quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Evangelização de Muçulmanos

"Se você reside em uma área em que há muitos Muçulmanos , está envolvido em atividades evangelísticas ou simplesmente tem interesse em saber mais sobre como evangelizar Muçulmanos, esse texto é para você.

Eu, particularmente, não sou adepto a métodos de evangelismo. O problema com o método é, usualmente, esse destaca-se acima da Palavra em si. É necessário, fundamental, que o evangelizador tenha consciência que somente o testemunho da Palavra pode, de fato, levar os Eleitos ao conhecimento verdadeiro de Jesus, gerando no evangelizado aquela crença autêntica e sincera que trazem a salvação. Os mortos não podem compreender a mensagem do Evangelho se não forem, primeiramente, ressuscitados espiritualmente em Cristo, para que, somente assim, vivos, agarrem-se esperançosos no Evangelho (“Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente”; 1 Coríntios 2:14 ).

Trocando em miúdos, o método NUNCA pode se tido como forma de “salvar” alguém. Infelizmente, alguns métodos evangelísticos, ou melhor, “proselitantes”, surgem prometendo verdadeiros milagres. Alguns chegam ao absurdo de levar seus entusiastas e dizer que antes do método não conheciam verdadeiramente a Jesus. Sendo assim, ao invés de um método para Evangelizar Muçulmanos, você precisa de esclarecimento sobre como o Muçulmano vê a fé Cristã e a fé Islâmica, bem como precisa entender como o Muçulmano provavelmente reagirá diante de cada argumentação sua.

Evangelizar um Muçulmano é diferente de “converter” um sujeito do Arminianismo para o Calvinismo. É muito diferente de se evangelizar um católico, por exemplo.

Tenha em mente um ponto muito importante o tempo inteiro em que estiver dialogando com um Muçulmano: seja paciente, não tente jogar na cara que seu amigo Muçulmano está errado (jamais) e dê bom testemunho. Convencer alguém sobre algo não é a coisa mais difícil do mundo, mas converter uma pessoa é algo que só o Espírito Santo pode fazer, e isso acontecerá por meio da Palavra, seja por ela verbalizada por seus lábios ou seja por ela convertida em ações por meio de seu corpo.

Você jamais deve ver o Muçulmano como um adversário intelectual que precisa ser vencido. Se você age assim, é melhor entrar em um fórum de discussões teológicas na internet e brigar à vontade. No entanto, se seu objetivo é apresentar Jesus ao Muçulmano, você deve auxiliá-lo, não derrotá-lo.

Entenda que o Muçulmano está cegado por sua própria religião. O Islã é uma religião que surgiu após o Cristianismo (embora os Muçulmanos aleguem que o Islã é a primeira religião do mundo, tendo Adão como seu primeiro adepto), por isso o Cristianismo é mencionado frequentemente no Alcorão e na Hadith (escrituras sagradas do Islã). No entanto, a visão Islâmica do Cristianismo é de que os Cristãos deturparam o Evangelho, de que estão vivendo uma religião falsa. Eles não acreditam na Bíblia Sagrada que temos em mãos; acreditam que foi corrompida ao longo dos anos. Acreditam, sim, que Jesus (Isa’, conforme eles dizem) trouxe o Injil (Evangelho) ao mundo, mas que esse Evangelho não foi escrito; dessa forma os Evangelhos que possuímos são falsos, não o Evangelho verdadeiro de Jesus. Para eles, Jesus veio pregar o Islã e a vinda de Muhammad (Maomé).

Ao meu ver, há alguns mestres Muçulmanos bem instruídos e que defendem muito bem sua fé. No entanto, esses são a exceção, não a regra. A grande maioria dos Muçulmanos carece de conhecimento. Eles não entendem direito a fé Cristã ortodoxa, não sabem muito sobre a Bíblia e nem sobre o plano da salvação. Por essa razão, às vezes você pode estar conversando sobre um tema com um amigo Muçulmano, certo de que ele está entendendo tudo, mas que, na verdade, ele está entendendo tudo errado devido às ideias já incutidas em sua mente.

Dois dos melhores temas para se conversar com um Muçulmano são sobre a certeza de salvação e sobre o relacionamento com Deus. Raros Muçulmanos têm certeza de salvação. A garantia de salvação é uma doutrina estranha ao Islamismo. Ninguém pode estar certo de ser salvo. O Muçulmano precisa cumprir ritos e mais ritos para agradar Allah. Se você deixar de cumprir algum rito, você perde crédito. Espontaneidade e voluntariedade são coisas quase inexistentes no Islamismo. Allah não é um deus que está interessado em seu coração, mas está interessado em sua ritualidade, em feitos mecânicos diários. Por essa razão, o relacionamento com Allah é praticamente inexistente. O relacionamento de um Muçulmano com Allah é frio e de patrão para empregado, não de pai para filho. Nem mesmo há garantia de que as orações são ouvidas. 

