sábado, 28 de julho de 2018

TRÊS OBJEÇÕES CONTRA A DOUTRINA DO DECRETO RESPONDIDAS POR LOUIS BERKHOF.


Três objeções comuns lançadas contra a doutrina Bíblica Reformada dos Decretos Divinos [incluindo a Predestinação], são – “1. É incoerente com a liberdade humana?” “2. Elimina todos os motivos de esforços piedosos?” “3. Faz de Deus autor do pecado?” Com a palavra o renomado dogmático:

“1. É INCOERENTE COM A LIBERDADE MORAL DO HOMEM. O homem é um agente livre, com capacidade de autodeterminação racional. Ele pode refletir sobre uma inteligente escolha de certos fins, e também pode determinar sua ação com respeito a eles.1 Contudo, o decreto leva necessidade consigo. Deus decretou realizar todas as coisas, ou, se não as decretou, ao menos determinou que isso viesse a acontecer. Ele decidiu qual o curso da vida do homem por meio disso. Em resposta a esta objeção, pode-se dizer que a Bíblia certamente não parte da suposição de que o decreto divino é incoerente com a livre ação de homem. Ela revela claramente que Deus decretou os atos livres do homem, mas também que os seus fatores não são menos livres e, portanto, responsáveis por seus atos, Gn 50.19, 20; At 2.23; 4.27, 28. Foi determinado que os judeus levassem a efeito a crucificação de Jesus; todavia, foram perfeitamente livres em seu procedimento, e foram responsabilizados por este crime. Não há nem uma só indicação na Escritura de que os escritores vêem alguma contradição quanto a esses pontos. Eles jamais procuram harmonizar ambos. Isto bem poderia levar-nos a conter-nos, não supondo uma contradição aqui, mesmo que não consigamos conciliar as duas verdades. Além disso, deve-se em mente que Deus não decretou realizar por Sua ação pessoal e direta o que quer que venha a acontecer. O decreto divino só dá certeza aos eventos, mas não implica que Deus os realizará ativamente, de modo que a questão se reduz a isto: se a certeza prévia se coaduna com a livre ação. Ora, a experiência nos ensina que podemos estar razoavelmente certos quanto ao curso de ação que alguém que conhecemos seguira, sem infringir em nada a sua liberdade. O profeta Jeremias predisse que os caldeus tomariam Jerusalém. Para ele, o evento por vir era uma certeza e, contudo, os caldeus seguiram livremente os seus desejos ao cumprirem a predição. Essa certeza é, na verdade, incoerente com a liberdade da indiferença, no conceito pelagiano, segundo o qual a vontade do homem não é determinada de modo algum, mas é inteiramente indeterminada, de sorte que, em cada volição, ela pode decidir, não somente face a toda indução externa, mas também a todos os desejos, inclinações, julgamentos e considerações internos, e mesmo a todo o caráter e estado interior do homem. Mas agora se reconhece em geral que tal liberdade da vontade é uma ficção psicológica. Todavia, o decreto não é necessariamente incoerente com a liberdade humana no sentido de autodeterminação racional, segundo a qual o homem age livremente em harmonia com os seus pensamentos e julgamentos anteriores, suas inclinações e desejos, e com todo o seu caráter. Esta liberdade também tem suas leis, e quanto mais familiarizados estivermos com elas, mais seguros poderemos estar do que um agente livre fará em certas circunstâncias. Foi Deus que estabeleceu essas leis. Naturalmente, devemos precaver-nos contra todo determinismo - materialista, panteísta e racionalista – em nossa concepção da liberdade no sentido de autodeterminação racional. O decreto não é mais incoerente com a livre ação que a presciência e, contudo, os seus oponentes, que geralmente são dos tipos semipelagiano e arminiano, professam a fé na presciência divina. Por Sua presciência Deus conhece desde toda a eternidade a futurição certa de todos os eventos. Ela está baseada em Sua predeterminação, pela qual Deus determinou a certeza futura deles. Naturalmente, o arminiano dirá que não acredita numa presciência baseada num decreto que torna certas todas as coisas, mas numa presciência de fatos e eventos contingentes, que dependem do livre arbítrio do homem e, portanto, são indeterminados. Pois bem, tal presciência das livres ações do homem é possível, se o homem, mesmo com a sua liberdade, age em harmonia com as leis divinamente estabelecidas, o que de novo introduz o elemento de certeza; mas, ao que parece, é impossível conhecer antecipadamente eventos que dependem por completo da decisão casual de uma vontade alheia a principio que podem em qualquer ocasião, independentemente do estado de espírito, das condições existentes, e dos motivos que se apresentam à mente, seguir diferentes direções. Eventos dessa natureza só podem ser conhecidos previamente como puras possibilidades. (1 Cf. Watson, Theological Institutes, Part II, Chap. XXVIII; Miley, Systematic Theology, II, p.271 s.)

2. O DECRETO ELIMINA TODOS OS MOTIVOS PARA ESFORÇO. Esta objeção tem que ver com aquelas pessoas que dizem com naturalidade que, se todas as coisas têm que acontecer como Deus as determinou, elas não necessitam preocupar-se com o futuro e não precisam fazer nenhum esforço para obter a salvação. Mas isso não está certo. No caso das pessoas que falam desse modo, geralmente a coisa não passa de mera desculpa para indolência e desobediência. Os decretos divinos não são dirigidos aos homens como uma regra de ação, e não podem constituir uma regra assim, visto que o conteúdo deles só se torna conhecido pela sua concretização, e depois desta. Há, porem, uma regra de ação incorporada na Lei e no Evangelho, e essa regra dá aos homens a obrigação de empregar os meios que Deus ordenou. Esta objeção também ignora a relação lógica, determinada pelo decreto de Deus, entre os meios e o fim a ser obtido. O decreto inclui não somente os diversos fatos da vida humana, mas também as livres ações humanas, logicamente anteriores aos resultados e destinadas a produzilos. Era absolutamente certo que os que estavam no navio com Paulo (At 27) seriam salvos,mas era igualmente certo que, para assegurar este fim, os marinheiros tinham que permanecer a bordo. E desde que o decreto estabeleceu uma interrelação entre os meios e os fins, os fins são decretados somente como resultados dos meios, o decreto incentiva esforço, em vez de desestimula-lo. A firme crença no fato de que, segundo o decreto divino, o sucesso será a recompensa do labor, estimula esforços corajosos e perseverantes. Com base direta no decreto, a Escritura nos concita a utilizar diligentemente os meios designados, Fp 2.13; Ef 2.10.

3. O DECRETO FAZ DE DEUS O AUTOR DO PECADO. Esta, se fosse verdadeira, seria naturalmente uma objeção insuperável, pois Deus não pode ser o autor do pecado. Isto se infere igualmente na Escritura, Sl 92.15; Ec 7.29; Tg 1.13; 1 Jo 1.5, da lei de Deus que proíbe todo 98 pecado, e da santidade de Deus. Mas a acusação não é verdadeira; o decreto simplesmente faz de Deus o Autor de seres morais livres, eles próprios os autores do pecado. Deus decreta sustentar a livre agencia deles, regular as circunstâncias da sua vida, e permitir que a livre agencia seja exercida numa multidão de atos, dos quais alguns são pecaminosos. Por boas e santas razões, Ele dá certeza ao acontecimento desses atos, mas não decreta acionar efetivamente esses maus desejos ou más escolhas no homem. O decreto concernente ao pecado não é um decreto efetivo mas permissivo, ou seja, um decreto para permitir o pecado, em distinção de um decreto para produzir o pecado sendo Deus a sua causa eficiente. Não há dificuldade ligada ao decreto que não se ligue a uma simples permissão passiva daquilo que Ele poderia muito bem impedir, como os arminianos, que geralmente levantam essa objeção, supõem. O problema da relação de Deus com o pecado continua sendo um mistério para nos, mistério que não somos capazes de resolver. Pode-se dizer, porem, que o Seu decreto para permitir o pecado, embora as segure a entrada do pecado no mundo, não significa que Ele tem prazer nele; significa somente que Ele considerou sábio, com o propósito da Sua auto-revelação, permitir o mal moral, por mais detestável que seja à Sua natureza.”

Fonte: Teologia Sistemática, pp. 100, 101,102


68 comentários:

  1. Risos. Eis um exemplo clássico da chamada "autoridade" da ignorância. A única certeza de LOUIS BERKHOF é aquela que ele próprio admite e confessa em seu contraditório, prolixo e enfadonho texto que é o desconhecer, é o nada saber... Ele admite: "O problema da relação de Deus com o pecado continua sendo um mistério para nos, mistério que não somos capazes de resolver"... Pois é. Não sabem, não compreendem e daí que, num esforço hercúleo (o texto é só isso mesmo) correm e nominam as suas contradições, aliás, bastante bobocas de "mistérios insondáveis de Deus... Ora, afirmar que Deus criou o homem livre e responsável devendo, portanto, arcar com as consequências de suas escolhas ao mesmíssimo tempo em que afirma que "Deus decretou realizar todas as coisas, ou, se não as decretou, ao menos determinou que isso viesse a acontecer. Ele decidiu qual o curso da vida do homem por meio disso". Ora, trata-se de um aberrante espécie de oximoro: ou seja, seria o mesmo que dizer que algo existe e não existe ao mesmo tempo... Platão, Aristóteles, São Tomás de Aquino e Charles Finney chamam este tipo de contradição de MENTIRA.

    Eu sinto muito,forçoso concluir que Berkhof sabe tanto de teologia quanto um asno sabe trigonometria.

    Libertas vera est, Christo servire

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  2. Recomendo para leitura o livro "Predestinação e Livre-Arbítrio", da Editora Mundo Cristão. John Feinberg, da Trinity Evangelical Divinity School, e Norman Geisler, do Dallas Theological Seminary, defendem a soberania específica de Deus. Bruce Reichenbach, do Augsburg College, e Clark Pinnock, do McMaster Divinity College, insistem em que Deus precisa limitar Seu controle, a fim de garantir nosso livre-arbítrio. Cada autor defende sua perspectiva, e aplica sua teoria a dois casos práticos para estudo. Em seguida, os autores fazem réplicas entre si, concernentes aos artigos de cada um, expondo aquilo que julgam ser falácias, erros e presunções. Creio que vai ser de grande valia.

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  3. o livre-arbítrio é uma verdade ensinada nas escrituras. sem o livre-arbítrio não pode haver responsabilidade em qualquer sistema de moral. Não podemos descobrir um meio para reconciliar entre si o livre-arbítrio e a eleição. A palavra 'eleição', por si mesma fala de limitação, ao passo que o livre-arbítrio afirma que todos poderiam ser salvos se o quisessem, e que todos poderiam exercer fé. Simplesmente temos de aceitar ambos esses conceitos como verdadeiros, esperando receber maior luz para entendermos como isso pode ser.

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    1. Se vc tem o livre arbítrio, pare de pecar. Se vc tem o livre arbítrio, vc então não é escravo nem de satanás, nem de Deus. Se vc tem livre arbítrio, pq temos então apenas dois caminhos, Céu ou inferno. Deus pode sim ser o autor do pecado, sem ser a causa deste pecado. Quer um exemplo? Quando alguém escreve um livro com personagens, o autor do livro não comete aquilo que os personagens cometem, mas ainda assim, ele é o autor de td qto foi escrito (VEJA Sl 139.16). Como exercemos Fé, se Jesus é o autor da Fé (Hb 12.2) e é Ele quem dá a Fé. A Fé é um "dom", ou seja, "presente", dom significa que é um presente de Deus, Ef 2.8.

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  4. Deus se utiliza do livre-arbítrio do homem sem destruí-lo. apesar de não sabermos exprimir de que maneira o faz. Isso nos apresenta um paradoxo, isto é, um ensino que parece entrar em contradição consigo mesmo. Não deveriamos diminuir o vulto da eleição, procurando faze-la se ajustar ao livre-arbítrio. E nem deveriamos diminuir a importãncia do livre-arbítrio procurando ajustá-lo a eleição. porque se pensaria ser estranho que os mais profundos conceitos teológicos escapam a nossa pobre capacidade de expressão? A eleição muito ensina aos homens. Portanto, ensinemo-la! O livre-arbítrio muito ensina aos homens. Portanto, ensinemo-lo! A compreensão intelectual nem sempre é o critério certo para aceitarmos algum ensinamento ou doutrina.

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  5. não existe problema mais difícil, tanto para a ciência como para a filosofia (e também para a teologia) do que aquele apresentado pelas evidencias dadas tanto pelo livre-arbítrio (ou liberdade) como pelo determinismo, sob o que a predestinação e a eleição podem ser classificadas como subcategorias. assim a antiga batalha verbal acerca das doutrinas da predestinação e do livre-arbitrio humano, que tem dividido denominações evangélicas e causado contendas entre os crentes, é uma batalha inútil e desnecessária. Ambos os lados desse conflito têm razão, embora não saibamos determinar de que maneira.

