<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350</id><updated>2012-02-24T11:18:23.051-02:00</updated><category term='Tabernáculo da Fé'/><category term='Adventistas do 7º dia'/><category term='Mórmons'/><category term='Espiritismo'/><category term='Ateísmo'/><category term='Doutrina Reformada'/><category term='&quot;Erros e Contradições&quot; da Bíblia'/><category term='Ética'/><category term='Congregação Cristã'/><category term='Teologia'/><category term='Teonomia'/><category term='Apologética'/><category term='Epistemologia'/><category term='Testemunhas de Jeová'/><category term='Apologética Histórica'/><title type='text'>MINISTÉRIO CRISTÃO APOLOGÉTICO (MCA)</title><subtitle type='html'>Os nossos ideais teológicos são: A Bíblia é a inerrante, infalível e suficiente Palavra de Deus. O Deus da Bíblia é Triúno. A Salvação é pela graça por meio da fé em Cristo Jesus.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>223</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-2584708330106716466</id><published>2012-02-22T16:11:00.000-02:00</published><updated>2012-02-22T16:11:35.072-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Testemunhas de Jeová'/><title type='text'>O Que as Testemunhas de Jeová Não Querem Que Saibamos Acerca de Beth-Sarim</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-aZ8Z29lE0Rc/T0UvYMOkqhI/AAAAAAAAANE/YpTkGPiq5lA/s1600/Jehova-Jehovah-Geova-Jeova-abertura21.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" lda="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-aZ8Z29lE0Rc/T0UvYMOkqhI/AAAAAAAAANE/YpTkGPiq5lA/s320/Jehova-Jehovah-Geova-Jeova-abertura21.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Em 1926, sob a liderança de Joseph F. Rutherford, a Watch Tower Bible &amp;amp; Tract Society comprou dois lotes de terreno: o lote Cento e Dez (110) e o lote Cento e Onze (111), em Kensington Heights, unidade n.º 2, no Condado de San Diego, Estado da Califórnia.&lt;br /&gt;Isto em si mesmo não parece estranho. O que é estranho é a razão porque estes lotes foram comprados. Os dois lotes foram comprados para construir uma mansão, mas não era uma mansão qualquer, era uma mansão chamada Beth-Sarim (expressão hebraica que significa "Casa dos Príncipes").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então qual era o propósito que motivou a construção de Beth-Sarim? Rutherford e todos os que o seguiam acreditavam numa profecia da Watchtower que dizia que em 1925 todos os homens mencionados no livro bíblico de Hebreus, capítulo 11, seriam ressuscitados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Podemos esperar confiantemente que 1925 assinalará o regresso de Abraão, Isaque, Jacó e todos os profetas da antiguidade, em especial aqueles mencionados pelo Apóstolo em Hebreus capítulo onze, à condição de perfeição humana." (Millions Now Living Will Never Die [Milhões Que Agora Vivem Jamais Morrerão] (1920), pp.88-90)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Watchtower [Sentinela] declarou em 1922 que "esta cronologia não é do homem, mas de Deus." (The Watchtower [A Sentinela], 17 de Julho de 1922, p.217)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, se foi Deus quem a pronunciou, essa profecia deveria ser capaz de passar no teste de um verdadeiro profeta, apresentado em Deuteronómio 18:21, 22, que diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se disserdes no vosso coração: como saberemos a palavra que o Senhor falou? Quando um profeta falar em nome do Senhor, se a coisa [predita] não acontecer, nem se verificar, essa é a coisa que o senhor não falou, mas o profeta falou-a presunçosamente: não deveis ter medo dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a profecia não se cumpriu, em 1925, a Watchtower admitiu: "Pode não acontecer. No seu devido tempo Deus cumprirá os seus propósitos a respeito do seu próprio povo." (The Watchtower [A Sentinela], 1.º de Janeiro de 1925, p.3)&lt;br /&gt;Assim, em 1930 a Watchtower construiu Beth-Sarim como um testemunho da fé que eles tinham de que Deus cumpriria essa profecia e como um lugar para os homens mencionados em Hebreus capítulo 11 poderem governar o Reino Teocrático de Deus desde o Armagedom em diante. O "Juiz" Rutherford convenientemente incluiu o nome dos príncipes no nome que deu à casa ["Beth-Sarim" significa "Casa dos Príncipes" em hebreu] e na escritura pública de Beth-Sarim de modo que ele e os seus assistentes pudessem viver na mansão palacial até à sua morte ou até ao regresso dos homens mencionados no livro bíblico de Hebreus. Quando estes voltassem, era suposto que a propriedade lhes seria entregue pelo resto da eternidade, para que eles vivessem nela e governassem com uma presença visível no Paraíso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No título e escritura da propriedade, com a data de 24 de Maio de 1926, é dito o seguinte:&lt;br /&gt;"A condição aqui expressa é que a acima mencionada WATCHTOWER BIBLE AND TRACT SOCIETY conservará o título mencionado, PERPETUAMENTE, para uso de todo e qualquer dos homens acima mencionados como representantes do Reino de Deus na terra." [ênfase acrescentada]&lt;br /&gt;Noutra parte do título, diz-se:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esta propriedade foi adquirida e foram feitos nela melhoramentos a pedido e sob a direcção do acima mencionado Joseph F. Rutherford e foi dedicada a Jeová Deus e ao Seu Rei Cristo, que é o governante legítimo da terra, e para o propósito expresso de ser usada por aqueles que são servos de Jeová Deus. Por esta razão, é feita a provisão nesta escritura de que a propriedade será usada PARA SEMPRE no propósito sujeito a qualquer incumbência que possa ser colocada sobre ela." [ênfase acrescentada]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, segundo as declarações acima, que constam no título e escritura da propriedade, a Watchtower Bible and Tract Society ainda devia ter em seu poder hoje o Lote 110 e o Lote 111, nos quais Beth-Sarim foi construída, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joseph F. Rutherford faleceu no dia 8 de Janeiro de 1942. Pouco tempo depois, Beth-Sarim foi vendida e já não pertence à Watchtower Bible and Tract Society.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que acontecimentos com esta importância, relacionados com a Sociedade, podem ser esquecidos tão facilmente? Podem ser tão facilmente varridos para debaixo do tapete? Ou será que o caso foi apenas "outro erro" cometido por "homens imperfeitos"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que é assim que a Watchtower pensa. Até agora, ainda não encontrei nenhuma TJ que soubesse da existência de Beth-Sarim antes de eu a ter informado [N. do T.: isto foi provavelmente escrito antes de 1993.] A Watchtower já há muito tempo que tem sido bem sucedida em encobrir e apagar os seus "erros" embaraçosos. Não só tentou esconder os factos, mas chegou mesmo a mentir descaradamente para esconder os detalhes embaraçosos. No livro Testemunhas de Jeová -- Proclamadores do Reino de Deus (publicado em 1993), p.76, a Watchtower escreveu:&amp;nbsp;&amp;nbsp;"Casa dos Príncipes"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O irmão Rutherford contraiu uma pneumonia aguda depois de ser solto em 1919 de encarceramento injusto. Após isso, ele só tinha um pulmão sadio. Nos anos 20, sob tratamento médico, ele foi a San Diego, Califórnia, e o médico instou com ele para que passasse tanto tempo quanto possível ali. Desde 1929, o irmão Rutherford passava os invernos trabalhando numa residência em San Diego que ele chamara de Bete-Sarim. A construção de Bete-Sarim foi realizada com fundos contribuídos diretamente para esse fim. A escritura, publicada na íntegra na revista "Golden Age" de 19 de março de 1930, transferia essa propriedade a J. F. Rutherford e depois à Sociedade Torre de Vigia, dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre Bete-Sarim, o livro "Salvation" ("Salvação"), publicado em 1939, explica: "As palavras hebraicas 'Bete-Sarim' significam 'Casa dos Príncipes'; e o intento de adquirir essa propriedade e edificar a casa foi para que houvesse alguma prova tangível de que existem pessoas na terra actualmente que acreditam plenamente em Deus e em Cristo Jesus e em seu reino, crendo que os fiéis da antiguidade serão brevemente ressuscitados pelo Senhor, voltarão à terra e se encarregarão dos negócios visíveis da terra."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui a Watchtower explica cuidadosamente que a escritura de Beth-Sarim transferiu essa propriedade para Rutherford, o que é uma mentira. A casa foi registada em nome de Davi, Jefté e outros indivíduos do Velho Testamento -- que era suposto ressuscitarem em San Diego, Califórnia, em 1925! Mais tarde a Watchtower vendeu a mansão -- coisa que tinham dito (na escritura da propriedade) que nunca fariam, porque era suposto a casa ser "uma testemunha por toda a eternidade."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De facto, a casa tem sido uma "testemunha" -- uma testemunha da loucura da Watchtower e do seu presidente alcoólico, Rutherford.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, este artigo foi escrito como um lembrete oportuno, para as Testemunhas de Jeová que não conhecem o caso e para as pessoas que as Testemunhas tentam recrutar.&lt;br /&gt;Deuteronómio 18:22 diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando um profeta falar em nome do Senhor, se o que ele disser não acontecer, nem se verificar, essa é a palavra que o Senhor não falou, mas foi o profeta que falou presunçosamente: não tenhais medo dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este versículo das escrituras diz que se a profecia falhar, é algo que o Senhor NÃO falou! O texto não diz nada acerca de admitir que se cometeu um erro, nem diz nada acerca de os homens serem imperfeitos. A única coisa que diz é isto: Se a profecia não se cumpriu, então foi uma&lt;strong&gt; FALSA PROFECIA!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;a href="http://corior.blogspot.com/2006/02/o-que-as-testemunhas-de-jeov-no-querem.html"&gt;http://corior.blogspot.com/2006/02/o-que-as-testemunhas-de-jeov-no-querem.html&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-2584708330106716466?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/2584708330106716466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/02/o-que-as-testemunhas-de-jeova-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/2584708330106716466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/2584708330106716466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/02/o-que-as-testemunhas-de-jeova-nao.html' title='O Que as Testemunhas de Jeová Não Querem Que Saibamos Acerca de Beth-Sarim'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-aZ8Z29lE0Rc/T0UvYMOkqhI/AAAAAAAAANE/YpTkGPiq5lA/s72-c/Jehova-Jehovah-Geova-Jeova-abertura21.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-7327785483080492050</id><published>2012-02-14T19:25:00.001-02:00</published><updated>2012-02-14T19:26:13.985-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adventistas do 7º dia'/><title type='text'>Outro argumento em favor do Domingo: Mais um tropeço Adventista no Nisto Cremos</title><content type='html'>Já mostrei aqui no MCA que o livro oficial de crenças Adventistas, o Nisto Cremos, deixou uma vinheta de contradição no assunto páscoa-santa ceia e sábado-domingo (&lt;a href="http://mcapologetico.blogspot.com/2011/06/do-sabado-para-o-domingo-usando-pascoa.html"&gt;AQUI&lt;/a&gt;). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora mostrarei que quando eles ficam insistindo que os cristãos guardavam o sábado nos primórdios do cristianismo, eles não provam nada com coisa nenhuma. Irei mostrar o motivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas antes, é preciso dizer que não encontramos a prática cristã levando em consideração a guarda do sábado. Antes, inquestionavelmente, o Domingo figurava na liturgia cristã. Desta maneira, o pressuposto é falacioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora veja a como eles mesmos esvaziam de lógica o (suposto) argumento da guarda do sábado no início da era cristã:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“A era do Novo Testamento representava um período transicional, e embora os apóstolos por vezes participassem dos rituais do Antigo Testamento, a decisão do primeiro concílio em Jerusalém mostra que eles não perceberam nesses rituais qualquer valor salvífico.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; 209&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notou???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="background-color: red;"&gt;“SE”,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; a guarda do sábado fosse uma prática cristã mesmo, nos dias nascentes da igreja, na era apostólica, eu responderia a mesma coisa, tendo em vista todo o relato bíblico do NT em torno do Domingo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro problema é a questão do tempo. Se mesmo após a ressurreição do Senhor,&amp;nbsp;com o fim efetivo da Lei Cerimonial, parece que a consciência disso não foi instantânea. O que dizer do sábado? Interessante é que mesmo nesse ponto, nem Lucas nos mostra em uma perspectiva cristã a guarda do sábado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, os inimigos do dia do Senhor, ‘tropeçaram’ na verdade...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-7327785483080492050?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/7327785483080492050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/02/outro-argumento-em-favor-do-domingo.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/7327785483080492050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/7327785483080492050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/02/outro-argumento-em-favor-do-domingo.html' title='Outro argumento em favor do Domingo: Mais um tropeço Adventista no Nisto Cremos'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-3689767550930826210</id><published>2012-02-11T11:01:00.000-02:00</published><updated>2012-02-11T11:01:06.241-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='&quot;Erros e Contradições&quot; da Bíblia'/><title type='text'>ATROCIDADES NA BÍBLIA – PARTE 3: A ESCRAVIDÃO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-sHuiCSne4lY/TzZmVebrZmI/AAAAAAAAAM8/eIU0P549SOg/s1600/250px-024debret%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sda="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-sHuiCSne4lY/TzZmVebrZmI/AAAAAAAAAM8/eIU0P549SOg/s1600/250px-024debret%255B1%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A Bíblia relata a escravidão, com certa naturalidade. Algo comum, corrente entre os povos antigos. Escravidão causa-nos pavor. Especialmente porque em última análise, trata pessoas como ‘coisas’, objetos para uso e desuso de seus donos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, será que existem razões para rejeitar a Bíblia, por ela não ser, aparentemente, abolicionista? Será que o povo de Deus na Bíblia mantinha outros em escravidão tal como conhecemos hoje.&lt;br /&gt;Tentarei oferecer algumas reflexões sobre o assunto:&lt;br /&gt;Em primeiro plano, devemos lembrar dos distanciamentos hermenêuticos apresentados na primeira postagem sobre esse assunto (VEJA &lt;a href="http://mcapologetico.blogspot.com/2011/03/atrocidades-na-biblia-genocidios-e.html"&gt;AQUI&lt;/a&gt;). Visto que essa prática estruturou os mecanismos no mundo antigo, pelo visto não se tinha uma resistência contra a escravidão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Pensando no termo&lt;/em&gt;: Alguns países consideram o trabalho infantil um crime, uma exploração criminosa onde das crianças roubam-se a sua infância e inocência. Em outros, isso é considerado oportunidade de desenvolvimento. Fica na verdade em um critério contextual e cultural, se uma criança de 12 anos pode trabalhar, dependendo do país (não estou falando de trabalho que destrua a saúde da criança). Houve exploração e erros no passado quando crianças perdiam sua infância em um trabalho. Isso é verdade. No entanto, uma geração de pessoas hoje, que trabalharam desde a infância, não percebem que mal foi causado, e que mal há nisso, quando isso resultou em um envolvimento sério no sustento do lar. Acredito que as pessoas de 60 a 70 anos nos diria isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, quando se ouve: ‘trabalho infantil’ soa-nos criminosamente! Mas temos que nos dar conta de que os erros foram dos abusos e não que ‘trabalho infantil’ seja criminoso e definitivamente prejudicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citei isso como exemplo para definir o que o termo escravidão nos transmite. Será que quando a Bíblia autorizava um servo de Deus ter o serviçal estava mesmo tendo em mente o que pensamos hoje sobre escravidão? Não, em absoluto. Precisamos ver o que a Bíblia diz em seu contexto e o que Deus nos ensina a partir disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ESCRAVOS NA BÍBLIA&lt;/strong&gt;: &lt;br /&gt;Em primeiro lugar, temos que nos lembrar que a Bíblia classifica o povo de Deus como escravos de Deus! &lt;br /&gt;E esse ‘povo escravo’ de Deus é classificado como &lt;strong&gt;&lt;em&gt;NOIVA&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; de Cristo! &lt;br /&gt;E esse ‘povo escravo’ de Deus é classificado como &lt;strong&gt;&lt;em&gt;FILHOS&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; de Deus! &lt;br /&gt;E esse ‘povo escravo’ de Deus é &lt;strong&gt;&lt;em&gt;HERDEIRO&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; do Céu e da vida eterna! &lt;br /&gt;E esse ‘povo escravo’ de Deus é um &lt;strong&gt;&lt;em&gt;REINO&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, e reinarão sobre a terra! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta maneira, existe algo no termo ‘escravo’ na Bíblia que escapa-nos. Caso ser escravo na Bíblia fosse apenas uma classificação negativa, jamais teríamos tal termo aplicado ao povo que Deus ama e entregou seu Filho Unigênito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns Textos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lv 25. 44-46&lt;/strong&gt; – Essa é uma passagem perturbadora. Fala-nos que Deus instruiu o seu povo a comprar pessoas como escravas de outras nações. Um israelita por sua vez não deveria ser escravo de outro israelita. No entanto poderia ser escravo de um estrangeiro (vers. 47). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas você pode dizer: “O Israelita que fosse vendido a um estrangeiro deveria ser resgatado por um parente, já o estrangeiro não tinha esse direito!” Certo. Mas a possibilidade de um israelita ser libertado não significava que ele seria, se um parente não tivesse recursos para isso! Era uma possibilidade. Obvio que, ele tinha muitas vantagens, mesmo que alguém de sua parentela não tivesse condições. Ele seria escravo até o Ano do Jubileu (Ex 21.1; Lv 25. 39,40). Ao passo que o estrangeiro comprado seria ‘perpetuamente’. Porém observe bem. Um Israelita poderia ser escravo! Sendo o ‘povo soberano’ naquele território nacional, ainda sim ele poderia ser escravo! Isto revela, e deixa bem latente que a escravidão nesse contexto não era algo terrível, como estamos acostumados a ler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto. Em diversas ocasiões, Deus dizia aos seus filhos que eles deveriam lembrar-se que foram escravos no Egito. Esse procedimento pedagógico seria normativo, mantendo um tratamento humano para com os escravos. Vejamos alguns exemplos:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1) Êxodo 20. 10; Dt 5. 13,14. O Sábado&lt;/strong&gt;: Toda semana os israelitas, o povo de Deus, lembravam-se que foram escravos. E nesse dia de adoração ao SENHOR, Deus os obrigava a deixarem os escravos descansarem. Esse era um tratamento humano concedido ao escravo. Uma das principais Leis divinas beneficiava os escravos! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2) Levítico 23. 7, 8, 21, 35,39. Outros descansos periódicos&lt;/strong&gt;: Os escravos também teriam esse tipo de descanso no sétimo mês e no sétimo ano, além de terem a páscoa, pentecostes, dia da expiação e a festa dos tabernáculos (uma semana), tendo em vista que várias dessas festas solenes eram chamadas de ‘sábados’, ou seja, ‘feriados santos’, semanal, mensal e anual, o escravo teria muitos ‘direitos trabalhistas’. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3) Deuteronômio 16. 11, 14. Festas com os escravos&lt;/strong&gt;: Os descansos oficiais e impostos (Dt 16.12) acima descritos, não eram apenas descansos religiosos em que os escravos participariam. O elemento celebrativo estava incluído. Ou seja, os escravos participavam da mesa festiva que seus donos usufruíam. &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O serviço escravo, segundo ‘normatizado’ na Escritura, revela um padrão incomparável ao que existiu no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas reconhecemos que esse é um assunto muito delicado. Muitos cristãos não gostam de falar sobre esses assuntos pois na verdade muitos de nossos mestres também não gostam de falar sobre o tema. Mas a dificuldade da questão deveria fazer-nos olhar com mais atenção a esse tema. Muitos hoje não creem na Bíblia por ter presente tais dificuldades. O caminho mais&amp;nbsp;simplório de se resolver isso é dar a seguinte resposta: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Isso era no Velho Testamento, estamos na era do Novo Testamento e isso não existe mais!”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Não creio que essa a explicação seja final.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-3689767550930826210?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/3689767550930826210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/02/atrocidades-na-biblia-parte-3.html#comment-form' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/3689767550930826210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/3689767550930826210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/02/atrocidades-na-biblia-parte-3.html' title='ATROCIDADES NA BÍBLIA – PARTE 3: A ESCRAVIDÃO'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-sHuiCSne4lY/TzZmVebrZmI/AAAAAAAAAM8/eIU0P549SOg/s72-c/250px-024debret%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-8137551441712729186</id><published>2012-02-03T14:29:00.000-02:00</published><updated>2012-02-03T14:29:05.462-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mórmons'/><title type='text'>Para os Que Estão a Investigar o "Mormonismo"</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-h7g2hNnfwXc/TywKx41kUcI/AAAAAAAAAM0/QaH1oYvYuHU/s1600/lupa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://4.bp.blogspot.com/-h7g2hNnfwXc/TywKx41kUcI/AAAAAAAAAM0/QaH1oYvYuHU/s200/lupa.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: small;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;Para os Que Estão a Investigar o "Mormonismo"&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;Se o leitor está a investigar o Mormonismo ("Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias" ou "Igreja mórmon"), provavelmente está a estudar em reuniões privadas em sua casa, com missionários dessa igreja. Eis alguns aspectos chave que talvez lhe tenham dito:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;O Mormonismo começou quando Joseph Smith, um jovem da zona oeste de Nova Iorque, foi incitado por um revivalismo cristão que ocorreu no local onde ele vivia em 1820 a orar a Deus por orientação para saber qual das igrejas era a verdadeira. Em resposta às suas orações, ele foi visitado por Deus o Pai e Deus o Filho, dois seres separados, que lhe disseram que não se devia juntar a nenhuma igreja porque todas as igrejas existentes nesse tempo eram falsas, e ele, Joseph, geraria a igreja verdadeira. Este acontecimento é chamado "A Primeira Visão."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Em 1823 Joseph teve outra visita celestial, na qual um anjo chamado Moroni lhe contou a respeito de uma história sagrada escrita por hebreus da antiguidade na América, gravada num dialecto egípcio em tabuinhas de ouro e enterradas num monte próximo. Joseph foi informado que continham a história dos povos da América da antiguidade, e que Joseph seria o instrumento usado para trazer este registo ao conhecimento do mundo. Joseph obteve estas placas de ouro do anjo em 1827 e traduziu-as para inglês através do espírito de Deus e do uso de um instrumento sagrado que acompanhava as placas, chamado "Urim e Tumim." A tradução foi publicada em 1830 como&amp;nbsp;&lt;i&gt;The Book of Mormon&lt;/i&gt;&amp;nbsp;[&lt;i&gt;O Livro de Mórmon&lt;/i&gt;].&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;The Book of Mormon&lt;/i&gt;&amp;nbsp;[&lt;i&gt;O Livro de Mórmon&lt;/i&gt;] é uma história religiosa e secular dos habitantes do hemisfério ocidental desde cerca de 2200 AC até cerca de 421 AD. Diz ao leitor que todos os índios americanos são descendentes de três grupos de imigrantes que foram conduzidos por Deus dos seus lares originais no oriente próximo para a América. Um grupo veio da Torre de Babel e outros dois grupos vieram de Jerusalém imediatamente antes do cativeiro Babilónico, cerca de 600 AC. Eles foram conduzidos por profetas de Deus que tinham o evangelho de Jesus Cristo, que está preservado na sua história, o&amp;nbsp;&lt;i&gt;Livro de Mórmon&lt;/i&gt;. Muitos dos descendentes destes imigrantes eram cristãos, mesmo antes de Cristo ter nascido na Palestina, mas muitos eram descrentes. Crentes e descrentes travaram muitas guerras, a última das quais apenas deixou como sobreviventes descrentes degenerados, que são os antepassados dos índios americanos. O acontecimento mais importante durante esta longa história foi a visita de Jesus Cristo à América, depois da sua crucificação, quando ele ministrou (e converteu) todos os habitantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Joseph Smith foi dirigido por revelação de Deus no sentido de restabelecer ("restaurar") a verdadeira igreja, o que fez em 1830. Ele foi visitado várias vezes por mensageiros celestiais, que o ordenaram no verdadeiro sacerdócio. Ele continuou a ter revelações de Deus para guiar a igreja e para dar mais conhecimento do Evangelho. Muitas destas revelações estão publicadas em&amp;nbsp;&lt;i&gt;Doctrine and Covenants&lt;/i&gt;&amp;nbsp;[&lt;i&gt;Doutrina e Convénios&lt;/i&gt;].&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Joseph Smith e os seus seguidores foram perseguidos continuamente devido às suas crenças religiosas, e mudaram-se do Estado de Nova Iorque para o Ohio, depois para o Missouri, depois para o Illinois, onde Joseph Smith foi assassinado em 1844 por uma multidão, um mártir devido às suas crenças. A igreja foi depois conduzida por Brigham Young, o sucessor de Joseph, para o Utah, onde os Mórmons se estabeleceram com sucesso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A igreja Mórmon é dirigida actualmente pelos sucessores de Joseph Smith. O actual presidente da igreja é um "profeta, vidente e revelador" exactamente como Joseph Smith era, e guia os membros da igreja através de revelações e orientação de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A igreja Mórmon moderna é a única igreja verdadeira, conforme restaurada por Deus através de Joseph Smith. Outras igrejas, derivadas da igreja cristã primitiva, estão em apostasia porque os seus líderes corromperam as escrituras, mudaram os rituais da igreja original e muitas vezes levam vidas corruptas, perdendo desse modo a autoridade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Ao aceitar o baptismo na igreja Mórmon, a pessoa toma o primeiro passo necessário em direcção à salvação e à entrada definitiva no Reino do Céu (o "Reino Celestial").&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;h3&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: small;"&gt;O que os missionários não lhe dirão&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Eis um sumário de importantes factos sobre a igreja Mórmon e a sua história que os missionários provavelmente não lhe dirão. Não estamos a sugerir que eles o estão a enganar intencionalmente -- a maioria dos jovens mórmons que servem em missões para a igreja não são conhecedores da história da igreja ou de estudos críticos modernos sobre a igreja. Provavelmente eles próprios não conhecem todos os factos. Contudo, eles foram treinados para dar aos investigadores "leite antes da carne", ou seja, adiam a revelação de toda a informação que pode tornar um investigador hesitante,&amp;nbsp;&lt;i&gt;mesmo que seja verdadeira&lt;/i&gt;. Mas o leitor deve tomar conhecimento destes factos antes de se comprometer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Cada um dos factos que apresentamos em seguida é fundamentado em sólida investigação histórica. E esta lista não é de modo algum exaustiva!&amp;nbsp;&lt;i&gt;Para consultar links de artigos em inglês que fundamentam cada um destes pontos, clique na palavra&lt;/i&gt;&amp;nbsp;NOTAS,&amp;nbsp;&lt;i&gt;que está a seguir a cada item.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A história da "Primeira Visão", na forma que os mórmons hoje apresentam, era desconhecida até 1838,&amp;nbsp;&lt;i&gt;dezoito anos&lt;/i&gt;&amp;nbsp;depois da sua alegada ocorrência e quase dez anos depois de Smith ter começado os seus esforços missionários. A versão mais antiga da visão, escrita pelo próprio Smith, é aproximadamente de 1832 (pelo menos&amp;nbsp;&lt;i&gt;onze anos&lt;/i&gt;&amp;nbsp;depois da alegada visão), e diz que apenas&amp;nbsp;&lt;i&gt;uma&lt;/i&gt;&amp;nbsp;personagem, Jesus Cristo, lhe apareceu. Também não menciona nada sobre um reavivamento religioso e contradiz o relato posterior quanto a Smith já ter decidido que nenhuma igreja era verdadeira. Existe ainda uma terceira versão deste acontecimento, registada como uma recordação no diário de Smith, quinze anos depois da alegada visão, em que apenas uma "personagem" aparece, sobre a qual se diz explicitamente que não é o Pai nem o Filho, acompanhada por muitos "anjos", que não são mencionados na versão oficial que os mórmons hoje contam. Qual das versões é correcta? Por que é que este evento, que a igreja agora diz ser tão importante, foi desconhecido por tanto tempo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Um estudo cuidadoso da história religiosa do local onde Smith viveu em 1820 lança dúvida sobre se realmente houve um grande reavivamento religioso associado com a "Primeira Visão" nesse ano, como Smith e a sua família descreveram mais tarde. Os reavivamentos religiosos que ocorreram em 1817 e 1824 ajustam-se melhor ao que Smith descreveu mais tarde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Em 1828, oito anos depois de o próprio Deus alegadamente lhe ter dito que não se devia juntar a nenhuma igreja, Smith pediu para ser membro de uma igreja Metodista local. Outros membros da sua família tinham-se juntado aos Presbiterianos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Contemporâneos de Smith descrevem-no consistentemente como um vigarista cuja principal fonte de receitas era 'alugar-se' a agricultores locais para ajudá-los a encontrar tesouros enterrados, através do uso de magia popular e "pedras de vidência". De facto, Smith foi julgado em tribunal em 1826 sob acusação de ter andado a desenterrar ouro [ou dinheiro].&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;As únicas pessoas que afirmaram ter visto as placas de ouro foram onze amigos próximos de Smith (muitos deles familiares uns dos outros). Os testemunhos deles são impressos na primeira página de todas as cópias do&amp;nbsp;&lt;i&gt;Livro de Mórmon&lt;/i&gt;. Nunca foi permitido a terceiros examinar essas placas. As placas foram recolhidas pelo anjo em certo momento desconhecido. A maioria das testemunhas posteriormente abandonou o movimento. Então Smith chamou-lhes "mentirosos".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Smith produziu a maior parte da "tradução", não através da leitura das placas usando o Urim e o Tumim (aparentemente um par de 'lentes' sagradas), mas sim contemplando a mesma "pedra de vidência" que ele tinha usado para procurar tesouros. Ele colocava a pedra no seu chapéu e depois usava-o para cobrir a face. A maior parte do tempo ele estava a ditar, as placas de ouro nem sequer estavam presentes, estavam num esconderijo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A história e civilização descritas detalhadamente no&amp;nbsp;&lt;i&gt;Livro de Mórmon&lt;/i&gt;&amp;nbsp;não correspondem a nada que os arqueólogos tenham encontrado nas Américas. O&amp;nbsp;&lt;i&gt;Livro de Mórmon&lt;/i&gt;&amp;nbsp;descreve uma civilização que durou mil anos, abrangendo tanto a América do Norte como a América do Sul, que tinha cavalos, elefantes, gado, ovelhas, trigo, cevada, aço, veículos com rodas, construção de navios, navios, moedas e outros elementos da cultura do Velho Mundo. Mas nunca se encontrou nas Américas desse período qualquer traço destas coisas supostamente muito comuns. E o&amp;nbsp;&lt;i&gt;Livro de Mórmon&lt;/i&gt;&amp;nbsp;não menciona nenhuma das características das civilizações que realmente existiam nesse tempo nas Américas. A igreja mórmon gastou milhões de dólares ao longo de muitos anos tentando provar através de pesquisas arqueológicas que o&amp;nbsp;&lt;i&gt;Livro de Mórmon&lt;/i&gt;&amp;nbsp;é um registo histórico exacto, mas eles fracassaram em produzir nem que fosse um fragmento de evidência arqueológica pré-colombiana apoiando a história do&amp;nbsp;&lt;i&gt;Livro de Mórmon&lt;/i&gt;. Além disso, enquanto o&amp;nbsp;&lt;i&gt;Livro de Mórmon&lt;/i&gt;&amp;nbsp;apresenta uma imagem de um povo relativamente homogéneo, com uma única língua e modo de comunicação entre partes longínquas das Américas, a história pré-colombiana das Américas mostra o oposto: tipos raciais muito diversos (quase completamente asiáticos de leste -- de modo nenhum semitas), e muitas línguas nativas independentes [não relacionadas entre si], nenhuma das quais está relacionada com o hebreu ou o egípcio, nem sequer remotamente.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;As pessoas do&amp;nbsp;&lt;i&gt;Livro de Mórmon&lt;/i&gt;&amp;nbsp;eram supostamente judeus devotos que observavam a Lei de Moisés, mas no&amp;nbsp;&lt;i&gt;Livro de Mórmon&lt;/i&gt;&amp;nbsp;não existe praticamente nenhum vestígio da sua observância da Lei Mosaica, nem notamos no livro um conhecimento exacto dessa lei.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Embora Joseph Smith tenha dito que Deus considerou "correcta" a tradução completa das placas, conforme publicada em 1830, foram feitas muitas mudanças em edições posteriores. Além de milhares de correcções de gramática defeituosa e palavras grosseiras que existiam na edição de 1830, foram feitas outras alterações para reflectir mudanças subsequentes em algumas das doutrinas fundamentais da igreja. Por exemplo, uma mudança inicial na redacção modificou a aceitação da doutrina da Trindade, na edição de 1830, permitindo assim que Smith introduzisse a sua doutrina posterior de múltiplos deuses. Uma mudança mais recente (1981) substituiu a palavra "branca" pela palavra "pura", aparentemente para reflectir a mudança na posição da igreja em relação à "maldição" da raça negra.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Joseph Smith disse que o&amp;nbsp;&lt;i&gt;Livro de Mórmon&lt;/i&gt;&amp;nbsp;continha "a plenitude do evangelho". Contudo, o seu ensino em muitos assuntos doutrinais tem sido ignorado ou contrariado pela actual igreja mórmon e muitas doutrinas que a igreja agora diz serem essenciais nem sequer são mencionadas no livro. Exemplos são a posição da igreja na natureza de Deus, nascimento virginal, Trindade, poligamia, Inferno, sacerdócio, organizações secretas, natureza do Céu e salvação, templos, rituais por procuração em benefício dos mortos e muitos outros assuntos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Muitas das noções históricas básicas que encontramos no&amp;nbsp;&lt;i&gt;Livro de Mórmon&lt;/i&gt;&amp;nbsp;já tinham aparecido impressas em 1825, dois anos antes de Smith ter começado a produzir o&amp;nbsp;&lt;i&gt;Livro de Mórmon&lt;/i&gt;, num livro chamado&amp;nbsp;&lt;i&gt;View of the Hebrews&lt;/i&gt;&amp;nbsp;[&lt;i&gt;Vista dos Hebreus&lt;/i&gt;], escrito por Ethan Smith (não era familiar de Joseph) e publicado num local muito próximo de onde Joseph Smith vivia. Um estudo cuidadoso deste livro obscuro levou um representante da igreja mórmon (o historiador B. H. Roberts, 1857-1933) a confessar que a evidência tendia a mostrar que o&lt;i&gt;Livro de Mórmon&lt;/i&gt;&amp;nbsp;não era um registo antigo, era antes um conjunto de histórias que o próprio Joseph Smith tinha inventado, baseado no que tinha lido no tal livro anterior.