: a) Ordenanças = cerimonial (regras, normas, estatutos sombras da verdadeira realidade em cristo) e os 10 Mandamentos (a Santa Lei de Deus = Lei Moral).


    2) Dizem que o SÁBADO foi cravado na cruz (Cl 2:14 e 16):

    A palavra SÁBADO quer dizer DESCANSO, todo feriado religioso era chamado de SÁBADO: o dia da páscoa, o dia da expiação ou o dia do perdão, eram 7 os feriados, eram datas fixas, ou seja caiam em dias diferentes da semana (segunda, terça, …) mas mesmo assim eram chamados de SÁBADO (descanso) mesmo caindo num DOMINGO por exemplo. Com a morte de Cristo, esses feriados acabaram. Mas o SÁBADO semanal este permanece!

    Comentando sobre o assunto, J. SKINER, abalizada autoridade evangélica, reitor do Colégio de Westminster (Cambridge), anota:

    "O nome SÁBADO podia ser aplicado a qualquer época sagrada como tempo de cessação de trabalho e assim é usado com relação ao Dia de Expiação, o qual era observado anualmente, no décimo dia do sétimo mês. Levítico 16:31; 23:32. Nos livros proféticos e históricos, 'SÁBADOS' e 'LUAS NOVAS' estão associados de tal modo a sugerir serem ambos festividades lunares. Amós 8:5; Oséias 2:11 e Isaías 1:13.(1)"

    (1) Cf. J. Skinner, art. "Sabbath." Hasting's Biblie Dictionary, pág. 807.


    E também com propriedade, ALFRED EDERSHEIM, escritor de nacionalidade judaica, convertido ao protestantismo, profundo conhecedor da lei Cerimonial, referindo-se à festa dos TABERNÁCULOS, diz:

    "O PRIMEIRO dia da festa e também o OITAVO (ou HZERETH) eram dias de SANTA CONVOCAÇÃO e eram também um SÁBADO, mas não no sentido do SÁBADO SEMANAL, senão de um festivo descanso diante do
    Senhor em que nenhuma obra servil de qualquer espécie podia ser feita.(2)"

    (2) Cf. A. Edersheim, Festas de Israel, pág. 86.

    Deste modo, há uma diferença bem definida entre os DEZ MANDAMENTOS, os quais são mandamentos ETERNOS e MORAIS por serem uma transcrição do CARÁTER DIVINO, e, por outro lado, aqueles mandamentos consistentes em ORDENANÇAS mencionados em Efésios 2:15. Porquanto, como vimos acima, estes últimos tinham haver tão-só com “OS RITUAIS CERIMONIAIS que Deus estabeleceu, os quais simbolizavam o evangelho para eles (judeus), e compunham-se de ordenanças como:

    "ofertas diversas, holocaustos, abluções, sacrifícios, dias anuais de festas específicas e deveres sacerdotais. E tais ordenanças foram registradas na Lei de Moisés [Lei Cerimonial], não na Lei de Deus [Lei Moral]. (II Crônicas 23:18; II Crônicas 30:15 a 17; Esdras 3:1 a 5)”.


    3) Segue declaração de famoso pregador de renome internacional:

    Referindo-se a 1 João 2:2-6 e 5:2 e 3, o Pr. PEARLMAN escreveu, apropriadamente, estas palavras:

    "O nosso amor a Deus encontra a sua manifestação na observância de Seus MANDAMENTOS. ... Obediência aos mandamentos de Deus em imitação de Cristo. ... Assim sendo, ele [o apóstolo João] ordena aos homens que dêem prova do seu conhecimento de Deus. Para saberem de certo se têm ou não o conhecimento de Deus, a prova é simples — guardam os mandamentos de Deus?"

    Através da Bíblia, págs. 344 e 341.

    Isso está perfeitamente de acordo com as palavras do Senhor Jesus, em João 14:15 e 21, que diz!


    Um forte abraço e fique com Deus!

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  30. Alexandre, eu já te disse, ficar colando longos textos, só causa admiração em quem escreve.

    O dia que escrever com seus dedos um pergunta de cada vez, SE eu achar que devo, respondo.

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    1. Olá IRMÃO Luciano Sena, a paz do Senhor!

      Não escrevo (ou copio se preferir) para angariar admiração de ninguém!

      E realmente o IRMÃO Luciano Sena, tem razão! Eu não ESCREVO, eu digito!

      Não escrevo (ou copio se preferir) para que você responda! Assim, como você ESCREVE ou COPIA se preferir, cada TEMA em seu BLOG, você espoe suas ideias, opiniões e sua teologia não para que alguém lhe contradiga, por que ninguém o convencerá do contrário! Por acaso, você com atitude DEMOCRÁTICA, disponibilizou a libração dos COMENTÁRIOS ao contrário de seus amigos do CACP!

      Nunca espero sua resposta, até por que o IRMÃO quase não comenta.

      Participo do seu BLOG pura e simplesmente pela DEMOCRACIA dispensado por você, do contrário, apenas não participaríamos do mesmo. Assim, como o IRMÃO não evangeliza ninguém com seu BLOG, o mesmo ocorre com todos os participantes dele.

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  31. O esforço de provar o sábado por vocês sempre esbarrará no NT. Situação embaraçosa essa.

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    1. Olá IRMÃO Luciano Sena, a paz do Senhor!

      Perdoe-me, mas preciso rir! kkkkkkkkkkkkk

      O IRMÃO disse:

      "O esforço de provar o sábado por vocês sempre esbarrará no NT. Situação embaraçosa essa".

      IRMÃO Luciano, é justamente o CONTRÁRIO!

      Não existe este esforço de nossa parte, pois o mesmo é bíblico do GÊNESIS ao APOCALIPSE!

      Já o DOMINGO? Quais os versículos mesmo?

      Um forte abraço e fique com Deus!

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    2. Olá irmão Luciano Sena, a paz do Senhor!

      Onde um Apóstolo ordenou a NÃO OBSERVÂNCIA do SÁBADO?

      Não EXISTE!

      Onde um Apóstolo ORDENOU a OBSERVÂNCIA do DOMINGO?

      Não EXISTE!

      No Novo Testamento existem vários EXEMPLOS de GUARDA do SÁBADO inclusive do próprio SENHOR do SÁBADO! JESUS, se lembra?

      Mostre-me (não é obrigação, apenas se o IRMÃO quiser) o exemplo de JESUS GUARDANDO o DOMINGO?

      NÃO EXISTE!

      Mostre-me o exemplo de um Apóstolo se quer GUARDANDO o DOMINGO?

      NÃO EXISTE!

      O irmão afirma que "O ESFORÇO em PROVAR o SÁBADO" é nosso, mas não é não ele é BÍBLICO!

      Já o DOMINGO, com sua teoria da SUBSTITUIÇÃO que infelizmente é FOTO CÓPIA da ICAR, só que o IRMÃO, "não sabe, não quer saber ou tem raiva de quem sabe" ou simplesmente ignora o fato HISTÓRICO, PATRÍSTICO e da ICAR.


      FELIZ SÁBADO o "DIA do SENHOR"!

      Um forte abraço e fique com Deus!

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    3. Olá irmão Luciano Sena, a paz do Senhor!

      Irmão Luciano Sena, se você não achou a lógica do TESTEMUNHO e EXEMPLO não apenas de PAULO, mas também de ÁQUILA e PRISCILA quanto a que dias deveriam TRABALHAR e que DIA deveriam SANTIFICAR. E mesmo assim o irmão IGNORA o FATO e REJEITA o relato BÍBLICO que é muito claro e evidente!

      O irmão REJEITA o TREMENDO exemplo de PAULO, ÁQUILA e PRISCILA quanto ao SÁBADO CONSCIENTEMENTE como SEM VALOR algum!

      E diz, afirma que não EXISTE mandamento direto! E que o EXEMPLO não serve!

      Irmão Luciano Sena, se o EXEMPLO (do apóstolo) não serve e o mesmo não deu um mandamento direto (na sua visão)!

      Por que o irmão OBSERVA então o DOMINGO?

      Ou seja, o irmão rejeita o SÁBADO mesmo com o EXEMPLO do APÓSTOLO, mas GUARDA (observa) o DOMINGO sem um único EXEMPLO de OBSERVÂNCIA BÍBLICA do MESMO.

      O irmão rejeita o SÁBADO por que não existe um mandamento direto do mesmo, mesmo sabendo que o mesmo não foi ABOLIDO (mas eu sei que vai citar os versículos dos sábados cerimoniais), mas GUARDA (observa) o DOMINGO, que NUNCA foi ordenado que o observa-se.

      Ou seja, você REJEITA VOLUNTARIAMENTE o "LEMBRA-TE" de DEUS o LEGISLADOR e CRIADOR (Êx 20:8-11), mas GUARDA o DOMINGO de LEGISLAÇÃO HUMANA!

      Você REJEITA VOLUNTARIAMENTE o exemplo de PAULO e outros quanto ao SÁBADO, mas GUARDA o DOMINGO sem um ÚNICO exemplo da GUARDA do DOMINGO! E o pior mesmo é que não existe tal EXEMPLO!

      Você REJEITA VOLUNTARIAMENTE o SÁBADO por que "NÃO EXISTE MANDAMENTO DIRETO" para o mesmo, mas OBSERVA o DOMINGO sem exemplo, sem "mandamento direto" sem nada mesmo!

      Irmão Luciano Sena, acho que o irmão deveria passar para a ICAR, pois somente nos moldes doutrinários dela é que se pode OBSERVA tal DIA ! Pois é baseado na TRADIÇÃO e PATRÍSTICA! ÚNICA forma do OBSERVÁ-LO! Não existe base BÍBLICA para tal!

      Mas o irmão deve ter razão mesmo!

      Mesmo com tamanha INCOERÊNCIA!

      FELIZ SÁBADO o "DIA do SENHOR"!

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  32. Azenilto, poderia nos dizer em que discorda do Bacchiocchi?

    Já leu a obra do Carson a respeito?

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  33. Luciano, não sei onde vc vê que a observância do Sábado esbarra no NT, pois, como vimos nos posts do irmão ALEXANDRE DIETRICH a observância do Sábado no NT está de acordo com AT, que aliás, o AT e o NT são um livro só, a Bíblia, a Palavra de Deus, nada mais do que ser coerente em relação ao Sábado, não acha?!

    Fique com Deus!

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  34. Eu estou na página 150 do livro de Bacchiochi, e posso afirmar com toda certeza que o livro dele é mais um a pulular por aí.

    É cheio de manipulações históricas, REPLETOS de argumentos subjetivos, vindos do sabatismo mas agora enfeitados sob o verniz da erudição.

    No prefácio, os católicos até agradecem, pois a "obra" de Bacchiochi os incentiva a dar mais valor ao 'Lord´s Day', o Domingo.

    Além do mais, ele desbanca e descorda da posição de Ellen White, quando ela afirma que foi Constantino que efetuou a mudança do dia.

    Também, Bacchiochi, deu uma rasteira, sem querer, na profetisa, porque tendo a mudança do sábado para o domingo, ocorrido lá pelo ano 135 a.D., e o Bacciochi não sabe dizer quem fez a mudança, que fica à critério de quem manipular mais o período afim de se achar o culpado.

    Ellen White, e seu 'homem do pecado, que CUIDARÁ em mudar os tempos e a lei, (Dn.7:25), vai para o espaço, já que Constantino não MUDOU NADA.

    Evidente que a Igreja Católica, detendo TODAS as fontes primárias em matéria de história da Igreja, NÃO FORNECE para ninguém todas as informações do que tem acontecido nestes quase 2000 anos.

    Bacchiochi, foi mais um estudante da Gregoriana. Quem está fazendo tanto alarde dele encontram-se somente os sabatistas, que pensam que agora o pão caiu com a manteiga prá cima, e os 'dominguistas' estão completamente derrotados.

    No prefácio do livro, diz que serve apenas para reflexão, e que seu conteúdo não é conclusivo, pois não resolve muitas questões pertinentes à época da "suposta" mudança do dia.

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    1. Olá irmão Paulo Cadi, a paz do Senhor!

      Ótima aquisição, bom estudo e boa reflexão!

      Ainda vou adquirir o meu!

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  35. O Paulo Cadi gosta de caçar chifre em cabeça de cavalo. Não deixem de ver a REFUTAÇÃO a suas teses no tópico indicado acima, "O desafio de Azenilto. . ." de que a doutrina da Reforma Protestante sobre a lei é igual ao que ele pensa. Mostrei com documentação indesmentível que o que ele pensa está na CONTRAMÃO do que os reformadores realmente ensinavam sobre o assunto. Basta ver o que Lutero diz no seu "Tratado Contra os Antinomistas". E eu cito Calvino também, ao comentar os primeiros versos de Romanos 7, tão mal compreendido pelos que aderiram à falsa e mais e mais denunciada teologia dispensacionalista dianenhumista.

    Recomendo que nosso amigo Paulo Cadi e todos os demais aqui dediquem uma horinha a ouvir a magnífica exposição de um pastor reformado, Héber Campos Jr. Ao entendimento da Reforma Protestante sobre o tema da lei e sua harmonia com a graça. Eis o link:

    http://www.youtube.com/watch?v=OCNS1h2pSwA

    Quanto ao que o Luciano Sena diz que a defesa do sábado esbarra com o Novo Testamento, deixe-me apresentar uma reflexão que preparei hoje, para outra discussão, inclusive com "testemunhas de Jeová":

    * O MANDAMENTO MAIS JUDAICO DO DECÁLOGO *

    O preceito do Decálogo que mais diretamente trata de algo relativo à experiência de Israel é o 5o. Mandamento, "honra a teu pai e a tua mãe. . ." (Êxo. 20:12). É o texto que fala da promessa de “longa vida sobre a terra que o Senhor teu Deus te dá”. Mas essa é a terra de Canaã.

    Contudo, o Apóstolo Paulo aplica essa promessa a qualquer terra em que um cristão possa viver, ao lembrar aos crentes GENTIOS de Éfeso o que ele mesmo designa como “o primeiro mandamento com promessa” (Efé. 6:1-3).

    Esta passagem é significativa por mostrar que os efésios saberiam imediatamente identificar do que ele estava falando—sobre os 10 Mandamentos. Eles os conheciam e sabiam ser a norma de conduta da Igreja. Aliás, o livro da Soc. Torre de Vigia, Criação, pág. 341, diz literalmente [transcrito com os erros de português do original]:

    “A lei fundamental em que se basêa o Pacto de Sinai é os dez mandamentos (Êxodo 20:1-17). Os juizos ou decretos que Jeová ditou para o governo do seu povo constituia os estatutos de Deus. A vontade de Deus é a sua lei, a qual se encontra nos dez mandamentos. . . Em resumo, o pacto era o contracto; a lei, era os dez mandamentos ou regras fundamentais. . . O Pacto de Sinai prefigurava um Novo Pacto da Lei, que será baseado na lei fundamental de Deus, e revelará o que será exigido do povo a fim de obter as bênçãos prometidas”

    Quem imagina que “o mais judaico dos 10 Mandamentos” seria o do sábado se engana completamente. O referencial do sábado é a criação dos céus, da terra, do mar e de tudo quanto neles há (Êxo. 20:11 e 31:17), e isso não tem aplicação exclusiva à terra de Israel, como ocorre com esse 5º. Mandamento.

    O preceito do sábado foi instituído como “memorial da criação”, o que é confirmado pelo salmista no Sal. 111:2-4. A Tradução do Novo Mundo, melhor do que outras, nos ajuda a ver a conexão de tal passagem com o preceito do sábado: “Ele [Jeová] fez uma recordação para as suas obras maravilhosas. Jeová é clemente e misericordioso”. Pois essa recordação é o sábado que a cada sétimo dia traz à lembrança a grandiosa obra criadora de Deus.

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  36. Ah sim, também é interessante notar que o Paulo Cadi diz que Bacchiocchi refuta Ellen White, por esta ensinar que o domingo começou a ser observado desde Constantino em 321 AD. Só que ELLEN WHITE NÃO DIZ ISSO. Quem diz é quem distorce suas palavras, como o rapaz do vídeo acima. Ele afirma isso, mas não apresenta provas, pois o que ela diz está em perfeita harmonia com o que Bacchiocchi declara--que o domingo foi sendo adotado GRADUALMENTE por uma Igreja mais e mais fragilizada espiritualmente.

    Também é interessante como Paulo Cadi encerra a sua exposição, alegando que a causa dominguista não estaria fracassada. Não sei por que ele diz isso, quando NÃO É DOMINGUISTA e sim dianenhumista.

    Ora, quem ensina que não há mais mandamento para observar um dia especial ao Senhor, integralmente, como sendo o 4o. Mandamento da Lei Moral para a igreja, não tem que se identificar como "dominguista", pois não o é.

    Aliás, tenho chamado a atenção de alguns apologistas do anti-sabatismo, que de vez em quando levantam aqueles argumentinhos sobre "provas" de que o domingo era observado pelos cristãos primitivos (como Atos 20:7 e 1 Cor. 16:2), já que defendem a guarda do domingo só para fazer contraponto com o sábado, mas na prática NÃO GUARDAM O DOMINGO. Não têm escrúpulos sobre dediar DIA NENHUM ao Senhor, então essa defesa do domingo por eles chega a ser HIPÓCRITA, pois combatem o sábado, mas também não "morrem de amores" pelo domingo.

    E meu desafio triplo continua em pé:


    a) Provar BIBLICAMENTE que o domingo tomou o lugar do sábado por determinação divina;

    b) Provar BIBLICAMENTE que esse novo dia do Senhor dominical é para ser observado de modo ‘light’, como um “domingão do crentão”, nele podendo-se comprar, vender, ver o esporte no estádio ou na TV;

    c) Provar BIBLICAMENTE que o dia para o cristão deve ser considerado de meia-noite a meia-noite, e não mais de uma tarde a outra tarde.