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    1. Unknow. Em primeiro lugar o livre arbítrio é um dado da realidade e não uma tese a ser defendida... Estar ou não nas Escrituras Sagradas é irrelevante! Livre arbítrio não é doutrina. Não é uma construção ideológica ou doutrinal. Já o determinismo é pura abstração ideal. É uma tese. Em terceiro lugar cite um exemplo de Eleição, salvação segundo a teoria predestinatória calvinista como dado da realidade, você poderia fazê-lo? Quarto. Nananinanã. Não se trata de "batalha inútil"; muito ao contrário. A predestinação calvinista é blasfêmia contra o Espírito Santo. Provo que é. Ademais, ela, teoria fatalista é a causa de confusão no meio da cristandade protestante e não o combate a ela, por exemplo, a carta de Westminster e as Institutas aduzem, a fim de darem coerência à sua tese predestinatória, que crianças de tenra idade irão pra o
      inferno, contrariando frontalmente o que Cristo disse a respeito das tais: "Deixai-as vir a mim pois DELAS É O REINO DOS CÉUS...". Alias, só para citar mais dois exemplos, tal teoria causou tanto dano a Carl Gustav Jung (famoso psicanalista) filho de pastor calvinista, que ele enveredou-se ao misticismo acreditando piamente ter sido predestinado a isso... Bacon o famoso filósofo amargou problemas psicológicos e dramas existenciais diretamente ligados a tal teoria, sem falar que tal teoria comunga e casa como uma luva com a atual dialética marxista. Não tenho dúvidas. Satanás a elucubrou e inspirou incautos dentro da reforma para fomenta-la (Calvino, Besa, os "gênios" de Westminster e etc), eu sinto muito a reforma protestante praticamente nasceu com esse trojan...

      Libertas Veras esta, Christo servire

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    2. Ah! Unknou, já ia esquecendo-me, quanto ao fato contraditório entre Calvino, os "gênios" de Westminster e Cristo na questão, aliás é o cerne da teoria predestinatória, de crianças inocentes no inferno, não cabe tergiversar, não tem cabimento a postura de "Isentão" aqui: Calvino tem razão ou Cristo a tem... Os dois não podem ter razão... Um deles está errado. Cristo ou Calvino. Não dá para dar uma de Berkhof aqui: - ah! O homem é livre para escolher e é responsável pelos seus atos, contudo Deus predestinou de antemão tais atos, ou seja, quem será salvo e quem será condenado de antemão... Ora, nem um macaco incorreria em tamanha confusão. Eu sinto muito. A minha Bíblia diz que "Deus não é Deus de confusão" eu não sei a sua. Agora, o curioso mesmo é que eu vejo apologistas aduzindo que o adventista não é considerado irmão, ou seja, é um herege porque guarda o sábado, mas o presbiteriano mesmo enta gravíssima heresia que defende é considerado irmão... Mas que critério apologético é esse?

      Libertas vera est, Christo servire

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    3. Bom dia Sandra Eli!!! Eu sou presbiteriana na independente primeiro por influência de minha avó e depois dos meus pais e o meu filho assim como eu fez o catecúmeno, tem agora 19 anos e está atravessando problemas com a predestinação ele está muito confuso e deprimido tá revoltado e acha que pode ter sido predestinado para o inferno. Eu mesma já passei por isso na minha adolescência e juventude e até hoje tenho muitas dúvidas sobre isso, mas o meu filho não sabe, já li muito sobre isso e não compreendo até falei com o nosso pastor sobre o meu filho, o pastor é muito bom, é muito estudado e teólogo, mas eu vejo que até ele parece não compreender muito o assunto e o meu filho depois que conversou com o ele até piorou, gostaria que você me passasse o seu contato para gente conversar e me indicasse livros bons sobre o assunto. Muito obrigada tá. Andressa

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  6. Minha visão soteriológica tá mais para o Arminianismo Clássico. Nunca consegui compreender o Calvinismo. Para os Calvinistas, Deus é o que dá a fé e faz crer e ao mesmo tempo culpa e condena aqueles que não creram e não tiveram fé. Ou seja Deus culpa o ser humano por nao ter aquilo que ele mesmo não quis dar. É isso que as institutas diz. Considero os Calvinistas meus irmãos em Cristo, mas tenho que admitir que essa doutrina trás realmente um pouco de confusão, prefiro a visão Arminiana

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  7. Luciano Sena apesar de você ser Calvinista kkkk!
    Considero sua apologética fantástica. Que possamos ao invés de ficar brigando entre sí, para saber quem estar com a razão, se é Calvino ou Armínio... que ao invés dessas coisas,venhamos combater as seitas e as verdadeiras heresias que tem tentado entrar em nossas igrejas

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  8. Luciano Sena apesar de você ser Calvinista kkkk!
    Considero sua apologética fantástica. Que possamos ao invés de ficar brigando entre sí, para saber quem estar com a razão, se é Calvino ou Armínio... que ao invés dessas coisas,venhamos combater as seitas e as verdadeiras heresias que tem tentado entrar em nossas igrejas

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  9. Boa noite Andressa Paquetá, não sei se o dono do blog irá permitir, se não irá apagar, de qualquer modo não custa tentar (e daí se apagar evidentemente a reponsabilidade não será minha porque instado, proponho responder a sua indagação no intuito de te ajudar):

    Eu sinto muito por você e seu filho, tenho certeza absoluta que casos assim é muito comum no meio presbiteriano e em outras seitas fatalistas. E não é sem razão: a teoria da predestinação calvinista foi constituída para ser exatamente assim. Um quadrado-redondo, daí que, por definição, a confusão só pode fazer parte de sua essência. E é bom que se diga que confusão não é sinônimo de “mistérios insondáveis de Deus...”. Confusão é confusão, mistério é mistério. Ponto final.

    De modo que você e o seu menino são apenas vítimas de indelével heresia. Não há o que compreender. Só há o que rejeitar.

    Cristo, metaforicamente, comparou heresia a fermento porque levedura incha, sufoca os espaços cognoscíveis necessários à transmissão do verdadeiro entendimento.

    Aliás, não à toa o “inchado na sua carnal compreensão” em Colossenses 2, diz com uma mente permeada, tomada, dominada pelo erro. Eis aí os doutores calvinistas tipo Berkhof de um lado inchados e de outro as suas vítimas dominadas, transbordantes em confusão...

    Irei enviar a você o meu e-mail como pediu, porém, antes, a fim de esclarecer porventura a outrem que venha acessar a este site já que o tema parece mesmo demandar espécie de saneamento de saúde pública! Também proporei ao final um exercício de exegese a você e a seu filho.

    Identifiquei em meus estudos que basicamente os calvinistas, fatalistas, presbiterianos, tanto faz, erram por não compreenderem sequer minimamente isto:

    a) Palavras não são coisas. Não são realidades em si. Palavras reportam-se às coisas, mas elas próprias de modo nenhum são as coisas que reportam... Nesse sentido Platão tem razão em afirmar que a “verdade está noutro lugar...”.

    A palavra peixe não é o peixe... Que vive, que nada, que morre...

    b) Não compreendem, ainda, que as palavras são abstratas em si mesmas e palavras podem referir-se a outras palavras sem, contudo, tocarem a realidade... Encerram-se em esquemas puramente fraseológicos, nada mais.

    c) Dada a sua abstração inerente, uma única palavra pode ter vários significados, vários sentidos.

    d) Os presbiterianos tem o mal hábito de validarem um enunciado que anteriormente proferiram, que deixaram assentado, pronunciando a seguir o seu oposto...
    Aqui carecem exemplos: “Deus predestinou tudo o que acontece, mas não impede o livre arbítrio”. “O homem passivo na vocação não pode escolher salvar-se ou perder-se, mas é responsável pelos atos de suas escolhas perante Deus...”. “Somos calvinistas, não somos fatalistas...”.

    Continua...

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    1. Coisa de maluco? Sim. É. Mas também revela uma síndrome herética... Eu sinto muito.

      e) Os presbiterianos e demais fatalistas não sabem o que venham ser FIGURAS DE LINGUAGEM E TOMAM-NAS, AO INTERPETARTEM A BÍBLIA, COMO SE FOSSEM, ELAS PRÓPRIAS, UM DADO DA REALIDADE, CONTUDO, FIGURAS DE LINGUAGEM, COMO O PRÓPRIO NOME DÁ A ENTENDER, LIMITA-SE AO SENTIDO MERAMENTE CONOTATIVO, FIGURADO, SÃO IMPRESSÕES....

      Toda linguagem tem lastro na imaginação convergindo-se em esquemas racionais de fala e escrita e principalmente nesta, por sua vez, identificamos centenas de figuras de linguagem, impressões da realidade mas que, ao analisa-las, cuidado, podem ter diversos significados, algumas contraditórias entre si, de modo que é fundamental coteja-las sempre com os dados da experiência, inclusive bíblica e sobretudo em seu todo...

      As Escrituras Sagradas como boa literatura que é, aliás, que contêm no seu compêndio muitos livros escritos em estilo poético, estão repletas de figuras de linguagem: alegoria, metonímia, metáfora, anfibologia (ambiguidade), analepse (aliás no livro de Romanos e Apocalipse...), antonomásia ou perífrase, catacrese, perífrase, paradoxo, etc., etc, etc.

      As figuras de linguagem são instrumentos indispensáveis não só na comunicação como na aquisição de conhecimento. Porque quando não sabemos dizer uma coisa, dizemos a impressão que ela nos causa. Todo conhecimento começa assim, porém, o trâmite normal entre língua e percepção tem que escorar-se em elementos da realidade na busca pela verdade.

      Uma observação aqui: o seu pastor, teólogo nem sabe o que estou dizendo, pode ter certeza, mas justiça seja feita, ele faz como a maioria dos teólogos, apologistas e incorrem na prática de limitarem-se a interpretar um texto bíblico mediante outro texto, com o texto do texto de um outro texto de enxertos que encontram em livros de teologia, renunciando a árdua tarefa, é verdade, de investigarem por si mesmos e diretamente...

      Ora, sem esta ideia a respeito das figuras de linguagem, aliás, repletas na própria Bíblia, como a compreenderão se não entendem o que leem?

      Dito isto proponho a você o seguinte exercício para primeiro resolvermos juntos e algumas sugestões ao final:

      Continua...

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    2. Dado que:

      a) Se Cristo veio ao mundo em determinado tempo, determinado período da história, em uma determinada região geográfica, se teve mãe e pai, se ele nasceu, se ele foi bebê, se foi criança, tornou-se adulto, foi carpinteiro, se foi batizado, se exerceu um ministério curando enfermos, expulsando demônios, operando milagres, pregando boas novas, se fez discípulos, se foi capturado em um jardim enquanto orava, julgado e condenado, se morreu na cruz, se ressuscitou dos mortos mediante testemunhas. Indago: tais eventos aconteceram? São fatos históricos? Inserem-se como dados da realidade? As Escrituras e outros dados afora delas, apontam que sim, são fatos reais.

      b) Cristo morreu quantas vezes? Duas vezes ou uma vez apenas? As Escrituras dizem que morrera uma vez só.

      c) Para a expiação de pecados, é necessário derramamento de sangue? Cristo verteu o sangue na Cruz do Calvário? As Escrituras revelam que sem derramamento de sangue não há remissão de pecados e que sim Cristo verteu o seu precioso sangue no Gólgota.

      Pois bem. Considerando tais elementos, analisemos, por enquanto juntos, o seguinte enunciado bíblico e resolvamos a questão em conjunto:
      Apocalipse 13:8:

      "E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo".

      O que significa a expressão “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo”? Com destaque para a expressão “desde a fundação do mundo”.

      Observando-se que Cristo morrera apenas uma vez e em um determinado período (Cronos) o qual derramou sangue, ou seja, do seu corpo evidentemente físico...

      Resposta: o “desde a fundação do mundo” é figura de linguagem, ou seja, representativa de uma realidade evidenciada somente no conjunto dos outros dados supra referidos, a saber: Cristo encarnado no tempo e morto com derramamento de sangue. Isto quer dizer que a figura de linguagem “desde a fundação do mundo”, na expressão “O cordeiro morto desde a fundação do mundo” significa que a oferta da salvação esteve SEMPRE presente, mas só lá adiante, no Calvário, manifestou-se. Isto é tudo.

      De modo que a expressão em si mesma, sozinha, “desde a fundação do mundo” é apenas conotativa, é figura de linguagem.

      Isto posto, aplique o mesmo exercício envolvendo a expressão “desde ou antes da fundação do mundo” nas seguintes expressões bíblicas:

      Apo_17:8 A besta que viste foi e já não é, e há de subir do abismo, e irá à perdição; e os que habitam na terra (cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo) se admirarão, vendo a besta que era e já não é, mas que virá

      Continua...

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    3. Efs_1:4 Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor;

      Mat_25:34 Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.

      Sem desejar constrange-la, seria interessante que você tentasse responder aqui mesmo (ISTO SE O DONO DO BLOG PERMITIR), até porque acredito que ajudará pessoas na mesma situação sua e do seu filho. Senão, se preferir o meu e-mail é: sandraeli1102@gmail.com Por mim está tudo bem.

      Por fim sugiro:

      a) Orar com o seu filho a respeito, se puder, se ele consentir;

      b) Estudar com ele o que propus, se ele quiser;

      c) Procurar uma boa igreja pentecostal e lá passar a congregar, convide o seu menino;

      d) Indico o livro “Calvinismo Recalcitrante” do meu amigo pastor e professor de História João Flávio Martinez:

      Veja o link: http://lojacacp.com.br/index.php?route=product/product&product_id=151

      No mais estou a sua disposição no e-mail.

