quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

TEOLOGIA NEGRA, LGBT, FEMINISMO E PROGRESSISMO – IDEOLOGIAS DESTRUTIVAS

 

”... não vivam conforme os padrões deste mundo, mas deixem que Deus os transforme pela renovação da mente, para que possam experimentar qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2).

De tempos em tempos a igreja de Cristo precisa resistir a algumas filosofias, influências, e movimentos, que se apresentam revestidos com alguma legitimidade, mas esconde heresias maliciosas. Há tempo que a Igreja tem resistido a Teologia da Prosperidade, que é uma tentativa de fazer do Senhor Jesus um banqueiro, alguém que oferta a ‘prata e ouro’ e não alguém que oferece a Cruz, tornando o deus Mamon a divindade adorada, com roupagem de Evangelho. A ambição de só ter para si e nunca distribuir aos pobres, não entrou na agenda dessa teologia.

Agora temos visto uma pressão enorme em favor de ideologias que são também nitidamente anticristãs. A “Teologia Negra” recentemente conseguiu destruir o juízo cristão de um cantor gospel a ponto desse ver racismo no Clássico Hino ‘alvo mais que a neve’. Outro cantor gospel viu maldade e opressão na música “O Nosso General é Cristo”. O movimento LGBT vê “crime de Homofobia” um pregador do Evangelho dizer que homossexualimso é pecado e não gênero! O “Feminismo” acha que a Bíblia é machista quando diz que a liderança é dada por Deus aos homens, e o “Progressismo” é uma mistura de tudo desse mercado de horrores, mais em um enfrentamento político, andando de mãos dadas com a velha e maldita Teologia Liberal.

Precisamos orar para que Deus ilumine a mente de crentes genuínos que foram enganados por tais pensamentos - antibíblicos. Pode ter certeza, que um crente que afirma ser Feminista/LGBT/Teologia Negra/Progressista ou não entendeu nada desses movimentos, ou não entendeu nada do Cristianismo. Pois, se entendeu bem de todos, certamente renunciou um deles veladamente para ser servo de um deles. Para o Cristão a Supremacia é o Evangelho de Cristo, a Fé Cristã não é uma verdade, mas a única verdade. Não precisamos de políticos, de ideologias sociais, de filosofias, da cultura, da ciência.

 

domingo, 11 de abril de 2021

As Testemunhas de Jeová e o Mistério da Trindade


Muitas vezes as Testemunhas de Jeová apontam para o fato de autores trinitarianos confessarem que a Trindade é um mistério, como base suficiente para rejeitar tal doutrina. Será que a Liderança TJ nunca usou 'mistério' para alguma doutrina que confessam? Veja o vídeo.


 

terça-feira, 2 de março de 2021

Fala sério - a Igreja Adventista é uma seita?

 No primeiro vídeo, temos os argumentos do Pr Adventista, Eleazar (canal "Fala sério, pastor") trazendo ponderações sobre se a igreja adventista é uma seita.
No segundo vídeo, apresento algumas observações sobre tais argumentos...






sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

COMO EVANGELIZAR UM ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA? (PARTE 1)


Em primeiro lugar é preciso dizer duas coisas a respeito desse assunto:

1) A Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) é uma seita, portanto, seus adeptos sectários. Por que podemos dizer que a IASD é uma seita? A) Eles confessam ser a única igreja visível verdadeira, B) negam a Inerrância Bíblica, C) negam a Doutrina da Trindade Clássica e Ortodoxa, D) mesclam a salvação escatológica com a necessidade de guardar o sábado, E) confessam uma profetisa inspirada e exclusiva da IASD como sendo aquele ‘espírito de profecia’, F) dizem que Jesus entrou no santíssimo em 22 de outubro de 1844 para realizar a segunda fase de sua obra.

Há outros temas estranhos para arcabouço de doutrinas cristãs, como condicionar a real identidade cristã se guarda o sábado ou se não come carne de porco, que o domingo será a marca da besta, que o diabo será punido pelos pecados dos justificados em Cristo. 

 2) Como é comum em algumas seitas cristãs, há elementos da fé cristã genuína, ortodoxa, presentes no catálogo hibrido de doutrinas da seita, que podem fazer com o adepto não se entregue plenamente às distorções heréticas da seita, bem como também, pode haver pessoas nas fileiras de seitas que ouvem pregadores do Evangelho e tenham suas almas atingidas pela verdade Cristo, e não estão enquadradas no esquema herege exclusivista da denominação.

No caso do adventismo os vestígios da fé cristã são mais intensos e maiores que de outros grupos como Mórmons e Testemunhas de Jeová, por exemplo. O adventismo possui um proselitimo falso e desonesto, camuflando suas intensões e os termos usados são ambíguos a ponto de parecem mesmo uma igreja cristã genuína. Assim, para evangelizar um Adventista você precisa saber até que ponto mesmo ele é um seguidor das heresias de Ellen White, ou se é um Adventista incoerente.

Fazendo tal constatação e notando que você tem um herege diante de você, segue as sugestões (nessa postagem veremos uma sugestão, seguido de outras em postagens futuras):

O adventista precisa em primeiro lugar saber que a igreja dele não é a única visível verdadeira.

Pergunte ao Adventista – “Para Ellen White, qual a única Igreja Visível Verdadeira? Quando nasceu a igreja visível verdadeira? Como uma igreja que rejeitou a trindade em toda e qualquer forma, por muitas décadas, pode ser a única igreja visível verdadeira? Como uma igreja organizada em 1863 tendo como líderes antrinitários, pode ser a igreja única igreja plenamente bíblica? A IASD nasceu de cálculos proféticos fracassados, pode arrogar para si essa postura exclusiva e presunçosa? Jesus Cristo disse que a Sua Igreja seria restaurada no tempo do fim por meio de uma profetisa?”

Ou ela se coloca no rol de igrejas comuns, ou o que se entende por única igreja visível verdadeira é de um nível não bíblico, e medíocre. A primeira coisa que precisa mos tirar da cabeça de um Adventista é o mito de que a IASD é tudo isso que pinta de si mesma. A não ser que haja uma desconexão histórica dos elementos indicados nas perguntas acima, ela não possui nada de diferente de muitas seitas que arrogam para si os mesmos atributos.

Defensores do Adventismo tem um discurso dissimulado quando confrontados com esse assunto, que recorrentemente se vê em Leandro Quadros, e outros. Eles citam uma parte de um livro de Ellen White onde ela diz ‘que há pessoas salvas em todas as igrejas cristãs’. Mas é uma citação que não tem analogia ao que estamos criticando. Não estamos dizendo que os adventistas dizem ser os únicos salvos! Estamos dizendo que eles dizem ser a única igreja visível verdadeira. Para Ellen White enquanto uma pessoa é sincera e fiel e não recebeu a luz da Igreja Adventista, ela pode ser salva. No entanto, o que ela diz da Igreja Adventista e de outras, está bem claro em um livro intitulado A Igreja Renascente – livro esse que Leandro Quadro certa vez disse que se algum adventista ler e sair da IASD está perdido! Cheguei a pensar que esse livro é superior a Bíblia, já que ele não disse isso da Bíblia!!!