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  37. Agora tenho que trabalhar, mais tarde, continuarei refutando a pataquada do Azenilto, que na outra postagem CONTINUA SE ESCONDENDO ATRÁS DE FONTES PROTESTANTES, e não vem para o campo aberto, ou seja, munido com as '0bras' de sua profetisa, Ellen White.

    Na outra postagem, tenho demonstrado as flagrantes diferenças entre a CONFISSÃO DE WESTMINSTER, e as declarações da mentora do Azenilto, a 'mother White.'

    Ele, (Azenilto), alega crer na doutrina sobre a aplicação do decálogo, da mesma forma que os reformadores, o que também já demonstrei ser, mentira, pois para isso, ele teria que rejeitar por completo a heresia do 'juízo investigativo, ou seja, ele não quer admitir que está debaixo da lei cerimonial, já que o Dia da Expiação, ERA LEI CERIMONIAL.

    Em sua última intervenção, como ele NÃO TEM ARGUMENTOS se recorrer aos livros de White, CONTINUA SE ESCONDENDO ATRÁS DE DECLARAÇÕES DOS REFORMADORES, cujos ensinos estão expostos na CONFISSÃO DE WESTMINSTER, a qual já demonstrei, contraria as declarações de White.

    Mas, isso, era de se esperar, pois é sempre a velha e surrada tática dos apologistas sabatistas, ou seja, ficar se escondendo atrás de teólogos protestantes e deixando no esquecimento o tão alardeado, por eles, 'espírito de profecia', que é um dos principais identificadores da igreja verdadeira.

    Pergunto ao Azenilto: Porque você está desconsiderando citar os escritos de Ellen White? Qual o problema, já que NADA adianta você citar de fontes protestantes, já que NENHUM teólogo protestante concorda com a heresia do 'juízo investigativo', que é onde vocês fazem a aplicação dos dez mandamentos para os crentes?

    Mais tarde, continuaremos, conforme o horário permitir, refutando essas bobagens

    Vão lá na postagem que ele mencionou, leiam e comparem como ele já está sendo refutado, faz teeempo!

    O que sobrou para o Azenilton, é somente ficar colando o que os reformadores disseram, o que absolutamente é tão diferente da heresia do 'juízo investigativo', quanto uma formiga de um elefante.

    Azenilto, mostra a tua cara, como bom adventista, e harmonize a doutrina do decálogo e justificação dos crentes, com a sua doutrina do 'juízo investigativo,' que é o que interessa!

    Depois continuaremos......


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  38. As teses do Azenilto, já foram refutadas, e ele continua se escondendo atrás de declarações dos Reformadores.

    É só o leitor atencioso comparar o que ele afirma, com o que temos demonstrado.

    Ele, Azenilto, vem em nome de uma denominação, que afirma ser detentora, de escritos inspirados pelo 'espírito de profecia' de Apocalipse 19:10, ou seja, os ensinos de Ellen White.

    Só que o Azenilton, espertamente, DESCONSIDERA POR COMPLETO os ensinamentos desta senhora, que tem como fundamento para o decálogo, na vida dos cristãos, a HERESIA DO JUÍZO INVESTIGATIVO.

    Já demonstramos, e o leitor atento poderá conferir na outra postagem, que os ensinamentos de White e da consagrada CONFISSÃO DE WESTMINSTER, são INCOMPATÍVEIS.

    O que restou para ele, é continuar, (como em sua última intervenção, na outra postagem), se escondendo atrás de declarações dos reformadores, e não vem de jeito nenhum para o campo aberto, munido com o tal 'espírito de profecia de White.'

    Evidentemente que ele não quer deixar sua zona de conforto, onde ele se sente, entre aspas, seguro.

    É a velha e surrada tática dos apologistas sabatistas: SE ESCONDER ATRÁS DA DOUTRINA REFORMADA, que alías É CALVINISTA, e Lutero defendia a doutrina da eleição, tão ardorosamente quanto Calvino.

    Então, como os argumentos do Azenito já foram despachados com mala e cuia, ele fica por aí, catando nos comentários dos reformadores, alguma migalha que se assemelhe ou justifique as heresias promovidas por sua mentora 'mother White.'

    Azenilto, te assuma como sabatista, e vem para o campo aberto, e não vem querer dar uma de protestante, coisa que você não é.

    Agora tenho que trabalhar, e conforme as horas, continuaremos a expor os êrros do oponente, que tem uma batata quente na mão, e que ele não quer segurar, a saber, o tal de 'juízo investigativo.'

    Depois, conforme o tempo, continuaremos.....

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  39. Paulo Cadi, se o Professor Azenilton REFUTOU seu "dominguinho" ou "dianenhunismo" usando a “DOUTRINA REFORMADA”, ou seja, a crença que vc crê, imagine se o Professor usar a crença em que ele crê?

    Fique com Deus!

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  40. Ele , Azenilto, já foi REFUTADO.

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  41. Ele sempre é refutado... sempre.

    Se ele seguisse os reformadores, aceitaria o que eles dizem do domingo!

    Sempre defendi um linha aqui no blog - a guarda do sábado é uma decisão baseada no VT, devocional, litúrgico, etc.

    O problema é que a Igreja Remanejada, com sua sonhadora, fez desse tema um aspecto mistico de proporções alarmantes. Diabolizando o domingo, e o "embestiando" para o tempo final.

    Na IASD não existe apenas o sabatismo, mas a sabadolatria.

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    1. Luciano, eu afirmei ao Azenilto, e demonstrei que nós não estamos debaixo do pacto de obras.

      Ele disse que não sabia o que era isto, porque não fazia parte do ensinamento adventista. Mas está lá, na Confissão de Westminster.

      Como que um indivíduo que não conhece a Confissão de Westminster, vem afirmar que é descendente da fé reformada, (saída do Movimento de Reforma).

      Mas eles sempre usam essa tática, e deixam White de
      lado.

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  42. Caraca, vcs (Paulo Cadi e Luciano) não conseguem ver o óbvio!

    Mesmo com todas as evidências apresentadas aqui pelo irmão ALEXANDRE DIETRICH, Azenilton e outros vcs permanecem com o coração duro às verdades explícitas!

    Em relação à idolatria... pelo que vejo, quem está idolatrando algo aqui são vcs com suas, DOUTRINAS REFORMADAS, CARTA DE WESTMINSTER, etc., e a Bíblia, a Palavra de Deus, como sempre fica de lado sendo menos importante, em segundo plano...

    Como citei em outro post mais acima: “meu povo perece por falta de conhecimento [...]" (Oséias 4:6)

    Fiquem com Deus!

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    1. Olá irmão Gilson Tenório,a paz do Senhor!

      Não perca seu tempo irmão Gilson, todos os que comentam aqui que pensão diferente deles, só o fazem para desmenti-los e não para convencê-los!

      Um forte abraço e fique com Deus!

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  43. Gilson Tenório, você só está dizendo isso, porque não conhece a Bíblia, mas está doutrinado pelo sabatismo, e não consegue pensar de outro modo.

    Pegue o livro, "O Grande Conflito", nos capítulos que tratam do juízo investigativo, com a Bíblia aberta em Hebreus, 10, e tente entender o que diz ali, e se você for honesto consigo mesmo, pelo pouco que consiga entender de Hebreus 10, verá que a doutrina do juízo investigativo, contraria o que está escrito neste capítulo, como em todo o livro de Hebreus.

    Eu somente citei o capítulo 10 de Hebreus, para facilitar para você.

    Faça este teste, com tranquilidade, sem pensar em defender isto ou aquilo, que eu lhe aposto que você verá as diferenças, entre o White afirma, e o que as escrituras afirmam.

    Faça o teste!

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  44. O Paulo Cadi quer se identificar com os Reformadores, mas demonstrei-lhe com citações de Lutero, Calvino, mais antigos, e Charles Spurgeon, mais moderno (além obras da CPAD confirmando os 10 Mandamentos como normativos aos cristãos em TODOS os seus preceitos) como ele não pode reivindicar isso. Sua teologia é a da “lei abolida” e do “dianenhumismo” que JAMAIS foi o ensino de Lutero, Calvino, Wesley, e muitos outros grandes promotores da causa do evangelho. Aliás, até Billy Graham derrota as teses do Paulo Cadi, que chegou a dizer a tolice teológica de que AMOR e DECÁLOGO não têm nada a ver um com o outro.

    Esse é um argumentinho tolo dos dispensacionalistas dianenhumistas que encontro por aí. Sabem qual é a ‘lógica’ da questão? Dizem que Deu. 6:5 e Lev. 19:18 NÃO FAZEM PARTE DO DECÁLOGO. Então, estariam fora dos 10 Mandamentos.

    Ou seja, Deus quer que os filhos honrem aos pais, mas sem precisarem amá-los. Os cônjuges devem se respeitar e serem mutuamente fiéis, mas isso só em função da LETRA DA LEI, nada a ver com terem de se amar. . .

    Gente, é isso que ensinam nas Igrejas por aí, ou é coisa só de algumas, que aderiram a esse dispensacionalismo brabo?! O que constitui, porém, a mais legítima tradição cristã protestante/evangélica é que os 4 primeiros mandamentos tratam de nossos deveres para com Deus, e os 6 últimos, idem quanto ao próximo. É como ensinam luteranos, presbiterianos, batistas e anglicanos em seus próprios documentos confessionais, DE SÉCULOS.

    O amor a Deus e ao próximo não estão fora do Decálogo, minha gente--eles são a própria SÍNTESE do Decálogo.

    E é só irem lá no tópico “Desafio do Azenilto. . .” e lerem como eu apresento meu desafio em 5 pontos, e ele JAMAIS topou enfrentá-lo, agarrando-se em citas pinçadas desonestamente do contexto para tentar passar a imagem de que misturamos obras com graça, o que é uma grande INVERDADE.

    Aliás, já que ele gosta tanto de citar E. G. White, por que nunca citou esta declaração dela, por exemplo:

    “Quem procura alcançar o céu por suas próprias obras, guardando a lei, tenta algo impossível” -- “Mensagens Escolhidas”, vol 1, pág. 364.

    Este tipo de citação dela JAMAIS é empregada por nossos oponentes! Nem aquelas em que incentiva repetidamente que “a Bíblia e a Bíblia só seja nossa base de fé e prática”.

    E a questão do juízo investigativo é citada por aí como uma doutrina “terrível e espantosa” por quem NEM SABE EXATAMENTE DO QUE SE TRATA, mas à base do “me contaram”, “me parece”, “li num site”, fazem julgamentos verdadeiramente inconsequentes e irresponsáveis a respeito.

    Esse tema não interfere em ABSOLUTAMENTE NADA na questão da justificação de um pecador. Trata de JUÍZO, o que é coisa que depois na experiência de conversão de uma pessoa.

    Tiago deixa muito clara essa questão de que “todos compareceremos ao tribunal de Cristo” (2a. Cor. 5:10) ao citar mandamentos específicos do Decálogo, culminando com o juízo aos que não os cumprirem:

    “Todavia, se cumprirdes, conforme a Escritura, a lei real: Amarás a teu próximo como a ti mesmo, bem fazeis.
    Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois redargüidos pela lei como transgressores. Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu pois não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei. Assim falai, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade.
    Porque o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia; e a misericórdia triunfa do juízo”. – Tia. 2:8-13.

    Aí temos a ‘lei real’, a ‘lei da liberdade’, preceitos do Decálogo tudo junto. Claro, trata-se DE UMA COISA SÓ E A MESMA, não uma variedade de leis à livre escolha de cada um.

    É aí que o papel da LEI entra, assim como também Jesus deixou claro que os que reconhecerá no dia final são os que “fazem a vontade do Pai que está nos céu” (Mat. 7:21). E essa vontade do Pai Davi indica onde se acha:

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  45. “Agrada-me fazer a Tua vontade, ó Deus meu,e sim, dentro do meu coração está a Tua lei” (Sal. 40:8).

    Em contraste Ele destaca os que não reconhecerá, mesmo pretendendo ser cristãos, clamando “Senhor”, “Senhor”, alguns inclusive alegando realização de milagres. Jesus, porém, tristemente lhes dirá: “Apartai-vos de Mim, vós os VIOLADORES DA LEI” (segundo o original grego).

    Ah sim, e comentando o que o Luciano Sena declara, primeiro eu diria que o título deste tópico já contém um sério erro. O sábado NÃO É judaico, assim como não é judaica a regra contra imagens de escultura, o de honrar pai e mãe, o de não matar, não roubar, não adulterar. Por que essa discriminação contra somente o sábado dentre todos os preceitos da lei como “judaico”? Foi estabelecido na criação do mundo, logo se aplica a todos os homens em todos os tempos, como ensinou nada menos do que João Calvino, em seu comentário de Gên. 2:2, 3. Então, quando foi estabelecido não havia um só judeu existindo. Então, como poderia ser “judaico”?!

    E sobre ainda o que ele alega que eu cito reformadores, portanto teria que aceitar o domingo, eu diria que eles estão CERTOS em ressaltar o 4º. Mandamento como ainda válido e vigente para a igreja, mas estão ERRADOS em canhestramente tentar aplicar o preceito para o injustificável domingo da tradição católica-romana. Nesse ponto é que os dispensacionalistas se atrapalham, pois às vezes até defendem aqueles argumentos pró-domingo que se encontram nas confissões protestantes históricas, mas nem respeitam o princípio, já que preferem mesmo o mais confortável dianenhumismo (nenhum mandamento mais de observância de dia algum, sendo o respeito pelo domingo algo vago, voluntário e variável.

    Por falar nisso, o livro de Carson foi citado por aí como provando a causa dominical. Mas ao que me consta, ele não “morre de amores” também pelo que ensinam os documentos citados, como a CFW, de defesa de uma observância fiel do domingo segundo eram as regras para o sábado. O que alega é que o domingo nem começou na Palestina, logo após a Ressurreição de Cristo, e sim décadas depois como algo voluntário, que a Igreja resolveu adotar, ou algo assim. Portanto, nada mais de MANDAMENTO. . . É como os dispensacionalistas dianenhumistas preferem, com o que a regra de conduta do cristão passa a ser uma espécie de “Regra dos NOVE Mandamentos e UMA Sugestão”.

    A dedicação de um dia semanal regular ao Senhor não tem nenhum aspecto de obrigatoriedade mais—é algo apenas da “santa tradição” cristã, logo não há MANDAMENTO a respeito.

    So nunca vi foi uma teologia do dianenhumismo. Já cansei de pedir a dianenhumistas para me apresentarem estudos bíblicos profundos provando a validade, importância, conveniência, sentido de Deus resolver abolir o princípio de um dia de descanso para os Seus adoradores. Que vantagens físicas, mentais, espirituais, sociais, familiares há nisso? Por que cargas d’água Jesus achou que não foi uma boa idéia manter o preceito do sábado, passando a empenhar-Se numa campanha para desprestigiar tal princípio? Até hoje estou esperando dianenhumistas me explicarem isso.

    Está provado cientificamente que o sábado é necessário e benéfico para os seres humanos. Cientistas cronobiólogos comprovaram o chamado “ritmo do sétimo dia”, ou “circaseptano”, o regime ideal de seis dias de trabalho e um de descanso.

    O pastor e médico evangélico, Michael Cesar, conta que Hitler, querendo levar vantagem em tudo, determinou que os operários das fábricas de armas e munições na preparação para a 2a. Guerra Mundial deviam trabalhar os 7 dias semanais direto, só parando à noite para descansar. Não funcionou. As pessoas ficavam esgotadas, nervosas, a produção caiu. Daí o Führer teve que retornar ao regime natural de 6 dias de trabalho e 1 de descanso.

    Por isso batistas e presbiterianos também acentuam em seus respectivos documentos confessionais ser da LEI NATURAL que haja esse regime de seis dias de trabalho, e um de descanso.

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    1. Acho engraçado falar sobre abolição da lei, onde tudo foi abolido menos o decálogo. Não concordo com essa visão de vocês.

      Uma pergunta: se um homossexual guardar os 10 mandamentos, podemos dizer que ele ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo?

      Muitas vezes vejo pessoas colocando o decálogo no centro de tudo e dando abrangência ao mandamento que ele não tem.

      Ninguém ama o próximo atraves de decretos e leis. Faço de novo a pergunta como já fiz anteriormente a outro participante do blog:

      Por que você ama o próximo? Porque Jesus mandou? Porque esta na bíblia? ou porque seu coração se compadece de seu semelhante?

      Por que não temos na bíblia o mandamento dizendo: " proibido bater asas e voar?".

      Não temos, porque voar não faz parte da natureza humana, logo essa lei nunca iria nos alcançar. Mas existe essa lei que você tanto prega, e essa lei diz que em nós existe uma natureza contraria a de Deus. Só o fato de existir o decálogo, já prova que a humanidade tem uma natureza pecaminosa, senão não haveria necessidade de haver lei como citei no exemplo acima sobre bater asas e voar.

      Para quem foi feita a lei? 1 Timóteo 1:9-10

      Amar a Deus é muito mais do que 10 palavras, sem contar que amar o próximo também é amor a Deus, e tudo isso deve ser cumprido não por decretos e leis.

      O próprio texto de Tiago 2 testemunha contra você. Pois você, pecador que é, como todos nós, também se torna culpado de todos, pois a única maneira que você tem de não ser culpado de todos é não sendo pecador. A não ser que você não se veja como pecador. Adventistas guardando sábado ou não são culpados de todos os mandamentos, assim como um bandido, pode parecer duro ler isso, mas é verdade.

      Ou você também acha que o seus pecados são menores do que os do Paulo Cadi e do Luciano Sena? Você também vai comparecer no tribunal de Deus e o que você vai alegar? Que foi menos pecador que os outros?

