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sábado, 7 de dezembro de 2019

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ – A RESSURREIÇÃO CELESTIAL COMEÇOU EM 1918


A LIDERANÇA das Testemunhas de Jeová, o Corpo Governante, ensina que haverá duas classes no grupo dos salvos – os 144 mil que reinarão com Cristo no céu, e a grande multidão, e outros, que viverão no paraíso na terra. Acontece que os integrantes da primeira classe mencionada, os Ungidos, 144 mil, já estão sendo ressuscitados!

Segundo a especulação da Torre – ora mais firme, ora menos firme, dependia muito do período de quem era o mandante do Corpo Governante – essa ressurreição em andamento iniciou-se em 1918. Sim, 1918 – e mais curioso ainda é que o Corpo Governante diz que esses que foram ressuscitados orientam o entendimento doutrinário da Torre de Vigia hoje em dia. Em breve demonstraremos isso. Por enquanto, veja algumas declarações sobre a ressurreição que ocorre desde 1918!

“Visto que Jesus foi entronizado por volta do início de outubro de 1914, será que poderíamos concluir que a ressurreição dos seus fiéis seguidores ungidos começou três anos e meio depois disso, em meados do primeiro semestre de 1918? 
Essa é uma possibilidade interessante. Embora isso não possa ser confirmado diretamente na Bíblia, está em harmonia com outros textos bíblicos que indicam que a primeira ressurreição teve início pouco depois que começou a presença de Cristo.(w07 1/1 pp. 25-30 - A Sentinela — 2007).

“Três anos e meio depois, ou em 1918, seria o tempo para ele vir ao templo espiritual de Deus. ... Portanto, em harmonia com o quadro de há 1.900 anos, decorreu apenas pouco tempo depois da purificação do templo em 1918 até que se deu a ressurreição celestial dos cristãos ungidos que dormiam na morte, invisível aos olhos humanos.” (w61 1/1 pp. 8-11 - A Sentinela — 1961).

“Todos êstes participam com Jesus na primeira ressurreição, sendo que êle foi o primeiro a tê-la. ... O cumprimento da profecia bíblica indica que a ressurreição dêstes membros do corpo de Cristo começou quando êle veio à sua casa para julgamento, em 1918.” (w59 1/11 pp. 661-664 - A Sentinela — 1959).

“Sua promessa de ressurreição nos deve incitar a maior atividade agora. ... O tempo se aproxima a passos firmes em que será uma realidade, não só para os membros dos 144.000, ressuscitados desde 1918, mas para os que viverão na terra.” (w55 1/2 pp. 23-27 - A Sentinela — 1955).

“O que indicam as Escrituras que tem acontecido desde 1918? (b) O que revelam Paulo e João sobre os do restante ungido hoje em dia? Outro espantoso acontecimento durante a presença de Cristo é o início da ressurreição celestial. ... Tem-se apresentado evidência, no decorrer dos anos, que isso parece ter acontecido a partir de 1918.” (w93 1/5 pp. 10-15 - A Sentinela — 1993).

“No caso dos ungidos ‘adormecidos na morte’, esta convocação feita como que a toque de trombetas exige a ressurreição espiritual deles, para sua entrada no céu. ... A Sentinela já há muito apresentou o conceito de que esta ressurreição de cristãos ungidos começou no ano de 1918.” (w86 1/10 pp. 10-14 - A Sentinela — 1986).

“Segundo as Escrituras, quando devia ocorrer a “primeira ressurreição”? (b) Explique o significado de 1 Tessalonicenses 4:14-17 e de 1 Coríntios 15:51, 52. As Escrituras ligam essa “primeira ressurreição” com a “presença [grego, parousía]” de Cristo. (1 Coríntios 15:23) ... O apóstolo Paulo escreveu: “O próprio Senhor descera do céu com uma chamada dominante, com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus, e os que estão mortos em união com Cristo [desde o primeiro século até a vinda de Cristo ao templo espiritual em 1918] se levantarão primeiro.” (w82 1/10 pp. 20-25 - A Sentinela — 1982).

“Quando começou a ressurreição deles? (b) Como é que Revelação 20:4-6 representa a ressurreição deles? Segundo indicações da Bíblia sua ressurreição começou no ano 1918 E. C., ou três anos e meio depois de Jesus Cristo ser entronizado e coroado qual Rei celeste, para começar a dominar no meio de seus inimigos. (Sal. 110:1, 2; Heb. 10:12, 13; Rev. 14:13)”. (w65 1/9 pp. 517-523 - A Sentinela — 1965).

“Era a vontade de Deus que o despertamento do restante na terra seguisse a ressurreição celestial dos ungidos, em 1918, que tinham morrido antes daquele tempo. (Apo. 11:18).” (w61 15/1 pp. 54-61 - A Sentinela — 1961).

