segunda-feira, 15 de abril de 2013

Antony Hoekema e o estado do Não Regenerado em Romanos 7 – Parte 2


“... (2) Não se encontra em Romanos 7.13-25 uma referência sequer ao Espírito Santo, ou ao poder que Ele dá para vencer o pecado, mas há pelo menos dezesseis referências ao Espírito Santo no capítulo 8. Isso tem que ter algum motivo.

(3) O tom de frustração e derrota que permeia Romanos 7.13-25 não combina com o tom vitorioso com que Paulo descreve a vida normal do cristão. Já vimos que, em Gálatas 5.16-25, Paulo retrata a luta do cristão como carne versus Espírito, mas numa atmosfera de vitória, não de derrota. Quando Paulo diz, em Romanos 7.23, por exemplo, que ele vê em seus membros uma outra lei que guerreia contra a lei da sua mente, fazendo-o prisioneiro da lei do pecado que está em seus membros, ele realmente não parece estar descrevendo a mesma situação que aparece em Romanos 8.2: "A lei do Espírito da vida em Cristo Jesus [me]livrou da lei do pecado e da morte".

(4) Muitos comentaristas já chamaram a atenção para as incomuns palavras de Romanos 7.25: "De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado". A expressão "de mim mesmo" é enfática, e sugere que Paulo está na realidade descrevendo alguém que tenta "ser independente", "se virar sozinho" — viver a vida de obediência por suas próprias forças, e não na força do Espírito."

Fonte: O cristão toma consciência do seu valor

Veja a primeira parte AQUI

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Ellen White contraria Leandro Quadros – ela está certa!!!


Já postei aqui no Blog que, enquanto a escritora Ellen White manteve-se nas veredas da Teologia Protestante, ela não errou tanto.

Um assunto que tenho destacado constantemente aqui, é que a Igreja Adventista do Sétimo Dia, com a sua atual erudição, nega a inerrância bíblica. Não por causa da Teologia Liberal (apesar de vomitar o mesmo esgoto neste assunto), mas por causa de Ellen White.

Visto que existem provas que Ellen White errou, e muito, em suas exposições bíblicas, históricas e cientificas, e asseverava que sua doutrina era recebida por visões, sonhos e inspirações. Diante deste fato, a solução para a profetisa continuar sendo a papisa adventista, não foi negar tal posição dela no bojo adventista, mas jogar a inerrância bíblica ao submundo teológica, e dizendo: ‘Se Ellen White errou, a Bíblia também errou!’

Porém, estou suspeitando algo. Desde quando tenho lido essa oposição contra a Inerrância por parte dos eruditos adventistas. Com que tenho lido nos livros de Ellen White, leva-me a crer que ela acreditava na inerrância bíblica. Veja o que transcrevo abaixo, tirado da Introdução do Grande Conflito:

“Escritos em épocas diferentes, por homens de origem e posição diversas, e variando entre si quanto à sua capacidade intelectual e espiritual, os livros da Bíblia oferecem um singular contraste de estilos e uma variedade de formas dos assuntos expostos. A fraseologia dos diferentes escritos diverge, expondo uns os mesmos fatos com maior clareza do que outros. E como sucede, às vezes, tratarem um mesmo assunto sob aspectos e relações diferentes, pode parecer ao leitor de ocasião e imbuído de algum preconceito, que os seus conceitos divergem, quando um meditado estudo deixa transparecer claramente o seu fundo harmônico.”

Observe bem. Leandro Quadros disse que não descarta a possibilidade do próprio profeta bíblico ter errado (no caso, uma discrepância numérica). Porém a profetisa disse que tais pessoas, do tipo que dizem o que Leandro Quadros disse, ‘são preconceituosas’.