      A lei da liberdade ou ministério da morte? So sei de uma coisa:

      Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. 2 Coríntios 3:17.

      Davi disse bem, disse que a lei de Deus estava no seu coração, e não na tábua de pedra.

      Devemos executar as obras de Deus como Jesus ensinou. João 6:28-29.

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    2. Muito bom! Para quem queira e esteja livre para entender!

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  47. Claro que todos somos pecadores. Lutero dizia que o cristão é 'simul iustus et pecator'--ao mesmo tempo justo e pecador. Passa a ter duas natureza em luta contínua, como Paulo ilustra em Rom. 7:25).

    A questão é que, como lemos em 1 João 1:8 e 10, não podemos alegar estar sem pecado nesta vida. Mas ele oferece a solução a tal dilema em 2:1--se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça.

    Fica implícito, portanto, nossa CONTÍNUA NECESSIDADE de busca pela justiça mediante completa submissão do 'eu' a Deus.

    O fato e que não há desculpas para o pecado. Se falhamos tanto, isso não faz com que Deus desista de Sua eterna norma, expressa por Cristo como ideal permanente a alcançar: "Sede vós perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus" (Mat. 5:48).

    O que temos é de nos submeter à vontade divina, e atentar à promessa do Novo Concerto (Novo Testamento) de que Deus mesmo é Quem escreve as Suas leis em nossos corações e mentes (Heb. 8:10).

    Calvino nos oferece um comentário muito bom sobre esta passagem:

    "Em vão então Deus proclama a Sua lei pela voz do homem, a menos que Ele a escreva por Seu Espírito em nossos corações, ou seja, a menos que nos forme e nos prepare para a obediência. . . . A lei nos é ruinosa e fatal na medida em que permaneça escrita somente nas tábuas de pedra, como Paulo nos ensina (2 Coríntios 3:3).

    "Em suma, somente abraçamos os mandamentos de Deus obedientemente, quando por Seu Espírito Ele muda e corrige a depravação natural de nossos corações; doutra maneira ele nada encontra em nós a não ser afeições corruptas e um coração inteiramente entregue ao mal. A asserção é de fato clara, de que um novo concerto é estabelecido segundo o qual Deus grava as Suas leis em nossos corações, pois doutro modo seria em vão e de nenhum efeito". - Calvino comentando Heb. 8:10.

    - Fonte: http://www.ccel.org/ccel/calvin/calcom44.xiv.ii.html

    Pois bem, ocorre essa referida promessa divina na passagem mais importante da Bíblia a tratar de mudança de concertos, como é Heb. 8:6-10. Daí cabe a seguinte pergunta:

    Onde é dito nessa passagem que no processo de escrever o que é tratado como "Minhas leis" (de Deus), nos corações e mentes dos seguidores de Cristo Ele,

    a) deixa de fora o preceito do sábado;

    b) mantém esse preceito, mas transferindo a santidade do 7o. para o 1o. dia da semana;

    c) deixa esse suposto novo dia de observância à base de um "domingão do crentão", nele se podendo comprar, vender, ver o esporte no estádio ou na TV;

    OU,

    d) deixa a questão do dia de observância como uma prática vaga, voluntária e variável, que se ajusta aos interesses ou conveniências do crente (ou do seu empregador)?

    É a velha equação que continua indemonstrada:

    NOVO CONCERTO = NOVA LEI

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  48. Antes de fazer as minhas considerações sobre os argumentos do Azenilto, quero dar uma limpada no terreno, porque ele está querendo embolar o meio de campo, de forma que ninguém saiba o que estamos afirmando, e assim sentir-se à vontade para continuar a fazer citações dos Reformadores, inclusive de Lutero, que comenta o decálogo, mas o do Catecismo Católico, e não de Êxodo 20, sendo, de acordo a sua ideologia considerado um herege.

    Nas minhas intervenções, estou afirmando, usando uma abordagem não teológica, mas coloquial, que o decálogo é visto pelos Reformadores, de uma maneira muito diferente dos adventistas do sétimo dia.

    Então, tendo como base a Confissão de Westminster, não estou afirmando a anulação do decálogo, como regra de conduta para os cristãos.

    O que estamos afirmando, é que o decálogo não pode JULGAR e CONDENAR, aqueles que estão em Cristo Jesus, pois quando o Cristão se IDENTIFICA com Cristo, na sua morte, ele morre para a lei, como instrumento de JULGAMENTO e CONDENAÇÃO, porque os pecados dos crentes JÁ FORAM JULGADOS NA PESSOA DE JESUS, no Calvário.

    Dois textos, mostram claramente isto:

    'Romanos 7:1-6, 1.NÃO sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive?
    2 Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido.
    3 De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro marido; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido.
    4 Assim, meus irmãos, também VÓS ESTAIS MORTOS PARA A LEI PELO CORPO DE CRISTO, para que sejais de outro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus.
    5 Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei, operavam em nossos membros para darem fruto para a morte.
    6. MAS AGORA TEMOS SIDO LIBERTADOS DA LEI, tendo morrido para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra.'

    'Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e NÃO ENTRARÁ EM CONDENAÇÃO (JUÍZO), mas passou da morte para a vida. João 5:24.'

    Estas duas passagens, fora muitas outras, demonstram que o Cristão, não está debaixo da lei como instrumento de julgamento e condenação, ao contrario do que afirmam os adventistas, quando dizem que os cristãos estão debaixo da lei, ou seja, como instrumento de julgamento e condenação.

    Segundo está heresia, eles, (os adventistas), estão sendo rigorosamente testados por Jesus, a fim de ver se suas vidas estão 100% de acordo com o decálogo, como ESTÁ ESCRITO, REDIGIDO, COM AS MESMAS PALAVRAS QUE SE ENCONTRAM EM ÊXODO 20!

    Quer dizer, segundo a heresia do 'juízo investigativo', Jesus Cristo, está fazendo o papel de PROMOTOR e não de advogado, já que não é trabalho do advogado, ficar analisando a vida de seu cliente a fim de decidir se vai defendê-lo ou não.

    ENTÃO, esta heresia do 'juízo investigativo', é no minímo, MALUCA!


    Agora, o Azenilto, continua a fazer sua cortina de fumaça, não parando de citar Lutero e Calvino, ambos crentes na predestinação.

    Bem, ao fazer citações dos Reformadores, o Azenilto, continua na mesma, e não prova nada do que pretende, já que os Reformadores em sua totalidade, inclusive os que os seguiram. ERAM TODOS DOMINGUISTAS; sendo assim, de acordo com o Azenilto, eram 'violadores da lei.'

    prossegue....

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  49. Já temos explicado que os Reformadores, e demais teólogos reformados, aplicavam o decálogo a VIVÊNCIA DO CRISTÃO, e não como aos israelenses, que viveram 'debaixo da lei.'

    O Oponente, não para de afirmar que defendo a 'heresia' dispensacionalista, mas nem se dá conta, de que ao aceitar o que sua profetisa afirma, quando ela diz que o decálogo que se encontrava no santuário terrestre era uma TRANSCRIÇÃO EXATA do seu original, no celeste, sem querer ESTÁ AFIRMANDO O DISPENSACIONALISMO.

    Querem ver?

    'Êxodo 20:8. Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.
    9 Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.
    10 Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu SERVO, nem a tua SERVA, nem o teu animal, nem o teu ESTRANGEIRO, que está DENTRO DAS TUAS PORTAS.'

    Além do quarto mandamento, permitir possuir escravos, que é o que significam as palavras 'servos e servas', fala de ESTRANGEIRO, E DENTRO DAS TUAS PORTAS (FRONTEIRAS), que nada mais é do que uma referência A ISRAEL COMO NAÇÃO.

    Viram?

    Este, é um dos mandamentos pelos quais o Azenilto e seus cumanhas estão sendo julgados, SENDO, SEGUNDO SUA PROFETISA, UMA CÓPIA, TRANSCRIÇÃO EXATA DAQUELE QUE SE ENCONTRAVA NO CÉU.

    Este mandamento, da forma em que está ESCRITO, segundo a profetisa dele (Azenilto), não pode ser mudado em nem um 'til.'

    Então, meus amigos, o oponente tem de aceitar ISRAEL COMO NAÇÃO, que é o que o mandamento está mais do que óbviamente afirmando.


    Depois o Azenilto, ainda distorcendo o que afirmei diz:

    'E a questão do juízo investigativo é citada por aí como uma doutrina “terrível e espantosa” por quem NEM SABE EXATAMENTE DO QUE SE TRATA, mas à base do “me contaram”, “me parece”, “li num site”, fazem julgamentos verdadeiramente inconsequentes e irresponsáveis a respeito.'

    Vocês leram acima, a afirmação do Azenilto?

    Agora observem:
    "LEVÍTICO 23. DIA DA EXPIAÇÃO.
    27 Mas aos dez dias desse sétimo mês será o dia da expiação; tereis santa convocação, E AFLIGIREI AS VOSSAS ALMAS; e oferecereis oferta queimada ao SENHOR.
    28 E NAQUELE MESMO DIA NENHUM TRABALHO FAREIS, PORQUE É O DIA DA EXPIAÇÃO, para fazer expiação por vós perante o SENHOR vosso Deus.
    29 PORQUE TODA A ALMA, QUE NAQUELE MESMO DIA SE NÃO AFLIGIR, SERÁ EXTIRPADA DE SEU POVO.
    30 Também toda a alma, que NAQUELE MESMO DIA FIZER ALGUM TRABALHO, eu a destruirei do meio do seu povo.'

    É esse "Dia" que o Azenito afirmou que 'não é uma doutrina terrível e espantosa.'

    Primeiro: Os adventistas afirmam que o verdadeiro Dia da Expiação, do qual o de Levítico 23, era um simbolo (tipo), começou em 22 de Outubro de 1844, quando o Senhor Jesus teria entrado no segundo compartimento do santuário celestial, (santissímo), para efetuar a 'remissão ou cancelamento dos pecados.'

    Uma, os adventistas estão transgredindo o Dia da Expiação, porque NÃO ERA PERMITIDO TRABALHAR.

    Duas, eles ao aceitarem está heresia, estão DEBAIXO DA LEI CERIMONIAL QUE ELES AFIRMAM QUE FOI ABOLIDA.

    Querem ver?

    Citamos Colossenses 2:16, para os adventistas:

    'Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos DIAS DE FESTA, ou da lua nova, ou dos SÁBADOS. Colossenses 2:16.'

    Eles afirmam que onde diz, DIAS DE FESTA, eram os sábados cerimoniais, tais como, a Páscoa, Primícias, EXPIAÇÃO, Trombetas, etc.

    Onde diz sábados, eles afirmam que TAMBÉM são os MESMOS SÁBADOS CERIMONIAIS à que se referem os dias de Festa.

    Para você que está lendo, faz algum sentido isto?


    prossegue.....

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  50. Então, o Azenilto, acredita que em Colossenses 2:16, onde diz, 'DIAS DE FESTA, lua nova, ou SÁBADOS, 'dias de festa, e sábados, se referem aos mesmos sábados cerimoniais!

    Só que aqui, em Colossenses 2:16, como em Gálatas 4:9-10, o apóstolo Paulo, usa o esquema de DIA, MÊS E ANO.

    Colossenses 2:16, DIAS DE FESTA, são os sábados ANUAIS de Levítico 23, LUAS NOVAS, festa mensal, SÁBADOS, o sábado semanal. Isto é comprovado por inúmeras passagens no Antigo Testamento, que depois podemos citar.

    Outro êrro grosseiro da heresia do 'juízo investigativo', é que ele, para os adventistas, já dura 170 ANOS, já que segundo eles começou no dia 22 de Outubro de 1844, ou seja Jesus Cristo está cancelando os pecados dos crentes há 170 anos!


    Observem por um instante.

    O dia da Páscoa, em Levítico 23, representava o sacrifício do Senhor Jesus. Ele era celebrado em UM DIA pelos israelenses, e se cumpriu, em UM DIA, quando da crucificação do Senhor.

    O Dia Das Primicías, no mesmo capítulo, era celebrado em UM DIA, e se cumpriu na ressurreição do Senhor, no primeiro dia da semana.

    O Dia de Pentecoste, era celebrado em UM DIA, e se cumpriu, em UM DIA, com o dia da descida do Espírito Santo.

    Agora, o dia da Expiação que se cumpria em Um DIA, para os adventistas, já dura 170 anos!
    ISSO É HERESIA, SINAL VERMELHO.

    O Dia da Expiação, era O DIA quando o sumo sacerdote entrava no SANTISSÍMO, diante do Santo Shekiná, a Coluna
    de Fogo!

    Este DIa da Expiação representava a entrada do Senhor DIANTE DA FACE DO PAI, representada pela entrada do sumo sacerdote no SANTISSÍMO, quando de sua ascenção, e assentou-se à destra do Pai DE UMA VEZ POR TODAS.

    Vamos ler: 'HEBREUS 10

    10 Na qual vontade temos sido santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez.
    11 E assim todo o sacerdote aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar os pecados;
    12 Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, ESTÁ ASSENTADO À DESTRA DE DEUS, (LUGAR SANTÍSSIMO)
    13 Daqui em diante esperando até que os seus inimigos sejam postos por escabelo de seus pés.'

    Por isso que não adianta o Azenilto citar os Reformadores para apoiar o que ele diz, já que a aplicação do decálogo na vida dos crentes, está ligada ao 'juízo investigativo', para os adventistas, não tendo NENHUMA IDENTIFICAÇÃO com o que os protestantes ensinam sobre o decálogo na vida dos crentes.

    Depois, vamos refutar a falsa interpretação que o Azenilto faz de 2Corintíos 5:10 e Tiago 2:2-12.

    Prossegue

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  51. Outra coisa que o Azenilto não se deu conta, é que os '10 mandamentos' o que já provei no hebraico, na outra postagem, que a tradução mais acurada é 'dez palavras', é que os 10 mandamentos COMEÇAM ASSIM:

    'Êxodo 20:
    1 ENTÃO falou Deus todas estas palavras, dizendo:
    2 Eu sou YHWH teu Deus, QUE TE TIREI DA TERRA DO EGITO, DA CASA DA SERVIDÃO.
    3 Não terás outros deuses diante de mim......'

    4 Não farás para ti imagem de escultura.....' etc

    Deus não deu estes 'mandamentos' no seco, mas começa por se IDENTIFICAR e também por IDENTIFICAR O POVO À QUEM OS MANDAMENTOS SÃO DIRIGIDOS, NA FORMA EM QUE ESTÃO ESCRITOS, INCLUSIVE NO QUARTO MANDAMENTO QUE CLARAMENTE IDENTIFICA A NAÇÃO DE ISRAEL.

    Vocês vejam o absurdo! São estes mandamentos, NA FORMA EM QUE ESTÃO ESCRITOS, que são a 'lei eterna' de Deus, segundo Ellen White, uma TRANSCRIÇÃO (CÓPIA) EXATA de seu original no céu!!!

    Segundo a profetisa deles, White, Satanás e suas hostes se revoltaram CONTRA ESTES MANDAMENTOS DE ÊXODO 20.

    Por isso, é que os adventistas começam a citar dos Reformadores, a fim de criar uma FALSA identificação com eles, na questão do decálogo, e depois levam o incauto para o 'juízo investigativo', o que para eles é um avanço na doutrina da justificação, ensinada pelos reformadores e aqueles que os seguiram, e fazem os ingênuos engolirem a heresia do 'juízo investigativo', com anzol, linha e chumbo!!!

    Os que estão se dando conta, agora estão entendendo porque eu não me importo em refutar o Azenilto quando ele cita os Reformadores, Billy Granham etc?

    É a velha cortina de fumaça usada pelos apologistas sabatistas, com o objetivo de fazer proselitismo, citar bastante de fontes protestantes e evangélicas para ganhar a confiança da vitíma.

    Então, o que eu estou fazendo? Trazendo o Azenilto para o campo aberto, com seu ' juízo investigativo.'

    Senão ele não vai sair de sua zona de conforto, e continuará a fazer citações de protestantes querendo inverter a situação, ou seja, fazer os protestantes discordarem dos protestantes, e concordar com os adventistas, o que NÃO É VERDADE, POIS A HERESIA DO JUÍZO INVESTIGATIVO, E A DOUTRINA DA JUSTIFICAÇÃO ENSINADA PELOS REFORMADORES SÃO INCOMPATÍVEIS.

    Não temos falado contra o decálogo como ele falsamente está afirmando, mas dizendo que o decálogo deve ser adaptado a vivência do cristão, sob o pacto da graça!

    Além do mais, os adventistas NÃO OBSERVAM O SÁBADO COMO PRESCRITO NA TORAH, e também transgridem o segundo mandamento, querem ver?

    'Êxodo 20
    4 Não farás para ti IMAGEM DE ESCULTURA, nem ALGUMA SEMELHANÇA do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
    5 Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus'

    Ou seja, eles não podem fazer, nem possuir, (não estou falando em adoração), nem se dedicar as artes plásticas, e fazer qualquer tipo de imagens.

    O segundo mandamento começa assim: "NÃO FARÁS."

    Nem ter estatuetas em casa de qualquer coisa, nem gravuras em sua literatura, nem vitrais com desenho de anjos em seus templos, (eu já vi), etc.

    Porque? Porque segundo a profetisa White, os adventistas estão sendo JULGADOS por Jesus Cristo, fazendo o papel de sacerdote segundo a ordem de Arão, (que só era permitido a descendência carnal de Arão), oficiando um sábado cerimonial (Dia da Expiação), o qual eles afirmam que Cristo aboliu na cruz (?!), tendo como FUNDAMENTO O DECÁLOGO COMO ESTÁ REDIGIDO EM ÊXODO 20, E QUE NÃO PODE SER MEXIDO EM NEM UM TIL!!!