Por essa razão, sempre que tiver a oportunidade de contar sobre como Deus é presente em sua vida, de como o amor de Cristo o enche até mesmo em momentos em que não há muito motivo para sorrir, sobre como ao orar você sente paz e tem certeza de ter sido ouvido. Isso, no mínimo, deixará o Muçulmano curioso. Talvez ele até busque, por conta própria, falar com Deus. Ele poderá invocar Allah, em busca de relacionamento, mas quem ouvirá será nosso Pai, o qual mudará seu coração. Lembre-se: seu testemunho é o método mais importante, forte e válido. Aquilo que você faz, mais do que você diz, é o que poderá levar o Muçulmano a imitá-lo. Suas ações incutirão a semente do Evangelho no coração do Muçulmano e caberá ao Espírito Santo fazê-la germinar e crescer.

Tendo disso isso, passemos a um método ilustrativo de como iniciar um diálogo com um Muçulmano.

1)      Aborde qualquer pessoa. Faça perguntas para criar uma conexão, como “qual é o seu nome?”, “Como vai?”. Procure pontos em comum e/ou interessantes para começar um diálogo natural. Seja amigável e aberto. Quando houver a oportunidade (veja, não force nada. Tenha paciência e espere pelo momento adequado para cada pergunta importante, para qualquer pergunta que crie uma transição no diálogo), pergunte “Você é Muçulmano, hindu ou é de qual religião?”.

2)      Após receber a confirmação de que seu novo amigo é Muçulmano (nos ateremos a ele, mas você poderia/deveria continuar independentemente da religião de seu amigo), você pode tocar no assunto da religião novamente, demonstrando interesse em ouvir sobre a religião de seu amigo. Use um gancho, diga, por exemplo “A maior parte das religiões são até que bem parecidas, não é? As pessoas, no fim, estão apenas tentando agradar a Deus para poder irem para o céu, para serem perdoadas de seus pecados.” Provavelmente isso suscitará alguns comentários de seu amigo. Quando for o momento, questione: “Em sua religião, o que as pessoas, inclusive você, fazem para terem seus pecados perdoados?”.

3)      Ouça atentamente as explicações de seu amigo Muçulmano às perguntas anteriores. Você não só pode como deve instigá-lo a falar mais, questioná-lo sobre alguns pontos que forem apresentados. Não tenha pressa. Deixe que ele diga tudo o que sabe sobre o tema, mesmo que o assunto dure várias conversas entre vocês. Não tenha pressa! Quando você julgar que é o momento propício, faça essas três perguntas: “Seus pecados já foram pagos ou ainda precisam ser pagos?”; “Quando você pensa que seus pecados serão pagos?”; “Você acha que no Dia do Julgamento seus pecados serão pagos?”. Claro que, conforme o diálogo, nem todas essas perguntas serão feitas. Seja sábio, saiba como perguntar e o que perguntar. Entenda o objetivo de cada pergunta e as reformule conforme a necessidade.

4)      Dê seu ponto de vista particular para as três últimas perguntas, mesmo que elas não tenham sido feitas (todas as três). Testemunhe que você crê de forma diferente, que seus pecados já foram todos perdoados, não porque você é uma pessoa perfeita, embora você tente melhorar mais e mais. Expresse que seus pecados foram todos perdoados porque Deus proporcionou um meio pelo qual nossos pecados podem ser perdoados.

5)      Faça um paralelismo entre o pecado entrando no mundo por meio de um só homem (Adão) e saindo do mundo por meio de outro único homem (Jesus). Nesse ponto, apresente o meio de salvação: se nós entregarmos nossa vida a Jesus, recebendo-o como nosso Salvador e crendo que Ele, na cruz, pagou nossos pecados, tendo ressuscitado dos mortos, nossos pecados estarão perdoados.

6)      Conduza a conversa para um momento decisivo. Expresse: “Isso que estou te falando faz sentido, não faz? Nós somos pecadores por natureza. Um pé de maçã não produz uva. Da mesma forma, humanos pecadores não podem gerar um humano sem pecado. Por isso Deus permitiu que por meio de Jesus, que foi puro e jamais pecou, nossos pecados fossem perdoados. Assim, eu procuro ser bom não para ser salvo, mas porque minha natureza é nova, transformada, de modo que sinto prazer em fazer o que é certo porque o pecado não me agrada mais. Você acredita no que estou te dizendo, que Jesus morreu por nossos pecados e que ressuscitou?”.