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Embora os mórmons afirmem que Deus está a guiar a igreja mórmon através do seu presidente (que tem o título "profeta, vidente e revelador"), os sucessivos "profetas" têm repetidamente conduzido a igreja para empreendimentos que foram fracassos sombrios e noutros casos não conseguiram prever desastres que se aproximavam. Para mencionar apenas alguns: o Kirtland Bank, a United Order, a reunião de Sião no Missouri, a expedição no Zion's Camp, poligamia, o Alfabeto Deseret. O exemplo mais recente é a fraude que o traficante de manuscritos Mark Hofmann conseguiu vender à igreja em 1980. Ele foi bem sucedido em vender à igreja por milhares de dólares manuscritos que tinham sido forjados. A igreja aceitou-os como sendo documentos históricos genuínos. Os líderes da igreja ficaram a saber a verdade sobre esta fraude, não de Deus, através de uma revelação, mas de peritos não-mórmons e da polícia, depois de Hofmann ter sido preso por dois crimes que cometeu para encobrir a sua fraude. Este escândalo foi noticiado a nível nacional [nos E.U.A.]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;O ritual secreto no templo (a "doação") foi introduzido por Smith em Maio de 1842, apenas dois meses depois de ele ter sido iniciado na Maçonaria. O ritual secreto no templo mórmon assemelha-se muito ao ritual maçónico desse tempo. Smith explicou que os Maçons tinham corrompido o ritual antigo (dado por Deus), mudando-o e removendo certas partes. Disse ainda que ele estava a restaurá-lo à sua forma "pura" e "original" (e completa), conforme lhe fora revelada por Deus. Nos 150 anos que passaram desde então, a igreja mórmon fez muitas mudanças fundamentais no ritual "puro e original" conforme "restaurado" por Smith, e fizeram isto principalmente removendo grandes partes desse ritual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Muitas doutrinas que em tempos passados foram ensinadas pela igreja mórmon e apresentadas como fundamentais, essenciais e "eternas", foram abandonadas. O ponto aqui não é se a igreja estava correcta em abandonar essas doutrinas; em vez disso, o ponto é que uma igreja que alega ser a igreja de Deus toma uma posição "eterna" numa altura e a posição oposta noutra altura, e em qualquer dos casos afirma estar a proclamar a palavra de Deus. Alguns exemplos são:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="list-style-type: disc;"&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A doutrina que diz que Adão era Deus, o Pai;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A Ordem Unida (toda a propriedade dos membros da igreja deve ser tida em comum e registada em nome da igreja);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Casamentos plurais (poligamia; um homem tem de ter mais de uma esposa para alcançar o grau mais elevado do céu);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A maldição de Caim (a raça negra não tem permissão de receber o sacerdócio de Deus porque está amaldiçoada; esta doutrina só foi abandonada em 1978);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Expiação pelo Sangue (alguns pecados -- apostasia, adultério, assassínio, casamento interracial -- têm de ser expiados através do derramamento do sangue do pecador, preferencialmente por alguém designado para o efeito pelas autoridades da igreja);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Todas estas doutrinas foram proclamadas pelo profeta reinante como sendo a Palavra de Deus, "eternas", "durando indefinidamente", para governar a igreja "para todo o sempre". Todas foram abandonadas pela igreja actual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Joseph Smith afirmou ser um "tradutor" pelo poder de Deus. Além do&amp;nbsp;&lt;i&gt;Livro de Mórmon&lt;/i&gt;, ele fez várias "traduções" adicionais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="list-style-type: disc;"&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;O&amp;nbsp;&lt;i&gt;Book of Abraham&lt;/i&gt;&amp;nbsp;[&lt;i&gt;Livro de Abraão&lt;/i&gt;], a partir de papiros [rolos] egípcios que obteve em 1838. Ele declarou que os rolos foram escritos pelo Abraão de que fala a Bíblia, "pela sua própria mão". A tradução de Smith é agora aceite como sendo escritura pela igreja mórmon, como parte da&amp;nbsp;&lt;i&gt;Pearl of Great Price&lt;/i&gt;&amp;nbsp;[&lt;i&gt;Pérola de Grande Valor&lt;/i&gt;]. Smith também produziu uma "Gramática Egípcia" baseada na sua tradução. Os modernos especialistas do egípcio da antiguidade concordam que os rolos são rolos de funeral egípcio comuns, inteiramente pagãos na sua natureza, não tendo nada que ver com Abraão, e datam de um período 2000 anos posterior a Abraão. A "Gramática", dizem os egiptólogos, prova que Smith não tinha qualquer noção da língua egípcia. É&amp;nbsp;&lt;i&gt;pura fantasia&lt;/i&gt;: ele inventou-a.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A "Revisão Inspirada" da King James Bible [uma tradução da Bíblia]. Deus teria supostamente ordenado a Smith que traduzisse novamente a Bíblia porque as traduções existentes continham erros. Ele completou a sua tradução em 1833, mas a igreja ainda usa a King James Bible.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;As "Placas Kinderhook", um grupo de oito placas de metal com estranhos caracteres gravados, desenterradas em 1843 perto de Kinderhook, Illinois, e examinadas por Smith, que começou a fazer uma "tradução" delas. Ele nunca completou a tradução, mas identificou as placas como um "registo antigo", e traduziu o suficiente para identificar o autor como sendo um descendente de Faraó. Agricultores locais confessaram mais tarde que eles próprios tinham produzido, gravado e enterrado as placas, como uma fraude. Eles tinham copiado os caracteres de uma caixa de chá chinesa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Joseph Smith afirmou ser um "profeta". Ele profetizou frequentemente eventos futuros "pelo poder de Deus". Muitas destas profecias estão registadas na obra mórmon intitulada&amp;nbsp;&lt;i&gt;Doctrine and Covenants&lt;/i&gt;&amp;nbsp;[&lt;i&gt;Doutrina e Convénios&lt;/i&gt;]. Quase nenhuma se cumpriu, e muitas não se podem cumprir agora porque as acções que deviam ser feitas pelas pessoas nomeadas nunca foram realizadas e essas pessoas agora estão mortas. Muitas profecias incluíam datas para o seu cumprimento e essas datas já passaram há muito tempo, sendo que os acontecimentos nunca ocorreram.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Joseph Smith não morreu como mártir mas sim numa batalha de tiros de pistola, na qual ele próprio disparou vários tiros. Ele estava preso nesse tempo, sob detenção por ter ordenado a destruição de um jornal de Nauvoo que se atreveu a publicar uma exposição (que era verdadeira) das ligações sexuais secretas de Joseph Smith. Nesse tempo ele tinha anunciado a sua candidatura para a presidência dos Estados Unidos, tinha estabelecido um governo secreto e tinha-se coroado secretamente como o "Rei do Reino de Deus".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Desde a fundação da igreja até à actualidade, os líderes da igreja não têm hesitado em mentir, falsificar documentos, reescrever ou suprimir a história ou fazer tudo o que for necessário para proteger a imagem da igreja. Muitos historiadores mórmons foram excomungados da igreja por terem publicado as suas descobertas acerca da verdadeira história mórmon.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;h3&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: small;"&gt;A sua vida como mórmon&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Se o leitor decidir tornar-se um membro da igreja mórmon, deve saber como será a sua vida na igreja. Embora seja calorosamente aceite por uma animada comunidade de pessoas saudáveis, activas e que geralmente o apoiam, muitas delas sendo felizes no mormonismo e não podendo imaginar as suas vidas sem a essa religião,&amp;nbsp;&lt;i&gt;existe outro lado da questão:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;O leitor será continuamente lembrado que para entrar no grau mais alto do céu (o "Reino Celestial"), terá de passar pela cerimónia da doação ["endowment"] no templo e ter "selado" o seu casamento com a sua esposa. (Se a sua esposa não é mórmon, você não pode entrar no grau mais alto do céu.) Para obter permissão para ter estas cerimónias realizadas no templo, você tem de provar que é um membro obediente e fiel da igreja e tem fazer tudo o que as autoridades da igreja ordenam, desde o Profeta até ao nível local. Terá de passar por uma entrevista pessoal com as autoridades locais da igreja para avaliar o seu valor, na qual eles lhe fazem perguntas sobre a sua vida privada e as suas actividades religiosas e sociais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Eles esperam de si que dê pelo menos dez porcento das suas receitas à igreja, como dízimo. Eles esperam que faça outros donativos, conforme a necessidade surgir. Você nunca verá um relatório de como esse dinheiro é gasto, ou quanto a igreja recebe, ou seja o que for acerca da condição financeira; a igreja mantém as suas finanças secretas, mesmo dos seus membros.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Eles esperam que você abandone o uso do álcool, tabaco, café e chá.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Eles esperam que você cumpra qualquer designação de trabalho que lhe for atribuída. Estas designações podem ser posições de ensino, posições de funcionário, ajudando em várias tarefas de apoio -- qualquer trabalho que precise de ser feito. Cada tarefa que realizar com sucesso torná-lo-á elegível para outras, com mais responsabilidade e mais exigências sobre o seu tempo. Os membros que realizam estes trabalhos, mesmo aqueles que envolvem conselho pastoral delicado, não recebem qualquer treino formal (não existe clero pago, treinado). Ser-lhe-á dito que Deus o chamou para as suas designações. Muitos mórmons têm a maior parte do seu tempo livre ocupado com trabalho da igreja, tentando cumprir as numerosas designações que lhes foram dadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Eles esperam que você seja obediente às autoridades da igreja em tudo o que lhe ordenarem. O slogan é "siga a irmandade", e significa seguir sem dúvidas ou questionamentos. Eles desencorajam a discussão da correcção dos decretos que vêm de cima. Eles esperam que você tenha fé que os líderes não o podem desencaminhar. Mesmo se eles lhe disserem algo que contradiz um profeta anterior, dirão: "Um profeta vivo tem precedência sobre um profeta morto."&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Poderá "votar" naqueles que foram designados para posições de autoridade sobre si, mas a votação será feita através do método de braço no ar numa reunião pública. Só se votará num candidato para cada cargo (naquele indivíduo que for "chamado por Deus"). Portanto o voto é sempre unânime a favor do candidato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Será instruído a não ler qualquer material que "não promova a fé", isto é, que possa ser crítico em relação à igreja ou aos seus líderes, ou que possa colocar a igreja ou os líderes sob uma luz desfavorável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Será instruído a não se associar com "apóstatas", isto é, com ex-mórmons. (Na entrevista em que avaliam o seu "valor", farão perguntas sobre este ponto.)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Se você não é casado(a), será encorajado(a) a casar com um(a) bom (boa) mórmon, tão cedo quanto possível. Quando casar, numa cerimónia de casamento no templo, os membros da sua família e amigos que não são mórmons não serão autorizados a assistir à cerimónia, porque apenas os mórmons "com valor" têm autorização para entrar no templo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Se é homossexual, será pressionado a abandonar este aspecto "mau" da sua natureza. Se não o fizer, provavelmente não será completamente aceite por outros membros da igreja. Se não permanecer celibatário, pode ser excomungado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Se é do sexo masculino, tem mais de 12 anos de idade e é "prestável" [ou "tem valor"] (ou seja, se é obediente, se assiste às reuniões, se não se masturba, etc.), será ordenado num dos níveis do sacerdócio e, se continuar a ser fiel e obediente, subirá gradualmente através dos vários níveis do sacerdócio. Se é do sexo feminino, receberá os benefícios da autoridade do sacerdócio apenas de forma indirecta, através do seu pai ou marido mórmon. O papel da mulher mórmon é ser esposa e mãe e obedecer e honrar o seu esposo (ou pai) sacerdote.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Se você provar que é fiel, que trabalha arduamente e é obediente, será posteriormente considerado digno de "receber a sua dotação [ou doação]" num templo mórmon. Não lhe será dito antecipadamente exactamente o que esperar nesta longa cerimónia, excepto que os detalhes do ritual são secretos (os mórmons preferem dizer que os detalhes são "sagrados", mas eles tratam-nos como se fossem secretos). Como parte dessa cerimónia, será requerido de si que faça várias promessas juradas. Actualmente já não se menciona a punição pela violação dessas promessas, mas até 1990 a punição era a morte por vários meios sangrentos, como por exemplo ter a garganta cortada de orelha a orelha. Receberá sinais e palavras-passe secretos que são necessários para entrar no céu. (Embora a maioria dos mórmons que não receberam a doação ["endowment"] saibam muito pouco sobre a cerimónia, a liturgia está agora disponível por inteiro na Internet, para toda a gente ver.) Depois de receber a doação ["endowment"], será exigido de si que use sempre uma roupa interior especial.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Se você alguma vez decidir que cometeu um erro quando se juntou à igreja e depois sair dela, provavelmente descobrirá (a julgar pelas experiências de outros que já passaram por isso) que muitos dos seus amigos mórmons o abandonarão e não falarão consigo [vão evitá-lo]. Se não conseguir convencer os membros da sua família a sair da igreja consigo, descobrirá que a igreja destruiu a sua família e o seu relacionamento com eles pode nunca mais se recuperar desse golpe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Considere cuidadosamente estas questões antes de se comprometer e lembre-se que quaisquer dúvidas que possa ter agora só aumentarão no futuro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Examine cuidadosamente ambos os lados da história do mormonismo. Leia as histórias daqueles que passaram por uma experiência mórmon infeliz, não se limite a ouvir aqueles mórmons que falam de forma entusiástica sobre a vida na igreja.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Muitas vezes os missionários mórmons são charmosos e entusiásticos. Eles têm uma história atraente para contar. A princípio aquilo soa maravilhosamente. Mas lembre-se do velho ditado: "Se algo parece demasiado bom para ser verdade, provavelmente é demasiado bom para ser verdade!" Tenha cuidado para não cair na armadilha de acreditar em algo simplesmente porque deseja que isso seja verdade. Talvez os mórmons lhe digam que aqueles que criticam a igreja estão a mentir, a citar fora do contexto e a distorcer os assuntos. Contudo, se examinar as fontes usadas pelos críticos descobrirá que a maior parte das fontes usadas são escritos mórmons oficiais ou semi-oficiais. O leitor também deve examinar essas fontes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Será que o mormonismo é uma "seita"? Muitos especialistas em seitas religiosas vêem no mormonismo as mesmas características básicas que também existem em seitas que montam armadilhas para os incautos, apesar de muitas pessoas pensarem que "seitas" são sempre grupos pequenos e desconhecidos. Use uma lista de itens para avaliar o mormonismo, ou qualquer outro grupo, antes de se comprometer."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;FONTE:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://corior.blogspot.com/2006/02/para-os-que-esto-investigar-o.html"&gt;http://corior.blogspot.com/2006/02/para-os-que-esto-investigar-o.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;NOTA MCA&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;Em assuntos relacionados com a santidade, o que é &lt;b&gt;&lt;u&gt;comum&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; ao cristianismo, não discordamos do mormonismo&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-8137551441712729186?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/8137551441712729186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/02/para-os-que-estao-investigar-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/8137551441712729186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/8137551441712729186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/02/para-os-que-estao-investigar-o.html' title='Para os Que Estão a Investigar o &quot;Mormonismo&quot;'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-h7g2hNnfwXc/TywKx41kUcI/AAAAAAAAAM0/QaH1oYvYuHU/s72-c/lupa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-2119866092846574326</id><published>2012-01-27T15:11:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T15:11:36.589-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mórmons'/><title type='text'>Crescimento da igreja mórmon?</title><content type='html'>&lt;div align="left" class="para" style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;A alegação de que o mormonismo é a crença que cresce mais rápido no mundo tem sido repetida por sociólogos, antropólogos, jornalistas e SUDs orgulhosos como um fato percebido e inatacável.&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="para" style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;O problema é que isto não é verdade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, a Igreja SUD têm mais de 12 milhões de membros em seu rol, mais que o dobro de seu número no quarto de século. Mas desde 1990, outras crenças - Adventistas do Sétimo-Dia, Assembléias de Deus e pentecostais - cresceram muito mais rápido e em mais lugares ao redor do globo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;E o mais importante: o número de SUDs que são considerados devotos ativos é só um terço do total, ou 4 milhões nos bancos todos os domingos, dizem os investigadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uma igreja com um grande corpo dedicado de missionários dedicados buscando constantemente espalhar sua palavra, o número de conversos nos anos recentes conta uma história inesperada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com estatísticas publicadas pela igreja SUD, o número anual de convertidos SUD abaixou de 321.385 em 1996 para 241.239 em 2004. Nos anos noventa, a taxa de crescimento da igreja foi de 5% por ano para 3%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por comparação, a igreja Adventista do Sétimo Dia informa que foram adicionados mais de 900.000 adultos convertidos a cada ano desde 2000 (um crescimento médio de cerca de 5%), dando um total de 14.3 milhões de membros. As Assembléias de Deus alegam ter mais de 50 milhões de membros no mundo e adicionam 10.000 novos membros diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rússia fornece um dramático exemplo de diferentes taxas de crescimento religiosas. Lá, depois de mais de 15 anos de proselitismo, os membros SUD subiram para 17.000. Durante o mesmo período, as Testemunhas de Jeová aumentaram&amp;nbsp; mais de 140.000, com uns 300.000 indivíduos assistindo a conferências.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gráfico de atividades.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Quando o Centro Diplomado da Universidade da Cidade de Nova Iorque realizou uma Pesquisa de Identificação Religiosa americana em 2001, descobriu que o mesmo número das pessoas que disseram ter entrado à Igreja de SUD depois a tinham deixado. A pesquisa informou que o crescimento mundial da igreja era de 0%. Por comparação, o estudo mostrou que as Testemunhas de Jeová e os Adventistas do Sétimo-Dia tiveram um aumento de 11%.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;"Como as estatísticas de membros são preparadas e informadas diferentemente por vários grupos religiosos, a Igreja SUD não publica comparações do total de membros com outras crenças", disse o porta-voz SUD, Dale Bills, na sexta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a questão de quantos mórmons são participantes ativos, o demógrafo Tim Heaton, da Universidade Brigham Young,notou na&amp;nbsp;&lt;i&gt;Enciclopédia do Mormonismo&lt;/i&gt;, que a freqüência a reuniões sacramentais semanais nos anos 90 foi entre 40&amp;nbsp; e 50% por cento no Canadá, no Pacífico Sul e nos Estados Unidos. Na Europa e África, a média era de 35%. A freqüência na Ásia e América Latina pairou em torno dos 25%.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Multiplicando o número de membros em cada área por estas frações, David G. Stewart Jr. estima que a atividade mundial é de aproximadamente 35% - o que daria a igreja aproximadamente 4 milhões de membros ativos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;Stewart, um mórmon ativo que serviu em uma missão na Rússia nos anos 90, tem realizado pesquisa em obras missionárias SUD em 20 países durante 13 anos, examinando censos e dados publicados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;Tome o Brasil como exemplo. Em seu censo de 2000, 199.645 residentes se identificaram como SUD, enquanto a igreja listou 743.182 em seu rol.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pode haver qualquer número de razões para esta discrepância", disse Bill e "incluindo preferências pessoais de alguns cidadãos relativo a revelação de sua afiliação religiosa".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Retendo membros.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Stewart diz que os mórmons precisam ter conhecimento de tais estatísticas para serem missionários mais eficazes. Para este fim, ele está publicando sua pesquisa, junto com uma descrição do que ele chama "princípios testados para melhorar o crescimento e retenção" em um livro chamado&amp;nbsp;&lt;i&gt;"A Lei da Colheita: princípios práticos do trabalho missionário eficaz"&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;"É uma questão de séria preocupação que as áreas com aumento rápido de membros, como a América Latina e as Filipinas, também são as áreas com a maior baixa retenção de convertidos", diz Stewart, um médico da Califórnia. "Muitos outros grupos, inclusive os Adventistas e as Testemunhas de Jeová, alcançaram excelentes taxas de retenção de conversos nessas culturas e sociedades. Os SUD perdem 70 a 80% dos conversos, enquantoos Adventistas retém 70 a 80% dos seus".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez a melhor medida do crescimento SUD é a taxa de unidades de novas igreja, como alas (congregações) e estacas (como uma diocese). Como eles são realizados por voluntários, tais unidades não podem funcionar sem membros bastante ativos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;Em 1980,&amp;nbsp;&lt;i&gt;The Ensign&lt;/i&gt;, a revista da Igreja SUD, predisse que a membresia cresceria de 4.6 milhões de membros naquele momento para 11.1 milhões em 2000, e de 1.190 estacas para 3.600 em 2000. Enquanto o número de membros veio muito perto do valor projetado, só houve 2.602 estacas mundiais ao fim de 2002.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Você pode usar estas tendências para dizer que a porcentagem está diminuindo, que os números abaixaram ou eles estão caindo. Eles nos contam o que está acontecendo agora mesmo", diz Heaton diz. "Mas para nos tentar a falar sobre o futuro é um negócio arriscado. E se de repente a China ou a Índia nos deixarem e o trabalho [missionário] aumentar"?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Predizendo o futuro.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Em 1984, o sociólogo Rodney Stark, da Universidade de Washington, ficou surpreso ao descobrir que a taxa de crescimento da Igreja SUD de 1940 a 1980 foi de 53%. Ele calculou que se continuasse crescendo a uns modestos 30%, haveria 60 milhões de mórmons pelo ano 2080; se 50%, iria a 265 milhões.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;Ele predisseram que a Igreja SUD "alcançará uma membresia mundial comparável ao Islã, budismo, cristianismo, hinduísmo e as outras crenças dominantes".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;Os SUD estão para se tornar "a primeira crença principal a aparecer na terra desde que o Profeta Maomé passou pelo deserto", Stark escreveu.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas, especialmente mórmons, acataram as declarações de Stark. Entretanto, nos recentes anos, alguns estudiosos desafiaram suas suposições.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;Em primeiro lugar, o budismo da verdadeira Terra, o Sokka Gakkai, Baha'i e o sufismo são todos de tamanho comparável ou maior e surgiram desde o Islã&amp;nbsp; no séc. VII, disse Gerald McDermott, professor de estudos religioso da Faculdade de Roanoke, na Virgínia, que deu um ensaio em um simpósio na Biblioteca do Congresso sobre mormonismo em abril.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;Uma chave para o mormonismo se tornar uma religião mundial, diz McDermott, é como pode transcender sua cultura de fundação para se tornar universal. Por exemplo, o catolicismo começou em Jerusalém mas encontrou lar em muitos outros lugares onde&amp;nbsp; foi facilmente assimilado em culturas locais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;A mensagem SUD encontrou um público pronto na América Latina e no Pacífico Sul, onde os missionários mórmons podem falar para as pessoas que Deus não as esqueceu. O Livro de Mórmon é a história de uma família hebraica que migrou de Jerusalém para o Novo Mundo e conta uma visita aos descendentes por Jesus Cristo depois de Sua ressurreição.&lt;br /&gt;Mesmo assim, a igreja não se deu tão bem como outras religiões cristãs na África e China, já que não há esta certeza para eles, ele diz.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Religião americana.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;O mormonismo é "totalmente americano", diz McDermott, em uma recente entrevista por telefone. "Deus visitou [o fundador mórmon] Joseph Smith no estado de Nova Iorque. O Éden começou no Missouri e o milênio terminará lá. O novo êxodo aconteceu na América do Norte".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;Nenhuma destas críticas aborrece Stark, que agora ensina na Universidade de Baylor em Waco, Texas. Ele se diverte com reações.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;"A igreja gostou dos resultados e as pessoas que estão contra a igreja estão desesperadas para entender por que isto não acontece" ele disse na semana passada. "Todo mundo leva a coisa muito seriamente. Eu tentei fazer claro desde o princípio que eu estava tentando para trazer um pouco de disciplina a muitas conversações loucas".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;Era um jogo de "vamos imaginar", diz Stark, quando ele aplicou a fórmula de juros acumulados e viu grande números de mórmons.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;Ele diz que nunca suas projeções eram para ditar o futuro do mormonismo. Outros podem ter modelos mais complexos que desafiam seus cálculos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;"Eles podem ter razão", ele diz. "Mas se [o crescimento mórmon] reduziu, pode aumentar de novo".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stark, cujo trabalho será republicado este outono em um novo volume,&amp;nbsp;&lt;i&gt;The Rise of a New World Faith: Rodney Stark on Mormonism&lt;/i&gt;, não vê nenhuma razão para se desculpar por suas alegações.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;"Já há mais mórmons que judeus" ele diz, "e nós queremos considerar o Judaísmo uma grande religião mundial".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin-bottom: 5pt; margin-left: 0in; margin-right: 0in; margin-top: 5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="ES-SV"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.centralmormon.110mb.com/morcresc.htm"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;CENTRAL MÓRMON&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-2119866092846574326?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/2119866092846574326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/01/crescimento-da-igreja-mormon.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/2119866092846574326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/2119866092846574326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/01/crescimento-da-igreja-mormon.html' title='Crescimento da igreja mórmon?'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-8327379724616040082</id><published>2012-01-21T09:08:00.001-02:00</published><updated>2012-01-21T09:09:18.858-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Testemunhas de Jeová'/><title type='text'>As Testemunhas de Jeová e os Adventistas - ‘Tal pai tal filho’ !!!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Certa vez o apologista Leandro Quadros me disse que dizer que existe semelhanças entre os Adventistas e os TJs ‘demonstra falta de conhecimento de ambos os grupos’. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Vamos ver algumas semelhanças? (ASD e TJ).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;ASD&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Primeiro anunciou a vinda de Cristo para 1843, depois mudou para 1844. Depois achou que seria em 1851.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;TJ&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: Primeiro anunciou a vinda de Cristo para 1914, depois mudou para 1918, e para diversas outras datas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;ASD&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Espiritualizou a vinda de Cristo em 1844, chamando essa doutrina de Juízo Investigativo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;TJ&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: Espiritualizou a vinda de Cristo em 1914, chamando essa doutrina de ‘Presença invisível de Cristo’.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;ASD&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Foi influenciado por J. A. Brow no uso de um texto de Daniel (8.14).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;TJ&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: Foi influenciado pelo adventista Nelson Balbour, que também foi influenciado por Brow, no uso de um texto de Daniel (4.22).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;ASD&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: Acrescentou uma marca distintiva para diferenciá-los de outros grupos ‘adventistas’– O Sábado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;TJ&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Acrescentou uma marca distintiva para diferenciá-los de outros ‘estudantes da bíblia’ – O nome Jeová.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;ASD&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Negam a imortalidade da Alma e a existência do tormento eterno.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;TJ&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: Negam a imortalidade da Alma e a existência do tormento eterno.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;ASD&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Possui uma presença mística e escolhida, pessoal, em seu histórico. Ellen White chamada de ‘ESPÍRITO DE PROFECIA’. Por isso são eles a religião verdadeira!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;TJ&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: Possui uma presença mística e escolhida, pessoal, em seu histórico e na atualidade. O Corpo Governante chamado de ‘ESCRAVO FIEL E DISCRETO’. Por isso são a eles a religião verdadeira!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;ASD&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: Texto deturpado para o canonizar desde 1844 a profetisa Ellen White: Ap 19.10&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;TJ&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: Texto deturpado para canonizar desde 1919 o Corpo Governante: Mt 24.45&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;ASD&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: Questiona a exatidão das traduções atuais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;TJ&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Questiona a exatidão das traduções atuais. Produziram uma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;ASD&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: Já ensinaram absurdos sobre saúde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;TJ&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: Já ensinaram absurdos sobre saúde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;ASD&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: Já negou a trindade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;TJ&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Foram influenciados pelos adventistas pioneiros, e até hoje são antitrinitarianos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;ASD&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: Acusam os protestantes de aceitarem o Domingo do catolicismo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;TJ&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: Acusam os Protestantes de aceitarem a Trindade do catolicimso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;‘Tal pai tal filho’ diz a sabedoria popular...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-8327379724616040082?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/8327379724616040082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/01/as-testemunhas-de-jeova-e-os.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/8327379724616040082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/8327379724616040082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/01/as-testemunhas-de-jeova-e-os.html' title='As Testemunhas de Jeová e os Adventistas - ‘Tal pai tal filho’ !!!'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-3029038640551816929</id><published>2012-01-10T11:40:00.000-02:00</published><updated>2012-01-10T11:40:43.289-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doutrina Reformada'/><title type='text'>João Calvino e o caso Serveto</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ctIWyl0Yqaw/Tww_pJsYh6I/AAAAAAAAAMs/NmhUgKdNPh0/s1600/Servet%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" kba="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-ctIWyl0Yqaw/Tww_pJsYh6I/AAAAAAAAAMs/NmhUgKdNPh0/s200/Servet%255B1%255D.