sábado, 12 de fevereiro de 2011

Teonomia: insensatez ou verdade? Resposta ao blog do irmão Ricardo Mamedes

O irmão Ricardo criticou em seu Blog a posição teológica teonomista* de maneira dura. Gostaria de interagir com o que ele analisou.
Quero antes de tudo dizer que os demais colaboradores do MCA não tem compromisso comigo nesse assunto, pelo menos nenhum ainda se manifestou contra.

No início da postagem o irmão Ricardo disse que ‘nunca leu um autor Teonomista’, mas se que sabia muito bem o que é, baseado nas ‘discussões pessoais com aqueles que são’. Acho que isso depõe contra ele. Seria bom, antes de postar uma crítica a uma posição teológica de irmãos reformados, pelo menos interagir com os que são reconhecidos como autoridade no assunto. Além disso, ele disse que nunca foi refutado.

O irmão se arriscou muito mesmo quando disse, e reconheceu isso: “Se a lei é "boa" - e é , pelo menos sob o ponto de vista ético e moral - daí a instituí-la como força coercitiva estatal demanda hermenêutica completamente torta e tortuosa. Logo, teimo em contradizer os defensores da tal teonomia acusando-os de superficiais em sua "interpretação" (sei que estou correndo enorme risco ao fazer tal afirmação).

Se merece uma refutação ao que ele disse é muito simples.

No Brasil a proibição de homicídio baseada na Bíblia, é uma ação coerciva?

O que Paulo disse sobre a Lei em I Tm 1.8-11 é um exemplo claro que a lei poderia e pode reger uma nação. Isso é uma boa hermenêutica?(Ele mesmo citou essa passagem, mas não atentou ao fato que Paulo disse ‘se promulga lei para...’)
O irmão Ricardo indica uma incongruência nos Teonomistas, 'pois nunca, nem ninguém obedecerá a Lei de Deus, nem mesmo os Cristãos!'

Ora, não é o que eu devo fazer, mas o que o Espírito faz em mim e por mim.  A Bíblia é contra a colocação do irmão, quando ela nos diz: “Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito condenou Deus, na carne, o pecado, a fim de que o preceito da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.”

No Espírito, a Lei de Deus é cumprida em mim! Todo cristão tem essa promessa, desde que seja cristão nascido de novo, e não carnal, que sempre fala do pecado que pratica e nunca da nova vida que tem!

Ele faz uma caricatura, constrói um monstro de palha, que na verdade nem merece refutação, mas indignação diante de uma conclusão distorcida (não acho que seja propositalmente, mas é em decorrência da ânsia de refutar aquilo que ele não aceita).
Ele disse:
“A raciocinar com os teonomistas, a Lei, então trazida para a esfera estatal institucionalmente, forçará justos e justificados, ímpios e crentes, eleitos e réprobos. Novamente será estabelecida a velha aliança e voltaremos aos rituais e aos holocaustos; verteremos sangue de bois e ovelhas nos novos altares sacrificiais.”(?????????????????????????????????????????????????????????????????????????)

A próxima parte é um vai e volta. Ele sabe da resposta, mas inventa uma refutação, observe: “por que a sanha em restabelecer a Lei quando se tem a graça? Ora, se o maior bem que o cristão possui é a salvação, trazida pela graça, qual a necessidade da Lei? Os teonomistas responderiam que a Lei traria "equilíbrio" à sociedade, que seria " a Lei de Deus" aplicada ao homem, etc, etc. Tantos outros argumentos surgiriam e se materializariam, e ainda assim eu os refutaria dizendo que a "Lei", mesmo sendo boa e justa, não se aplica a justificados através do sangue de Cristo vertido na cruz do calvário.”

Irmão, difícil entender o que você disse, se foi um motejo ou não. A Bíblia no NT tem várias vezes proibições aos Cristãos. Essas são reflexos da lei de Deus. Quando a Bíblia diz ‘não mintais uns aos outros’ (Cl 3.9). Isso é uma lei? Para quem?