Todos esses pontos apresentados podem apresentar dificuldades, por isso é importante conhecer mais e mais o que os Muçulmanos creem. Por exemplo, um Muçulmano não vê necessidade em sacrifícios para perdão de pecados. Para ele, Allah pode simplesmente perdoar os pecados quando quiser. Além disso, o Muçulmano não se vê como pecador. Ele não acredita no pecado hereditário. Ele crê que necessita apenas da ajuda de Allah para evitar pecar. O que fazer? Testemunhar, apenas isso. Apenas o Espírito Santo poderá convencer do pecado.

Há diversos outros problemas que podem surgir. Se você não conhece bem o Islã, será importante procurar conhecer mais, para estar preparado para responder (não atacar) sob o ponto de vista do Evangelho. Por essa razão, estude, leia livros sobre o tema. O tamanho de sua dedicação revelará o tamanho de seu desejo para que ouçam o Evangelho.


Por fim, confie apenas no Espírito Santo, jamais em argumentos. Seu dever é testemunhar usando a verdade, apenas a verdade. Seja paciente, ame aquele que estará tendo o privilégio de ouvir o Evangelho e trate-o como um bebê que ainda não teve coragem de aprender a dar os primeiros passos.


nEle."

- Wesley Nazeazeno, para o Blog MCA.

9 comentários:

  1. Desculpa, mas essa foi a pior forma que eu li de como evangelizar muçulmanos. Eles devorarão qualquer cristão que for ter com eles dessa forma, deixando os cristãos completamente sem respostas às suas indagações. Sugiro que os interessados leiam o blog http://rafik-rafikresponde.blogspot.com.br/ que trata exclusivamente sobre o Islã e tem pouca visibilidade no meio Reformado, tendo inclusive, convertidos à muitos e/ou impedido que muitos se convertam à essa religião perversa.

    ResponderExcluir
  2. Irmã, visitaremos o site....

    seja especifica onde é que as sugestões são falhas? Já leu o livro que está sugerido no post? Conhece o autor e o trabalho que ele faz há décadas com mulçumanos?

    Deus te fortaleça.

    ResponderExcluir
  3. Bom, primeiramente, o autor diz que as vezes vc pode estar conversando com um muslim e ele entende tudo errado devido suas ideias preconcebidas, o que é um erro na maior parte das vezes, já que no Brasil a maioria dos conversos eram católicos. Por exemplo: Segundo o alcorão (Surah 5:116, 5:73-75), os Cristãos crêem em “três deuses” – Pai, Mãe e Filho; que a Criação foi em oito dias Surah 41:9, 10, 12 (Surah 10:3 diz seis); que o Faraó usou a crucificação contra os sacerdotes (Surah 7:120-125); que os Samaritanos ajudaram os israelitas a construírem o bezerro de ouro, e que ele teria mugido ao sair do fogo (Surah 20:90-100); que os Judeus crêem que Ezra é o Filho de Deus – Messias (Surah 9:30). Muhammad tbm confundiu Maria com Miriã. Segundo o Alcorão (Surah 19:28; 3:33-36), Maria, a mãe de Jesus, era filha de Imran ou Amram, o pai de Moisés e Aarão. Também diz que Maria era irmã de Moisés e Aarão, ad infinitum. O que estou tentando dizer é que os 'revertidos' sabem que tudo isso é mentira e devem ser confrontados impiedosamente! Veja irmão, eu moro em uma região infestada de muslim e trabalho com eles, ficar só na defensiva não é a opção, pois eles atacam as verdades do Cristianismo virulentamente. Dizer que 'a maioria das religiões só isso ou aquilo, é começar no campo do adversário. Devemos tratá-los com amor, não se exaltar, mas jamais 'criar' laços entre as religiões para chegar a eles, isso é herético, e com certeza eles não o farão, por isso do Islã ser aceito como verdade suprema. Lembrem-se, nós é que possuímos a verdade do Reino e devemos proclamá-la triunfantemente, avançando-o. Recentemente, minha chefe e sua filha da minha idade voltaram a Cristo e estamos orando e trabalhando pelos seus maridos que já se tornaram 'hipócritas' (termo usado por eles para descrever os nominais) e tudo isso com uma simples questão: Se o Qur'an diz ser uma continuidade e fim último das revelações divinas e perfeito, então deve trazer algo diferente, maior e melhor. Sabendo que o antigo testamento nos trouxe a ordem/lei e a relação pactual com Deus, e que o Novo, uma melhor compreensão da Graça/amor e perdão, sendo Cristo Jesus o Príncipe da Paz (essa afirmação é um problema, já que o 'Islã é a religião da Paz'), o que o Qur'an nos trouxe?