    Estão vendo o absurdo e incoerência desta doutrina do "juízo investigativo?'

    Prossegue depois......

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  52. Olá, amigos e irmãos

    O Paulo Cadi tenta identificar-se com a mais legítima teologia reformada, quando, de fato, está na sua CONTRAMÃO.

    Para desclassificar o que Lutero diz sobre os 10 Mandamentos, alega que ele repete o Decálogo católico. De fato, a contagem dos mandamentos por ele é segundo o Catecismo da Igreja Católica, pois deixa de fora o 2o. Mandamento, e o 4o. passa a ser 3o. ("Santifique o dia de descanso").

    Mas isso é irrelevante, pois tanto a Confissão de Fé de Westminster quanto a Confissão Batista de 1689 CONFIRMAM que o Decálogo segue sendo normativo aos cristãos como Lei Moral de Deus, no que se destaca das leis Cerimonial e Civil, as duas últimas não mais aplicáveis à Igreja.

    Agora vejam a contradição dele ao dizer, "tendo como base a Confissão de Westminster, não estou afirmando a anulação do decálogo, como regra de conduta para os cristãos".

    Ora, pois se não está negando que seja regra de conduta para os cristãos, então CONFIRMA que É tal regra.

    Tanto assim que Paulo naturalmente cita o 5o. Mandamentos aos efésios lembrando-lhes tratar-se do "primeiro mandamento com promessa" (Efé. 6:1-3). E uma pergunta ao Paulo Cadi: ao Paulo recomendar a obediência a tal preceito do Decálogo, com isso aqueles crentes GENTIOS punham-se "debaixo da lei"? Se não, por que não?

    Ou seja, claramente o Paulo Cadi torce o sentido da frase "debaixo da lei" para aplicar isso só àqueles "mandamentos inconvenientes", como o 4o--do sábado, já que ele é dianenhumista é quer é COMPROMISSO ZERO com qualquer regra de dedicar um dia ao Senhor, sob o pretexto falacioso de que obedecer a um mandamento desses seria situar-se "debaixo da lei".

    Então, vemos aí a discriminação clara o óbvia--só guardar o sábado coloca alguém "debaixo da lei". Aos demais mandamentos que SÃO REGRA DE CONDUTA PARA OS CRISTÃOS, isso não se aplica. Muito suspeita essa teologia, ¿verdad?

    E que a pessoa que tem a Cristo não vive em pecado é mostrado por Paulo em Rom. 6:1, 2 e 8:1:

    "Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?"

    “. . nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito. Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte. Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne; para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito". -- Rom. 8:1-4.

    O que é "pecado"? A definição é clara, segundo versões bíblicas internacionais: "Pecado é a transgressão da lei" (1 João 3:4).

    Então, o que Paulo está dizendo é que quem é realmente convertido, tem a Cristo vivendo na sua vida, a TRANSGRESSÃO DA LEI não será a característica de seu viver, e sim A JUSTIÇA DA LEI.

    Claro, pois há a promessa do Novo Concerto [Novo Testamento] é de que Deus mesmo escreve as Suas leis nas mentes e corações dos que aceitam os termos desse Novo Pacto: Heb. 8:6-10.

    Daí, temos a pergunta que Paulo Cadi cuidadosamente evitou de responder, mas vamos repeti-la:

    Onde é dito nessa passagem que ao escrever o que é tratado como "Minhas leis", nos corações e mentes dos seguidores de Cristo Deus,

    a) deixa de fora o preceito do sábado;

    b) mantém esse preceito, mas transferindo a santidade do 7o. para o 1o. dia da semana;

    c) deixa esse suposto novo dia de observância à base de um "domingão do crentão", nele se podendo comprar, vender, ver o esporte no estádio ou na TV;

    OU,

    d) deixa a questão do dia de observância como uma prática vaga, voluntária e variável, que se ajusta aos interesses ou conveniências do crente (ou do seu empregador)?

    É a velha equação que continua indemonstrada:

    NOVO CONCERTO = NOVA LEI

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  53. Sobre sermos julgados pela lei, Paulo disse, como cristão, dirigindo-se a cristãos: "todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal". -- 2 Cor. 5:10.

    E Tiago dá um golpe de misericórdia nas teses do Paulo Cadi sobre juízo e lei na seguinte passagem:

    "Todavia, se cumprirdes, conforme a Escritura, a lei real: Amarás a teu próximo como a ti mesmo, bem fazeis. Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois redargüidos pela lei como transgressores. Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu pois não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei. Assim falai, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade. Porque o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia; e a misericórdia triunfa do juízo". --Tia. 2:8-13.

    E o Cadi cita os primeiros versos de Romanos 7, mas pára bem antes do fim. Por que parou? Devia continuar e ver na sequência o autor ensinar que tem prazer na “lei de Deus” que a mantém em mente (vs. 25), identificando-a como a que traz o preceito “não cobiçarás” (vs. 7 e 8). E lembra que tal “lei de Deus” É (não diz ‘era’) santa, justa, boa, espiritual, prazenteira (vs. 12, 14, 22, 24).

    Mas vejamos só um comentarista bíblico que nos resolve o sentido dos primeiros 6 versos que o Paulo Cadi e os dispensacionalistas dianenhumistas em geral não entendem.

    “. . .a palavra lei não é mencionada aqui, em toda parte no mesmo sentido: pois num lugar significa o vínculo do casamento, noutra parte, a autoridade de um marido sobre sua esposa, e noutro ainda, a lei de Moisés, mas temos de nos lembrar que Paulo aqui se refere apenas àquela função da lei que era peculiar à dispensação de Moisés, pois NA MEDIDA EM QUE DEUS NOS TEM ENSINADO NOS DEZ MANDAMENTOS O QUE É JUSTO E CERTO, E DADO INSTRUÇÕES PARA ORIENTAR A NOSSA VIDA, NENHUMA REVOGAÇÃO DA LEI DEVE SER IMAGINADA, POIS A VONTADE DE DEUS TEM DE SE MANTER A MESMA PARA SEMPRE. Devemos ser cuidadosos em nos lembrar que isso não constitui uma liberação da justiça ensinada na lei. . . .”. [Destaque meus].
    .
    - Fonte: http://www.ccel.org/ccel/calvin/calcom38.xi.i.html

    Em Gál. 5:16-23 Paulo contrasta dois grupos—os “guiados pelo Espírito”, que produzem o fruto do Espírito, e os que estão “debaixo da lei”. Só que os últimos NÃO SÃO os que respeitam a lei, e sim os que praticam todos aqueles pecados listados nos vs. 19-21.

    Logo, o crente está “livre da lei” em Rom. 7:4 no sentido de esta não mais ser instrumento de condenação, enquanto se mantiver casado com o “novo” marido, que é Cristo. O sentido de velho marido, mulher, casamento é imagem bem esclarecida por Lutero:

    “No sétimo capítulo, Paulo confirma o anterior mediante uma comparação com a vida matrimonial: Quando morre o marido, a mulher está desimpedida e um está separado e livre do outro. . . . Ela está apta a tomar outro, o que ela anteriormente não podia, por não estar livre daquele. Assim também nossa consciência sob a lei está vinculada ao velho homem pecaminoso; ao ser este morto pelo Espírito, a consciência está livre, e um desobrigado do outro; . . . para que agora possa ater-se tanto mais a Cristo, o outro homem, e produzir frutos para a vida”. – Lutero -- "Prefácio à Epístola de Paulo aos Romanos".

    Portanto, o Paulo Cadi não consegue entender a mensagem dos Reformadores sobre a lei, que não bate com suas ideias dispensacionalistas dianenhumistas. E já indiquei-lhe uma ótima palestra de um pastor reformado que devia ouvir atentamente para entender o que DE FATO era o entendimento dos Reformadores a respeito do tema. Eis o link que poderá beneficiar a mais gente do que ele para inteirar-se do mais legítimo entendimento da Reforma Protestante sobre o tema da lei:

    http://www.youtube.com/watch?v=OCNS1h2pSwA

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  54. Por que os ASD nunca citam esse verso?

    "Pois, assim como o Pai ressuscita os mortos, e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que quer.
    E também o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo;
    Para que todos honrem o Filho, como honram o Pai. Quem não honra o Filho, não honra o Pai que o enviou.
    Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida. João 5:21-24"

    Talvez porque para eles não há salvação sem a lei dos dez mandamentos e o "santo sábado".

    A fé em Jesus não é suficiente!

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  55. Não entendi o que o tal "papamentira" quer alegar. O que ele entende por HONRAR O FILHO/HONRAR O PAI? Creio que é aí que as coisas se complicam para ele.

    Aceitar a Cristo como Salvador é essencial para o pecador. Mas se ele não O aceitar como Senhor de sua vida, então sua suposta aceitação Dele como Salvador anula-se. Não é só JUSTIFICAÇÃO que entra no processo salvífico, mas SANTIFICAÇÃO também, "sem a qual ninguém verá o Senhor" (Heb. 12:14).

    Não vejo problema nenhum nessa passagem que ele diz que nós nunca citamos. E por que não? Será que nunca contaram para ele que um texto fora do contexto não passa de pretexto para heresia? Cadê o contexto GLOBAL do ensino bíblico sobre justificação/santificação?

    Mas que tal esta passagem que ele não citou, e não vejo ser citada por aí pelos membros do evangelicalismo moderno, sobretudo os que acataram a LAVAGEM CEREBRAL dispensacionalista dianenhumista--1 Cor. 7:19? Vejam como um teólogo evangélico contemporâneo a comenta:

    "A maioria dos estudiosos de Paulo insiste em que ele não distingue explicitamente entre os aspectos éticos e os cerimoniais da lei. Isto é certo, mas a distinção implícita é inevitável e deve ser levada muito em conta. Ainda que a circuncisão fosse um mandamento de Deus e parte da lei, Paulo faz uma separação entre a circuncisão e os Mandamentos de Deus quando diz: 'A circuncisão nada é, e também a incircuncisão nada é, mas sim a observância dos mandamentos de Deus' (I Cor. 7:19). Ao fazer isso, apartou o ético do cerimonal, o permanente do temporário". ("Teologia do Novo Testamento", Dr. G. E. Ladd)

    Além da importante contribuição desse teólogo não-adventista à debatida questão da "divisão das leis", temos o texto em que Paulo diz que coisas outrora importantes da lei, não mais valem, mas O QUE AGORA IMPORTA É "OBSERVAR OS MANDAMENTOS DE DEUS".

    Ou seja, Paulo que tanto acentuava a justificação somente pela fé, NÃO DESCARTA a fidelidade aos MANDAMENTOS DE DEUS, dos quais cita especificamente aos efésios o 5o. (Efé. 6:1-3), não só para "reflexão", mas para que FOSSE RESPEITADO.

    Pois é isso aí. O preceitos do sábado (e todos os demais) não levarão por si só ninguém ao céu. Mas não entrarão ali os que falharam na prática de princípios éticos, morais e universais (Apo. 22:15). Aliás, o verso anterior, segundo versões várias, diz que são bem-aventurados "os que guardam os mandamentos de Deus". E Apo. 14:12 fala do "remanescente" dos tempos finais, que se caraterizariam como os que "guardam os mandamentos de Deus e têm a fé de Jesus".

    Logo, MANDAMENTOS e FÉ vêm juntinhos, de mãos dadas--lei e graça, fé e obras, justificação e santificação.

    Qual é a dúvida?

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    1. E os adventistas são os pecadores que guardam todos os mandamentos de Deus.

      Ta "serto".

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    2. Santificação é dom de Deus ou dos homens?

      Para que o sábado serviu de sinal em Êxodo 31:13?

      Atos 26:18

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    3. Deus fala do sinal entre Ele e Seus filhos em Êxo. 31:13, mas há o vs. 17 que nosso amigo se "esqueceu" de citar:

      "Entre mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; PORQUE em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou, e restaurou-se".

      O referencial desse sinal NÃO É nada atinente exclusivamente a Israel, mas ao ato criativo de Deus, que não envolveu um só israelita (Gên. 2:2 e 3).

      O problema de muitos adeptos dessa falsa teologia novidadeira do dispensacionalismo dianenhumista é que mantêm uma visão MICRO e não MACRO dos atos de Deus pelo mundo, por Israel e pela Igreja.

      Por terem essa visão MICRO não conseguem entender a mensagem bíblica sobre lei e graça, fé e obras, justificação e santificação.

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    4. Acho muito engraçado o sr Azenilto, ficar fazendo apelos a mim... a postagem já é uma defesa do ponto de vista Reformado - aliás, é somente ver minhas postagens a respeito do tema.

      Para piorar, faz uso de um doc. Reformado, e o chuta quando esse mesmo diz a respeito do *domingo*.

      Sem dizer que quer que este fale o que ele não diz. A compreensão do decálogo nesses documentos é pedagógico e não místico. O querem os adventistas.

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    5. Azenilto, o que tem uma coisa a ver com a outra?

      Nada disso que você escreveu anula o fato da santificação ser dom de Deus, no entanto, você como os demais adventistas, acreditam na autosantificação, por isso que vocês pregam a lei, pois se soubessem que é Deus que santifica através do seu Espírito, vocês não falariam de lei, pois a lei não santifica. A lei, pelo simples fato de existir, nos mostra que temos em nós uma natureza contrária a de Deus. É Deus que santifica, então não se deve pregar a lei.

      Aonde eu falei de exclusividade israelita?

      E na passagem de Gênesis 2 , de quem é o descanso? de Deus ou do homem?

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    6. Para o Sr Azedinho não ficar mais bravo comigo vou citar João 5: 24 como os ASD querem:

      'Na verdade, na verdade vos digo que aquele que guarda os meus mandamentos (que são os dez do decálogo, é claro!), e crê naquele que mandou pagar o santo dízimo, não entrará em juízo, mas passou da morte para a vida".

      Cesar Telles

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  56. Azenilto disse: 'Para desclassificar o que Lutero diz sobre os 10 Mandamentos, alega que ele repete o Decálogo católico. De fato, a contagem dos mandamentos por ele é segundo o Catecismo da Igreja Católica, pois deixa de fora o 2o. Mandamento, e o 4o. passa a ser 3o. ("Santifique o dia de descanso").'

    Resposta: Ele, disse que eu estou 'desclassificando' o que Lutero disse sobre os 10 mandamentos, quando eu afirmei o contrário.

    O que eu disse, é que Lutero como os demais seguidores da Reforma protestante, ensinaram que não estamos 'debaixo do pacto de obras', devendo o decálogo, na presente dispensação ser adaptado, preservando seus princípios morais à vivencia do cristão, e não ser imposto sobre o crente da MANEIRA EM QUE O DECÁLOGO ESTÁ REDIGIDO, o que não teria sentido, porque o decálogo da maneira COMO está REDIGIDO, o seu CONTEÚDO TOTAL, foi dado somente para Israel, e NUNCA para a Igreja de Cristo.

    O oponente, por mais que se esforçe, não tem como demonstrar o que pretende. Nas epístolas apostólicas,não existe NENHUMA citação do decálogo, em sua integra, como está lá em Êxodo 20.

    Daí, para demonstrar que o decálogo consta nas epístolas, o Azenilto comete o mesmo "êrro (?!)", que acusa os que creem na Nova Aliança, ou seja ele (Azenilto), começa a catar nas epístolas aqui e ali, mandamentos que constam no decálogo, nas cartas dos apóstolos, já que ele não tem em NENHUMA PARTE DO NOVO TESTAMENTO, o decálogo como está REDIGIDO em Êxodo 20, como lei para os cristãos, e muito menos o mandamento para se observar o sábado SEGUNDO A TORAH, coisa que ele não faz.

    Depois o oponente afirmou: 'Ou seja, claramente o Paulo Cadi torce o sentido da frase "debaixo da lei" para aplicar isso só àqueles "mandamentos inconvenientes", como o 4o--do sábado, já que ele é dianenhumista é quer é COMPROMISSO ZERO com qualquer regra de dedicar um dia ao Senhor, sob o pretexto falacioso de que obedecer a um mandamento desses seria situar-se "debaixo da lei".

    Então, vemos aí a discriminação clara o óbvia--só guardar o sábado coloca alguém "debaixo da lei". Aos demais mandamentos que SÃO REGRA DE CONDUTA PARA OS CRISTÃOS, isso não se aplica. Muito suspeita essa teologia, ¿verdad?'

    Resposta: A expressão 'debaixo da lei', como temos explicado, é estar debaixo de seu julgamento e condenação.

    Não estou afirmando que estamos livres de qualquer norma moral, como o oponente está afirmando.

    Se o decálogo, como ESTÁ REDIGIDO EM ÊXODO 20, fosse literalmente a 'Lei Moral' que existia com Deus desde a eternidade, então tudo que ali consta já existia, pois a existência de uma lei para criaturas inexistêntes, não faz o menor sentido!

    O 'Princípio Moral' da lei eterna de Deus, era a fonte de onde o decálogo se alimentava, mas o próprio decálogo, com suas injunções, DA MANEIRA COMO ESTÁ REDIGIDO, não pode, sob hipótese nenhuma ser a 'Lei Eterna' de Deus.

    O Senhor Jesus nasceu DEBAIXO DA LEI, como está em Gálatas 4:4. Quando fala em lei, Gálatas 4:4, se refera a TODA a lei, a TORAH. Por exemplo, ao oitavo dia, o Senhor teve de ser circuncidado de acordo com a lei.

    Se o indivíduo, ( de Israel), não fosse circuncidado, ele estava FORA DO PACTO, da aliança, e não seria aceita a sua observância de nenhum preceito da Torah.

    Essa conversa de que a expressão 'estar debaixo da lei', se refere quando o sujeito transgride um dos 'mandamentos' do decálogo, é pura falácia das seitas legalistas.