Na sua postagem o irmão coloca Jesus dizendo que deveríamos guardar tesouro nos céus... isso é piedoso e verdadeiro, mas o que está em jogo isso aqui? Olha, no sermão Jesus foi Teonomista e disse que Não veio para destruir a Lei.

Além disso, o exemplo de Jesus é interessante para os Teonomistas. Ele aceitava a lei como estando vigente (os dispensacionalistas também aceitam isso). Mas qual governo regia a nação de Judá? Roma! Estamos em situação similar. Cremos que a lei de Deus é suprema, mas lamentavelmente estamos debaixo de leis humanas, algumas boas, outras más*.

(*Por exemplo, caso a lei homofóbica entre em vigor, ou mesmo que o casamento seja vituperado nessa nação, ou mesmo o homicídio de crianças no ventre seja morto com garantias da lei.)

Os demais erros do irmão giram em torno de uma confusão entre o que pensamos sobre a Lei, como norma de regência estatal ou mesmo de princípio, com a justificação salvadora. As passagens que ele usa é a discussão da justificação pelas obras para salvação. Não acho que devo dizer algo contra tal asseveração do irmão, visto que está fora de propósito.

Insensatos Gálatas! Isso Paulo disse. Eles estavam se apegando nas leis cerimoniais, com o objetivo de serem aceitos por Deus. Eles já haviam sido aceitos em Cristo! Nem mesmo a lei moral podia conduzir eles a uma posição justificada, muito menos as intermináveis práticas litúrgicas. Eles caíram da graça, pois estavam buscando Deus não pela cruz de Cristo, mas pelas obras da lei!

Irmão, acho que R. C. Sproul tem um recado melhor para te dar:
“A Confissão de Westminster nos convoca a adotar o que os teólogos na época chamavam de ‘equidade geral’ da lei. Isto é, embora haja princípios fundamentais da justiça de Deus em operação na instituição da lei civil do Antigo Testamento, talvez seja necessário dar os ajustes apropriados e levar em conta que o nosso contexto é diferente daquele. Um exemplo comum é o seguinte: no Israel do Antigo Testamento, os proprietários de imóveis tinham que ter cercas nos seus telhados. Tal lei faria pouco sentido nos nossos dias, pois não temos o hábito de passar o tempo em cima das nossas casas. A ‘equidade geral’ sugere que o objetivo desta regra é a segurança física dos familiares e dos eventuais hóspedes. Assim, pode-se dizer que os proprietários modernos deveriam ter ‘cercas’ nas suas piscinas. Uma medida para o seu nível de proximidade em relação à teonomia como ideologia é refletido na precisão da sua aplicação dessa ‘equidade geral’. Em segundo lugar, cuidado! Não dê ouvidos àqueles críticos que não entendem coisa alguma de teonomia ou de reconstrução. Aqueles de esquerda (teológica e politicamente) gostam de retratar os teonomistas e reconstrucionistas, herdeiros dos puritanos, como se fossem ‘jihadistas evangélicos’ do inferno que desejam impor um regime fascista calvinista sobre o resto do mundo. Isso é uma calúnia sem par! Os teonomistas, bem como o resto de nós cristãos, querem ver justiça no âmbito político. Eles querem ver as nações serem disciplinadas. Eles querem que o reino se manifeste. Eles querem ver todo joelho se dobrar e toda língua confessar que Jesus Cristo é Senhor. E quem é que, estando em Seu reino, poderia desejar outra coisa?”

Espero que tenha contribuído para nossa paz em Cristo.


POR FAVOR, QUEM QUISER LER ALGUMA REPRESENTAÇÃO TEONOMISTA CLICK AQUI

* Me tornei teonomista sem nunca saber o que isso era! Certa vez lendo Vincent Cheung, e percebendo como para esse autor a Bíblia é um pressuposto absoluto e final para qualquer afirmação, inseri isso na minha visão de que a Evangelização deveria dominar o mundo, e a obediência ao Senhorio de Cristo é uma ordem a todo homem e a toda nação. Outra coisa que pensava era que se a Bíblia tem leis, o que deveria impedir que uma nação se submetesse a essas leis para reger seus súditos? Se ela terá leis, qual motivo para não basear tais leis na Palavra infalível de Deus? Isso era um pensamento incipiente, somente depois que percebi que existia uma tal ‘teonomia’. No princípio achei que isso era um compromisso com o pós-milenismo, o que é quase regra. Depois percebi que não era necessário ser um pós-milenista para ser teonomista. Não sou pós-milenista.