“Quando começou o ano de 1918, aumentaram as expectativas entre os irmãos. ... As profecias sugeriam que ele marcaria o início da “primeira ressurreição” e de a classe da noiva de Cristo ser levada para o céu. (Rev. 20:5, 6).” (yb91 pp. 116-185 - Anuário — 1991)
“Em que sentido é que os ungidos ressuscitados ‘descansam mais um pouco’, e até quando? Toda a evidência indica que essa ressurreição celestial começou em 1918, após a entronização de Jesus, em 1914, e ele sair cavalgando para iniciar sua vitória como rei por eliminar dos céus a Satanás e seus demônios.” (re cap. 17 pp. 100-104 - Clímax de Revelação (re))

“À base de paralelos bíblicos, tais como a purificação do templo por Jesus, três anos e meio depois de ter sido ungido Rei, há razão para se crer que Jesus, três anos e meio depois de ter sido empossado como Rei, ou em 1918, voltou no céu a sua atenção para o julgamento dos seus seguidores fiéis, que compõem o templo espiritual. ... Naquele tempo ele recompensou os que dormiam na morte com a ressurreição à glória celestial.” (w70 15/2 pp. 97-102 - A Sentinela — 1970).

“Aqueles que morreram antes do estabelecimento do Reino, foram ressuscitados na ocasião da vinda de Jeová ao templo junto com seu mensageiro do pacto, em 1918. ... Juntam-se a ele por meio de uma ressurreição, sem demora. — 1 Tes. 4:15, 16; 1 Cor. 15:51-54.” (w68 15/1 pp. 60-64 - A Sentinela — 1968).

“Desde o estabelecimento do reino celestial em 1914, e desde a vinda de Jeová e de seu Mensageiro do pacto, Jesus Cristo, ao templo espiritual em 1918, foram ressuscitados os apóstolos mortos e outros cristãos gerados do espírito, que faleceram fieis antes destes eventos. ... Nesta ressurreição foram revestidos de imortalidade e incorrução.” (w59 15/8 pp. 492-501 - A Sentinela — 1959).

“Quando se deu a ressurreição dos membros do corpo de Cristo? (b) Que se pode dizer dos que hoje ainda estão na terra? O tempo da ressurreição dêles é mostrado nestas palavras: “No Cristo todos serão vivificados. ... Desde 1918 tem voltado sua atenção a êstes membros do corpo, e os que estiveram mortos êle levantou.” (w55 1/2 pp. 19-22 - A Sentinela — 1955).





terça-feira, 5 de novembro de 2019

Testemunhas de Jeová: uma época que os 'ungidos' recebiam transfusões de sangue



É fato que a Liderança das Testemunhas de Jeová adverte seus seguidores a não receberem sangue desde a década de 40. O Corpo Governante mudou essa simples advertência em 1961, passando a expulsar qualquer Testemunha de Jeová que aceitar, ou doar, sangue.

 “Se, no futuro ele persistir em aceitar transfusões de sangue ou em doar sangue [...] deve ser cortado por ser desassociado– (A Sentinela – 01/12/1961, p.736).”

Não é incomum ler, ou ouvir, da parte dessa comunidade religiosa, a seguinte afirmação: "Respeitamos a santidade do sangue!". O que muitas ‘Testemunhas’ não sabem, é que a liberdade de receber transfusões de sangue no passado não era 'tão fechada' assim, nem considerado um pecado tão sério. Até mesmo os ungidos [os que fazem parte dos 144 mil que irão reinar no céu, segundo a teologia deles] podiam receber sangue e continuar participando da Refeição Noturna do Senhor (ou, Santa Ceia).  

Abaixo uma prova desta minha afirmação, na sessão Perguntas dos leitores’ de A Sentinela:

“Uma das testemunhas de Jeová, que afirma ser ela do restante ungido, esteve recentemente, hospitalizada e aceitou voluntariamente uma transfusão de sangue. Deve-lhe permitir que participe dos emblemas do pão e do vinho na ocasião do Memorial? – R. J. Estados Unidos.

“Acreditamos que ela fez a coisa errada, contra a vontade de Deus. Todavia, nunca se deu instrução às congregações no sentido de desassociarem os que voluntariamente recebem transfusões de sangue ou os que as aprovam... Visto que a pessoa não é desassociada por causa de ter recebido voluntariamente uma transfusão de sangue ou por ter aprovado que um ente querido seu aceitasse uma transfusão de sangue, não se tem o direito de excluir essa irmã da celebração da Refeição Noturna do Senhor. A Sentinela, 1959 p. 255.

A liderança das testemunhas de Jeová considerava pecado, como demonstram na linguagem usada, tanto que nesta resposta, dizem que não poderiam participar de privilégios internos (possuir algum cargo). Porém, o maior de todos podia participar dos emblemas da Refeição Noturna, isto é, da ‘ceia’ e ser um dos 144.000 Ungidos que iriam para o céu!

Bem como continuar sendo uma Testemunha de Jeová confiando cegamente em líderes como esses!?

 (Negritos são meus)

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Testemunhas de Jeová: 100 anos de ressurreição celestial!


Existe uma concepção dentro desse grupo, que Jesus começou a Reinar no céu em 1914. Fazem um cálculo, com datas e números manipulados, infere no livro de Daniel Cap. 4 e chegam à conclusão que desde quando Jerusalém foi destruída pelos Babilônios (segundo eles em 607, sem nenhuma prova para tal data) até 1º de outubro de 1914, tem esse chamado tempo dos gentios. Desde então, segundo a religião da Torre de Vigia, Jesus assumiu o Reino Celestial e iniciou sua “presença invisível”. Satanás foi expulso (dizem que Apocalipse 12 se cumpre desde 1914), a verdadeira adoração começou a ser restaurada.