    Imagine um adventista com esta compreensão errada de 'estar debaixo da lei', que acabamos de citar.

    Quando ele peca, (e peca todos os dias), ele está 'debaixo da lei;' Daí, vai lá, pede perdão, e já não está mais 'debaixo da lei', daqui à pouco, comete um pecadinho, e pimba! Já está 'debaixo da lei' de novo.

    Viram o absurdo desta interpretação adventista, do que significa estar debaixo da lei?

    Prossegue abaixo.....

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  57. Depois, mostrando um completo desconhecimento da doutrina da "justificação pela Fé", o Azenilto, (porque interpreta o que os reformadores disseram sobre a dourina da "Justificação pela Fé, pelo filtro da heresia do 'juízo investigativo'), tenta fazer uma ligação entre Romanos 8:1-4, e 1João 3:4, torcendo mais as escrituras do que uma lavadora de roupa, como veremos!

    Observem o que ele disse:

    'E que a pessoa que tem a Cristo não vive em pecado é mostrado por Paulo em Rom. 6:1, 2 e 8:1:

    "Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?"

    “. . nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito. Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte. Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne; para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito". -- Rom. 8:1-4.

    O que é "pecado"? A definição é clara, segundo versões bíblicas internacionais: "Pecado é a transgressão da lei" (1 João 3:4).

    Então, o que Paulo está dizendo é que quem é realmente convertido, tem a Cristo vivendo na sua vida, a TRANSGRESSÃO DA LEI não será a característica de seu viver, e sim A JUSTIÇA DA LEI.'

    No texto de Romanos 8:1-4, o apóstolo Paulo, afirma que a lei, (a torah), 'ESTAVA ENFERMA PELA CARNE.'

    O que significa está expressão, 'enferma pela carne?'

    Desde que foi dada no Sinai, a Torah, não podia TIRAR, REMITIR, CANCELAR OS PECADOS, mas somente despertá-los na natureza humana pecaminosa, evidenciá-los, mas sem oferecer solução.

    Então, o apóstolo afirma que Deus teve que enviar seu Filho, para que a Sua (lei de Deus, a Torah), condenasse o pecado na pessoa de seu Filho, e a JUSTIÇA que a lei exigia, e que de direito e por natureza pertencia ao Filho de Deus, já que ele não tinha pecado, nos fosse outorgada, imputada, pela fé em seu Filho Jesus Cristo!

    Observem o que o Azenilto disse: 'O que é "pecado"? A definição é clara, segundo versões bíblicas internacionais: "Pecado é a transgressão da lei" (1 João 3:4).

    Então, o que Paulo está dizendo é que quem é realmente convertido, tem a Cristo vivendo na sua vida, a TRANSGRESSÃO DA LEI não será a característica de seu viver, e sim A JUSTIÇA DA LEI.'

    Estão vendo? O oponente afirmou que quando o crente tem 'Cristo VIVENDO (ênfase minha) na sua vida, a trangressão da lei não será a característica de seu viver, e sim A JUSTIÇA DA LEI.'

    Mas não é isto que o texto de Romanos, e nem o de 1João estão afirmando!

    A 'Justiça da Lei', é seu julgamento e condenação. A Justiça da lei, foi aplicada sobre o inocente Filho de Deus, para que a Justiça do Filho de Deus, feito pecado por nós NOS FOSSE IMPUTADA, OUTORGADA.

    A característica do viver do Cristão, NÃO PODE SER A JUSTIÇA DA LEI, que requisitou o sacrifício de Cristo, para que a santidade dele nos fosse concedida.

    Afirmar, como o oponente fez, que a "justiça da lei', se cumpre no viver do Cristão, é ANULAR A CRUZ de nosso Senhor, porque a Justiça da Lei se cumpre em nós como A JUSTIÇA IMPUTADA DE CRISTO, e não pelas obras da lei!

    A justiça que a lei requeria, estava em Cristo, e nos foi, pela graça, OUTORGADA, mediante a fé, e de maneira nenhuma o apóstolo Paulo está afirmando que a 'justiça da lei' se cumpre no viver do cristão, como comportamento diante da própria lei.

    Porque a justiça da lei, requeria a penalidade, e encontrou a vitíma naquele em que não havia pecado, para que a justiça que a lei requeria e que se encontrava em Cristo, pela fé nele no fosse, pela graça, IMPUTADA.

    Não tem nada a ver com o 'viver do cristão.'

    prossegue....

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  58. O Azenilto, cita 1João 3:4; vejamos:

    'O que é "pecado"? A definição é clara, segundo versões bíblicas internacionais: "Pecado é a transgressão da lei" (1 João 3:4).'

    Sabem o que ele que provar com a citação acima?

    Que o apóstolo João está dizendo, que 'pecado é a transgressão do decálogo' COMO ESTÁ REDIGIDO EM ÊXODO 2O.

    Vamos dar uma olhadinha mais de perto, e ver se é isto mesmo?

    Vou citar o mesmo capítulo que o oponente citou, mas no versículo 8:

    1jOÃO 3:8

    '8. Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo PECA desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo.'

    Se pecado, segundo os adventistas afirmam, é a transgressão do decálogo, COMO ESTÁ REDIGIDO EM ÊXODO 20, então o diabo pecou contra o decálogo!!!

    Viram onde chega uma interpretação tendenciosa?

    Evidentemente que nesta carta intíma para a Igreja, e não estando, pelos menos neste contexto, em um embate contra os legalistas judaizantes, João refere-se aqui a Lei de Deus, em seu aspecto mais elevado, e não em uma de suas expressões mais rudimentares como foi o decálogo como ESTÁ ESCRITO EM ÊXODO 20.

    Em 1João 3:3, diz: 'E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.'

    Em TODA a primeira epístola de João NENHUMA vez ele cita o decálogo COMO REGISTRADO EM ÊXODO 20, o que não teria sentido!

    No princípio do capítulo 3, o apóstolo fala em 'purificação', relacionando o ato de purificar-se com a pureza, santidade de Deus. Aqui, João, como em seu evangelho, nos leva até o logos (desde a eternidade), até a lei de santidade de Deus, sua natureza, de onde provém o Novo Nascimento.

    João, não está levando os filhos de Deus até o Monte Sinai, mas até o Monte das Bem-Aventuranças.

    Em 1João 3:4, uma das palavras para pecado, é 'hamartia', ou seja, 'errar a marca, o alvo.'

    Então, neste texto, pecado é não acertar o alvo, a santa vocação para a qual todos os cristãos foram chamados, ou seja, pelo Espírito, (personagem fundamental nesta epístola), exercitar o ato de purificar-se como Cristo é puro.

    João, não está pensando como teólogo sabatista, mas esta é uma carta de cristão nascido de novo, para outros cristãos renascidos, o que se comprova através de toda esta epístola.

    Agora, vamos dar uma olhada, para ver se João estaria se referindo ao decálogo, lembrem-se sempre, COMO ESTÁ REDIGIDO EM EXODO 20, já que Ellen White afirma que o decálogo recebido por Moisés, no Sinai, é UMA CÓPIA EXATA DA LEI ETERNA DE DEUS!

    Vamos ao terceiro mandamento:

    7 Não tomarás o nome do SENHOR (YHWH) teu Deus em vão; porque o SENHOR (YHWH) não terá por inocente o que tomar o seu NOME em vão.

    É a este mandamento à que João está se referindo em 1João 3:4, como sendo um dos mandamentos que o cristão pode transgredir?

    Notem, no hebraico, não é SENHOR, mas o tetragrama, que eu transliterei, (não colei dos caracteres hebraicos), ou seja YHWH, que ninguém sabe a pronuncia!

    Mas, por causa dos leitores, vou usar em lugar de YHWH, um nome usado em algumas traduções em forma simplificada , para comparação. Vamos usar "Iavé."

    Então, o terceiro mandamento, que segundo os adventistas, não pode ser mudado em nem UM TIL , manda não pronunciar o nome de YHWH, (Iavé), em vão.

    No tempo em que foram dados, se conhecia a pronuncia.

    Mas não é o caso de se conhecer ou não a pronuncia do tetragrama, mas o fato de que este nome, NÃO É MAIS USADO NA NOVA ALIANÇA!

    Este, era o nome de soberania, salvação e majestade de Deus, que ele usou no trato com o povo de Israel.

    Mas, na Nova Aliança o nome é mudado para JESUS, ou seja, "Iavé salvador."

    prossegue......

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  59. Este comentário foi removido pelo autor.

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    1. Azenilto, vem para o campo aberto e não se esconda atrás de citações que NADA tem a ver com a doutrina do juízo investigativo.

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  60. Prosseguindo... Então, não adiantaria um cristão chegar para um demônio, e dizer: 'Sai dele (a), em nome de YHWH, (Iavé), que NÃO IRIA ADIANTAR; nem Pedro conseguiria ressucitar Dorcas usando o nome de YHWH (Iavé), nem curar neste nome e NEM NADA.


    Vamos ler:
    1João 3

    '22 E qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus MANDAMENTOS, e fazemos o que é agradável à sua vista.
    23 E o seu MANDAMENTO é este: que creiamos no NOME DE SEU FILHO JESUS CRISTO E NOS AMEMOS UNS AOS OUTROS, SEGUNDO O SEU MANDAMENTO.'

    'João 15:12: Um NOVO MANDAMENTO vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. JOÃO 13:34'

    Onde está esta 'Novo Mandamento' no decálogo?

    Se o decálogo, COMO ESTÁ REDIGIDO EM ÊXODO 20, é a lei eterna e completa de Deus, porque este Novo Mandamento, que é superior ao mandamento de 'amar ao próximo', (que não é irmão em Cristo) não faz parte do 'grupo fechado' dos dez mandamentos?

    Então, um cristão não pode pronunciar em vão o nome de YHWH, e que nem mais vale para esta dispensação.

    Vamos ver?

    Atos 4:11-12: 'Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina.
    12 E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu NENHUM OUTRO NOME há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.'


    'Colossenses 3:17 E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo EM NOME DO SENHOR JESUS, dando por ele graças a Deus PAI.

    Porque Deus é agora chamado de Pai, e seu nome de salvação está em seu Filho JESUS.

    Somente por este terceiro mandamento, e podemos continuar, vemos a completa e total impossibilidade de João, em sua primeira epístola, em qualquer instância, estar citando do decálogo como ESTÁ REDIGIDO EM ÊXODO 20.

    Então, os adventistas estão sendo, (segundo sua doutrina), julgados pelo terceiro mandamento, (entre outros que poderiam servir de exemplo), onde está segundo WHITE, o nome de YHWH (Iavé), ou seja, os adventistas LEGALMENTE, EM JUÍZO, ESTÃO DEBAIXO DO NOME DE YHWH, já que não se pode mexer em nenhuma letra do decálogo, NEM UM TIL.

    Ao colocar Cristo, fazendo o serviço de sumo sacerdote da ordem de Arão, que ele não poderia fazer já que é da tribo de Judá, e não de Levi, os adventistas estão fazendo Cristo se sujeitar ao nome de YHWH, porque tem de prestar contas à este nome.

    Iabadabaduuuuu!!!!!!

    Estas doutrinas de demônios, é que nem você ir mexer em galpão velho! Quando começa a limpar sai tudo quanto é bicho!

    Ou seja, o nome do Senhor Jesus Cristo, NÃO É O CENTRO, mas sim o de YHWH, (Iavé), porque É ESTE NOME que faz parte do decálogo.

    Então, vamos começar dizendo que, assim como os adventistas afirmam que o quarto mandamento fala em sétimo dia, (que depois refutaremos), não em primeiro, também nós afirmamos que a Nova Aliança, fala somente em UM NOME ao qual devemos prestar contas, e este nome NÃO ESTÁ NO DECÁLOGO DE ÊXODO 20.

    Nós estamos indo no ponto, e não caíndo nessas conversinhas de Reformadores promovidas pelos sabatistas, com o fim de não vir para o campo aberto.

    daqui a pouco, prosseguimos.....

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  61. Este comentário foi removido pelo autor.

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  62. O Paulo Cadi só confirma mais e mais o que eu sempre digo--que está na CONTRAMÃO do mais legítimo pensamento da Reforma Protestante.

    O que lamento aqui é a OMISSÃO do "evangelista" dono deste blog que sabe que Paulo Cadi e tantos outros aqui estão laborando em ERRO e não dá um pio para corrigi-los, pois o que ensinam choca-se de frente com o que ensina a Confissão de Fé de Westminster, a Confissão Batista de 1689, e tantos outros documentos legitimamente protestantes, que ele sabe representar o pensamento da denominação a que ele está ligado. Como evangelista devia preocupar-se não só em ganhar os que estão fora do redil, mas corrigir os erros do que nele supostamente se acham, pois Paulo disse ao pastor Timóteo que não só tivesse cuidado de si mesmo, mas “da doutrina” também (1 Tim. 4:16).

    Vejamos o que afirma a Confissão de Fé de Westminster, como também é o que consta da Confissão Batista de 1689, ambas as confissões nos seus respectivos caps. 19:

    No capítulo XIX, da Confissão de Fé (da Igreja Presbiteriana), encontra-se a seguinte afirmação:

    “I. Deus deu a Adão uma lei como um pacto de obras. Por este pacto Deus o obrigou, bem como toda sua posteridade, a uma obediência pessoal, inteira, exata e perpétua; prometeu-lhe vida sob a condição dele cumprir com a lei e o ameaçou com a morte no caso dele violá-la; e dotou-o com o poder e capacidade de guardá-la. . . .

    “II. Essa lei, depois da queda do homem, continuou a ser uma perfeita regra de justiça. Como tal foi por Deus entregue no monte Sinai em dez mandamentos e escrita em duas tábuas”.

    E sabem o que diz mais os seguintes parágrafos? Que os primeiros 4 mandamentos tratam de nossos deveres para com Deus, e os 6 últimos, idem quanto ao próximo. E observem que diz que A MESMA LEI dada a Deus aos primeiros pais, foi depois transcrita na forma de 10 Mandamentos. Houve “adaptações” na lei original de Deus ou APLICAÇÃO da mesma à condição humana depois do pecado, e nas condições de vida da época em que foi dada (com “adaptações” simplesmente em detalhes menores, mas com OS PRINCÍPIOS mantidos intactos para todas as terras e épocas).

    O que o Paulo Cadi alega é que para valer para a Igreja os 10 Mandamentos teriam que OBRIGATORIAMENTE serem repetidos termo por termo no Novo Testamento.

    Será mesmo? Então ele precisa avisar isso aos irmãos presbiterianos, batistas e outros, que não julgaram ser isso necessário, pois é claro e óbvio que os leitores da Bíblia na Igreja Primitiva CONHECIAM os 10 Mandamentos, como fica óbvio do que Paulo menciona aos efésios, ao lembrar-lhes "o primeiro mandamento com promessa" (Efé. 6:1-3). Pois os GENTIOS de Éfeso saberiam perfeitamente identificar qual seria esse “primeiro mandamento com promessa” como o Decálogo. E Paulo até aplica a promessa feita A Israel literal--“longa vida sobre a terra” [de Canaã]—a qualquer terra em que vivessem os crentes.

    Aliás, o Paulo Cadi parece que não sabe que os escritos do Novo Testamento INEXISTIAM nos tempos primitivos, e só a partir do 2o. século é que tais escritos passaram a ter circulação mais ampla entre os cristãos.

    Então, qual era a INSTRUÇÃO BÍBLICA que os crentes primitivos tinham? Pois não era a leitura da 'Torah' nas sinagogas, a que iam justamente para ouviram a sua leitura? Basta ler Atos 15:21 e vemos como Tiago menciona o costume de ser lida a 'Torah' TODOS OS SÁBADOS nas sinagogas. Eles não contavam com a abundância e facilidade de Bíblias impressas ou virtuais, como hoje temos. Iam a essas sinagogas no dia em que a lei era lida--nos sábados--para ouvirem a instrução bíblica. Se fossem em outro dia, ou encontrariam as portas fechadas ou não haveria leitura solene da lei. Qualquer historiador eclesiástico de gabarito sabe desse detalhe na história do cristianismo primitivo.

    Atos 9:2 mostra como Paulo tinha ordem para perseguir cristãos achados NAS SINAGOGAS, confirmado em Atos 22:19 e 26:10 e 11 (ver tb Mat. 23:34).

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  63. Ademais, o Paulo Cadi se esquece que essa exigência dele de que todo o Decálogo seja repetido "ipsis literis" no NT para valer para a Igreja causa problemas sérios, já que nem tudo do Decálogo ou da lei em geral é repetido, e nem por isso os cristãos estão isentos de suas regras.

    Por exemplo, onde aparece no Novo Testamento reprodução "ipsis literis" de qualquer preceito contra falar o nome de Deus em vão (só há referências indiretas e só ligadas a juramento), ou confeccionar imagens de escultura, ou utilizar tais imagens como 'santos' da Igreja ("ídolos" são reproduções de Deus ou divindades pagãs) ou contra consultar os mortos ou sobre casamento entre irmãos ou prática de bestialidade?

    Pelo tortuoso raciocínio desse chavão dispensacionalista do Paulo Cadi, o cristão pode:

    a) falar o nome de Deus em vão (no NT não há nenhuma repetição do preceito sobre isso do VT, só referências indiretas e SÓ ligadas a juramento);

    b) confeccionar imagens de escultura (este aspecto do 2o. Mandamento jamais é repetido no NT. Nesse caso, se poderia imaginar até um evangélico sendo "santeiro"--fabricante de imagens de santos, sem ser condenado por isso na tal "dispensação da graça");

    c) empregar imagens de SANTOS da Igreja em atos de culto (no NT só há condenação a ÍDOLOS, e isso SÓ se aplica a Deus ou divindades pagãs);

    d) consultar os mortos (no NT não aparece repetição clara do preceito contra isso, como consta de Deu. 18:9-12 e Isa. 8:19, 20);

    e) permitir casamento entre irmãos (jamais no NT há repetição dessa regra do VT);

    f) permitir a prática de bestialidade (sexo com animais), jamais repetido no NT.