      Libertas vera esta, Christo servire.

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  10. Olá boa noite estava ansiosa demais obrigada vou ler com bastante atenção, obrigada por sua consideração. Boa noite e que Deus abencçe obrigada.

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  11. Bom dia a todos, SANDRA ELI, não sei se você é homem ou mulher kkkkk mas de boa eu que já vi tanto debate calvinismo x arminianismo, li livro mas é a primeira vez que vejo uma argumentação que nem a sua colocando nem em xeque mas em xeque mate direto mesmo a doutrina da predestinação no exercício que você fez nas duas últimas páginas,confesso que nunca tinha visto ou lido a coisa do jeito que você colocou, me surpreendeu muito e entendi de vez agora isso. Não querendo atrapalhar a reposta mas se Jesus morreu uma vez só ele não pode ter morrido na fundação do mundo e outra vez depois lá em Israel no império romano, se em carne e osso pelo seu corpo humano derramou o seu sangue pelo perdão dos pecados milênios depois da fundação do mundo, ele não podia na fundação do mundo ter morrida quando era só espírito sem ter sido corporificado porque espirito não derrama sangue né. Muito bem colocado por você, uma coisa só pode ser a alegoria da outra coisa e erra quem pega a alegoria como sendo a própria coisa em si o que serve para a Bíblia toda Muito Bom! Eu percebi que você fala bastante da igreja presbiteriana mas o que você acha da batista, da Deus é amor? Aqui na minha região tá muito difícil encontrar igreja boa pra ir congregar. Valeu e parabéns.

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    1. Bom dia “Anônimo”. Sou menino. Risos.

      Primeiro. É um enorme erro pautar a questão como se existissem duas doutrinas que se opõem, a calvinista e a arminiana. E que, por isso, seria assim perfeitamente compreensível e até aceitável que circulem no seio da cristandade protestante como faces opostas apenas conflitantes de uma mesma moeda...

      Isto tem um preço. Como toda mentira tem um.

      Pode-se dizer que é um truque por parte de quem defende o calvinismo e um fingimento por parte daquele que, invocando o seu arminianismo de que tipo for, tolere esse estado de coisas, aliás, curiosamente ao mesmíssimo argumento calvinista de uma tal moeda de duas faces opostas, “apenas” conflitantes...

      Não respeito nenhum dos dois. Nem o mentiroso e nem o fingido. Este muitas vezes finge como mera acomodação psicológica a fim de lidar e até sujeitar a sua profissão de fé ao contexto de sua vida religiosa cotidiana; mas, o fato é que se a verdade então não for o alvo de sua devoção e busca constante na relação individual com Deus, sobretudo teólogos e apologistas, amigo, receio que os tais predestinaram-se aos tímidos e covardes de que trata o Apocalipse.

      E é mesmo o apocalipse. É o fim do mundo equiparar um dado da realidade, que é a vontade, a uma abstração ficcional ideal. É o mesmo que discutir em pé de igualdade sobre um cavalo do sítio da Dona Maria e Pégaso, o cavalo alado a serviço de Zeus, do monte Olimpo! Ridículo.

      Quem aceita esta moeda de duas faces conflitantes entrou no jogo calvinista.

      Livre arbítrio não é tese, é dado da realidade e portanto, não se opõe, em pé de igualdade, como se mera tese contrária fosse em relação à teoria predestinatória calvinista.

      Continua...

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    2. Segundo. A Igreja Deus é Amor é uma boa igreja a despeito dos usos e costumes que adere, aliás, hoje em dia até mais bem evoluída a Igreja neste aspecto dos usos e costumes.

      Já quanto a igreja Batista, não se pode ignorar que os maiores expoentes do calvinismo não são os presbiterianos, mas os batistas na atualidade. Justiça seja feita. O fato de um batista dizer que ele não é um calvinista não significa nada, nada, nada, pois os batistas, mais do que os outros calvinistas, quando procuram desviar a atenção do nome de Calvino usam a expressão “Doutrinas da Graça” como metáfora para o Calvinismo. Um outro termo usado pelos batistas é “Graça Soberana”. Aliás, aliás, o termo “graça” por si mesmo é também usado para designar as doutrinas do Calvinismo...

      O calvinista Herman Hanko, no livro “We and Our Children”, p.12, escrevera: “Um batista é apenas inconsistentemente um calvinista”.

      Assim é que ante a aversão batista ao nome de Calvino os impedem de usar seu nome e, por isso, para disfarçarem, pode-se encontrar em suas obras prefixos tais como “Graça Soberana,” “Rígido,” “Primitivo,” “Antigo,” “Velha Escola,” “Estrito,” “Ortodoxo,” ou simplesmente “Reformado” a fim de escamotear o calvinismo que na verdade aderem e professam.

      Alguns batistas calvinistas até se sentem ofendidos quando são acusados por não-calvinistas de serem calvinistas.

      A tentativa destes “batistas da Graça Soberana” de distanciá-los de João Calvino, alegando que mantêm as “Doutrinas da Graça” e negando que são calvinistas tem obscurecido sua verdadeira identidade e, por isso, requer cuidado. Muito cuidado.

      Nesse sentido, é curioso também notar que apesar de sua aversão ao nome de Calvino, os batistas têm sempre feito uso da dicotomia calvinista/arminiana para fortificar sua posição, justamente como têm feito seus “parentes” presbiterianos e reformados! Uma vez que os calvinistas rotulam todos os seus oponentes como arminianos, ou seja, o argumento da culpa por associação, é semelhantemente usado pelos próprios batistas...

      continua...

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    3. Ademais, há uma confusão reinante a qual também precisa ser desfeita e a desfaço agora: em razão do conservadorismo de homens calvinistas que escreveram a maioria de livros teológicos na atualidade, o calvinismo, errônea e equivocadamente, tem sido equiparado à ortodoxia e, por isso, estabelecido uma posição até segura na teologia protestante hodierna... Daí eu indago, os apologistas e teólogos protestantes não percebem isso? Só os católicos e judeus perceberam?

      E por tais homens conservadores terem escrito a maioria dos livros teológicos protestantes, é muito difícil encontrar uma obra sobre teologia sistemática que não seja calvinista. Ei-los: Herman Bavinck (1854-1921), Herman Hoeksema (1886-1965), G. C. Berkouwer (1903-1996), Abraham Kuyper (1837-1920), Louis Berkhof (1873-1957), J. Gresham Machen (1881-1937), Oliver Buswell (1895-1977) John Murray (1898-1975), Gordon H. Clark (1902-1985) William G. T. Shedd (1820-1894), William Cunningham (1805-1861), Henry B. Smith (1815-1877), Robert L. Dabney (1820-1898), James H. Thornwell (1812-1862), John Dick (1764-1833), Francis Turretin (1623-1687), Jonathan Edwards (1703-1758) Cornelius Van Til (1895-1987), Archibald A. Hodge (1823-1886) Geerhardus Vos (1862-1947), Charles Hodge (1797-1878) Benjamin B. Warfield (1851-1921)…

      Repito, é preciso muito cuidado com as expressões que utilizam: apelando a um espectro mais amplo do Cristianismo, entretanto, às vezes o termo reformado é super-enfatizado. O título do amplamente adotado compêndio sobre teologia do calvinista Louis Berkhof (autor do texto acima refutado) foi trocado de “Dogmática Reformada” para “Teologia Sistemática”, e mudanças similares foram feitas em alguns de seus outros livros também. [Henry Zwaanstra, “Louis Berkhof”, em David F. Wells, ed. Dutch Reformed Theology (Grand Rapids: Baker Book House, 1989), pp. 48, 53. Sua editora, a Wm. B. Eerdmans Publishing Co., antigamente conhecida como “The Reformed Press”].

      Para encerrar e bem advertir não é ocioso citar um rol de famosos teólogos BATISTAS CALVINISTAS: o famosíssimo Spurgeon, Isaac Backus (1724-1806), W. B. Johnson (1782-1862). Abraham Booth (1734-1806) Adoniram Judson (1788-1850), James P. Boyce (1827-1888), Benjamin Keach (1640-1704), John Brine (1703-1765), William Kiffin (1616-1701), John A. Broadus (1827-1895) Hanserd Knollys (1599-1691), John Bunyan (1628-1688), John Leland (1754-1841), William Carey (1761-1834), Basil Manly Sr. (1798-1868), B. H. Carroll (1843-1914), Basil Manly Jr. (1825-1892), Alexander Carson (1776-1884), Patrick Hues Mell (1814-1888), John Clarke (1609-1676), Jesse Mercer (1769-1841), John L. Dagg (1794-1884) J. M. Pendleton (1811-1891), Edwin C. Dargan (1852-1930), J. C. Philpot (1802-1869), Andrew Fuller (1754-1815), Arthur W. Pink (1886-1952), Richard Furman (1755-1825) Luther Rice (1783-1836). J. B. Gambrell (1841-1921) John Rippon (1751-1836), John Gano (1727-1804), John C. Ryland (1723-1792), John Gill ((1697-1771) John Skepp (c. 1670-1721), J. R. Graves (182-1893), A. H. Strong (1836-1921), Robert Hall (1728-1791), John Spilsbery (1593-1668), Alva Hovey (1820-1903), H. Boyce Taylor (1870-1932), R. B. C. Howell (1801-1868), J. B. Tidwell (1870-1946), Henry Jessey (1601-1663), Francis Wayland (1796-1865)…

      Assim, se você for à uma Igreja Batista, o que não recomendo de maneira nenhuma, bombardeie o pastor com perguntas as quais, percebo, você sabe muito bem como fazê-las, para identificar se se trata de um batista calvinista. A maioria é. E os que dizem não ser, mesmo assim são culpados por aceitarem e espalharem a nefasta dicotomia arminianismo x calvinismo, colaborando mais com a heresia calvinista do que impugnando-a de fato.

      Mas, fosse eu você, frequentaria a Deus é Amor em vez de uma igreja Batista, pode ter certeza!

      Libertas vera est, Christo servire

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    4. Pela lista, a única coisa que resta é se curvar não é mesmo "Cheung Arminiano"? rsrs

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    5. Uma multidão em uma lista... Então você se deslumbra e se impressiona com a multidão... Pois saiba que tudo o que resta à multidão é o critério do número e não o da qualidade e isto é tudo, aliás, fato à ilustrar e bem a resposta dada a Cristo certa feita pela multidão, a saber: “O meu nome é Legião, pois somos muitos”...

      Eis aí o critério da multidão... Prefiro eu um critério melhor, qualificado, e não meramente numérico, o da verdade... Ainda mais se, e foi você mesmo quem disse, “a única coisa que resta é se curvar...”

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  12. Quando uma pessoa recomenda a igreja Deus é a Amor a uma Batista - calvinista, percebemos ódio apenas.

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    1. Ademais, sugiro que você passe a ler em vez de passar vergonha... Se tivesse lido verificaria que fui indagado sobre duas específicas igrejas e, portanto, referi-me especificamente a elas... Não tinha eu que mencionar a igreja Nazareno, portanto. Eu disse qual era a melhor entre as especificamente indagadas... Isso é tudo.

      Onde estaria o “ódio” aí? Escolher entre uma em vez de outra é odiar?

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  13. Por que não recomendou a Igreja do Nazareno que é a sua?

    https://nazarenoportugues.wordpress.com/2-nazareno-denominacao_perder_o_caminho/

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    1. Uma pessoa da igreja presbiteriana, aliás, calvinista é claro, confessou aqui, página acima, grave problema que enfrenta com o seu filho ante a nefasta teoria predestinatória... Por que nem você e nem a sua multidão são capazes de esclarecê-la? O que acontece com a multidão, ora não são muitos e, portanto não estão corretos? Por que toda essa multidão de teólogos confunde, em vez de elucidar? Por que não ajudam a mulher, sobretudo apontando a falsidade do meu argumento diante de sua tese e de sua multidão? Ora, a multidão porque multidão não está certa? Por que o silêncio?

      Pois é... Você mesmo disse, não eu: “a única coisa que resta é se curvar...”

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  14. Ah, e se possível, não fique produzindo perguntas com outro perfil... ;) me parece que está bem animado em encontrar leitores. Se não ofender os pastores da minha igreja, como sempre tem feito - "coisa de calvinista não?!?!", seus comentários ficarão aqui normalmente.

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    1. Por fim, não é de hoje que você em vez de tentar refutar o que eu digo, aliás, como no exercício que propus sobre as figuras de linguagem à referida mãe com problemas causados pela teoria de sua multidão, e a pobre é membro de sua própria grei hein, atribui-me, em vez disso, inverdades de que eu ofenderia os pastores de sua igreja.

      E Pasme, agora a você aduz que eu produzo “perguntas com outro perfil”... Risos. Daí é o cúmulo da apelação!

      Mas, eu explico a sua conduta, eu compreendo você e a sua multidão no intuito de tentarem em vão me ofender: apegando-se à primeira palavra mágica que lhe pareça ter o poder de, ofendendo o farmacêutico, possa, quem sabe, neutralizar o efeito do remédio...