    Não julgo e nem conheço o irmão e seu trabalho, me referi apenas ao texto em questão. Em Cristo.

    ResponderExcluir
  4. Prezada Isabelle Nóbrega, obrigado pelos comentários, mesmo que discordando.
    Sobre o Rafik, o conheço desde o início do blog. Quanto a ele, não comentarei.
    Sobre o método, é claro que esse texto, com tão poucas linhas, não é um curso exaustivo para evangelização de Muçulmanos. Evangelizar um Muçulmano é algo tão complexo que até mesmo existem diversos cursos somente com essa finalidade. Seria muita pretensão achar que esse pequeno texto é uma palavra final no assunto.
    Outro ponto é que procurei abordar Muçulmanos em geral, não levando em conta a possibilidade de que o Muçulmano seja um ex-cristão. De fato, estive focando tão somente Muçulmano de berço.
    Todavia, sobre sua experiência particular com evangelização de Muçulmanos, eu não considero, jamais, que vencer alguém pela argumentação seja evangelizar. Jesus argumentava e debatia com mestres, mas essas odiavam-no mais e mais. Já aos pobres ele evangelizava, ensinava com amor e paciência.
    Essas orientações passadas são advindas, principalmente, da influência de livros como o de Mike Shipman (muito popular no exterior), Andreas Maurer e está na linha e na mesma visão do Answering Islam — sendo esse o maior e mais importante grupo apologético sobre o Islamismo. Sendo assim, embora você discorde, não são palavras atiradas ao acaso. Todavia, sua experiência é diferente? Acha que se deve proceder diferente? Então faça como julga conveniente. Como alguém com pouca preparação pode debater com um Muçulmano? Simplesmente não pode, pois é tudo diferente. O que lhe resta? Saber testemunhar! Eis o propósito do texto.
    Eu, até hoje, já perdi a conta de quantas "brigas" já tive, quer ao vivo, quer pela internet. O que consegui? Venci dezenas de debates, apenas isso. No entanto, quando levo o Muçulmano a refletir e compartilho a minha fé com ele, o que acontece é que eu não apenas venço, mas testemunho a ele e deixo uma semente não de ódio ou raiva por tê-lo vencido, mas deixo uma semente que pode brotar e levá-lo a algo novo.
    Ademais, essa minha visão passada está em acordo com vários missionários em campo. Esse pequeno texto foi discutido em grupo fechado por dezenas de missionários e teólogos em campo que participam do fórum reservado do Answering Islam, ou seja, não são pessoas tolas e inexperientes que não sabem do que estão falando.
    Por fim, irmã, retenha o que é bom. Aos demais, entendam: evangelizar um Muçulmano é algo que demanda tempo, preparo e dedicação.

    nEle.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sim, me desculpe, talvez eu esteja mesmo sendo um pouco tola e inexperiente ao proclamar o Evangelho, destruindo conselhos, altivez e levando cativo toda o entendimento à obediência à Cristo aos tartufos como o Nosso Senhor o fez, ainda que de modo atraia ódio 'mais e mais', afinal, Ele não sabia o que estava fazendo, não é mesmo? De modo algum disse que temos que nos envolver em 'brigas' como você fez, e sim que devemos 'tratá-los com amor, não se exaltar', ou seja, com a mansidão do Espírito do Senhor e muita oração, mas sem temer declarar que todo o homem é mentiroso, inclusive o abominado Maomé, pois me glorio no Senhor. Encerro minha participação nesse debate aqui, pois me sinto mal debatendo com homens, o que é triste, porque nada faço além do que vocês (homens) deveriam fazer, e com arrojo - o que explica muita coisa no doente e efeminado cristianismo ocidental.

      Excluir
    2. Isabelle, parabéns pela sua coragem, cuja glória é do Senhor. Isso me fez lembrar uma conterrânea que durante um evento interreligioso em uma das mais importantes Igrejas da Alemanha , que também é um monumento à Reforma, cujo 'pastor' havia permitido um muçulmano fazer sua chamada à oração, proclamou, interrompendo-o - com arrojo rs - "Jesus Cristo é o Senhor da Alemanha" e eu "quebro essa maldição que vos proclamas", além de ter enfrentado uma gangue muçulmana de bandidos na rua cuja história e vídeo pode ser vista aqui: http://goo.gl/o4GDCP

      Oro para que levante-se no Brasil, mais e mais pessoas como você, que assim como os céus, declaram a glória de Deus.