O Centro White afirma que a teoria da intervenção na inerrância e na inspiração, é a que mais se aproxima de Ellen White e da Bíblia. Ou seja, em assunto de salvação o Espírito Santo interfere no autor humano e corrige qualquer imperfeição. Leandro Quadros, também disse que a perfeição da Escritura está ‘na Lei’ ou em tudo aquilo que a Escritura trata da salvação do homem. No entanto... a profetisa adventista disse oura coisa. Note:

É assim que Deus Se agradou comunicar Sua verdade ao mundo por meio de agências humanas que Ele próprio, pelo Seu Espírito, faz idôneas para essa missão, dirigindo-lhes a mente no tocante ao que devem falar ou escrever.”

Entendo que Leandro Quadros, os demais adventistas que atacam a inerrância bíblica, não estão em sintonia com a teologia de Ellen White neste ponto! 

'Mas tudo bem, ela errou, não é mesmo!?'

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Deus e a lógica: comprimindo Deus ou divinizando a razão?


Esse assunto ocupa um espaço nos debates Apologéticos, Cristãos e Reformados. Dentro no arraial cristão grupos digladiam-se - 'entre família'-, gastando energias (e outras coisas mais) para expor se um movimento será mais ou não... é... bíblico e/ou lógico? Bem é difícil até mesmo definir o real motivo da divisão.

Alguns destacariam que a lógica é tão importante, que mesmo uma postagem de um leigo não seria inteligível se não existisse lógica – quando as coisas não são bem explicadas, as coisas ficam sem lógica! Tal é a importância da lógica.


Precisamos ter algumas reservas quanto ao poder da lógica/razão; não em ser a lógica a conclusão necessária de toda proposição, mas como meio instrumental de receber, ou mesmo 'entender', Deus. Quando Deus usou a lógica para nos comunicar coisas (A Bíblia), não significa que tal instrumento, a lógica/razão, pode ser um veículo na nossa busca de Deus.


O Rev. Cleverson, professor de Teologia Sistemática no IBEL disse certa vez: “Deus é suprarracional.” Ele quis dizer que Deus está acima da lógica. Alguns poderiam sobrepor dizendo: “Como ele sabe disso? Não seria usando a lógica?” Simples: Reconhecendo que testaremos algumas doutrinas até certo ponto com a nossa capacidade. Mas ela não é o cânon para finalizar o exame.


Outros poderiam também destacar: “para Deus 1 + 1  é = 2???”  Bem, deve ser, visto que eu dei números e a 'regra matemática'!. Mas se Deus perguntasse algo de seu mundo para mim, ou mesmo algo em relação a como ele trabalha no tempo tendo todas as coisas diante de si desde toda a eternidade, lanço-me em terra e só posso repetir as palavras de Romanos 11.33-36.


Quando leio sofisticados argumentos filosóficos para provar a existência de Deus, fico impressionado com ‘tanta epistemologia’. Mas bem pouco de Evangelho que é o poder de Deus (Rm 1.16) – e segundo a lógica, poder é Poder!


  • "Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu ['religioso?'], e também do grego ['intelectual?']."


Não, por favor, não estou dizendo que são inúteis, só estou dizendo que tais argumentos sem o Evangelho pode convencer mas não converter! Você no máximo produzirá um teísta condenado ao inferno, mas não um pecador perdoado e regenerado para o céu, obra que o Espírito Santo só faz por meio da Palavra de Deus.


Para mim, leigo obviamente, o problema vai mais longe do que dividiu Clark de Van Til, mais fundo do que Sproul de Frame protagonizam. O grande problema é usar nossa limitação e não a revelação, achando que poderíamos chegar a alguma conclusão segura, sem o pleno conhecimento bíblico.


O mesmo pastor que citei, também disse: “O limite da lógica é a Escritura.*” 

Meu pensamento é que Apologética é Evangelização. Eu não me identificaria com as linhas apologéticas que existem, embora todas são ótimas. Acredito que deveríamos ter um tipo de apologética adaptada, ao contexto e ao indivíduo que estamos evangelizando.