Então fazem uma comparação com o ministério terrestre de Jesus, que entrou no templo e purificando-o, uns três anos e meio depois do seu batismo. Reportam para 1914, quando Jesus entrou no seu templo e examinou a cristandade. Escolhendo apenas os Estudantes da Bíblia (hoje, uma parte deles na época, se tornaram as Testemunhas de Jeová) como fieis cristãos. A ressurreição começou pelo meio de 1918 e a escolha da Torre de Vigia em 1919...

Já que a presença de Cristo começou em 1914, e os 144.000 tem parte no reino celestial, a ressurreição celestial começa na presença de Cristo. A data de 1918 aparecia nas publicações antigas, parece que hoje em dia tal afirmação não figura mais com tal precisão cronológica, focando apenas ‘desde 1914’.

Veja algumas de suas declarações:

“Quando se dá a ressurreição para o céu? ‘Durante a presença [de Cristo]’, diz 1 Coríntios 15:23. Os acontecimentos mundiais desde 1914 mostram claramente que não só a presença de Cristo, mas também a “terminação do sistema de coisas” começaram naquele ano. (Mateus 24:3-7) Assim, há motivos para se concluir que a ressurreição celestial de cristãos fiéis já começou, embora ocorra de forma invisível aos humanos. Isso significa que tanto os apóstolos como os primeiros cristãos já foram ressuscitados para viver no céu. Mas que dizer dos cristãos que ainda estão vivos e têm a esperança certa, dada por Deus, de que governarão com Cristo nos céus? Esses são levantados “num piscar de olhos”, ou imediatamente após a sua morte. (1 Coríntios 15:52) A ressurreição do pequeno grupo de 144.000 é chamada de “a ressurreição a ocorrer mais cedo” e “primeira ressurreição” porque se dá antes da ressurreição dos muitos que viverão na Terra. — Filipenses 3:11; Revelação 20:6.” A Sentinela 15/03/2006, p. 6

“Esses 144.000 cristãos, incluindo os apóstolos fiéis de Jesus, são ressuscitados para a vida no céu. Quando é que ocorre a ressurreição deles? O apóstolo Paulo escreveu que ocorreria durante o período da presença de Cristo. (1 Coríntios 15:23) [...] Assim, os poucos remanescentes dos 144.000 que morrem em nossos dias são ressuscitados instantaneamente para a vida no céu. (1 Coríntios 15:51-55).” Bíblia Ensina, p. 73,74.

“Quando é que se daria essa ressurreição celestial dos cristãos ungidos fiéis? A Bíblia indica que ela já começou. O apóstolo Paulo explicou que eles seriam ressuscitados ‘durante a presença de Cristo’, presença essa que começou no ano de 1914. (1 Coríntios 15:23) Agora, quando os ungidos fiéis terminam a sua carreira terrestre, durante a atual “presença” de Cristo, não precisam permanecer mortos até a volta de seu Senhor. Assim que morrem, são ressuscitados em espírito, sendo “mudados, num momento, num piscar de olhos”. Quanta felicidade eles têm, visto que as boas obras que fizeram “os acompanham”! — 1 Coríntios 15:51, 52; Revelação 14:13.” (Adore a Deus, p. 83-85).