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"O&amp;nbsp;caso Serveto é constrangedor para os calvinistas. Foi uma mancha&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;que poderia ter sido evitada na biografia&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; do grande reformador. O que eu&lt;br /&gt;posso dizer é o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Por negar a doutrina da Trindade e outras idéias, Serveto havia sido&lt;br /&gt;condenado à morte pela Inquisição em Lyons, no sul da França, mas conseguiu&lt;br /&gt;fugir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Ele foi para Genebra sabendo que Calvin, a igreja reformada e as&lt;br /&gt;autoridades civis discordavam totalmente das suas idéias não-ortodoxas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Ele foi julgado e condenado à morte pelas autoridades civis de Genebra,&lt;br /&gt;onde a heresia, como em quase toda a Europa, era considerada um crime grave&lt;br /&gt;(não apenas um pecado), sendo passível de execução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Calvino teve uma participação óbvia no caso, como a principal testemunha&lt;br /&gt;de acusação. Todavia, nessa época o reformador tinha um relacionamento tenso&lt;br /&gt;com as autoridades. Por isso, quando ele pediu que a execução fosse por&lt;br /&gt;decapitação, e não pela fogueira, seu pedido não foi atendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Temos de reconhecer que Calvino errou nesse episódio; ele não era&lt;br /&gt;obrigado a seguir essa prática injusta do seu tempo. Os reformados&lt;br /&gt;reconheceram isso em 1903, erguendo um monumento em que lamentaram esse erro&lt;br /&gt;do seu líder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Devemos reafirmar o nosso compromisso com a tolerância e a liberdade de&lt;br /&gt;pensamento, expressão e religião; ninguém deve ser perseguido, torturado ou&lt;br /&gt;morto por causa das suas idéias, por mais que não concordemos com elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Todavia, é injusto, em razão do caso Serveto, esquecer todas as&lt;br /&gt;contribuições positivas de Calvino como reformador, líder eclesiástico,&lt;br /&gt;teólogo e escritor fecundo e influente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Também erram as pessoas que ficam lembrando esse caso, mas&lt;br /&gt;convenientemente se esquecem de que na mesma época a Inquisição e as guerras&lt;br /&gt;religiosas contra os protestantes estavam fazendo centenas ou mesmo milhares&lt;br /&gt;de vítimas (de 10 a 20 mil protestantes foram massacrados no infame Dia de&lt;br /&gt;São Bartolomeu, 24 de agosto de 1572)."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Recebido por e-mail.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-3029038640551816929?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/3029038640551816929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/01/joao-calvino-e-o-caso-serveto.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/3029038640551816929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/3029038640551816929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/01/joao-calvino-e-o-caso-serveto.html' title='João Calvino e o caso Serveto'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ctIWyl0Yqaw/Tww_pJsYh6I/AAAAAAAAAMs/NmhUgKdNPh0/s72-c/Servet%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-1417484076146630623</id><published>2012-01-04T09:38:00.000-02:00</published><updated>2012-01-04T09:38:38.706-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tabernáculo da Fé'/><title type='text'>WILLIAM MARRION BRANHAM SOB ESCRUTINIO: PARTE 3</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hlXuvpWwiOs/TwQ6K3P_iuI/AAAAAAAAAMk/y61j_E2GMJc/s1600/7eras%255B1%255D.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" rea="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-hlXuvpWwiOs/TwQ6K3P_iuI/AAAAAAAAAMk/y61j_E2GMJc/s200/7eras%255B1%255D.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;ELIMINADO DIFICULDADES E PRODUZINDO OUTRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que faz WMB para diluir a dificuldade em ser estritamente dogmático na divisão do tempo em Sete Eras? Em alguns momentos ele faz declarações genéricas, mas que na verdade compromete: “As sete igrejas lá foram escolhidas dentre todas as outras igrejas por suas características, pois essas mesmas características seriam encontradas nas sucessivas eras séculos mais tarde.”(pg 6). Isso é o que o Protestantismo equilibrado pensa sobre a escolha das sete igrejas, E DE TODAS AS DEMAIS PARTES DA ESCRITURA SAGRADA. Mas observe que “lá” estavam presentes ao mesmo tempo! Isso compromete a divisão de tempo que é o objetivo da existência do livro As Sete Eras e o que ele diz na página 70: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“ [...] o Espírito não está falando apenas aos santos originais de Éfeso. Esta mensagem é para toda era que durou cerca de 120 anos. Sua mensagem portanto, é para todas as gerações nesse espaço de tempo. Agora a história continua se repetindo.” &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;(grifo meu). Note bem aqui. A mensagem de Apocalipse 2.1-7 era uma mensagem para uma era de 120 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa interpretação gratuita parece que é um baluarte para ele: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Oh, nós não revelamos quem foram estes sete mensageiros, mas com a ajuda de Deus o faremos, e esse mistério será consumado. As sete eras nós conhecemos. Elas estão registradas na Palavra [...]”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (pg.48).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A PROVA DE WMB PARA AS SETE ERAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo herético que se preze, precisa usar a Bíblia para promover seus ensinos. Claro que esse uso é sempre um estupro hermenêutico. WMB, o Valdemiro Santiago do Tabernáculo da Fé, não passou longe disso. Ele diz de alguns ‘princípios para descobrir os mensageiros, e a quando termina cada era’(52). Gostaria muito de produzir a postagem levando em conta a suposta base bíblica de tais interpretações. Mas após lê-las, não me senti nem um pouco animado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WMB inicialmente diz algo que está bem próximo do que Ellen White diz na Introdução do Grande Conflito, compare:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ELLEN WHITE&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Mediante a iluminação do Espírito Santo, as cenas do prolongado conflito entre o bem e o mal foram patenteadas à autora destas páginas. &lt;span style="color: red;"&gt;De quando em quando me foi permitido contemplar a operação, nas diversas épocas, do grande conflito entre Cristo, o Príncipe da vida, o Autor de nossa salvação, e Satanás, o príncipe do mal&lt;/span&gt;, o autor do pecado, o primeiro transgressor da santa lei de Deus [...] Eles desejam derrubar aquilo que Deus deseja restaurar pela mensagem de Laodicéia.”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (O Grande Conflito, Introdução, pg 19,.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;WIILIAM MARRION BRANHAM&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Uma vez que este estudo seria o mais sério que eu já empreenderia até esta ocasião, eu busquei a Deus, durante muitos dias, pela inspiração do Espírito santo. Só então, li as escrituras sobre as eras da Igreja e me aprofundei nas muitas histórias da igreja, escritas pelos mais imparciais historiadores que pude encontrar. Deus não falhou em responder à minha oração, porque enquanto lia a Palavra e as histórias, &lt;span style="color: red;"&gt;foi-me permitido pelo Espírito Santo ver descortinado um padrão, que se estende através dos séculos e até exatamente este último e presente dia.”&lt;/span&gt;(&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;pg 51).&lt;br /&gt;Sei lá… &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vamos aos princípios que WMB diz possuir. Aquilo que ele chama de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Chave Básica da Bíblia”(&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;pg51): &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROVA NÚMERO 1&lt;/strong&gt;: Segundo WMB, visto que Deus é o mesmo ontem, hoje e será eternamente, Ele não muda, logo ele sempre age da mesma maneira. Resultado: Se você descobrir como Deus agiu em por meio de um mensageiro de uma certa Era, logo as demais Eras terão os ‘mesmos’ mensageiros(pg52)!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROVA NÚMERO 2&lt;/strong&gt;: Visto que Deus não falou com a Igreja de Jerusalém, só falou com setes igrejas gentílicas, essa é obviamante a Plenitude dos Gentios, ou seja, As Setes Eras da Igreja. Segundo WMB, a plenitude dos gentios de Romanos 11.25-29 “é a mesma e única coisa”(56) dessas chamadas Setes Eras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;'REPOSTA'&lt;/strong&gt;: Entendo que os irmãos que lerem esta postagem, nem precisam que eu escreva sobre a fragilidade da argumentação. Peço desculpa aos amigos seguidores desse senhor, WMB. Mas visto que ele disse que quem é Trinitariano não tem “raciocínio inteligente” (ou seja, desequilibrado e burro), e como sou Trinitariano convicto, devo ser burro para refutar essa prova anódina. Não importa se dispensacionalistas, quem quer seja que a tenha usado, é uma estupidez teológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Qualquer coisa pode se provar com a Bíblia se ela for usada dessa maneira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Eu sempre tenho lido livros de seitas e é assim que as coisas começaram. Um homem simples, honesto, pega a Bíblia lê ela com ares de um ‘desbravador e restaurador’, depois publicam coisas desse tipo. Um grupo gosta, se identifica, e lá vão seguindo-o cegamente. Foi assim com Ário, com Guilherme Miller, Charles Russel, Branham, e tantos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só gostaria de dizer sobre a segunda prova algo que ajudaria aos seguidores de WMB (e ele mesmo se tivesse vivo). Se fosse o caso das Sete Eras ser o período gentílico, haveria necessidade de ter outros mensageiros além de Paulo, sendo que o próprio WMB reconhece que Paulo seria o Apóstolo para os gentios (pg 58,59)? WMB diz que &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;‘Paulo foi o Profeta-Mensageiro para os gentios’!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Ei sei que cada igreja tem seu mensageiro, segundo o esquema de WMB. Mas o que estou dizendo é que o “esquema” fiando-se na plenitude gentílica já teria seu mensageiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-1417484076146630623?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/1417484076146630623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/01/william-marrion-branham-sob-escrutinio.html#comment-form' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/1417484076146630623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/1417484076146630623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/01/william-marrion-branham-sob-escrutinio.html' title='WILLIAM MARRION BRANHAM SOB ESCRUTINIO: PARTE 3'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-hlXuvpWwiOs/TwQ6K3P_iuI/AAAAAAAAAMk/y61j_E2GMJc/s72-c/7eras%255B1%255D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-9080991357235354582</id><published>2012-01-02T16:05:00.002-02:00</published><updated>2012-01-03T15:19:21.490-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doutrina Reformada'/><title type='text'>Aos Pastores Presbiterianos DESOBEDIENTES que ‘falam em línguas’</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FJKw2w8kYiU/TwM4hsdJ0HI/AAAAAAAAAMY/ByYrDVBoWV0/s1600/advertencia%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" rea="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-FJKw2w8kYiU/TwM4hsdJ0HI/AAAAAAAAAMY/ByYrDVBoWV0/s200/advertencia%255B1%255D.jpg" width="194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;“RECOMENDAÇÕES AOS CONCÍLIOS E IGREJAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À luz do exposto acima sobre os dons de línguas e profecia, a Igreja Presbiteriana do Brasil, partindo de uma hermenêutica baseada não na experiência individual, mas nos princípios da sua tradição reformada, e sobretudo no entendimento que as Escrituras dão de si mesmas e na busca da iluminação do Espírito, faz as seguintes recomendações aos seus concílios, pastores, oficiais e membros da Igreja:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt;. A doutrina do batismo com o Espírito Santo, como uma "segunda bênção" distinta da conversão, não deve ser ensinada e nem propagada pelos pastores ou membros nas comunidades, por ser biblicamente equivocada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt;. Os concílios e igrejas locais devem tratar com amor e paciência os pastores e membros das igrejas presbiterianas que professam ter sido batizados com o Espírito Santo, numa experiência distinta da conversão, e devem pastoreá-los e instruí-los na Escritura e na doutrina reformada, para que sejam corrigidos quanto a este modo de crer, e para que demonstrem o fruto do Espírito, que é o sinal inequívoco de toda atuação verdadeira do Espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt;. Todo ensino sobre as línguas e profecias que entende a prática moderna como uma experiência revelatória, isto é, uma experiência na qual nova revelação é recebida, é contrário ao caráter final da revelação bíblica e à autoridade das Escrituras como única regra de fé e prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4&lt;/strong&gt;. Todo ensino sobre as línguas e profecias que entende estes fenômenos como um sinal do batismo com o Espírito é contrário à Escritura, bem como todo ensino que vê as línguas e profecias como sinal de espiritualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5&lt;/strong&gt;. Toda prática do fenômeno das línguas e de profecias que cause divisão e dissensão dentro do Corpo de Cristo, e que não resulte em instrução e ensino em língua conhecida, é contrária ao propósito dos dons do Espírito, que é a edificação da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6&lt;/strong&gt;. Toda prática do fenômeno das línguas e de profecias que não siga as orientações de 1 Co 14.27-28, é contrária ao ensino bíblico e deve ser rejeitada, constituindo-se em desobediência à vontade revelada de Deus. Ou seja, que falem somente dois, ou no máximo três, cada um por sua vez, e que haja intérprete (depreende se que Paulo se refere a outra pessoa que não o que falou em línguas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7&lt;/strong&gt;. A base para as nossas formulações doutrinárias é a Escritura, e não as experiências individuais — por mais emocionantes e preciosas que elas sejam. Portanto, a Igreja recomenda o estudo sério de todos os fenômenos e experiências, à luz da Palavra da Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8&lt;/strong&gt;. A Igreja recomenda que os Concílios estudem esta Pastoral e que cultivem o diálogo com a Comissão Permanente de Doutrina.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;SUPREMO CONCÍLIO DA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;********************************************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A recomendação é muito clara, e indiscutivelmente bíblica. Pergunto sempre por que muitos pastores presbiterianos que falam em línguas, em público,[ e sempre ficam falando que ‘a IPB deveria dar mais liberdade para o Espírito’ (risos, eles querem dizer, ‘falar em línguas’) ] Por quê não vão para as igrejas pentecostais? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;SERÁ QUE A GARANTIA SALARIAL QUE A IPB DÁ É A REAL CAUSA DE ELES FICAREM NA IPB CONTRA SUA PRÓPRIA CONSCIÊNCIA??? GARANTIA ESSA QUE AS IGREJAS ‘CHEIAS DO PODER’ NÃO LHES DÃO???&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta é obvia:&lt;strong&gt; SÃO MERCENÁRIOS!!!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Note bem, existe hoje muitos pentecostais que são calvinistas! Ou seja, é possível ser calvinista e ser pentecostal. Alguns desses são maravilhosos irmãos e com uma doutrina calvinista refinada (como o irmão Clóvis do Blog Cinco Solas e o Marcelo do Olhar Reformado, etc). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já que a IPB se posicionou oficialmente sobre o assunto, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;esses pastores não são mais bem vindos entre nós, se não mudarem, ou pelo menos que sejam corrigíveis&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Não se confrontará a consciência e o fórum íntimo deles, mas eles não deveriam produzir divisão em igrejas locais sobre um tema que na verdade quem está errado são eles, e não o Supremo Concilio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas na verdade, e infelizmente, o que está em jogo, no caso de &lt;u&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;muitos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/u&gt; desses, é o dinheiro e não a consciência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MAS EU SEMPRE FUI PRESBITERIANO E AMO A FÉ REFORMADA E A IPB! MAS EM UM ‘ENCONTRO/CONGRESSO/ACAMPAMENTO/ETC’ PASSEI A FALAR EM LÍNGUAS? O QUE FAÇO? ... ou.... EU ERA PENTECOSTAL E HOJE SOU PRESBITERIANO, O QUE FAÇO?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É simples. Leia 1 Co 14.27,28. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º) Seja bem meticuloso em analisar sua experiência. Não exagere, nem acrescente. Leve em conta o que realmente te levou, ou leva, a falar em línguas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º) Sendo confirmado que a experiência é ‘real’, mesmo sendo uma sobrecarga emocional religiosa, reserve essa experiência para o seu particular, e se, ou quando, receber alguma interpretação comprovada, transmita ao que julgar ser útil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;'&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;O QUE TEM GENEBRA COM A RUA AZUSA??? &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;GENEBRA NÃO PRECISA DA RUA AZUSA...'&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-9080991357235354582?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/9080991357235354582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/01/aos-pastores-presbiterianos.html#comment-form' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/9080991357235354582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/9080991357235354582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2012/01/aos-pastores-presbiterianos.html' title='Aos Pastores Presbiterianos DESOBEDIENTES que ‘falam em línguas’'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-FJKw2w8kYiU/TwM4hsdJ0HI/AAAAAAAAAMY/ByYrDVBoWV0/s72-c/advertencia%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-7766748673024586591</id><published>2011-12-30T18:40:00.001-02:00</published><updated>2011-12-30T18:44:18.706-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Epistemologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>COSMOVISÕES parte 4 (segundo teste)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-HP1r35OqzqE/Tv4gAM6QiRI/AAAAAAAAAMM/japd9JC-DMU/s1600/ilusoes-de-optica-23.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="258" src="http://2.bp.blogspot.com/-HP1r35OqzqE/Tv4gAM6QiRI/AAAAAAAAAMM/japd9JC-DMU/s320/ilusoes-de-optica-23.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;TESTE DA ABRANGÊNCIA&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por: Lucio A. de Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro teste que é feito entre cosmovisões é quem explica melhor e mais os fatos. Nash se expressa muito bem quando diz: “Cosmovisões deveriam ser relevantes em termos do que sabemos sobre o mundo e sobre nós mesmos” (NASH, 2008, p.27). Sire esclarece a tarefa desse teste: “Uma [...] característica para uma cosmovisão adequada é que ela deve ser capaz de abranger as informações da realidade – dados de todos os tipos... [...]. Todas essas informações devem ser cuidadosamente avaliadas, primeiramente em seu nível mais inferior (Isso é verídico? É ilusório?). No entanto, se os dados passarem pelo teste, devemos ser capazes de incorporá-los em nossa cosmovisão” (SIRE, 2009, p.307).&lt;br /&gt;As cosmovisões que não explicam ou negam fatos que conhecemos (pelo menos aparentemente)&amp;nbsp; caem em descrédito. Outra vez as palavras de Nash são pertinentes: “Uma pessoa age apropriadamente quanto objeta à reivindicação de uma cosmovisão que conflita com aquilo que sabemos ser verdadeiro acerca do universo físico” (NASH, 2008, p.27); e Sire arremata a questão: “Visto que nossa cosmovisão nega ou falha em compreender as informações, ela é falsa ou, pelo menos, inadequada” (SIRE, 2009, p.308).&lt;br /&gt;Podemos pensar em alguns exemplos. Uma cosmovisão que inibe a ciência, nega tudo como se fosse uma ilusão e portanto não é digna de ponderação; ou uma cosmovisão que afirma que o espaço sideral não existe (um exemplo grotesco, cômico, mas não impossível) certamente falham no teste da abrangência, pois&amp;nbsp; a “cosmovisão deveria nos ajudar a entender o que percebemos” (NASH, 2008, p. 28); &lt;br /&gt;Mas isso não só diz respeito às coisas que percebemos no mundo externo (logicamente, não estamos defendendo a existência de dois mundos distintos, o externo e o interno). “Nenhuma cosmovisão merece respeito quando ignora suas inconsistências em relação à experiência humana” (NASH, 2008, p. 28); e “Cosmovisões precisam também ser ajustadas ao que conhecemos a nosso próprio respeito” (NASH, 2008, p. 28).&lt;br /&gt;Nash elabora uma lista de questões quanto à isso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplos desse tipo de informação incluem os seguintes: sou um ser que pensa, tem esperança, experimenta prazer e dor, crê e deseja. Sou também um ser que geralmente tem consciência do que é moralmente certo e errado, e que se sente culpado e pecador quando falha em fazer o que é certo. Sou um ser que lembra o passado, que é cônscio do presente e que antecipa o futuro. Posso pensa rem coisas que não existem. Posso planejar e executar meus planos. Sou capazes de agir intencionalmente, em vez de só responder a meros estímulos; posso ter vontade e posso executar minha vontade. Sou uma pessoa que ama outros seres humanos. Posso simpatizar com outros e compartilhar suas dores e alegrias. Sei que morrerei um dia e tenho fé em que sobreviverei à morte do meu corpo” (NASH, 2008, p. 28-29).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma cosmovisão tem de lidar com esses dados, ou então não são dignas de crédito. O pensador Chesterton nos mostrará uma analogia como uma cosmovisão não abrangente se assemelha à demência.&lt;br /&gt;Primeiro ele faz as chocantes afirmações de que “A explicação oferecida por um louco é sempre exaustiva e muitas vezes, num sentido puramente racional, é satisfatória” (CHESTERTON, 2008, p.34); e que&amp;nbsp; “...a explicação insana é exatamente tão completa como a do sensato, mas não tão abrangente” (CHESTERTON, 2008, p.35).&lt;br /&gt;Podemos observar que Chesterton está dizendo que o teste da razão não os inibe, nem os contradiz. Então ele observa que a cosmovisão do louco não é tão abrangente quanto a do sensato. Exatamente o ponto que estamos trabalhando aqui.&lt;br /&gt;Chesterton elucida: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se um homem disser, por exemplo, que os homens estão conspirando contra ele, você não pode discutir esse ponto, a não ser dizendo que todos os homens negam que são conspiradores; o que é exatamente o que os conspiradores fariam. A explicação dele dá conta dos fatos tanto quanto a sua (CHESTERTON, 2008, p.34).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, Chesterton conclui: “A teoria do lunático explica muitas coisas, mas não as explica de um modo amplo” (CHESTERTON, 2008, p.35).&lt;br /&gt;Este pensador, então, observa que ao lidarmos com o lunático devemos mostrar que as cosmovisão nossa é mais abrangente que a dele. O argumento poderia ser assim: “Admito que sua explicação esclarece muitos fatos; mas quantos outros ficam de fora! Não há no mundo outras histórias além da sua? Todos os homens estão ocupados com a sua ocupação?” (CHESTERTON, 2008, p.36).&lt;br /&gt;Outra citação ajuda a reforçar a idéia que, mesmo o teste da razão não conseguindo julgar entre duas cosmovisões, o teste da abrangência o faz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Um homem não consegue sair do mal mental só por meio de seu pensamento; pois é exatamente o órgão do pensamento que se tornou doentio, ingovernável e, por assim dizer, independente. Ele só pode ser salvo pela vontade ou a fé. No momento em que a mera razão entra em movimento, ela se move no velho sulco circular, ele dará voltas e mais voltas em seu círculo lógico (CHESTERTON, 2008, p.38). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que Chesterton está dizendo que o lunático deveria mudar seus pressupostos, mudar de cosmovisão.&lt;br /&gt;É interessante notar que cosmovisões que advogam irrealidade ao mundo externo (além do problema com o solipsismo) são extremamente repulsivas e inaceitáveis. Mais uma vez (e finalmente) Chesterton elucida:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;“Em nome da simplicidade, é mais fácil afirmar essa ideia dizendo que o homem pode acreditar que está sempre num sonho. Ora, obviamente não pode haver nenhuma prova positiva de que ele não está num sonho, pela simples razão de que não se pode apresentar nenhuma prova que não se pudesses igualmente apresentar num sonho [...] Mas se o homem começasse a incendiar Londres e a dizer que a sua governanta logo o acordaria para tomar o café da manhã, nós deveríamos prendê-lo e coloca-lo com outros lógicos naquele lugar ao qual aludimos várias vezes no decorrer deste capítulo [um manicômio]” (CHESTERTON, 2008, p.46).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, concluímos que uma cosmovisão deve ser não só razoável, consistente, como abrangente, ajudando-nos a compreender a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_____________________________&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHESTERTON, Gilbert K. Ortodoxia. Tradução de Almiro Pisetta. São Paulo: Mundo Cristão, 2008. 264 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NASH, Ronald H. Questões Últimas da vida: uma introdução à filosofia. Tradução de Wadislau Martins Gomes. São Paulo: Cultura Cristã, 2008. 448 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SIRE, James W. O universo ao lado: um catálogo básico sobre cosmovisão. Tradução de Fernando Cristófalo. 4. Ed. São Paulo: Hagnos, 2009. 384 p.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-7766748673024586591?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/7766748673024586591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/cosmovisoes-parte-4-segundo-teste.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/7766748673024586591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/7766748673024586591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/cosmovisoes-parte-4-segundo-teste.html' title='COSMOVISÕES parte 4 (segundo teste)'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-HP1r35OqzqE/Tv4gAM6QiRI/AAAAAAAAAMM/japd9JC-DMU/s72-c/ilusoes-de-optica-23.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-3554710233809426976</id><published>2011-12-28T14:17:00.000-02:00</published><updated>2011-12-28T14:17:37.104-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Testemunhas de Jeová'/><title type='text'>Testemunhas Fantasma nos Campos de Concentração Nazistas?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4y57hXnFVM8/TvtBC3St16I/AAAAAAAAAMA/zifzSgUUnyA/s1600/EDUARDO%252BG%25C3%2593ES%252BDE%252BCASTRO%252BA%252BTORRE%252BSOB%252BVIGIA%252BAs%252BTestemunhas%252Bde%252BJeov%25C3%25A1%252Bem%252BS%25C3%25A3o%252BPaulo%252B-%252B1930-1954%252B-%252Bjoseph%252Bsmith%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="259" rea="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-4y57hXnFVM8/TvtBC3St16I/AAAAAAAAAMA/zifzSgUUnyA/s320/EDUARDO%252BG%25C3%2593ES%252BDE%252BCASTRO%252BA%252BTORRE%252BSOB%252BVIGIA%252BAs%252BTestemunhas%252Bde%252BJeov%25C3%25A1%252Bem%252BS%25C3%25A3o%252BPaulo%252B-%252B1930-1954%252B-%252Bjoseph%252Bsmith%255B1%255D.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"A Watchtower Society adora o deus dos números. Especialmente se puder ser usado para inflacionar o número de mortes que ocorreram durante os período do domínio Nazi na Alemanha. Uma investigação na literatura da Watchtower é muito reveladora quando se tenta documentar as muitas contradições acerca do que realmente aconteceu durante aqueles anos.&lt;br /&gt;"Um total de 6.019 foram presos, vários deles duas, três ou até mesmo mais vezes, de modo que, somando tudo, 8.917 prisões foram registradas. Juntando-se tudo, foram sentenciados a 13.924 anos e dois meses de prisão, mais de duas vezes o período desde a criação de Adão. Um total de 2.000 irmãos e irmãs foram lançados nos campos de concentração, onde gastaram 8.078 anos e seis meses, uma média de quatro anos. Um total de 635 pessoas morreram na prisão, 253 tendo sido sentenciadas à morte e 203 delas tendo realmente sido executadas. Que belo registro de integridade!" (Anuário das Testemunhas de Jeová de 1975, p. 214)&lt;br /&gt;Conforme podemos ver aqui, a Watchtower Society sabe exactamente quantas Testemunhas de Jeová foram presas na Alemanha durante os anos do regime Nazi. Foram 6.019 pessoas. Os Nazis eram famosos pela forma meticulosa como mantinham os registos de todo o tipo de coisas, portanto é óbvio que não atiravam ninguém para a prisão ou para um campo de concentração sem o prenderem primeiro.&lt;br /&gt;No Anuário acima citado podemos ainda encontrar outra informação muito interessante. Somos informados acerca do número TOTAL de Testemunhas que foram mandadas para campos de concentração durante os anos em que durou o regime Nazi. O número é 2.000! Isto significa que a maioria dos que foram presos foi libertada. Mas quando olhamos mais detidamente para o que várias Watchtowers têm a dizer acerca do número de Testemunhas nos campos, vemos de novo esta tentativa de inflacionar os números e desta vez realmente fora de todas as proporções.&lt;br /&gt;"Hitler não conseguiu fazê-las transigir nas prisões e campos de concentração, onde torturou 10.000 delas, e os Comunistas também não o estão a conseguir nas suas temíveis prisões e campos de trabalho escravo." (The Watchtower, 1.º de Junho de 1960, p. 327)&lt;br /&gt;"Hitler, um Católico Romano, o braço da sua igreja na Alemanha, proibiu as Testemunhas de Jeová de pregar o reino de Deus, e estes Cristãos hodiernos tiveram de dizer à Gestapo, a polícia de Hitler: 'Se é justo à vista de Deus escutar-vos antes que a Deus, julgai por vós mesmos.' Eles continuaram a pregar, embora 10.000 deles tenham sido postos em campos de concentração e mais de 4.000 tenham morrido ali. Os restantes praticamente morreram à fome. O fim da guerra contribuiu para que sobrevivessem." (The Watchtower, 1.º de Janeiro de 1964, p. 13).&lt;br /&gt;A questão aqui é esta: se só foram mandadas para os campos 2.000 Testemunhas, porque é que a Watchtower escreve que 10.000 delas estiveram nos campos? De onde é que as restantes 8.000 pessoas vieram? Será que vieram do mesmo sítio que as 4.000 Testemunhas que se diz terem morrido nos campos? Como é que 4.000 de entre um total de 2.000 pessoas podem morrer? Conforme podemos ver pelos dados do Anuário de 1975, registou-se que o número exacto de mortes foi "um total de 635".&lt;br /&gt;Muitas destas mortes trágicas talvez pudessem ter sido evitadas se não fossem as ordens completamente loucas dadas pelo presidente da Watchtower naquela altura, J. F. Rutherford, que as mandou distribuir literatura da Watchtower sabendo perfeitamente que isto inflamaria os Nazis. Será que a tragédia de 6.019 prisões e a morte de 635 Testemunhas durante a era Nazi não é suficiente para a Watchtower Society? Para que é que eles precisam de estar constantemente a inflacionar estes números?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabendo perfeitamente o número real de Testemunhas que foram presas, sofreram e morreram durante os anos do regime Nazi, a Watchtower Society nunca parece estar satisfeita. A tentativa de inflacionar estes números parece não ter fim. Vejamos em seguida um exemplo mais recente:&lt;br /&gt;"Porque é que as Testemunhas de Jeová estavam tão bem familiarizadas com os campos de concentração? Quando a Segunda Guerra Mundial começou, em 1939, já havia 6.000 Testemunhas confinadas em campos e prisões. O historiador Alemão Detlef Garbe estima que as Testemunhas naquele tempo eram entre 5 a 10 porcento da totalidade da população nos campos! Num seminário acerca das Testemunhas e o Holocausto, Garbe declarou: "Das 25.000 pessoas que no princípio do Terceiro Reich admitiram ser Testemunhas de Jeová, cerca de 10.000 foram encarceradas durante algum tempo. Destas, 2.000 foram admitidas a campos de concentração. Isto significa que as Testemunhas de Jeová foram, de todos os grupos religiosos, o mais severamente perseguido pela SS, com excepção dos Judeus."" (Despertai!, 22 de Agosto de 1995, p. 10)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme podemos ver aqui, eles usam o velho truque de citar um historiador que foi buscar muitos dos seus números à literatura das Testemunhas, que tem números inflacionados. Primeiro eles usam o facto de Garbe ignorar a diferença entre uma Testemunha e uma pessoa que assiste ao memorial. Cerca de 24.000 pessoas assistiram ao memorial na Alemanha em 1932/33. Qualquer Testemunha de Jeová sabe que a generalidade das pessoas que assistem ao memorial estão longe de 'admitir que são Testemunhas de Jeová.' Também vemos que com um total de 6.019 Testemunhas presas, nunca podia ter havido 10.000 presos num dado período de tempo, essa afirmação não passa de branqueamento! É apenas mais um número retirado da literatura distorcida deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme podemos ver a partir das citações anteriores, as alegadas 10.000 Testemunhas estiveram supostamente em prisões e campos, depois em campos, e depois subitamente todas as 10.000 estiveram "encarceradas." E 2.000 dentre essas estiveram nos campos.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;Isto leva-nos a perguntar mais uma vez, será que não há decência em Brooklyn? Porque é que eles têm de estar sempre a mentir sobre esta tragédia? Porque é que 2.000 pessoas a sofrer nos campos e 635 mortos não é suficiente para a Watchtower Society?"&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://corior.blogspot.com/2006/02/testemunhas-fantasma-nos-campos-de.html"&gt;Norman Hovland&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-3554710233809426976?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/3554710233809426976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/testemunhas-fantasma-nos-campos-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/3554710233809426976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/3554710233809426976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/testemunhas-fantasma-nos-campos-de.html' title='Testemunhas Fantasma nos Campos de Concentração Nazistas?'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-4y57hXnFVM8/TvtBC3St16I/AAAAAAAAAMA/zifzSgUUnyA/s72-c/EDUARDO%252BG%25C3%2593ES%252BDE%252BCASTRO%252BA%252BTORRE%252BSOB%252BVIGIA%252BAs%252BTestemunhas%252Bde%252BJeov%25C3%25A1%252Bem%252BS%25C3%25A3o%252BPaulo%252B-%252B1930-1954%252B-%252Bjoseph%252Bsmith%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-223448841492405661</id><published>2011-12-22T11:29:00.000-02:00</published><updated>2011-12-22T11:29:24.953-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adventistas do 7º dia'/><title type='text'>O “Jesus Calvinista” da imaginação de Leandro Quadros</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Uma postagem do apologista adventista me levou a conclusão, que eu já sabia, que o Jesus adventista é o resto do aborto ariano dos pioneiros adventistas. O suposto diálogo é uma caricatura do Jesus &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;da&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Bíblia, tendo por pano de fundo o “Jesus de Ellen White”. Sim, aquele mesmo que disse para os adventistas que voltaria em outubro de 1844!