*Veja parte de um estudo do Reverendo Cleverson Gilvan AQUI


terça-feira, 9 de abril de 2013

Vídeo do Rev. Marcos Amaral - Alguém na IPB vai fazer alguma coisa?

A IPB proibiu 'coreografia', palmas (para Jesus!), e até a pombinha da sarça irão tirar. 
Ok, tudo bem! Aceito e concordo, amém! 

Mas quero ver se algum DOUTOR, REVERENDO, ETC, ETC... (dos que gostam  de criticar neopentecostais e arminianos!) vai defender a Fé Reformada diante deste individuo no Supremo Concílio ano que vem! 

Ou será que um membro comum da IPB - como eu - terá que recorrer ao Conselho, Presbitério, Sínodo e Supremo Concílio?

Neste vídeo abaixo o Reverendo Marcos Amaral, Presidente do Sínodo de Guanabara, junto com representantes das religiões espíritas, diz que 'o cristianismo não é religião de confrontação' "que os evangélicos terão que reconhecer os erros!" Quais? Pregar o arrependimento?



sábado, 6 de abril de 2013

Os Titãs Adventistas voltarão dia 9: minha pergunta ao Leandro Quadros


Já faz algum tempo que apresentei AQUI no Blog MCA algumas observações a respeito de um programa Na Mira da Verdade intitulado ‘Todos na Mira’. Pois bem, eles ‘voltarão’! Dia 9 de abril na TV Novo Tempo, ao vivo (AQUI), estarão reunidos grandes nomes do Adventismo da mídia, os quais o coadjuvante do programa Na Mira da Verdade, Tito, chamou de ‘Titãs’.


Como será difícil enviar alguma pergunta, eu já postarei aqui a minha. Pode ser, que esta postagem caia no colo do Titã Leandro Quadros, ou de QUALQUER um dos outros* ‘deuses gregos’. Gostaria que essa pergunta fosse lida na íntegra:

  •       A teologia adventista afirma que a Bíblia tem erros. A teologia adventista afirma que os autores inspirados erraram. A teologia adventista afirma que a inerrância bíblica é apenas em matéria de ‘doutrina’ (o Centro White concorda com a teoria da intervenção, no caso da inspiração da Escritura). Qual ensino ou escrito da Senhora Ellen White, confirma que o texto inspirado não é inerrante em matéria de história e ciência?


Os Adventistas, em tese, afirmam que Ellen White errou,  por isso, eles dizem que a Bíblia também tem erros. Porém, qual foi o erro de Ellen White? Poderiam me mostrar? Para mais detalhes sobre a afirmação de Leandro Quadros de que a Bíblia tem erros veja: http://mcapologetico.blogspot.com.br/2012/10/o-tita-leandro-quadros-afirma-os.html

*Teria outra também ao Rodrigo, que, diga-se de passagem, é um ótimo apologista. Para ele perguntaria o seguinte: Em outro ‘Todos na Mira’, você disse que rejeita o dispensacionalismo pois esse marcou a volta de Cristo. E o que dizer dos cálculos de Guilherme Miller? Não marcou ele a volta de Cristo TAMBÉM?

Não venha dizer que foi o ‘pregador batista Miller’ que pregou a volta de Cristo! Não é esse conceito que Ellen White tinha dele e dos sistemas de interpretação que ele usou:

Anjos de Deus repetidamente visitavam aquele escolhido, para guiar seu espírito e abrir á sua compreensão profecias que sempre tinham sido obscuras para o povo de Deus.”(O Grande Conflito, 2010, p. 229).

“Assim como Eliseu foi chamado [...] também Guilherme Miller foi chamado para deixar o arado e desvendar ao povo os mistérios do reino de Deus” (O Grande Conflito,1975, p.330).

Assim como os discípulos de Jesus estiveram em erro quanto ao reino a ser estabelecido no fim das setentas semanas, também os adventistas se enganaram em relação ao fato a ocorrer à terminação dos 2300 dias. Em ambos os casos, houve aceitação de erros populares, ou antes, uma advertência a eles cegando o espírito à verdade. Ambas as classes [...] sofreram desapontamento (O Grande Conflito, 1975, p.353).