      Excluir
    3. Irmão Gustavo, espero também que mais e mais pessoas se envolvam na evangelização dos muçulmanos. Eu começo agora a estudar a respeito. Pelo jeito vc tem experiência nessa área difícil.

      Deus abençoe vc, a Isabela e o Wesley que já caminham nessa direção.

      Excluir
  5. Isabelle, de forma alguma estou dizendo que seu método está errado. O que estou querendo passar é que a experiência mostra que é preciso mais perspicácia do que ataque.
    O debate é FUNDAMENTAL, sim. Se não fossem pelos grandes debatedores e por Cristãos devotos a estudar o Islã para demonstrar o quão falho e errado é, estaríamos perdidos. Todavia, o debate é apenas um dos pontos que norteiam toda essa missão. Pode haver momentos para debater? Claro que sim. Mas provar que alguém está errado é algo muito diferente de evangelizar. Corre-se o risco de vencer o debate olho-no-lho e de o vencido não se converter, mas se convencer. Cristãos convencidos fazem mais mal à fé Cristã do que totais descrentes. Eis o ponto que devemos tomar cuidado.
    Se tiver interesse, para incrementar ainda mais seu grande conhecimento na área, visite www.answering-islam.org/portugues.
    Não encare como algo pessoal, claro que não, afinal temos todos o mesmo propósito que é proclamar Cristo.
    Abraço!

    ResponderExcluir
  6. Srs. Comentarístas
    Paz do Senhor Jesus
    Compartilho com vocês algo que recebi por email a seguir:

    Jovem muçulmana evangelizada por amiga se converte após Jesus revelar-se a ela em sonho
    Publicado por Tiago Chagas em 21 de fevereiro de 2014
    Tags: Cristianismo, Deus, Evangelho, fé, Islamismo, Jesus Cristo, salvação, Sonho

    Os testemunhos de que muçulmanos se converteram ao Evangelho através de sonhos se espalham mundo afora e se tornamcada vez mais recorrentes. O relato mais recente é o de uma jovem que foi evangelizada por sua amiga, que havia sido muçulmana e alcançou a Salvação também através de sonhos.
    O relato, publicado por diversos portais cristãos mundo afora, conta a história de Taline e Brielle (nomes fictíciospor questão de segurança). As duas jovens mantinham uma longa amizade, e Brielle sentia o desejo de compartilhar sua experiência com Deus através de sonhos, e explicar a Taline a essência da Bíblia Sagrada e o plano divino para a Salvação do mundo através de Jesus.
    Numa oportunidade, durante um happy hour, Brielle e Taline conversavam sobre coisas cotidianas, quando Taline passou a fazer perguntas sobre o Deus descrito na Bíblia. Nessa ocasião, Brielle identificou a oportunidade ideal para contá-la sobre o que havia acontecido com ela.
    “Eu estava pronta. Eu estava com medo (e estava orando): ‘Senhor, o que eu posso compartilhar com ela? Como posso responder suas perguntas sobre a Bíblia?”, contou Brielle.
    Durante a conversa, Brielle passou a falar sobre sua fé à amiga: “Tínhamos que entrar na Palavra, e eu comecei a orar com ela e responder a perguntas que ela tinha”, revelou a jovem, que propôs a Taline que as duas se encontrassem com um amigo que havia se convertido ao Evangelho e tinha mais conhecimento bíblico.
    As duas marcaram o encontro, mas Taline resolveu cancelar, por medo de que fosse uma má ideia. No entanto, durante a noite anterior ao encontro, Taline sonhou com Jesus, que disse a ela: “Se você quiser saber mais sobre mim, você vai ir a esta reunião de amanhã”.
    Ansiosa, Taline foi ao encontro e ouviu do ex-muçulmano sobre a história de Adão e Eva, e sobre os profetas que existiram ao longo do Velho Testamento, e pôde compreender porque Jesus era o plano de Deus para a Salvação.
    “Agora eu entendo como Jesus é Deus”, disse Taline, que se converteu ao cristianismo. Já Brielle, pediu oração pelos cristãos em países árabes e explicou que lá, a prática da fé cristã tem umadinâmica diferente: “A plantação de igrejas [no Oriente Médio] não se trata de um edifício. Se trata de compartilhar Jesus com as pessoas, e essas pessoas sendo convertidas, dizendo a seus amigos, e se reunindo para leitura da Palavra”.

    Em Cristo
    Wilton

    ResponderExcluir