Quando ocorre a primeira ressurreição? Há fortes indícios de que ela já está em andamento. Por exemplo, faça uma comparação entre dois capítulos do livro de Revelação. Primeiro, dê uma olhada no capítulo 12. Lemos ali que o recém-entronizado Jesus Cristo, com seus santos anjos, travaria guerra com Satanás e seus demônios. (Revelação 12:7-9) Conforme esta revista já mostrou muitas vezes, essa batalha começou em 1914.* Note, porém, que não se menciona nenhum dos seguidores ungidos de Cristo participando com ele naquela guerra celestial. Agora veja o capítulo 17. Ali lemos que, depois da destruição de “Babilônia, a Grande”, o Cordeiro vencerá as nações. Daí acrescenta: “Também o farão com ele os chamados, e escolhidos, e fiéis.” (Revelação 17:5, 14) Se “os chamados, e escolhidos, e fiéis” estarão com Jesus para a derrota final do mundo de Satanás, é porque já terão sido ressuscitados. É então razoável concluir que os ungidos que morrem antes do Armagedom são ressuscitados entre 1914 e o Armagedom. Podemos dizer com mais exatidão quando começa a primeira ressurreição? Encontramos um indício interessante em Revelação 7:9-15, onde o apóstolo João descreve a visão que teve de “uma grande multidão, que nenhum homem podia contar”. A identidade dessa grande multidão é revelada a João por um dos 24 anciãos, e estes representam os 144.000 co-herdeiros de Cristo após receberem sua glória celestial.* (Lucas 22:28-30; Revelação 4:4) O próprio João tinha esperança celestial; mas visto que ainda era homem na Terra quando o ancião falou com ele, nessa visão João deve representar os ungidos na Terra que ainda não receberam sua recompensa celestial. Então, o que podemos concluir do fato de que um dos 24 anciãos revelou a João quem são os da grande multidão? Parece que os do grupo dos 24 anciãos que já foram ressuscitados estão envolvidos em transmitir verdades divinas hoje. Por que isso é significativo? Porque em 1935, a identidade correta da grande multidão foi revelada aos servos ungidos de Deus que estavam na Terra. Se um dos 24 anciãos foi usado para transmitir essa verdade importante, ele teria de ter sido ressuscitado para a vida no céu no mais tardar por volta de 1935. Isso indicaria que a primeira ressurreição começou em algum tempo entre 1914 e 1935.Podemos ser ainda mais exatos? A esta altura, talvez seja de ajuda analisarmos um possível paralelo bíblico. Jesus Cristo foi ungido para ser o futuro Rei do Reino de Deus por volta do início de outubro de 29 EC. Três anos e meio depois, perto do começo de abril de 33 EC, ele foi ressuscitado como poderosa pessoa espiritual.Visto que Jesus foi entronizado por volta do início de outubro de 1914, será que poderíamos concluir que a ressurreição dos seus fiéis seguidores ungidos começou três anos e meio depois disso, em meados do primeiro semestre de 1918? Essa é uma possibilidade interessante. Embora isso não possa ser confirmado diretamente na Bíblia, está em harmonia com outros textos bíblicos que indicam que a primeira ressurreição teve início pouco depois que começou a presença de Cristo. Por exemplo, Paulo escreveu: “Nós, os viventes, que sobrevivermos até a presença do Senhor [não ‘até o fim da sua presença’], de modo algum precederemos os que adormeceram na morte; porque o próprio Senhor descerá do céu com uma chamada dominante, com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus, e os que estão mortos em união com Cristo se levantarão primeiro. Depois nós, os viventes, que sobrevivermos, seremos juntamente com eles arrebatados em nuvens, para encontrar o Senhor no ar; e assim estaremos sempre com o Senhor.” (1 Tessalonicenses 4:15-17) Portanto, os cristãos ungidos que morressem antes da presença de Cristo seriam ressuscitados para a vida celestial antes dos ungidos que ainda estivessem vivos durante a presença dele. Isso significa que a primeira ressurreição deve ter começado em algum tempo no início da presença de Cristo, e continua “durante a sua presença”. (1 Coríntios 15:23) Assim, em vez de acontecer de uma só vez, a primeira ressurreição se dá no decorrer de um espaço de tempo.”

Revista A Sentinela, 01/01/2007, pp. 25,26


Portanto, segundo a Liderança TJ haverá a ressurreição celestial, que começou em 1918 (não sei se isso ainda é mantido), mas os teólogos da Torre de Vigia afirmaram: “Toda a evidencia indica que essa ressurreição celestial começou em 1918, após a entronização de Jesus, em 1914...” (Revelação, seu grandioso clímax está próximo, p. 103). Apenas os 144 mil participarão dessa ressurreição celestial. Isto é, aqueles que vão para o céu desde Pentecostes de Atos cap 2, fazendo parte dos 144 mil, ressuscitaram em 1918, diz os grandes mestres das Testemunhas, e desde 1918, os que morrem ‘tem uma ressurreição instantânea’ como um espírito (Revelação, p. 211). Caso essa data tenha sido mudada, a de 1918, os fatos doutrinários ainda continuam. Caso não, completamos 100 anos de ressurreição celestial !!!

As seitas tem mania de identificar textos bíblicos com acontecimentos de sua própria história. As Testemunhas aprenderam a fazer isso com os Adventistas. Levando em consideração essa hermenêutica alegórica e fantasiosa, poderíamos então pressupor que essa heresia da ressurreição desde 1914 tem um ancestral herético em Himeneu e Fileto?

“O ensino deles alastra como câncer; entre eles estão Himeneu e Fileto.

Estes se desviaram da verdade, dizendo que a ressurreição já aconteceu, e assim a alguns pervertem a fé.” 2 Timóteo 2:17-18


Ah, pode ser que algum TJ, seguidor cego do Corpo Governante, dirá: ‘Não, nós ensinamos que a Ressurreição ESTÁ OCORRENDO, os hereges do texto diziam que JÁ OCORREU...’ A defesa da mentira a qualquer custo!


sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Osmarito Torres: Pedofilia e os Documentos Secretos 'das' Testemunhas de Jeová

Osmarito Torres é um dos grandes nomes no Brasil em desmascarar as falsidades religiosas da Torre de Vigia. Veja esse vídeo onde ele divulga algo preocupante:


sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Quantas Testemunhas de Jeová foram mortas pelo regime Nazista?


“Exploração Sem Escrúpulos de Mortes Trágicas

Desde a Segunda Guerra Mundial, a Watchtower Society tem tentado tirar o máximo de dividendos possíveis da morte de 635 Testemunhas nos campos de concentração e prisões de Hitler, antes e durante a guerra.

Aparentemente pouco satisfeitos com o número de mortos, desde aquele tempo eles têm tentado aumentar este número sempre que podem. A motivação subjacente a isto parece ser que apenas 635 mortos ainda não é o suficiente para suscitar a quantidade exata de boa vontade, de que eles tão desesperadamente precisam.

Qualquer pessoa que lide com as Testemunhas de Jeová ouvirá mais cedo ou mais tarde a história de como eles sofreram horrivelmente na Alemanha Nazi. Este argumento é trazido à discussão, embora muitas vezes completamente fora do contexto e sem qualquer ligação com o assunto discutido. Na correspondência com funcionários governamentais, jornalistas, etc., vemos muitas vezes este argumento usado, embora esteja completamente fora de qualquer contexto.