Não incomodaria os demais Titãs, afinal, eles precisam mostrar seus poderes aos seus admiradores!

P.S: Dedico esta postagem aos irmãos da IPB de Cuiabá, que tem acompanhado o Blog MCA. Deus os abençoe e fortaleça a todos na divulgação do puro evangelho!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O argumento fracassado de Leandro Quadros contra o DOMINGO – Final


Os últimos argumentos apresentados por Leandro Quadros, na sua primeira postagem contra o Domingo, são:

“Nem o Pai nem o filho reclamaram o domingo como “SEU” em qualquer sentido. Se seguirmos a lógica dos oponentes (em guardar o domingo por que Jesus ressuscitou no primeiro dia), poderíamos santificar a sexta-feira – o dia da crucificação. Ele não tem menos importância para nós cristãos! Por que não chamar o dia da “ascensão” de “dia do Senhor?” Qual critério bíblico é utilizado para dizer que o momento da ressurreição é mais importante que o dia em que Cristo morreu e subiu aos céus?” (AQUI)


Em primeiro lugar, a argumentação só teria alguma validade SE o texto de Apocalipse 1.10 não fosse aplicado ao primeiro dia da semana. João Ricardo Ferreira diz: 

O significado do termo “Kyriakê Hêmera” literalmente é: que diz respeito ao Senhor, fala do Senhor, senhorial, dominical... A Tradução de Apocalipse 1.10 seria: Eu fui arrebatado no dia Senhorial. O sinônimo usado é “dominical”. 

Segundo, a prática litúrgica neotestamentária não enfatizou o dia da morte, nem da ascensão, e sim o dia da ressurreição (apesar de a Ceia do Senhor lembrar a morte e a volta de Cristo).

Leandro Quadro continua sua investida contra o dia do Senhor: “Toda a vez que o Novo Testamento se refere ao primeiro dia da semana, usa a expressão “primeiro [dia] após o sábado” (Mt 28:1; Mc 16:2; Lc 24:1; Jo 20:1,19; At 20:7; 1Co. 16:2). Ou, “segundo [dia] após o sábado”, etc. Isto dá mais valor ao sétimo dia como ponto central da semana, para os escritores evangélicos.”

Isto dá mais valor?! Como?

Ao contrário, está enfatizando que o sábado ficou para trás! Que o ponto da confissão de fé salvífico, da Igreja Eleita, foi realizado NO primeiro dia da semana:

  • Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.”  Romanos 10.9

Deus preservou por meio da Igreja do Novo Testamento, um testemunho semanal da Ressurreição do Senhor Jesus Cristo: O Domingo!


CONCLUSÃO

Como eu disse em postagens anteriores, os argumentos de Leandro Quadros são apenas celeumas religiosas. Mais nada. O trabalho dele é vomitar o que bebeu de sua 'fonte de verdade', Ellen White! Que segundo ela, a marca da besta será o domingo. Por isso, ele precisa ser um feroz opositor do dia do Senhor, dia oficial da celebração cristã.

terça-feira, 2 de abril de 2013

A apologética nos Símbolos de Westminster é pressuposicionalista?

Acho que toda defesa da fé cristã é útil, e para alguns contextos algumas são mais eficazes do que outras

A apologética evidencialista, apresenta 'provas materiais', ou observáveis, em favor do cristianismo. Porém, 'a atualização de dados pode ser difícil para uma manutenção argumentativa'. 

Uma apologética racionalista também apela constantemente para pressupostos filosóficos, razão e confronto intelectual. Mas a razão está ofuscados pelo pecado, impossibilitando um uso adequado dela por parte de pessoas não regeneradas (Veja minha opinião sobre a razão AQUI). 