    Mas já que ele fala tanto em Novo Concerto, cabe aqui a nossa pergunta tira-teima a respeito que já até apresentei aqui, mas não encontrei NINGUÉM disposto a dar-lhe resposta objetiva, específica, clara, concisa, ao ponto:

    **PERGUNTA TIRA-TEIMA SOBRE O TEMA DO SÁBADO NO NOVO CONCERTO**

    Tendo em conta que a passagem mais importante da Bíblia a tratar da transferência do velho para o novo pacto é Heb. 8:6-10 (ver também 10:16), onde é dito nessa passagem que ao escrever o que é tratado como Minhas leis [de Deus], nos corações e mentes dos que aceitam os termos do Novo Pacto [Novo Testamento], como é a promessa dos referidos textos, nesse processo Deus:

    a) deixa de fora o mandamento do sábado;

    b) mantém o preceito do sábado, mas trocando a santidade do 7o. para o 1o. dia da semana;

    c) estabelece que este suposto novo "dia do Senhor" dominical é como um "domingão do crentão", para ser observado de modo mais 'light', nele podendo-se comprar, vender, ver o esporte no estádio ou na TV;

    OU

    d) deixa o princípio do dia de repouso como algo vago, voluntário e variável, que se ajusta aos interesses ou conveniências do crente (ou do seu empregador)?

    E MAIS:

    e) deixa de fora as regras de alimentos impuros;

    f) deixa de fora a regra de sustentação do ministério mediante dízimos?

    - Textos básicos: Heb. 8:6-10, 10:16; 2ª. Cor. 3:6-8; cf. Jer. 31:31-33 e Eze. 36:26, 27, Isa. 66:16-18; 1 Cor. 9:13, 14.

    É a velha equação que prossegue indemonstrada:

    NOVO CONCERTO = NOVA LEI

    E então, por que Paulo Cadi não no-la responde?

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  64. Azenilto, você continua no mesmo pé.

    Você, novamente, citou da Confissão de Westminster, que não tem nada a ver com a soteriologia adventista, já que na doutrina da justificação ensinada pelos líderes espirituais da sua denominação, começando por, Ellen White, EXISTE O FATOR JUÍZO INVESTIGATIVO.

    Você citou esta parte da Confissão de Westminster:

    "Vejamos o que afirma a Confissão de Fé de Westminster, como também é o que consta da Confissão Batista de 1689, ambas as confissões nos seus respectivos caps. 19:

    No capítulo XIX, da Confissão de Fé (da Igreja Presbiteriana), encontra-se a seguinte afirmação:

    “I. Deus deu a Adão uma lei como um pacto de obras. Por este pacto Deus o obrigou, bem como toda sua posteridade, a uma obediência pessoal, inteira, exata e perpétua; prometeu-lhe vida sob a condição dele cumprir com a lei e o ameaçou com a morte no caso dele violá-la; e dotou-o com o poder e capacidade de guardá-la. . . .

    “II. Essa lei, depois da queda do homem, continuou a ser uma perfeita regra de justiça. Como tal foi por Deus entregue no monte Sinai em dez mandamentos e escrita em duas tábuas”.

    Eu lhe pergunto? Adão tinha conhecimento dos 'dez mandamentos', DA FORMA que foram entregues a Moisés? Com o mesmo CONTEÚDO? Pode responder?

    O que diz no segundo parágrafo do capítulo 19?

    "Como tal foi por Deus entregue no monte Sinai em dez mandamentos e escrita em duas tábuas."

    A expressão, "como tal", não quer dizer que Adão tinha em sua natureza, a lei de Deus, com o mesmo conteúdo TOTAL do que ali está escrito no decálogo.

    Leia-se o decálogo, COM O MESMO CONTEÚDO de Êxodo 20, e apresente-lhe para Adão?! Não tem o menor sentido!

    A expressão, 'como tal', usada pelos redatores da Confissão de Westminster, significa que a lei de Deus dada para Adão, continha os mesmos 'princípios morais' como perfeita regra de justiça.

    Nada além disso.

    Em Deuterônomio 5:1-3, consta:

    "1 E CHAMOU Moisés a todo o Israel, e disse-lhes: Ouve, ó Israel, os estatutos e juízos que hoje vos falo aos ouvidos; e aprendê-los-eis, e guardá-los-eis, para os cumprir.
    2 O SENHOR nosso Deus fez conosco aliança em Horebe.
    3 NÃO COM NOSSOS PAIS fez o SENHOR esta aliança, mas conosco, todos os que hoje aqui estamos vivos."

    Em Deuterônomio 4 diz: "4:12 Então o SENHOR vos falou do meio do fogo; a voz das palavras ouvistes; porém, além da voz, não vistes figura alguma.
    13 Então vos anunciou ele A SUA ALIANÇA que vos ordenou cumprir, OS DEZ MANDAMENTOS, e os escreveu em duas tábuas de pedra."

    Então, vemos que A ALIANÇA de Deus com Israel, que não havia sido feita com OS PAIS, Abraão, Isaac, Jacó, os 12 patriarcas etc, estava representada nos DEZ MANDAMENTOS, tornando impossível que Adão sequer tivesse tomado conhecimento do decálogo!

    Você disse: "Basta ler Atos 15:21 e vemos como Tiago menciona o costume de ser lida a 'Torah' TODOS OS SÁBADOS nas sinagogas. Eles não contavam com a abundância e facilidade de Bíblias impressas ou virtuais, como hoje temos. Iam a essas sinagogas no dia em que a lei era lida--nos sábados--para ouvirem a instrução bíblica."

    Respondendo: Você afirmou aí, que os cristãos frequentavam as sinagogas aos sábados para lá receberem instrução ?! da Torah?

    Azenilto, você tá de brincadeira!

    Se os rabis e mestres da lei, não criam em Jesus Cristo como o Filho de Deus, como é que os cristãos QUE ERAM CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO, iriam receber instrução de incrédulos, não convertidos e que ainda estavam debaixo da lei?

    Os cristãos se reuniam, como é do conhecimento geral, ao menos deveria ser, em casas, e depois com o tempo, em lugares apropriados para o culto ao Filho de Deus!

    Um texto para confirmar isto: "E à nossa amada Áfia, e a Arquipo, nosso camarada, e À IGREJA QUE ESTÁ EM TUA CASA: FILEMOM 1:2"

    Você disse: "Atos 9:2 mostra como Paulo tinha ordem para perseguir cristãos achados NAS SINAGOGAS, confirmado em Atos 22:19 e 26:10 e 11 (ver tb Mat. 23:34)."

    prossegue.......

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  65. O que o texto afirma. é que Paulo pediu carta de autorização para as sinagogas de Damasco a fim de trabalhar em conjunto com os rabinos de lá, em sua caça aos cristãos, e não que os cristãos frequentavam as sinagogas para receber instrução, o que não faz O MENOR SENTIDO.

    Os cristãos estavam sendo perseguidos, o que é que eles iriam fazer na toca do leão?

    Vamos ler: "Atos 9:22 Saulo, porém, se esforçava muito mais, e confundia os judeus que habitavam em Damasco, provando que aquele era o Cristo.
    23 E, tendo passado muitos dias, OS JUDEUS TOMARAM CONSELHO ENTRE SI PARA O MATAR.
    24 Mas as suas ciladas vieram ao conhecimento de Saulo; e como eles guardavam as portas, tanto de dia como de noite, para poderem tirar-lhe a vida,
    25 Tomando-o de noite os discípulos o desceram, dentro de um cesto, pelo muro.
    26 E, quando Saulo chegou a Jerusalém, PROCURAVA AJUNTAR-SE AOS DISCÍPULOS, mas todos o temiam, não crendo que fosse discípulo."

    Aí está a prova! Depois de sua conversão, Paulo começou a receber o mesmo tratamento por parte dos judeus que antes aplicava aos cristãos.

    Você disse: "Ademais, o Paulo Cadi se esquece que essa exigência dele de que todo o Decálogo seja repetido "ipsis literis" no NT para valer para a Igreja causa problemas sérios, já que nem tudo do Decálogo ou da lei em geral é repetido, e nem por isso os cristãos estão isentos de suas regras."

    Quem deveria se preocupar com isto são vocês. Um de seus apologistas, o Arnaldo Cristianini, (é posso depois citar depois o que ele afirmou), é que disse que os "antinomistas" estão errados ao pensar que o decálogo foi reeditado em 90%, no Novo Testamento, e substituído por mandamentos morais espalhados aqui e ali."

    Ele, afirmou isto. E agora você vem afirmar o contrário?

    Quer dizer, quando é conveniente os '10 mandamentos' não precisam ser apresentados em sua forma e conteúdo originais. Só que os '10 mandamentos', não se encontram no Novo Testamento, nem em sua forma e conteúdo originais, e nem espalhados, porque nas epístolas NÃO CONSTA O MANDAMENTO PARA SE OBSERVAR O SÁBADO, o que seria imprecindível aos crentes vindos do paganismo, e também como TESTEMUNHO ESCRITURÍSTICO na Nova Aliança.

    Você disse: "Por exemplo, onde aparece no Novo Testamento reprodução "ipsis literis" de qualquer preceito contra falar o nome de Deus em vão (só há referências indiretas e só ligadas a juramento), ou confeccionar imagens de escultura, ou utilizar tais imagens como 'santos' da Igreja ("ídolos" são reproduções de Deus ou divindades pagãs) ou contra consultar os mortos ou sobre casamento entre irmãos ou prática de bestialidade? "
    :
    Resposta: Você perguntou onde aparece, no Novo Testamento, o mandamento 'contra falar o nome de Deus em vão.' Perguntamos: QUAL NOME DE DEUS você está se referindo?

    O de YHWH, (Iavé), que consta no terceiro mandamento do decálogo, ou o nome de salvação divino, quando o logos Deus se encarnou como ser humano, e recebeu o nome de JESUS?

    O nome de YHWH, não aparece no Novo Testamento, e a palavra "Deus", NÃO É NOME, MAS TÍTULO. O diabo também é chamado de "deus deste século." 2 Corintíos 4:4.

    E deve ser dito que nos originais gregos, não havia está diferenciação entre letras maiúsculas e minúsculas nos escritos do Novo Testamento.

    Se você quer preservar o decálogo, com o está escrito em Êxodo 20, e obedecê-lo conforme está no terceiro mandamento, você deve voltar ao nome de YHWH, (Iavé)!

    prossegue......

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  66. Azenilto, você disse que no Novo Testamento não há mandamento contra a idolatria?

    Desde a Reunião em Jerusalém, Atos 15, existe o mandamento contra a idolatria, e adentra-se pelas cartas dos apóstolos.

    Você falou que não há um mandamento contra a consulta aos mortos, nos livros do Novo Testamento.

    É só conhecer o contexto do Novo Testamento, ou seja, o Império Romano.

    "A busca de informações JUNTO A PESSOAS MORTAS era um costume muito antigo, já documentado na passagem da Odisséia em que o espírito do falecido adivinho Tirésias é evocado mediante elaborado ritual (Od. 11.20-50).

    Os "oráculos dos mortos" ficavam, em geral, em locais longínquos e de difícil acesso, por onde era possível entrar no mundo dos mortos; na Grécia Antiga, o mais célebre de todos era o necromanteion (gr. νεκυομαντήιον) de Éfira, na Tesprótia, uma região do Épiro. O necromanteion situava-se perto de dois rios, Aqueronte e Cocito, nomeados de acordo com os míticos rios do mundo subterrâneo, e de certa forma era um santuário dedicado aos DEUSES HADES E PERSÉFONE."

    No contexto do Novo Testamento, a idolatria praticada nos templos, não era uma prática simplória, mas bem elaborada e complexa para os não iniciados. Uma das práticas que compunham a atividade idolatríca era a necromancia ou consulta aos mortos, existindo até relatos de como era operada em nome dos deuses.

    SEMPRE quando o Novo Testamento fala contra a idolatria, o historiador vai levar em conta a idolatria EM SUA TOTALIDADE, e não apenas o sujeito ajoelhado ou fazendo oferendas para um ídolo.

    Os que viveram nos tempos em que o Novo Testamento foi redigido, sabiam que a idolatria era uma prática complexa, e incluia em seu conteúdo a necromancia como uma atividade importante, além da prática dos oráculos.

    Em Gálatas 5:20, fala em feitiçaria, (pharmakeia), ou seja, o uso de plantas como drogas para fins de alteração de consciência e ser usada (porque a maioria eram mulheres), como oráculo dos deuses ou dos mortos.

    Daí você diz: "tira-teima a respeito que já até apresentei aqui, mas não encontrei NINGUÉM disposto a dar-lhe resposta objetiva, específica, clara, concisa, ao ponto:

    **PERGUNTA TIRA-TEIMA SOBRE O TEMA DO SÁBADO NO NOVO CONCERTO**

    Tendo em conta que a passagem mais importante da Bíblia a tratar da transferência do velho para o novo pacto é Heb. 8:6-10 (ver também 10:16), onde é dito nessa passagem que ao escrever o que é tratado como Minhas leis [de Deus], nos corações e mentes dos que aceitam os termos do Novo Pacto [Novo Testamento], como é a promessa dos referidos textos, nesse processo Deus:

    a) deixa de fora o mandamento do sábado;

    b) mantém o preceito do sábado, mas trocando a santidade do 7o. para o 1o. dia da semana;

    c) estabelece que este suposto novo "dia do Senhor" dominical é como um "domingão do crentão", para ser observado de modo mais 'light', nele podendo-se comprar, vender, ver o esporte no estádio ou na TV;"

    Você está querendo afirmar que o decálogo COMO ESTÁ REDIGIDO EM ÊXODO 20, é na Nova Aliança implantado no coração dos crentes?

    Sem negócio!

    O que Paulo, (porque para mim o autor de Hebreus, é Paulo), citando de Jeremias, em Hebreus 8, fez era uma ANALOGIA, e não uma REPETIÇÃO das 'dez palavras', decálogo', como estão em Êxodo 20.

    Ele está dizendo que, pelo Espírito Santo, a lei eterna de Deus, é implantada no crente, e não mais será outorgada um código de leis, de injunções, a serem seguidas, como foi com a lei, sob a Antiga Aliança.

    Paulo de maneira nenhuma está afirmando que o decálogo, COMO ESCRITO EM ÊXODO 20 seria implantado nos corações dos crentes.

    Porque, quem injeta as leis de Deus no coração dos crentes da Nova Aliança. é o Espírito Santo, e o ÚNICO NOME que o Espírito Santo reconhece é SENHOR JESUS CRISTO, e não YHWH (Iavé), que consta no terceiro mandamento.

    Ele, ( o Espírito Santo), não irá vivificar o crente para outro nome, a não ser o Nome que está sobre todo o nome, ou seja, SENHOR JESUS CRISTO.

    prossegue.......

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  67. Você disse: "a) deixa de fora o mandamento do sábado;

    b) mantém o preceito do sábado, mas trocando a santidade do 7o. para o 1o. dia da semana;

    c) estabelece que este suposto novo "dia do Senhor" dominical é como um "domingão do crentão", para ser observado de modo mais 'light', nele podendo-se comprar, vender, ver o esporte no estádio ou na TV;

    OU

    d) deixa o princípio do dia de repouso como algo vago, voluntário e variável, que se ajusta aos interesses ou conveniências do crente (ou do seu empregador)?"

    Resposta: Após a criação, as escrituras dizem que Deus'descansou", óbviamente usando um antropomorfismo.

    A Palavra traduzida para 'descansar' em Gn.2:1-3, é shabath, a pronuncia é 'shavéf', significando 'cessar.'

    Deus, não voltou a criar mais seis dias, e descansar num sétimo dia de 24 horas, mas 'entrou em seu, shabath, seu repouso.

    Adão estava no repouso de Deus, ou seja, no sábado divino, e não trabalhando seis dias, e descansando no sétimo.

    A primeira menção na Bíblia, sobre o repouso no sétimo dia, encontra-se em Êxodo 16. Primeiro, o texto nos anuncia QUANDO o povo de Israel chegou ao deserto de Sim.

    Vamos ler, Êxodo 16:

    "1 E PARTINDO de Elim, toda a congregação dos filhos de Israel veio ao deserto de Sim, que está entre Elim e Sinai, aos QUINZE DIAS DO MÊS SEGUNDO, depois de sua saída da terra do Egito."

    O povo se queixa por causa da falta de alimento. Deus disse que enviaria 'pão dos céus', à partir da manhã seguinte, ou seja, aos dezesseis do mês.

    "4. Então disse o SENHOR a Moisés: Eis que vos farei chover pão dos céus, e o povo sairá, e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu o prove se anda em minha lei ou não.
    5 E acontecerá, no sexto dia, que prepararão o que colherem; e será o dobro do que colhem cada dia."

    "22 E aconteceu que ao sexto dia colheram pão em dobro, dois ômeres para cada um; e todos os príncipes da congregação vieram, e contaram-no a Moisés.
    23 E ele disse-lhes: Isto é o que o SENHOR tem dito: Amanhã é repouso, o santo sábado do SENHOR...."

    É só ler aí em Êxodo 16. O povo chegou ao local, deserto de Sim, no dia 15 do segundo mês, desde sua saída do Egito, portanto, 30 dias depois. Deus prometeu o maná para o dia 16 do segundo mês, que seria contado como o 'primeiro dia da semana, com repouso TOTAL, no sétimo dia, contado à partir do primeiro dia , no dia 16 do segundo mês.