Parece que encaram essa história como uma espécie de argumento mágico, que abrirá imediatamente todas as portas e invalidará tudo o resto. "Ninguém nos pode acusar de mentirmos, de sermos fraudulentos e de matarmos pessoas, porque nós sofremos durante a Era Nazi." Parece ser esta a lógica por detrás do raciocínio da Watchtower.

E com esse tipo de pensamento, o número real de Testemunhas que morreram, não parece ser suficiente. 635 vidas humanas parecem tão insignificantes em comparação com o elevado número de Judeus, Ciganos e até homossexuais que morreram durante os anos em que Hitler governou! Por isso eles tentam elevar o número de Testemunhas mortas. Quanto mais, melhor. Mais mortos, mais credibilidade.

Já em 1950 eles começaram a exagerar o número de mortos:

"Já durante o regime de Hitler, cerca de 1.000 testemunhas de Jeová foram executadas como traidores, porque não só recusaram servir na guerra, mas também se opuseram abertamente à autoridade de Hitler. Outras 1.000 testemunhas de Jeová morreram em prisões e campos de concentração." (The Watchtower, 15 de Dezembro de 1950, p. 500.)

Como vemos, eles arredondaram o número para 2.000 mortos.

"É por essa razão que durante o regime Nazi na Alemanha, de 1933 a 1945, as Testemunhas de Jeová naquele país recusaram reconhecer Hitler como o seu Fuehrer ou Líder, e foram mandadas para campos de concentração e prisões, onde 2.000 tiveram uma morte cruel, e das 8.000 que voltaram com vida, 2.000 ficaram inválidas para o resto das suas vidas." (The Watchtower, 15 de Fevereiro de 1951, pp. 105-106.)

Aqui, em 1951, eles voltam a mencionar o número redondo que já tinham referido no ano anterior, 2.000 mortos.

"Hitler, um Católico Romano, o braço da sua igreja na Alemanha, proibiu as Testemunhas de Jeová de pregar o reino de Deus, e estes Cristãos hodiernos tiveram de dizer à Gestapo, a polícia de Hitler: Se é justo à vista de Deus escutar-vos antes que a Deus, julgai por vós mesmos. Eles continuaram a pregar, embora 10.000 deles tenham sido postos em campos de concentração e mais de 4.000 tenham morrido ali. Os restantes praticamente morreram à fome. O fim da guerra contribuiu para que sobrevivessem." (The Watchtower, 1.º de Janeiro de 1964, p. 13.)

Conforme podemos ver aqui, em 1964, eles duplicaram outra vez o número de mortos, agora já eram 4.000.

Portanto, desde o fim da guerra em 1945 até 1964, em 19 anos, eles conseguiram transformar 635 em 4.000 mortos!

Depois, em 1974, o Anuário das Testemunhas de Jeová continha a história das atividades deles na Alemanha, e como o Armagedom estava anunciado para o ano seguinte, 1975, um bocadinho de honestidade vinha a calhar, portanto aqui temos o número mais fiável de baixas durante os anos em que durou o regime Nazi:

"Mas, apesar das condições difíceis, como se regozijavam os que adoravam a Jeová! Tiveram o privilégio de provar sua integridade ao Regente Soberano do universo. Durante o regime de Hitler, 1.687 deles perderam seus empregos, 284 seus negócios, 735 os seus lares e 457 não obtiveram permissão de exercer sua profissão. Em 129 casos, sua propriedade foi confiscada, a 826 pensionistas se negou o pagamento de suas pensões, e 329 outros sofreram outras perdas pessoais. Houve 860 crianças que foram retiradas do convívio dos pais. Em 30 casos, dissolveram-se casamentos devido à pressão por parte das autoridades políticas, e, em 108 casos, foram concedidos divórcios quando solicitados por cônjuges opostos à verdade. Um total de 6.019 foram presos, vários deles duas, três ou até mesmo mais vezes, de modo que, somando-se tudo, 8.917 prisões foram registradas. Juntando-se tudo, foram sentenciados a 13.924 anos e dois meses de prisão, duas e um quarto vezes o período desde a criação de Adão. Um total de 2.000 irmãos e irmãs foram lançados nos campos de concentração, onde gastaram 8.078 anos e seis meses, uma média de quatro anos. Um total de 635 pessoas morreram na prisão, 253 tendo sido sentenciadas à morte e 203 delas tendo realmente sido executadas. Que belo registro de integridade!" (1974 Yearbook of Jehovah's Witnesses, p. 212. Em Português: Anuário das Testemunhas de Jeová de 1975, p. 214.)

Como de costume, Brooklyn dá mostras do seu amor aos números ao despejar aqui uma série de números completamente irrelevante. Tudo isto para criar uma imagem de algo realmente gigantesco. Faz lembrar exatamente os relatórios que se ouvem nas assembleias, em que eles nos informam quantas toneladas de batatas, etc., foram consumidas durante a assembleia.

