quarta-feira, 12 de agosto de 2015

O Desafio de Azenilto – Como criticar as Testemunhas de Jeová e justificar a Igreja Adventista? – Parte 4, A.

No segundo capítulo do livro “O Desafio da Torre”, temos um golpe frontal a uma pretensão do Corpo Governante das Testemunhas de Jeová. A reivindicação de serem eles, um ‘único canal de comunicação de Deus’. Esse canal, porém, não é no sentido que lemos no campo teológico. De que a Igreja é o povo de Deus, que ele usa para comunicar Sua vontade aos homens. A maneira que o ensino TJ assevera, é exclusivista e misticamente denominacional. Azenilto demonstra isso em algumas citações das publicações da Torre de Vigia. E depois, apresenta uma lista definitivamente destruidora para essa afirmativa auto exclusiva da liderança TJ. O autor adventista de O Desafio da Torre das páginas 29 a 35 nos brinda com uma lista de cinquenta (isto mesmo que você leu) cinquenta [50], previsões e mudanças proféticas no esquema de interpretações da Torre de Vigia, que faz com que apresentação como a seguinte, torne-se quase que uma anedota, se não fosse trágico:

“Jeová não permite que sua organização [a Torre de Vigia e seus súditos] vá em qualquer direção que esteja inclinada a ir.” (Organizados, p. 9).

Acabou indo dezenas de vezes...

Depois da lista, Azenilto concluí corretamente:

Apesar disso tudo, a Sociedade Torre de Vigia e Tratados reivindica ser uma entidade teocrática, ou seja – diretamente dirigida por Deus, representados o “carro antítipico de Jeová” (Ezequiel 1), o servos ao qual o Senhor confiou os Seus bens (Mateus 24.45-47), o Israel espiritual, o exclusivo canal para a transmissão da verdade divina, etc. Seus livros são referidos como instrumentos de advertência de desmascaramentos dos erros e hipocrisia da cristandade...” (O Desafio da Torre de Vigia, p. 36[grifo meu]).

Quais justificativas as Testemunhas de Jeová ‘recebem’ do Corpo Governante a respeito desses fracassos?


1. Que eles não são inspirados e podem cometer erros: “As Testemunhas de Jeová não professam ser profetas inspirados. Cometeram erros.” (Raciocínios, p. 162)
2. Que a luz da verdade brilha mais e mais: “A Bíblia mostra que Jeová habilita Seus servos a entender Seu propósito de maneira progressiva (Pv 4:18; João 16:12).” (Raciocínios, p. 390).
3. Os servos de Deus na Bíblia também cometeram erros de interpretação: “Como no caso dos apóstolos de Jesus Cristo, tiveram às vezes expectativas erradas. – Luc 19:11; Atos 1:6.” (Raciocínios, p. 162).

Agora, vamos aos fatos adventistas em comparação ao que foi dito no livro de Azenilto Brito...

A história nos revela que um americano, Guilherme Miller [e seus amigos], calculou a volta de Cristo para março de 1843. Depois, para março de 1844, depois para outubro de 1844. Todos, obviamente, fracassados. Tanto, que os apologistas adventistas, acusam (querendo justificar a IASD) Miller e seus companheiros disso:

Ellen White, assim como os demais adventistas, nunca marcaram datas para a volta de Jesus. Quem se aventurou nisso foram os mileritas (seguidores de Guilherme Miller), observadores do domingo e que pertenciam a várias denominações evangélicas da época: Batista da Comunhão Restrita, Batista da Comunhão Livre, Batista Calvinista, Batista Arminiana, Metodista Episcopal, Metodista Evangélica, Metodista Wesleyana, Metodista Primitiva, Congregacional, Luterana, Presbiteriana, Protestante Episcopal, Reformada Alemã, etc. Poderíamos dizer que esses sim eram “profissionais” na “arte” de marcar datas. Não negamos nossa origem milerita, mas jamais iremos aceitar que como movimento organizado os Adventistas do Sétimo Dia marcaram datas para a o retorno glorioso do Salvador.” (http://novotempo.com/namiradaverdade/ellen-g-white-%E2%80%93-a-profetisa-que-nao-falhou-parte-3/)

Porém, o que pensava Ellen White, a profetisa inspirada (de Leandro Quadros, o autor das palavras acima, bem como de Azenilto Brito), a respeito do movimento do advento e do próprio G. Miller? Veja alguns exemplos:

[...] multidões se convenceram da exatidão dos princípios de interpretação profética adotados por Miller e seus companheiros, e maravilhoso impulso foi dado ao movimento do advento.” (Grande Conflito, p. 335).