Veja o que a Igreja Adventista do Sétimo Dia é em comparação a outras, segunda a profetisa adventista:

As igrejas denominacionais caídas é que são Babilônia. Babilônia tem estado a promover doutrinas venenosas, o vinho do erro. Esse vinho do erro e composto de doutrinas falsas, tais como a imortalidade natural da alma, o tormento eterno dos ímpios [,..] a defesa e exaltação do primeiro dia da semana acima do santo e santificado dia de Deus. Estes erros e outros semelhantes são apresentados ao mundo pelas várias igrejas, e assim se cumprem as Escrituras que dizem: ‘Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição.’ E uma ira criada por doutrinas falsas, e quando reis e presidentes sorvem esse vinho da ira da sua prostituição, enchem-se de ódio contra os que não concordam com as heresias falsas e satânicas que exaltam o sábado falso, e levam os homens a pisarem a pés o monumento de Deus [...] Não podemos adotar outro nome mais apropriado do que esse que concorda com a nossa profissão, exprime a nossa fé e nos caracteriza como povo peculiar. O nome Adventista do Sétimo Dia é uma continua exprobração ao mundo protestante. E aqui que está a linha divisória entre os que adoram a Deus e os que adoram a besta e recebem seu sinal.” (A Igreja Remanescente, p. 51, 58).

 Essa é a posição oficial Adventista!

 

         QUAL A ÚNICA IGREJA?

 

A Igreja de Jesus Cristo é firmada em Sua Pessoa, natureza, ofícios e obra – O Filho Unigênito do Pai, ungido pelo Espírito Santo para ser nosso Profeta, Sacerdote e Rei, conforme extraímos da confissão cristã revelada pelo Pai ao Apóstolo Pedro, sobre a qual Jesus mesmo disse que edificaria a sua Igreja – Mateus 16.15-19.

  

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

A LIVRE OFERTA DO EVANGELHO E O HIPERCALVINISMO - PARTE 1

 

A pregação é uma ordem divina imposta aos Ministros do Evangelho (I Co 9.16; Tm 4.1-5), e exigida a todos os crentes (I Pe 2.9,10). A Igreja proclama o Evangelho a toda humanidade como ordem divina (Mt 28.19; Ap 22.17). E como agente proclamadora a Igreja apresenta o Evangelho, obviamente a Eleitos e não Eleitos. Não cabe a nenhum crente em Jesus Cristo especular quem é ou não eleito, visto que isso não compete à Igreja. Portanto, no exercício profético da proclamação do Evangelho de Cristo, ela apresenta a todos, sem exceção sem distinção.

No entanto, conquanto que da parte da Igreja o Evangelho é sinceramente oferecido a todas as pessoas, mas e da parte de Deus, Ele oferece o Evangelho Livre e Sinceramente a todas as pessoas, mesmo aos que não são eleitos? Ou no caso dos não eleitos, Deus apenas envia o Evangelho para tornar a situação pior e condená-las? Questionamentos como esses, não só produzidos por Arminianos, mas também por Hipercalvinistas, ocupam a reflexão teológica. Cunhou-se a seguinte expressão – A Livre Oferta do Evangelho, ou a equivalente A Sincera Oferta do Evangelho para esposar a concepção de que a resposta é positiva para a primeira pergunta acima.

O nome mais emblemático na objeção e rejeição a Livre Oferta do Evangelho no contexto Reformado/Calvinista na história recente, é do pastor reformado Herman Hoeksema, da Igreja Protestante Reformada, bem como o do Teólogo e Filósofo Reformado Gordon Clark. Sobre H. Hoekesema, o renomado teólogo reformado Antony Hoekema afirma:

 

Sobre essa questão tem havido e ainda há diferença de opiniões entre os teólogos reformados'. Restringindo-me à fase americana dessa controvérsia, observo que falecido Herman Hoeksema e a Igreja Protestante Reformada nos Estados Unidos e no Canadá, da qual era fundador, ensina que Deus não deseja sinceramente a salvação de todos aos quais o evangelho é pregado [...] Para que entendamos essa controvérsia, precisamos primeiro olhar a posição de Herman Hoeksema sobre esse ponto. Segundo Hoeksema, o convite do evangelho jamais é uma oferta. Se fosse numa oferta, implicaria que todos aos quais o evangelho chega seriam capazes de aceitá-la pelas próprias forças. Isso não é verdade. Só aos eleitos (aqueles que Deus escolheu desde a eternidade para a salvação) é dada a capacidade de aceitar o convite do evangelho. Essa vocação do evangelho não é uma oferta universal da graça e salvação, mas, sim, é um odor da vida para a vida e um odor da morte para a morte, cm concordância com o expresso propósito de Deus. Precisa ser lembrado que a teologia de Hoeksema é dominada pela causalidade do duplo decreto de eleição e reprovação. Ele argumenta que e impossível manter os decretos da eleição e da reprovação e ainda falar de boa intenção na oferta do evangelho a todos aos quais ele é pregado. Falar dc tal oferta implica que Deus deseja que todos os que escutam o evangelho sejam salvos e que, portanto, ele tem uma atitude favorável para com eles. Mas se isso é certo, argüi Hoeksema, como explicar passagens da Escritura que ensinam que Deus endurece o coração de algumas pessoas que ouvem o evangelho? Como pode Deus ter uma atitude favorável para com o reprovado? De fato, esse autor diz, Deus jamais garante ao réprobo qualquer sinal de sua graça. Tudo o que Deus faz para ou pelo reprovado nesta vida é deliberadamente planejado para prepará-lo para a condenação final. Hoeksema vê também uma inconsistência entre o ensino da boa intenção da oferta do evangelho e a doutrina da expiação limitada’ . “Eles o povo que aceita a boa intenção da oferta professam crer que a expiação é limitada, e que Cristo morreu só pelos eleitos; ainda assim, por outro lado, também insistem que Deus sinceramente tem boa intenção na oferta da salvação a todos os homens”. Hoeksema não pensa que seja possível harmonizar essas duas doutrinas; elas simplesmente contradizem uma a outra. Para Hoeksema, a doutrina da eleição e reprovação toma impossível falar de evangel0 que é, então? Consiste em uma proclamação universal e uma promessa jungida a uma promessa particular. Essa proclamação inclui um número de declarações concernentes à verdade revelada no evangelho. E a declaração da vontade de que Deus salva seus eleitos por meio da fé, e que ele condenará os reprovados que se recusam a aceitar o evangelho. Segundo Hoeksema. a promessa do evangelho não vem a qualquer que a escute; vem só para o eleito. Essa promessa não é jamais universal, mas sempre particular. Pregar jamais é graça para 0 réprobo. Pregar em si mesmo não é bênção ou maldição. É uma apresentação neutra que sempre se torna em maldição para o reprovado e em bênção para o eleito. Resumindo, segundo Hoeksema, Deus não deseja a salvação de todos aos quais o evangelho é anunciado; ele deseja a salvação apenas dos eleitos. Assim, não podemos dizer que o evangelho é oferecido com boa intenção para todos que o ouvem. (Salvos pela Graça, p. 77-85)

 

 

No Brasil há pastores presbiterianos (da IPB) que defendem essa postura de rejeição à concepção de Livre Oferta do Evangelho, como aparece já traduzido em português um manual doutrinário de Herman Hoeksema e Herman Hanko, com algumas objeções à Livre Oferta do Evangelho escrito por um pastor brasileiro em um apêndice da referida obra:

 