    Portanto, o ciclo semanal é ininterrupto, só que NÃO É DITO QUAL O DIA DA SEMANA QUE COMEÇOU A SER CONTADO COMO O PRIMEIRO DIA.

    Poderia ser no quarto dia, no segundo, no sexto....

    A ordem foi que à partir do dia 16 do segundo mês, fosse iniciada a contagem até o sétimo dia. Portanto, não existe uma observância semanal do sétimo dia da semana, desde o tempo de Adão, porque o sábado em que Deus cessou de Criar, o seu sábado, não era de 24 horas, mas de natureza espiritual, e é neste sábado que Adão estava, tendo comunhão continua com Deus que vinha visitá-lo todo entardecer.

    Por isso, o shabath que os israelenses receberam, era uma sombra ou cópia material do repouso verdadeiro de Deus.

    Então, os adventistas, quando fazem todo este alarde a respeito da observância do sétimo dia, além de não repousarem segundo a Torah, não sabem que dia da semana iniciou-se a contagem do primeiro dia em Êxodo 16, ou seja, o sétimo dia de hoje, pode ser a quinta-feira em Êxodo 16!!!

    O que interessava para Deus, era o seguinte: À partir de amanhã, dia 16 deste segundo mês, vocês começarão a contar como o primeiro dia!

    prossegue......

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  68. O oponente afirma: "É a velha equação que prossegue indemonstrada:

    NOVO CONCERTO = NOVA LEI

    E então, por que Paulo Cadi não no-la responde?"

    Resposta: O oponente quer dizer que os "dez mandamentos", COMO ESTÃO REDIGIDOS EM ÊXODO 20, (leiam Êxodo 20), fazem parte da Nova Aliança.

    Vamos ler, Hebreus 13: "Ora, o Deus de paz, que pelo sangue da ALIANÇA ETERNA tornou a trazer dos mortos a nosso Senhor Jesus Cristo, grande pastor das ovelhas,
    HEBREUS 13:20."

    Nesta passagem de hebreus, onde diz, 'aliança ETERNA', a palavra para 'ETERNA, vem do grego, 'aionios', ou seja, a 'aliança eterna' dura PARA SEMPRE, adentra a eternidade.

    O oponente está afirmando que os '10 mandamentos' DA FORMA COM ESTÃO ESCRITOS irão vigorar para sempre?!

    Peço aos leitores que leiam Êxodo 20, e pensem consigo mesmos, se os dez mandamentos COMO ESTÃO ESCRITOS, como foram entregues ao povo de Israel, podem ser a lei eterna de Deus como afirma Ellen White?

    Vamos ver o sétimo mandamento: Êxodo 20:14, "Não adulterarás."

    Agora, vejam: Mateus 22:30, "Porque na ressurreição nem casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos de Deus no céu."

    Não existirá mais casamento, e nem marido e mulher nos moldes aqui da terra, mas será uma forma de existência muito mais elevada. Qual a serventia deste mandamento?

    Vamos a outro: Êxodo 20:15 "Não furtarás."

    Qual a serventia deste mandamento?

    Se o cristão, nesta vida, já não rouba, porque os ladrões não herdarão o Reino de Deus....

    Mas vamos ler: "5 Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira."

    Todos os ímpios ficarão de fora da cidade santa, sendo lançados no lago de fogo, então qual a serventia, de algum mandamento do decálogo se o pecado não mais existirá?


    E assim podemos prosseguir até os outros mandamentos.

    O quarto mandamento, da FORMA EM QUE ESTÁ ESCRITO, qual a serventia na eternidade? O mandamento do sábado permite possuir escravos, e prescreve o descanso para os animais.

    Aqueles que serão como os anjos, trabalharão com seus animais e escravos, seis dias e precisaram descansar no sábado?

    Lembrem-se, Ellen White afirma que o decálogo dado para Israel no Sinai, é a CÓPIA EXATA do decálogo original, que segundo ela, se encontra em duas tábuas de pedra, no céu, sendo a lei eterna de Deus.

    Agora, o oponente quer levar o decálogo de Êxodo 20, para a eternidade onde não haverá mais pecado, mas os filhos de Deus, estarão desfrutando de sua presença, tendo gozo sobre gozo no Espírito Santo.

    prossegue depois.....

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  69. Gente, o Paulo Cadi se complica todo, mas todo mesmo, por IGNORAR o teor do ensino clássico, histórico, dos cristãos todos sobre o tema da lei divina e do seu dia de repouso.

    E não entendeu “bulhufas” do que eu disse, faz de conta que responde a minha pergunta, quando não o faz nem de longe, e se atrapalha ao falar da Confissão de Fé de Westminster que NÃO TRANSMITE o que ele pretende, e vamos prová-lo aqui.

    Primeiro, o que eu disse sobre os cristãos frequentarem as sinagogas é fato por demais conhecido. Eu não disse que eles iam APRENDER com os líderes judaicos, e sim OUVIR a leitura da ‘Torah’, de onde obtinham sua instrução diretamente da Bíblia. Logicamente a partir daí eles seguiam o que Paulo orientou—“Examinai tudo, retende o bem”. O que fosse proveitoso das instruções dos mestres judeus eles aproveitariam. O que se chocasse com a sua interpretação cristã das Escrituras, eles dispensariam.

    E notem as passagens que eu cito e que confirmam que Paulo perseguia os crentes em Cristo NAS SINAGOGAS MESMO. Ele o nega, mas basta examinar o teor dos textos e ver como é exatamente como eu disse, e se perceberá a confusão do Paulo Cadi a respeito:

    “E pediu-lhe cartas para Damasco, para as sinagogas, a fim de que, se encontrasse alguns deste Caminho, quer homens quer mulheres, os conduzisse presos a Jerusalém”. -- Atos 9:2.

    “E eu disse: Senhor, eles bem sabem que eu lançava na prisão e açoitava NAS SINAGOGAS os que criam em ti”. -- Atos 22:19.

    “O que também fiz em Jerusalém. E, havendo recebido autorização dos principais dos sacerdotes, encerrei muitos dos santos nas prisões; e quando os matavam eu dava o meu voto contra eles. E, castigando-os muitas vezes por todas as sinagogas, os obriguei a blasfemar. E, enfurecido demasiadamente contra eles, até nas cidades estranhas os persegui”. -- Atos 26:10-11.

    E que tal estas também?

    “E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração” -- Atos 2:46

    “E Pedro e João subiam juntos ao templo à hora da oração, a nona”. -- Atos 3:1

    Tertuliano escreveu por volta de 225 AD que em seus dias as sinagogas eram ainda “fontes de perseguições” contra os cristãos (“Scorpiace x”).

    Então, temos aí um quadro bem realista. Os cristãos iam regularmente ao Templo para orar e para ouvirem a leitura da ‘Torah’. Ademais, nem contavam ainda com congregações próprias. Não tinham templos nem igrejas, e não tinham Bíblias para delas desfrutarem livremente a leitura, como as temos hoje.

    É bem sabido que os judeus toleravam esses cristãos nos primeiros tempos, e havia até o “pátio dos gentios” no Templo de Jerusalém. Algo equivalente devia haver nas sinagogas, já que se mostra como Paulo discutia com gentios e judeus nas mesmas (Atos 18:4).

    Foi num concílio judaico de Jamnia pelo fim do 1º. século que se decidiu que os cristãos não mais seriam admitidos nas suas sinagogas.

    Bacchiocchi discute isso detalhamente no livro que nosso amigo diz estar lendo, mas parece que pulou esta parte em sua leitura, ou tal leitura não parece ser tão cuidadosa. . .

    Depois, temos a sua análise da CFW que ele alega NÃO DIZER O QUE DIZ realmente. Então, não há problema, vejamos o que dizem os batistas, ao se basearam nos presbiterianos, exatamente em seu capítulo 19 da sua confissão de fé:

    “1. Deus outorgou a Adão uma lei de obediência, que lhe inscreveu no coração; e também um preceito particular, o de não comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Dessa maneira, Adão e toda sua posteridade ficaram compelidos a uma obediência pessoal, total, exata e perpétua, à lei. Deus prometeu vida como recompensa do cumprimento, e morte como castigo da quebra da lei, tendo dado ao homem o poder e a habilidade para guardá-la.

    “2. A MESMA LEI QUE UMA VEZ FOI INSCRITA NO CORAÇÃO HUMANO {ou seja, na criação do mundo, como explicado no parágrafo anterior} continuou a ser uma regra perfeita de justiça após a queda. E ESSA LEI foi dada por Deus sobre o monte Sinai e inscrita em duas tábuas de pedra, na forma de dez mandamentos.

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  70. Os quatro primeiros mandamentos contêm nossos deveres para com Deus, e, os outros seis mandamentos, nossos deveres para com os homens”. [Destaques em maiúsculo meus].

    Essa expressão no documento dos batistas, “A MESMA LEI”, corresponde ao “COMO TAL”, do documento presbiteriano. Puxa, pode haver qualquer dúvida quanto a isso?!

    Portanto, a teologia de Paulo Cadi está claramente na CONTRAMÃO do pensamento clássico dos cristãos protestantes.

    E noto que ele nem se lembrou do argumento do 5º. Mandamento não poder ser cumprido por Adão por ele não ter uma mãe. Nossa refutação a esse argumento tolo parece que funcionou, ao citarmos simplesmente o que o Catecismo Batista explica a respeito. O mandamento envolve TODA FORMA DE AUTORIDADE, e um filho cuja mãe haja morrido no parto não ficaria isento de obedecer tal preceito.

    E ele se preocupa tanto com a FORMA de como os 10 Mandamentos aparecem escritos em Êxodo 20, mas qual é o problema? Claro que fala em escravos, escravas, bois, jumentos, terra prometida DE CANAÃ. Mas daí é que vimos como Paulo trata do “primeiro mandamento com promessa”, referindo o 5º. Mandamento aos efésios, e a promessa de longa vida sobre a terra de Canaã, para Israel, transforma-se em longa vida sobre qualquer terra em que vivessem aqueles cristãos (Efé. 6:1-3).

    Pronto, o princípio é mantido para os cristãos, intacto, devidamente reinterpretado para as circunstâncias da vida cristã.

    Mas eu sei que toda essa prosopopeia dele é para só e unicamente escapulir-se do sábado, alegando que não havia tal preceito desde o princípio do mundo, como a TEOLOGIA DA REFORMA PROTESTANTE ensina. Já vimos os documentos confessionais de presbiterianos e batistas confirmando isso no capítulo 19, parágrafos 1 e 2. E podemos ver onde mais adiante diz que o “dia do Senhor” era o sábado, DESDE A CRIAÇÃO, até supostamente ocorrer a ressurreição de Cristo, quando teria sido mudada para o 1º. dia da semana.

    Então, confirma-se mais e mais: a teologia do Paulo Cadi NÃO CORRESPONDE de modo algum à dos Reformadores, pois esses não ensinavam o “dianenhumismo”, e sim que havia 10 Mandamentos a serem cumpridos pelos cristãos, não só NOVE, mais uma “sugestão”—de dedicar ou não um dia semanal ao Senhor, mas sem ser obrigatório [“mandamento”], e dever ser cumprido nos moldes do que se proibia fazer no sábado.

    O pior é que além de não proceder do Movimento de Reforma, essas noções sobre a lei e o dia de repouso do Paulo Cadi procedem mesmo é de uma “escola interpretativa” novidadeira surgida em meados do séc. XIX, que em última instância deriva da visão de um vidente católica-romana chamada Margaret MacDonald, como é exposto por gente de gabarito do próprio meio evangélico, como já indicamos e espero que o Paulo Cadi tenha visto, para seu próprio benefício e para não ficar repetindo por aí conceitos de origens tão suspeitas. Já indicamos o link onde vídeos muito instrutivos a respeito são indicados, e vale a pena ver de novo, ou indicar de novo:

    http://www.youtube.com/watch?v=K6lbFprtYdk

    Assim, confirma-se o que dissemos desde o início: a teologia adventista é que corresponde à da Reforma Protestante em 5 pontos, o que até agora o Paulo Cadi não conseguiu negar.

    O tema do “juízo investigativo” não entra em nada que trate de meios de salvação e sim em JUÍZO, segundo Paulo declarou, como cristão, referindo-se a cristãos: “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal” (2 Cor. 5:10). E ele não está falando aí meramente de “julgamento para receber galardão”, como alegam alguns, pois no contexto ele fala da necessidade de sermos fiéis ao Senhor em todo tempo, advertindo até: “Rogamo-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus” (vs 20).

    E, claro, Tiago 2:8-13 que envolve tanto o Decálogo como o JUÍZO por sua violação.

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  72. E o Cadi simplesmente não soube se explicar sobre a repetição “ipsis literis” das regras que eu indiquei—de não confeccionar ídolos (e a concepção de ídolos é sempre de divindades pagãs, nunca havendo referência a imagens de santos da igreja como tais), não cultuar imagens de santos da igreja, não falar o nome de Deus em vão, não permitir casamento de irmão com irmã, não permitir consulta aos mortos, não praticar bestialidade no Novo Testamento.

    Notem que ele MUDOU O ENFOQUE da questão. Ele exige que para o sábado valer para a Igreja tem que ser repetido PALAVRA POR PALAVRA como mandamento no NT, mas eu estou citando essas regras todas, e ele não apresenta PROVA NENHUMA da repetição PALAVRA POR PALAVRA dessas regras no NT. Recorre a referências INDIRETAS.

    Alô, alô, Paulo Cadi. Por favor, já que exige para o sábado uma REFERÊNCIA DIRETA no NT, então quero também REFERÊNCIA DIRETA, PALAVRA POR PALAVRA, “IPSIS LITERIS” do seguinte:

    a) Não falar o nome de Deus em vão (não há preceito sobre isso do VT, só referências indiretas e SÓ ligadas a juramento);

    b) confeccionar imagens de escultura (este aspecto do 2o. Mandamento jamais é repetido no NT. Nesse caso, se poderia imaginar até um evangélico sendo "santeiro"--fabricante de imagens de santos, sem ser condenado por isso na tal "dispensação da graça");

    c) empregar imagens de SANTOS da Igreja em atos de culto (no NT só há condenação a ÍDOLOS, e isso SÓ se aplica a Deus ou divindades pagãs);

    d) consultar os mortos (no NT não aparece repetição clara do preceito contra isso, como consta de Deu. 18:9-12 e Isa. 8:19, 20);

    e) permitir casamento entre irmãos (jamais no NT há repetição dessa regra do VT);

    f) permitir a prática de bestialidade (sexo com animais), jamais repetido no NT.

    E minha pergunta tira-teima também NEM DE LONGE foi respondida, como eu solicitei—de modo objetivo, específico, claro, conciso, ao ponto.

    Vamos lá, Paulo Cadi, tente de novo, pois não respondeu coisíssima nenhuma, nada que possa ser mínimamente aceitável como resposta objetiva, específica, clara, concisa, ao ponto.

    Eis a pergunta novamente (menos dois pontos que retiro para facilitar uma possível resposta dele)para não pairarem dúvidas:

    **PERGUNTA TIRA-TEIMA SOBRE O TEMA DO SÁBADO NO NOVO CONCERTO**

    Tendo em conta que a passagem mais importante da Bíblia a tratar da transferência do velho para o novo pacto é Heb. 8:6-10 (ver também 10:16), onde é dito nessa passagem que ao escrever o que é tratado como Minhas leis [de Deus], nos corações e mentes dos que aceitam os termos do Novo Pacto [Novo Testamento], como é a promessa dos referidos textos, nesse processo Deus:

    a) deixa de fora o mandamento do sábado;


    b) mantém o preceito do sábado, mas trocando a santidade do 7o. para o 1o. dia da semana;

    c) estabelece que este suposto novo "dia do Senhor" dominical é como um "domingão do crentão", para ser observado de modo mais 'light', nele podendo-se comprar, vender, ver o esporte no estádio ou na TV;

    OU

    d) deixa o princípio do dia de repouso como algo vago, voluntário e variável, que se ajusta aos interesses ou conveniências do crente (ou do seu empregador)?

    - Textos básicos: Heb. 8:6-10, 10:16; 2ª. Cor. 3:6-8; cf. Jer. 31:31-33 e Eze. 36:26, 27.

    É a velha equação que prossegue indemonstrada:

    NOVO CONCERTO = NOVA LEI

    E então, por que Paulo Cadi não no-la responde?

    Mas eu insisto em que o Paulo Cadi, ou qualquer outra pessoa que queira realmente entender o que vem a ser o entendimento da Reforma Protestante sobre o tema da lei divina, não deixe de dedicar uma hora a ouvir a excl exposição do pastor Heber Campos Jr. Eis novamente como localizar sua competente análise da questão:

    http://www.youtube.com/watch?v=OCNS1h2pSwA

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  73. Azenilto de Brito, você continua com a mesma argumentação sabatista tola e superada, que NÃO COLA.

    Você não responde s minhas objeções. Posso lhe citar Lutero e Calvino, que afirmam que o sábado, foi abolido no seu aspecto externo e cerimonial. Levítico 23.

    Eu, já respondi as suas indagações, aí em cima.

    Ellen White, é literalista com relação ao decálogo.

    Então, a abordagem tem de ser literal, já que a sua profetisa afirma que o decálogo que se encontrava na arca, era uma cópia EXATA dos originais no céu.

    Portanto, não venha falar em 'princípios espirituais', quando é a revelação de Ellen White que conta para os adventistas. Ap.12:17 e 19:10.

    REPITO: Você não respondeu a nenhuma das minhas objeções, mas repetiu tudo o que disse antes, e eu já mostrei o absurdo do que você afirmou.