“Os que se ocupam de proclamar a terceira mensagem angélica pesquisam as Escrituras seguindo o mesmo plano que o pai Miller adotava.” (Reviewand Herald, 25/11/1884. Citado em Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia, p. 111.).

Reproduzo aqui, uma parte do meu livro A Conspiração Adventista, páginas 52 a 55:

“Ellen White disse que Miller “[...] deixou de lado as opiniões preconcebidas, dispensou comentários e usou apenas as concordâncias das referências bíblicas”78. [...] Além disso, Ellen White diz que “anjos estavam guiando a compreensão de Miller”79. Observe que foi o entendimento de Miller que estava sendo orientado por anjos. Ellen White reveste Guilherme Miller de autoridade profética dizendo: “Assim como Eliseu foi chamado [...] também Guilherme Miller foi chamado para deixar o arado e desvendar ao povo os mistérios do reino de Deus”80. A comparação é presunçosa, dificilmente Miller teria tal concepção de si mesmo, mas o que revelou a sequência dos fatos faz com que essa declaração de Ellen White seja vazia e indigna de credibilidade. Um pouco de leitura da história (bíblica) de Eliseu e a de Guilherme Miller os afasta de qualquer comparação, a não ser que a profetisa queira conceder autoridade divina ao idealizador de sua principal doutrina. Depois ela afirma que “em quase todos os lugares que Miller pregava resultava em avivamento”81. Ellen White, nesse trecho, afirma que Miller também era um avivalista! Um acontecimento natural foi combustível para que a mensagem de Miller sobre 1844 fosse aceita. Uma chuva de meteoros em proporções alarmantes foi vista nos EUA, então de forma alvoroçada, associaram aquele evento com Mateus 24:29 e Apocalipse 6:13. Ellen White afirmou: “[...] apareceu o último dos sinais que foram prometidos pelo Salvador como indícios de Seu segundo advento” 82 Às vezes alguns acontecimentos têm chamado a atenção de cristãos para a proximidade da vinda do Senhor Jesus. Isso aconteceu com o tsunami e, atualmente, com o aquecimento global (compare com Lucas 21:25). Mas a insistência inadequada com certos acontecimentos, com o intuito de promover a autenticação de um movimento religioso, leva a erros que dificilmente são abandonados, pois parece mais importante a autenticação do grupo do que aceitar que houve algum erro, e corrigi-lo de acordo com a verdade83. Se o acontecimento fosse o real cumprimento de Mateus 24:29, a vinda de Cristo se daria logo em seguida, pois a passagem diz assim: “...as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. (30) Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do homem...”. O termo ‘então’, no original grego é um “[...] advérbio demonstrativo de tempo, denota ‘nesse ou naquele momento’[...]”84, portanto, a interpretação de Ellen White é órfã, também, de apoio linguístico. Obviamente, a natureza escatológica do grupo pode dizer muito mais coisas para o ‘então’ (caso seja preterista, futurista, idealista ou historicista). Mas, o movimento Adventista, nos dias de Miller, esperava a vinda literal de Cristo em 1844. Não há como usar um processo de magnitude profética, de longa extensão, para creditar desculpas ao pensamento de Ellen White, sendo que ela aplicou tais textos bíblicos a esse acontecimento. Ellen White, nesse trecho, afirma que Miller também era um avivalista!” [Notas: 79. O Grande Conflito, p.320. 80. Ibidem, p.330. 81. Ibidem, p.331. 82. Ibidem, p.332. 83. Antony Hoekema. A Bíblia e o Futuro, p.177,178. Editora Cultura Cristã. 84. W. E. Vine. Dicionário Vine, p. 596.]

Se a proposta do autor de O Desafio da Torre de Vigia é questionar as reivindicações proféticas do Corpo Governante, baseado no que revelaram os fatos a respeito das previsões deles, o que dizer a respeito de Miller e seus cálculos, tendo em vista as opiniões divergentes acima? Ele foi ou não usado por Deus para anunciar a vinda literal de Cristo em 22 de outubro de 1844, e em outras datas? Se os fatos colocam em xeque as pretensões proféticas da Liderança TJ, não temos também as mesmas provas para considerar a opinião de Ellen White a respeito de Miller uma fantasia de uma mente sonhadora?

Deixo os leitores fazerem o julgamento usando os princípios que nosso cavaleiro Azenilto Brito escreveu...

Outra objeção interessante em O Desafio da Torre de Vigia é o argumento do autor na página 36 a respeito da justificativa da Torre baseada em Provérbios 4.18. Ele escreveu:

Basta ler o contexto de Prov. 4:18 para perceber que o assunto não é progresso de conhecimento e aprimoramento doutrinário de entidades religiosas, mas o despertar do indivíduo para a vida adulta [...]” (O Desafio da Torre, p.36 [grifo meu]).