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Nessa postagem (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2011/11/16/deus-nao-tem-culpa-de-o-diabo-ser-diabo/"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;AQUI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;) o Jesus da Bíblia, segundo a cabeça de Leandro Quadros, tem problemas de argumentos e de autoridade. Mas gostaria, por enquanto, contrapor aquela "conversa" com&amp;nbsp;algumas&amp;nbsp;observações:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;1º)&lt;/strong&gt; O Jesus da imaginação de Leandro Quadros não é o mesmo de Romanos 9.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;2º)&lt;/strong&gt; O Jesus da imaginação de Leandro Quadros não é o mesmo que enfrentou o diabo e seus argumentos no deserto em Mt 4.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;3º)&lt;/strong&gt; O Jesus de da imaginação de Leandro Quadros tinha até problema moral, visto que satanás aparentava estar mais preocupado com o bem! (Nossa, só a cabeça de um adventista para achar isso!!!)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;4º)&lt;/strong&gt; O Jesus da imaginação de Leandro nunca poderia ser o da Bíblia, visto que o livro santo nunca revelou que o Juiz dará explicações para o diabo! Ele cita o texto de Mt 25.41, mas o contexto ali só diz que o fogo do inferno já está preparado para o diabo. (&lt;em&gt;Vemos Jesus dizendo aos humanos as razões de seu julgamento, mas não encontrei na Bíblia Jesus sofrendo um debate com o diabo no Julgamento!)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A construção do argumento foi uma “fragilização” da visão Calvinista sobre Deus. Nenhum Cristão Bíblico sofreria com isso. Leandro Quadros se esbanja nos argumentos do diabo e também de seus agentes. Veja, que alguém como Pinnok figura junto com ele na crítica. Esse indivíduo rejeita as marcas da Divindade (Onisciência, Onipresença e Onipotência, colocando-as apenas em “possibilidades”). O “deus” do Teísmo aberto de C. Pinnok deve agradar muito a Leandro Quadros. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-223448841492405661?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/223448841492405661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/o-jesus-calvinista-da-imaginacao-de.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/223448841492405661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/223448841492405661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/o-jesus-calvinista-da-imaginacao-de.html' title='O “Jesus Calvinista” da imaginação de Leandro Quadros'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-4591327318239200200</id><published>2011-12-20T02:09:00.001-02:00</published><updated>2011-12-30T18:42:08.949-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Epistemologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>COSMOVISÕES parte 3 (primeiro teste)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-BpYrcG9tWo4/TvAJhJY4e0I/AAAAAAAAALo/0WCNfeHmy1E/s1600/liberdade.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-BpYrcG9tWo4/TvAJhJY4e0I/AAAAAAAAALo/0WCNfeHmy1E/s320/liberdade.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Por: Lucio Antõnio de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Existem testes para averiguarmos qual é a melhor cosmovisão, qual é a verdadeira. Muitos autores estão cientes disso, e sistematizam uma metodologia de confrontar as outras cosmovisões com esses testes, mostrando a falsidade das outras cosmovisões e/ou a superioridade da cosmovisão cristã (por exemplo, o caso de Ronald Nash e James Sire).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Alguns outros escritores não estão plenamente cônscios dessa metodologia, mas desenvolvem bons argumentos sobre os testes que iremos expor (por exemplo, o caso de Chesterton).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Observemos, então, os testes para as cosmovisões:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;1 - TESTE DA RAZÃO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Também pode ser chamado de teste da lógica. De forma bem direta, ele afirma que não pode haver uma contradição em uma cosmovisão. Sproul, expondo Aristóteles, é muito pertinente em observar que coisas contraditórias (que ferem a lógica) não podem coexistir (ou existe um, ou existe outro):&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;“... a idéia de um objeto imóvel é perfeitamente lógica, assim como a idéia de uma força irresistível. O que não é lógico é a idéia de um objeto imóvel real coexistindo com a idéia de uma força irresistível real. Os dois não podem existir no mundo real. Por quê? O que aconteceria no mundo real se uma força irresistível encontrasse um objeto imóvel? Um deles teria de ceder. Se a força irresistível move o objeto imóvel, este na verade era móvel. E se é móvel, não pode ser imóvel ao mesmo tempo e na mesma relação. Por outro lado, se o objeto imóvel não se move, a força irresistível é na verdade resistível. Uma força não pode ser resistível e irresistível ao mesmo tempo e na mesma relação” (SPROUL, 2002, p. 44-45).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Ou seja, uma vez que se entende que a lógica é uma lei do ser, não se pode existir uma contradição no mundo real. Sproul ainda faz uma ressalva importante: “Isso não quer dizer que tudo o que é racional seja real [...] Tudo o que é real, porém, é racional. O que é ilógico não pode existir na realidade” (SPROUL, 2002, p.44).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;É por isso que alguns filósofos vão concluir que:“Se um sistema conceitual contém como um elemento essencial (um ou mais membros) um conjunto de proposições que sejam inconsistentes, logicamente falando, tal sistema é falso” (YANDELL apud SIRE, 2009, p.307); e : “A presença de uma contradição lógica é sempre sinal de erro. Por isso temos o direito de esperar que um sistema conceitual seja logicamente consistente tanto nas suas partes (suas proposições individuais) quanto na sua totalidade” (NASH, 2008, p. 27); e finalmente com Cheung: “...as proposições contidas numa cosmovisão não podem se contradizer. Por exemplo, o princípio primeiro de uma cosmovisão não pode produzir uma proposição na ética que contradiga outra proposição na ciência” (CHEUNG, 2009, p.43-44).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;O apologista pressuposicionalista (clarkiano) é perito em observar contradições nas cosmovisões alheias. Essa é uma estratégia que podemos chamar de reductio ad absurdum. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Pode ser que encontremos Cheung sugerindo isso quando ele comenta sobre&amp;nbsp; argumentação ad hominem: “Por ad hominem não nos referimos à falácia do ataque pessoal irrelevante. Em vez disso, essa forma de argumento ad hominem assume premissas acolhidas pelo oponente e a partir delas validamente deduz conclusões que contradizem sua posição ou que seriam inconvenientes ou repulsiva a ele” (CHEUNG, 2009, p.20).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Um ponto interessante de se observar é que objetores ao cristianismo também podem tentar observar supostas contradições na teologia cristã, ou na Bíblia. Cabe aos cristãos refutarem essas críticas. Neste sentido, teólogos bíblicos e sistemáticos são trazidos à baila para defender a fé cristã, e não só os filósofos e apologistas em geral (&lt;a href="http://mcapologetico.blogspot.com/2011/02/as-duas-naturezas-de-cristo-ha.html"&gt;veja um exemplo)&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Porém esse teste pode não ser suficiente para averiguar a veracidade de uma cosmovisão. Nas palavras de Nash:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;...o teste da consistência lógica jamais pode ser o único critério pelo qual avaliamos as cosmovisões. O teste da consistência lógica pode ser apenas um teste negativo. Conquanto a presença de contradição nos alerte quanto à presença de erro, a ausência de contradição não garante a presença da verdade (NASH, 2008, p.27).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Apesar disso, Sire, em uma das últimas notas de seu livro sobre cosmovisões, declara: “para cada uma das cosmovisões, tenho ponderado e descoberto que todas elas [exceto o teísmo cristão, naturalmente. Cf. p. 310] contêm problemas de inconsistência” (SIRE, 200, p.372).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/cosmovisoes-parte-4-segundo-teste.html"&gt;Parte 4&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;_______________________________________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;CHEUNG, Vincent. &lt;b&gt;Questões Últimas&lt;/b&gt;. Tradução de Marcelo Herberts. Brasília: Monergismo, 2009. 143 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;NASH, Ronald H. &lt;b&gt;Questões Últimas da vida&lt;/b&gt;: uma introdução à filosofia. Tradução de Wadislau Martins Gomes. São Paulo: Cultura Cristã, 2008. 448 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;SIRE, James W. &lt;b&gt;O universo ao lado&lt;/b&gt;: um catálogo básico sobre cosmovisão. Tradução de Fernando Cristófalo. 4. Ed. São Paulo: Hagnos, 2009. 384 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;SPROUL, R. C. &lt;b&gt;Filosofia para iniciantes&lt;/b&gt;. Tradução de Hans Udo Fuchs. São Paulo: Vida Nova, 2002, 208 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-4591327318239200200?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/4591327318239200200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/cosmovisoes-parte-3-primeiro-teste.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/4591327318239200200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/4591327318239200200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/cosmovisoes-parte-3-primeiro-teste.html' title='COSMOVISÕES parte 3 (primeiro teste)'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-BpYrcG9tWo4/TvAJhJY4e0I/AAAAAAAAALo/0WCNfeHmy1E/s72-c/liberdade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-532621761348200832</id><published>2011-12-11T16:47:00.002-02:00</published><updated>2011-12-20T16:42:47.300-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Epistemologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>COSMOVISÃO parte 2</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-J5YBYD44v0A/TuT6g9DO4QI/AAAAAAAAALg/m-VolMMEr2c/s1600/Worldview.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-J5YBYD44v0A/TuT6g9DO4QI/AAAAAAAAALg/m-VolMMEr2c/s1600/Worldview.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;OBJEÇÕES CONTRA O ESTUDO DE COSMOVISÃO&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; por Lucio Antônio de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/cosmovisao-parte-1.html"&gt;parte 1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Jostein Gaardner, no seu famoso ‘O mundo de Sofia’, expondo Marx, escreve que: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;De modo muito geral, podemos dizer que a era dos grandes sistemas filosóficos terminou com Hegel. Depois dele, a filosofia toma um novo rumo. Os grandes sistemas especulativos dão lugar às ’filosofias da existência’ ou ‘filosofia da ação’, como também podemos chama-las. É a isso que Marx se refere quando diz que até então os filósofos sempre tinham tentado interpretar o mundo, em vez de tentar modifica-lo. E são exatamente essas palavras que determinam uma virada importante na história da filosofia (GAARDNER, 1996, p.418). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Mais adiante, Gaardner afirma que a filosofia termina em Sartre e o existencialismo como os últimos sistemas filosóficos, e que, o que temos agora, são renovações, ressurgimentos de sistemas antigos (cf. GAARDNER, 1996, p.492-493). Uma declaração em especial merece destaque: “...as perguntas com as quais começamos este curso ainda não foram respondidas” (GAARDNER, 1996, p.492).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;É exatamente isso o que Ronald Nash tinha em mente quando observa um desafio ao estudo de sistemas conceituais. Ele observa que as pessoas observam que sistemas muito bem conceituados como os de Platão e Aristóteles possuem inconsistências, problemas, e ficam sem esperança de que se possa admitir um sistema conceitual (isto é, uma cosmovisão) verdadeiro (talvez aqui se encaixe o ceticismo da última citação que fizemos de Gaardner). Hegel e cia, observa Nash, pioraram bastante as coisas quando “construíram sistemas conceituais que pareciam menos ainda tentar entender a realidade, sendo mais um esforço para encaixar o mundo em compartimentos artificiais e arbitrários” (NASH, 2008, p. 23).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Assim, o que aconteceu foi que “muitos filósofos americanos e britânicos se afastaram da construção de sistemas e concentraram seus esforços na aquisição de melhor entendimento de questões isoladas, de problemas e de enigmas” (NASH, 2008, p.23); ou ainda, nas palavras de Corliss Lamont, “filósofos contemporâneos tendem a se confiar a certos problemas e áreas circunscritos, em vez de atacar com coragem a questão de uma cosmovisão...” (LAMONT apud NASH, 2008, p.23).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;A refutação de Nash, seguindo e ampliando Lamont silenciam essa objeção, de modo que não precisamos recorrer a outra fonte. Lamont observa que os filósofos analíticos [filosofia analítica é “uma maneira de entendera filosofia preferida por muitos filósofos britânicos e americanos recentes que aplicam a análise filosófica a problemas particulares, tendendo a ignorar a antiga prática de construção de sistemas filosóficos” (NASH, 2008, p.428)] e afins&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;não podem realmente escapar da responsabilidade do esforço para prover uma resposta sistemática com respeito aos assuntos principais da filosofia [presumimos que ele esteja se referindo às questões últimas], por mais incompletas e experimentais que possam ser suas conclusões (LAMONT apud NASH, 2008, p.23). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;E Nash observa, semelhantemente, que todo filósofo analista tem uma cosmovisão, mesmo que não saibam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Ainda, uma observação perspicaz, pertinente e plausível deve ser feita. Temos de lidar com uma questão natural que surge quando estudamos esse assunto. É a questão da pluralidade, aparentemente infinita, de cosmovisões. O pluralismo hodierno reforça a confusão, e faz-nos pensar que escolher uma cosmovisão parece um desafio semelhante ao dizer qual é a estrela mais brilhante que existe. Nash observa que “muitas pessoas estão confusas, e o que torna a situação mais depressiva é a inabilidade delas para ver a própria confusão” (NASH, 2008, p. 25), de modo que pessoas passam até a colocar “fragmentos de cosmovisões, lado a lado, sem pensar sobre a incompatibilidade [a questão da incompatibilidade, ou incoerência, é um dos itens que desclassificam uma cosmovisão, como veremos doravante] deles” (MOUW apud NASH, 2008, p.26). Porém, aqui Sire faz boas colocações: “O fato é que, embora, a princípio, as cosmovisões pareçam proliferar, elas são constituídas de respostas a questões para as quais há apenas um limitado número de respostas” (SIRE, 2008, p.303); e “... quando examinamos cada opção, descobrimos que cada uma delas é uma subdivisão ou uma versão específica de uma ou mais opções já discutidas [no livro]” (SIRE, 2008, p.302). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Há ainda, para finalizar, aqueles que acham desnecessário nos preocuparmos com as questões últimas agora. Eles falam como se isso estivesse num alto nível especulativo (como foi o caso de Hegel e cia.), e que na prática não fosse algo relevante (presumimos ser isso uma influência de Marx). Cheung observa que “algumas pessoas dizem que pretendem refletir sobre as questões últimas quando estiverem velhas, se tornarem ricas ou se aposentarem” (CHEUNG, 2009, p.56-57); e “ ‘As pessoas não se importam com as questões últimas da vida’, disse um experiente negociante. ‘As pessoas se importam com dinheiro. Elas se importam com sua aparência pessoal. Elas querem ter mais tempo para o lazer, maior conforto físico...’” (HEEREN apud CHEUNG, 2009, p.55).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;O que os detentores te tais posições não perceberam, é que eles também têm uma cosmovisão, e que pensaram desta maneira, conceberam tal pensamento, dentro de um sistema conceitual (ainda que, como acontece na maioria dos casos, não muito bem elaborado).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;As questões últimas são inevitáveis, e quem nunca deliberou e sinceramente considerou sua importância faz, contudo, inevitavelmente diversas suposições a seu respeito e então deriva uma posição pessoal sobre diversas questões subsidiárias com base em suas suposições sobre as questões últimas [...] Portanto, as pessoas não apenas devem ter essas questões em mente como também lhes dar a prioridade mais alta, propondo-se desde já a refletir a seu respeito (CHEUNG, 2009, p.59).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Sire também é incisivo: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Sempre que refletimos sobre alguma coisas, desde um pensamento casual (Onde será que deixei o meu relógio?) até uma questão profunda (Quem sou eu?), estamos operando dentro de uma estrutura. Defato, somente a hipótese de uma cosmovisão, ainda que seja básica ou simples, é que nos permite pensar (SIRE, 2009, p.15).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;De fato, não podemos dar importância ao mundo a nosso redor a menos que pensemos que ele realmente exista (metafísica), que corresponde ao que percebemos pelos sentidos (epistemologia). Certamente faremos julgamentos éticos, e agiremos com propósito (ainda que seja o de sobreviver... e ainda teríamos que nos perguntar o pra quê ficar vivo). Esses, e uma infinidade de outros exemplos podem mostrar como é inevitável que tenhamos uma cosmovisão. A questão é que, “em geral, nossas cosmovisão repousa tão profundamente entremeada em nosso subconsciente que, a não ser que tenhamos refletido longa e arduamente, não temos consciência do que ela é” (SIRE, 2009, p.19). Podemos deter uma cosmovisão falsa e estarmos enxergando o mundo de maneira errada, uma vez que, como observa Nash:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Cosmovisões funcionam de modo semelhante aos óculos. As lentes corretas, tal como a cosmovisão correta, podem mostrar o mundo de maneira mais clara. Quando as pessoas olham o mundo por meio de cosmovisões erradas, a realidade não lhes fará sentido (NASH, 2008, p.14).]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Nós propomos que a cosmovisão cristã é a única verdadeira e satisfatória. Doravante, analisaremos como testar a veracidade das cosmovisões (uma abordagem útil para todo tipo de apologista).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/cosmovisoes-parte-3-primeiro-teste.html"&gt;parte 3&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;___&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;CHEUNG, Vincent. &lt;b&gt;Questões Últimas&lt;/b&gt;. Tradução de Marcelo Herberts. Brasília: Monergismo, 2009. 143 p. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;GAARDER, Jostein. &lt;b&gt;O mundo de Sofia&lt;/b&gt;: romance da história da filosofia. Tradução de João Azenha Jr. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. 560 p.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;NASH, Ronald H. &lt;b&gt;Questões Últimas da vida&lt;/b&gt;: uma introdução à filosofia. Tradução de Wadislau Martins Gomes. São Paulo: Cultura Cristã, 2008. 448 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;SIRE, James W. &lt;b&gt;O universo ao lado&lt;/b&gt;: um catálogo básico sobre cosmovisão. Tradução de Fernando Cristófalo. 4. Ed. São Paulo: Hagnos, 2009. 384 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-532621761348200832?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/532621761348200832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/cosmovisao-parte-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/532621761348200832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/532621761348200832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/cosmovisao-parte-2.html' title='COSMOVISÃO parte 2'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-J5YBYD44v0A/TuT6g9DO4QI/AAAAAAAAALg/m-VolMMEr2c/s72-c/Worldview.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-1552930388631207400</id><published>2011-12-10T09:41:00.001-02:00</published><updated>2011-12-10T09:41:40.177-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doutrina Reformada'/><title type='text'>“As ‘NOVAS’ línguas”... segundo o irmão Clóvis</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-k_TXNR2CbxY/TuNElS1Wn2I/AAAAAAAAALY/E4gP7rhTdDc/s1600/duvidas.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="181" src="http://3.bp.blogspot.com/-k_TXNR2CbxY/TuNElS1Wn2I/AAAAAAAAALY/E4gP7rhTdDc/s200/duvidas.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%; text-align: justify;"&gt;O nosso irmão Clóvis, do &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;&lt;i&gt;excelentíssimo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Blog Cinco Solas, defende que o termo, para ‘&lt;i&gt;&lt;u&gt;novas&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;’, usado por Jesus em Mc 16.17 é uma evidência que as línguas faladas nas igrejas pentecostais, é um tipo de língua não conhecida em nosso mundo (Veja &lt;a href="http://cincosolas.blogspot.com/2009/10/falarao-novas-linguas.html"&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Cambria, serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;). Nova em sentido de origem. Nos dizeres dele:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;... as novas línguas não são a mesma coisa que idiomas terrenos que os que cressem iriam passar a falar, mas sim línguas novas no sentido que são distintas e mais elevadas em natureza.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Visto que os que não são pentecostais dizem que as ‘&lt;i&gt;&lt;u&gt;novas&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;’ línguas seriam novas para quem fala. O assunto em mira parece ser bem essencial para estabelecer legitimidade da prática atual de falar em línguas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Pretendo usar duas linhas de argumentação para mostrar que o irmão Clóvis, e de fato, todos os pentecostais, estão equivocados nesse ponto. Usarei um argumento bíblico e o linguistico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;1º) O que a Bíblia diz sobre as &lt;i&gt;&lt;u&gt;novas&lt;/u&gt;&lt;/i&gt; línguas não apóia o argumento do irmão Clóvis. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Onde e quando se cumpriu, ou pelo menos começou a se cumprir, o que Jesus prometeu em Mc 16.17? Podemos dizer que Atos 2 &amp;nbsp;descreve o cenário do começo do Dom de Línguas, decorrente, naquele caso, do Batismo com o Espírito Santo sobre a Igreja. E lemos alguns trechos ali: &lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;“... os ouvia falar em sua &lt;i&gt;própria&lt;/i&gt; língua.” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;“... em nossa própria língua &lt;i&gt;materna&lt;/i&gt;?”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;“... como ouvimos falar em &lt;i&gt;nossas&lt;/i&gt; próprias línguas as grandezas de Deus?”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;O caso é diferente do que pretende os pentecostais, e o irmão Clóvis, ao defenderem que &lt;i&gt;‘nova’&lt;/i&gt; seria um idioma não conhecido no mundo inteiro. Aqui encontramos um descompasso com a existência até mesmo da nomenclatura ‘pentecostal’ (At 2.1). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Se esse não é o caso que Jesus predisse, então vocês não são pentecostais! Seria mais próprio dizer que quando se fala em idiomas conhecidos sob a influência do Espírito, aí sim seria &lt;i&gt;pentecostal&lt;/i&gt;. Não o que o Clóvis pretende, falar línguas desconhecidas mundialmente (= ‘novas’). Mas é &lt;b&gt;exatamente&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Cambria, serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;em At 2 que o movimento ‘pentecostal’ se estriba para exibir sua identidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Cambria, serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;O uso que a Bíblia faz do assunto em 1 Co 14 não muda de figura. Para começar, se esse aspecto do termo ‘&lt;b&gt;novas&lt;/b&gt;’ (línguas) fosse um fator preponderante no assunto em pauta, o que é necessário para o argumento do irmão Clóvis, não o era para Apóstolo Paulo. &lt;b&gt;&lt;i&gt;Ele não usa “&lt;u&gt;novas&lt;/u&gt;” línguas em parte alguma de 1 Co 14 onde ele trata exaustivamente sobre o dom de línguas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Para piorar a situação do argumento de nosso irmão, no contexto aparece uma clara referência aos idiomas ‘estrangeiros’. Veja o que a Palavra diz:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;“... Falarei a este povo por homens de &lt;i&gt;outras*&lt;/i&gt; línguas e por lábios de outros povos, e nem assim me ouvirão, diz o Senhor.” &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;(v. 21).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;*Faz alguma diferença se aqui é &lt;i&gt;állos&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;héteros&lt;/i&gt;? &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;O argumento bíblico é que o uso de &lt;b&gt;&lt;i&gt;novas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; línguas em Mc 16.17 não está carregado de mistério, antes é o seu uso natural. Jesus está dizendo que a Igreja atingiria novas terras, novas nações, novos povos, por meios extraordinários [ou não] (Mt 28.19).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;2º) “&lt;i&gt;&lt;u&gt;Novas&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;” em que sentido?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;: Um erro muito comum é você pegar um dicionário bíblico, ver o sentido primário e sair aplicando em todos os lugares em que você encontra a palavra na Bíblia. Nós não usamos assim os vocábulos, verbos, etc. Talvez a melhor sugestão é que ouvi de um professor de grego: &lt;i&gt;“O contexto é soberano. É ele que determina qual o sentido que o autor usa-o.”&lt;/i&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Existem várias definições acopladas em um termo. Por vezes, a carga semântica é tão grande, e mutante, que pode ocorrer sentidos nunca pretendidos na filologia e/ou etimológica da palavra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Segundo o irmão Clóvis, o termo que Jesus usou em Mc 16.17 foi aplicado com o fim de representar uma &lt;i&gt;novidade&lt;/i&gt; linguística. Ele prossegue dizendo que&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;novas línguas em Mc 16:17 também não são os já existentes idiomas."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Mas gostaria de mostrar algo, para expandir o tema, que a meu ver, desloca a interpretação pentecostal do Clóvis para a área de especulação dogmática.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Veja como os autores bíblicos, inspirados por Deus, usaram o termo&amp;nbsp; (kainos)como sinônimo de (neos). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;“... Este é o cálice da &lt;i&gt;&lt;u&gt;nova&lt;/u&gt;&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;(o mesmo termo em Mc 16.17) &lt;b&gt;aliança no meu sangue derramado em favor de vós.” (Lc 22.20).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;“...diz o Senhor, e firmarei &lt;i&gt;&lt;u&gt;nova&lt;/u&gt;&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;(o mesmo usado em Mc 16.17)&lt;b&gt; aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá.” (Hb 8.8)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;“... e a Jesus, o Mediador da &lt;i&gt;&lt;u&gt;nova&lt;/u&gt;&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;(termo diferente do que foi usado em Mc 16.17)&lt;b&gt; aliança ..."&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Visto que os textos falam da mesma Aliança, o termo não serve ao que o irmão Clóvis almejou!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Mas alguém pode responder dizendo que &lt;i&gt;‘os termos são diferentes, mas não completamente diferentes. Existe um, ou alguns, aspectos semelhantes, por isso que eles podem figurar como sinônimos em alguns textos’&lt;/i&gt;. Tudo bem... Mas pelo que foi posto no argumento 1, pode-se inferir um outro problema por causa desta resposta: &lt;i&gt;Quem garante que Jesus não usou o termo tendo em mente o ponto de semelhança? &lt;/i&gt;(Na verdade, Atos 2 me garante que sim!)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;CONCLUSÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;A prova apresentada pelo irmão Clóvis não é conclusiva. E é &lt;b&gt;&lt;i&gt;aparentemente&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, uma falácia. O que ele precisa se perguntar é &lt;b&gt;&lt;u&gt;como&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; o autor bíblico usou o termo, com base no contexto, imediato e geral, para depois decidir em segundo plano, qual das possibilidades etimológicas, deve ser destacada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-1552930388631207400?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/1552930388631207400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/as-novas-linguas-segundo-o-irmao-clovis.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/1552930388631207400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/1552930388631207400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/as-novas-linguas-segundo-o-irmao-clovis.html' title='“As ‘NOVAS’ línguas”... segundo o irmão Clóvis'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-k_TXNR2CbxY/TuNElS1Wn2I/AAAAAAAAALY/E4gP7rhTdDc/s72-c/duvidas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-4994445053316856979</id><published>2011-12-09T11:27:00.000-02:00</published><updated>2011-12-09T11:27:45.226-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tabernáculo da Fé'/><title type='text'>‘Afinal, os apóstolos obedeceram Mt 28.19 ou não?’</title><content type='html'>&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCYBER5%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCYBER5%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCYBER5%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;    &lt;m:smallfrac m:val="off"&gt;    &lt;m:dispdef&gt;    &lt;m:lmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:rmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:defjc m:val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent m:val="1440"&gt;    &lt;m:intlim m:val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim m:val="undOvr"&gt;   &lt;/m:narylim&gt;&lt;/m:intlim&gt; &lt;/m:wrapindent&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face {font-family:"Cambria Math"; panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:roman; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face {font-family:Cambria; panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:roman; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-1610611985 1073741899 0 0 159 0;}@font-face {font-family:Calibri; panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-unhide:no; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; margin-top:0cm; margin-right:0cm; margin-bottom:10.0pt; margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-fareast-font-family:Calibri; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault {mso-style-type:export-only; mso-default-props:yes; font-size:10.0pt; mso-ansi-font-size:10.0pt; mso-bidi-font-size:10.0pt; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-fareast-font-family:Calibri; mso-hansi-font-family:Calibri;}@page Section1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;}div.Section1 {page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Cambria, serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;Um apologista de William Marrion Branham, que gentilmente tem postado comentários aqui no MCA, questionou a postagem “O Batismo em Nome de Jesus”. Entre as diversas objeções lançadas, creio ser essa a mais séria e que merece uma resposta mais acurada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;A diferença entre a forma batismal&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;: Notamos que os registros de Lucas sobre os batismos são diferentes da ordem que Jesus Cristo deu em Mt 28.19. Acredito que a única opção viável é a que apresentei na postagem. Mas nem mesmo nos relatos de Lucas sobre o batismo em Atos existe ‘100%’ de semelhança. Como observei na postagem citada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Nosso amigo fez a seguinte pergunta: &lt;i&gt;‘Os apóstolos obedeceram a ordem de Jesus Mt 28.19? Sim ou Não?’&lt;/i&gt;. É obvio que a pergunta foi feita para colocar em ‘xeque’ ou a minha argumentação, ou, e especialmente, o Batismo Trinitário.&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Discrepâncias nos evangelhos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;: A resposta está na concepção correta do que são realmente as diferenças. Por exemplo, as discrepâncias nos Evangelhos sinópticos. Vamos citar um exemplo bem conhecido. O que foi escrito na Cruz em Mt 27.37; Mc 15.26; Lc 23.38; Jo 19.19.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;“[...] ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS.”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; Segundo Mateus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;“[...] O REI DOS JUDEUS.”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; Segundo Marcos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;“[...] ESTE É O REI DOS JUDEUS.”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; Segundo Lucas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;“[...] JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS.”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; Segundo João.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;O médico Lucas e o ex-publicano, Apóstolo Mateus&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;: Agora vamos ver trechos onde Jesus disse algo, para percebemos a diferença entre a maneira que Lucas escreveu, e como Mateus usou a sua ‘pena’. Ainda creio que temos, nas características do escritor, mais respostas ao questionamento apresentado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;1) As bem-aventuranças&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;: Uma simples comparação entre Mt 5.1-12 com Lc 6.20-23, percebemos que alguém acrescentou, ou omitiu (&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;comparando um com o outro, por favor entenda!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;). Um diz que Jesus falou 9 bem-aventuranças, ao passo que o outro 4.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;2) O Pai Nosso&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;: Todos nós repetimos a oração do Senhor conforme Mateus. Mas aqui também compararmos em Mt 6.9-13 com Lc 11.2-4, percebemos diferenças em como o Senhor ensinou a oração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;3) O sermão escatológico&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;: Por último&amp;nbsp; chamo atenção ao que o Senhor Profetizou em Mt 24.3-44 com o que Lucas registrou (21.7-36). Percebe-se várias nuanças naquilo que foi predito, além de termos uma expressão que é tema de debates teológicos “os tempos dos gentios”, que Mateus não nos diz que Jesus tenha dito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;4) Lucas que Paulo disse algo que Jesus disse, mas não sabemos onde&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;: Ficou meio confuso mas é isso mesmo. Segundo Lucas, no sermão aos presbíteros de da Igreja em Éfeso, Paulo disse o seguinte: “[...] socorrer os necessitados e &lt;b&gt;recordar as palavras do próprio Senhor Jesus: &lt;i&gt;Mais bem-aventurado é dar do que receber.&lt;/i&gt;”&lt;/b&gt; (At 20.35). Ou seja, existiam algumas informações que eles possuíam que não nos chegou (veja Lc 1.2-4).