      Libertas vera est, Christo servire...

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  15. Eu te ofender?!?! O sr toda vez que cometa aqui é ofensivo com os presbiterianos por causa do que? Vejo que o sr quando fala com TJs e Adventistas, sempre muda o foco... Há sim uma sutil que talvez te domina, a inveja no que os calvinistas produzem, e parece que o sr tem alguma raiva até do Dr Nicodemus... por enquanto, o Sr - que deixou de xingar e ofender os presbiterianos agora (vamos ver até quando, sua arrogância e ofensas faz parte de seu vocabulário, e como eu já disse, nesse ponto vc é bem 'calviniano')..

    eu já vi muita gente e crianças com problemas com a doutrina do tormento eterno e da trindade, vai tb negar essas doutrinas tb? Ah, e por sinal, cuida da sua igreja que está debruçando na teologia liberal... problemas iguais meu caro Dr da Arrogância.

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    1. Boa noite, vamos então conversar um pouco sobre “Teologia Liberal”? É que talvez tenhamos, eu e você, posicionamentos não muito diferentes um do outro e, quem sabe, possamos, talvez juntos, elidir alguns equívocos no meio da
      cristandade protestante a respeito do assunto.

      TEOLOGIA E “NOMENKLATURA”

      À bem de uma boa investigação, é necessário sobrepormos a mera nomenclatura de determinado elemento para sabermos se faz jus ao nome que lhe deram. De modo que, para além da mera superfície de um nome, existem os componentes profundos e reais que caracterizam o elemento como tal, como razão de sua natureza e como razão de ser e isto a despeito do nome que carrega consigo.
      Pois bem. Indago: “teologia” da libertação, “teologia” da prosperidade, “Teologia” da Missão Integral (TMI) e “teologia” liberal, por exemplo, são de fato teologia?

      Mais ainda: afinal, existem teologias? Pense bem.

      Na verdade, tal como a “teologia da libertação e a “teologia da missão integral”, a “teologia liberal” não é teologia de modo algum!
      Desde o Iluminismo você há de constatar que o que chamam de “teologia liberal” na verdade não passa de um MOVIMENTO que agrega, no que tem em comum com as outras “teologias” que citei, características eminentemente informadoras do comportamento ético e moral do indivíduo, mesclando ou perpassando pelo ativismo ideológico até a uma hermenêutica crítica que faz uma exegese da Bíblia por um viés historicista, ou seja, relativista.

      Note que todos os elementos da chamada “teologia liberal” que citei acima contém na dita “teologia da libertação”: a defesa dos mais pobres insere-se no campo da ética e da moral mesclando ideologia socialista rumo a uma interpretação mais historicista da Bíblia, ou seja, uma crítica relativista (hermenêutica crítica): por causa de seu amor pelos menos favorecidos Cristo é tomado como ativista de uma “causa social”.

      Trata-se, é verdade de um movimento equivocado no seio da Igreja Católica brasileira (leia-se CNBB), contudo, não se pode dizer, ao menos sem causar embaraço, que tal movimento é doutrina da Igreja Católica.... Que se insere em seu arcabouço teológico-doutrinal. Não se insere e nem o poderia porque movimento não é teologia.

      A crítica deve recair na inércia e indolência da Igreja diante desse movimento extremamente pernicioso em seu meio, ou não disciplinam indivíduos, membros que individualmente aderem a tal movimento, mas não porque se trata de uma doutrina teológica que adere...

      Do mesmo modo, os elementos da dita “Teologia Liberal” também se veem na denominada “Teologia da Missão Integral” no seio protestante, sobretudo entre os presbiterianos, movimento que defende além da ideologia de gênero, o aborto como causa social, no sentido da redução das mortes causadas por abortos clandestinos tudo em nome de uma ética e de uma moral, ou seja, da “proteção dessas mulheres” por um viés ativista-ideológico e uma interpretação histórica da Bíblia (hermenêutica crítica ou relativista) à sobrepor à ortodoxia doutrinária: a complexidade dos tempos modernos (historicismo) permitem a defesa do aborto e da ideologia de gênero.

      A crítica à igreja presbiteriana deve recair em sua tolerância a tal movimento, ou porque não disciplina membros que individualmente aderem a tal movimento, mas é falso afirmar que se insere em sua doutrina a “TMI”, até porque de teologia ou doutrina não se trata, é um movimento.

      Assim é que tais movimentos, que não são teologia, podem se resumir à ordem coletiva ou individual. Por exemplo, a grupos de pessoas nas igrejas protestantes de diferentes denominações ou até de mesmo de um único indivíduo inserido dentre as várias igrejas protestantes.

      Continua...

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    2. Continua não ... tá bom. Já escreveu algumas besteira...

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    3. Dito isto eu nunca vi a Igreja do Nazareno e a Assembleia de Deus, por exemplo, adotarem o movimento denominado de “teologia liberal” e muito menos como base de sua doutrina, evidentemente. Basta ver o arcabouço doutrinário da Igreja Nazareno, por exemplo. Afirmar que se insere é falso!

      De modo que faz confusão quem equipara dita “teologia liberal”, que é um movimento, a uma doutrina. Não se equipara movimento a preceito de cunho teológico. Um movimento não se insere em um arcabouço doutrinário.

      Então, movimento é movimento e pode se espalhar entre membro individualmente ou entre um grupo de membros de diversas igrejas protestantes.

      Deve ser combatido e rechaçado tal movimento, mas pelo que ele é, e não pelo que ele não é!

      Porque veja você: se determinada igreja lida com o problema do movimento e o elimina, pronto, a igreja está totalmente sadia novamente! Ela o expurgou do seu meio, até porque não fazia parte de sua doutrina ou profissão de fé.

      Agora, eu indago: e no caso de uma heresia inserida como doutrina-base, fundamental, no arcabouço “teológico” de determinado seguimento religioso ou igreja? Não dá para expurgar... Vê a diferença entre doutrina herética e movimento herege?

      Não se pode equiparar um movimento tenha o nome que tiver (“teologia liberal”) a uma heresia sectária, ou seja, como se ela, heresia, tivesse inserida no próprio arcabouço doutrinal da denominação religiosa...

      Agora, se tiver grupo ou membro (até pastor, enfim) individualmente que adere a esdrúxulo movimento (“teologia liberal”) na igreja do Nazareno é outra história, deve ser orientado e disciplinado. Mas não é uma heresia inserida em seu arcabouço doutrinário...

      Mas, ainda assim, eu nunca vi um pastor da igreja do Nazareno adotando uma hermenêutica crítica ou relativista da Bíblia (sobrepondo a história à doutrina bíblica) como se dá com o movimento da “teologia liberal”, mas, por outro lado, pegando carona sobre o que você disse sobre AUGUSTUS NICODEMOS, e esclareço que não tenho ódio ou qualquer rixa em relação a ele, mas isto não quer dizer que eu deva fazer vistas grossas às suas incoerências e guaridas de posturas gravíssimas, sobretudo quando o tal se arroga o baluarte da ortodoxia bíblica, da sã doutrina, o fazendo para criticar a outrem (outras igrejas e pastores...), de modo que eu mesmo já o vi praticando hermenêutica crítica-relativista, adotando justamente o que você chama de “teologia” liberal!

      E isto é não é falar mal ou injuria-lo ou desejar ofender o seu pastor.

      Assista ao vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=pk2J-eFUyu8

      Aos meus costumes, matando a cobra e mostrando o pau, no vídeo acima você poderá vê-lo fazendo a seguinte afirmação sobre o dom de línguas estranhas (não entro no mérito da questão), apenas DEMONSTRO e PROVO a utilização da “teologia” liberal por Augustus Nicodemos em sua argumentação, a saber:

      Que do ponto de vista da Bíblia, afirma Augustus Nicodemos, inclusive deixando claro que se trata de preceito doutrinal de sua igreja IPB, É IMPOSSÍVEL AFIRMAR QUE OS DONS DE LINGUAS ESTRANHAS FORAM EXTINTOS... Mas, relativiza ele, que do ponto de vista da história sim, foram extintos... Cita João Crisóstomo para quem pelo fato de nunca ter visto tais manifestações então concluiu que havia sido extinto... (observo eu: o famoso “nunca não vi, e porque nunca vi, logo não existe” ...).

      Ora, e sem adentrar na contradição lógica na afirmação de Augustus Nicodemos, se é que “SOLA SCRIPTURA”, ou seja, segundo a ortodoxia doutrinal protestante só as Escrituras é premissa, é fonte de uma doutrina, como é que a história ou um dado histórico pode substituir justamente um preceito doutrinal bíblico citado pelo próprio Nicodemos: “segundo as Escrituras não podemos afirmar a extinção dos dons de línguas..., mas segundo a história estariam extintos...”?

      continua...

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    4. A história? O historicismo como autoridade na interpretação da Bíblia é relativiza-la, ou seja, é “teologia liberal”. Não é a história que determina a existência ou não de uma doutrina bíblica... É a Bíblia...

      Então não seria mais “Sola Scriptura”, seria “Sola Scriptura” e “Sola História” ou, como se vê da “teologia liberal”, seria o que o interprete bem deseje que seja... Interpretação da Bíblia mais liberal e relativista não há.

      E exemplo concreto mais gritante de exegese relativista segundo a “teologia liberal” tal qual a realizada por Augustus Nicodemos não há!

      Agora, dá pra dizer que Augustus Nicodemos é adepto desse movimento? Não, não dá. É verdade, não posso dizer que ele é adepto da “teologia liberal”.

      Agora, eu o ofendo por ver os fatos? Deveria eu fingir não ver o que ele disse? Pior: ele confessa que tal interpretação relativista está inserida no arcabouço doutrinário da IPB, ele quem disse no vídeo, não eu... Existe alguém que não seja criticável por isso? Por que não posso criticar Augustus Nicodemos? Ele é um ídolo? E a ortodoxia? Criticar é o mesmo que odiar?

      E você poderia citar um pastor ou alguém da Igreja do Nazareno adotando a mesma hermenêutica crítica ou relativista da “teologia liberal” que adotou Augustus Nicodemos sobre um determinado assunto bíblico? Poderia? Eu mesmo denunciarei ao Conselho.

      Assim, não dá para confundir um movimento que eventualmente algum pastor lança mão ou adere com a doutrina da igreja...

      Inveja dos presbiterianos? Eu não. Jamais.

      Aliás, o pecado Inveja é muito interessante e lamentavelmente não é pregado contra ele nas igrejas. Tema relevantíssimo. A inveja é pano de fundo para grandes tragédias bíblicas: Caim e Abel e José e os seus irmãos, por exemplo. A inveja é corrosão dos ossos, diz Provérbios, ou seja, ossos diz com esqueleto, com estrutura tal como o esqueleto de um edifício, como o de um corpo humano, de modo que estrutura corroída não tende a prosperar! Eu não tenho dúvidas: a inveja é pecado grave que impede a prosperidade.

      O invejoso precisa reconhecer que é, confessar a Deus e abandona-la imediatamente se quiser prosperar em tudo o que faz. Se você quiser encaminho a você alguns apontamentos meus nesse sentido. Muito interessante.

      Quanto às crianças com horror do inferno nada mais natural, todos nós devemos teme-lo e não verdadeira a afirmação de crianças com problemas por causa da doutrina do inferno, agora, coisa diferente é ensina-las, a despeito do que disse Cristo, que Deus previamente escolheu algumas delas, não importa o que façam, para irem para o fogo do inferno... Isto sim é destrutivo. Temos testemunho aqui mesmo...

      Você não vê diferença nenhuma aí?

      Libertas veras est, Christo servire

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  16. Uma boa noite ao Luciano e a todos!

    Eu gostaria de "ouvir" a resposta do Sandra Eli para a seguinte questão,

    Se Deus pretendesse que cada indivíduo que ja pisou no solo desse planeta fosse salvo, ou no mínimo pudesse fazer a sua escolha, sendo Ele onipotente, porque não providenciou para que cada um desses indivíduos ouvisse a mensagem de salvação desde o tempo de Adão?

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    1. Agora - Bom dia... prezado irmão.

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    2. Bom dia Paulo Cadi.

      Em primeiro lugar por definição quem muito indaga é porque muitas dúvidas tem, fazendo o indagador então parte do problema e não da solução do problema...

      Em vez de formular pegunta meramente retórica, ou seja, todos sabemos que você não quer saber a respeito da verdade, quer apenas fazer pose de calvinista inteligentinho, você deveria começar a fazer parte da solução respondendo, por exemplo, ao exercício que propus páginas acima a uma senhora aflita com a teoria da predestinação, e uma mulher de sua própria grey hein...

      Por que não responde? Por que você só tem dúvidas, é isto?

      Eu de minha parte a esclareci e mais: como você bem sabe, já sentiu na pele, cansei de defenestrar tal teoria com sucesso aqui mesmo.

      Por fim, ninguém é obrigado a responder indagação meramente retórica , aliás, como Cristo diante de Pilatos quando este o indagou "O que é a verdade? Resposta de Cristo à pergunta retórica: um retumbante silêncio.

      Aliás, desculpa a franqueza mas a sua pergunte além de meramente retórica é bem pueril, boboca mesmo.