Curiosamente, o famoso e polêmico livro adventista, Questões Sobre Doutrina, cita o texto de Provérbios 4.18 na percepção jeovista, e não de Azenilto Brito, veja:

Os adventistas do sétimo dia crêem que o conhecimento humano da verdade divina é progressivo: “A vereda aos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.” (Pv 4.18). Certamente devíamos saber mais sobre a vontade e o propósito de Deus do que os justos de épocas passadas, e no futuro devemos, justificadamente, esperar maior desdobramento da verdade bíblica.” (p. 34[grifo meu]).

Pelo jeito, os autores de Questões não leram o contexto de Pv 4.18, segundo Brito, e incluiu os “adventistas do sétimo dia” como a “entidade religiosa” que muda posições doutrinárias. Para rejeitar categoricamente a posição da Torre de Vigia, Azenilto Brito não vê nenhuma possibilidade de Pv 4.18 ter alguma implicação no progresso do conhecimento da verdade por parte de grupos religiosos – excluindo assim os autores de Questões... mas que escritor tem mais autoridade e representação na IASD - Azenilto Brito ou os escritores de Questões Sobre Doutrina?

Pode ser que as Testemunhas de Jeová tenham mais apoio em sua interpretação de Pv 4.18 entre os Adventistas do que o próprio Azenilto Brito!!!

Na próxima postagem ainda continuarei no desenvolvimento dessa parte 4, pois trataremos de erros de Ellen White e das explicações dadas, e se coadunam com o que as Testemunhas de Jeová pensam, ou se o autor de O Desafio da Torre está também comprometido.


Deus nos fortaleça na verdade (Jo 8.32).

25 comentários:

  1. Já falei pessimo negócio para Azenildo ter atacado os tejotas pois seu movimento também é alvo das mesmas críticas da organicaçao de 'Jeová' e mentores destes.

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  2. Creio que o irmão Luciano Sena esteja tomando todo o livro de Azenilto como sendo composto essencialmente por críticas!

    Mas não e isto que tenho percebido. O que percebo é que são feitas análises bem ponderadas.

    Não creio que o conteúdo do livro, nestas partes que o irmão têm utilizado, houvesse sido escrito com a intenção de criticar!

    "“Apesar disso tudo, a Sociedade Torre de Vigia e Tratados reivindica ser uma entidade teocrática, ou seja – diretamente dirigida por Deus, representados o “carro antítipico de Jeová” (Ezequiel 1), o servos ao qual o Senhor confiou os Seus bens (Mateus 24.45-47), o Israel espiritual, o exclusivo canal para a transmissão da verdade divina, etc. Seus livros são referidos como instrumentos de advertência de desmascaramentos dos erros e hipocrisia da cristandade...” (O Desafio da Torre de Vigia, p. 36[grifo meu])."

    O que percebo é que tais trechos seriam escritos com o objetivo de elucidar, explanar, introduzir a crença dos irmãos TJs, independente de serem parecidas ou não com as crenças adventistas ou de demais igrejas.

    Não vejo neste Livro de Azenilto, ainda que utilizando os trechos citados aqui, um objetivo de destruir a fé dos irmãos da Torre de Vigia. Tampouco criticá-los em cada crença que á abordada em seu livro.

    Portanto esta presunção, acerca de Azenilto estar criticando os TJs, em todo e cada verso contido em seu livro, creio fazer parte da conveniência de Luciano Sena.

    Creio que a obra "O Desafio da Torre" tenha um proposta diferente do livreto "A Conspiração Adventista". Até porque o livro de Azenilto, tomando por base o que é trazido aqui por Luciano Sena, tem mostrado tratar das crenças propriamente ditas dos TJs. Diferente do citado livro de Luciano Sena, que tem por base teorias conspiratórias.

    Quando tomando, por exemplo, os "famosos livros sobre illuminatis" percebemos que ali constam apenas análises críticas e não um estudo aprofundado acerca da maçonaria.

    Se o livro de Azenilto estiver realmente escrito desta forma que Luciano Sena tem proposto, apenas significaria de que a obra "O Desafio da Torre" seria puramente tendenciosa, assim como é o livreto "A conspiração adventista".

    Mas não é isto que tenho notado! O que tenho notado é que boa parte dos trechos são análises essencialmente imparciais! Feitas tão somente porque eram necessárias ao conhecimento do leitor.