Passemos à frente. Durante os anos setenta eles ficaram-se por estes números, mas depois começaram outra vez os exageros. Agora a tendência é para usar fontes do exterior, não-Testemunhas, supostos "cientistas" e vários escritores e historiadores, para fazer subir outra vez os números. Eis um exemplo:

"O livro Mothers in the Fatherland relatou: "[As Testemunhas de Jeová] foram mandadas para campos de concentração, um milhar delas foram executadas, e outro milhar morreu entre 1933 e 1945.... Católicos e protestantes ouviram os seus clérigos instarem com eles para que cooperassem com Hitler. Se resistiram, fizeram-no contra as ordens tanto da igreja como do estado." (The Watchtower, 1.º de Janeiro de 1989, p. 21.)

Esta artimanha de citar uma fonte exterior, que por sua vez está a usar a Watchtower como fonte, não é nova. A fonte de informação do livro Mothers in the Fatherland é evidentemente a Watchtower de 1950, que disse:

"Já durante o regime de Hitler, cerca de 1.000 testemunhas de Jeová foram executadas como traidores, porque não só recusaram servir na guerra, mas também se opuseram abertamente à autoridade de Hitler. Outras 1.000 testemunhas de Jeová morreram em prisões e campos de concentração." (The Watchtower, 15 de Dezembro de 1950, p. 500.)

Assim, usando esta artimanha, em 1989 eles conseguem aumentar outra vez o número para 2.000 mortos. O tempo dirá se eles farão nova tentativa de elevar o número outra vez para 4.000, ou se se contentam com 2.000 mortos.

Os fatos mostram a absoluta desumanidade e falta de escrúpulos da Watchtower Society quando se trata de usar o destino horrível das vítimas dos Nazis, numa tentativa de conseguir a simpatia e a aceitação das autoridades e do público em geral. Isto verifica-se em especial na Alemanha, onde eles estão a tentar ser reconhecidos como uma Igreja pelo Estado Alemão.

Em 1994 e 1995, a Watchtower Society encenou várias sessões de propaganda, nas quais tentaram tirar o máximo de dividendos possíveis daquilo que aconteceu durante os anos do regime Nazi. Em 1994, eles realizaram um seminário no museu do Holocausto em Washington DC, em 29 de Setembro. Em 1995, foram feitos mais dois na França. O primeiro em Estrasburgo, em 28 de Março e o segundo em Paris, dois dias depois. Do ponto de vista da propaganda, o mais importante foi o realizado em Brandenburg, Alemanha, em 27 de Abril. A Watchtower Society tinha montado uma exposição com o tema "Memoire de Témions" ("Memórias de Testemunhas"). A revista Awake! [Despertai!] de 8 de Junho de 1996, que relatou estes acontecimentos, parece ter ficado muito satisfeita com os resultados. Com o objetivo de conferir um pouco mais de credibilidade a esta propaganda, eles convidaram historiadores e políticos! Na França eles até conseguiram ter um antigo governante a dizer algumas palavras. Aqueles de nós que leram na Watchtower durante tantos anos as tiradas infindáveis de desprezo dirigidas aos políticos e a outros que não são Testemunhas de Jeová, não podem senão sorrir perante uma táctica tão transparente como esta.

Eles devem estar mesmo desesperados em Brooklyn, ao convidarem representantes do sistema de Satanás para estar presente, para tornar a sua propaganda mais credível..."



quinta-feira, 19 de abril de 2018

Como Corpo Governante enganou as Testemunhas de Jeová com a Brochura "Trindade"?

               "As 10 piores citações falsas da Brochura “Deve-se Crer na Trindade?”

"Quando uma Testemunha de Jeová (TJ) lê esta lista dos 10 mais, elas chegarão à conclusão ou que a Sociedade Torre de Vigia (STV) está errada por fazer citações satânicas ou se tornarão desonestas consigo mesmas! Esta lista é tão poderosa e irrefutável que as TJ não terão nenhuma ideia de como tratar com ela! Sua resposta comum é voltar para as sombras do anonimato de onde elas vieram.