15 comentários:

  1. Que negócio Louco Luciano! Eu acho que eu sou teonomista e nem sabia também... qual artigo do Cheung que fala sobre isso?

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  2. Luis, não me lembro dos livros que li dele, se ele diz algo especifico. Como eu disse foi mais uma inferência da firmeza dele em manter a autoridade da Escritura.
    Mas se vc quer ler uma exposição bíblica da teonomia é só baixar no link que deixei na postagem...

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  3. Muito bom seu texto, vou republicar ainda hoje. Bem que agente poderia criar uma "força tarefa" para escrever, discutir e divulgar esse tema. Há muita desinformação no meio cristão sobre isso.

    Paz e bem

    www.olharreformado.com

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  4. O problema não é só "Teonômico" é também "Evangélico"... deêm uma olhada no post do irmão calvinista.

    http://filosofiacalvinista.blogspot.com/2011/02/que-reino-de-deus-que-nada.html?showComment=1297882805886#c8669873957512576317

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  5. Que bom, irmão, pr Marcelo Lemos!

    Quanto a 'força tarefa'eu aceito a proposta. Ontem ainda lendo alguns pontos do livro do Greg, meu coração enche-se de louvor a Deus quanto a benção que é sua Lei! 'quanto eu amo a tua lei'... em alguns momentos seria bom nosso coração ser subjulgado para dizer isso.
    Caso queira propor algum projeto, gostaria de ajudar , dentro das minhas limitações.
    Eu já decidi postar todo o livro do Greg aqui, duas vezes por semana, e colocar um link bem >grande< no inicio do blog para a página do monergismo q tem o pdf... ainda

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  6. Luis baixou o pdf?
    pelo que te conheci irmão, vc é teonomista, sem a tal nomenclatura.
    Lembra de como dizia 'feliz a nação cujo Deus é o SENHOR'...?
    É ISSO!!!

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  7. Este comentário foi removido pelo autor.

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  8. Ao dizer que a CFW não é teonomista e se referir a Assembléia de Westminster o que o irmão talvez não saiba é o fato histórico de que o capítulo XXII ao qual você se refere foi escrito por americanos nos Estados Unidos e não pela Assembléia de Westminster.O capítulo XXII foi alterado pelos americanos DEPOIS da independência. O que temos agora não é a Confissão de Westminster original, mas a versão alterada.

    A colônia de Rhode Island nos Estados Unidos foi o primeiro estado em toda História do Ocidente com um governo "religiosamente neutro". Isso aconteceu em 1644 sob o comando do batista Roger Williams. Mas até 1775, todos os estados americanos - com exceção de Rhode Island - exigiam que os magistrados fizessem juramento trinitariano, na maioria dos casos com a Bíblia aberta em Deuteronômio 28 (falando sobre as bençãos e maldições nacionais).

    Em 1776, deístas e maçons conseguiram convencer as pessoas de que mesmo com somente entre 1% - 2,5% de impostos, eles estavam sob algum tipo de tirania britânica. Em meio a isso, colocaram na Constituição Americana no Artigo VI, cláusula 3 (sem o conhecimento do grande público):

    "Nenhum requisito religioso poderá ser erigido como condição para a nomeação para cargo público".

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  9. A Igreja Presbiteriana nos Estados Unidos seguiu a Constituição e logo depois da independência alterou o capítulo XXIII da Confissão, "DO MAGISTRADO CIVIL" para que pudesse se conformar ao novo pluralismo. A CFW que temos na IPB, não é a Confissão de Westminster original, mas a versão americana que foi mudada pra não refletir o pensamento anterior que era o padrão puritano.