    Então Azenilto não estaria necessariamente criticando, quando aborda diversos aspectos das crenças dos irmãos TJs. Mas tão somente abordando certos aspectos de suas crenças independentes de tais crenças serem apoiadas ou não pela IASD e demais igrejas ortodoxas.

    Então, noto que há uma falácia aí por parte de Luciano Sena, em tentar levar o leitor a crer de que Azenilto estivesse realmente criticando as TJs em todos estes trechos quando, pelo que podemos acompanhar, demonstra que estaria tão somente trazendo à conhecimento de seus leitores detalhes das crenças dos TJs independente, repito, de serem parecidas ou não com as crenças adventistas ou de demais igrejas.

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  3. Sim irmão Sr.Adventista, o Luciano gosta de misticismo e prefere ficar preso a mitos tentando assim utiliza- los a todo custo como meio de encobrir a sua incapacidade de aceitar a verdadeira realidade dos fatos.



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  4. Sim irmão Sr.Adventista, o Luciano gosta de misticismo e prefere ficar preso a mitos tentando assim utiliza- los a todo custo como meio de encobrir a sua incapacidade de aceitar a verdadeira realidade dos fatos.



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  5. blá blá blá! chega ser cansativo isso.

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  6. blá blá blá! chega ser cansativo isso.

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  7. ... estou ponderando não liberar mais comentários...

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    1. Não se esqueça irmão Luciano Sena, se moderar novamente os comentários, seu BLOG focará as MOSCAS novamente, e como da última vez, vc sentiu nossa falta e voltou a liberar.

      Pense muito bem mesmo, pois pode ter voltar atrás novamente pela segunda vez.

      Abraços e fiquemos com Deus!

      Lembre-se, o IBOPE de seu BLOG somos não que damos.

      Se nos VOLTAR a MODERAR, vai ficar chato, e não terá mais nossos comentários que você insiste tanto em dizer que são ISSO ou AQUILO, mas não vive sem ELES!

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  8. Há! Vocês escreverem os disparates contra o adventismo não é bla, bla, blá né?! Têm a presunção de serem irrefutáveis e quando são contestados vociferam e expressam o espírito anti-adventismo e daí tudo é cansativo, prolixo.
    Quando Paulo Cadi escreve seus textos excessivamente longos não são cansativos né Ferro e fogo?!
    Vocês ainda não perceberam que "dura coisa é recalcitrar contra os aguilhões"? Atos 26:14

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  9. Moisés Neves, onde foi contestado? O que o sr Adventista e o Genes escreveram, foi "contestação??!

    Esse é problema, vcs aprenderam que são incontestáveis...

    A postagem aqui, Moisés, é sobre o livro do Azenilto, se tem algo de real substancia para contestar, fique a vontade...

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  10. Nas redes sociais, o Azenilto só sabe virar p mim e dizer que já me refutou... e como ele diz isso e repete isso, e repete, e repete, e repete, eu já comecei acreditar.

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    1. (com humor) Dê uma olhada no último Na Mira da Verdade, que passou dia 17/08/15, creio que Leandro quadros tratou de seu livro, no momento da mentira, para variar. O amigo poderá pegar nas reprises.

      Ele disse algo do tipo "livro sem-vergonhinha!"

      Então só pode ser o seu querido irmão!

      Quanto ao ao irmão Azenilto, cujo livro esgotou rapidamente a primeira tiragem, e que foi convidado para o RIT TV oportunidade em que foi convidado a falar também de seu livro, ao que podemos constar parece que tem sido um escritor relativamente bem requisitado e que está sendo bastante respeitado.

      Houve até um debate no ia-cs, que atingiu uma repercussão que o irmão, talvez, jamais pudesse sonhar ocorrer em seu blog.

      E repercussão positiva! Diferente daquele vídeo que o irão produziu e que teve uma repercussão bastante negativa na comunidade cristã.

      Então, não creio que seja razoável o irmão criticá-lo com desdém.

      E nem os adventistas, que aqui comentam, e que lhe rendem muitas visualizações e interações (ainda que não sejam interações sobre as postagens chatas, e algumas raras não plenamente entendível, as quais não tem despertado muito interesse).

      Afinal de contas, inevitavelmente o adventismo se tornou o carro chefe de seu blog, não é mesmo?

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    2. Desculpe-me irmão Luciano Sena, mas vou ter que rir. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

      "livro sem-vergonhinha".

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Deve ter doido muito.

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    3. E é verdade mesmo...

      É no momento da "MENTIRA".

      Ocorreu no tempo 46 minutos à 50 minutos.

      https://www.youtube.com/watch?v=lMPJ42xDQiU

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  11. Luciano, creio que o irmão já deve ter percebido o real motivo porque os demais irmãos não estão levando a sério o que escreve, os reais motivos estão logo acima.