      E pelo nível de sua indagação percebo que você não lida muito bem com a noção dos atributos de Deus. Pois bem, se Deus é Onipotente por que Deus não pode criar um Deus igual a Ele?

      Vamos lá, em vez de fazer pose de calvinista inteligentinho, responde aí, porque senão vão pensar que você não sabe nada com coisa alguma e por isso só pergunta e nada responde aos costumes daqueles que fazem parte do problema e não da solução...

      Sou todo ouvidos... Isto se o dono do blog não se sentir ofendido e não apagar o que escrevo...

      Libertas vera est, Christo servire

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  17. HÁ ALGUM tempo, um jornal coreano, The Chosun Ilbo, trouxe uma manchete intrigante. Ela dizia: “A ‘maravilhosa Shim Cheong’, que não sabia nada sobre Jesus, foi para o inferno?” Essa foi uma manchete provocativa porque, de acordo com uma lenda, Shim Cheong era uma jovem muito querida que sacrificou a vida a favor de seu pai cego. Ao longo dos anos, ela passou a ser muito admirada. De fato, na Coreia, “Shim Cheon” é sinônimo de boa filha. Para muitos, a ideia de uma pessoa boa como ela ser punida no inferno de fogo só por não ter sido batizada como cristã parece injusta e até mesmo ofensiva. Afinal, essa história supostamente teria acontecido bem antes de a mensagem de Cristo chegar a seu povoado. O artigo incluía uma entrevista com um ministro religioso. Quando lhe perguntaram se os que morrem sem aprender sobre Jesus vão para o inferno de fogo, ele respondeu: “Não sabemos. Apenas presumimos que a Divina Providência de alguma maneira vai cuidar [dessas pessoas].”

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  18. A Bíblia mostra claramente o que Deus pensa sobre as pessoas que viveram sem conhecer seus requisitos. Atos 17:30 nos garante: “Deus não tem tomado em conta os tempos de tal ignorância.” Então, que esperança a Bíblia dá para os que morreram sem ter oportunidade de aprender sobre Deus? Podemos encontrar a resposta no que Jesus disse a um dos criminosos que morriam a seu lado. O homem disse a Jesus: “Lembra-te de mim quando entrares no teu reino.” O que Jesus respondeu? “Deveras, eu te digo hoje: Estarás comigo no Paraíso.” Lucas 23:39-43. Será que Jesus prometeu que aquele homem iria para o céu? Não. O homem não tinha ‘nascido de novo’ de água e espírito, o que era um pré-requisito para entrar no Reino dos céus. (João 3:3-6) Em vez disso, Jesus estava dizendo que aquele criminoso viveria novamente, no Paraíso. Por ser judeu, o homem provavelmente estava familiarizado com a ideia do Paraíso terrestre; o jardim do Éden; descrito no primeiro livro da Bíblia. (Gênesis 2:8) A promessa de Jesus deu a ele a certeza de uma ressurreição quando a Terra voltar a ser um Paraíso. De fato, a Bíblia promete “uma ressurreição tanto de justos como de injustos”. (Atos 24:15) “Os injustos” são os que não obedeceram as normas de Deus porque não conheciam a vontade dele. Jesus ressuscitará aquele criminoso, bem como milhões, talvez bilhões, de outros injustos que morreram em ignorância. Daí, no Paraíso terrestre, eles aprenderão os requisitos de Deus e terão a oportunidade de provar que o amam por obedecer seus mandamentos.

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  19. Os injustos serão julgados com base no que fizeram no passado? Não. Romanos 6:7 diz: “Aquele que morreu foi absolvido do seu pecado.” Os injustos pagaram por seus pecados ao morrer. Assim, eles serão julgados com base em suas ações depois da ressurreição, não no que fizeram em ignorância antes de morrer. Como isso os beneficiará? Depois de sua ressurreição, os injustos terão a oportunidade de aprender as leis de Deus, que serão reveladas quando rolos simbólicos forem abertos. Daí, serão julgados “segundo as suas ações”, ou seja, se obedecerem às leis de Deus ou não. (Apocalipse 20:12, 13) Essa não será uma segunda oportunidade para muitos dos injustos ressuscitados. Na realidade, será sua primeira oportunidade de obter a vida eterna na Terra por aprender e fazer a vontade de Deus. Esse ensino da Bíblia ajudou muitas pessoas a recuperar sua fé em Deus. Yeong Sug foi uma delas. Ela foi criada como católica, e em sua família havia alguns padres. Como queria ser freira, ela entrou para um convento. Mais tarde, ela deixou o convento porque ficou desapontada com o que via acontecer ali. Além disso, ela não aceitava o ensino do inferno porque achava que torturar pessoas num inferno de fogo não seria justo nem amoroso. Então, uma Testemunha de YHWH mostrou a Yeong Sug as seguintes palavras da Bíblia: “Os viventes estão cônscios de que morrerão; os mortos, porém, não estão cônscios de absolutamente nada, nem têm mais salário.” (Eclesiastes 9:5) A Testemunha de YHWH ajudou Yeong Sug a entender que seus antepassados não estão sendo atormentados num inferno de fogo. Em vez disso, eles estão dormindo na morte, aguardando uma ressurreição.

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    1. Anônimo,

      Uma pequena introdução que reputo necessária:

      Em primeiro lugar, assim como eu li com atenção os seus três textos, até porque eu mesmo não sendo apologista não tenho preguiça e tenho amor ao debate sério, sugiro e apenas sugiro que você faça o mesmo em relação à esta resposta até o final. Nada mais.
      É que talvez possa lhe ser útil. Será em seu benefício, não meu. O que escrevi, escrevi. Ponto. Você não perguntou nada, mas não custa abordar o que você pautou. E responderei a tudo que você escrevera.

      A palavra de raiz grega “sofisticação” vem de outra palavrinha grega chamada “sofisma”. Geralmente quem não tem razão, procura falsear a verdade via sofisticação da mentira. Aquilo que é simples e de fácil compreensão é obscurecido por um artifício, por uma sofisticação. Tal sofisticação do aparato da realidade, como eu disse, é apenas um sofisma, um artifício meramente fraseológico, abstrato, em nada comungando com a verdade, aliás, visa mesmo é obscurece-la.

      Você se impressiona com a sofisticação de coisas simples? Cuidado isto é sintoma de uma heresia.

      Apenas para citar um exemplo de sofisticação: a teoria da predestinação calvinista a qual pela sofisticação torna complexo, como o labirinto do Minotauro, algo tão simples como são as boas novas de salvação!

      Veja como a salvação é simples, até porque tem de ser de fácil compreensão pois deseja Deus que todos os homens se salvem:

      “Pois isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem...” 1 Timóteo 2:3-5.

      Em segundo lugar, não tenha receio de ofender a Deus citando o nome de Jesus. Nunca tenha receio! Até porque “para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai”. Filipenses 2.10-11.

      Este versículo mesmo já aponta para a existência de um céu (“nos céus”) e um inferno (“debaixo da terra”), o apostolo, aliás, que disse que a “nossa pátria está no céu” foi até o terceiro céu e Cristo, quando morreu, desceu e pregou aos espíritos em prisão. As Sagradas Escrituras apontam o céu como sendo em cima e o inferno como sendo embaixo. É claro que em ambos os casos, referem-se elas a mundos espirituais.
      Mais ainda, se você se envergonhar Dele, Cristo, Ele também se envergonhará de você.

      Isto é tão certo quanto a água é molhada. Veja:

      “Se alguém se envergonhar de mim e das minhas palavras, o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier em sua glória e na glória do Pai e dos santos anjos”. Lucas 9:26.

      Outra coisa: os demônios se sujeitam ao nome de Cristo. Veja:

      “Senhor, até os demônios se submetem em Teu nome!”. ( Lc 10, 17)

      “Ordeno-te, em nome de Jesus Cristo que saias desta mulher. E o espirito saiu imediatamente.” (At 16, 16-17).

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    2. A Igreja presbiteriana e a Batista, por exemplo, são incrédulas quanto ao poder de Deus em relação aos dons do Espírito Santo e até em relação ao exorcismo de demônios! Um rematado absurdo!

      E a sua denominação religiosa? Também é assim? Tem isso em comum?
      Será que os demônios a exemplo de determinados dons também deixaram de existir, foram extintos?

      Lembro-me de minha vizinha chamada Rhodes, presbiteriana desde pequena, que dizia que endemoninhado se expulsava com tapa na cara para nos ofender já que éramos, quando pequeno, da igreja Assembleia de Deus, ou seja, pentecostais, e então dizia ela que era tudo encenação, até o dia em que, veja a ironia, ela própria ficou possessa pelos demônios mais sujos e vis a ponto de eu ter ficado muito impressionado à época; o fato é que, mesmo sendo muito novo, eu não vi nenhum compêndio de teologia sistemática calvinista havido na estante de dona Rhodes expulsar tais demônios de seu corpo. Foi o nome de Jesus mesmo que expulsou!

      Talvez a sua denominação religiosa também não creia no poder de Deus e até se ressente em se sujeitar ao Nome de Jesus e se isto for assim, eu sinto muito, DEVO ENTÃO CONCLUIR QUE OS DEMÔNIOS SÃO MAIS INTELIGENTES DO QUE QUALQUER CORPO GOVERNANTE DE SUA DENOMINAÇÃO RELIGIOSA, POIS ATÉ ELES SE SUJEITAM AO NOME DE CRISTO...

      Você se sujeita ao senhorio de Cristo? Pois sujeitar-se ao seu poderio não é homenagear a Cristo, não é tê-lo como um grande profeta – o Islã (seita muçulmana) também faz isso. Não. Sujeitar-se ao seu senhorio é RECONHECER QUEM DE FATO É O SENHOR JESUS.

      Mas, adentrando agora a seus três textos, faz confusão quem chama de iguais coisas diversas.

      Mas, primeiro vamos tentar ordenar o seu pensamento e façamos de conta que não vimos em seus três textos o que Arthur Shopenhauer chamou de “salto indutivo”, técnica utilizada por sofistas que desejam vencer um debate custe o que custar mesmo sem ter razão.

      E é por isso também que não respondo a perguntas meramente retóricas...
      E como não sei se você a utiliza de propósito ou se é mais uma vítima, ou seja, se via doutrinação foi instalada em seu inconsciente tal como se dá com uma mente dominada pela síndrome de uma heresia, irei, então, tentar ajudá-lo a compreender a verdade das Sagradas Escrituras.

      Espero, então, que estejamos a tratar de mesmas Escrituras Sagradas e não de uma outra... De uma bíblia diferente... Adredemente elaborada artificiosamente por alguma organização religiosa... Se você tiver uma bíblia para interpretar as Sagradas Escrituras, então eu sinto muito, a sua religião já caiu em descrédito, carece de credibilidade e confiabilidade.

      E acho um acinte que aquele que tem a sua própria bíblia faça citações das Sagradas Escrituras. Ora, use a sua. Cite a sua para defender a sua tese. As Sagradas Escrituras não corroboram e nem validam uma outra bíblia, porque falsa, e não pode corroborar, portanto, com tese sem base nelas mesmas.

      Continua...

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    3. Não digo sobre versões diferentes de interpretação da Bíblia. Não. Digo a respeito de uma bíblia elaborada, adredemente elaborada, a fim de molda-la à imagem e semelhança de doutrinas heréticas previamente estabelecidas por determinada organização religiosa. Isto é diferente de mera versão da Bíblia...

      Metaforicamente, seria como criar os dedos primeiro e depois a mão... Fizeram uma bíblia depois de constituírem suas doutrinas...

      Se este for o seu caso: se a sua religião possui uma bíblia para interpretar a Bíblia eu o convido a pensar sobre o assunto seriamente e questionar a sua organização religiosa a respeito. Leia a Bíblia sozinho, com os seus olhos e não com olhos de outrem e em atitude de oração, até porque aquele que necessita de sabedoria – e todos nós carecemos – Deus dá com liberalidade.

      Pois bem.

      SALVAÇÃO DOS “PAGÃOS” SEM CRISTO É IMPOSSÍVEL.

      Demonstro que é:

      a) Cristo é a pessoa que salva. Cristo é o sujeito do verbo salvar. É a pessoa Dele quem salva. Simples assim. Não é nem a Bíblia. Não são os apóstolos, não é o que se escreveu a respeito Dele e também não é um arcabouço doutrinário que salva. É Cristo. Ele, a pessoa dele!