A revista Sentinela, de 1 de agosto de 1990 publicou um autoelogio do folheto:
Deve-se Crer na Trindade?
Ian Boyne, escritor de assuntos religiosos para o jornal The Sunday Gleaner, Jamaica, Índias Ocidentais, analisou uma brochura recentemente publicada pelas Testemunhas de Jeová e comentou, em parte:
“As Testemunhas merecem ‘nota 10’ por esse documento que, embora redigido com uma simplicidade tal que um adolescente o pode ler, está pontilhado — sem exagero — de citações de eruditos e fontes respeitáveis. . . . A publicação Deve-se Crer naTrindade? é um golpe de mestre das Testemunhas de Jeová, e agora nenhum trinitarista — ou binarista — está seguro. O folheto empilha citação após citação de fontes históricas e teológicas para mostrar que a doutrina da Trindade não se originou na Bíblia. Ele cita a abalizada Encyclopedia of Religion [Enciclopédia de Religião] como dizendo: ‘Os teólogos concordam que o Novo Testamento também não contém uma explícita doutrina da Trindade.’”
Boyne disse também: “É dificílimo para este escritor de assuntos religiosos divisar como um membro mediano duma igreja — ou até mesmo um que esteja acima da média — poderá responder aos argumentos convincentes e abalizados reunidos pelas Testemunhas de Jeová contra o conceito de que Jesus é Deus.”
Notem a tremenda forma como a STV se vangloria de que “ninguém pode revidá-los”. O artigo da revista diz que o folheto “está pontilhado — sem exagero — de citações de eruditos e fontes respeitáveis”. Mas vamos ver por este nosso artigo que a STV não é tão honesta como parece ser.
A Lista das 10 mais: “O Pior dos Piores” da STV é fazer citações satânicas em sua Brochura “Deve-se Crer na Trindade?” Esta pequena Brochura satânica é usada pelas TJ para enganar o público em pensar que a Trindade é uma doutrina pagã. A Brochura faz cerca de 100 citações de várias fontes no total. Inclusive incluímos aqui um pequeno trecho delas para provar o que estamos falando.
1. Primero, incluímos citações da STV de 8 descrentes bíblicos (críticos do cristianismo) para demonstrar que a Trindade é pagã, que nem mesmo acreditaram na Bíblia! Se a STV tivesse dito que esses oito homens também disseram que o cristianismo foi de origem pagã, retiraríamos nossa crítica! Mas a STV faz parecer que estes 8 homens dizem que só a Trindade foi pagã mas acreditam no resto da Bíblia. Isto é chocante e por isto confira se você está mesmo sentado antes de ler!
2. Nós também incluímos exemplos de como a STV deliberadamente cita mal a Bíblia sobre a crença dos trinitarianos e lhes faz dizer que está o oposto do que eles pensaram.
3. Do lado esquerdo da tabela colocamos a ctiação como a aparece na Brochura. Na parte direita colocamos a citação completa com as partes em 
vermelho sendo aquelas que eles omitiram.

Top nº 1 
Boletim da Biblioteca John Rylands
O autor é um crítico do cristianismo
“Tem que ser enfrentado o fato que a pesquisa do Novo Testamento…mostrou um número crescente de estudiosos do Novo Testamento que chegaram à conclusão que Jesus…certamente nunca creu ser Deus” Citado pela STV

Em um dos mais incríveis exemplos satânicos de fazer falsas citações, olhem o que eles omitiram com suas reticências (…). Vejamos a citação completa:“Tem que ser enfrentado o fato que a pesquisa do Novo Testamento pelo menos nos últimos trinta ou quarenta anosum número crescente de estudiosos do Novo Testamento que chegaram à conclusão que Jesus em si não clamou nenhum dos títulos cristológicos que os evangelhos lhe atribuem, nem mesmo o nome de ‘Cristo’ e certamente nunca creu ser Deus”. 
Estes “estudiosos” não só negavam que Jesus disse ser Deus, mas que Ele também nunca disse ser o Messias! Simplesmente não podemos entender por quê a Sociedade ama citar estes críticos do cristianismo!

Top nº 2 
E. Washburn Hopkins: Origem e Evolução da Religião
Hopkins é um crítico do cristianismo
“Jesus e Paulo aparentemente desconheciam a doutrina da trindade;…nada dizem a seu respeito.” Citado pela STV

Olhe o resto da frase: “O princípio da doutrina da Trindade já aparece em João” (c. 100). A Jesus e Paulo a dourina da Trindade era aparentemente desconhecida” Enquanto Hopkins crê que Jesus e Paulo rejeitaram a Trindade, ele diz uma frase antes: que o evangelho de João a ensina claramente! É lógico que Hopkins é outro crítico do cristianismo que também disse: “Finalmente, a vida, tentação, os milagres, parábolas e inclusive os discípulos de Jesus foram diretamente derivados do budismo”. Assim, Hopkins acha que a Trindade E a maioria das doutrinas da STV são derivadas do budismo! Nossa! Uma prova muito convincente, de fato!
Top nº 3 
Siegfried Morenz: Religião Egípcia
Morenz é um crítico do cristianismo
“A trindade era uma das principais preocupações dos teólogos egípcios… Três deuses são combinados e tratados como se fossem um único ser, a quem se dirige no singular. Deste modo, a força espiritual da religião egípcia mostra ter um vínculo direto com a teologia cristã”  Citado pela STV

Olhe a frase em vermelho abaixo, que as TJ omitiram da frase. Morenz, que não acreditava na Bíblia, diz que a Bíblia ensina a Trindade. Ele não está dizendo que só a Trindade é de origem pagã, mas a Bíblia inteira!”A trindade era uma das principais preocupações dos teólogos egípcios…Três deuses são combinados e tratados como se fossem um único ser, a quem se dirige no singular. Deste modo, a força espiritual da religião egípcia mostra ter um vínculo direto com a teologia cristã. Para evitar qualquer mal entendido, devemos enfatizar que a substância da Trindade cristã é bíblica: Pai, Filho e Espírito Santo. Os três são mencionados juntos em todo o Novo Testamento, provavelmente por razões litúrgicas”. 
Morenz é um crítico do cristianismo! Não só diz que a Trindade é pagã, mas avisa que as expressões “segunda morte” [Ap. 20:14], “coroa da vida” [Tg. 1:12] e a “coroa dos justos” são termos pagãos! Tendo dito isto, Morenz realmente diz que a Bíblia ensina a Trindade! Ele não crê na Bíblia, pensa que ela é de origem pagã, mas que a Bíblia ensina a Trindade! Que decepção satânica das TJ!