A apologética pressuposicionalista trabalha mais com antecedentes instalados na alma, o fator religioso que todo homem tem. Mas essa também tem sua dificuldade em um mundo onde a crença no mundo espiritual tem diminuído.

A maioria dos irmãos Reformados tem apontado a apologética pressuposionalista como a apologética genuinamente reformada. Acredito nisso, mas não acho que ela (A Teologia Reformada) é exclusivamente pressuposicionalista.

O que me parece é que os Símbolos de Westminster não fixa uma maneira única de fazer apologética. Por exemplo, a existência de Deus e a validade da Escritura. Alguns trechos dos Símbolos de Westminster podem lançar luz sobre esse assunto:

“CAPÍTULO I

DA ESCRITURA SAGRADA I. Ainda que a luz da natureza e as obras da criação e da providência de tal modo manifestem a bondade, a sabedoria e o poder de Deus, que os homens ficam inescusáveis, contudo não são suficientes para dar aquele conhecimento de Deus e da sua vontade necessário para a salvação [...]”

Entendo que a CFW aqui indica a criação como 'prova' para os incrédulos. Isso é uma conclusão de Romanos 1. E a pergunta do Catecismo Maior relacionado a essa parte inclui essa conclusão dizendo: 

“2. De onde se infere que há um Deus? A própria luz da natureza no espírito do homem e as obras de Deus claramente manifestam que existe um Deus; porém só a sua Palavra e o seu Espírito o revelam de um modo suficiente e eficazmente aos homens para a sua salvação. Rom. 1:19-20; 1 Cor. 2:9-10: II Tim. 3,15-17.”

Entendo que várias abordagens são aqui usadas. A própria luz no espírito do homem é uma maneira pressuposicionalista de abordar a existência de Deus, mas mostrar na criação é ser evidencialista! Apesar de existir os que diriam que isso também é ser pressuposicionalista!- o que Gordon Clark nega!

Para o testemunho da Escritura temos também ambas as abordagens: 

“4. Como se demonstra que as Escrituras são a Palavra de Deus? Demonstra-se que as Escrituras são a Palavra de Deus - pela majestade e pureza do seu conteúdo, pela harmonia de todas as suas partes, e pelo propósito do seu conjunto, que é dar toda a glória a Deus; pela sua luz e pelo poder que possuem para convencer e converter os pecadores e para edificar e confortar os crentes para a salvação. O Espírito de Deus, porém, dando testemunho, pelas Escrituras e juntamente com elas no coração do homem, é o único capaz de completamente persuadi-lo de que elas são realmente a Palavra de Deus.”

Percebo que aqui que duas ou três abordagens apologéticas, ou mais, são genuinamente Reformadas e aceitáveis para a defesa da fé e evangelização.

Para que não fique fora de contexto o que estou dizendo, vamos ver algumas palavras semelhantes no CMW, e ver como foram usados: 

“11. Donde se infere que o Filho e o Espírito Santo são Deus, iguais ao Pai? As Escrituras revelam que o Filho e o Espírito Santo são Deus igualmente com o Pai, atribuindo-lhes os mesmos nomes, atributos, obras e culto que só a Deus pertencem. Jer. 23:6; Isa. 6:3, 5, 8; João 12:41; At. 28:25; 1 João 5:20; Sal. 45:6; At. 5:3-4; João 1:1; Isa. 9:6; João 2:24-25; 1 Cor. 2:10-11; Col. 1:16; Gen. 1:2; Mat. 28:19; 11 Cor. 13:14.”

Para provar a Trindade o CMW apela para testemunhos bíblicos ao usar os termos ‘de onde se infere’ – ou – ‘De onde se conclui’. A doutrina da trindade pode ser provada por evidências bíblicas, mas será que não é preciso o Testemunho do Espírito para isso!? Claro que sim!!!

Usemos todos os recursos apologéticos disponíveis na evangelização, na esperança de que Deus use-NOS para a glorificação de Seu Nome, ao salvar pecadores (I Co 9.22).