Atualmente há calvinistas que harmonizam as doutrinas da eleição e da livre oferta do evangelho. Anthony A. Hoekema que adota esta doutrina a define como sendo “Deus séria e honestamente deseja a salvação de todos aos quais chega o evangelho, incluindo aqueles que não pertencem aos seus eleitos. ” Este é o ponto de discordância: o amor de Deus é universal fazendo com que Ele deseje a salvação de todos, inclusive dos réprobos; ou, Ele ama somente os eleitos, e somente nestes manifestará o seu amor redentivo concedendo-lhes a fé para crerem em Cristo? De igual modo a Hoekema, o conhecido teólogo John Murray declarou que “há em Deus uma benevolente amabilidade pelo arrependimento e salvação daqueles que Ele não decretou salvar. Este beneplácito, vontade, desejo é expresso no chamado universal para o arrependimento [...]. A plena e livre oferta do evangelho é uma graça entregue a todos. Tal graça é necessariamente uma manifestação de amor ou amabilidade no coração de Deus, e esta amabilidade é revelada para ser caráter ou gênero que corresponde a graça entregue. A graça oferecida não é menos do que a salvação em sua riqueza e plenitude. O amor ou amabilidade que repousa desta oferta não é menos; ela é a vontade para a salvação. Em outras palavras, é Cristo em toda a glória de sua Pessoa e na perfeição de sua completa obra a quem Deus oferece no evangelho. O amor e a vontade benevolente que é a fonte daquela oferta, e o que fundamenta a sua veracidade e realidade é a vontade para possessão de Cristo e a alegria da salvação que reside nele.” Algumas perguntas carecem respostas diante das declarações de Hoekema e Murray. Deus ama somente os eleitos e realizará eficazmente a sua salvação, ou, Ele ama toda a humanidade e deseja ineficientemente a salvação de todos? O amor salvador de Deus anseia alcançar igualmente os eleitos e réprobos? A vontade eletiva de Deus entra em contradição real com os seus atributos de amor e justiça quanto aos objetos da redenção definida? (Doutrinas Reformadas Essenciais, 2015, p. 87,88).

 

De fato, o mesmo autor em outro apêndice do mesmo manual chega a afirmar o que é comum em todos os que negam a Livre Oferta do Evangelho, que não há presente em Deus nenhuma disposição, em qualquer nível e faceta, de salvar todos os que ouvem:

 

Creio que devemos pregar o evangelho a todas as pessoas. Somos responsáveis por chamá-los ao genuíno arrependimento dos seus pecados e a confiarem no perfeito perdão de Cristo. No entanto, não creio que na evangelização se deve dizer que Deus tem sinceramente a intenção de salvar a todos [...] Não recorro a paradoxos lógicos nem ao que alguns chamam de antinomia para explicar o dever de pregar o evangelho a todos os homens. Não faço apelos em meus sermões, nem na prática de evangelização pessoal. Não digo, por consciência, que Deus ama indistintamente a todos a ponto de sinceramente ter a intenção de salvá-los. (Doutrinas Reformadas Essenciais, 2015, p. 79,80 [negrito acrescentado]).

 

Sobre esse assunto que tratarei nessa série de postagens, e darei respostas a esses questionamentos, e a outros. Vamos explorar a base Bíblica, a base Dogmática, e por fim, na vida Prática. Como essa pesquisa já foi feita, posso adiantar que os ilustres teólogos e pastores reformados (a quem muito respeito e admiro), que negam a Livre Oferta do Evangelho, estão fora de sintonia com a Palavra e Deus, com a tradição confessional, teológica e histórica calvinista como um todo, bem perdendo um elemento motivacional na evangelização. Por essa falta de sintonia com elementos bíblicos, confessionais e históricos com a fé reformada, podemos continuar mantendo que quem nega a Livre Oferta do Evangelho é um hipercalvinista.

 

 

 

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Os Adventistas, John Stott e o Bode para Azazel


A soteriologia adventista possui alguns problemas sérios e distintos da Teologia Cristã protestante histórica. Embora em suas Crenças Fundamentais (n.10) a afirmação da doutrina da salvação está alinhada com a teologia bíblica, ela infelizmente não é deixada só na teologia adventista. Destaco antes, porém, que alguns teólogos adventistas já disseram que a soteriologia adventista não é nem arminiana, nem calvinista. Outros teólogos identificam a soteriologia adventista sim com o arminianismo wesleyano. Mas seus problemas são outros. Em primeiro lugar a soteriologia adventista está ligada a eventos escatológicos, como o juízo investigativo iniciado em 22 de outubro de 1844 e também com forte ligação com o selo sabático. Os problemas são advindos da dependência e da submissão que precisam inclinar toda reflexão doutrinária ao que a profetisa escreveu, visto que a consideram inspirada, é somente obvio que essa submissão intelectual e espiritual seria inevitável. Em segundo lugar, outro problema mais exótico e estranho é que Ellen White disse que quem vai levar o pecado de toda a humanidade, incluindo os justificados em Cristo, será por fim Satanás, o Diabo. Segundo ela

Quando Cristo, pelo mérito de seu próprio sangue, remover do santuário celestial os pecados de seu povo, ao encerrar-se o seu ministério, Ele os colocará sobre Satanás, que, na execução do juízo, deverá arrostar a pena final”. (GC, p. 421).

Apesar disso, o adventismo insiste em dizer que os críticos que dizem que eles fazem do Diabo um Co-redentor, são desonestos e fazem caricatura de suas crenças. Pois bem, entre eles dizerem isso é uma coisa, mas culparem os críticos das conclusões inevitáveis do absurdo que Ellen White escreveu, é outra coisa. Ao invés de negarem o que ela escreveu, eles preferem nublar o debate entre ‘honestidade’ e ‘desonestidade’, ao passo que o que parece, para esses críticos, o que está em jogo é a lógica da proposição.



Pois bem, um dos interpretes mais respeitados do nosso tempo, o já falecido John Stott escreveu algo sobre esse assunto, fazendo algumas observações que são bem pertinentes ao assunto em tela. O nome de Stott vez por outra é citado por adventistas, visto que ele expressou alguma opinião contrária ao tormento eterno, causando assim alvoroço nos burgos adventistas. Veja o que ele diz sobre o Dia da Expiação, no qual o chamado “bode emissário” recebe relevo:

“Mais claro ainda era o ritual anual do Dia da expiação. O sumo sacerdote devia tomar “dois bodes para a oferta pelo pecado” a fim de expiar os pecados da comunidade israelita como um todo (Levítico 16.5).  Um bode devia ser sacrificado e seu sangue aspergido da maneira usual, ao passo que sobre a cabeça do bode vivo o sumo sacerdote devia pôr ambas as mãos e confessar “todas as iniquidades dos filhos de Israel, todas as suas transgressões e todos os seus pecados; e os porá sobre a cabeça do bode.” (v.21). Então ele devia enviar o bode ao deserto, e o bode levaria “sobre si todas as iniquidades deles para a terra solitária” (v.22). Alguns comentaristas cometem o erro de colocar uma cunha* entre os dois bodes, o sacrificado e o de escape, menosprezando o fato de que os dois juntos são descritos como “oferta pelo pecado” no singular (v.5). Talvez T. J. Crawford tivesse razão em sugerir que cada um deles incorporava um aspecto diferente do mesmo sacrifício, “um exibia os meios, e o outro os resultados, da expiação”. Nesse caso a proclamação pública do Dia da expiação era clara, a saber, que a reconciliação era possível somente através do levar o pecado substitutivo. O autor da carta aos Hebreus não hesita em ver Jesus tanto como “misericordioso e fiel sumo sacerdote” (2.17) quanto como as duas vítimas, o bode sacrificado cujo sangue era levado para o Santo dos Santos (9.7,12) e o bode expiatório que tirava os pecados do povo (9.28).” (A Cruz de Cristo, p. 149).