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;CONCLUSÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Esses foram apenas alguns exemplos. O caldo poderia engrossar ainda mais. Se formularmos uma pergunta tal como o apologista do Tabernáculo da Fé formulou diante dessas discrepâncias, estaríamos desconsiderando toda a explicação teológica e cristã que sempre foi dada a essas diferenças. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-4994445053316856979?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/4994445053316856979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/afinal-os-apostolos-obedeceram-mt-2819.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/4994445053316856979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/4994445053316856979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/afinal-os-apostolos-obedeceram-mt-2819.html' title='‘Afinal, os apóstolos obedeceram Mt 28.19 ou não?’'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-6816826294753985574</id><published>2011-12-05T11:02:00.000-02:00</published><updated>2011-12-05T11:02:52.964-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doutrina Reformada'/><title type='text'>Os Pedobatistas Valdenses contra os Batistas</title><content type='html'>&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCYBER5%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCYBER5%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCYBER5%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face {font-family:"Cambria Math"; panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:roman; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face {font-family:Cambria; panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:roman; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-1610611985 1073741899 0 0 159 0;}@font-face {font-family:Calibri; panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}@font-face {font-family:TimesNewRomanPSMT; panose-1:0 0 0 0 0 0 0 0 0 0; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:auto; mso-font-format:other; mso-font-pitch:auto; mso-font-signature:3 0 0 0 1 0;}@font-face {font-family:TimesNewRomanPS-ItalicMT; panose-1:0 0 0 0 0 0 0 0 0 0; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:auto; mso-font-format:other; mso-font-pitch:auto; mso-font-signature:3 0 0 0 1 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-unhide:no; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; margin-top:0cm; margin-right:0cm; margin-bottom:10.0pt; margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-fareast-font-family:Calibri; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault {mso-style-type:export-only; mso-default-props:yes; font-size:10.0pt; mso-ansi-font-size:10.0pt; mso-bidi-font-size:10.0pt; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-fareast-font-family:Calibri; mso-hansi-font-family:Calibri;}@page Section1 {size:595.3pt 841.9pt; margin:42.55pt 42.55pt 42.55pt 42.55pt; mso-header-margin:35.4pt; mso-footer-margin:35.4pt; mso-paper-source:0;}div.Section1 {page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;“Os &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;valdenses, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;ao contrário do que às vezes se afirma, adotaram o batismo de crianças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Continuamos a colher as nossas informações históricas, principalmente no livro do dr., Fairchild sobre "Scrípture Baptism".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O testemunho da história da Igreja Cristã, com referência ao batismo infantil, demonstra ser errónea a opinião daqueles que afirmam ser o batismo de crianças inovação do romanismo. As inovações do romanismo como o culto das imagens, as indulgências, o purgatório, a missa, a confissão auricular, a infalibilidade do papa e outras semelhantes novidades são bem conhecidas e a história eclesiástica nos diz exatamente como e quando surgiram. E, no entanto, vemos, pelo estudo cuidadoso da mesma história eclesiástica, que o batismo infantil não foi obra de nenhum papa ou concílio da Igreja Romana, visto que sempre existiu como prática da Igreja Cristã desde os tempos apostólicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;É a negação do batismo infantil que aparece como novidade, cerca do ano 1120, quando no Sul da França surgiu a seita dos petrobrussianos fundada por Pedro de Bruis. Essa seita rejeitou o batismo de crianças por julgá-las incapazes de ser salvas. É esse o primeiro aparecimento na história da seita que combatia o batismo infantil, excetuando-se, unicamente, os paulicianos, aos quais já aludimos. Não se deve confundir os petrobrussianos com os valdenses, como fazem alguns historiadores, pois os valdenses praticavam o batismo de crianças. Extraímos do livro "Scripture Baptism" do dr. Fairchild, às páginas 122 e 123, as seguintes informações sobre os valdenses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Os valdenses, ou &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;vaudois, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;do Piemonte são afamados como testemunhas da verdade naqueles tempos tenebrosos em que a verdadeira religião parecia estar quase extinta. Isolados do resto do mundo nos seus vales solitários, parecem ter conservado a simplicidade e a pureza dos tempos apostólicos, quando todos os demais homens estavam dominados pelo erro. Todo o mundo sabe que esses valdenses se opuseram as pretensões da Igreja de Roma e que, por isso 'mesmo, foram brutal e cruelmente perseguidos. Sir Samuel Morland, que os visitou em 1657, por nomeação do Governo Britânico, escreveu a sua história, baseado em livros e manuscritos que haviam escapado às fogueiras da Inquisição. De uma das suas mais antigas confissões, fornecida pelo referido autor, citamos o seguinte trecho:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;"Temos, apenas, dois sinais sacramentais deixados por Jesus Cristo: um é o batismo e o outro é a eucaristia, recebidos para mostrar que a nossa perseverança na fé é aquela que prometemos, quando fomos batizados, sendo crianças pequeninas; e, além disso, em lembrança daquele grande benefício que nos foi concedido por Jesus Cristo, quando morreu pela nossa redenção e lavou-nos com o seu precioso sangue". (Pág. 39).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;João Paulo Perrin, descendente dos valdenses, escreveu um tratado minucioso sobre as doutrinas e ordem dos mesmos valdenses. Parece que os seus inimigos os haviam acusado de negarem o batismo às crianças, ao que esse historiador replica:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;"A quinta calúnia foi com referência ao batismo que se diz terem êies (os valdenses) negado às criancinhas; mas desta acusação se defendem da seguinte forma: o tempo e o lugar daqueles que devem ser batizados não são ordenados; mas a caridade e a edificação da Igreja e da congregação devem servir de regra nesse particular, etc; e, portanto, aqueles a quem eram mais inteiramente ligadas as criancinhas as traziam para serem batizadas, quer fossem os pais que as traziam ou quaisquer outras pessoas que Deus fizera caridosas nesse mister". (Livro I, cap. IV, pág. 15).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Continua o mesmo historiador Perrin:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;"O rei Luiz XII, tendo sido informado pelos inimigos dos valdenses, moradores na Provença, de muitos e graves crimes de que eram acusados, ordenou a Lord Adam Fumee, Mestre de Requerimentos, e a um doutor da Sorbonne, por nome Parne, seu confessor, que procedessem a um inquérito nessas localidades. Visitaram todas as paróquias e todos os templos e não acharam nem imagens, nem o menor vestígio de quaisquer enfeites das suas missas ou cerimónias da Igreja de Roma; e muito menos tais crimes de que eram acusados, mas antes que observavam devidamente os seus sábados e &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;jaziam balizar as crianças, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;de acordo com a ordem da Igreja primitiva, ensinando-lhes os artigos da fé cristã e os mandamentos de Deus" (Perrin, Livro I, cap. VI, págs. 30 e 31).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A história dos valdenses nos oferece mais uma prova histórica de não ter sido o batismo infantil inovação do romanismo, mas antes uma prática oriunda dos tempos apostólicos.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Fonte:&lt;b&gt;“Estudos bíblicos sobre o batismo de crianças”&lt;/b&gt;, Philippe Landes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;***************************************************&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Já postamos evidências conclusivas em favor do Santo Batismo Infantil &lt;a href="http://mcapologetico.blogspot.com/2011/07/o-batismo-infantil-e-imersiolatria-o.html"&gt;AQUI&lt;/a&gt;. A informação acima é apenas uma &lt;i&gt;corroboração&lt;/i&gt; histórica do tema. A base bíblica dispensa a necessidade dessa prova, bem como a dos Pais da Igreja.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-6816826294753985574?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/6816826294753985574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/os-pedobatistas-valdenses-contra-os.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/6816826294753985574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/6816826294753985574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/os-pedobatistas-valdenses-contra-os.html' title='Os Pedobatistas Valdenses contra os Batistas'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-2656382139128707733</id><published>2011-12-03T10:57:00.001-02:00</published><updated>2011-12-07T10:26:12.585-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tabernáculo da Fé'/><title type='text'>William Marrion Branham sob escrutínio – Parte 2</title><content type='html'>&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCYBER5%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCYBER5%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCYBER5%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face {font-family:"Cambria Math"; panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:roman; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face {font-family:Cambria; panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:roman; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-1610611985 1073741899 0 0 159 0;}@font-face {font-family:Calibri; panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-unhide:no; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; margin-top:0cm; margin-right:0cm; margin-bottom:10.0pt; margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-fareast-font-family:Calibri; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault {mso-style-type:export-only; mso-default-props:yes; font-size:10.0pt; mso-ansi-font-size:10.0pt; mso-bidi-font-size:10.0pt; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-fareast-font-family:Calibri; mso-hansi-font-family:Calibri;}@page Section1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;}div.Section1 {page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Na primeira postagem desse tema fiz uma abordagem geral do principal livro de WMB, &lt;b&gt;‘As Sete Eras da Igreja’&lt;/b&gt;. Agora começarei a pesar as interpretações dele em torno do livro de Apocalipse. Não sei ainda qual seria o resultado para fé dos seguidores de WMB se ficar provado que &lt;i&gt;muitas&lt;/i&gt; interpretações dele não passam de exposições alucinantes e infantes, advindas de uma hermenêutica errada, fantasiosa. Mas sei que o pessoal do Tabernáculo da Fé insiste em dizer que WMB é o profeta de nossa era. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;No entanto precisa ficar provado biblicamente &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;SE&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; a Igreja de Jesus Cristo teria mesmo ‘um profeta’ com um calibre extra (1 Pe 2.9,10).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;(Em muitas partes do livro WMB desfere suas criticas contra a doutrina da Trindade, não raro construindo ‘o monstro de palha’. Ele chega a ter um sonho-visão contra a trindade que é até divertido... Além de dizer sempre sobre o batismo em nome de Jesus. Já tratei desses assuntos no blog, não irei tornar a falar desses assuntos nesta série.) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;O ESQUEMA DE WMB&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;1ª Era de Éfeso: de 53 a 170. Mensageiro Paulo 2ª Era de Esmirna: de 170 a 312. Mensageiro Irineu. 3ª Era de Pérgamo: de 312 a 606. Mensageiro Martin. 4ª Era Tiatira: de 606 a 1520. Mensageiro &lt;em&gt;Columba&lt;/em&gt;. 5ª Era de Sardes: de 1520 a 1750. Mensageiro Lutero. 6ª Era de Filadelfia: de 1750 a 1906. Mensageiro Wesley. 7ª Era de Laodicéia: de 1906 a [bem próximo de seus dias, &lt;b&gt;especulou no livro&lt;/b&gt; que a ultima era terminaria em 1977, mas apresentou a possibilidade de estar errado em algumas mensagens]. Mensageiro; &lt;i&gt;subtende&lt;/i&gt; que seja ele mesmo, isto é: Willian Marrion Branham. Mostrarei isso em postagens futuras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;QUAL A BASE BIBLICA PARA DIZER QUE A IGREJA TERIA ALGUM PROFETA ESPECIAL?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Isso obviamente não existe. É o sonho de toda Testemunha de Jeová, Adventistas e Mórmons dizer pelos quatro cantos do mundo: &lt;i&gt;‘APENAS NÓS Temos um Profeta Especial!’&lt;/i&gt;. Infelizmente (na verdade felizmente) a turma do Tabernáculo tem um viés desse exclusivismo papista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Primeira objeção contra ‘As Setes Eras’:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;‘As Sete Eras da Igreja’... MAS QUE ERAS???&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Vamos&lt;b&gt; &lt;/b&gt;começar do começo... Sim...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Veja algumas das declarações de WMB sobre a importância de se saber a divisão das ‘sete eras’ da igreja: a exposição das sete eras &lt;b&gt;&lt;i&gt;“é necessário a fim de estudar e compreender o resto do Apocalipse, pois das Eras vêm os Selos, e dos Selos vêm as Trombetas, e das Trombetas vêm as Taças.” &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;(Introdução ‘&lt;i&gt;IX’&lt;/i&gt;) &lt;b&gt;&lt;i&gt;“Apocalipse é a revelação de Jesus e o que Ele está fazendo nas igrejas durante essas sete eras.” &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;(pg 3).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Quem disse que as Sete Igrejas do Apocalipse &lt;i&gt;são símbolos de períodos fixos de tempo profetizados e assim necessariamente vivenciados pela Igreja de Cristo desde o fim do primeiro século até a volta de Jesus? Qual a prova bíblica desta interpretação?&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;William Marrion Branham apresenta um suposto argumento que tratarei nesta postagem. Antes porém, devemos considerar:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;1)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; As sete igrejas eram igrejas literais, tal como as que Pedro e Paulo escreverem. Jesus Cristo falou para aquelas igrejas como falou para Timóteo, Éfeso, etc, por meio de Paulo. Nossa prova é textual: “Ao anjo da igreja que ESTÁ &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;EM&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; ESMIRNA...” Não disse: ‘Ao anjo DA ERA, DO TEMPO, DO PERÍODO, ETC, de Esmirna...’&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;2)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; O livro de Apocalipse tem várias referências de &lt;i&gt;tempo&lt;/i&gt;. Não seria desproporcional achar que as Sete Igrejas seriam assim identificadas, caso elas o fossem. O &lt;i&gt;conteúdo&lt;/i&gt; dos capítulos 2 e 3 não são visões simbólicas. O que, poderia, de alguma maneira ser ‘alegorizado’. Antes, são mensagens recebidas em visões para serem entregues para igrejas físicas, literais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;3)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; Dizer que essas igrejas existiram e mesmo assim era símbolo de tempo, não resolve a problemática nevrálgica. Não existe prova do fator primordial. O que Deus ensinou é válido como princípio moral, tal como as demais cartas. Mas dizer o que WMB diz é imaginar demais. Do nada ele diz &lt;b&gt;“A Era de TAL iniciou-se EM”&lt;/b&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Tem que ser crédulo demais para aceitar. Os seguidores de WMB não fazem com o tal ‘profeta’ o que os de Beréia faziam, mesmo com o Apóstolo Paulo (At 17.11). Qualquer coisa então poderia ser dito por WMB que os seus seguidores engoliriam sem sombra de dúvidas. E de fato ele disse muita besteira, e seus seguidores hoje lutam para promover seus ensinos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Não existe prova alguma para outras três interpretações inerentemente essenciais e vitais para WMB pelo menos prosseguir escrevendo a introdução do livro...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;1º) &lt;b&gt;&lt;i&gt;Prova&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; de quem era o mensageiro de certa Era.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;2º) &lt;b&gt;&lt;i&gt;Prova&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; de quando iniciaria e quando terminaria certa Era.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;3º) &lt;b&gt;&lt;i&gt;Prova&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; de que a Era da igreja seguinte substituiria a anterior.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Se você ler as cartas do Senhor ás igrejas da Ásia nada disso é respondido. Agora se você está disposto de ajoelhar-se diante de WMB e dizer &lt;b&gt;‘Amém’ &lt;/b&gt;para tudo que ele disse a escolha é sua. &lt;b&gt;&lt;i&gt;Só quero lembrar que ele não soube interpretar direito uma visão que teve, sustentando por 30 anos que o fim da Última Era poderia ser em 1977... mais coisas poderiam estar erradas aí, certo?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-2656382139128707733?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/2656382139128707733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/william-marrion-branham-sob-escrutinio.html#comment-form' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/2656382139128707733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/2656382139128707733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/william-marrion-branham-sob-escrutinio.html' title='William Marrion Branham sob escrutínio – Parte 2'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-9005698960887425915</id><published>2011-11-25T11:18:00.000-02:00</published><updated>2011-11-25T11:18:00.911-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doutrina Reformada'/><title type='text'>Teologia da Prosperidade – o 'evangelho' segundo o diabo!</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Ao ler os Evangelhos percebemos que Jesus Cristo &lt;span style="background-color: black; color: red;"&gt;&lt;b&gt;NUNCA &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;fez ninguém ficar rico. Ao contrário, parece que ele mais trabalhava em favor de uma modéstia do que em conceder bênçãos financeiras.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;De modo oposto, noto que na verdade o diabo usou a mesma linha de interpretação dos proponentes da Teologia da Prosperidade ao tentar Jesus conforme revela-nos Mateus 4 (Quem me ajudou a ver isso foi o Pr Ed René). Veja:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;b&gt;1) Disse para Jesus transformar a pedra em pão&lt;/b&gt;: determinar que as coisas acontecessem segundo as suas necessidades.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;b&gt;2) Disse para Jesus pular do templo&lt;/b&gt;: se aventurar em grandes desafios financeiros pois ‘Deus é contigo!’&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;b&gt;3) Disse para Jesus se apoderar das riquezas do mundo por meio da 'adoração'&lt;/b&gt;: que em atos de adoração proféticas (velas, fotos, documentos ungidos, etc) você receberá ‘o melhor desta terra!’&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Além disso, notamos que o diabo tentou Jesus varias vezes para ele usar sua autoridade em favor próprio.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Veja uma série de estudos sobre esse assunto aqui no&lt;a href="http://aprendei.blogspot.com/2010/07/teologia-da-prosperidade-ou-da_10.html"&gt; &lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Blog @prendei&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-9005698960887425915?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/9005698960887425915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/11/teologia-da-prosperidade-o-evangelho.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/9005698960887425915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/9005698960887425915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/11/teologia-da-prosperidade-o-evangelho.html' title='Teologia da Prosperidade – o &apos;evangelho&apos; segundo o diabo!'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-2074589329767145931</id><published>2011-11-23T19:04:00.000-02:00</published><updated>2011-11-23T19:04:32.300-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adventistas do 7º dia'/><title type='text'>‘Ellen White, secretária de Deus!’ E eu acredito em Papai Noel...</title><content type='html'>“Ellen White sempre insistia em dizer que tudo vinha de Deus. Já para o segundo tomo de Spiritual Gifts (1860), disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;"Eu dependo do Espírito do Senhor tanto para relatar ou escrever as visões, como para tê-las. É-me impossível recordar as coisas que se me mostraram, a não ser que o Senhor mas apresente no momento em que a Ele lhe aprouver motivar-me a relatá-las ou escrevê-las.”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;( Spiritual Gifts, tomo 2, p. 293)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta assombrosa declaração ia muito além do que os escritores bíblicos jamais reclamaram para si mesmos; e, em realidade, ia muito além de qualquer coisa do que ela tivesse afirmado jamais. Este chamado às armas foi contagioso. Outros se fizeram eco do clamor e o têm estado usando desde então. George A. Irwin (presidente da Conferência Geral Adventista desde 1897 até 1901) seguiu o exemplo dela ao afirmar num tratado titulado "The Mark of the Beast" (1911) que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;“É desde o ponto de vista da luz que veio por meio do Espírito de Profecia [os escritos da Sra. White] que a questão será considerada, crendo como cremos que o Espírito de Profecia é o único intérprete infalível dos princípios bíblicos, já que é Cristo, por meio de seu agente, quem proporciona o verdadeiro significado de suas próprias palavras”. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;b&gt;FONTE&lt;/b&gt;: A Mentira Branca. Caso queira esse livro em pdf, me envie um e-mail: blogapologetico@gmail.com )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é Ellen White! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois os adventistas dizem que é o dom de profecia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que outros tem esse dom hoje na seita Adventista? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se sim, Papai Noel existe?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-2074589329767145931?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/2074589329767145931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/11/ellen-white-secretaria-de-deus-e-eu.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/2074589329767145931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/2074589329767145931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/11/ellen-white-secretaria-de-deus-e-eu.html' title='‘Ellen White, secretária de Deus!’ E eu acredito em Papai Noel...'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-4570226845429356745</id><published>2011-11-19T17:46:00.000-02:00</published><updated>2011-11-19T17:46:31.076-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adventistas do 7º dia'/><title type='text'>Mais uma confusão Adventista: Três ou Dois ‘sacramentos’?</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;      &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;O Protestantismo fiel, sempre ensinou que a Bíblia ensina &lt;b&gt;&lt;i&gt;dois&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; sacramentos. O Santo Batismo e a Santa Ceia. Visto que a palavra ‘sacramento’ tem sempre certa associação com as superstições Papistas, vários crentes, como é o caso dos Batistas e Pentecostais, preferem usar apenas &lt;i&gt;‘ordenança’&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;E como toda seita gosta de ter marcas que lhes dão algum estereótipo peculiar, a seita adventista diz que Jesus deixou três sacramentos (ou como dizem eles também) ‘ordenanças’. Veja quais são:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;“A Igreja é o instrumento de Deus para administrar as ordenanças do batismo – rito de entrada na Igreja [...] e da Ceia do Senhor e lava-pés [...]” &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;(Nisto Cremos, pg 202).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;“As ordenanças do Lava-pés e da Ceia do Senhor constituem o serviço da Comunhão. Portanto, Cristo instituiu essas duas ordenanças para nos assistir ao entrarmos em comunhão com Ele.”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt; (Nisto Cremos, pg 267).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;A Ordenança do Lava-pés [...] &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;Jesus instituiu a ordenança do Lava-pés. Ele não apenas deixou o exemplo como também insistiu em que deveríamos segui-lo [...] Essa ordenança, que precede a Ceia do Senhor” &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;(Nisto Cremos, pg 267).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;E caso alguém ache que o Nisto Cremos está apenas usando ‘ordenança’ como sinônimo de algum ato litúrgico, veja agora esses dois&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;trechos:&lt;b&gt;&lt;i&gt; “Ao transformar essa cerimônia preparatória numa ordenança [...]” “O serviço do Lava-pés [...] Aqueles que desejam desfrutar de contínuo companheirismo com Cristo, devem participar da ordenança.”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;(Nisto Cremos, pg 268, 270).&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;Exatamente, o livro oficial de crenças adventistas diz que ‘lavar os pés uns dos outros’, como ato cerimonial, é uma ordenança, ou sacramento. Mas o que é ordenança para os adventistas? Deixemos o Nisto Cremos dizer: “&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;Uma ordenança corresponde a um rito religioso simbólico estabelecido ou observado, o qual carrega consigo as verdades centrais do evangelho e que é de obrigação perpétua e universal.” &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;(Nisto Cremos, pg 263).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;Porém, a informação fica confusa quando notamos em outros trechos do livro:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;“Duas grandes ordenanças beneficiam a fé cristã – Batismo e Ceia do Senhor&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;.” &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;(Nisto Cremos, pg 276).&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;“Cristo prescreveu duas ordenanças – o batismo e a Ceia do Senhor.”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt; (Nisto Cremos, pg 263).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;Bem confuso não é mesmo? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;Pergunto aos Adventistas:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;São duas ou três ordenanças? O Lava-pés é uma ordenança ‘menor’? Sendo menor do que o Batismo e Santa Ceia, ainda pode ser classificada como ordenança? É menor em que sentido? &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-4570226845429356745?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/4570226845429356745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/11/mais-uma-confusao-adventista-tres-ou.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/4570226845429356745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/4570226845429356745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/11/mais-uma-confusao-adventista-tres-ou.html' title='Mais uma confusão Adventista: Três ou Dois ‘sacramentos’?'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-4444369107630585773</id><published>2011-11-18T11:12:00.000-02:00</published><updated>2011-11-18T11:12:12.369-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doutrina Reformada'/><title type='text'>Só será salvo o pecador que DESEJAR ser salvo (Ap 22.17; Jo 3.16) !!!</title><content type='html'>&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCROMO1%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face {font-family:Cambria; panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:roman; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-1610611985 1073741899 0 0 159 0;}@font-face {font-family:Calibri; panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin-top:0cm; margin-right:0cm; margin-bottom:10.0pt; margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:Calibri; mso-fareast-font-family:Calibri; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-language:EN-US;}@page Section1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;}div.Section1 {page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;“O debate determinismo-indeterminismo no meio da fé cristã divide as pessoas entre calvinistas e arminianos [...] Os calvinistas tendem a considerar a vontade como sendo livre enquanto manifestação do caráter de uma pessoa. Insistem que Deus não força a vontade a agir de maneira a violar a sua natureza. Negam que Deus use forças mecânicas para conduzir as pessoas a violarem a própria natureza, tratando-as como se fossem marionetes. Não é de admirar que calvinistas e arminianos discordem sobre varias passagens bíblicas que parecem ensinar visão libertária da liberdade. Duas passagens bíblicas comumente discutidas são Apocalipse 22.17 e João 3.16. N versão ARA [...], lê-se em Apocalipse 22.17; “Quem quiser, receba de graça a água da vida”. É fácil interpretar essas palavras em português como uma corroboração da visão libertária do livre-arbítrio. Entretanto, uma leitura literal do texto grego diz: “Aquele que o desejar, que tome.” O verbo &lt;i&gt;querer&lt;/i&gt; não aparece no texto original. O que não é discutido no texto é o que leva uma pessoa a esse estado de desejo. O calvinista diz que a pessoa chega a tal estado como resultado da ação divina do desejo. A expressão &lt;i&gt;de graça &lt;/i&gt;significa que a água da vida não tem custo. Como Wright explica: “Não é a vontade humana que é livre neste versículo, mas o evangelho.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;No caso de João 3.16, lê-se na versão ARA: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” O que engana as pessoas nessa tradução é a expressão &lt;i&gt;todo o que&lt;/i&gt;, a qual parece significar que aquele que quiser poderá se qualificar. Mas não há uma palavra e João 3.16 que possa ser traduzida por &lt;i&gt;todo o que.&lt;/i&gt; A versão ARC [...] elimina essa confusão, traduzindo a expressão em questão da seguinte forma: “Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” A questão relevante nessa disputa é por que algumas pessoas crêem e outras não. Conquanto calvinistas e arminianos tenham suas visões concorrentes, o próprio texto não suporta uma posição indeterminista. A fim de encontrar uma teoria do livre-arbítrio na Bíblia, os versículos citados teriam de mostrar que a vontade é não-causada de uma maneira em vez de outra, por causas externas ou por influencias internas. Descobrir isso nas passagens bíblicas que servem de apoio para o livre-arbítrio requereria ler no texto mais do que o próprio texto está dizendo.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Ronald Nash. Questões Ultimas da Vida, p. 363,364.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;***********************************&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-4444369107630585773?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/4444369107630585773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/11/so-sera-salvo-o-pecador-que-desejar-ser.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/4444369107630585773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/4444369107630585773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/11/so-sera-salvo-o-pecador-que-desejar-ser.html' title='Só será salvo o pecador que DESEJAR ser salvo (Ap 22.17; Jo 3.16) !!!'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-667537090384965181</id><published>2011-11-15T16:38:00.000-02:00</published><updated>2011-11-15T16:38:37.555-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Espiritismo'/><title type='text'>O Espiritismo: uma avaliação – Parte 2 (Rev. Júlio Andrade Ferreira)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCROMO1%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face {font-family:Georgia; panose-1:2 4 5 2 5 4 5 2 3 3; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:roman; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}@font-face {font-family:Calibri; panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin-top:0cm; margin-right:0cm; margin-bottom:10.0pt; margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:Calibri; mso-fareast-font-family:Calibri; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-language:EN-US;}p.western, li.western, div.western {mso-style-name:western; mso-margin-top-alt:auto; margin-right:0cm; margin-bottom:5.95pt; margin-left:0cm; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}@page Section1 {size:595.3pt 841.9pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:35.4pt; mso-footer-margin:35.4pt; mso-paper-source:0;}div.Section1 {page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapedefaults v:ext="edit" spidmax="1026"/&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapelayout v:ext="edit"&gt;   &lt;o:idmap v:ext="edit" data="1"/&gt;  &lt;/o:shapelayout&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 13.5pt;"&gt;"ESPIRITISMO E INTERPRETAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Entendemos que todo o sistema espírita é contrario à Escritura. Visto que citam às vezes a Escritura, pretendendo tê-la a seu lado, importa demonstrar, não só incoerência da citação de um livro cuja autoridade negam, mas também convêm lembrar que não obedecem às regras de sã interpretação ao fazerem tais citações. De fato, as declarações da Escritura devem ser entendidas, não isoladamente, mas em relação ao conjunto, essa relação chamamos de “analogia da fé”. A interpretação deve respeitar o contexto, isto é, as informações do autor, o escopo da obra, os textos paralelos. Toda interpretação tem de ser, por isso mesmo, cristocêntrica.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b&gt;TEXTOS A RESPEITO DE COMUNICAÇÃO COM OS MORTOS: &lt;/b&gt;Essa pretensão de comunicação com os mortos é condenada na Escritura. Os textos explícitos a este respeito são: Deut 18.11; 1 Sam 28; Isaias 8.19; Lucas 16.30,31.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;1-&lt;b&gt; Deut 18.11:&lt;/b&gt; “Entre ti (Israel) não se achará... nem quem consulte mortos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;Para tal declaração, Allan Kardec encontra desculpas: a) “Se a lei de moisés deve ser tão rigorasamente observada neste ponto, força é que o seja igualmente em todos os outros”&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;b&gt;RESPOSTA&lt;/b&gt;: Só por um principio do Novo Testamento devemos abandonar algum preceito da lei mosaica. Esse está confirmado. Veja-se Lucas 16. 30,31&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;b) “O legislador hebreu queria que seu povo abandonasse todos os costumes adquiridos no Egito, onde as evocações estavam em uso e facilitavam abusos...”