      Cito a fonte (Escrituras Sagradas): S. João 3:16, S. João 10:28, Atos 4:12, Rom 6:23, só para citar alguns versículos.

      b) Se Cristo é o sujeito do verbo salvar deve existir algum critério elementar de julgamento que Ele, Cristo, utiliza para salvar? Isto nos foi revelado? Sim. Foi. E é muito simples:

      A volição, o livre-arbítrio diante do bem e do mal. Eis o critério de julgamento. Isto compreende a Bíblia inteira de Gêneses ao Apocalipse, veja:

      “...mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás”. Gênesis 2:17

      “E o Senhor disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar. E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel, e o matou. Gênesis 4:6-8

      “O mar entregou os mortos que jaziam nele, e a morte e o Hades entregaram os mortos que neles havia; e um por um foi julgado, de acordo com o que tinha feito”. Apocalipse 20:13

      Eu sinto muito à doutrina predestinatória calvinista. Deus, Soberano e Onipotente, não fabricou autômatos, robôs. O homem deve escolher, tal como Adão e Eva escolheram, tal como Caim teve de decidir, mesmo advertido por Deus (Soberano e Onipotente) que não o fizesse, que se contivesse, mas, por decisão sua, pessoal e intransferível, ainda assim, não obedeceu a Deus (que é Soberano e Onipotente) e resolveu, por decisão própria e não de Deus que é Soberano e Onipotente, aliás, que o advertiu que não fizesse ( e Deus é Soberano e Onipotente hein) foi e escolheu matar Abel, e é por isso que o homem será julgado de acordo com o que tiver feito, ou seja, isto implica em vontade, volição, decisão. Ninguém pode ser julgado com justiça sem que para tanto, haja responsabilidade por decisões tomadas e as tais requerem LIVRE-ARBÍTRIO.
      Continua...

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    4. Pois bem, dito isso:

      PRIMEIRO.

      A Humanidade viveu muitos anos antes de Jesus Cristo vir a este mundo e, durante todo esse tempo, e em um período excetuando o povo judeu, pequenino povo que tinha a revelação dada por Deus a Moisés e aos profetas, todas as nações da terra estavam imersas no paganismo, desconhecendo as verdades da fé. Mesmo depois da vinda de Jesus Cristo, quantos pessoas tem havido e ainda a desconhecem?

      Podiam então estes homens da antiguidade salvar-se? Sim, sem dúvida alguma, porque não é consentâneo com a Bondade e Justiça do caráter de Deus (e em toda a Bíblia está demonstrado o caráter de Deus) que os condenasse a todos irremediavelmente ao inferno, se eles não tinham culpa nenhuma em desconhecer a revelação.

      Mas salvar-se como? Seguindo o que Cristo disse: Se tu queres entrar na vida guarda os mandamentos (Mateus 19-17). Eis aqui um princípio básico que se o leitor da Bíblia não entender fará uma confusão dos demônios tal qual fizeram e fazem os teólogos e apologistas calvinistas e um tal corpo governante...

      Em breve voltarei a este princípio, porque você deve estar se perguntando: mas, como? Se os mandamentos foram revelados aos judeus por intermédio de Moisés e os pagãos não conheciam esta revelação, nem antes e muitos nem depois?

      Não é verdade. Conheciam sim.

      Conheciam, sim; embora não tão perfeitamente como nós os conhecemos. Porque estes mandamentos, Deus os gravou no coração do homem. Honrarás pai e mãe, não matarás, não furtarás, não levantarás falso testemunho, não desejarás a mulher de teu próximo etc., são leis que se impõem a todos os homens pela voz imperiosa de sua consciência aperfeiçoada pela Revelação ao depois.

      Mas isto está na Bíblia? Sim. Está sim, veja:

      “Porque não são os que ouvem a Lei que são justos aos olhos de Deus; mas os que obedecem à lei, estes serão declarados justos. De fato, quando os gentios, que não têm a lei, praticam naturalmente o que ela ordena, tornam-se lei para si mesmos, embora não possuam a lei; pois mostram que as exigências da lei estão gravadas em seus corações. Disso dão testemunho também a consciência e os pensamentos deles, ora acusando-os, ora defendendo-os”. Romanos 2:13-15.

      Pois veja que quanto a salvação, não há judeu, nem grego (gentio, pagão). Deus não faz acepção de pessoas não age com parcialidade. Isto também está na Bíblia, veja:

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    5. “6 Deus “retribuirá a cada um conforme o seu procedimento” 7 Ele dará vida eterna aos que, persistindo em fazer o bem, buscam glória, honra e imortalidade. 8 Mas haverá ira e indignação para os que são egoístas, que rejeitam a verdade e seguem a injustiça. 9 Haverá tribulação e angústia para todo ser humano que pratica o mal: primeiro para o judeu, depois para o grego; 10 mas glória, honra e paz para todo o que pratica o bem: primeiro para o judeu, depois para o grego. 11 Pois em Deus não há parcialidade”. Romanos 2. 6-11.

      Note que as palavras “obedecem” e “retribuição conforme ao seu procedimento” denotam sempre e sempre livre arbítrio, vontade, escolha, não tem essa de Deus escolheu uns para salvar e outros para condenar. Isto é blasfêmia contra o Espírito Santo, é imputar a Deus a concorrência injusta com o pecado praticado exclusivamente pelo homem. Deus é Santo. E não deixa de ser Soberano pelo fato de o homem desobedecer-lhe. Isto é óbvio, mas está lá no episódio envolvendo Caim e Abel.

      Ah! Estou defendendo a integridade de Deus? Sim estou sim. Ela precisa ser defendida? Sim. Precisa sim. Mormente diante de seitas e heresias do tipo teoria da predestinação e outras do corpo governante...

      SEGUNDO.

      Mas, você perguntará: e a fé? Você não disse que o instrumento utilizado para ser salvo é o exercício da fé?

      Sim é sim. Não há dificuldade nenhuma aí, até porque a Bíblia não se contradiz, quem se contradizem são o teólogos calvinistas. Um quadrado-redondo jamais será algo. Nem quadrado nem redondo. O seu corpo governante se contradiz?

      Ao tempo em que diz a Bíblia ser impossível sem fé agradar a Deus – ela própria demonstra imediatamente um padrão mínimo de fé exigido desses que não chegaram e porventura não cheguem a ter o conhecimento da revelação divina a respeito da salvação. E qual é o padrão mínimo?

      Apenas creiam que Deus existe e que recompensa aqueles que o buscam. Está na Bíblia? Sim está:

      “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam”. Hebreus 11:6.

      Entenda: a premissa muda em “buscar a Deus” é procurar fazer a sua vontade, agradar-lhe aos ditames do que foi gravado no DNA humano, em sua consciência quanto aos mandamentos divinos já citados.

      A fé é tão poderosa e eficaz que o seu exercício em seu padrão mínimo porque justo dada a circunstância retratada pelo apóstolo Paulo (pagãos sem conhecimento da revelação), é capaz de salvar o homem caído. Isto se chama graça multiforme. Isto se chama o logos de Deus que há desde a eternidade e que depois se fez carne. Cristo. E por Cristo que sem ele nada, absolutamente nada do que foi feito se fez.

      Agora, quanto a nós que estamos diante das Escrituras Sagradas vale um outro padrão de fé exigida, muito maior: “A quem mais é dado, mais é exigido”. É por isso que a cristandade não se pode dar ao luxo de abrigar em seu seio heresias!
      continua...

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    6. MORTE. JUÍZO. CÉU E INFERNO

      Em primeiro lugar você deve se perguntar: “Mas de onde é que eu tirei a ideia de que o Paraiso que Cristo se referiu ao ladrão na cruz não é o céu? Porque isto não está na Bíblia, ou seja, aí Paraíso e Céu são sinônimos? A menos que você demonstre nas Sagradas Escrituras que não são. Você demonstrou? Não demonstrou. Você limita-se a fazer uma afirmação sem respalda-la. E isso é tudo.

      E se você faz uma afirmação e não demonstra em que a fundamenta, então o ônus da prova é seu quanto a veracidade desta afirmação, coisa que você não fez. Dito isso, como o ônus não é meu ou seja, céu e paraíso são sinônimos, passo à próxima questão.

      Em segundo lugar, de novo e de novo é Cristo quem salva. Não são ordenanças e nem o batismo em águas. Ele salva. Ele. Ele. Ele é o sujeito do verbo salvação. E salvou o ladrão na cruz no momento em que este exerceu a sua fé mínima, aliás, pensando bem, mais do que um padrão mínimo de fé porque creu que Deus existe e reconheceu sobretudo o senhorio de Cristo (você reconhece o Senhorio de Cristo? Senão, cuidado, alerta vermelho, o inferno te aguarda e isto independentemente de você e o seu corpo governante acreditar nele ou não...) e que Deus é galardoador daqueles que o buscam, ou seja, que poderia salva-lo de seus pecados. Eis que o ladrão nasceu de novo nesta mesmíssima hora. Que hora? Na hora em que Cristo o perdoou! É difícil compreender o obvio? Cristo não precisava dizer eu te perdoo nem o ladrão descer da cruz, batizar-se, e é claro que ao dizer hoje mesmo estarás comigo no Paraíso, estava dizendo que o estava perdoando...

      E amigo, ao dizer que o ladrão estaria com Ele no Paraíso, demonstra que Cristo podia perdoar pecados... Isto não quer dizer nada a você e nem ao corpo governante que você deve seguir em vez das Escrituras Sagradas? Pense bem.

      Nascer de novo é um neologismo, ou seja, uma linguagem exclusivamente neo-tetamentária que diz com o novo convertido em Cristo, ou seja, aquele que crê é salvo... (S. João 3.16). Ponto final. E o ladrão na cruz ao crer em Cristo não tinha nascido de novo? Mas é claro que sim. Só gente muita estupida requereria que para o ladrão dependurado em uma cruz no momento da morte fosse batizado ou algo assim... Você sabe o que venha ser regra e o que venha ser exceção? Nascer de novo para você e o seu corpo governante é ter um carteirinha de membro? É ter lido 100 revistinhas das testemunhas de Jeová? É isso que é nascer de novo para você? Ser batizado em uma denominação religiosa? Pois saiba que na Umbanda e Quimbanda os seus adeptos são batizados...

      E os antigos e os que não conheceram a Cristo, como disse o apóstolo, evidentemente não se batizaram... Es crianças inocentes que morrem sem se batizarem? É CRISTO QUEM AS SALVA. Os retardados mentais que não sabem distinguir certo ou errado? É CRISTO QUE OS SALVA.

      Amigo deixe de fazer a leitura das Sagradas Escrituras pelos olhos do corpo governante. Leia com reverência e espírito de oração com os seus próprios olhos e Cristo te esclarecerá...

      No mais, a ordem correta está aqui:

      “E, assim como aos homens está ordenado morrer uma só vez, vindo, depois disso o Juízo”; Hebreus 9:27

      Primeiro vem a morte física e em seguida o juízo. Isto quer dizer isto: em seguida mesmo, imediatamente, Cristo, de acordo com as escolhas e práticas de cada indivíduo, imediatamente, ante a morte física, já determina aqueles que se salvaram para o Paraíso e para os que não se salvaram o Hades, ou inferno. Céu ou Inferno. Paraíso ou o Hades.
      continua...

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    7. A parábola do Rico e Lázaro ilustra isto. E não se engane: parábola é isto mesmo: uma ilustração da realidade... Uma parábola bíblica não ilustra uma mentira e tampouco uma fantasia e nem o poderia fazê-lo, não há palavras inúteis nas Sagradas Escrituras. Uma parábola bíblica, portanto, não é uma parábola mitológica ou qualquer tipo de parábola. Auto lá...

      Outrossim, Cristo ter pregado aos espíritos em prisão enquanto estava no seio da terra ilustra o fato. Ademais, Cristo ter dito que no inferno haverá choro e ranger de dentes e densas trevas ele não estava mentido, e tampouco estava procedendo a figura de linguagem, ao contrário, ele cita elementos da realidade nua crua! Eu sinto muito.

      Depois, os primeiros, os que estão no céu ou no Paraíso serão ressuscitados com um corpo glorificado, esta é chamada de primeira ressureição. Depois, os que foram para o inferno ressuscitarão também com um corpo físico que é a segunda ressurreição e serão jogados no Geena, lago de fogo.

      Você poderá indagar, então quanto aos que se perderam haverá dois julgamentos? Isto não é incoerente?

      Na verdade não é incoerente, muito pelo contrário. E até confirma a imediatidade do juízo feito por Cristo em Hebreus 9:27, quando da morte do indivíduo indicando, imediatamente, o céu ou o inferno.

      É muito simples veja:

      Indica isto: que quando Cristo imediatamente envia para o Hades o indivíduo que morrera perdido, Cristo não externa a ele naquele exato momento a sentença com todos os motivos de sua imediata condenação, Ele simplesmente o envia e isto é tudo. Agora, veja. Não estamos a tratar de um juiz qualquer. Não. Mas do JUSTO JUIZ. Isto revela também que não é porque CRISTO É SOBERANO que ELE seria ARBITRÁRIO. Não, a sua Soberania é mesclada com a sua justiça. E a uma justiça perfeita requer um esclarecimento pormenorizado, detalhado, que não pairem dúvidas sobre QUEM JULGA... Cristo ira no segundo julgamento externar motivos detalhados e pormenorizados pelos quais o indivíduo foi para o inferno assim que morrera. E é por isto que é o evento é também chamado de “vergonha eterna” ...

      Contunua..