*Parece que essa ‘cunha’ fica bem evidente na obra, Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia, (para os que são familiarizados com obras protestantes, é uma Teologia Sistemática), diz em sua página 434:

“Azazel entra em cena depois... Esse bode não tem nada a ver com os rituais expiatório do Dia da Expiação. Serve apenas para levar sobre si todas as iniquidades do povo de Israel... A locução “levar sobre si” não significa levar o pecado de alguém vicariamente, pois somente nessa passagem a locução... é seguida por um destino: “para a terra solitária”. A expressão significa “levar embora” para o deserto não tem implicações doutrinárias. O rito do bode emissário era um rito de eliminação do pecado/impureza, não era um ato sacrifical.


domingo, 19 de julho de 2020

A FEBRE DOS VÍDEOS - AS PESSOAS ESTÃO DEIXANDO DE LER...


É uma constatação triste - nossa geração está cada vez mais abandonando a leitura, a pesquisa exaustiva, profunda e norteando seus conhecimentos por vídeos curtos nas plataformas digitais, mídias sociais, imagens, etc. Por um lado, devemos usar isso sim, e de fato é um recurso valiosíssimo. Eles devem estar unidos às ferramentos de busca de conhecimento.

Mas com isso, as pessoas estão formatando suas ideias a partir de resumos de outros, afinal, vídeos de uma quantidade de minutos maior não recebem mais visualizações do que os de poucos minutos, nem mesmo há contemplação plena do tempo do vídeo.

Retornaremos à dependência da fala de outros, e o estímulo a produção de obras acadêmicas, o desdobrar neles, começará cair drasticamente. Já notamos que jovens possuem dificuldade em ler grandes livros, e o estimulo investigativo está limitado à passividade de espectador.  

Este fenômeno está afetando todas as áreas do conhecimento, e especialmente no campo da Teologia e da Leitura, Meditação, Conhecimento, Entendimento e Memorização da Bíblia. O amplo acesso de informação com vídeos acompanha a superficialidade dos mesmos, e parece que muitos não se dão conta que se uma pessoa leu obras e obras, para apresentar um resumo de poucos minutos em um vídeo, não significa que a leitura subsequente seja descartada, mas deve ser estimula. Caso não, seu conhecimento será sempre do peso de um resumo de outros, e nunca o domínio pleno do assunto

"Meu filho, se você aceitar as minhas palavras e guardar no coração os meus mandamentos;
se der ouvidos à sabedoria e inclinar o coração para o discernimento;
se clamar por entendimento e por discernimento gritar bem alto,
se procurar a sabedoria como se procura a prata e buscá-la como quem busca um tesouro escondido,
então você entenderá o que é temer ao Senhor e achará o conhecimento de Deus.
Pois o Senhor é quem dá sabedoria; de sua boca procedem o conhecimento e o discernimento."

Provérbios 2:1-6 NVI

Deus nos ajude! 




terça-feira, 16 de junho de 2020

Leandro Quadros, Yago Martins e a mesmice da Apologética Adventista



Leandro Quadro produziu mais um vídeo, dando resposta ao Pastor Yago Martins que escreveu em uma resposta onde alegou que se alguém crê em Ellen White está fora do cristianismo, visto que estaria no mesmo patamar dos Mórmons e das Testemunhas de Jeová. Daí, Leandro Quadros se manifesta com a mesma tacada de sempre, dizendo que Yago não consulta as fontes primárias, que os adventistas já deram respostas a isso, que os críticos são desinformados, etc, etc. Leandro Quadros cita vários autores, críticos, que repetiram o que Yago escreveu, uma afirmação errônea sobre a crença adventista a respeito da autoridade de Ellen White. 

A defesa do Professor Leandro Quadros é minimizar e tentar colocar o valor de Ellen White em um patamar diferente que os críticos a colocam, e assim, dizer que o que os críticos dizem, não corresponde com suas crenças.

Em primeiro lugar não acho que o Pr Yago erra ao citar Adventistas, Mórmons e Testemunhas de Jeová – sem uma qualificação específica, ao dizer que esses creem em uma outra fonte inspirada, além da Bíblia. A qualificação seria assim:

1.      A Igreja Adventista crê em uma fonte inspirada além da Bíblia, mas não canônica tal como a Bíblia. Eles usam o argumento da continuidade dos dons, mas apenas Ellen White, e tão somente Ellen White é essa autoridade inspirada não canônica.
2.      A Igreja Mórmon crê uma fonte inspirada além da Bíblia, e essa fonte tem a mesma autoridade canônica da Bíblia. Apenas os profetas e apóstolos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias são essa fonte inspirada e canônica.
3.      A religião Testemunhas de Jeová não crê em fonte inspirada além da Bíblia, mas essa fonte é a única que pode interpretar a Bíblia corretamente. Apenas o Corpo Governante das Testemunhas de Jeová, é o instrumento usado por Deus para isso em nossos dias.

Se era a precisão nos termos que Quadros requer, ele não tem o que reclamar, pois em tese, ao menos, o Pr Yago não escreveu que os adventistas creem em “outra fonte canônica”, mas inspirada! Se esse é o caso... não tem o que se reclamar.

Mas vamos ler uma afirmação oficial da denominação sobre a inspiração de Ellen White, como nos convida Leandro Quadros a fazer – citação como essa, que ele mesmo não o fez, apesar de selecionar aquelas sentenças adventistas que nublam o assunto:

“Uma Declaração de Fé no Espírito de Profecia - Nós, os delegados reunidos em Utrecht para a 56ª Assembleia da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia expressamos louvor e gratidão a Deus por Seu dom gracioso do Espírito de Profecia. Em Apocalipse 12, João, o revelador, identifica a Igreja nos últimos dias como os “remanescentes… que guardam os Mandamentos de Deus e têm o Testemunho de Jesus” (verso 17). Cremos que, nesse breve retrato profético, o revelador está descrevendo a Igreja Adventista do Sétimo Dia, que não apenas guarda “os Mandamentos de Deus”, mas que tem o “Testemunho de Jesus”, ou seja, “o Espírito de Profecia” (Apoc. 19:10). Na vida e ministério de Ellen G. White (1827-1915) vemos o cumprimento da promessa de Deus no prover à Igreja remanescente o “Espírito de Profecia”. Embora Ellen G. White não reivindicou para si o título de “profeta”, cremos que ela realizou a obra de um profeta e mais. Ela disse, “Minha comissão abrange a obra de um profeta, mas não finda aí” ( Mensagens Escolhidas, p. 36);  “Se outros me chamam assim [profetisa], não discuto com eles.” (idem, p. 34);  “Minha obra inclui muito mais do que este nome significa. Considero-me uma mensageira a quem o Senhor confiou mensagens para Seu povo,” (idem, p. 36). O encargo principal de Ellen G. White foi dirigir a atenção para as Santas Escrituras. Ela escreveu: “Pouca atenção é dada à Bíblia, e o Senhor deu uma luz menor para guiar homens e mulheres à luz maior.” (O Colportor Evangelista, p. 39). Ela cria que, embora seus escritos fossem a “luz menor”, eles eram luz, e que a fonte dessa luz é Deus. Como adventistas do sétimo dia cremos que “Em Sua Palavra, Deus conferiu aos homens o conhecimento necessário à salvação. As Santas Escrituras devem ser aceitas como autorizada e infalível revelação de Sua vontade. Elas são a norma do caráter, o revelador das doutrinas, a pedra de toque da experiência religiosa” (O Grande Conflito, p. 8). Consideramos o cânon bíblico encerrado. Contudo, cremos também, como o fizeram os contemporâneos de Ellen G. White, que seus escritos têm a divina autoridade tanto para o viver piedoso quanto para a doutrina. Assim, recomendamos: 1) Que como Igreja busquemos o poder do Espírito Santo para aplicar mais plenamente à  nossa vida o conselho inspirado contido nos escritos de Ellen G. White e 2) Que nos empenhemos mais para publicar e fazer circular esses escritos ao redor do mundo. Esta declaração foi aprovada e votada pela sessão da Conferência Geral em Utrecht, na Holanda em 30 de junho de 1995.”