&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;b&gt;RESPOSTA: “&lt;/b&gt;Deus não proíbe bons costumes só por serem de outros povos”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;c) “Moisés devia, pois, por política, inspirar aos hebreus aversão a todos os costumes que pudessem ter semelhanças ou pontos de contato com o inimigo.”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;b&gt;RESPOSTA: “&lt;/b&gt;Como se vê, o argumento aqui é o mesmo, acrescido apenas de um novo motivo que só a moral do espiritismo poderia justificar, a saber- que uma coisa lícita ou boa, foi condenada simplesmente por política de moisés contra seus inimigos! E ainda que, por política, se pode caluniar a Deus, atribuindo-lhe a condenação do Ele mesmo realmente condena.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;d) “A evocação dos mortos não se originava no sentimento de respeito, afeição ou piedade para com eles.”&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;b&gt;RESPOSTA: &lt;/b&gt;“A verdade, porém, à luz da história, pe que não houve povo, na antiguidade oriental, que respeitasse mais os mortos.” Refere-se aos egípcios.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;Em face dos textos citados (Deut. 18.11; Isaias 8.19; Lucas 16.30,31) há ainda outrs posição que importa seja esclarecida. O prof. Henrique Mauter acha que a proibição de consultar mortos (implica os textos) de os mortos voltarem. E acha mais que uma possibilidade, se vier a ser provada experimentalmente, não invalidará o valor do Cristianismo como verdadeira fonte de orientação espiritual de formação de caráter.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;Quanto a esta posição do Cristianismo não há mesmo dúvida. Há contudo, outros textos como 2 Co 5.1-10; Fl 1.21-25; 2 Pe 2.4-9; Jd 6,7; Ap 6.9-11 que esclarecem algo sobre a situação dos mortos. A possibilidade de sua volta ao mundo, além de inútil e perigosa conforme patente, é tão avessa à situação deles que... o melhor é não esperá-lo [...]&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;2- &lt;b&gt;Mt 17.1-13&lt;/b&gt;: Trata-se da transfiguração que os espíritas pretendem&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;[que] tenha sido uma sessão espírita.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;Fazemos as seguintes observações: a) Cristo podia ser intermediário entre vivos e mortos, mas não andou envolvido em sessões dessa &lt;i&gt;natureza&lt;/i&gt;. A transfiguração foi um fenômeno excepcional (Mt 16.28). b) Cristo preferiu ser “mediador” a ser “médium” ( 1 Tm 2.5,6). C) Cristo proibiu a divulgação da transfiguração, enquanto os homens não tivessem a compreensão de seu papel verdadeiro após a ressurreição (Mt 17.19). d) O s discípulos apresentaram o fato como indicativo da divindade de Cristo; não como espécime de invocação de mortos (1Jo 1.1-4; 2 Pe 1.16). e) Os discípulos viram Moisés e Elias; não consta que estes tivessem falado com eles ou que os tivessem visto. O objetivo da vinda de Moisés e de Elias não foi evidentemente o que o Espiritismo preconiza em outras sessões. f) A lição do incidente coloca Cristo, e não os mortos, como mestre. “Ouvi-o” (Mt 17.5).&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;Pudesse os espíritas aproveitar todos esses ensinos dos textos citados!"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;...(continua)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Rev. Júlio Andrade Ferreira&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-667537090384965181?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/667537090384965181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/11/o-espiritismo-uma-avaliacao-parte-2-rev.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/667537090384965181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/667537090384965181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/11/o-espiritismo-uma-avaliacao-parte-2-rev.html' title='O Espiritismo: uma avaliação – Parte 2 (Rev. Júlio Andrade Ferreira)'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-7298755825208994293</id><published>2011-11-14T10:27:00.001-02:00</published><updated>2011-11-14T10:29:26.631-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Testemunhas de Jeová'/><title type='text'>‘A estrela dos magos era diabólica’!?</title><content type='html'>As seitas gostam de&amp;nbsp;alimentar&amp;nbsp;uma ânsia exclusivista, produzindo interpretações bíblicas desconjuntadas. E para&amp;nbsp;satisfazer essa fome os Líderes das Testemunhas de Jeová ensinam que a estrela que levou os magos até o local onde Cristo nasceu, foi na verdade uma estrela do diabo! Eles afirmam que os astrólogos eram pagãos e que eles avisariam a Herodes depois de encontrar-se com Jesus, podendo resultar em sua morte. Por isso essa estrela não foi de Deus! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acho que existem outras coisas envolvidas para essa interpretação. Eles odeiam o natal e aniversários (natalícios). Com a explanação de que a estrela foi uma arte diabólica, o volume negativo cresce na mente do TJ, contribuindo para o bem comum da interpretação doutrinária. Por exemplo, quando um TJ olha para uma ‘arvore de natal’ com seus apetrechos, a estrela lhe chama atenção, pois ali em cima está ‘o sinal de Satanás’!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem outras crenças desse tipo que muitos não sabem que existem entre os TJs: &lt;br /&gt;1) Ressurreição dos ungidos desde 1918. &lt;br /&gt;2) Jeová não é onipresente, &lt;br /&gt;3) Jeová vai ser ‘pai-avô’, &lt;br /&gt;4) Os ungidos no céu ajudam as Testemunhas entenderem a Bíblia, &lt;br /&gt;5) Os que passarem com vida no Armagedon continuarão a ter filhos, &lt;br /&gt;6) Os superintendes e missionários não podem ter filhos, &lt;br /&gt;7) As Testemunhas vão ensinar as pessoas no milênio a verdade, &lt;br /&gt;8) Os anciãos serão príncipes na nova terra, &lt;br /&gt;9) Deus escolheu as Testemunhas de Jeová desde 1919, &lt;br /&gt;10) Somente os ungidos tomam a ceia... etc, etc...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quanto a estrela, a leitura de Mateus 2.1-23 não deixa dúvidas que o sinal foi Divino.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-7298755825208994293?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/7298755825208994293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/11/estrela-dos-magos-era-diabolica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/7298755825208994293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/7298755825208994293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/11/estrela-dos-magos-era-diabolica.html' title='‘A estrela dos magos era diabólica’!?'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-895113032534654461</id><published>2011-11-08T10:17:00.006-02:00</published><updated>2011-11-08T10:34:06.030-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doutrina Reformada'/><title type='text'>A atuação do Espírito Santo segundo Calvino.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Um aspecto notório nos escritos cristãos desde os tempos primitivos até o século 19, talvez, é a ausência de uma teologia clara sobre o que a igreja pensa sobre o Espírito Santo. Até o Credo Niceno-Constantinopla (381 aD) não faz referência exaustiva sobre essa Pessoa Divina. Antes no Credo Apostólico apresenta a curta citação: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Creio no Espírito Santo”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Nada mais. Talvez essa omissão anterior da manifestação teológica ortodoxa sobre o Espírito Santo, intimidou os cristãos posteriores a se posicionarem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;João Calvino, um dos teólogos mais conhecidos da história da igreja, é provavelmente o que mais tratou da obra do Espírito Santo, até então. Mesmo que não tivesse um livro especifico sobre Ele. Em suas &lt;em&gt;Institutas&lt;/em&gt; nota-se distribuído em suas paginas referências diretas sobre o tema. Interrompendo esse longo tempo de 'silêncio' teológico.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;A BÍBLIA E O ESPÍRITO SANTO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A leitura dos capítulos 6 a 9 das Institutas, observa-se que Calvino não excluí a Palavra de Deus do Espírito Santo e de Suas atuações. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;“Assim a Escritura, coletando-nos na mente conhecimento de Deus de outra sorte confuso, dissipada a escuridão, mostra-nos em diáfana clareza o Deus verdadeiro.”&lt;/em&gt; Inst.VI.1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;As palavras acima estã&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;o intimamente relacionadas com aquilo que dizemos sobre o Espírito Santo. A Palavra de Deus é instrumento do Espírito e produto do mesmo. Nesse mesmo capítulo ele diz “...que Deus, o Opífice do Universo, se nos faz patente na Escritura e [o] que se deve dEle pensar [nela] se expõe, para que não busquemos por ambíguas devesas alguma incerta Deidade.” Pensar assim das Escrituras apenas atesta a convicção do reformador que A Palavra de Deus é instrumento vivo do Espírito Santo. Numa época onde ouvimos constantes apelos ao subjetivismo, sentimentos místicos. Tal afirmação de Calvino coloca os olhos nas Escrituras. O Espírito fala ali. Para Calvino A Palavra de Deus é como 'um fio em um labirinto para conhecermos a Deus'. Inst. VI.3. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Essas palavras eram relevantes, especialmente em uma época em que a autoridade da Escritura não era reconhecida à parte da autoridade da Igreja Católica Romana. Calvino é incisivo sobre isso quando chama de &lt;em&gt;“o erro perniciosíssimo de que [apenas] tanto valor assiste á Escritura quanto lhe é concedido pelos alvitres da Igreja.”&lt;/em&gt; Além de dizer que isso é 'um grande escárnio ao Espírito Santo'. Inst.VII.1. Calvino mostra que Agostinho não deve ser invocado para apoiar esse erro. Inst. VII. 3.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O que deve ser buscado pelos cristãos não é uma simples satisfação de consciência, além que essa ser vacilante, mas é segundo Calvino, &lt;em&gt;'o íntimo testemunho do Espírito' &lt;/em&gt;( Inst. VII. 4 ). Isso não é em nada desassociado do seu conceito anterior de conhecimento da Palavra de Deus como sendo algo necessário. Antes é a evidência para intima conexão entre Espírito e Palavra feito por Calvino. Ele diz &lt;em&gt;“...na Escritura se vêem manifestos sinais de Deus [nela] a falar, dos quais se patenteia que a doutrina aí contida é de teor celestial.” &lt;/em&gt;(Inst VII. 4). 'O testemunho do Espírito Santo é superior a toda razão' ( Inst. VII.4).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Nas seguintes palavras, João Calvino coloca claramente aquilo que a doutrina reformada posterior desenvolveria com destreza, especialmente na Confissão de Fé de Westminster que a bem dizer, reproduziu quase que literalmente a explicação de Calvino. De fato, essas palavras devem receber atenção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;“Ora, assim como só Deus é idônea testemunha de Si [Mesmo] em Sua Palavra, também assim a Palavra não logrará fé nos corações humanos antes que seja [neles] seladas pelo testemunho interior do Espírito. Portanto, é necessário que penetre em nosso coração o mesmo Espírito que falou pela boca dos Profetas, para que [nos] persuada de que [ele] hão proclamado fielmente [o] que [lhes] fora divinamente ordenado.”&lt;/em&gt; ( Inst. VII.4).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Por ser a Escritura inspirada pelo Espírito Santo, não significa que todos a receberam com fé e submissão. Antes, isso é outra obra que o Espírito faz com Sua Palavra nos corações de quem Ele quer. A teologia Reformada fiel a esse pressuposto tem em suas bases e doutrina da Vocação Eficaz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Trabalhar com evidências a favor da Escrituras é contrário ao pensamento de Calvino. Esse é um assunto acirrado entre os apologistas atuais. Pressuposicionalistas ou Evidencialistas tem a melhor defesa? Embora Calvino tenha sido um apologista ele usou sempre a autoridade assumida das Escrituras, desta forma ele é pressuposicionalista ( Inst. VII.5).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Mas o acima reconhecido não deve ser interpretado como que ‘não existe provas’. Para Calvino existe provas, mas o que ele não faz é usá-la como base para o convencimento. Uma das evidências é a superioridade da sabedoria contida nas Escrituras diante da sabedoria humana ( Inst. VIII.1). Os conselhos refletem a inspiração divina, ou seja, a atuação do Espírito Santo sobre a formação da Escritura. A beleza de certas porções e antiguidade da Bíblia. A fidelidade dos autores e a evidência sobrenatural dos milagres contidos na Escrituras (ainda que isso não prove nada por si mesmo, antes que o registro seja mostrado fidedigno e sobrenatural). Diante de todas as provas ele concluí que tais &lt;em&gt;“...não se revestem de suficiente valia para prover-lhe segura credibilidade, até que o Pai Celestial, nela manifesta Sua divinal majestade [...] quando a certeza lhe haja sido fundada na convicção interior do Espírito Santo.” &lt;/em&gt;( Inst. VIII. 13).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ESPÍRITO SEM A BÍBLIA?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Um perigo antigo, e muito mais agora, é a busca do Espírito Santo dissociada da busca da Escritura. Não que o Espírito de alguma forma teria dificuldade com isso, muito menos que isso em si mesmo seria prejudicial. Mas Ele tem trabalhodo dentro dos limites que Ele mesmo colocou, ou seja, Iluminando as Escritura. Quando Cristo disse que o Espírito convenceria ‘do pecado do juízo’, isso está claro que seria por meio do produto do mesmo Espírito Santo, onde Lei de Deus mostra o pecado e revela sua justa ira. Ou seja: A Bíblia (Jo 17.17).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Calvino diz que essas pessoas agindo assim, colocam de lado &lt;em&gt;'o magistério do Espírito' e fazem pouco da leitura da Bíblia. O reformador pergunta: “Gostaria de saber que tal é esse Espírito de cuja inspiração se transportam a alturas tão sublimadas que ousem desprezar como pueril e rasteiro o ensino da Escritura?”&lt;/em&gt; ( Inst.IX.1). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Arrisco-me em dizer, mas para Calvino Espírito Santo e Escritura são sinônimos! A Bíblia é a boca do Espírito Santo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Ele coloca de maneira clara que a função do Espírito é selar as promessas do evangelho em nós e não conduzir-nos para novas doutrinas ( Inst. IX.1 ).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Calvino, em um jogo de palavras bem articuladas e raciocínio aguçado, mostra que em nada adianta dizerem que as novas revelações do Espírito são examinadas á luz das Escrituras, pois estariam submetendo o Espírito a Sí mesmo. O Espírito Santo fala com autoridade sobrepujante nas Escrituras ( Inst. IX.2). Uma comparação com o pensamento de Calvino agora será interessante. Se para ele, só é possível entender e receber a Bíblia sob a iluminação do Espírito Santo, então é necessário um ativo trabalho do Espírito ainda hoje, e até o fim, sobre os homens (O que a CFW também diz).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para João Calvino, 'sem' o Espírito os homens até sabem que a Bíblia é a Palavra de Deus, porém não resulta em nada tal conhecimento se o autor divino não aplicar tal conhecimento na alma do homem ( Inst. IX.3). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;João Calvino é o teólogo que menos acumula erros em sua doutrina (se é que teve alguma e não seria nós os enganados...). Exatamente por esse motivo. Ele olhava para a Bíblia como a doce e autoritária voz do Espírito Santo. E a tratava com reverência e delicadeza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Que os herdeiros da fé Reformada, e todos os cristãos, prestem detida atenção em como estão olhando para a Palavra escrita de Deus. &lt;strong&gt;Um modo inspirado de nos orientar nisso seria ler o Salmo 119&lt;/strong&gt;. Esse Salmo sem dúvida alguma, superior ao que Calvino, CFW e qualquer outro tenha escrito, mostra a beleza e magnitude da Palavra do Senhor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-895113032534654461?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/895113032534654461/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/11/atuacao-do-espirito-santo-segundo.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/895113032534654461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/895113032534654461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/11/atuacao-do-espirito-santo-segundo.html' title='A atuação do Espírito Santo segundo Calvino.'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-7406819368544616647</id><published>2011-11-03T09:09:00.000-02:00</published><updated>2011-11-03T09:09:58.636-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adventistas do 7º dia'/><title type='text'>A igreja Adventista é uma seita? Parte 7: A Contestação acadêmica de C. Mervyn Maxwell</title><content type='html'>Ellen White não apresentou argumentação exegética, histórica, teológica e lógica para sua interpretação de Daniel 8.14. A fonte dela foi a autoridade de Willian Miller, autoridade essa que ela ratificou com suas visões. Miller por sua vez, recebeu influência, provavelmente de J. A. Brown, ou de outros que influenciaram seus pensamentos. Ellen White só se deu bem em suas interpretações quando ela copiava interpretes sérios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o exame do contexto, o site: ww.ellenwhitebooks.com/, possibilita o pesquisar ver nos livros de Ellen White, as citações bíblicas que ela fez em seus livros. Ao procurar o uso que Ellen White fez de Daniel 8 é curioso que ela não fez citação dos primeiros onze versículos de Daniel 8 nem uma única vez. O versículo 12 ela menciona uma vez e o treze duas vezes. Como não seria diferente, o versículo 14 ela menciona doze vezes. E o próximo, o versículo 15, ela não teria citado em parte alguma de seus livros. (Isso não está incluso as vezes que ela mencionou sem citar a fonte, ou seja, transcreveu o versículo.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso pode evidenciar que Ellen White não se preocupou muito com o contexto de Daniel 8.14, deixando seus argumentos órfãos, e seus fiéis leitores desorientados. Essa carência de profundidade de Ellen White foi suprida gradualmente pelos seus assistentes contemporâneos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Adventismo amadureceu muito desde quando ela morreu. E por certo, notaram que a autoridade de Ellen White não podia ser invocada sobre os que não são adventistas. O movimento têm procurado enfeitar de maneira mais erudita as interpretações da Senhora White. Francis Nichol, é um reconhecido apologista e teólogo adventista que contribuiu muito em substanciar as visões e interpretações adventistas. Provavelmente a tentativa mais conhecida nesta direção diante da ortodoxia protestante foi o polêmico livro Questões de Doutrina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo essa erudição, C. Meryn Maxwell pode ser indicado como representativo também. Ele escreveu um comentário intitulado Uma Nova Era Segundo As Profecias de Daniel, onde tenta, de maneira persistente, apresentar a interpretação adventista de Daniel 8.14 com ares de profundidade. Esse comentário será usado como contra argumento da interpretação tradicionalmente aceita de Daniel 8.14, a saber; essa profecia teve cumprimento em Antíoco Epifânio por volta de 168-175 a .C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1)&lt;/strong&gt; Para começar, Maxwell serve-se de evasivas e críticas fragmentadas em todo capítulo oitavo de seu livro. Ele diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Alguns estudiosos da Bíblia têm imaginado que o chifre pequeno de Daniel 8 é um dos reis selêucidas, Antíoco IV, comumente conhecido como Antíoco Epifânio”(&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;MAXWELL, 1996,p.158).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é possível identificar se o &lt;em&gt;'alguns'&lt;/em&gt; no início da declaração, tem seu sentido linguistico ou se é um recurso retórico. Mas Maxwell não levou em consideração o que realmente queria dizer. Foram redigidos na postagem anterior dessa série, inúmeros comentáritas que defendem o tempo de Antíoco IV, como sendo a interpretação de Daniel 8.13,14. Diante das evidências, esses &lt;em&gt;'alguns'&lt;/em&gt; de Maxwell devem significar &lt;em&gt;'muitos'&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele continua dizendo que Antíoco Epifânio não pode ser o alvo da profecia, pois &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“existem vários aspectos que este rei não preenche as características da profecia.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (MAXWELL, 1996, p.158). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de testar esses ‘vários’ aspectos, pode-se também questionar se seriam ‘vários’ mesmo, a ponto de nenhum dos eruditos bíblicos citados não terem sido capazes de observar essa variedade de dificuldades nessa interpretação. O adventista Maxwell vê muito mais que a maioria dos eruditos bíblicos. E vê de menos quando é muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2)&lt;/strong&gt; Sua primeira objeção é apresentada como sendo uso do termo chifre em Daniel. Ele diz que sempre é um reino e nunca um rei especifico (MAXWELL, 1996, p. 158). Primeiro, tal objeção carece de base, pois a Bíblia nunca diz que chifre é sempre reino e nunca o rei de tal reino. Quem estabelece isso é Maxwell, e não uma afirmação bíblica. Segundo, ou ele se esqueceu, ou desconsiderou, o que escreveu no mesmo livro: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“[...] os dois chifres desiguais de um carneiro são explicitamente identificados como &lt;u&gt;os reis&lt;/u&gt; da Média e da Pérsia”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (MAXWELL, 1996, p.109, 110). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto, por certo também pode estar certo no caso de Daniel 8.14. Os intérpretes pensam no rei que é o representante de tal reino. A sua contradição ainda pode ser observada nas páginas 145,146 onde ele interpreta vários reis como sendo tais chifres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoekema também desenvolve o assunto dizendo: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“[...] esse pequeno chifre refere-se a uma pessoa, ‘um rei de feroz compostura”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (HOEKEMA, 1963, p.145).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3)&lt;/strong&gt; Outra objeção de Maxwell estaria no fim do reinado (MAXWELL, 1996, p. 158). Visto que Antíoco IV está no meio cronológico da dinastia Selêucida, então ele não deve ser o chifre de Dn 8.13, diz Maxwell. O versículo, porém, não diz que seria no fim da supremacia selêucida. O texto diz assim: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Mas, no fim do seu reinado, quando os prevaricadores acabarem, levantar-se-á um rei feroz catadura e especialista em intrigas.”&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o rei feroz surge? &lt;em&gt;‘No fim do seu reinado’&lt;/em&gt; refere-se ao Império Grego. O profeta diz que quando ele se revela é no termino do que restou da dinastia Grega, seus vestígios políticos estariam em declínio. A proposta de Maxwell desconsidera o contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4)&lt;/strong&gt; Maxwell continua sua investida contra a interpretação tradicional de Dn 8.14. Ele chega a indicar uma falta de sintonia entre as informações bíblicas e o reinado de Antíoco IV dizendo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tampouco se pode dizer que ele&lt;strong&gt; “prosperou”&lt;/strong&gt; ( verso 12), ou que se&lt;strong&gt; “tornou muito forte”(&lt;/strong&gt;verso 9)...” Depois informa a fraqueza de Antíoco IV e o modo como seus inimigos o tratava com desdenho. Isso não poderia ser dito de alguém tão forte, raciocina Maxwell. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema dessa crítica dele é que o versículo 24 diz que o chifre (Antíoco IV) não seria forte com sua própria força. Dessa forma, sua fragilidade é garantida na própria Escritura. Segundo, o texto diz que ele se tornou forte, mas em comparação a o quê? Prosperou em comparação com o quê? Isso não está estabelecido. Mas ainda assim, o jesuíta John L. Mckenzie informa que Antíoco Epifanes&lt;em&gt;&lt;strong&gt; “era capaz de bárbaras crueldades, que chegaram a desfigurar sua época.”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (MACKENZIE, 1983,p.50). Alguém que desfigurou uma época, não era tão fraco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;FATOS HISTÓRICOS SOBRE ANTÍOCO IV&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre Antíoco IV existem fatos que são muito marcantes, para a interpretação tradicional proposta anteriormente. Quando assumiu o governo por volta de 175 a.C. notou que seu reino carecia de estabilidade política. A religião foi seu instrumento para alcançar a estabilidade. Assumiu e conclamou-se como o Deus manifesto (Theos Epifânio), embora inimigos o chamasse de homem louco. Seu objetivo era a helenização de Jerusalém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antíoco IV em 170/169 a. C. Proclamou-se rei do Egito, após invadir o Egito com um grande exército. Mas sob ameaça dos Romanos, deixou o Egito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando houve uma tentativa de transferir o sacedórcio a um interessado, houve rebelião em Jerusalém. Ele foi á Jerusalém com 22.000 soldados com a pretexto de manter a paz em Jerusalém. Mas o que aconteceu foi de fato, uma desolação conforme predito em Daniel 8.13,14 atacou Jerusalém num dia de sábado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Mulheres e crianças foram tomadas como escravas, e a cidade foi saqueada e queimada. Logo depois, em 167 a.C., Antíoco decidiu exterminar a religião judaica, proibindo que os judeus vivessem de acordo com suas leis ancestrais. Proibiu a guarda do sábado, os festivais tradicionais, os sacrifícios e a circuncisão das crianças, além de ordenar que as cópias da Torah fossem destruidas. Altares pagãos foram edificados e os judeus eram obrigados a oferecer sacríficiops impuros e a comer carne de porco (2 Mac 6.18).”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (MERRILL, 2008, p. 342). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe que ele proibiu normas exigidas pela lei de Deus. E especificamente a proibição de sacrifícios! Convém lembrar os textos do profeta Daniel: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou. Sim, engrandeceu-se até ao príncipe do exército; dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo”&lt;/strong&gt; (Dn 8.10,11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que não obedeciam eram mortos. Porém, um dos atos mais marcante nas ações de Antíoco IV nessa investida contra os judeus, foi sacrificar um porco no altar judaico e transformar o templo sagrado como templo de adoração pagã, adorando a Zeus (MERRILL, 2008,p. 342). Ele levou uma estátua de Júpiter para dentro do Santo dos Santos (DAVIS, 1985, p.41). A avaliação que E. A. Judge faz dessas ações de Antíoco é reveladora. Segundo ele, Antíoco IV imaginava que os atos religiosos praticados em Jerusalém eram vestígios da dinastia dos Ptolomeus: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Jamais reconheceu o significado da religião judaica”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (MERRILL, 2008, p.342).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fim dele foi sem esforço: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“[...] morreu louco em Tabee/Gabae, Pérsia, na primavera/verão de 163 a.C.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (MERRILL, 2008,p.343). Mais uma vez, a profecia bíblica disse sobre ele na parte final de Dn 8.25: &lt;strong&gt;“[...] será quebrado sem esforço de mãos humanas.”&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade que Judas Macabeus o derrotou. Em Dn 8.25 foi sua morte predita e não a derrota diante dos macabeus. A expressão ‘quebrou’, é símbolo da queda de reinado ou derrota militar, mas nem sempre. Por exemplo, em Dn 8.8 ao dizer ‘quebrou o chifre’, está claro que seria a morte de Alexandre: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“[...] na sua força, quebrou-se-lhe o grande chifre. Quando suas próprias tropas se recusaram a avançar ainda mais para o Oriente, Alexandre voltou para Babilônia, onde morreu com a idade de trinta e três anos.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (BÍBLIA DE ESTUDO GENEBRA, 1999, p. 1106).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é sem razão que a maioria dos comentaristas, se não todos, afirmam que o chifre pequeno representa Antíoco Epifânio, o governante sírio (cerca de 175-164 a.C.) que oprimiu o povo de Deus e profanou o templo. O esforço de Maxwell, e de outros teólogos adventistas, é contra o mundo ortodoxo e principalmente contra a evidência contextual de Dn 8. Tudo pela doutrina de Ellen White, o sustentáculo do Adventismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cristãos confiam plenamente na verdade bíblica, e mesmo que não tenham informações suficientes para dizer onde e como exatamente foi que a profecia se cumpriu em Antíoco IV, eles sabem que isso aconteceu. O que se tem da história são os atos que ele fez contra o povo de Deus (Dn 8.9-12). Outros detalhes não são claros, nem necessários. Mas parece que os que estão descobertos são suficientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Adventistas deveriam se lembrar que os cristãos os avisaram do erro de anunciar a volta de Cristo para 22 de outubro de 1844. Eles não ouviram... Colheram e amargaram a grande decepção. Mais uma vez não escutam os cristãos dizerem que a doutrina reeditada e &lt;em&gt;‘remanufaturada’&lt;/em&gt; do juízo investigativo é a continuação daquele erro. Mas eles não nos escutam, e a história se repete...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-7406819368544616647?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/7406819368544616647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/11/igreja-adventista-e-uma-seita-parte-7.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/7406819368544616647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/7406819368544616647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/11/igreja-adventista-e-uma-seita-parte-7.html' title='A igreja Adventista é uma seita? Parte 7: A Contestação acadêmica de C. Mervyn Maxwell'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-2523291718156397862</id><published>2011-10-31T04:05:00.001-02:00</published><updated>2011-12-11T16:51:08.791-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Epistemologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apologética'/><title type='text'>COSMOVISÃO parte 1</title><content type='html'>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por: Lucio A. de Oliveira (MCA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendemos que os artigos anteriores (&lt;a href="http://mcapologetico.blogspot.com/2011/09/sobre-ciencia-e-fe-1.html"&gt;esta série&lt;/a&gt;) foram suficientes para exemplificar que a teorização está calcada em pressuposições. A proposta pressuposicionalista ainda precisa de alguns esclarecimentos. Portanto, dessa vez, estaremos esclarecendo o significado do termo 'cosmovisão'. O termo facilatará vários tipos de discussões, além da discussão pressuposicionalista. Por isso, é mister que os apologistas conheçam bem o conceito, e façam bom proveito.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-LZZtWO54wGg/Tq45U63HhKI/AAAAAAAAALQ/dhnhpvv8o7M/s1600/Olho_mundo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-LZZtWO54wGg/Tq45U63HhKI/AAAAAAAAALQ/dhnhpvv8o7M/s1600/Olho_mundo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;O QUE É UMA COSMOVISÃO?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Cheung, um apologista pressuposicionalista (clarkiano) reivindica estar de posse de uma apologética capaz de defender toda uma &lt;i&gt;cosmovisão&lt;/i&gt; bíblica. Várias vezes ele reivindica que “o cristianismo é a única &lt;i&gt;cosmovisão&lt;/i&gt; verdadeira” (CHEUNG, 2009,p.44). Mas não podemos começar nosso estudo sem esclarecer o que, exatamente, significa o termo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Aqui, podemos recorrer a vários autores para buscar uma definição mais precisa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Cheung define assim: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;“Uma cosmovisão consiste de uma rede de proposições inter-relacionadas, cuja soma representa ‘uma concepção ou percepção abrangente do mundo’. Ela pode ser chamada de ‘religião’ ou ‘filosofia’ em virtude do seu conteúdo específico, mas constitui, entretanto, uma cosmovisão. Assim, por cosmovisão nos referimos a qualquer religião, filosofia ou sistema de pensamento” (CHEUNG, 2009, p.37-38).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Primeiro, vamos destacar a parte final da citação. Qualquer religião ou sistema filosófico é uma cosmovisão. De fato, vários autores observam a estrita relação entre o que chamamos de cosmovisão e o que outros chamam de filosofia ou sistema filosófico. “Uma cosmovisão contém as respostas de uma dada pessoa às questões principais da vida, quase todas com significante &lt;i&gt;conteúdo filosófico&lt;/i&gt;. É a infra-estrutura conceitual, padrões ou arranjos das crenças dessa pessoa” (NASH, 2008, p.13); Cheung também afirma “O estudo dessas questões últimas corresponderá a uma introdução à filosofia.”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;(CHEUNG, 2009, p. 59); e por fim, Crampton e Bacon: “A cosmovisão de uma pessoa é sua filosofia. ‘Cosmovisão’ e ‘filosofia’ são quase palavras sinônimas” (CRAMPTON; BACON; 2009, p.13).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Nash fa faz a seguinte observação:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Porque muitos elementos de uma cosmovisão são filosóficos na natureza, os cristãos precisam se tornar mais conscientes da importância da filosofia. Embora a filosofia e a religião [isto é, teologia] com frequência usem linguagem diferente e frequentemente [de maneira errônea] cheguem a conclusões diferentes, elas tratam com as mesmas questões, as quais incluem questões sobre o que existe (metafísica), como os humanos devem viver (ética), e como os seres humanos conhecem (epistemologia)... (NASH apud CRAMPTON; BACON; 2009, p.16).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Aqui, já entramos no quesito de quais ‘proposições inter-relacionadas’ Cheung se refere. A resposta a algumas questões particulares, dadas tento pelas religiões quanto pelas diversas (toda e qualquer) filosofias, são essas proposições. São as questões últimas, termo que já nos deparamos nas citações anteriores. É por esse caminho que encontramos definições de cosmovisões como as de Crampton e Bacon: “...uma cosmovisão ou filosofia é uma série de crenças concernentes às questões mais importantes da vida” (CRAMPTON; BACON; 2009, p.31); e de Nash: “A soma total das respostas de uma pessoa sobre as mais importantes questões sobre a vida” (NASH, 2008, p.426).