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    8. Então é assim, “O mar entregou os mortos que jaziam nele, e a morte e o Hades entregaram os mortos que neles havia; e um por um foi julgado, de acordo com o que tinha feito”. Apocalipse 20:13, QUER DIZER QUE ESTE JULGAMENTO NÃO É PARA ABOLVER, POSTO QUE JÁ CONDENADO DESDE A MORTE FÍSICA (HEB.9,27), MAS TRATA-SE DE UM JULGAMENTO REFERENDATÓRIO DA CONDENAÇÃO NADA MAIS. CRISTO ENTÃO IRÁ PORMENORIZAR OS MOTIVOS DA CONDENAÇÃO DE CADA CONDENADO, UM A UM, POR UMA RAZÃO MUITO SIMPLES. ISTO É JUSTIÇA. E ELE É JUSTO.

      Assim é que você faz confusão não só na ordem das coisas, mas chama de iguais coisas diversas.

      Quanto à existência do Inferno ela diz com Justiça. Justiça é senso das proporções. Não há justiça na Terra sem a escala dos delitos e das penas e se não há na terra, por que não haveria na Eternidade?

      CONCLUSÃO

      Agora você sabe:

      - Que não é preciso acreditar em lenda do tipo “Shim Cheong” para se saber do destino de pessoas que morreram sem conhecer a Cristo. Está nas Sagradas Escrituras, basta uma simples conjugação entre o sujeito que salva, o critério utilizado pelo sujeito para salvar e o instrumento utilizado para tanto e também agora você sabe também que não é incoerente o julgamento de que trata Apocalipse20.13 com o juízo imediato de Hebreus 9.27;

      - Assim é que de acordo com as Sagradas Escrituras, homens se perderam, foram para o inferno antes de Cristo ou sem o conhecerem a revelação por atos de suas escolhas, e se salvaram por atos praticados conforme a sua vontade ante os mandamentos de Deus gravados em sua consciência. Isto é fácil de compreender e está muito claro nas Escrituras Sagradas. E se você não acredita nas Sagradas Escrituras, o que equivale dizer que se você precisa de uma outra bíblia formulada por um corpo governante então não deveria citar versículos das Sagradas Escrituras as quais você não acredita, limite-se a sua bíblia.

      - E céu e inferno não opostos reais largamente mencionados nas Sagradas Escrituras, portanto, deixe de frescura, pare de ler revistinhas da Sentinela e converta-se ao Senhorio de Cristo pois senão, “a quem mais é dado mais será exigido” Ele se envergonhará de você e você acabará assim que morto no Hades, com carteirinha e tudo das testemunhas de Jeová, acreditando você ou não no céu ou no inferno.

      Libertas vera est, Christo Servire.

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  20. Sandra Eli, disse,

    "E pelo nível de sua indagação percebo que você não lida muito bem com a noção dos atributos de Deus. Pois bem, se Deus é Onipotente por que Deus não pode criar um Deus igual a Ele?"


    RESPOSTA👉 A pergunta que eu lhe fiz não está relacionada aos atributos de Deus?!

    É isso o que você afirmou?

    Retórica?

    As Escrituras, por acaso, não revelam que Deus ELEGE, e, se Deus elege, não haverá questões decorrentes desta verdade?

    Então qual obra/ação/decisão, etc, de Deus, não possui em si mesma os atributos divinos?

    Desde os profetas do Antigo Testamento até o final do Novo Testamento, é claramente ensinado que Deus elege alguns, não todos, para salvação; doutro modo, a eleição não é mais eleição, ou seja, o termo é esvaziado de seu significado, se Deus elegeu somente para salvação. Não que necessariamente elegeu para condenação, mas como o Apóstolo Paulo afirmou, "Deus passou por alto, não levou em conta os tempos da ignorância, etc..."

    Você vem com todo esse falatório e não soube responder à esta simples questão,

    Se Deus pretendesse que cada indivíduo que ja pisou no solo desse planeta, fosse salvo, ou no mínimo, pudesse fazer a sua escolha, sendo Ele onipotente, porque não providenciou para que cada um desses indivíduos ouvisse a mensagem de salvação desde o tempo de Adão?

    Se você, com o sistema soteriologico, (Deus quer que cada indivíduo seja salvo em sentido numérico), que defende, não consegue responder a questão, então, fica claro que o sistema que você defende "tem bicho na goiaba", ou seja, as engrenagens já começam a trincar!

    Ainda estou aguardando a resposta para a questão,

    Se Deus pretendesse que cada indivíduo que ja pisou no solo desse planeta, fosse salvo, ou no mínimo , pudesse fazer a sua escolha, sendo Ele onipotente, porque não providenciou para que cada um desses indivíduos ouvisse a mensagem de salvação desde o tempo de Adão?

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    1. Paulo Cadi, mais indagações? Não responde nada só pergunta?

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  21. Respostas
    1. Está confuso em amigo! Teoria da predestinação é isso aí, só indagações, repostas mesmo... Por isso é que eu a chamo de quadrado-redondo, os seus adeptos diante dela só tem que fazer isso o que você faz, perguntas e perguntas e perguntas ,respostas nada... Risos

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  22. Sandra Eli, disse,

    "Está confuso em amigo! Teoria da predestinação é isso aí, só indagações, repostas mesmo... Por isso é que eu a chamo de quadrado-redondo, os seus adeptos diante dela só tem que fazer isso o que você faz, perguntas e perguntas e perguntas ,respostas nada... Risos"


    RESPOSTA👉 Você quer refutar a doutrina da Eleição, e não sabe responder a questão,

    Se Deus pretendesse que cada indivíduo fosse salvo, (não apenas etnicamente, mas também numericamente), porque não enviou missionários para todos os recantos do globo desde a Queda de Adão, ou mais precisamente, desde o Dilúvio?

    Se for da vontade do Governo que, a população saiba de algum decreto, imediatamente tal decisão é comunicada nas principais mídias.

    Porque Deus, não manifestou a sua vontade perfeita a todo o mundo, logo após o episódio, O Dilúvio, sendo que naquele tempo toda a humanidade tinha conhecimento dos requerimentos divinos quanto à Expiação?

    Porque Deus ELEGEU somente a descendência de SEM, para conhecer Sua vontade revelada, e JAMAIS, em momento algum, enviou missionários para as outras Nações?

    São questões que todos aqueles que contestam a doutrina da Eleição, tem de responder, o que não foi o seu caso, até o presente momento.

    Se você, somente "ri", e não consegue sequer responder adequadamente à estas questões,

    sorry, it would be better to be silent!

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  23. Paulo Cadi. A pergunta que voce faz porque Deus não enviou missionários para todas as pessoas vivas desde a Queda de Adão. Será que Deus não tinha meios de salvar a todas aquelas pessoas ? Qual meio Deus usou para salvar algumas delas? Será que ele só salvou os da linhagem de Sem porque dela procedeu Jesus ? Gn 6.5 fala que a maldade humana tinha atingido seu ápice. E mesmo assim Deus esperou 120 anos para dar uma chance aos seres humanos perdidos em sua maldade, e se converterem com a pregação de Noé antes de chegar o dilúvio que mataria a todos. Então dependia deles o arrependimento e assim escaparem de serem destruidos todos juntos. Deus esperou o livre arbítrio deles na mudança de comportamento ou arrependimento, e se voltassem para o Eterno que Ele lhes daria o perdão. Isso se chama de livre arbítrio, e não de predestinação.

    ResponderExcluir
  24. Anônimo, disse,

    "Paulo Cadi. A pergunta que voce faz porque Deus não enviou missionários para todas as pessoas vivas desde a Queda de Adão. Será que Deus não tinha meios de salvar a todas aquelas pessoas ? Qual meio Deus usou para salvar algumas delas? Será que ele só salvou os da linhagem de Sem porque dela procedeu Jesus ? Gn 6.5 fala que a maldade humana tinha atingido seu ápice. E mesmo assim Deus esperou 120 anos para dar uma chance aos seres humanos perdidos em sua maldade, e se converterem com a pregação de Noé antes de chegar o dilúvio que mataria a todos. Então dependia deles o arrependimento e assim escaparem de serem destruidos todos juntos. Deus esperou o livre arbítrio deles na mudança de comportamento ou arrependimento, e se voltassem para o Eterno que Ele lhes daria o perdão. Isso se chama de livre arbítrio, e não de predestinação."


    RESPOSTA 👉 Então Deus não é onisciente. Se Deus precisou esperar para ver quem iria crer na pregação de Noé, então, Deus não conhece futuro. Deus não escolheu Noé, aleatoriamente. A coisa já estava predestinada,

    "E viveu Lameque cento e oitenta e dois anos, e gerou um filho,

    A quem chamou Noé, dizendo: ESTE NOS CONSOLARÁ ACERCA DE NOSSAS OBRAS E DO TRABALHO DE NOSSAS MÃOS, por causa da terra que o Senhor amaldiçoou." Gênesis 5:28,29

    Deus já sabia que somente oito pessoas seriam salvas; Noé não pregou durante 120 anos.

    E ERA NOÉ DA IDADE DE QUINHENTOS ANOS, e gerou Noé a Sem, Cão e Jafé. Gênesis 5:32

    E ERA NOÉ DA IDADE DE SEISCENTOS ANOS, quando o dilúvio das águas veio sobre a terra.

    Noé entrou na arca, e com ele seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos, por causa das águas do dilúvio. Gênesis 7:6,7

    Por aí já vemos que Noé não poderia ter pregado durante 120 anos.

    Quando a maldade e rebeldias atingiram seu ápice, Noé entrou em cena, mas para condenar aquela geração. Deus, através de Noé condenou aquela gente, assim como no tempo de Ló, a mensagem foi para condenar, porque logo veio a destruição...Eles estavam além da esperança, aquela gente.

    Deus foi longânimo porque é bom, e não porque esperava que alguém fosse crer.

    Aliás, o ministério de Noé deve ter sido bem curto como é de costume nas Escrituras, sempre que antecede a destruição.

    Deus, após o Dilúvio escolheu a descendência de SEM para receber a revelação da Palavra, e isto é mostrado de forma bem clara,

    "Estas são as gerações de Sem: Sem era da idade de cem anos e gerou a Arfaxade, dois anos depois do dilúvio.
    E viveu Sem, depois que gerou a Arfaxade, quinhentos anos, e gerou filhos e filhas.
    E viveu Arfaxade trinta e cinco anos, e gerou a Selá.
    E viveu Arfaxade depois que gerou a Selá, quatrocentos e três anos, e gerou filhos e filhas.
    E viveu Selá trinta anos, e gerou a Éber;
    E viveu Selá, depois que gerou a Éber, quatrocentos e três anos, e gerou filhos e filhas.
    E viveu Éber trinta e quatro anos, e gerou a Pelegue.
    E viveu Éber, depois que gerou a Pelegue, quatrocentos e trinta anos, e gerou filhos e filhas.
    E viveu Pelegue trinta anos, e gerou a Reú.
    E viveu Pelegue, depois que gerou a Reú, duzentos e nove anos, e gerou filhos e filhas.
    E viveu Reú trinta e dois anos, e gerou a Serugue.
    E viveu Reú, depois que gerou a Serugue, duzentos e sete anos, e gerou filhos e filhas.
    E viveu Serugue trinta anos, e gerou a Naor.
    E viveu Serugue, depois que gerou a Naor, duzentos anos, e gerou filhos e filhas.
    E viveu Naor vinte e nove anos, e gerou a Terá.
    E viveu Naor, depois que gerou a Terá, cento e dezenove anos, e gerou filhos e filhas.
    E viveu Terá setenta anos, e gerou a Abrão, a Naor, e a Harã.
    E estas são as gerações de Terá: Terá gerou a Abrão, a Naor, e a Harã; e Harã gerou a Ló. Gênesis 11:10-27

    Se isso aí não é ELEIÇÃO DIVINA, o que mais pode ser?

    Leia a Bíblia do começo ao fim , e você irá ver que Deus está sempre elegendo, escolhendo, separando, intervindo, etc.

    As coisas nunca acontecem aleatoriamente, segundo os caprichos e vaidades humanas.

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  25. Bom dia Paulo Cadi. Bem, não está bem claro quando Deus falou sobre a duração dos 120 anos citado em Gn 6:3. E o texto de Gn 5:32 não foi quando Deus mandou Noé construir a arca, mas apenas informou a idade dele quando teve seus 3 filhos. Também existe a possibilidade de Deus ter sentenciado a pregação dos 120 anos, e esperado alguns anos a frente até ordenar Noé construir a arca. Noé não entrou em cena só para condenar aquela geração como você afirma. O propósito da pregação que ele transmitiu de Deus foi leva-los ao arrependimento, e não meramente para condená-los. O que determinou a condenação dos homens, foi a escolha errada de não darem ouvidos a mensagem de Deus pregada por Noé. O livro de Jonas é outro exemplo típico sobre o homem exercer o livre arbítrio em arrepender-se ou não diante de Deus para aquisição de sua salvação. Deus como governante universal, convocou a nação de Nínive ao arrependimento. Caso os ninivitas não dessem ouvidos a sua chamada ao arrependimento, então Ele os julgaria (Jon. 3.4). os ninivitas, pois escolheram se arrepender, proclamaram um jejum geral. do maior ao menor, dos mais forte até o mais fraco. Todos adotaram os sinais de arrependimento e começaram a lamentar pelos seus pecados. Assim escolheram se voltarem para Deus e foram salvos. Vemos aí a mensagem de joão 3.16, que contraria uma aplicação exclusivista do amor de Deus a qualquer grupo. Isso se volta contra todo o tipo de exclusivismo, incluindo o calvinismo radical. Apesar dos ninivitas serem povos pagãos, eles eram seres humanos, e como tais Deus se interessava por eles. O livro de Jonas é uma ilustração da verdade contida em João 3.16 que diz que Deus amou o mundo de tal maneira, que tomou as providencias para que houvesse uma missão de misericórdia, com a finalidade de prover remédio para o pecado e para a degradação moral e espiritual.