    A versão atual foi completamente reescrita por eles. A versão original dizia:

    CAPÍTULO XXIII
    DO MAGISTRADO CIVIL

    I. Deus, o Senhor Supremo e Rei de todo o mundo, para a sua glória e para o bem público, constituiu sobre o povo magistrados civis que lhe são sujeitos, e a este fim, os armou com o poder da espada para defesa e incentivo dos bons e castigo dos malfeitores.

    ...

    III. Os magistrados civis não podem assumir para si a administração da Palavra e dos sacramentos, ou o poder das chaves do reino dos céus, mas têm autoridade e é seu dever... que blasfêmias e heresias sejam suprimidas..."

    Você poderá ler a versão original aqui:

    http://www.reformed.org/documents/wcf_with_proofs/

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  10. George Gillespie, um escocês e um dos mais importantes teólogos da assembléia de Westminster escreveu:

    "Em lugar nenhum de todo o Novo Testamento, lemos a respeito da abolição da lei judicial naquilo que se refere ao castigo por pecados contra a Lei Moral... Se não fosse assim, então o magistrado é livre para escolher castigos conforme o seu próprio arbítrio. Mas isso não é uma coisa arbitrária, pois ele é ministro de Deus Rom. 13.4, o julgamento pertencence ao Senhor Deut. 1.7; 2 Chron. 19.6..."- VVholesome Severity

    O livro na íntegra pode ser lido aqui:

    http://www.covenanter.org/GGillespie/wholesome_severity.html

    Esse é um clássico dos clássicos da teonomia.

    Samuel Ruthford foi outro importantíssimo delegado da Assembléia de Westminster. Ele é famoso por sua obra "Lex, Rex" onde ele advoga o governo limitado e o constitucionalismo. Sua obra influenciou muito John Locke depois.

    Em sua obra "A Free Disputation", ele defende exatamente a mesma coisa que George Gillespie em "VVholesome Severity".

    O livro pode ser lido na íntegra aqui:

    http://thirdmill.org/newfiles/sam_rutherford/sam_rutherford.FreeDisputation.html

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  11. Mas um questionamento importante pode surgir aqui. Como tais palavras de membros da Assembléia de Westminster podem ser conciliadas com as palavras da Confissão que de fato estavam na Confissão original dizem:

    "A esse mesmo povo, considerado como um corpo político, Deus concedeu diversas leis judiciais que deixaram de vigorar quando o país daquele povo também deixou de existir, e que agora não obrigam a ninguém além do que exige a sua eqüidade geral. Ref. Êx 21:1-36;22:1-29; Gn 49:10; Mt 5:38-39. (CFW, XIX,iii e iv)

    Isso explicado com clareza pelo puritano inglês William Perkins:

    "Portanto as leis judiciais de Moisés... precisam ser diferenciadas, pois são de dois tipos: algumas são de eqüidade particular, outras de eqüidade geral... Estas podem ser resumidas como:

    1. Leis de eqüidade particular são leis que eram obrigatórias somente sob as circunstâncias especiais da comunidade Judaica.

    2. Leis de eqüidade geral são leis que são obrigatórias pra judeus e gentios. Essas leis são fundamentadas na lei moral e portanto são universalmente obrigatórias..." - A Discourse of Conscience

    A questão ai é tratada extensivamente na literatura puritana, inclusive de muitos membros da Assembléia de Westminster. É uma distinção feita claramente na Bíblia. A nação de Israel, enquanto a vocação dos gentios não chegava e estava sob o Antigo Pacto, foi marcada por diversos rituais, mandamentos e leis judiciais que eram referentee a situação passageira dela como nação separada. É sobre isso que a confissão está falando: "A esse mesmo povo, considerado como um corpo político, Deus concedeu diversas leis judiciais que deixaram de vigorar quando o país daquele povo também deixou de existir..."