    Os cristãos não frequentavam sinagogas, mas sim o Templo, e isto, no princípio, logo após o Pentecoste, e depois conforme vinha a revelação da palavra foram se apartando do lugar que o Shekiná não mais se manifestava.

    Só eu estou respondendo, então, agora é a minha vez de perguntar.

    Estou esperando sua resposta, se vai responder as minhas perguntas.

    Desde já, estou lhe desafiando para um debate ao vivo, pela internet, se for possível outros assistirem.

    Você, com seu 'juízo investigativo', fundamento doutrinário do adventismo, é que está na contramão do movimento de Reforma.

    Eu lhe cito qualquer Reformador comentando Hebreus 10:10-14, e lhe mostro que eles ensinavam a entrada de Cristo, no santíssimo, assim como fazia o sumo sacerdote no Dia da Expiação.

    Então,antes tenho que ver como é possível fazer um debate, talvez um 'hangout', para que outros participantes possam
    assistir.

    Eu tenho que ver primeiro, se é possível fazer o debate, me informar os procedimentos técnicos.

    Então, o desafio para um debate ao vivo, está lançado.

    Agora, temos que ver como é possível fazê-lo.

    Você, não está respondendo as minhas objeções que são pertinentes, e pelo jeito, não vai responder, e isto, porque não sabe.

    Então, está lançado o desafio, à princípio, pois ainda temos que ver está possibilidade, se é viável pela internet.

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  74. Azenilto Brito,

    Mais uma a coisa: Você me solicítou que eu demonstrasse no Novo Testamento, onde estão os mandamentos contra, a idolatria, pronunciar o nome de Deus em vão, incesto etc.

    Ora, quem tem de mostrar os respectivos textos, é você, já que é literalista na abordagem da lei, não eu.

    Você é que não consegue demonstrar ONDE estão os mandamentos do decálogo, como estão REDIGIDOS EM ÊXODO 20, já que para vocês, o livro da lei que estava FORA da arca, onde estão os mandamentos que você requisitou, foi abolido.

    As cartas dos apóstolos estão cheias de mandamentos contra toda sorte de impurezas, e idolatria, (QUE JÁ EXPLIQUEI EM MEUS COMENTÁRIOS AÍ EM CIMA) se você leu.

    Então, a obrigação de demonstrar onde estão os mandamentos que compõem o decálogo, está com você, e não com os 'violadores da lei.'

    Vamos ler Deuterônomio 4:1-3:

    1 AGORA, pois, ó Israel, ouve os estatutos e os juízos que eu vos ensino, para os cumprirdes; para que vivais, e entreis, e possuais a terra que o SENHOR Deus de vossos pais vos dá.
    2 NÃO ACRESCENTAREIS À PALAVRA QUE VOS MANDO, NEM DIMINUIREIS DELA, para que guardeis os MANDAMENTOS do SENHOR vosso Deus, que eu vos mando.

    Estas foram as instruções relativas a lei, inclusive ao decálogo, logo após, no capítulo 5.

    Então, o apóstolo Paulo, era um 'violador da lei', porque ao citar o quinto mandamento em Efésios 6:1-3, diminuiu o conteúdo original deste preceito, o qual Ellen White afirmou ser Êxodo 20, uma CÓPIA EXATA do original no céu, e que não pode ser mudado em nem um til, citando Mateus 5:17, é claro, segundo a interpretação dela.

    Paulo, em 2 Corintíos 3: 7 E, SE O MINISTÉRIO DA MORTE, GRAVADO COM LETRAS EM PEDRA, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória,
    8 Como não será de maior glória o ministério do Espírito?
    9 Porque, se o MINISTÉRIO DA CONDENAÇÃO foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça."

    O apóstolo Paulo, por revelação do Santo Espírito, afirmou que o decálogo, COMO REDIGIDO EM ÊXODO 20, era o ministério da morte e condenação. O povo de Israel, estava debaixo do julgamento e condenação da lei, como vocês presentemente estão com o seu 'juízo investigativo.'

    Eu vou lhe fazer uma perguntinhas, ( mais tarde vou postar), e quero que você me responda. O debate já tem transcorrido, e tenho demonstrado que não tem o minímo fundamento bíblico, levar o decálogo, como está redigido em Êxodo 20, para o Novo Testamento.

    Suas objeções TEM SIM SIDO RESPONDIDAS, a não ser que você espere que eu faça uma fileira com citações dos reformadores, inclusive do Catecismo Maior, de Lutero, e demonstrar o que ele pensava do sábado.

    Então, Azenilto, é a minha vez de fazer as perguntas, ou você nunca participou de um debate? Não sabe que ambos oponentes tem o direito de apresentar suas objeções?

    Então, eu também vou fazer as minhas perguntas, e espero que você responda, já que foram os discípulos de William Miller, depois conhecidos como adventistas, que começaram a atacar as denominações cristãs.

    Então, ônus da prova, está com vocês.

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  75. Azenilto, você disse:

    'Primeiro, o que eu disse sobre os cristãos frequentarem as sinagogas é fato por demais conhecido. Eu não disse que eles iam APRENDER com os líderes judaicos, e sim OUVIR a leitura da ‘Torah’, de onde obtinham sua instrução diretamente da Bíblia. Logicamente a partir daí eles seguiam o que Paulo orientou—“Examinai tudo, retende o bem”. O que fosse proveitoso das instruções dos mestres judeus eles aproveitariam. O que se chocasse com a sua interpretação cristã das Escrituras, eles dispensariam."


    Resposta: Não faz o menor sentido esta sua afirmação. Na mais importante fonte primária, chamada de Novo Testamento, NÃO HÁ SEQUER UMA MENÇÃO cristãos frequentando sinagogas, mas sim o TEMPLO.

    Ainda que o Cristianismo estivesse passando por uma transição, e muitos cristãos judeus ainda se apegassem a certas práticas da lei, nada é falado deles frequentarem sinagogas, e muito menos cristãos gentios terem este costume, já que não tinham nada a ver com isto.

    Você disse:.... "e sim OUVIR a leitura da ‘Torah’, de onde obtinham sua instrução diretamente da Bíblia. Logicamente a partir daí eles seguiam o que Paulo orientou—“Examinai tudo, retende o bem”.

    Resposta: Eita argumentinho mais forçado! Você quer dizer que os cristãos judeus iam receber "instrução" na sinagoga, ou seja, filtrando o que lá era ensinado, óbviamente por uma rabino 'mui amigo", e à partir daí eles seguiam o que Paulo orientou."

    Resposta:Pois bem, Paulo, só é convertido no capítulo 9 de Atos, então não havia esta possibilidade dele estar instruíndo os cristãos judeus, porque logo que souberam de sua conversão, dispuseram-se a matá-lo e ele teve de fugir de Damasco.

    Alías, os cristãos judeus, não precisariam ser instruídos por Paulo, já que eram seguidores de Jesus ANTES dele.

    No livro de Atos, os gentios só aparecem ligados as sinagogas, como PROSÉLITOS DO JUDAÍSMO, e não como cristãos.

    O ensino promovido nas sinagogas, era completamente contrário a revelação cristã. Em Lucas 4:28 "E todos, na sinagoga, ouvindo estas coisas, se encheram de ira.
    29 E, levantando-se, o expulsaram da cidade, e o levaram até ao cume do monte em que a cidade deles estava edificada, para dali o precipitarem."

    É só ler desde o começo do episódio. Quando o Senhor Jesus lhes deu a palavra, eles se encheram de ira e quiseram matá-lo.

    Em Mateus 16:12 diz: " Então compreenderam que não dissera que se guardassem do fermento do pão, mas da DOUTRINA dos fariseus."

    Então, os cristãos não tinham nada a fazer em uma sinagoga, ainda mais depois da crucificação do Senhor, promovida pelos líderes das sinagogas.

    Temos que lembrar que as sinagogas foram uma criação humana, pós cativeiro medo- persa, e não tinha nenhuma sanção divina, pois haviam sinagogas dos fariseus e saduceus, ao contrário do templo que era uma instituição legal, divina.

    Você disse:

    "É bem sabido que os judeus toleravam esses cristãos nos primeiros tempos, e havia até o “pátio dos gentios” no Templo de Jerusalém. Algo equivalente devia haver nas sinagogas, já que se mostra como Paulo discutia com gentios e judeus nas mesmas (Atos 18:4).

    Foi num concílio judaico de Jamnia pelo fim do 1º. século que se decidiu que os cristãos não mais seriam admitidos nas suas sinagogas."

    Resposta: Você citou Atos 18:4; só que estes gentios, como já expliquei, eram prosélitos do judaísmo e não conversos ao cristianismo.

    prossegue.....

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  76. Você citou o 'concílio judaico de Jamnia.'

    Resposta: O "Concílio de Jâmnia" quase com certeza não existiu: Este é um problema. Sabemos que havia uma escola rabínica em Jâmnia, mas não há nenhuma evidência de que qualquer Concílio tenha ocorrido lá. O "Concílio" é apenas uma hipótese apresentada em 1871 por Heinrich Graetz, para explicar como os judeus acabaram com um único cânone. Como hipótese, é muito fraco. Não há fontes primitivas que falam de um Concílio em Jâmnia. Digno de nota é que, a maioria dos estudiosos finalmente percebeu o óbvio: não há nenhuma razão para acreditar que tal Concílio existiu.

    Então, históricamente, os cristãos judeus, nos primórdios do cristianismo frequentavam o Templo, e não as sinagogas.

    Agora, quando perseguidos e presos, eram açoitados nas sinagogas, em suas dependências.

    Mt.10: 17 "Acautelai-vos, porém, dos homens; porque eles vos ENTREGARÃO aos sinédrios, e vos ACOITARÃO NAS SUAS SINAGOGAS."

    MT.2:34, "Portanto, eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas; a uns deles matareis e crucificareis; e a outros deles AÇOITAREIS NAS VOSSAS SINAGOGAS e os PERSEGUIREIS de cidade em cidade."


    Você disse:" Bacchiocchi discute isso detalhamente no livro que nosso amigo diz estar lendo, mas parece que pulou esta parte em sua leitura, ou tal leitura não parece ser tão cuidadosa. . ."

    Resposta: Já terminei a leitura do livro; é mais um, entre muitos, e não traz nada de novo, com montagens de fatos para favorecer o que ele quer demonstrar, ainda que em suas declarações hajam flagrantes contradições a doutrina adventista. Depois vou postar uma importante.

    Se vocês lerem a trajetória de Bacchiochi, e como ele era "amiguinho" dos católicos, vocês pelo menos deveriam ficar com um pé atrás, já que ele é muito 'light' nas suas refutações e muito políticamente correto. Porque será?

    Depois você vem com Adão de novo, citando da Confissão de Westminster.

    Resposta: Pegue o decálogo COMO ESTÁ REDIGIDO em Êxodo 20, e apresente para Adão!

    Leia lá para Adão, o primeiro mandamento que começa assim:

    "1 ENTÃO falou Deus todas estas palavras, dizendo (para Adão):
    2 Eu sou o YHWH teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.
    3 Não terás outros deuses diante de mim."

    Você, já está usando de má-fé, ou está completamente tomado pela heresia sabatista.

    Depois você afirma convenientemente:

    "E ele se preocupa tanto com a FORMA de como os 10 Mandamentos aparecem escritos em Êxodo 20, mas qual é o problema? Claro que fala em escravos, escravas, bois, jumentos, terra prometida DE CANAÃ. Mas daí é que vimos como Paulo trata do “primeiro mandamento com promessa”, referindo o 5º. Mandamento aos efésios, e a promessa de longa vida sobre a terra de Canaã, para Israel, transforma-se em longa vida sobre qualquer terra em que vivessem aqueles cristãos (Efé. 6:1-3).

    Pronto, o princípio é mantido para os cristãos, intacto, devidamente reinterpretado para as circunstâncias da vida cristã."

    Resposta: Eu não me preocupo com 'forma' nenhuma, mas são vocês que se preocupam com a forma em que o decálogo está escrito, já que a sua profetisa afirma que o decálogo que estava na arca, era uma CÓPIA EXATA DE SEU ORIGINAL, NO CÉU, e que NEM UM TIL pode ser mudado, ou seja, qualquer palavra que for tirada ou acrescentada, torna-se em transgressão da lei.

    Daí você disse: "Pronto, o princípio é mantido para os cristãos, intacto, devidamente reinterpretado para as circunstâncias da vida cristã."

    Resposta; Quem está afirmando todo o tempo isto que você disse, SOU EU.

    PROSSEGUE....


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  77. Na lei, está escrito que não é para tirar ou acrescentar nada.

    Vamos ler Deuterônomio 4:1-3:

    "1 AGORA, pois, ó Israel, ouve os estatutos e os juízos que eu vos ensino, para os cumprirdes; para que vivais, e entreis, e possuais a terra que o SENHOR Deus de vossos pais vos dá.
    2 NÃO ACRESCENTAREIS À PALAVRA QUE VOS MANDO, NEM DIMINUIREIS DELA, para que guardeis os MANDAMENTOS do SENHOR vosso Deus, que eu vos mando."

    Se, o decálogo que estava na arca, segundo White, era uma TRANSCRIÇÃO EXATA de seu original, no céu, então o apóstolo Paulo, não estava obedecendo a lei, já que MODIFICOU O SEU CONTEÚDO, ou seja, o quinto mandamento.

    Não foi o Senhor Jesus que afirmou que 'até que o céu e a terra passem, nem um jota ou ti cairá da lei, até que tudo se cumpra? Não são vocês que fazem questão de sempre citar Mateus 5:17?

    Você, como adventista e seguidor de Ellen White, só pode falar em 'princípio moral ou espiritual da lei', levando em conta o decálogo COMO ESTÁ REDIGIDO EM ÊXODO 20, já que segundo sua mentora, ele é uma CÓPIA EXATA da 'lei eterna de Deus", no céu.

    Que despiroquiamento dessa gente, putz e caputz!!!!

    Daí você disse: "E podemos ver onde mais adiante diz que o “dia do Senhor” era o sábado, DESDE A CRIAÇÃO, até supostamente ocorrer a ressurreição de Cristo, quando teria sido mudada para o 1º. dia da semana."

    Resposta: Você tem de provar que o sétimo dia em que Deus entrou em seu repouso, era de 24 horas!

    Eu já lhe demonstrei que o mandamento para a observância do sábado, começou em Êxodo 16; no dia 16 do segundo mès, é que começou a ser contado o primeiro dia, que NÃO SE SABE qual dia da semana era, se o quarto, quinto, sexto etc.

    Já demonstrei que de Adão até Moisés, não existe nenhum mandamento para observar o repouso no sétimo dia.

    Você é que está devendo a prova, e não eu.

    Gálatas 3:17 "Mas digo isto: Que tendo sido a aliança anteriormente confirmada por Deus em Cristo, A LEI QUE VEIO 430 ANOS DEPOIS, não a invalida, de forma a abolir a promessa."

    Você afirmou: "O pior é que além de não proceder do Movimento de Reforma, essas noções sobre a lei e o dia de repouso do Paulo Cadi procedem mesmo é de uma “escola interpretativa” novidadeira surgida em meados do séc. XIX, que em última instância deriva da visão de um vidente católica-romana chamada Margaret MacDonald, como é exposto por gente de gabarito do próprio meio evangélico, como já indicamos e espero que o Paulo Cadi tenha visto, para seu próprio benefício e para não ficar repetindo por aí conceitos de origens tão suspeitas. Já indicamos o link onde vídeos muito instrutivos a respeito são indicados, e vale a pena ver de novo, ou indicar de novo:

    http://www.youtube.com/watch?v=K6lbFprtYdk."

    Resposta: Você não sabe do que está falando. Me prove, e pode vasculhar a internet, se Margaret MacDonald ALGUMA VEZ soube o que é dispensacionalismo.

    Pare de chutar, e vá se informar.

    Vá falar com o pastor presbiteriano à quem você indicou no link, e apresente o decálogo do ponto de vista de vocês, com Jesus na frente da arca, desde 22 de Outubro de 1844, fazendo um 'juízo investigativo', e veja se ele vai concordar com você.

    prossegue depois.....

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  78. Olá, Paulo Cadi e demais debatedores

    Acho engraçado que o Cadi deizer que eu só repito argumentos antigos, quando vejo ser essa EXATAMENTE a sua prática, ignorando fatos que eu menciono sobre a correta Teologia Protestante quanto ao tema da lei e do dia de repouso, e até espertamente querendo aplicar-me o "golpe da TME (tática de mudança de enfoque)".

    Eu não aceito desafio nenhum de quem FOGE SISTEMATICAMENTE do desafio que eu apresentei PRIMEIRO--o famoso desafios dos CINCO PONTOS, fazendo de tudo para mudar o enfoque para outras questões que não estão em debate, como o papel do "JUÍZO investigativo" que trata de JUÍZO, e não de preceitos a serem cumpridos (ou não) pelos cristãos.

    Para começo de história, o que a Confissão de Fé de Westminster ensina é mesmo que TODA A LEI DADA A MOISÉS por Deus procede da MESMA LEI que Deus deu a Adão, logicamente sem os aspectos cerimoniais, rituais, prefigurativos, pois foi dada ANTES do ingresso do pecado. É nesse sentido que Ellen White fala também de que o original da Lei de Deus está na arca celestial, segundo a visão de João em Apo. 11:19. Ele viu uma ARCA no templo divino do céu. Que arca é essa, pode nos dizer? Uma pista: não é a arca de Noé. . .

    Já vimos o seu ERRO GROSSEIRO sobre o 5o. Mandamento e seu argumento tosco de que a Adão isso não se aplicaria por ele não ter mãe. Os batistas nos resolvem isso no Catecismo Batista de 1855, organizado por Charles Spurgeon.

    Mas eu sei qual é exatamente a sua intenção--livrar-se SÓ e UNICAMENTE do “inconvenient