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  26. Anonimo, disse,

    "Bom dia Paulo Cadi. Bem, não está bem claro quando Deus falou sobre a duração dos 120 anos citado em Gn 6:3. E o texto de Gn 5:32 não foi quando Deus mandou Noé construir a arca, mas apenas informou a idade dele quando teve seus 3 filhos. Também existe a possibilidade de Deus ter sentenciado a pregação dos 120 anos, e esperado alguns anos a frente até ordenar Noé construir a arca. Noé não entrou em cena só para condenar aquela geração como você afirma. O propósito da pregação que ele transmitiu de Deus foi leva-los ao arrependimento, e não meramente para condená-los. O que determinou a condenação dos homens, foi a escolha errada de não darem ouvidos a mensagem de Deus pregada por Noé. O livro de Jonas é outro exemplo típico sobre o homem exercer o livre arbítrio em arrepender-se ou não diante de Deus para aquisição de sua salvação. Deus como governante universal, convocou a nação de Nínive ao arrependimento. Caso os ninivitas não dessem ouvidos a sua chamada ao arrependimento, então Ele os julgaria (Jon. 3.4). os ninivitas, pois escolheram se arrepender, proclamaram um jejum geral. do maior ao menor, dos mais forte até o mais fraco. Todos adotaram os sinais de arrependimento e começaram a lamentar pelos seus pecados. Assim escolheram se voltarem para Deus e foram salvos. Vemos aí a mensagem de joão 3.16, que contraria uma aplicação exclusivista do amor de Deus a qualquer grupo. Isso se volta contra todo o tipo de exclusivismo, incluindo o calvinismo radical. Apesar dos ninivitas serem povos pagãos, eles eram seres humanos, e como tais Deus se interessava por eles. O livro de Jonas é uma ilustração da verdade contida em João 3.16 que diz que Deus amou o mundo de tal maneira, que tomou as providencias para que houvesse uma missão de misericórdia, com a finalidade de prover remédio para o pecado e para a degradação moral e espiritual.



    RESPOSTA�� Bom dia, Anônimo,

    Em Gênesis 6, diz,

    E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.

    Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração.

    E disse o Senhor: DESTRUIREI O HOMEM QUE CRIEI DE SOBRE A FACE DA TERRA, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito.

    NOÉ, PORÉM, ACHOU GRAÇA AOS OLHOS DO SENHOR. Gênesis 6:5-8

    Noé achou graça aos olhos do Senhor porque era uma semente eleita, predestinada, e não porque era bom.

    E viveu Lameque cento e oitenta e dois anos, e gerou um filho,
    A quem chamou Noé, dizendo: ESTE NOS CONSOLARÁ ACERCA DE NOSSAS OBRAS E DO TRABALHO DE NOSSAS MÃOS, POR CAUSA DA TERRA QUE O SENHOR AMALDIÇOOU.
    E viveu Lameque, depois que gerou a Noé, quinhentos e noventa e cinco anos, e gerou filhos e filhas.
    E foram todos os dias de Lameque setecentos e setenta e sete anos, e morreu.
    E era Noé da idade de quinhentos anos, e gerou Noé a Sem, Cão e Jafé. Gênesis 5:29-32.

    Note que O pai de Noé, Lameque, profetizou e disse que Deus havia amaldiçoado a terra.

    Terra aqui significa humanos, pessoas, e não plantas, pedras, água, ar, animais, etc, porque os animais marinhos não entraram na arca e passaram para o outro lado.

    Então, Deus já havia amaldiçoado TODA aquela geração ímpia e somente Noé foi agraciado por causa da Eleição divina.

    Então, Deus não estava esperando por nada, porque já havia lavrado sentença de morte contra aquela geração.

    Além do mais, sendo Deus onisciente iria esperar o que se já havia amaldiçoado a coisa toda?!


    Quanto ao tempo que durou a pregação de Noé, veja,

    Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito;

    No qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão;

    Os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, ENQUANTO SE PREPARAVA A ARCA; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água. 1 Pedro 3:18-20


    Prosseguindo...

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  27. Aí acima, diz que, a longanimidade de Deus esperava, ENQUANTO SE PREPARAVA A ARCA, ou seja, Noé construiu a arca junto com os seus 3 filhos, porque além desses ninguém acreditava que iria chover, coisa que nunca havia acontecido. Então, Noé, não teve o apoio de nenhum braço ímpio. Seus filhos já eram adultos e casados, Genesis 6:18, e também o sinal da pregação era exatamente a Arca que era algo como que, uma construção feia, tosca (para os ímpios fazerem piada mesmo) e não como aparece nos livros.

    A Arca era o sinal de que vinha a destruição, e Noé apontava para ela, ou seja, sem a Arca não poderia haver pregação, porque ela era o sinal para o qual a mensagem apontava...era o meio, o agente pelo qual eles seriam salvos.

    Deus, sendo justo e bom, esperou, mas não pelo arrependimento de alguém, o que Deus já sabia que não iria acontecer, mas Deus esperou que o cálice da iniqüidade se enchesse para então aplicar o juízo. A longanimidade de Deus consistiu nEle suportar por muito tempo a maldade dos homens antes de destruí-los.


    Quanto à passagem de João 3:16, está diz que a vida eterna é para todo aquele que crê.

    Se você voltar 2 capítulos, ali em 1:10, diz,

    Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;
    OS QUAIS NÃO NASCERAM DO SANGUE, NEM DA VONTADE DA CARNE, NEM DA VONTADE DO HOMEM, MAS DE DEUS. João 1:12,13

    Aí acima diz que aqueles que receberam ao Senhor Jesus, o fizeram porque Deus quis e não por vontade própria. João está ensinando a doutrina da Eleição, como faz em todo o livro.

    O fato, é que o homem quer ter o controle da situação. Isto o faz se sentir bem (zona de conforto) e a doutrina da predestinação tira o controle das mãos do homem e os põe nas mãos de Deus que é o supremo controlador de todas as coisas, e o homem pecador não serve nem para coadjuvante.

    A Arca foi construída às pressas e a mensagem de Noé foi curta.

    Quando chegou o tempo, a iniqüidade em seu apogeu, Deus mandou Noé e seus filhos construírem a Arca porque a tempestade estava se aproximando.

    É a mesma coisa quando esses furações vem se aproximando e à população é dar ordem para evacuar.

    Nada de Noé pregando 120 anos e demorando todo esse tempo para construir a Arca.

    Prosseguindo...

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  28. Na postagem, Dr. BERKHOF, explica,

    "Mas a acusação não é verdadeira; o decreto simplesmente faz de Deus o Autor de seres morais livres, eles próprios os autores do pecado. Deus decreta sustentar a livre agencia deles, regular as circunstâncias da sua vida, e permitir que a livre agencia seja exercida numa multidão de atos, dos quais alguns são pecaminosos. Por boas e santas razões, Ele dá certeza ao acontecimento desses atos, mas não decreta acionar efetivamente esses maus desejos ou más escolhas no homem. O decreto concernente ao pecado não é um decreto efetivo mas permissivo, ou seja, um decreto para permitir o pecado, em distinção de um decreto para produzir o pecado sendo Deus a sua causa eficiente."


    Uma rápida palavra: Mesmo que Deus tivesse elegido tendo em vista a fé prevista, a realidade da Eleição permanece a mesma, e as mesmas acusações de que Deus seria o autor do pecado, podem ser atribuídas a Deus, dentro da doutrina arminiana, já que , de qualquer forma, Deus permitiu vir à existência aquelas pessoas que ele sabia que não iriam crer, e que Ele seria "obrigado" a condená-lo.

    Como disse o Dr. Berkhof, Deus não decreta a existência do pecado, mas permite que este venha à existência pela livre agência do homem, Adão.

    Deus, antes da Queda do homem, conhecia o bem e mal.

    Agora, Deus, não poderia conhecer o bem e o mal à partir de suas criaturas, sejam anjos caídos ou homens, porque senão Deus estaria aprendendo algo de Suas criaturas, o que é impensável.

    Os atos pecaminosos de Suas criaturas, é que estariam levando Deus ao conhecimento do bem e do mal.

    Então, como é que Deus pode conhecer (no sentido bíblico prático e não teórico) o bem e o mal ANTES do pecado existir sob qualquer circunstância, se nele não existe o mal ou o pecado?

    E, à partir de quando Deus "passou" a conhecer o bem e o mal?

    Se foi porque "viu" o pecado surgindo no futuro, Deus estaria dependendo de Suas criaturas para conhecer o bem e o mal; se não precisou de Suas criaturas, como é que Deus chegou à este conhecimento se nEle não existe o mal?

    São questões que um arminiano não saberá responder.

    Ainda que sejam muuuuito difíceis, o Calvinista vai se sair melhor.

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  29. Ainda do texto de Gn 6:3 sobre a alegação dos 120 anos da pregação de Noé. Segundo Calvino (in loc), quando a Escritura fala do quinto centésimo ano de sua idade, não afirma que ele realmente chegou a esse ponto. E esse modo de falar, que leva em conta o começo de um período, assim como o seu final, é muito comum. Portanto, na medida em que a maior parte do quinto século de sua vida foi aprovada, de modo que ele tinha quase quinhentos anos de idade, diz-se que ele era dessa idade.

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  30. Boa tarde Paulo Cade. Voce disse que “Noé achou graça aos olhos do Senhor porque era uma semente eleita, predestinada, e não porque era bom “. Como voce prova que Deus predestinou a linhagem de Sete? a linhagem de Caim tinha se corrompido, e a própria linhagem de Sete acabou degradada. apenas alguns foram considerados dignos de escapar do diluvio. Noé era um pecador, como todos os outros homens da sua época, mas ele foi considerado justo porque não perdera a sua espiritualidade. Deus dera claros sinais dos tempos, mas somente noé teve espiritualidade e discernimento suficiente para poder interpretar os sinais, e não porque ele era predestinado a escapar ao diluvio. a depravação chegou a tal ponto, que da linhagem de Sete, somente ele, Noé, demonstrou ser possuidor de uma decente qualidade espiritual. Nada de predestinado. Sua espiritualidade e seu senso moral, foi que fez a diferença. O paraíso fora perdido, mas agora o próprio globo terrestre haveria de perder tudo, como aconteceu.

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  31. Bom dia, Anônimo,

    Noé era predestinado para o serviço divino desde o seu nascimento.

    Lameque, o Pai de Noé, profetizou pelo Espírito, isto,

    "E viveu Lameque cento e oitenta e dois anos, e gerou um filho,
    A quem chamou Noé, dizendo: ESTE NOS CONSOLARÁ ACERCA DE NOSSAS OBRAS E DO TRABALHO DE NOSSAS MÃOS, POR CAUSA DA TERRA QUE O SENHOR Amaldiçoou." Gênesis 5:29-32.

    Não foi Lameque quem predestinou Noé para o ministério dos últimos dias daquela era, mas era o Espírito Santo em Lameque se expressando, plantando a semente, ou seja, a Palavra de Deus para o seu tempo.

    Quanto aos 120 anos, durante este período de tempo o Juízo seria executado, e Deus, abreviou aqueles dias, devido a iniquidade crescente, e, assim também, fará de novo, antes da vinda do Senhor. Foi o tempo dado para demonstrar a paciência de Deus, no trato com os pecadores, e, Deus, sendo onisciente, não estava esperando alguém se converter.

    Em nenhum lugar diz que o ministério de Noé, sua pregação, foi para a salvação, pelo contrário, toda a narrativa do Gênesis aponta que Deus já havia condenado e iria destruir toda aquela geração.

    Acabe com a onisciência de Deus, e você tem o Arminianismo; ponha de volta, no lugar, a onisciência de Deus, e você tem o Calvinismo.

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  32. Boa tarde calvinistas. Qual o verso mais forte a favor da predestinação? Existe algum versiculo ou versiculos que indica fatalmente a predestinação dos eleitos, ou chamados?

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  33. Se a predestinação existisse, teria o lado negativo que seria a reprovação. e a própria reprovação pode expressar uma verdade, se o que Deus fizer em prol dos não eleitos for finalmente bom, e não destrutivo. a missão de Cristo possibilitou uma restauração, que opera em favor dos não eleitos, conferindo a eles uma glória positiva a ser conquistada e entregue a Cristo, além de uma vida digna de ser vivida. Isso será alcançado através do julgamento, e não a revelia do mesmo. Efesios 1.10, fala da parte do mistério da vontade de Deus, que é a unidade de todas as coisas em redor de Cristo, no ainda distante dia eterno. A restauração dos não eleitos não pode ser comparada com a redenção dos eleitos, pois a despeito da glória secundária que porventura envolva, comparativamente falando, é apenas uma perda infinita, pois o que perderão representa para os eleitos uma vantagem infinita.

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