Interessante...


quarta-feira, 6 de maio de 2020

A falsa profetisa Ellen White e Mateus 24.36


Todos sabemos que Guilherme Miller, enganado pelo diabo, desobedeceu arrogantemente ao que Jesus disse em Mt 24.36 e At 1.6,7 e marcou a volta de Jesus para as datas de março de 1843, março de 1844 e outubro de 1844, (essa última geralmente os apologistas adventistas jogam a culpa em Samuel Snow, nome esse que Ellen White jamais atribuiu a data de 22/10/1844, pelo menos até agora não achei nada... quem é desinformada, nós ou ela que era contemporânea de ambos?).

Qual explicação os mileritas davam sobre Mt 24.36? Ellen White relata em seu livro O Grande Conflito. Veja por você mesmo o tom de aprovação dada por ela para a explicação (distorção) que davam sobre o que o Senhor Jesus disse, e julgue por si mesmo se o texto não foi 'violentado' para defender o grande desapontamento adventista, provando que aquele movimento não era guiado por Deus. No fim, guarde isso - tudo pelo adventismo, nada pela verdade!

“Daquele dia e hora ninguém sabe", era o argumento mais freqüentemente aduzido pelos que rejeitavam a fé do advento. do Céu, nem o Filho, mas unicamente Meu Pai." Mat. 24:36. Uma explicação clara e harmoniosa desta passagem era apresentada pelos que aguardavam o Senhor, e o emprego errôneo que da mesma faziam seus oponentes foi claramente demonstrado. Estas palavras foram proferidas por Cristo na memorável conversação com os discípulos, no Monte das Oliveiras, depois que Ele, pela última vez, Se afastou do templo. Os discípulos haviam feito a pergunta: "Que sinal haverá de Tua vinda e do fim do mundo?" Jesus lhes deu sinais, e disse: "Quando virdes todas estas coisas, sabei que Ele está próximo às portas." Mat. 24:3 e 33. Não se deve admitir que uma declaração do Senhor destrua outra. Conquanto ninguém saiba o dia ou a hora de Sua vinda, somos instruídos quanto à sua proximidade, e isto nos é exigido saberDemais, é-nos ensinado que desatender à advertência ou recusar saber a proximidade do advento do Salvador, ser-nos-á tão fatal como foi aos que viveram nos dias de Noé o não saber quando viria o dilúvio. E a parábola, no mesmo capítulo, põe em contraste o servo fiel com o infiel e dá a sentença ao que disse em seu coração - "O meu Senhor tarde virá". Mostra sob que luz Cristo olhará e recompensará os que encontrar vigiando e pregando Sua vinda, bem como os que a negam. "Vigiai, pois", diz Ele; "bem-aventurado aquele servo que o Senhor, quando vier, achar servindo assim." (Mat. 24:42-51.) "Se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei." Apoc. 3:3. Mostrou-se assim que as Escrituras não oferecem garantia aos homens que permanecem em ignorância com relação à proximidade da vinda de Cristo. Aqueles, porém, que unicamente desejavam uma desculpa para rejeitar a verdade, fechavam os ouvidos a esta explicação; e as palavras - "Daquele dia e hora ninguém sabe" - continuaram a ser repetidas pelos audaciosos escarnecedores e mesmo pelos professos ministros de Cristo. Ao despertarem os homens e começarem a inquirir do caminho da salvação, interpuseram-se ensinadores religiosos, entre aqueles e a verdade, procurando acalmar-lhes os temores com interpretações falsas da Palavra de Deus. Infiéis vigias uniram-se na obra do grande enganador, clamando: "Paz, Paz!" quando Deus não havia falado de paz. Muitos, tais quais os fariseus do tempo de Cristo, se recusaram a entrar no reino do Céu e embaraçavam aos que estavam entrando. O sangue dessas almas ser-lhes-á requerido.” (GC 370-372).

sábado, 2 de maio de 2020

COMO SER CHEIO DO ESPÍRITO SANTO?


COMO SER CHEIO DO ESPÍRITO SANTO – SEGUNDO A ORDEM DE EF 5.18? Seremos cheios do Espírito à medida que Ele se derramar abundantemente em nós pelos seguintes meios:

1. ORAÇÃO. A Bíblia fala de orar no Espírito Santo. Estar em plena e constante comunhão com Deus por meio da oração. A oração nos coloca em contato com o fluir do Espírito (Ef 6.18; Jd 20).

2. PALAVRA. O livro santo é inspirado pelo Espírito, suas palavras estão contidas na Escritura, ela é a espada do Espírito. Para estar cheio do espírito, precisamos estar cheio de Sua Palavra (I Co 2.13; Ef 6.17; II Tm 3.15-17 II Pe 1.21).

3. FRUTO. O fruto do Espírito é o caráter de Cristo na prática. Viver manifestando o fruto do Espírito é viver plenamente cheio dele, andando com ele, sendo influenciado por sua vontade (Gl 5.22,23).

4. DONS. Não há como ser cheio do Espírito e não ser usado por ele. Para tanto, ele capacita seu povo com dons necessários e disponíveis por Sua vontade, para realizar a obra do Espírito (Rm 12.6-8; I Co 12.4-31).

5. ATIVIDADES ESPIRITUAIS. Adoração solene, reuniões cristãs, serviço de culto, evangelização, estudos bíblicos, tudo que a Igreja faz como sacerdócio real, é um meios Dele se derramar (Sl 27.4; Jo 4.23,24; At 2.42; 20.7; I Co 14.26).

6. SANTIFICAÇÃO. É necessário uma vida santa, para sermos cheios do Espírito. Seu nome exige isso, Espírito “SANTO”. Ele não encherá um templo sujo, e o processo de santificação é seu agir em cooperação para conosco, e assim tornar sua habitação em nós digna de sua presença e plenitude (I Co 6.18-20; Rm 8.12,14; Gl 5.24,25)

7. COMUNHÃO CRISTÃ. Conviver com cristãos maduros, e também com os que não são maduros, nos ensina, a comunhão espiritual aguçada é uma forma de o Espírito nos encher também (Gl 6.1-11; Hb 10.23-25).