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Embora uma citação acima tenha sugerido alguns elementos sobre quais são as questões últimas, precisamos dar uma palavra sobre isso. Na verdade, em nossas pesquisas não encontramos um consenso geral entre quais, exatamente, são as questões últimas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Crampton e Bacon sugerem: “qualquer cosmovisão bem modelada deve ser capaz de tratar adequadamente com os elementos ou princípios mais básicos da filosofia: epistemologia, metafísica, ética e política” (CRAMPTON; BACON; 2009, p.31); Nash (que elabora uma lista de questões para cada tópico):&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Cosmovisões contêm pelo menos cinco conjuntos de crenças, isto é, crenas sobre Deus, metafísica (realidade última), epistemologia (conhecimento, ética e antropologia [...] essas cinco [crenças] geralmente definem as difreneças mais importantes entre sistemas conceituais concorrentes (NASH, 2008, p.15);&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;Vejam que Cheung segue Nash: “Entre outras coisas, as questões últimas incluem metafísica, epistemologia, teologia, antropologia e ética [Cheung deixa claro, em nota, que seguiu Nash]” (CHEUNG, 2009, p. 59), porém, quando vai expor as questões últimas, ele o faz apresentando o Logos joanino como a realidade primordial e em seguida disserta sobre metafísica, epistemologia, ética, e soteriologia (diferindo-se de Nash). Não podemos deixar de mencionar o mui versado no assunto, James W. Sire, que elabora sete questões que, segundo ele, mapeiam a estrutura das cosmovisões: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;O que é a realidade primordial, qual seja, o que é realmente verdadeiro? [...] Qual a natureza da realidade externa, isto é, o mundo que nos rodeia? [...] O que o ser humano é? [...] O que acontece com uma pessoa quando ela morre? [...] Porque é possível conhecer alguma coisa? [...] Como sabemos o que é certo e errado? [...] Qual o significado da história humana [Ronald Nash também sugere que esse é um tópico importante, e, em nota, escreve: “Uma área importante do conhecimento humano que poderia ser acrescentada à nossa lista é a história” (NASH, 2008,p. 15)]? (SIRE, 2009, p.19-21).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Mesmo com essas divergências, podemos notar um denominador comum entre os estudiosos. Podemos observar que todos entendem que o pensamento sobre a realidade primordial é essencial no estudo de cosmovisão; bem como questões sobre metafísica (aqui podemos pensar sobre a questão do propósito do universo e incluir o tópico da história propostos por Nash e Sire); sobre epistemologia; sobre ética (presumimos que o item ‘Política’ de Crampton e Bacon possa se encaixar aqui); e, por fim, sobre antropologia (a terceira e a quarta questão de Sire incluem-se aqui).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Portanto, uma cosmovisão consiste nas respostas que damos a essas perguntas. Todos tem algo a dizer sobre uma natureza primordial. Todos têm alguma posição sobre Deus (existe? Como é? Quantos? Etc); alguma opinião sobre a realidade (monismo, dualismo, determinismo, indeterminismo); sobre epistemologia (apreendemos conhecimento pelos sentidos? os sentidos são ou não confiáveis? Racionalismo ou empirismo? É possível conhecer algo?); ética (como é que definimos o que é certo e errado? Qual o padrão? Como devemos viver?); antropologia (o homem é corpo e alma? Um símio pelado?).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Cheung ainda faz uma importante observação: a de que as proposições estão inter-relacionadas. Ele mostra como:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;...nossas pressuposições últimas sobre ética determinam nossas decisões no dia-a-dia. Porém se pretendemos saber como podemos saber alguma coisa, já estamos lidando com nossas pressuposições últimas sobre o conhecimento, ou epistemologia. E visto que o conhecimento tem a ver como o que há para saber, como podemos saber e o que pode ser conhecido, já estamos tratando das nossas pressuposições últimas obre a realidade, ou metafísica. De fato, se refletirmos o suficiente nos darmos conta de que toda proposição elementar que desenvolvemos ou ação que executamos pressupõe um conjunto de princípio últimos inter-relacionados pelos quais percebemos e agimos na realidade. Trata-se da nossa cosmovisão (CHEUNG, 2009, p.58-59).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Crampton e Bacon também observam algo semelhante: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Metafísica, ética e teoria política podem ser estabelecidas somente sobre uma base epistemológica. Sem um padrão uma base para crença (epistemologia), uma pessoa não pode saber o que uma verdadeira teoria da realidade é; nem pode saber como devemos determinar o que é certo e o que é errado; nem pode saber qual é a teoria política apropriada (CRAMPTON; BACON, , p.32-33).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Porém, essa observação já abre espaço para o que vamos discutir depois (a proeminência de pressuposições epistemológicas, os axiomas). Basta, por hora, observar que as proposições estão interligadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;continua....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;____________&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;CHEUNG, Vincent. &lt;b&gt;Questões Últimas&lt;/b&gt;. Tradução de Marcelo Herberts. Brasília: Monergismo, 2009. 143 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;CRAMPTON, W. Gary; BACON, Richard E. &lt;b&gt;Em direção a uma cosmovisão cristã.&lt;/b&gt; Tradução de Felipe Sabino de Araújo Neto. Brasília: Monergismo, 2009. 112 p. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;NASH, Ronald H. &lt;b&gt;Questões Últimas da vida&lt;/b&gt;: uma introdução à filosofia. Tradução de Wadislau Martins Gomes. São Paulo: Cultura Cristã, 2008. 448 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;SIRE, James W. &lt;b&gt;O universo ao lado&lt;/b&gt;: um catálogo básico sobre cosmovisão. Tradução de Fernando Cristófalo. 4. Ed. São Paulo: Hagnos, 2009. 384 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://mcapologetico.blogspot.com/2011/12/cosmovisao-parte-2.html"&gt;parte 2&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-2523291718156397862?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/2523291718156397862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/cosmovisao-parte-1.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/2523291718156397862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/2523291718156397862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/cosmovisao-parte-1.html' title='COSMOVISÃO parte 1'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-LZZtWO54wGg/Tq45U63HhKI/AAAAAAAAALQ/dhnhpvv8o7M/s72-c/Olho_mundo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-2366255197221662844</id><published>2011-10-26T11:16:00.001-02:00</published><updated>2011-10-28T20:43:05.741-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tabernáculo da Fé'/><title type='text'>O BATISMO EM NOME DE JESUS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hLBqEeEE4gs/TqgIKx8npZI/AAAAAAAAALI/wRSBuLWQHIY/s1600/william_branham%255B1%255D%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ida="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-hLBqEeEE4gs/TqgIKx8npZI/AAAAAAAAALI/wRSBuLWQHIY/s1600/william_branham%255B1%255D%255B1%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O Tabernáculo da Fé, seguidores de William Marrion Branham, a Congregação Cristão no Brasil, o Ministério ‘Voz da Verdade’, a igreja do Ricardo Nicotra, ex-adventista, entre outros, dizem que o Batismo para ser verdadeiro deve ser feito em Nome de Jesus. Os motivos são que, embora Mateus 28.19 ordene batizar em nome da Trindade, os apóstolos batizaram em nome de Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irei comentar algo sobre esse assunto, e indico para informações históricas, exegéticas e teológicas&amp;nbsp;o artigo do Dr Alderi &lt;a href="http://www.mackenzie.br/fileadmin/Mantenedora/CPAJ/revista/VOLUME_V__2000__2/Alderi.pdf"&gt;AQUI&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;OS CASOS EM ATOS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero começar dizendo que não existe uniformidade na formula batismal em Atos. Veja:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“[...]&lt;b&gt;&lt;i&gt; em nome de Jesus Cristo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; [...]” Atos 2.38&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“[...] &lt;b&gt;&lt;i&gt;em o nome do Senhor Jesus&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; [...] Atos 8.16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“[...] &lt;b&gt;&lt;i&gt;em nome de Jesus Cristo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; [...]” Atos 10.48&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“[...] &lt;b&gt;&lt;i&gt;em o nome do Senhor Jesus&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; [...]” Atos 19.5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas expressões usadas. Qual destas? A seita Tabernáculo da Fé diz que o nome ‘Senhor Jesus Cristo’ corresponde aos títulos ‘Pai, Filho e Espírito Santo’. No entanto em Atos isso não foi usado. O profeta de tal seita é muito infantil e alegórico em suas interpretações. Essa é mais uma delas. A CCB faz uma salada, dizendo: ‘em nome de Jesus Cristo te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo’! O Ricardo Nicotra dúvida da autenticidade de Mateus 28.19*.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma temos a questão nevrálgica: &lt;b&gt;&lt;i&gt;Por que os Apóstolos não Batizaram em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de apresentar minha resposta quero dizer que rejeito a ideia, defendida por vários, que batizar em nome de Jesus seja sinônimo estético ou doutrinal de Mateus 28.19. Também concordo plenamente com o Dr Alderi que se o Batismo em Nome de Jesus fosse apenas um esforço de se aproximar de uma prática antiga, sem ligação com o modalismo, não teria problema algum. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora sim, apresento como resposta as seguintes proposições:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1)&lt;b&gt; A data da composição de Mateus&lt;/b&gt;: Mateus escreveu seu evangelho por volta dos anos 60-70 A.D. Isto é, cerca de 30 a 10 dez anos após os acontecimentos de Atos. Talvez você me critique dizendo que de Mateus 28.19 para Atos 2 são dias, e não anos. Aceito a crítica, mas você também deve lembrar que Cristo disse que os Apóstolos deveriam ir para todas a nações e mesmo assim a igreja em Atos teve dificuldade em cumprir isso e precisou receber visões a posteriores, para cumprir essa comissão. Com a divulgação e distribuição do Evangelho de Mateus, que dizem ter sido redigido primeiro em Hebraico, alguns ensinos ficaram mais refinados e outras práticas foram observadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Didaqué em 110 A.D. cita Mateus 28.19, mas também diz do batismo em ‘Nome do Senhor’. Isto é: &lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Parece que a prática de Atos cedeu lugar ao registro de Mateus.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) &lt;span style="color: black;"&gt;&lt;b&gt;Atos um período de nascimento e amadurecimento&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;: Em Atos vemos os cristãos circuncidando-se, cumprindo algumas cerimônias, ao mesmo tempo que começavam a sentir a nova religião cristã amadurecendo. Sendo assim, poderia ser que a &lt;i&gt;preocupação&lt;/i&gt; em usar as palavras de Mateus 28.19 fosse substituída por questões circunstanciais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) &lt;b&gt;As variações dos evangelhos sinópticos&lt;/b&gt;: É reconhecido que existem variações na maneira de registrar de cada Evangelista. Mateus, Marcos e Lucas diferem-se em estilo e ênfase. Se compararmos a Grande Comissão nos três evangelhos podemos encontrar pistas interessantes para o assunto da postagem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcos registra Jesus dizendo apenas &lt;i&gt;&lt;b&gt;‘quem crer e for batizado’&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; (16.16). Lucas por sua vez diz &lt;i&gt;&lt;b&gt;‘que em Seu nome pregasse o arrependimento para perdão dos pecados’&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;(24.47) e Mateus inclui uma ordem de batizar, &lt;b&gt;&lt;i&gt;‘em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo’&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;(28.19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginemos, quais destas perspectivas estariam norteando a prática apostólica em Atos? Em última instância, eles acoplaram a perspectiva lucana. ‘Mas Mateus era apóstolo e estava presente, e Lucas não!’ Sim, no entanto Lucas notificou exatamente a perspectiva dominante entre os cristãos primitivos (Lc 1.1-3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que esses aspectos ‘explicam’ as discrepâncias nas fórmulas batismais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;* Mateus 28.19 é autêntico? Para Ricardo Nicotra a passagem trinitária de Mt 28.19 foi incluída por alguns após o Concílio de Nicéia. Da página 42 até 55 de seu livro, ele concentra energias para pelo menos colocar em dúvida a autenticidade das palavras de Mt 28.19. Nicotra diz que existe “evidência histórica de que a versão original muito provavelmente tenha sido adulterada.” (EPSU, p. 53). (Nicotra teria descoberto isso e Deus não foi poderoso em preservar a Palavra Dele...?)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;1) Ele mostra que citações de Eusébio de Mt 28.19 não incluem as palavras ‘em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo’, juntamente com a versão de George Howard. 2) Ele apresenta as referências de fazermos o uso do Nome do Senhor Jesus. 3) Todos os batismos realizados em Atos foram feitos em Nome de Jesus. 4) Nenhum outro uso do Nome do Pai do Filho e do Espírito Santo foi usado na Bíblia. 5) Várias autoridades históricas são invocadas para indicar o Batismo em nome de Cristo, ao passo que o batismo, conforme Mt 28.19, seria um desvio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Analisemos as objeções&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;1) Sobre Eusébio, Nicotra diz: “Na maioria das vezes suas citações de Mateus 28:19 eram muito semelhantes a esta: “Ide e fazei discípulos de todas as nações em meu nome, ensinando os a observar todas as coisas que eu vos tenho ordenado [...] Temos plena convicção de que se os manuscritos que Eusébio tinha diante de seus olhos dissessem “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” ele jamais teria citado como citou “em meu nome” apenas.” (EPSU, p. 53). Mas depois ele acrescenta duas informações que deixam essa ‘prova’ em suspense:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;A) “Segundo a Enciclopédia de Religião e Ética, volume 2, pág. 380, Eusébio citou 21 vezes a comissão de Mateus 28, ou omitindo tudo entre “nações” e “ensinando-os” ou, na forma mais frequente, “fazei discípulos de todas as nações em meu nome”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;B) “É interessante notar que no final de sua vida, após o Concílio de Nicéia, Eusébio incluiu em obras como “Contra Marcelo de Ancira” e “Sobre a Teologia da Igreja” citações de Mateus 28:19 incluindo o batismo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Conclusão: Ricardo Nicotra gira em torno de ‘evidências’ subjetivas. As provas são inconstantes, pois Eusébio não foi textualmente fiel em suas citações, como ele mesmo atestou. Mas mesmo assim, citou o batismo trinitário! Nicotra dificilmente aceitaria 1 João 5.7 por causa da citação de Cipriano, que disse em 250 AD as palavras trinitárias! A ‘prova’ apresentada em torno de Eusébio não é confirmada por nenhum manuscrito. E mesmo que fosse, tais ainda seriam contados e/ou pesados!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Sobre George Howard: Esse mesmo estudioso incluiu o tetragrama no NT para alegria das Testemunhas de Jeová. Um tempo depois rejeitou, ele mesmo, a teoria que apresentou. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Sobre a versão que ele exibe, sem nenhuma prova de um MSS sequer, é impossível agradar até mesmo Nicotra: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;““18 Jesus, aproximando-se deles, disse-lhes: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. 19 Ide 20 e ensinai-os a observar todas as coisas que vos ordenei para sempre.” - Mateus 28:18-20. (Na Tradução de George Howard em Hebraico). Por essa versão de Howard nem mesmo o batismo Jesus teria ordenado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;2) 36 textos que ensinam usar o nome de Jesus: Não temos o que dizer aqui. Pois não se trata nenhuma objeção ao ensino de Mt 28.19. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;3) Correto. Com isso discordo quando ministros evangélicos celebram casamentos ou oram em Nome do Pai do Filho e do Espírito Santo. Mas não posso discordar de Mt 28.19.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;4) Autoridades históricas citadas na página 50: O batismo foi mudado pela igreja católica no segundo século? A fonte não tem a concepção protestante de igreja católica, pois todos sabemos que a Igreja Romano surgiu bem depois. O DIDAQUÊ um documento do fim do primeiro século início do segundo (cerca de 110 AD) já fazia menção do batismo no nome da trindade! Além também de dizer que o ‘batismo era feito no nome do Senhor’... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;A citação de Justino é ainda mais problemática. Pois ele estava aqui nesse mundo por volta de 165 AD!!! Se o Didaquê e Justino afirmam o batismo trinitário (com base em Mt) o argumento de Nicotra que o trinitarismo surgiu por volta do sec. IV, vai por água abaixo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Mateus 28.19 é um forte testemunho em favor da Trindade, mas claro que não é o único. Ricardo Nicotra serviu na verdade, a causa do diabo, quando atacou a confiabilidade bíblica, para atacar a doutrina Trinitariana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Concluo com uma parte da Teologia Sistemática Trinitariana:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;“Na grande comissão missionária para a evangelização das nações como testemunho de Jesus Cristo, pelo poder do Espírito Santo que fora enviado pelo Pai:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.” (Mt 28:19). Esse versículo do fim do evangelho de Mateus, certamente é o mais conhecido quando se menciona a doutrina trinitariana. Fica mais do que evidente a existência das três pessoas da Divindade e que são o mesmo Deus, pois Deus não compartilharia essa glória de batizar discípulos Seus de todas as nações com mais ninguém que não "participasse" da natureza divina, ou melhor, que fosse Deus. Cristo disse "em nome" e não "nos nomes". Portanto, Pai, Filho e Espírito Santo representam o nome de Deus.” (p.139).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-2366255197221662844?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/2366255197221662844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/o-batismo-em-nome-de-jesus.html#comment-form' title='62 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/2366255197221662844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/2366255197221662844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/o-batismo-em-nome-de-jesus.html' title='O BATISMO EM NOME DE JESUS'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-hLBqEeEE4gs/TqgIKx8npZI/AAAAAAAAALI/wRSBuLWQHIY/s72-c/william_branham%255B1%255D%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>62</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-4764248501604371249</id><published>2011-10-22T11:23:00.000-02:00</published><updated>2011-10-22T11:23:46.107-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doutrina Reformada'/><title type='text'>O Dom de Línguas cessou</title><content type='html'>Nas igrejas pentecostais (ou ‘&lt;strong&gt;&lt;em&gt;glossolalianas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;’), não existem línguas bíblicas de maneira alguma. Nem no modo de Atos 2, nem de 1 Coríntios 14. O primeiro caso foi definitivamente o sinal de Deus para universalidade da Igreja, e como tal de caráter evangelístico. O segundo caso é normativo. ‘Quem cuida ser profeta’, dizia Paulo, ‘reconheça que o que vos escrevo, são mandamentos do Senhor’. No primeiro caso foi irresistível, milagroso. No segundo caso é controlável. No primeiro caso, diversos falaram para as audiências especificas. No segundo precisava de interpretes. Esses são alguns resumos da natureza do dom línguas na Bíblia. Ainda que exista alguma diferença funcional, a natureza era a mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de prosseguir,&lt;strong&gt;&lt;em&gt; devemos dizer que 1 Co 14.27, 28 nunca foi respeitado nas igrejas glossalianas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, se fosse o caso. Nunca um profeta se levantou e sensibilizou o povo, se fosse o caso, a obedecerem a Palavra de Deus. Parece-me que a Palavra de Deus não tem muita importância quando se disputa esse assunto no ‘pentecostalismo tradicional e moderno’. Porém, pra mim, eles não podem obedecer 1 Co 14.27,28 por ser exatamente o ponto nevrálgico do assunto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AS PROVAS DE QUE O DOM DE LÍNGUA CESSOU&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1) Falta de qualquer conformidade com os padrões bíblicos&lt;/strong&gt;: A prova que temos para mostrar que algo não existe, é simplesmente mostrando que não existe evidências para aquilo que se procura! No caso em apreço, é simples. O que está na Bíblia não é seguido nem obedecido e &lt;em&gt;&lt;strong&gt;nem demonstrado nas igrejas pentecostais&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Pode ser uma experiência real de genuína emoção religiosa, honesta e pura? A sim... pode e creio que o é na maioria dos casos. Mas daqui dizer que é o que está na Bíblia, é outra história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheço um grupo &lt;em&gt;glossolaliano&lt;/em&gt; que certa vez uma mulher interpretou essas repetidas línguas como dizendo que o Espírito Santo afirmou que ‘iria fazer uma obra’. Então isso significa que por mais de décadas que aquela pessoa falava em línguas ela estava repetindo: ‘Deus vai fazer uma obra, Deus vai fazer uma obra, Deus vai fazer uma obra’?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2) Sem utilidade doutrinária&lt;/strong&gt;: Aos meus queridos irmãos pentecostais (‘glossolalianos’), como se edifica uma igreja onde centenas de pessoas falando em sons repetitivos, e na maioria iguais? Ex: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Bala-bala-bala-isturicantas-néveas?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Muitos dizem que isso edifica as pessoas internamente. Mas como? Da mesma maneira que me edifica chorar ao ouvir uma mensagem bíblica? Uma música cristã? Ler um salmo no momento oportuno? Receber uma visita de um irmão em tempo de provação? Pelo jeito é a carga emocional, que eles se sujeitam, ou são de fato submersos (quem não é!?), que os glossolalianos experimentam. Essa edificação do espírito que eles tentam contrabandear de 1 Co 14.2 na verdade pode ser experimentado em qualquer outra descarga emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia diz que a proposta das Línguas é evangelística: “De sorte que as línguas constituem sinal não para os crentes, mas para os incrédulos [...]” 1 Co 14.22. Por isso TODA MANIFESTAÇÃO DE LÍNGUAS DEVERIA SER INTERPRETADA, pelo menos era assim para Paulo (1 Co 14.28).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) &lt;strong&gt;1 Coríntios 13.8 ‘havendo línguas cessarão’&lt;/strong&gt;: Esse texto é foco de atenção no debate da cessação dos dons. Os ‘glossolalianos’ dizem que é uma prova que as Línguas cessarão apenas quando vier o que é ‘perfeito’, que pelo jeito Paulo pensa em algo escatológico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Primeiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que a Palavra não diz que eles ‘falavam línguas &lt;strong&gt;em parte’&lt;/strong&gt;. A vinda do que é ‘perfeito’ eliminaria o que era ‘&lt;strong&gt;em parte’&lt;/strong&gt;, a saber: Conhecimento e Profecia. Exatamente pela natureza da Vinda do Reino Escatológico. Quando estivermos lá, veremos aquilo que especulávamos (‘em parte conhecemos’) e também experimentaremos o cumprimento do que fora predito (‘em parte profetizamos’). Mas onde foi dito que ‘&lt;strong&gt;&lt;em&gt;em parte&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; falamos em línguas’?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Segundo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que foram as instruções de Paulo que indicaram quando é que cessaria o dom de línguas. Ele indispõe do uso das línguas caso haja ‘revelação, profecia, ciência ou doutrina!’, ainda que ele tivesse o Dom, ele diz que a Igreja deve progredir (1 Co 14.6,12,18,19). Note que ele ordena o silêncio para a Língua sem interpretação, mas não apresenta tal proibição para ‘profecia, revelação e/ou doutrina’. Isto é penoso quando se tratando de um dom miraculoso. Com qual autoridade Paulo colocaria as Línguas em tal classificação inferior (1 Co 14.19)? Exatamente por que ele havia dito que as línguas cessariam! Ele incentiva a busca do dom de profetizar mas não o faz com o dom de línguas, a não ser que este fosse interpretado (1 Co 14.5). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ele diz que a Igreja deveria buscar os melhores dons, isto significa que alguns seriam suplantados (1 Co 14.24,39)! Pensemos: A Igreja cristã Primitiva obedeceu a essa orientação, buscaram os melhores dons que edificaria a Igreja, a profecia e a revelação foi sobreposta aos dons de línguas que não era para a igreja. A medida que novas comunidades cristãs formavam-se em territórios estrangeiros a objetividade do Dom de línguas perdia-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim que se cumpriu o que Paulo dissera, ‘quer haja línguas cessará’!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crisostomo e Agostinho (uns 300 anos depois de Apocalipse) disseram que as línguas cessaram nos dias Apostólicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A NATUREZA DAS LÍNGUAS EM ATOS É DIFERENTE DA DE CORÍNTIOS?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo uma celeuma muito grande em torno da etimologia das palavras em grego que traduz o termo ‘língua’. Depois comentaristas (muitos até mesmo de procedência Calvinista) insistindo que a natureza das línguas em Atos 2 é diferente de 1 Coríntios 14. Mas esse é o tipo de falácia que seduz muito os amantes de dicionários bíblicos e léxicos. Observemos que no nosso uso diário da língua fazemos usos de diversos termos que não são com a sua etimologia e/ou filologia que construímos um discurso. Na verdade é o contexto que determina o uso de certo vocábulo, e não a etimologia que determina o texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No contexto geral bíblico não existem dois tipos de línguas, mas um só. Tanto que as línguas são cumprimento de profecias (&lt;strong&gt;1 Co 14.21 compare com Isaias 28.11&lt;/strong&gt;). Não existem ‘línguas angélicas’, nem um tipo de ‘língua inexistente’ na terra, sendo do domínio do Espírito. Jesus disse em Marcos 16.17 que seus discípulos falariam ‘novas’ línguas. E o que vemos em Atos 2 é que essas novas línguas eram novas para quem falava. Se existe nuanças na denotação no uso da palavra ‘línguas’, ela não foi pretendida em todos os textos bíblicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele argumento também é destruído pela seguinte realidade: Os autores bíblicos eram diferentes, e o arcabouço linguístico e perceptivo eram distintos. Marcos, Lucas e Paulo tinham formações diferentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já está provado que a experiência de falar em línguas, sob descarga religiosa, é uma experiência não só entre as igrejas pentecostais, mas em seitas, religiões antigas, etc. Já li alguns partirem para essa direção ao estudarem os dons de línguas nas Escrituras. Mas definitivamente este não é o caso. Na Bíblia as pessoas falavam em outros idiomas coisas inteligíveis (At 2.4,5,6). O fenômeno religioso da ‘glossolalia’ não tem nada em comum com isso. A variedade de línguas como dom ( 1 Co 12.10) era produto do Espírito Santo, como Pedro explicou (At 2.16,17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os três outros casos em Atos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atos 10.46&lt;/strong&gt;: Lucas nos diz que os gentios falaram em línguas. Não haveria outro meio mais claro para os cristãos judeus ali presentes, que os gentios receberam o Espírito Santo. O milagre de falar em línguas estava bem fresco na memória deles. Julgar que a turma de Cornélio tenha falado como os ‘gloassalianos’ da atualidade é no mínimo um contra senso. Pedro concluiu que foi ‘assim como nós recebemos’, isto é, a experiência era semelhante do que aconteceu no pentecostes de Atos 2. Eles falaram em outros idiomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atos 8.17&lt;/strong&gt;: De alguma maneira ficou evidente que os Samaritanos receberam o Espírito Santo. Julgo que eles tenham falado em línguas, mas em todos os casos que acontecia ‘o milagre dos idiomas’, Lucas registrava. Seria essa a única exceção? Não sei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atos 19.6&lt;/strong&gt;: O último caso envolve os discípulos que estavam ainda estavam na transição teológica. Eram batizados apenas no batismo de João e nunca ouviram falar que existia o Espírito Santo! Meus Deus! Em última análise nem cristãos eles eram, embora fossem chamados de discípulos. Esses quando recebem o Espírito falaram em línguas. O que está acontecendo desde Atos 2 em casos cruciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos procuram distorcer as evidências bíblicas ao dizerem que o Batismo no Espírito Santo deve sempre ser seguido pelo dom de línguas, por causa desses casos registrados em Atos. Como resposta, apresento o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1)&lt;/strong&gt; Os tais casos estão mais ligados com a presença apostólica e/ou imposição de mãos dos mesmos do que com o fato de crerem. Ou seja, a identificação da Igreja com os Apóstolos era o foco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2)&lt;/strong&gt; Na verdade os casos são poucos em comparação com o que Lucas registra. Quantas conversões estão registradas em Atos sem ao menos o fato das línguas serem mencionadas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns exemplos: 2.41,47;4.4;5.14;6.1;8.36-38;9.31;11.20-26;13.12,48;14.1;16.5, 14, 15, 33;17.4,11,34;19.18. Não podemos ser dogmáticos. Porém a quantidade excede incomparavelmente, sem evidências que o dom de línguas seria necessário para provar que esses cristãos recebiam o Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CALVINISTAS FALAM EM LÍNGUAS? SIM... &lt;em&gt;REFORMADOS NÃO!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecemos primorosos irmãos que são ‘continuistas e/ou pentecostais’ e ao mesmo tempo são calvinistas. Isto é possível, pois o Calvinismo, de modo genérico, comporta apenas 5 pontos. Mas o REFORMADO, VERDADEIRO PRESBITERIANO, não pode compartilhar desta prática. Mais ou menos acontece com os Batistas. Eles podem ser até Calvinistas, mas é impróprio dizer que é REFORMADO, a não ser que use o termo como sinônimo de CALVINISTA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O REFORMADO crê que a Escritura não apóia a prática atual das línguas. A não ser que a mesma seja norteada pelas Escrituras. O que, nem de longe, tem acontecido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum cristão tem o direito de duvidar da genuinidade emocional dos cristãos ‘glossolalianos’. Mas temos o direito de duvidar da utilidade desta prática. E mais importante, temos o direito de negar que esta seja uma orientação bíblica para vida cristã ou para liturgia da Igreja. Eu não posso dizer exegéticamente que todos os dons cessaram, mas como PRESBITERIANO, REFORMADO E BÍBLICO, não vejo que as línguas da atualidade são estritamente bíblicas, nem que as línguas conforme delineadas nas Escrituras continuaram após o fechamento do cânon.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-4764248501604371249?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/4764248501604371249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/o-dom-de-linguas-cessou.html#comment-form' title='21 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/4764248501604371249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/4764248501604371249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/o-dom-de-linguas-cessou.html' title='O Dom de Línguas cessou'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>21</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-8391030816447486006</id><published>2011-10-17T14:37:00.002-02:00</published><updated>2011-10-17T14:41:12.950-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doutrina Reformada'/><title type='text'>Para a IPB: Se a IURD e IMPD são seitas e a Igreja do R. R. Soares?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Cambria; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Sabemos que a decisão do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana foi a favor de identificar a Igreja Universal e a Mundial do Poder de Deus como seitas. As razões, claras, estão no misticismo e o comércio da fé que essas seitas praticam. Mas uma coisa ficou no ar, vários presbiterianos se perguntam: &lt;i&gt;A Igreja Internacional também é seita?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Talvez três fatores podem ter contribuído para o assunto não ser tratado:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;b&gt;1)&lt;/b&gt; O Concílio não foi consultado sobre a igreja de R. R. Soares, mas a respeito das &lt;i&gt;outras&lt;/i&gt;&amp;nbsp; ‘empresas da fé’ de Edir Macedo e Valdomiro Santiago. Esse é o motivo principal e o mais evidente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;b&gt;2)&lt;/b&gt; As pregações de R. R. Soares estão livres do misticismo que vemos em suas igrejas. Tendo essa falta de uniformidade entre o que ele prega e as práticas espíritas-evangélicas de seus pastores espalhados no Brasil, vai&amp;nbsp; dificultar a conclusão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;b&gt;3)&lt;/b&gt;&amp;nbsp; O fato de alguns Reverendos Presbiterianos ficarem passeando lá no programa &lt;i&gt;‘Vejam Só’&lt;/i&gt;, pode dar a impressão que a IPB teria alguma simpatia pela Igreja de R. R. Soares, dona da emissora. Ou isso poderia ter produzindo ‘um rabo preso’.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;O que fazer ao receber na IPB membros da Igreja da Graça? O Conselho local pode usar a decisão destinada a IURD e IMPD? Esse é um assunto que pode ser tratado dentro de suas limitações conciliares, &lt;i&gt;mas o que vejo é que as igrejas de R. R. Soares&amp;nbsp; é a mesma dos concorrentes&lt;/i&gt;. O dono, R. R. Soares tem pregado de uma maneira mais branda, e parece que, pelo menos na TV, &amp;nbsp;ele não vai até onde anda seus pastores. Mas ele não faz nada para impedir. Eu já vi campanha da Igreja da Graça usando ‘sabonete milagroso’, ‘unção de bala para criança desobediente’ e ‘unção da fronha’.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Mas surge outro problema: &lt;b&gt;&lt;i&gt;Várias igrejas pentecostais estão seguindo para o mesmo caminho. O que irá sobrar nesse desvio coletivo da fé evangélica?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; Os pastores Presbiterianos (e os Calvinistas de tradição Batista) precisam firmar suas convicções bíblicas. Se apegarem fielmente aos Símbolos de Fé para uma unidade mais perceptível, bem como trabalhar pelas resoluções do Supremo Concílio.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Um monte de pessoas está abandonando as empresas da fé dos Três Cavaleiros Templários da Prosperidade. Muitos não sabem, nem o que é salvação pela graça, nunca ouviram um ensino sobre a Trindade, batizaram para receber mais bênçãos, pagam o dízimo para serem salvos, tomam ceia para que o mal saiam de dentro si mesmos... como achar que estou diante de um &lt;b&gt;&lt;i&gt;cristão de fé e prática&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;???&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-8391030816447486006?