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  12. Tem alguma objeção ao artigo Gênes? Pode fazer, ok... não sou obrigado responder, pois como eu já disse - minha opinião é a postagem. Vc questione ela, quanto quiser, e seu comentário ficará aqui p todo verem.

    Agora se não tem a respeito, pare de insinuações.

    Bem, pare se quiser.

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    1. Como o irmão não tem costume de dialogar, vamos simular um diálogo, para facilitar a compreensão da questão:

      (Luciano Sena) - Aqui Azenilto está criticando certas crenças dos TJs.

      (Luciano Sena) - Aqui Azenilto está novamente criticando certas crenças dos TJs e eles fazem o mesmo!

      (Luciano Sena) - Aqui Azenilto está mais uma vez criticando certas crenças dos TJs e eles fazem o mesmo!

      (Luciano Sena) - Em todo o seu livro Azenilto está mais uma vez criticando certas crenças dos TJs enquanto eles fazem o mesmo.

      (o leitor) - Ué, mas não parece que Azenilto esteja criticando os TJs neste trecho.

      (o leitor) - Ué, neste outro trecho o que parece é que Azenilto esteja tão somente explanando detalhes das crenças dos TJs.

      (o leitor) - E aqui, mais uma vez, Azenilto está apenas dizendo naquilo que os TJs crêem e não necessáriamente criticando!

      (Luciano Sena) - Não! Ele está criticando sim! E os adventistas fazem o mesmo!

      (Sr. Adventista) - Não, Luciano Sena, Azenilto nem está levando em conta se tais crenças são semelhantes ou não às adventistas ou de qualquer igreja!

      (Luciano Sena) - Está sim! Ele está falando mal das crenças dos TJs.

      (Sr. Adventista) - Não, Luciano Sena, Azenilto não está fazendo isto. O objetivo destes textos é elucidar e não atacar as crenças, como fazem alguns livros conspiratórios com as crenças alheias.

      (Luciano Sena) - Está sim! Ele está fazendo a mesma coisa que eu fiz em meu livro!

      (Sr, Adventista) - Não, irmão Luciano! Quando se constrói um livro estritamente de críticas como o "A conspiração adventista), aí sim você coloca somente as crenças que considera errada e que pretende atacar! Porém quando você deseja construir um livro sério, sobre as reais crenças de uma religião, você coloca seu conjunto de crenças independente de concordar ou não.

      (Luciano Sena) - Está errado! Quando se escreve um livro apologético, você só ataca! Só critica! E tendenciosamente tenta expô-los ao ridículo, como fiz em meu livro! É assim que funciona! Azenilto não estava explicando as crenças dos TJs e manuseando-as de forma responsável ele estava CRITICANDO os TJs em coisas que o Adventismo fazem o mesmo!

      (Sr. Adventista) - Não, irmão Luciano, não estava! Esta é uma falácia que o irmão inventou, a fim de enganar os seus leitores, levando-os a pensar que, ao "criticar" os TJs, Azenilto estava sendo hipócrita! Porém, Azenilto não estava criticando os TJs, naqueles trechos, mas tão somente citando suas crenças, sem levar em conta se eram ou não parecidas com as crenças adventistas ou de demais denominações!

      (em suma)

      Os leitores não estão dando muita bola para esta série de artigo acerca do livro de Azenilto, por perceberem que desde o título "Como criticar as Testemunhas de Jeová e justificar a Igreja Adventista" já se constitui em uma falácia.

      Seus, ou, nossos leitores, pelo que podemos notar são extremamente críticos, inteligentes e fatalmente já notaram esta tentativa de falácia por parte do irmão.

      Considere portanto, esta série de artigos sobre o livro de Azenilto, por meio destas explicações que lhe dei, como:

      Refutado!!!

      E um alerta ao querido irmão:

      Primeiro Leandro Quadros, agora o Azenilto!

      Me pergunto, o por que deste comportamento obsessivo por tais pessoas, irmão Luciano?

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    2. Irmão Luciano estou apenas sendo objetivo, estou mostrando apenas á realidade dos fatos.

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    3. Não tem argumentos contra o artigo.

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    4. Não seria muito proveitoso argumentar contra ( ).
      Portanto se o irmão pretende ver algo onde não existe, não poderei fazer nada a não ser observar a vossa redundância imaginária.

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  13. (Luciano Sena) - Está sim! Ele está fazendo a mesma coisa que eu fiz em meu livro!

    Essa foi muito boa. kkkkkkkkkkkkkk

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