8. AVIVAMENTO. Por último, uma forma extraordinária de sermos preenchidos plenamente do Espírito, é quando Ele em sua Soberania responde o clamor da igreja por avivamento e se derrama ‘copiosamente’ sobre seu povo (II Cr 7.13,14; Sl 80; Is 64.1,2 Hc 3.2).

sábado, 18 de abril de 2020

Em que devo crer para ser um PRESBITERIANO?



Em que devo crer para ser um PRESBITERIANO? De forma resumida -

1. DEUS: Como presbiteriano, devo crer que há um só Deus Todo-Poderoso, Criador e Soberano governador de todas as coisas, fazendo tudo para o louvor de Sua Glória e por causa de sua Graça. Devo crer que esse único Deus notifica sua existência pela criação, mas se revela especialmente na Bíblia Sagrada. Devo crer que esse é o único Deus Verdadeiro, e subsiste em três pessoas distintas – Pai, Filho e Espírito Santo. Iguais em poder, eternidade e divindade, distintos pessoalmente. Somente ele deve ser adorado e amado com todo coração. 

2. REVELAÇÃO: Como presbiteriano, devo crer que a Bíblia é a revelação especial de Deus, que pelo Espírito Santo usou os autores dos livros bíblicos, portanto é uma Revelação Inspirada, Inerrante, Infalível e Suficiente. A Bíblia é a nossa única regra de fé e prática. O caráter de Deus, sua vontade e salvação, é revelada nas páginas da Escritura. Apenas o Espírito Santo aplica a verdades da Bíblia em nós, portanto Deus nos fala Na Palavra, Pela Palavra e Com a Palavra. Por meio dela a Igreja é edificada como Noiva de Cristo e Povo de Deus.

3. SALVAÇÃO: Como presbiteriano, devo crer e aceitar que estou perdido, nasci pecador e sou inimigo de Deus, e nessa situação, merecedor da ira divina. Portanto, devo crer que Deus por iniciativa graciosa e soberana vem ao pecador, o Espírito Santo, e capacita a me render e crer em Jesus Cristo, único Senhor e Salvador. Devo crer que pela sua obra de Cristo na cruz, sendo Único Filho de Deus, Homem e Deus, Ungido Profeta, Sacerdote e Rei, é uma obra suficiente, a nada que eu faça, pode tonar essa salvação merecimento. A salvação é plano eterno de Deus Pai na eternidade, que pela graça de Deus, por meio da fé em Jesus Cristo, sendo obra do Espírito Santo. 

4. VIDA CRISTÃ: Como presbiteriano, devo crer e confessar que a vida cristã é uma vida semelhante a vida de Jesus Cristo, tendo o Fruto do Espírito Santo, obedecendo os mandamentos do Senhor. O amor ao próximo é outra marca essencial para vida cristã. Uma vida cristã é uma vida missionária, falando de Jesus a outros. Para ter uma vida cristã também é necessário orar, ler e meditar na Bíblia. Ser conhecidos como seguidores de Jesus Cristo é fundamental para ser presbiteriano. 

5. IGREJA: Devo crer que a comunidade dos seguidores de Jesus Cristo é a Sua Igreja, Seu Povo, Seu Corpo, Sua Noiva, Templo do Espírito Santo. A Igreja é a comunidade dos salvos que adoram e proclamam a Cristo, e mantém a igreja com dízimos e ofertas. Cremos que a Igreja deve ser governada por pastores, presbíteros, e assistidas por diáconos. Também deve como mandamento de Nosso Senhor, praticar os sacramentos santa ceia e batismo (cremos que o batismo pode ser feito apenas derramando água sobre a cabeça, bem como os filhos dos crentes também podem ser batizados). 

Nota - A Igreja Presbiteriana do Brasil tem como sistematização doutrinária A Confissão de Fé, o Catecismo Maior e o Breve Catecismo, de Westminster, que todo presbiteriano deve conhecer. A igreja presbiteriana também é regida por uma Constituição, Princípios de Liturgia e Código de Disciplina. 

                                                                                                                    Ev. Luciano Sena

sexta-feira, 10 de abril de 2020

DEVOCIONAL "AMANDO A DEUS" - Dia 1: Deus é Deus


DEVOCIONAL – “AMANDO A DEUS”
DIA 1: DEUS É DEUS

“Eu Sou o Que Sou” (Ex 3.14)

Deus é definido por si mesmo. Ele é o que é, e apenas ele mesmo é capaz de a si mesmo revelar-se, e explicar o que sempre foi, o que é e será, pois é incomparável. 


A Bíblia, sendo a revelação de Deus, nos ajuda a ter uma compreensão do 1) Ser de Deus, 2) dos Atributos, 3) dos Nomes e 4) e das Obras de Deus, usando palavras e comparações (analogias) que são uma forma pedagógica de nos ensinar algo sobre Deus, adequado às nossas limitações. 

É bom destacar que não é possível seres limitados como nós, compreender a totalidade de Deus em todo seu ser essencial. Seria como tentar colocar o mar dentro de um copo. A revelação que Deus faz de si mesmo na Bíblia nos é suficiente para nossa existência, revelação essa limitada por nossa causa, porém, verdadeira. A partir dela conhecer a Deus, e assim amá-lo de todo coração, de toda a alma e toda nossa força, como ele mesmo nos ordenou. 

Na medida que nosso entendimento dele expandir, nossa devoção aumenta, ao admirar sua beleza excelsa, sua majestade incomparável, sua dignidade exaltada, sua pureza, justiça, e bondade, e então nossas aspirações, sonhos, na realidade nossa vida, passa a girar em torno Dele. Aí perceberemos que a razão da vida é amar a Deus!

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

CACP E O PROCESSO DOS MUÇULMANOS


Enquanto o mundo anticristão inventa que vivemos uma "islamofobia", enquanto os cristãos continuam sendo trucidados, mulheres estupradas, pessoas mortas, e mortas cruelmente em países Islãs. Vemos o 'silêncio ensurdecedor' da mídia e políticos Esquerdistas - muito engraçado enquanto mulheres e homossexuais são também perseguidos, os HIPOCRETINA ESQUERDORRÉIA, que aqui no Brasil faz um estandarlhaço em torno desses temas (feminismo e homofobia) não se manifesta contra o que o Islã faz. Aliás, até o silêncio de (falsos) Protestantes Liberais, e até mesmo do Papa, deixa-nos atônitos. 

Mas não deveríamos esperar outra coisa. Jesus disse que seus seguidores seriam perseguidos. E nessa tacada de perseguição, estamos diante de um fato dos mais antagônicos possíveis. Um grupo de representantes Muçulmanos decidiu processar o Centro Apologético Cristão de Pesquisa (VEJA AQUI), por manifestação de opinião - e chamou isso de 'perseguição religiosa contra o Islã'.

Se o que o CACP publica é ou não representativo do mundo muçulmano, por qual motivo tal grupo se incomoda? Se a crítica do CACP é contra o terrorismo e crueldade islâ, o que - segundo os apologistas brandos do Islã, não é a maioria dos seguidores de Maomé, mas uma ala minoritária extremista - então não deveria se incomodar!? Talvez esses muçulmanos não entenderam o que é impossível entender em seus países de predominância Islã - a liberdade de expressão. O CACP não vilipendiou os símbolos da religião alheia, apenas apresentou críticas e informou o perigo presente no cerne da religião muçulmana, baseado no que está nos escritos sagrados do Islamismo.