    Na parte 4 do capítulo seguinte da Confissão, nós lemos:

    "Visto que os poderes que Deus ordenou, e a liberdade que Cristo comprou, não foram por Deus designados para destruir, mas para que mutuamente nos apoiemos e preservemos uns aos outros, resistem à ordenança de Deus os que, sob pretexto de liberdade cristã, se opõem a qualquer poder legítimo, civil ou religioso, ou ao exercício dele. Se publicarem opiniões ou mantiverem práticas contrárias à luz da natureza ou aos reconhecidos princípios do Cristianismo concernentes à fé, ao culto ou ao procedimento; se publicarem opiniões, ou mantiverem práticas contrárias ao poder da piedade ou que, por sua própria natureza ou pelo modo de publicá-las e mantê-las, são destrutivas da paz externa da Igreja e da ordem que Cristo estabeleceu nela, podem, de justiça ser processados e visitados com as censuras eclesiásticas e pelo poder do magistrado civil".

    A parte final, "e pelo poder do magistrado civil" não pode ser encontrada na Confissão que temos na IPB. Ela também foi retirada pelos americanos junto com a mudança no capítulo XXIII. Mas isso estava na Confissão original. Veja no link que eu coloquei aqui. E o texto prova usado pra essa parte eram Deuteronomio 13:6-12; Esdras 7:23-28; Neemias 13:15, 17, 21, 22, 25, 30; 2 Reis 23:5, 6, 9, 20, 21; 2 Crônicas 34:33; 2 Crônicas 15:12, 13, 16; e Daniel 3:29. Cheque as referências veja claramente como "Essas leis são fundamentadas na lei moral e portanto são universalmente obrigatórias...".

    Os princípios teonomicos foram explicados com muita clareza por John Owen. Isso pode ser lido aqui:

    http://books.google.com/books?id=mX0AAAAAMAAJ&lpg=PA385&ots=jcSWjE7-y4&dq=That%20to%20revile%2C%20or%20blaspheme%20this%20God%2C%20or%20his%20name%2C%20is%20an%20evil%20to%20be%20punished%20by%20them%20who%20have%20%27jus%20puniendi%2C%27&pg=PA385#v=onepage&q=That%20to%20revile%2C%20or%20blaspheme%20this%20God%2C%20or%20his%20name%2C%20is%20an%20evil%20to%20be%20punished%20by%20them%20who%20have%20%27jus%20puniendi%2C%27&f=true

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  12. Irmão, irei ler mais sobre essa questão.... >>deixei identificação Teonomista<< pois a CFW adotada pela IPB parece-me contra a Teonomia.

    Afinal, como eu conseguiria a versão original???

    abraços

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  13. O irmão Ricardo Mamedes como eu,não adere a Teonomia /Reconstrucionista/dominionista.Cujo mentor principal é Rousas John Rushdoony..Não gosto de meias verdades ,pq eis a declação máxima do texto do irmão Ricardo Mamedes a qual devria ser o MOTIVO maior para não ser refutado!!! Está sendo unica e exclusivamente refutado pq não é reconstrucionista/dominionista!!!


    "SOU TEONOMISTA NO SENTIDO DE RECONHECER O GOVERNO DE DEUS SOBRE A HUMANIDADE,ACIMNA DE TODA CRIAÇÃO,EXATAMENTE PELA SUA CONDIÇÃO DE TRANCENDÊNCIA.o cRIADOR CERTAMENTE GOVERNA , SUTENTA E MANTÉM O UNIVERSSO ,CRIADO POR ELE UNICAMENTE ATRAVÉS DA SUA VONTADE E DOSEU COMANDO (HAJA LUZ)"

    (RICARDO MAMEDES)

    Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui. João 18:36

    Não são do mundo, como eu do mundo não sou. João 17:16

    Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. João 17:14


    E os que usam deste mundo, como se dele não abusassem, porque a aparência deste mundo passa. 1 Coríntios 7:31



    Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus. João 17:9


    Rurth Rossini

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  14. Desculpem a palavra "O " e "Criador" com letra minuscula.Escrevi com caps look,e como tc muito a mão vai na tecla para para fazer letra maiscula e no caso em estar caps look,fica minusculo..

    Desculpe

    Ruth Rossini

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  15. Eu deixei essa posição.

    http://mcapologetico.blogspot.com.br/2011/09/estou-deixando-teonomia.html

    Deus te fortaleça.

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