Top nº 4 
Will Durant: História da Civilização
Durant é um crítico do cristianismo
“O cristianismo não destruiu o paganismo; ele o adotou. . . . Do Egito vieram as idéias de uma trindade divina.” Citado pela STV
Veja as palavras que as TJ tiraram da citação (em vermelho):”O cristianismo não destruiu o paganismo; ele o adotou. . . . Do Egito vieram as idéias de uma trindade divina, o Juízo Final, a recompensa e castigo” . Olhem só! Durant não só diz que a Trindade é pagã, mas que o Juízo Final também é! Duvido que as TJ concordem com isso! Durant acusa os apóstolos de roubar suas doutrinas do paganismo nesta citação!


Top nº 5 
Arthur Weigall: O Paganismo no Nosso Cristianismo
Weigall é um crítico do cristianismo
“Em nenhuma parte do Novo Testamento encontra-se a palavra ‘Trindade’. A idéia só foi adotada pela Igreja trezentos anos depois da morte de nosso Senhor; e a origem do conceito é inteiramente pagã.”Sentinela, 1 de setembro de 1989, p.8

Chamamos Weigall de “estrela” da Torre de Vigia ao tentarem provar que a Trindade é pagã. Ele é muito usado na Brochura. Só que Weigall também fala que todo o cristianismo e suas doutrinas, como a Santa Ceia, o batismo e o nascimento da Virgem são de origem pagã!

Top nº 6 
Lyman Abbott: Dicionário do Conhecimento Religioso
Abbott é um crítico do cristianismo
a Trindade “é a corrupção emprestada de religiões pagãs e enxertada na fé cristã”. Citado pela STV

É desonesto que a STV tampouco diz que o autor critica no mesmo livro a Igreja, o batismo, a Ceia do Senhor, a expiação pelo sangue e a Trindade!

Top nº 7 
Edward Gibbon: História do Cristianismo
Gibbon é um crítico do cristianismo
“Se o paganismo foi conquistado pelo cristianismo, é igualmente verdade que o cristianismo foi corrompido pelo paganismo. O puro deísmo dos primeiros cristãos . . . foi mudado, pela Igreja de Roma, para o incompreensível dogma da trindade. Muitos dos dogmas pagãos, inventados pelos egípcios e idealizados por Platão, foram retidos como sendo dignos de crença.” Citado pela STV

O que Gibbon está dizendo é que a própria Bíblia é de origem pagã, não só a doutrina da Trindade! “Gibbon foi um cético e sua incredulidade transparece em cada página de seu trabalho, onde o cristianismo é raramente mencionado. Seu ceticismo o levou a cometer vários erros e inexatidões em sua obra” (Enciclopédia de literatura Bíblicateológica e eclesiástica, John McClintock e James Strong, Vol 3, p847 “Gibbon”)

Top nº 8
Adolf Harnack: Linhas Gerais da História de Dogmas
Harnack é um crítico do cristianismo
“Por volta do fim do terceiro século EC…a doutrina da igreja ficou firmemente enraizada no solo do helenismo [pensamento grego pagão]” Citado pela STV

Olhe só o que Harnack disse algumas frases antes: “a religião cristã no terceiro século não tinha qualquer ligação com as religiões pagãs”. Mas Harnack é um crítico do cristianismo. “Harnack começou com pressuposições anti-cristãs e anti-supernaturalistas…os métodos e idéias de Harnack o levaram a negar as maiores doutrinas do cristianismo, como o nascimento virginal, a divindade e pré-existência de Jesus, a ressurreição do corpo, os milagres, a existência de demônios, exorcismos e Jesus como o Messias prometido”.Harnack diz que a Igreja no séc. III NÃO FOI AFETADA pelo paganismo! Isto é o que a STV não quer que você veja, porque contradiz o que eles crêem! Este é um exemplo de como a STV torce até mesmo a frase de um crítico do cristianismo!

Top nº 9 
Edmund Fortman: O Deus Triúno 
Fortman é trinitarista
Não  evidência de quequalquer escritor sacrosequer suspeitasse daexistência 
de uma [Trindadena Divindade. Citado pela STV

A STV deliberadamente não diz que esse comentário de Fortman se dirige especificamente aos escritores do Velho Testamento e não aos escritores do Novo Testamento.  A STV faz parecer que Fortman está dizendo que NENHUM escritor da Bíblia suspeitasse da existência da Trindade.
Top nº 10
James Hastings: Enciclopédia de Religião e Ética
Hastings é trinitarista
“De início, a fé cristã não era trinitarista”. Citado pela STV

Veja a citação completa:“De início, a fé cristã não era trinitarista numa referência estritamente ontológica”.
A STV faz parecer que Hastings nega a Trindade e concorda com as TJ, quando na verdade ele está apenas se referindo ao sentido ontológico. Que falcatrua que a STV faz neste Brochura! Todos os trinitarianos concordam com Hastings. Ele está falando de salvação X Trindade ontológica. As TJ nunca ouviram falar sobre isto, muito menos a entendem!"
Fonte: Steve Rudd
Tradução: Stephen Adams (
http://logosapologetica.com/as-10-piores-citacoes-falsas-da-brochura-deve-se-crer-na-trindade/)