Estou postando aqui o vídeo onde o Pr João Flávio fala sobre como ajudar o CACP nesse processo. A princpio o que eu posso fazer. Sabemos que a promessa divina, independente do que ocorrerá, é que 'nenhuma arma forjada contra ti, prevalerá' (Is 54.17). 




sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

A INCOMPATIBILIDADE ENTRE O FEMINISMO E O CRISTIANISMO


Ainda que sejam totalmente incompatíveis e opostos entre si, desde sua origem, o feminismo tem assediado o cristianismo, confrontando seus valores, corrompendo sua verdade e ao mesmo tempo se colocando como vítimas do “cristianismo opressor”. Entretanto, não são poucos os cristãos que flertam com a causa feminista, outros que lhes são simpáticos e ainda temos aqueles que temem o feminismo devido ao seu discurso vitimista.

De início, uso as palavras de Jones para expressar algo importante sobre o feminismo em relação a fé cristã: “Os cristãos devem entender que o movimento religioso feminista carrega em si um ataque frontal à normatividade da heterossexualidade criacional e, além disso, ao próprio Deus como o Criador.” (JONES, 2002, p.235). Julgo necessário estabelecer tal premissa para deixar claro que não pode haver diálogo entre feminismo e fé cristã genuína.

Dito isto, podemos voltar nos primórdios do movimento feminista para mostrarmos que desde sua origem a sua ideologia busca o confronto com o cristianismo e com sua Regra de Fé e prática, que é a Bíblia Sagrada. A Convenção dos Direitos da Mulheres apresentaram como parte de suas reivindicações a participação das mulheres na igreja:

O homem permite à mulher, na igreja assim como na sociedade, apenas uma posição subordinada, afirmando autoridade apostólica para sua exclusão do ministério, e, com algumas exceções, de qualquer participação pública nas questões da igreja [...]. Resolve-se que, por muito tempo, a mulher permaneceu satisfeita nos limites circunscritos que costumes corrompidos e uma aplicação pervertida das Escrituras estabeleceram para ela, e que é hora para que ela se mova em direção à esfera abrangente que o grande Criador lhe designou. (MAcCULLEY, 2017, p.50, 51)

Mediante esta citação, fica claro as intenções do feminismo desde seus primórdios. Reinterpretar as Escrituras para fazê-la favorável ao ministério feminino. Ainda sobre este assunto, as conquistas e reivindicações da primeira onda do movimento feminista, MacCulley (2017, p.52) afirma: “[...] misturado àquelas reformas sociais necessárias estava um desafio para o cristianismo – o governo da igreja, o ensinamento bíblico e o culto público.” O problema é que parece que a igreja não atentou-se para isso como deveria. Pois “[...] embora as conquistas triunfantes da primeira onda do movimento feminista tenha sido as reformas legais na cobertura e no sufrágio, o escritos de Stanton revelam que o contínuo alvo era a autoridade da Escritura.” (MAcCULLEY, 2017, p.57, 58).

Pensando um pouco adiante, Lopes (2014) acredita que “[...] o livro de Katherine Bliss, The Service and Status of Women in the Church (O Trabalho e o Status da Mulher na Igreja, 1952) como o marco inicial do moderno movimento feminista dentro da cristandade.” Ela questionou os papeis do homem e da mulher dentro da igreja e propôs a reavaliação dos mesmos. Em 1961 as ativistas cristãs associam-se com as feministas de segunda onda para buscarem juntas uma participação mais significativa em suas respectivas esferas. Devemos lembrar que, nesta altura, as feministas de segunda onda questionavam o patriarcado considerando-o como mera construção social. Questão que rapidamente foi incorporada aos debates conciliares, inclusive no Concilio Mundial de Igrejas de 1961. Lopes (2014) afirma que: “Muitos católicos, metodistas, batistas, episcopais, presbiterianos, congregacionais e luteranos concordaram: a mulher na Igreja precisa de libertação.” Isso as colocou no caminho para a busca da ordenação feminina. E sem qualquer base Escriturística, assumiram a máxima de que os padrões bíblicos eram sexistas, influenciados pela cultura, e deveriam ser mudados.

Depois desta abertura, Lopes (2014) nos mostra que “[...] as feministas cristãs passaram a afirmar que a Bíblia dava suporte à plena igualdade das mulheres e que os homens haviam negligenciado estes conceitos bíblicos.” Isso é a expressão do igualitarismo, idêntico ao defendido pelo feminismo de segunda onda. Os efeitos nocivos do igualitarismo na sociedade já foram apresentados. Mas dentro do cristianismo seus efeitos são ainda mais catastróficos. Wayne Grudem, em seu livro “Feminismo Evangélico: Um novo caminho para o liberalismo”, nos chama a atenção para o fato do feminismo evangélico ter se tornado uma brecha para o liberalismo teológico. (GRUDEM, 2009, p.15) E é fácil perceber porque o igualitarismo conduz ao liberalismo: “A ordenação das mulheres requer o desenvolvimento de uma nova teologia, de uma nova visão sobre Deus, sobre a Bíblia, o culto e o mundo. A teologia deve se redefinir, alinhando-se com o ponto de vista feminino.” (LOPES, 2014).

Com isso, a autoridade bíblica fica enfraquecida e relativizada para atender uma causa ao invés de mostrar a verdadeira Revelação divina. É verdade que nem todos aqueles favoráveis a ordenação feminina sejam liberais. Mas independente disto, a ordenação feminina força a interpretação de textos bíblicos e abrem precedente para questionamentos posteriores. Tokashiki (2017) afirma que a Hermenêutica Feminista é resultado do abandono da autoridade final da Escritura. Pra ele, “A Teologia Feminista é um ramo dentro da conhecida Teologia da Libertação.” Veja como Tokashiki (2017) define a leitura feminista das Escrituras:

A interpretação feminista das Escrituras tem o seu ponto de partida num dos seus pressupostos básicos: a teologia deve fundamentar-se sobre a análise da realidade sociopolítica. Ela não começa com o texto e contexto da Escritura Sagrada, mas com o contexto social da mulher, como sendo oprimida numa sociedade de cosmovisão machista.

Isso evidencia o fato de que o feminismo não parte do princípio que a Bíblia é a Palavra de Deus inspirada para assim interpretá-la, mas abraçam o subjetivismo sob a óptica do oprimido montar todo o seu sistema interpretativo. Tokashiki (2017) ainda afirma: “Na nova hermenêutica a interpretação e sistematização do ensino não é algo extraído das Escrituras, mas da experiência subjetiva do intérprete que impõe sobre o texto sagrado a sua opinião.”

Com tal ponto de vista hermenêutico fica fácil entender o que Grudem (2009, p.26, 27) aponta: “Se olharmos para as denominações que aprovaram a ordenação de mulheres, de 1956 a 1976, vamos descobrir que algumas delas, [...] têm grandes contingentes pressionando para a aprovação da conduta homossexual [...] e a aprovação da ordenação de homossexuais.”  Para este autor existe um caminho obvio traçado por aqueles que abandonam a visão Reformada das Escrituras:

1 deixar de crer na inerrância da Bíblia;
2 aprovar a ordenação de mulheres;
3 abandonar os ensinos da Bíblia sobre o homem como cabeça no casamento;
4 excluir os clérigos que se opõem à ordenação de mulheres;
5 aprovar o comportamento homossexual como moralmente válido em alguns casos;
6 aprovar a ordenação de homossexuais;
7 ordenação de homossexuais para posições de alta liderança na denominação; (GRUDEM, 2009, p.27)

Depois de compreendermos as implicações do feminismo em relação às Escrituras, especialmente sua relativização e o comprometimento desta como inerrante Palavra de Deus, há outros sérios problemas causados pelo feminismo dentro da igreja e das famílias que a compõe.