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/8391030816447486006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/para-ipb-se-iurd-e-impd-sao-seitas-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/8391030816447486006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/8391030816447486006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/para-ipb-se-iurd-e-impd-sao-seitas-e.html' title='Para a IPB: Se a IURD e IMPD são seitas e a Igreja do R. R. Soares?'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-1038351308058878960</id><published>2011-10-09T14:36:00.000-03:00</published><updated>2011-10-09T14:36:11.545-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adventistas do 7º dia'/><title type='text'>Poderia o ministério de Ellen White ser uma ‘operação do erro’ de Satanás?</title><content type='html'>Essa postagem não é uma ofensa, nem mesmo uma ‘bravata irresponsável’. Gostaria que observasse os dados bíblicos e comparasse com o que resultou no que é classificado como ‘ministério profético de Ellen White’. Se errarmos, é com base naquilo que julgamos a partir dos frutos revelados. Então...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que... &lt;strong&gt;Ellen White se desviou de uma igreja cristã!&lt;/strong&gt; (Hb 6.1-5; 1 Jo 2.19)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que... &lt;strong&gt;Ellen White não se importou com advertência de Jesus em Mt 24.36!&lt;/strong&gt; (Lc 21.8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que... &lt;strong&gt;Ellen White conviveu e comungou com arianos que blasfemaram contra a doutrina da Trindade...&lt;/strong&gt; (Jd 4)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que... &lt;strong&gt;Ellen White disse absurdos que hoje são omitidos de seus livros.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Considerando que... &lt;strong&gt;Ellen White plagiou muitos de seus livros e disse que era revelação.&lt;/strong&gt; (Ex 20.16)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que... &lt;strong&gt;Ellen White foi umas das pessoas que mais chamaram O Dia do Senhor de marca da Besta demoníaca...&lt;/strong&gt; (Ap 1.10)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que... &lt;strong&gt;Ellen White aceitou ser considerada uma mensageira inspirada para o tempo do fim!&lt;/strong&gt; (Jr 23.16)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que... &lt;strong&gt;Ellen White canonizou uma doutrina que ensina que o Senhor Jesus entrou no Santíssimo apenas em 1844.&lt;/strong&gt; (Hb 9.24,25)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que... &lt;strong&gt;Ellen White ensina que satanás levará por fim a punição dos pecados dos salvos.&lt;/strong&gt; (Is 53.5)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que... &lt;strong&gt;Ellen White chamou as falsas profecias dos adventistas de acontecimentos Bíblicos&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que... &lt;strong&gt;Ellen White ensinou que a porta da salvação ficou fechada de 1844 até 1851&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que... &lt;strong&gt;Ellen White considerou ALGUMAS RAÇAS de pessoas, que são imagem de Deus, sendo resultado de cruzamentos de animais com pessoas&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que...&lt;strong&gt; Ellen White ensinou que a salvação na ‘angústia final’ ou grande tribulação, será pela guarda do sábado.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que...&lt;strong&gt; Ellen White estava suscetível ao espiritismo, visto que tinha ‘alucinações’(visões e sonhos) intermináveis.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o que a Bíblia diz &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira [...]”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; 2 Tessalonicenses 2:9-11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos propor que esse ministério profético/místico que surgiu em torno dessa senhora iludida, pode ser sim, uma operação do erro que Deus enviaria para as pessoas que não aceitam Sua Palavra, Sua Verdade. A operação que Satanás teria liberdade de fazer de caráter religioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que meus amigos adventistas não se sentirão ofendidos com essa possibilidade, na verdade probabilidade. Pois é por amor, que temos postado isso.&lt;strong&gt; Aos irmãos ‘adventistas’, salvos por Cristo, que estão libertos desse ‘espírito’&lt;/strong&gt;, mas ainda estão na IASD. Que sejam corajosos em ajudar outros a se libertarem de Ellen White. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus nos ajude!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-1038351308058878960?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/1038351308058878960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/poderia-o-ministerio-de-ellen-white-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/1038351308058878960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/1038351308058878960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/poderia-o-ministerio-de-ellen-white-ser.html' title='Poderia o ministério de Ellen White ser uma ‘operação do erro’ de Satanás?'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-1478460360262436449</id><published>2011-10-07T11:51:00.001-03:00</published><updated>2011-10-07T11:52:34.817-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tabernáculo da Fé'/><title type='text'>William Marrion Branham sob escrutínio – Parte 1</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-v1hxQLWur4Q/To8Rjif4oNI/AAAAAAAAALE/KvYiFNI_w98/s1600/ENG-BK-AGES%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" kca="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-v1hxQLWur4Q/To8Rjif4oNI/AAAAAAAAALE/KvYiFNI_w98/s320/ENG-BK-AGES%255B1%255D.jpg" width="206" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;WMB, foi bem sucedido em suas campanhas evangelísticas. Tipo os ‘apóstolos’ da atualidade, e temos visto várias pessoas de alguma maneira são beneficiadas com as curas por eles efetuadas. Eu mesmo conheci uma pessoa que foi curada por um desses apóstolos. Existem igrejas que giram em torno de milagres e revelações, como é o caso da Congregação Cristã no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os milagres de WMB são invocados como prova de seu ministério profético. Mas isso não confirmaria necessariamente os apóstolos da atualidade. Podemos até encontrar comprovação dos milagres exibidos, mas entre isso ser verdade e a autenticação da mensagem vir a partir disso, pode haver um abismo. WMB mesmo disse que os sinais não são determinantes sem a palavra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, e após receber alguns livros de WMB, de um apologista dele, (&lt;a href="http://www.documentosbranham.com/"&gt;VEJA O SITE DELE AQUI&lt;/a&gt;) passarei a postar algumas coisas a respeito de WMB. Gostaria de salientar que WMB deu um bom exemplo de humildade financeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Em seu principal livro, Sete Eras da Igreja, percebe-se que ele não sabia interpretar a Bíblia. Suas interpretações são fracas e estão bem próximas das imaginações gratuitas dos intérpretes alegóricos, ou das pessoas da Congregação Cristã. Iremos demonstrar isso em postagens posteriores com base no livro citado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Ele foi um forte opositor da doutrina da Trindade. E este é o ponto nevrálgico de seu erro. Ele insiste em não apresentar corretamente a definição trinitária. Ele faz o jogo do marketing distorcido, ou constrói o monstro de palha, dizendo que a crença em três deuses é a crença na Trindade (pg 7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Já discutimos muito aqui no blog sobre o que ele disse de 1977, e parece que WMB estava bem convencido disso. Embora não teve visões sobre essa data, no livro ele demonstra que o fim estava bem próximo de seus dias. Ele disse (‘semelhante’ ao que disse Ellen White) que surgiu sinais no céu como prova que Jesus estaria para voltar: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aqui está o sinal. O último eclipse da lua foi um eclipse total. Ela minguou até uma total escuridão, em sete estágios. No sétimo estágio, a escuridão total chegou quando o Papa de Roma (Paulo VI) foi à Palestina para fazer um passeio santo em Jerusalém. O papa chama-se Paulo VI. Paulo foi o primeiro mensageiro e este homem usa esse nome. Note que é o sexto, ou número do homem. Isto é o fim. Não passará esta geração até que tudo aconteça.” (pg 324, negrito meu). Esse evento ocorreu em seus dias. Esses acontecimentos, sete sinais, apontavam para 1977, pelo menos ele achava assim. No livro Sete Eras ele não deu advertências de cautela de que poderia estar errado como deu em outras ocasiões. E isso, tato os apologistas protestantes bem como os apologistas de WMB deveriam pesar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Embora ele não tenha dito que ele era o mensageiro da era de Laodicéia (umas das interpretações mais infantis dos dispensacionalistas, medíocres por sinal, quem quer que tenha defendido isso...) ele coloca a disposição do mensageiro para ser interpretado como sendo ele. Não sei por que alguns defensores negam que ele se sentia o mensageiro da era de Laodicéia (pg 291 a 298, 306)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Diz que Deus vomitou os Batistas por causa de seus credos, os Metodistas por causa do batismo por aspersão e os pentecostais por causa dos sentimentos, dizendo que todos estes deixaram a Bíblia, A Palavra... (305).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Outra afirmação estranha foi ele insinuar que as mulheres não deveriam trabalhar fora de casa! Bem diferente da mulher de Provérbios 31. Não sei se a turma do Tabernáculo da Fé leva isso a sério... (310)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) Ainda tem o carro bolha de plástico, que era um dos sinais que aconteceria antes de Cristo voltar... parece que isso não ‘vingou’ muito! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SOBRE A DOUTRINA DA TRINDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irei usar o que WMB algumas coisas que ele escreveu sobre a Trindade em seu principal livro, Sete Eras da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) WMB comete o marketing do monstro de palha. Isto é, dá a conclusão errada. Ele diz que crer em três deuses é errado, portanto, diz ele, não se deve crer na doutrina da Trindade (pg 7, 14). Visto que são pessoas distintas, e cada uma sendo Deus, logo deveria ser três Deuses, diz ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESPOSTA: Isso é ser intelectualmente desonesto! A Teologia Cristã jamais usou o termo desta maneira. Ele deveria ao menos trabalhar em cima da definição ortodoxa e não causar a impressão que propagou. WMB age como que a definição ‘Um Deus em essência e três pessoas distintas’ seja o mesmo que TRÊS DEUSES!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Um Deus e três pessoas é irracional, Deus é uma pessoa com três ofícios! Ele zomba quando chamamos isso de mistério. Dizendo até que a linguagem perde sentido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESPOSTA: Mas vamos usar o próprio argumento dele. Ele disse que Deus tem três ofícios, e além disso, não nega que isso também seja um mistério (pg 9)! Ele, e qualquer um sabe muito bem, que três ofícios em uma mesma pessoa não se comunicam, não comungam realmente e nem podem relacionar-se pessoalmente. Para o modalista seria uma comunicação misteriosa Deus falar consigo mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WMB que comete o erro que acusa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora irei mostrar UMA PESSOA E TRÊS OFÍCIOS DE FATO (e como é impossível biblicamente ser modalista): &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristo, Ele tem três ofícios relacionado com seu povo e é uma ÚNICA Pessoa.(WMB usa Profeta, Cordeiro e Filho. Ele não usa a definição conhecida do protestantismo, pg 10). Então uma objeção ao que WMB considera sendo a natureza de Deus é: COM ESSES OFÍCIOS, NUNCA VEMOS NA ESCRITURA, O PROFETA CRISTO CONVERSANDO COM O CRISTO CORDEIRO, NEM O CORDEIRO FALANDO COM O FILHO CRISTO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus Pai, é uma pessoa... Por isso ele fala com o Filho... O Espírito glorifica o Filho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Pai, Filho e Espírito Santo são títulos e não nomes. WMB deixou de entender que isso é um anacronismo, e não se aplica o que é coloquial hoje na Escritura. Vamos ler Is 9.6: “Um filho se nos deu, e o seu NOME será [...]”. Depois o profeta DE DEUS diz que Deus, Pai, Príncipe, Conselheiro, eram nomes na perspectiva bíblica. Ex 34.14: “meu NOME é ciumento”. Não existe títulos na Bíblia, mas sim nomes (pg 9)!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) A trindade introduzida no Concílio de Nicéia. Em 325 d.C o tal concílio debateu sobre a divindade do Filho, e não necessariamente sobre a doutrina da Trindade. Isso que WMB diz é inexato (pg 8). O Credo Niceno nem mesmo cita a palavra Trindade. E ele sabia disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento é uma visão geral do que percebi na leitura do livro Sete Eras da Igreja de Willian Marrion Branham. Mas tenho dois compromissos com o assunto: Mostrar suas infantilidades hermenêuticas sobre Apocalipse e tratar do assunto prometido: O batismo em Nome de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-1478460360262436449?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/1478460360262436449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/william-marrion-branham-sob-escrutinio.html#comment-form' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/1478460360262436449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/1478460360262436449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/william-marrion-branham-sob-escrutinio.html' title='William Marrion Branham sob escrutínio – Parte 1'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-v1hxQLWur4Q/To8Rjif4oNI/AAAAAAAAALE/KvYiFNI_w98/s72-c/ENG-BK-AGES%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-1343277711355387631</id><published>2011-10-03T18:23:00.000-03:00</published><updated>2011-10-03T18:23:15.009-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Epistemologia'/><title type='text'>Sobre ciência e fé... 5</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-e1Xik74MKTo/ToonoN5J0GI/AAAAAAAAALA/K40i434H2bc/s1600/1272913584073_f.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-e1Xik74MKTo/ToonoN5J0GI/AAAAAAAAALA/K40i434H2bc/s320/1272913584073_f.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b&gt;5 &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b&gt;–&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b&gt;Razão&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:OfficeDocumentSettings&gt;   &lt;o:RelyOnVML/&gt;   &lt;o:AllowPNG/&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:EnableOpenTypeKerning/&gt;    &lt;w:DontFlipMirrorIndents/&gt;    &lt;w:OverrideTableStyleHps/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="&amp;#45;-"/&gt;    &lt;m:smallFrac m:val="off"/&gt;    &lt;m:dispDef/&gt;    &lt;m:lMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:rMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:defJc m:val="centerGroup"/&gt;    &lt;m:wrapIndent m:val="1440"/&gt;    &lt;m:intLim m:val="subSup"/&gt;    &lt;m:naryLim m:val="undOvr"/&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"  DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"  LatentStyleCount="267"&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" Name="Default Paragraph Font"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading"/&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; text-indent:70.9pt; line-height:150%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-fareast-language:EN-US;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Ainda podemos mencionar que acreditar na própria razão como&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;valorosa exige um passo de fé. Aqui, não é necessário que a discussão seja apenas sobre ciência e fé, mas epistemologia em geral. Vale observar que todos pressupõe ser a razão, a lógica, algo de um caráter ontológico ‘simbiótico’ à realidade. Assim, “porque elas são também leis do ser, podemos usá-las para apreender a estrutura lógica do mundo” (NASH, 2008, p.210).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;De fato, vários pensadores apresentam argumentos observando que devemos presumir a lógica para raciocinar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Nash observa que, apesar de a lei da não-contradição (“A não pode ser B e não-B, ao mesmo tempo e no mesmo sentido” NASH, 2008, p.210) não poder ser provada diretamente (pois todo argumento pressupõe a lógica, de modo que o raciocínio seria circular, ou seja, o que se quer provar já está admitido nas premissas), ela é indiretamente provada se observarmos que a eliminação dela impossibilita a existência do pensamento significante, da conduta humana significante, e da comunicação significante (o que impossibilitaria um argumento para refutar a própria lógica). Isso porque a distinção entre as coisas é eliminada.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Se B é essencialmente algo, e ao mesmo tempo é essencialmente algo diferente, B é tudo. Gordon H. Clark explana: “Se declarações contraditórias são verdadeiras em relação ao mesmo objeto e ao mesmo tempo, evidentemente todas as coisas serão a mesma coisa. [...] Todas as diferenças entre as coisas se desvanecerão e tudo será um” (CLARK apud NASH, 2008, p. 211).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Chesterton observa de maneira muito semelhante: “A própria razão é uma questão de fé. É um ato de fé afirmar que nossos pensamentos têm alguma relação com a realidade por mínima que seja” (CHESTERTON, 2008, p.56); e que [apesar do viés tomista do pensamento] “ambas [religião e razão] têm a mesma natureza primária e autoritária. Ambas são métodos de comprovação que não podem elas mesmas ser comprovadas” (CHESTERTON, 2008, p.58).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Budziszewski também comenta:&lt;/span&gt; "O mote 'apenas a razão!' é completamente sem sentido. A própria razão pressupõe fé. Por quê? Porque uma defesa da razão pela razão é circular e, portanto, sem valor” (BUDZISZEWSKI apud GEISLER; TUREK, 2006, p. 133).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;A questão é que o mundo pode ser totalmente caótico, e a lógica, que presumimos corresponder à ele, não o fazer. Estaríamos caminhando, ao lado de Nietzsche, rumo à loucura, e isso não seria nada, paradoxalmente falando, ilógico. É uma possibilidade lógica o fato de a lógica não corresponder à realidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Assim, de fato, presumimos a lógica, e que ela corresponde ao mundo, ao ser.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Continua...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Bibliografia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:OfficeDocumentSettings&gt;   &lt;o:RelyOnVML/&gt;   &lt;o:AllowPNG/&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:EnableOpenTypeKerning/&gt;    &lt;w:DontFlipMirrorIndents/&gt;    &lt;w:OverrideTableStyleHps/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="&amp;#45;-"/&gt;    &lt;m:smallFrac m:val="off"/&gt;    &lt;m:dispDef/&gt;    &lt;m:lMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:rMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:defJc m:val="centerGroup"/&gt;    &lt;m:wrapIndent m:val="1440"/&gt;    &lt;m:intLim m:val="subSup"/&gt;    &lt;m:naryLim m:val="undOvr"/&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"  DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"  LatentStyleCount="267"&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" Name="Default Paragraph Font"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading"/&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; text-indent:70.9pt; line-height:150%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-fareast-language:EN-US;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;CHESTERTON, Gilbert K. &lt;b&gt;Ortodoxia&lt;/b&gt;. Tradução de Almiro Pisetta. São Paulo: Mundo Cristão, 2008. 264 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:OfficeDocumentSettings&gt;   &lt;o:RelyOnVML/&gt;   &lt;o:AllowPNG/&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:EnableOpenTypeKerning/&gt;    &lt;w:DontFlipMirrorIndents/&gt;    &lt;w:OverrideTableStyleHps/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="&amp;#45;-"/&gt;    &lt;m:smallFrac m:val="off"/&gt;    &lt;m:dispDef/&gt;    &lt;m:lMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:rMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:defJc m:val="centerGroup"/&gt;    &lt;m:wrapIndent m:val="1440"/&gt;    &lt;m:intLim m:val="subSup"/&gt;    &lt;m:naryLim m:val="undOvr"/&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"  DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"  LatentStyleCount="267"&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" Name="Default Paragraph Font"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading"/&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; text-indent:70.9pt; line-height:150%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-fareast-language:EN-US;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;GEISLER, Norman; TUREK, Frank. &lt;b&gt;Não tenho fé suficiente para ser ateu&lt;/b&gt;. 2006, 420 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:OfficeDocumentSettings&gt;   &lt;o:RelyOnVML/&gt;   &lt;o:AllowPNG/&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:EnableOpenTypeKerning/&gt;    &lt;w:DontFlipMirrorIndents/&gt;    &lt;w:OverrideTableStyleHps/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="&amp;#45;-"/&gt;    &lt;m:smallFrac m:val="off"/&gt;    &lt;m:dispDef/&gt;    &lt;m:lMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:rMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:defJc m:val="centerGroup"/&gt;    &lt;m:wrapIndent m:val="1440"/&gt;    &lt;m:intLim m:val="subSup"/&gt;    &lt;m:naryLim m:val="undOvr"/&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"  DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"  LatentStyleCount="267"&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" Name="Default Paragraph Font"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading"/&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; text-indent:70.9pt; line-height:150%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-fareast-language:EN-US;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;NASH, Ronald H. &lt;b&gt;Questões Últimas da vida&lt;/b&gt;: uma introdução à filosofia. Tradução de Wadislau Martins Gomes. São Paulo: Cultura Cristã, 2008. 448 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-1343277711355387631?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/1343277711355387631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/sobre-ciencia-e-fe-5.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/1343277711355387631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/1343277711355387631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/sobre-ciencia-e-fe-5.html' title='Sobre ciência e fé... 5'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-e1Xik74MKTo/ToonoN5J0GI/AAAAAAAAALA/K40i434H2bc/s72-c/1272913584073_f.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-4680092867875055077</id><published>2011-09-30T11:42:00.001-03:00</published><updated>2011-09-30T11:45:46.193-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Adventistas do 7º dia'/><title type='text'>Ao Leandro Quadros na mira da verdade: Ellen White sofria de epilepsia?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-mwZiGIjYfAs/ToXV_SWGnSI/AAAAAAAAAK8/s1A70P5-kD0/s1600/ellen-white%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" kca="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-mwZiGIjYfAs/ToXV_SWGnSI/AAAAAAAAAK8/s1A70P5-kD0/s200/ellen-white%255B1%255D.jpg" width="151" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O apologista adventista postou recentemente uma resposta que trata dessa questão controversa(&lt;strong&gt;&lt;a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2011/08/19/ellen-white-teve-epilepsia/"&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;). Ele usou o que certo internauta enviou para ele, então o Leandro fez a sua típica apologia. Gostaria de escrever sobre aquela postagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas antes é bom lembrar que o Leandro continua com dificuldades de moderação, agora moderando 5 mil comentários! Isso faz com que ele seja capaz apenas de liberar os comentários elogiosos, ou os que não apresentarão mais dificuldades. Em um dos comentários foi dito ‘quão grandiosa é Ellen White’, ‘Leandro Quadros você é o maior representante do adventismo’... Ou seja, se você quiser ter seu comentário liberado nesses 5000, elogie!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos ao post:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) ‘&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Busque nas fontes primárias’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;: O apologista adventista comete uma estúpida incoerência aqui. Se fosse levado a sério, jamais pediria para as pessoas de outra religião ouvi-lo! Para ele, somente os seguidores adventistas podem falar honestamente de Ellen White. Essa mania dele, de dizer ‘pesquise direto na fonte’, o que ele mesmo não faz ao criticar outros, é o esforço de produzir o circulo vicioso de sempre ver aquilo que é verdade para você, sepultando os críticos dentro da cova da desonestidade intelectual. O que ele deixa de considerar é que às vezes, o critico pode ter muito mais acesso aos conteúdos ‘primários’ do que imaginamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2)&lt;strong&gt;&lt;em&gt; ‘Pesquisas médicas especulativas’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;: Os relatórios médicos sobre a possibilidade de Ellen White ter problemas mentais, quer epilepsia, ou outra disfunção psíquica, com certeza é limitada. Existem alguns que apresentam essa possibilidade e outros que negam. Mas precisamos lembrar que é um fato que ela foi alvejada por uma pedra no rosto deixando uma grande cicatriz (os desenhistas adventistas parecem ter vergonha de expor a santa com essa cicatriz...). Relatos oculares testificam que ela tinha histerismo, e nesses momentos falava palavras rápidas, caia no chão. E tinha constantes alucinações que ela chamava de visões. Fora que não sabemos o mau que causou para sua mente, uma adolescente, o fato de ter esperado Jesus voltar em 22 de outubro de 1844 na ‘pedra da ascensão’!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apologista apresentou pesquisas médicas, eu também gostaria de indicar página: &lt;a href="http://www.ellenwhiteexposed.com/headinjury.htm"&gt;http://www.ellenwhiteexposed.com/headinjury.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, a conclusão que chegamos é a seguinte: Se Ellen White não tinha algum problema mental, estava possessa. O Leandro e outros adventistas não podem ficar irritados com isso. Isso é uma classificação religiosa, não necessariamente uma ofensa. Imagine, se ela chamou o Dia do Senhor Jesus, o Domingo (Ap 1.10), de marca da besta! Mas eu ainda prefiro pensar e sustentar a possibilidade dessa jovem desiludida ter sérios problemas de saúde, desviada de uma Igreja Cristã. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) &lt;strong&gt;&lt;em&gt;‘Alguém com epilepsia não escreveria 100.000 páginas’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;: Se o problema dela era esse, não teria impedimento algum. Um epilético não é burro! Mas tal magnitude de Ellen White não é tão grande assim. Veja:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ellen White escreveu por 70 anos = 25.550 dias escrevendo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;100.000 divididos por 25.550 dias são cerca de 4 páginas por dia! Não era uma tarefa impossível, senhor Leandro! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senhor também precisa dizer que ela tinha ‘revisoras’. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senhor também precisa dizer que muitas coisas ela &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="background-color: red;"&gt;copiou &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;(nos dizeres de Walter Rea, plagiou!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) &lt;strong&gt;&lt;em&gt;‘A autora mais traduzida’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;: Não era pra menos! Afinal milhões em quase todo o mundo, há mais de um século seguem Ellen White como ‘luz para entender a Bíblia’. Mas é claro que o Leandro está sem informações claras sobre a quantia de livros que são traduzidos pelas Testemunhas de Jeová. A Torre de Vigia produziu e distribuiu muito mais que os Adventistas... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apologista Leandro Quadros precisa ler A Mentira Branca e A Nuvem Branca. Você que é adventista passe lá e incentive-o a ler esses livros. Incentive também o coadjuvante Tito. Concordo que esses livros não estão isentos de erros ao criticar o ministério mitológico de Ellen White. Mas não precisam estar com 100, 80 ou com 50 % de razão. O conteúdo incomoda um aspecto nevrálgico da existência da Igreja Adventista do Sétimo Dia. E se eles estiverem com apenas 20% de razão no que escreveram, o desastre doutrinário é certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quiser tais livros me envie um e-mail. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;blogapologetico@gmail.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1876529298713635350-4680092867875055077?l=mcapologetico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mcapologetico.blogspot.com/feeds/4680092867875055077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/09/ao-leandro-quadros-na-mira-da-verdade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/4680092867875055077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1876529298713635350/posts/default/4680092867875055077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mcapologetico.blogspot.com/2011/09/ao-leandro-quadros-na-mira-da-verdade.html' title='Ao Leandro Quadros na mira da verdade: Ellen White sofria de epilepsia?'/><author><name>Luciano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18038107957616480717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-mwZiGIjYfAs/ToXV_SWGnSI/AAAAAAAAAK8/s1A70P5-kD0/s72-c/ellen-white%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1876529298713635350.post-4327174569900684965</id><published>2011-09-26T14:13:00.000-03:00</published><updated>2011-09-26T14:13:59.176-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Epistemologia'/><title type='text'>Sobre ciência e fé... 4</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b&gt;4 &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b&gt;–&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b&gt; Ordem e Uniformidade no cosmos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fWw-U0D6xnM/ToCypFGLYKI/AAAAAAAAAK4/eShCcRsxbTM/s1600/cosmos2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="209" src="http://2.bp.blogspot.com/-fWw-U0D6xnM/ToCypFGLYKI/AAAAAAAAAK4/eShCcRsxbTM/s320/cosmos2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Falaremos, agora, sobre os pressupostos científicos da ordem e uniformidade do cosmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:OfficeDocumentSettings&gt;   &lt;o:RelyOnVML/&gt;   &lt;o:AllowPNG/&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:EnableOpenTypeKerning/&gt;    &lt;w:DontFlipMirrorIndents/&gt;    &lt;w:OverrideTableStyleHps/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="&amp;#45;-"/&gt;    &lt;m:smallFrac m:val="off"/&gt;    &lt;m:dispDef/&gt;    &lt;m:lMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:rMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:defJc m:val="centerGroup"/&gt;    &lt;m:wrapIndent m:val="1440"/&gt;    &lt;m:intLim m:val="subSup"/&gt;    &lt;m:naryLim m:val="undOvr"/&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"  DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"  LatentStyleCount="267"&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" Name="Default Paragraph Font"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading"/&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; text-indent:70.9pt; line-height:150%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-fareast-language:EN-US;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Quanto à primeira questão, nós naturalmente presumimos que o universo está organizado de alguma maneira. “O pensador e o cientista crêem numa ordem desconhecida” (WHYTE apud ALVES, 2008, p.43). Presumimos que haja uma ordem que não podemos ver na essência do cosmo. “....os indivíduos estão em busca de ordem e [...] todos eles, independentemente de convicções pessoais, concordam em que a ordem é invisível” (ALVES, 2008, p.43); e: “Nisso a ciência está de mãos dadas com as pessoas do senso comum, não importa quais sejam suas crenças: uma e outras se negam a admitir que a natureza seja um conjunto de fatos brutos, destituídos de sentido” (ALVES, 2008, p.77). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Mas pode ser que ele seja desorganizado. Temos que pressupor aqui. “Procedemos de forma ordenada porque pressupomos que haja ordem. Sem ordem não há problema a ser resolvido. Porque o problema é exatamente construir uma ordem ainda invisível de uma desordem visível e imediata” (ALVES, 2008, p.30-31). A ordem do universo deve ser formulada mentalmente, ela não é um dado empírico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;E não é só isso, “... você tem de pressupor que é capaz de descobrir a ordem”(ALVES, 2008, p.31).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Quanto à questão da uniformidade do universo, também a pressupomos. “Uma coisa é certa: a conclusão de que o futuro será semelhante ao passado, de que a totalidade dos casos será semelhante aos alguns que examinei, não é lógica. (ALVES, 2008, p.127). Generalizações, feitas pela ciência, são passos de fé, são apostas, calcadas no pressuposto de que as coisas serão como foram, ou que todas as coisas são sempre como as observei. Cheung expõe: “...a questão sobre a uniformidade da natureza diz respeito ao futuro da nossa experiência relativa ao nosso presente, futuro esse que ainda não foi observado por qualquer ser humano” (CHEUNG, 2009, p.46-47), e ainda “... a ciência assume que a natureza é uniforme e estável, que os experimentos são reproduzíveis, que a física e a química serão as mesmas no ano seguinte” (CHEUNG, 2009, p.46); então questiona: “...por qual fundamento a ciência empírica pode garantir que o futuro será como o passado?” (CHEUNG, 2009, p.47), e “...a observação empírica de forma alguma pode justificar uma suposição audaciosa como essa. [...]sempre que ela [uma pessoa] pondera se a natureza será a mesma no futuro (seja no dia seguinte ou no próximo ano), permanece o fato que ela ainda não observou o futuro” (CHEUNG, 2009, p.46).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;continua... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;----- &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;BIBLIOGRAFIA:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:OfficeDocumentSettings&gt;   &lt;o:RelyOnVML/&gt;   &lt;o:AllowPNG/&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:EnableOpenTypeKerning/&gt;    &lt;w:DontFlipMirrorIndents/&gt;    &lt;w:OverrideTableStyleHps/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="&amp;#45;-"/&gt;    &lt;m:smallFrac m:val="off"/&gt;    &lt;m:dispDef/&gt;    &lt;m:lMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:rMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:defJc m:val="centerGroup"/&gt;    &lt;m:wrapIndent m:val="1440"/&gt;    &lt;m:intLim m:val="subSup"/&gt;    &lt;m:naryLim m:val="undOvr"/&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"  DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"  LatentStyleCount="267"&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" Name="Default Paragraph Font"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked=