No campo teológico, a identidade de Deus Pai e de seu Filho, Jesus Cristo são atacadas. John M. Frame, no artigo Deus e Gênero: Macho e Fêmea, apresenta uma discussão levantada por feministas, as quais advogam que também devemos atribuir a Deus gênero feminino. Depois de expor os argumentos feministas, Frame os refuta de uma clara e objetiva perspectiva reformada. Mas ele não é o único a apresentar e tratar deste problema. Wayne Grudem também aponta o fato de que igualitaristas tendem a obscurecer e negar a identidade de Deus como Pai, chamando-o de mãe. Nesse interim, ele explica: “Chamar Deus de ‘Mãe’ é mudar a descrição que o próprio Deus faz de si na Bíblia. É chamar Deus por um nome que ele não tomou para si.” (GRUDEM, 2009, p.197). Todavia isso não é problema para as teólogas do feminismo. Pois, em última análise, isso não passa de uma construção social machista e precisa ser mudada. Assim, Grudem fecha essa questão dizendo:

O igualitarismo leva à abolição de qualquer coisa distintamente masculina. Um Adão andrógino. Um Jesus cuja masculinidade não é importante – apenas sua ‘humanidade’. Um Deus que é ao mesmo tempo Pai e Mãe, e então um Deus que é Mãe, mas não pode ser chamado de Pai. (GRUDEM, 2009, p.198)

Lopes (2014) nos mostra o quão longe a audácia feminista pode chegar, e os absurdos que são capazes de produzir a partir de uma hermenêutica fraudulenta:

O passo mais ousado dado pelo movimento feminista cristão radical foi a "reinvenção de Deus". Mais de 800 feministas, gays e lésbicas do mundo inteiro reuniram-se nos Estados Unidos em 1998 num Congresso chamado Reimaginando Deus. Os participantes chegaram a conclusões tremendas: o verdadeiro deus de Israel era uma deusa chamada Sofia, que os autores masculinos transformaram no deus masculino Javé, homem de guerra. Jesus Cristo não era Deus, mas era a encarnação desta deusa Sofia, que é a personificação da sabedoria feminina. Esta deusa pode ser encontrada dentro de qualquer mulher e é identificada com o ego feminino. No Congresso celebraram uma “Ceia” onde o pão e o vinho foram substituídos por leite e mel, e conclamaram as igrejas tradicionais a pedir perdão por terem se referido a Deus sempre no masculino. Amaldiçoaram os que são contra o aborto e abençoaram os que defendem os gays e as lésbicas.

Se o próprio Deus é alvo da Revolução feminista, o que resta para os homens? Vimos anteriormente que o patriarcado é um dos grandes alvos do feminismo. Isso não é diferente dentro da igreja e nas famílias que a compõe. Para as feministas cristãs, as mulheres são melhores e mais aptas para o governo da igreja, bem como dos lares. Como isso, negam o ensino bíblico basilar da complementação entre os sexos.

No artigo com o título de “Irremediavelmente Patriarcal”, Steve M. Schlissel defende que “Qualquer tentativa de abandonar o governo dos homens precisa começar com a renúncia do governo de Deus, isto é, a Santa Bíblia.” Pois é o próprio Deus que se revelou assim e usou o homem como cabeça. Ele ainda diz:

[...] as feministas estão certas quando reconhecem que a Bíblia é irremediavelmente patriarcal, pois nela encontramos que os homens são nomeados presbíteros (sem exceção), juízes (com uma exceção interessante), profetas (com poucas exceções), sacerdotes e apóstolos (sem exceções). Além disso, tentar encontrar uma anja se manifestando de forma feminina é procurar em vão. (Schlissel)

Concordamos com este autor e precisamos ser categóricos em afirmar que foi Deus que criou o homem e a mulher, iguais em dignidade e no sentido de ambos portarem a imagem de Deus. Todavia, eles possuem papeis diferentes, não estamos falando de competências, mas de papeis a serem desempenhados. “Deus criou os homens para serem cabeças pactuais. A rejeição do patriarcalismo exige a rejeição da Bíblia e do Deus da Bíblia. Aceitar a Bíblia requer aceitar o patriarcalismo. Não é possível interpretar de qualquer outra maneira.” (SCHLISSEL).

Referências

 BAUCHAM, Voddie Jr. As Consequências do Feminismo. Disponível em: http://bereianos.blogspot.com.br/2013/06/as-consequencias-do-feminismo.html

CAMARGO, Edson. De Machorras Militantes e Mal-amadas no mercado. Disponível em: http://bereianos.blogspot.com.br/2012/09/de-machorras-militantes-e-mal-amadas-no.html

CAMARGO, Edson. De Volta ao Lar, De Volta a Realidade. Disponível em: http://bereianos.blogspot.com.br/2012/09/de-volta-ao-lar-de-volta-realidade.html

EINWECHTER, William. A Feminização da Família. Disponível em:
http://bereianos.blogspot.com.br/2013/12/a-feminizacao-da-familia.html

FRAME, John M. Deus e o Gênero: Macho e Fêmea. Disponível em:
http://bereianos.blogspot.com.br/2014/12/deus-e-o-genero-macho-e-femea.html

GRUDEM, Wayne. Confrontado o Feminismo Evangélico: Respostas Bíblicas para perguntas cruciais. São Paulo: Cultura Cristã, 2009. 336p.

GRUDEM, Wayne. O Feminismo Evangélico: Um novo caminho para o liberalismo. São Paulo: Cultura Cristã, 2009. 256p.

JONES, Peter. A Ameaça Pagã: Velhas heresias para uma nova era. São Paulo: Cultura Cristã, 2002. 394p.

LOPES, Augustus Nicodemus. O Feminismo Cristão: Como tudo começou. Disponível em:
http://tempora-mores.blogspot.com.br/2014/05/o-feminismo-cristao-como-tudo-comecou.html

MAcCULLEY, Carolyn. Feminilidade Radical: Fé Feminina em um mundo feminista. São José dos Campos: FIEL, 2017. 362p.

OLIVETTI, Odayr. A Bíblia é Machista? Disponível em: http://bereianos.blogspot.com.br/2013/09/a-biblia-e-machista.html

PIPER, John. Deus Criou o ser humano homem e mulher: o que significa ser complementarista? Disponível em: http://bereianos.blogspot.com.br/2014/11/deus-criou-o-ser-humano-homem-e-mulher.html

PRIDE, Mary. De Volta ao Lar. São Paulo: Edições Cristãs, 2004. 199p.

SCHLISSEL, Steve M. Irremediavelmente Patriarcal. Disponível em:
http://monergismo.com/steve-schlissel/irremediavelmente-patriarcal/

TOKASHIKI, Ewerton B. Uma Crítica à Hermenêutica Feminista. Disponível em:
http://bereianos.blogspot.com.br/2017/01/uma-critica-hermeneutica-feminista.html



AUTOR: Rev. Vanderson Scherre - Integrante da Equipe do Ministério Cristão Apologético